EntreContos

Desafios Literários, Contos e Resenhas

Votação – Multi Temas

Caros participantes, Agradecemos mais uma vez a presença de todos por aqui. O desafio multi temas produziu 39 (trinta e nove) contos com diversas abordagens e limites. Às regras da votação, então. … Continuar lendo

Destacado · Deixe um comentário

Regulamento Desafio Multi Temas

I – Das Disposições Gerais e da Inscrição 1) A participação no Desafio Multi Temas do EntreContos é totalmente gratuita. O Desafio é voltado a ESCRITORES que orgulhosamente sejam também LEITORES. … Continuar lendo

Destacado

A Strange Duel (Thiago Lopes)

I remember it clearly: first I heard the clicking of spurs, then came the imposing figure―skin tanned by the Brazilian northern sun, gray eyes, a leather hat and a prophet’s … Continuar lendo

13 de abril de 2015 · Deixe um comentário

Scourge Me By Leaving (Eduardo Barão)

I I don’t want… “Twenty minutes? It’s only two blocks from here to the bakery, Lena.” “Genaro closed his store almost two weeks ago. I had to walk around until … Continuar lendo

12 de abril de 2015 · Deixe um comentário

I Think, Therefore I am (Pétrya Bischoff)

It’s not like dreaming. I don’t see images or hear voices—I feel. I feel sharply. At this moment I cannot hear myself speak, but I feel all the eloquence of … Continuar lendo

12 de abril de 2015 · Deixe um comentário

O passado é um viajante das estrelas (Marillion)

“Eu estava esperando por você, papai!”   Abriu os olhos ao escutar a frase que parecia ter sido sussurrada em seus ouvidos. Deparou-se com a imagem lunar diante de si, … Continuar lendo

5 de abril de 2015 · Deixe um comentário

O Invencível Joe (Goichi Suda)

Minhas pernas tremiam. Mas não de medo, e sim de ansiedade. Eu estava diante dos portões da mansão Wyncham. A família Wyncham possui forte influência na cidade. Mais que isso. … Continuar lendo

5 de abril de 2015 · Deixe um comentário

Um Estudo em Nunca Fui Santa (Sir Arthur Conan Dolly)

I – Nos Embalos de Sábado de Manhã Sherlock Holmes estava particularmente calado naquela ensolarada manhã de Sábado. Tentei puxar assunto duas vezes durante o desjejum, comentando, em uma das … Continuar lendo

5 de abril de 2015 · Deixe um comentário

503 (Chomsky)

“Boa tarde, Ícaro. O Chrome tem uma novidade para você”. Ele bufou quando interrompido. Demonstra ser algo habitual. Não seria necessário iniciar qualquer análise para sentir a tensão ao volante. … Continuar lendo

4 de abril de 2015 · Deixe um comentário

Ás de Espadas (Cabeça Motor)

A graça é jogar, não importa o que você diz eu não tenho a sua ganância, a única carta que preciso é o Ás de Espadas Ace of Spades – … Continuar lendo

4 de abril de 2015 · Deixe um comentário

A Junção (Henrique Sullivan)

Ernesto acordou encharcado de suor. Não lembrava os detalhes, mas o pesadelo desta vez pareceu-lhe mais real do que o normal. Sentou-se ainda a olhar em volta, como se quisesse … Continuar lendo

4 de abril de 2015 · Deixe um comentário

Passagem (Cabeça de alfinete)

Arigó, de nascimento: Cícero Sant’Anna, respondeu prontamente à voz surda que só ele ouviu. — Tô indo, meu pai! E num movimento brusco, despertou. Não de todo. Na mente embaralhada … Continuar lendo

4 de abril de 2015 · Deixe um comentário

Meu Querido Pai (Unborn)

Nuvens cinzentas e mal encaradas escondiam o sol do meio dia e anunciavam que vinha muita chuva por aí, mas Téo não se apressou no caminho feito entre a escola … Continuar lendo

4 de abril de 2015 · Deixe um comentário

Criança Modelo (Coração Gelado)

Robertinha estava muito satisfeita em ser selecionada para o programa “Criança Modelo” de sua escola. Caso alguém tenha estado muito aéreo ultimamente, explicar-se-á do que se tratava. Em linhas gerais, … Continuar lendo

4 de abril de 2015 · Deixe um comentário

Brasil em Cor-de-Rosa Choque (Kátia Flávia)

Abrindo Arquivo Multimídia da TV Aberta Brasileira. Pasta: Brasil em Cor-de-Rosa Choque. Episódio: #347 # # # Brasil, 27 de Novembro de 2099. Sexta, 20h. – Boa noite queridos telespec-choques! … Continuar lendo

4 de abril de 2015 · Deixe um comentário

Azarão (Alípio)

Meu cavalo tentava achar algum vestígio de grama entre pedras e pegadas na entrada de Alcázar. Não, não falo do castelo Sevilha, falo de uma casa empoeirada na periferia de … Continuar lendo

4 de abril de 2015 · Deixe um comentário

Malaika (Dominic Yago)

Tudo começou em uma noite de outono como qualquer outra. O frio já se mostrava, ainda que discretamente e à prestação. Minha mãe ralhava comigo porque, mais uma vez, eu … Continuar lendo

4 de abril de 2015 · Deixe um comentário

O Fantasma da Pracinha (Rui Barbosa)

Gritos infantis de alegria e medo ecoavam em seus ouvidos. O aroma de pipoca salgada com muita manteiga impregnava seu olfato. Os olhos procuravam ao redor na multidão aquele que … Continuar lendo

4 de abril de 2015 · Deixe um comentário

Desforra (Marcel Ernst)

– Estamos tentando há quatro meses. Murilo tá ficando grilado, acha que devemos fazer uns exames, já falou em adoção até. – Mas quatro meses não é um tempo pra … Continuar lendo

3 de abril de 2015 · Deixe um comentário

Lembranças Bordadas em Preto e Vermelho (Alan Corrêa)

Arnaldo sentou-se ao balcão no exato momento que os ponteiros do relógio marcavam dez horas. Pretendia chegar no cabaré antes das nove para encontrar um bom lugar, mas tanto a … Continuar lendo

1 de abril de 2015 · Deixe um comentário

A flor do hibisco amarelo (Gardner)

Ainda afastada pelas fitas amarelas e pretas do corpo de bombeiros, Lívia observa o que um dia foi uma casa, mais precisamente a sua casa. As colunas de fumaça que … Continuar lendo

1 de abril de 2015 · Deixe um comentário

Ana Cristina Cesar (Flaviano Macieira)

Vivo a lhe escrever uma carta que, tenho certeza enquanto fumo e desarranjo levemente as ondulações de meu cabelo, nunca chegará a termo ou, quando muito, não tão cedo, prezado … Continuar lendo

1 de abril de 2015 · Deixe um comentário

Janelas Abertas (Abusivo)

Tarde nublada, um vento leve e morno viaja pelo jardim, movimenta as folhas de um arbusto. Pressentindo-o, uma borboleta levanta vôo em busca de paragens mais seguras. A brisa encontra … Continuar lendo

1 de abril de 2015 · Deixe um comentário

Cicatrizes Mal Formatadas (Gemma Teller-Morrow)

Se até o sol cai no fim de cada dia, não vejo o motivo de tanto alarde ao meu redor. “Ele também se levanta”, diria Hemingway. “Claro”, concordaria em inglês … Continuar lendo

1 de abril de 2015 · Deixe um comentário

Amor de Verdade (Folha de Chão)

Se o amor verdadeiro pode ou não ser comprado eu não posso dizer com certeza, mas sei que o amor é muito diferente entre os ricos e os pobres. Os … Continuar lendo

31 de março de 2015 · Deixe um comentário

O Ladrão de Almas (Samuel Franco)

De histórias pouco conheço mas é-me bem nítida, ainda que tendo acontecido há tempos muito idos, a breve história do homem de duas faces. Conheci-o aquando da minha viagem a … Continuar lendo

30 de março de 2015 · Deixe um comentário

Mundo Paralelo (Felizardo Boavida)

As pernas esticadas debaixo da mesa, os pés na areia, olhos fechados e face voltada para o céu. Ouço, mais uma vez, que a inspiração não cai do céu. Sim, … Continuar lendo

30 de março de 2015 · Deixe um comentário

A Rua das Assombrações (Pedro Alvarenga)

Havia aquela rua no final do bairro, próxima ao pasto íngreme que ficava pantanoso conforme o declínio. Era verão, e a chuva deixara de cair somente nos fins de tarde … Continuar lendo

29 de março de 2015 · Deixe um comentário

Utopias (Eustácio)

Nutria-se das lembranças de longínquas tardes outonais. As folhas estreladas das imponentes árvores há muito haviam perdido o verdor de fevereiro, que ameniza os dias calorosos. Adquiriam, no momento, aquela … Continuar lendo

27 de março de 2015 · Deixe um comentário

A Pós (Ulysses Monteiro)

Às vezes, tudo o que você quer é um abraço. Um aconchego morno, um acalmar de sentidos, um toque pacificador. Não mais, não menos. Apenas isso: terminar nos braços da … Continuar lendo

26 de março de 2015 · Deixe um comentário

Sfortuna in Famiglia (Ferrari)

Ela era filha de Miguel e Maria Bronzatto. Trabalhava na lavoura até pouco tempo, junto com seus pais. Eram épocas difíceis na Itália. Amabile tinha se despedido de muitos amigos … Continuar lendo

25 de março de 2015 · Deixe um comentário

Beth Mann & Robin (Alfred Pennyworth)

Houve um dia a Faerie, e Titânia, e o poderoso Rei Oberon, e unicórnios, e fadas, e todos os outros seres que habitavam tal terra literalmente fabulosa. Um mundo além … Continuar lendo

25 de março de 2015 · Deixe um comentário

O Alimentador de Lobos (Der Steppenwolf)

Ele era assíduo de um lugar bem inusitado para um homem da sua idade. Uma lanchonete chamada Chris Burguer, frequentada por jovens estudantes universitários, roqueiros cabeludos vestidos de preto e … Continuar lendo

24 de março de 2015 · Deixe um comentário

Fábula de destruição e caos (Álvares)

(i) Prenda a respiração e… Atire. Exploda a cabeça. Recarregue. Respire. Atire. Exploda a omoplata. Recarregue. Atire e exploda o torax e recarregue e respire e escolha o próximo alvo. … Continuar lendo

24 de março de 2015 · Deixe um comentário

A vassoura também se levanta (Lemmingway)

As naves vinham pelo alto. Surgiam no horizonte como por mágica, redondas e verdes. A multidão apinhou-se na estação Levyx7. Os aerotrens chegavam lotados e as pessoas enchiam as plataformas. … Continuar lendo

24 de março de 2015 · Deixe um comentário

Curto Circuito (Inércia)

“Quem quer riso, quem quer choro Não faz mais esforço não E a própria vida Ainda vai sentar sentida Vendo a vida mais vivida Que vem lá da televisão” A … Continuar lendo

23 de março de 2015 · Deixe um comentário

Devaneios Improváveis – Segunda Antologia EntreContos

Segunda antologia do blog, reunindo os contos campeões e outros que se destacaram nos desafios literários mais recentes — “Faroeste”, Tema Livre, “Bruxas”, “Música”, “Cinema” e Criaturas Fantásticas” –, a coletânea … Continuar lendo

22 de março de 2015 · 10 Comentários

O Último Pôr do Sol de Outono (Lorem Ipsum)

Olhos na escuridão, dotados de um brilho incomum, a estudavam. Rochas úmidas ao seu redor completavam a estranha sensação. A única luz disponível incidia sobre um corvo parcialmente cinza, na … Continuar lendo

22 de março de 2015 · Deixe um comentário

Viagem (Maluco Beleza)

Como vim parar aqui? Que lugar é esse? Foi o que me perguntei naquele dia. Olhava em volta e via o paraíso! Sob meus pés uma areia branca e tão … Continuar lendo

21 de março de 2015 · Deixe um comentário

A Primeira Bandalheira (Emmett Brown)

A tempestade é socialdemocrata mesmo num mundo onde isso inexiste — consegue fazer-se medonha muito acima de copas cogumelo-frondosas tão virgens quanto o colo de Maria a.C. até as verdes … Continuar lendo

19 de março de 2015 · Deixe um comentário

Workaholic (Myõ)

As mãos dançavam sobre a mesa de forma ordenada, os passos dos dedos muito bem direcionados. Hora pegavam papéis, hora digitavam. As pilhas de papéis amontoadas sobre sua mesa em … Continuar lendo

18 de março de 2015 · Deixe um comentário

Ex Nihilo Nihil Fit (Cesar Vinicius)

O homem com uma cicatriz nas costas se afastou do grupo. Estava pensativo. O poder de decisão não é algo fascinante? Pensou… Mas não da forma que o homem pensaria … Continuar lendo

18 de março de 2015 · Deixe um comentário

A Herança de George (Rei dos Escritores)

Quando o testamenteiro abriu o livro de registros eu pude sentir todos os membros da família que abriguei a gerações prenderem a respiração. Eu vi todos eles correrem quando infantes … Continuar lendo

17 de março de 2015 · Deixe um comentário

Colifrenia (Dama da Noite)

A lua auspiciosa borrava a escuridão que se esgueirava pelos cantos gradeados. Os dedos graciosos que roçavam as barras de ferro, tamborilavam um som baixo, quase inaudível. Na cabeça da … Continuar lendo

17 de março de 2015 · Deixe um comentário

Aberração (Robô de um Lugar)

Depois de procurar emprego na minha área, o que foi muito custoso, calhei de ser contratado como repórter da revista esotérica **I**. Sempre sonhei em trabalhar com uma revista que … Continuar lendo

16 de março de 2015 · Deixe um comentário

Ele iria (Karla Kelvia)

Um dia, ela sabia, ele iria. Ele tinha que ir, não era dali. Tinha um brilho nos olhos e asas nos pés. Era talentoso, carismático, bonito, doentiamente bonito. Claro que … Continuar lendo

7 de março de 2015 · 2 Comentários

Tempo Inconstante (Vitor Leite)

Acordei, não sei com quê… Ao lado da minha cabeça, os números vermelhos do relógio diziam 3:21. Repeti-os, mentalmente, três dois um e acrescentei inconscientemente o zero. Mas nada aconteceu. … Continuar lendo

7 de março de 2015 · Deixe um comentário

Nos Umbrais (Anorkinda Neide)

(Dilacerado sem sorte) Atravessamos vários problemas, mas jamais nos separamos, Antonieta e eu… Mesmo atravessando diversos umbrais, a presença dela me fortalece e de seu lado, andar comigo dá um … Continuar lendo

5 de março de 2015 · 2 Comentários

Espectro (Carlos Henrique Gomes)

Parecia uma centelha perdida brilhando perto da porta do quarto. Não senti medo; era uma luz azul turquesa, tranquila, bonita. Fiquei hipnotizada pelo brilho de pedra preciosa, pela sedução da … Continuar lendo

4 de março de 2015 · 1 comentário

Em São Paulo com um grito na garganta (Tânia Casella)

Nauseabunda tarde aquela! Não, contar não é fácil. Tampouco impossível. Enrolo. Sim, porque me enfastia o final da história. Deambulando pelo Centro Velho de São Paulo seus olhos-câmera o focaram: … Continuar lendo

4 de março de 2015 · Deixe um comentário
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