EntreContos

Detox Literário.

[EM] Felicidade Plus™ (Dante Virgílio)

Eu a avistei, esperando na esquina às 19 UTC-3, conforme combinamos no aplicativo. Sorte que saí mais cedo da Colmeia-Hotel; estou há duas semanas a trabalho fora de Cidade Modelo III, e Cidade Modelo VII era território meio desconhecido para mim.

Senti frio, embora fizesse 22 Celsius. Percebera pela manhã minha boca seca e os dentes trincando involuntariamente; sintomas de abstinência de Felicidade Plus. Maldita crise existencial do domingo passado, movida a sonhos de um céu cor de estática eternamente gélido e depois, a reprises de musicais durante aquela madrugada insone. Nostalgia por algo que não me lembrava ou talvez mesmo conheci; consumi mais da cota da droga do que devia, mas não foi minha culpa… E acabei com o estoque que trouxera.

Marina – não sei se é seu nome real, não devia ser, só tolos usam nomes reais em aplicativos de encontros – era obviamente bonita; tinha cabelo púrpura que brilhava como mirtilos orvalhados, e vestia um macacão metalizado. Pele acetinada de raro tom chocolate e lábios generosos. Ela me olhou discretamente, e eu, feito um símio, involuntariamente estufei o peito e tentei esconder a evidência da ereção sob a calça justa.

— Oi. Que pontual. Rodrigo, não é?

— Oi! Sim, sempre pontual. O tempo é precioso, o meu e o seu. Como vai você?

— Bem, obrigada! Olha, você se importa de irmos direto ao ponto? Meu apartamento é aqui perto.

— Como você preferir, Marina.

Saímos juntos. Ela sorriu; dentes alvos e perfeitos. Exalava algum perfume fresco. Subimos ao sexagésimo andar. Típico prédio semiorgânico de pseudomadeira genmod, com grama crescendo das paredes e flores e frutas descendendo graciosamente desde o teto das unidades habitacionais. Minha visão turvou por um instante quando chegamos à sua porta. Vi tábuas mal pregadas, sujeira e pichações, percebi um odor de lixo acumulado e vômito; ilusões da mente, que ignorei. Pisquei os olhos, sacudi a cabeça – quanto tempo durou tal apagão? – e nickname Marina já se encontrava quase despida, recostada num divã de margaridas, parecia uma deusa imortalizada numa pintura renascentista.

Deitei-me a seu lado e beijamos. Saliva mentolada, língua quente e atrevida.

— Você não teria por acaso um Feliz extra, minha linda? – indaguei.  – Eu te pago! Tomei meu último ontem e não tenho mais.

— Não uso, tenho implante subcutâneo. Quase todo mundo tem. Comprimidos são tão vintage! Quer ligar pro hotline?

— Não. Eles cobram uma nota e eu já usei o hotline duas vezes. Uma terceira e entro na lista negra… Vão pensar que sou antissistema.

Despi minha camisa. Músculos bem definidos, penugem castanho-dourada descendo do peito ao púbis. Dois vales bem marcados ladeando uma barriga segmentada, que nunca sequer tomou conhecimento do que seria tecido adiposo.

Trinquei os dentes outra vez, fiquei gelado… Marina parecia agora ter uns sessenta anos muito mal vividos, talvez destruída por drogas pesadas. A boca escancarada esperando a minha era um poço fétido sem dentes. Eu virei o rosto e beijei sua bochecha flácida, apenas para notar a orelha vazando secreção amarela dentre uma teia de flocos de pele seca acumulados.

— Não me sinto bem – eu comentei. – Minha mente cria fantasias sombrias…

— Quer desistir? Tudo bem: não tem problema! Mas as compra é minha, caralho! Trato é trato! Ah, tenho DickUp de 1 grama no banheiro.

— Não. Vou me concentrar – bolsas de compras de supermercado espalhadas sobre o chão… Fubá, feijão e carne enlatada, a mulher sorrindo um sorriso de comercial de dentifrício, a mulher banguela cuspindo obscenidades e segurando os mantimentos junto dos seios caídos, sexo consensual/sexo pago. Respirei o ar perfumado/viciado, fiquei repugnado ao observar minha pança inchada e minhas pernas finas com varizes. Não é real!

Aceitei enfim o DickUp e fui até o fim. Em meu delírio, gozei um pouco de sêmen e sangue sobre a cicatriz queloidiana da barriga dela.

***

Da sacada de meu apartamento, Cidade Modelo III resplandecia platinada sob meus pés através do piso translúcido. Prédios longilíneos e elegantes contrastavam de construções ultra ecológicas, cobertas de cipós e samambaias. Senti fome e comi uma maçã-framboesa que crescia na coluna da cozinha e deliciei-me com a perfeição de seu sabor; nunca doce demais, nunca ácido nem fragrante em demasia. Desde meu retorno, não tive mais surtos psicóticos, mas ditara à agenda da nuvem: consultar o médico sobre a possibilidade de reforçar minha dosagem diária, e a consulta seria naquele dia.

Vesti uma capa de gabardine e selecionei um chapéu que combinasse, o aplicativo meteorológico planejara chuva leve para aquela tarde. Ganhei as ruas; as gotas, como um arco-íris líquido, desciam do céu e desenhavam motivos expressionistas nas calçadas. Reconheci no passeio público um Monet da fase de nenúfares e cegueira progressiva.

Gente bonita e bem-vestida circulava com sorrisos brancos em seus rostos esculpidos. A brisa gentil acarinhava meu rosto, e a experiência do caminhar não poderia ser mais agradável.

Subi ao Senso-edifício, um tipo de construção que saiu de moda há uns dez anos. O elevador tinha piso que transitava entre o gelatinoso ao aço sólido, suas paredes pareciam ser feitas de luz, ou de água, ou obsidiana. O ar do centésimo-sexto andar me provocava com odores difíceis de identificar. A experiência era individual; o necessário para estimular cada indivíduo segundo suas preferências, assim ouvi falar.

— Olá. Sim, Senhor Virgílio Torres?  – indagou o recepcionista.

(Como eu disse, ninguém usa o nome real em aplicativos).

— Sim, sou eu.

— O Doutor o atenderá em 9 minutos.

De fato, logo fui autorizado e entrei. A sala era virtualmente enorme, decorada como um ambiente do início do século XX: pinturas a óleo, tapetes felpudos, cortinas pesadas, móveis escuros e sofás de couro cor de caramelo, brilhantes de loção hidratante.

— Então, teve fantasias da Terra Arrasada, Virgílio?

O doutor era um holograma de um avatar digital baseado em famosos psicanalistas e hospedado num grid de rede neural em outro continente. Um fantasma de fantasma de gente que nunca existiu de verdade em tal arranjo conjunto. Era calvo, tinha cavanhaque e usava óculos grossos como da última vez que o vi; uma figura paternal de respeito e saber. Flutuava junto de uma das estantes enquanto folheava um pesado volume.

— Sim, como reportei em seu correio de voz  – respondi.

— Investiguei com minhas fontes infiltradas que houve uma tentativa frustrada de atentado terrorista em Cidade Modelo VII no período que você esteve lá. Um grupo denominado Realidade Real espalhou aspersores de gases de efeito disruptivo em frente ao seu hotel. Naturalmente, foram presos e tudo foi abafado pela Polícia Política, e o RR nem sequer consta em qualquer noticiário. Ou sequer existiu  – ele simulou tossir e sorriu. – A Terra Arrasada e a Perfeição Maníaca são cenários típicos de disforia de personalidade que podem ser disparados pelo gás.

— E isso fez com que eu visse o que vi? Minha felicidade é tão frágil assim? E por que outras pessoas com que interagi não foram afetadas?

— A felicidade é a realização de um desejo pré-histórico da infância, e o que não enfrentamos em nós mesmos, encontraremos como destino.

— Citando Freud e Jung juntos, doutor?

— Não é plágio, já que sou ambos e outros mais. Pareceu-me adequado. A felicidade é utopia, é algo superestimado e idealizado desde que somos pequenos. Contudo, os traumas, os medos, as coisas que não resolvemos e remoemos, essas sempre vão aflorar quando baixamos a guarda. Estão à espreita, feito predadores. Há algo em você que anseia pelo decadente, pelo miserável.

— E a que conclusão chegamos?

— Que sua dosagem deve ser ajustada, já que você quebra facilmente. E que devemos explorar mais os meandros obscuros da sua mente. Que tal uma análise exploratória invasiva? Podemos agendar uma…

— Hã, não sei se desejo me conhecer tão bem, doutor. Obrigado por tudo; o senhor foi muito útil.

***

Eu sonhava com um campo de relva pontilhado de flores brancas miúdas, num dia perfeitamente ensolarado. Era meu típico sonho de conforto. Coelhos pequenos saltavam, pássaros chapinhavam alegres num chafariz. Aproximei-me do esguicho de água cristalina e havia um sapo  – acho sapos simplesmente horríveis  – dentro d’água. O animal balofo e esverdeado encarou-me – todos eles parecem tão tristes  – e falou: — O gás fez você consumir mais da droga naquele domingo insone e a abstinência consequente fez você ver coisas na semana seguinte, ou afetou o funcionamento da droga no dia do encontro com Marina, feito sugeriu o doutor? A Terra Arrasada poderia então ser real, no primeiro caso? Sem FPlus na cachola vemos o mundo como ele é? Hahahaha! Puta alucinação coletiva, seu otário!

Acordei suado, embora não fizesse calor. Escutei passos, levantei e vi sombras junto da porta de entrada do meu apartamento. Abri e uma caixa de Felicidade Plus jazia no chão. Ninguém estava lá.

Verifiquei a caixa do medicamento; não havia bula, apenas uma folha impressa com os dizeres: Placebo com marcadores Felicidade Plus, não recomendado a diabéticos. A embalagem exterior era uma réplica perfeita da fabricada pelos laboratórios Ventura.

As pílulas, esféricas como pérolas e igualmente nacaradas, eram idênticas às do medicamento original. Deveria reportar a fraude às autoridades e entregar o produto que se dizia “placebo”, que podia muito bem ser em verdade o princípio ativo do tal gás dos terroristas, porém não o fiz. Guardei numa gaveta e voltei a dormir.

Acordei e recordei-me do sapo, que parecia um mentor, um sábio. O doutor disse que tenho um desejo mórbido, talvez, de atirar-me à ruína. Preciso saber o que são essas pílulas e sei quem pode me ajudar.

***

O templo do Grande Sábio ficava em Cidade Capital, a uns mil quilômetros daqui. Consegui uma janela na minha agenda laboral e para lá segui. Era um prédio pequenino e pontudo, de pedra esverdeada e opaca, que fora muito visitado nos tempos antigos, embora tenha caído no ostracismo – assim fomos instruídos quando crianças. Havia jardins de flores fluorescentes que só cresciam por lá e pequenos lagos, e havia escadas por todos os lados ao redor, numa espécie de arranjo fractal. Algumas dessas escadas apenas davam a volta por si mesmas, em vórtices e configurações dimensionalmente impossíveis, outras levavam os visitantes de volta aos portões de entrada. Excepcionalmente, havia também as que levam à alguma versão do Sábio.

Involuntariamente voltei umas tantas vezes aos portões de entrada e até vi-me de ponta cabeça observando-me subir os degraus de uma escadaria que certamente não subi. Insisti por horas, e depois de cruzar um corredor escuro longuíssimo e assustador, encontrei-a. Sim, minha versão do Sábio era uma mulher.

Ela era escura como chocolate amargo, os cabelos desciam em tranças multicoloridas que faziam arcos num arranjo em formato de ânfora ao redor da cabeça. Era um tanto gorducha e de aparência madura, e vestia um manto sedoso e branco. Repousava de olhos cerrados sobre almofadas douradas.

— Quer saber? Você é um tremendo pé no saco, Virgílio – ela disse baixo, num quase sussurro. Abriu os olhos e eles eram escuros e com muitos pontos diminutos e brilhantes.

— Me desculpe, Sábia. Eu não queria incomodar.

Ela não parecia aborrecida, em verdade, olhava languidamente para as próprias unhas, pintadas de esmalte marfim.

— Sabe, rapaz. Desde que as pessoas passaram a não me procurar mais, eu me encontrei. De início, parecia algo triste; não poder compartilhar e aconselhar, mas foi como tirar um fardo de sobre os ombros. Hoje, eu me basto, todos meus eus me bastam, minha manifestação nesse plano é calma; é estéril, mas feliz.

— Irei embora, se a senhora quiser.

— Não. Não me custa tanto. Então, sim, óbvio, o mundo é uma ilusão. Faz cinquenta e oito anos que destruímos o planeta com guerra, poluição e superpopulação. Não há florestas, rios e mares são poças de lodo fétido sem vida e com quase tanto plástico quanto água. Quase toda a fauna e flora está extinta. Sobrevivemos no caos, na penúria e na sujeira do que restou. Tínhamos ainda alguma tecnologia avançada e alguém talentoso descobriu um fármaco que baixava o senso crítico e que tinha efeito pró-hipnótico. Assim, criamos fantasias que são adaptadas ao que ocorre no mundo real, orientadas por um pulso hipnótico que toca baixinho, o tempo todo. Se comemos um rato assado numa fogueira de jornais no mundo real, imaginamos uma fruta deliciosa, um éclair recheado, um pastel como o feito por nossa avó numa doce lembrança infantil. A droga quebra nossa personalidade, e nós não vemos o que nossos outros “eus” têm que lidar. Portanto, se você parar com FPlus, se tomar o placebo com marcadores, verá a verdade sem alertar às autoridades do delito. É isso: a “Terra Arrasada” é a bosta da realidade depois do fim do mundo, e toda essa beleza que vemos é um delírio coletivo. Vivemos assim porque é doloroso demais existir de forma tão miserável e sem esperanças.

— Eu já esperava algo assim.

— Eu sei. Quando tudo funciona bem, a festa nunca termina. Se sofremos, não o sabemos, pois nada sentimos. Se morremos de frio, fome ou infecção lá fora, somos removidos do mundo dos sonhos e o fluxo hipnótico readapta o mundo, para que continue a fazer sentido aos utopistas remanescentes.

— E como a senhora sabe disso tudo?

A mulher sorriu e não havia malícia no sorriso, apenas empatia e amor, como numa mãe compreensiva.

— Porque eu gero o fluxo, o templo inteiro é a ponta de uma grande antena que está sobre uma enorme estrutura subterrânea; um iceberg de tecnologia pré-guerra. Eu reconfiguro o mundo, eu garanto a unidade. Bem, já falei demais e estou cansada de tanta interação. Vá agora, e não volte, pois não me encontrará mais.

— Não posso perguntar algo mais?

— Eu já sei qual é a pergunta, você perguntará, mas não responderei.

— Como posso saber o que é real? Se a Terra Arrasada não é apenas outra simulação?

Ela fechou os olhos e ajeitou-se sobre as almofadas. Nunca houve resposta, como ela mesmo prometera.

***

Comecei com o placebo na manhã seguinte. Nenhuma alteração, nenhum lampejo de um mundo miserável. Tirei a semana para trabalhar de casa.

Por volta da hora do jantar do terceiro dia, senti-me sujo e notei que a pele de minhas mãos e braços estava coberta de uma mistura de gordura e fuligem nunca limpa por anos. O azedo de meu próprio corpo enojou-me. Passei a mão nos cabelos e os fios estavam grudados em dreadlocks não intencionais que eram provável habitação de insetos. Pisquei os olhos e o apartamento hesitava entre mundos: era escuro e com grandes montes de roupas, papéis, restos e coisas descartadas, e era ainda perfeito, limpo e ecológico.

Decidi ir até o corredor e ratos transitavam rápidos de um lado a outro, o odor onipresente de urina fermentada chegava a arder os olhos. Uma mulher seminua e desdentada falava junto a um aparelho celular imaginário: — Sim, a gente se encontra no Lampedusa D’or às dez, fofinho. Soube que receberam aquelas ostras de Cabaraquara ontem… É caro, meu bem, mas às vezes devemos um carinho assim a nós mesmos! Beijo!

Ela apertou o botão do elevador, obviamente não funcional, e foi em direção às escadas, evitando os montes de escombros. Seu corpo fazia o necessário para se mover no mundo real, o outro “eu” provavelmente apenas via as paredes reluzentes do elevador e não notava o quanto era demorado e cansativo descer até a rua. Eu não tinha a mais remota ideia do que serviriam no “restaurante”, e não fazia questão de saber.

Escutei gritos e latidos ameaçadores oriundos de algum andar superior e tranquei-me no apartamento. Já que o mundo era realmente assim, não via motivo para terminar minha vida em sofrimento somente porque era essa a verdade; a verdade, afinal, não valia tanto assim. Tomei dois F-Plus reais e resolvi dormir.

Com alívio, acordei na manhã seguinte em minha cama; limpa, macia e cheirosa. Preparei uma refeição simples e saudável e, por reflexo, tomei outro F-Plus junto de uma golada de suco.

Não foi boa ideia: a abstinência do dia anterior, seguida de doses mais fortes que o que seria adequado. Uma dor de cabeça fortíssima acometeu-me pouco depois, junto de uma sensação de frio intenso. O mundo começou outra vez a sair de sintonia e vi: eu era um cérebro e um sistema nervoso suspenso em gelatina, encarcerado numa caixa de acrílico pequenina e em forma de cubo, numa espécie de prateleira circular colossal e em camadas, feito assentos num estádio de futebol. O sol parecia bem maior do que o normal através das paredes transparentes da megaestrutura, ao brilhar no céu amarelado, turbulento e coberto de nuvens ácidas. Tubos transparentes estavam inseridos em cada cubo, trazendo soluções nutritivas da fotossíntese realizada no teto da estrutura e também levavam nossos dejetos metabólicos, que certamente alimentariam as algas que proviam nosso alimento. A imensa nave circular aparentemente flutuava, mantendo-se numa zona de temperaturas confortáveis na atmosfera hostil. Outras “cidades das nuvens” podiam ser observadas à distância, pequeninas, espalhadas sempre pela face voltada ao sol, num dia sem fim.

O delírio durou talvez uns poucos minutos, mas a sensação claustrofóbica de ser uma massa pensante e desmembrada, presa numa caixa hermética, assombrar-me-ia por muito tempo.

***

Por volta das 21 UTC-3 no Bar Central do Amor, em Cidade Modelo I; foi lá que encontrei o casal. O implante subcutâneo que passei a usar ainda coçava um pouco, mas isso não importava; nada, em verdade, importava. Quem, ou o que eu fosse, onde ou quando; só o agora, somente essa realidade de coisas boas interessava-me.

— Olá. Oh, que pontual. Rodrigo, não é isso? – a moça perguntou.

“Eu preciso de um novo nickname”, refleti, enquanto sorria e estendia a mão aos dois.

E Então? O que achou?

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Informação

Publicado em 9 de agosto de 2021 por em EntreMundos - Monstruoso Mistério Aternativo.