EntreContos

Detox Literário.

[EM] O Cemitério de Cabos USB (Giroflex)

— Airon Mendes De Souza, número de registro 749288, dígito 6.

— Identificação confirmada – respondeu a máquina. – Por favor, insira sua matéria-prima e escolha uma opção.

Airon soltou aquele hummm segurando o queixo com o polegar e o indicador enquanto olhava o cardápio. Empurrou a tigela repleta de lixo orgânico para dentro do transmaterializador, riscou o ar com a ponta do dedo sem saber o que escolher.

— Anda logo aê, tio – reclamou um adolescente atrás dele na fila.

Selecionou o botão pizza. A enorme máquina começou a zumbir. Poucos segundos depois ela interrompeu a operação com um aviso:

— Material insuficiente. Opção alterada automaticamente para – uma pequena pausa para recalcular – carbonara.

— Merda, de novo isso – esbravejou o rapaz, estapeando com toda sua força o painel plástico.

Após um flash, o transmaterializador avisou:

— Operação finalizada. Oitenta e três por cento de fidelidade. Bom apetite.

— Ótimo, oitenta e três por cento macarrão e dezessete por cento lixo. Isso é o que eu consigo nessa merda de vida!

Já do lado de fora, encostou numa mureta para comer antes de seguir para casa. Finalmente o calor havia dado espaço a um clima mais fresco e ele pôde começar a se sentir descansado. Como o gosto não estava dos melhores, jogou o restinho na lixeira. Colocou a tigela dentro da mochila e seguiu para casa.

O caminho era povoado de barracos improvisados, centros de reaproveitamento de matéria e pilhas e mais pilhas de lixo, entulhos e recicláveis. Tudo isso as margens do Tietê, na região que ficou conhecida como Vale do Silixo. O Brasil consome e joga fora, enquanto o Brasil paralelo transmaterializa para comer.

Faltando pouco para chegar, avistou uma aglomeração nas portas do maior depósito de eletrônicos descartados, apelidado de Cemitério de Cabos USB. Tentou rodear a multidão ao mesmo tempo que tentava entender o que se passara ali. “Ai meu Deus, que agora até a polícia vai baixar aqui”; “Pra mexer com criança, tem que ser obreiro do Satanás”. Mas o que chamou sua atenção foi ouvir “Aquele torresminho tem que ter pelo! Aquela máquina não conhece o valor da comida”.

— Benê! – gritou Airon.

— E aí, meu parça – respondeu abraçando o colega –, você chegou na hora certa. Tava aqui explicando pra Talita que aquela máquina não sabe o que é comida de verdade.

— Faz nem sei quantos anos que a máquina tá lá e você ainda fala disso. Mas me digam, o que é que aconteceu aqui?

— Pelo o que eu entendi, umas três pessoas sumiram durante a coleta hoje.

— E duas eram crianças – completou Talita.

— Puta merda, desse jeito vai dar polícia mesmo! Eu vou é sair logo daqui, amanhã vocês me contam o que virou.

— Falou, parceiro. Mas cuidado aí, que os petbots tão tudo pirado hoje.

— A ponta da minha botina é de ferro – disse exibindo sua bota do trabalho tão suja quanto o chão que pisava.

Após o banho, Airon se deitou. Não ligou nenhum eletrônico, queria descansar. Só pensava em acordar cedo para cobrir o turno do amigo que pediu o favor de trocar. Assim ele teria o final de semana livre e poderia aproveitar para ir numa churrascada. Tudo seguia o plano, até que um som de liquidificador começou a chacoalhar sua cabeça. Aquilo foi aumentando até virar um motor de caminhão. O barulho começou a lhe resgatar de seus sonhos tranquilos até trazê-lo de volta e tá-tá-tá-tá-tá-tá.

Todo seu barraco vibrava ao som de poderosas hélices impulsionando o ar. A claridade do holofote revelava todos os buracos que ele ainda não havia consertado no telhado. Em segundos estava mais desperto do que ficaria com café passado na meia.

Vestiu uma camiseta às pressas, sentou para colocar as botas que estavam ao lado da cama. Vestiu apenas um pé, quando a porta de seu casebre estourou e alguma coisa avançou em sua direção. Entre o desembaraçar dos olhos remelentos e o pouco tempo para reagir, seguiu seus instintos. A bota reforçada com bico de aço aguentaria tranquilamente uma pancada em um objeto metálico. Quando ela atingiu a massa cinzenta que pulou sobre ele, o objeto foi lançado contra o criado mudo, quebrando o retrato de sua mãe que ele deixava ao lado da cabeceira.

— Porra de cachorro! – Esbravejou após perceber que se tratava apenas de um petbot. – Quebrou o retrato de mamãe – e começou a pisotear o robô até estourá-lo.

Satisfeito, retirou seu pé de cima dos pedaços quebrados. Foi quando percebeu que não estava sozinho. Uma dupla de policiais observara aquela cena. O rádio comunicador quebrou o silêncio, “Meia dois, meia dois, qual a situação?”

A mulher baixou a mão até a altura do cinto. Pegou o comunicador e respondeu, “Era somente um robô, ele foi destruído. Encontramos um morador aqui” A conclusão do oficial superior veio rápida, “Traga o que der para recuperar. E o morador também.”

— Me levar? Pra quê?

— Apenas nos acompanhe – reiterou o outro policial.

#

Dentro de uma tenda improvisada, Airon percebeu que em suas poucas horas de sono, a polícia havia montado uma força-tarefa dentro do Vale do Silixo. Lá dentro, uma fila de pessoas prestavam testemunhos. Não ficou surpreso ao encontrar Benê entre elas, que o saudou com a piada de sempre:

— Iron Maiden De Souza. Então você é o mais novo suspeito desse crime?!

— Crime? Eu? É você quem tá algemado à cadeira. Aliás, é o único algemado aqui.

— É que eu não tenho muito respeito à autoridade, você sabe. Tão sempre fazendo isso comigo. Mas ae, qual é a parada, por que te trouxeram pra cá? Achei que tu tava sonhando com os anjos.

— É exatamente o que ele vai me explicar agora – interveio o delegado encarregado da investigação.

Em outra tenda, o delegado confrontava o depoimento do rapaz, “Quem vai dizer se o petbot era seu ou não, é a perícia, senhor Mendes. Muito estranho o animal sair correndo do depósito direto para a sua casa. Enquanto checamos essa informação e a do seu horário de trabalho, você ficará sob a nossa vigilância.”

O projetor repetia a imagem trêmula do helicóptero seguindo o cão robótico até seu barraco. O que ele poderia alegar, que não gostava de criações, nem mesmo as artificiais? Que sua casa era uma das mais próximas ao Cemitério? Que esmagou o animal por ter quebrado o retrato de mamãe ao invés de esconder evidências? Nada daquilo ia adiantar. Sabia que provavelmente passaria o restante da noite algemado ao lado de Benê. E, quando o aço frio prendeu seu braço à cadeira, o amigo perguntou:

— E aí, foi você mesmo?

— Sai fora. Eu nem sei o que tá acontecendo direito.

— Ah… é tudo culpa daquela patricinha de ONG com fetiche em pobre. A mulher tava lá com um grupo levando comida não-transmaterializada pro povo, quando soube dos sumiços de ontem à tarde. Ela achou que ia posar de heroína e foi ajudar nas buscas, mas acabou desaparecendo também. Sabe o que é engraçado? Os homi só baixaram aqui depois que ela sumiu. Some gente todo dia nessa porra de cidade, some dinheiro, some coisa das casas, mas os filhos da – ele interrompeu seu discurso quando o delegado se aproximou para buscar outro depoente. – Você entendeu, né?

#

Já fazia mais de uma hora que ele escutava Benê falando sobre aleatoriedades:

— Tô te falando, cara. Os pelinhos é a alma do negócio.

— Chega desse papo de pelo no torresmo. A gente precisa sair daqui, isso não vai virar nada pra nós, da mesma maneira que você não vai parar de comer aquela comida reciclada e reclamar dela.

— Aí, o dia que eu tiver dinheiro eu vou comprar e vou fazer você sentir o…

Uma sirene tocou. Todos os policiais que ajudavam na investigação pararam seus afazeres e começaram a evacuar o local. “Xiii, fodeu. Vão lançar bomba na gente”, falou seu parceiro entre a gritaria e correria das pessoas ao redor. Ambos puxaram os braços algemados, até perceberem que só juntos conseguiriam sair dali. Combinaram de cada um erguer um lado da fileira de cinco cadeiras presas a um suporte metálico e correrem até a saída. Mas Benê tropeçou no meio do caminho e ambos foram para o chão. Airon sentiu o chão tremer e a estrutura da tenda desabou de um dos lados. Algo realmente pesado atravessou próximo à área.

— Ajuda eles, ajuda eles – gritou uma voz conhecida.

Era Talita. A policial que entrou em sua casa mais cedo, correu até ele e tirou as algemas. Todos correram antes que a armação de aço das tendas terminassem de desabar. O som pesado se afastava na escuridão do Cemitério. Apenas o som da sirene ecoava, quando um helicóptero passou rapidamente por eles, se afastando da zona do depósito. Então novos gritos em meio as ruas de terra mal iluminadas avisaram “Cuidado”; “Se protejam todos”. E, no meio do escuro, brilhos metálicos refletindo a pouca luz, revelaram algo se aproximando e plooow.

— Que bosta é essa? – berrou Benê.

— Vamo sair daqui, filhadaputa – respondeu Airon dando no pé.

Quando a situação se acalmou minutos depois, o Vale inteiro havia acordado e se aglomerado ali. Blocos enormes de entulho comprimidos estavam cravados na terra. Alguns com petbots ainda apresentando alguma atividade. Outro helicóptero se aproximava da zona, quando a policial que os liberou das algemas pediu a Airon que lhe acompanhasse. Benê e Talita foram juntos.

Não havia mais tendas improvisadas, somente ferros retorcidos e lonas rasgadas. A polícia tentava conter as pessoas por de trás de uma faixa. Um enorme rastro se estendia daquele ponto até o Cemitério. O delegado se comunicava pelo rádio, quando foi interrompido:

— Ele está aqui – disse a policial.

Soltou o botão do comunicador, virou o corpo e disse:
— Senhor Mendes. Não pudemos periciar aquele petbot encontrado em sua casa, porque… como você pode ver… estamos em um situação complicada. Enfim, também não posso te liberar por conta disso. – Dito isso, passou uma algema no braço de Airon e outra em seu próprio braço. – Você está sob minha custódia e é o único suspeito até o momento.

— Isso não pode ser sério. Que merda está acontecendo aqui? Vocês invadem minha casa à noite, me levam para ser interrogado e eu já vou perder meu turno e um dia de pagamento e só tô me fodendo por… – Uma rajada interrompeu seu discurso.

Uma gritaria se levantou ao fundo. Um rastro luminoso cortou o céu. O helicóptero manobrava envolta das gigantes pilhas de entulho, que começaram a se mover. Os olhos de Airon custaram acreditar. Aquilo estava vivo.

— Esse é o motivo, senhor Mendes – disse o delegado apontando o dedo em direção -, foi isso que tirou o seu sono essa noite.

— Caralha! É o Mechagodzilla, ele existe mesmo – disse Benê.

— Puta merda. É o fim do mundo!

As pessoas por trás da faixa de contenção correram. Mas dentro dela, não puderam fazer o mesmo. Policiais gritavam desesperados por reforços em seus rádios. O helicóptero disparava rajadas de tempos em tempos contra a criatura. “Capitão, capitão. Precisamos de armamento mais pesado, os disparos não estão afetando essa… coisa.”

O delegado aguardava a resposta do superior. Airon queria fugir, mas era franzino demais e acabou sendo arrastado até um veículo policial. Todos tentavam se esconder, apontando armas e se preparando para um eventual combate. “Inútil”, pensou o jovem, “Vamos todos morrer se ficarmos aqui.”

O rádio finalmente deu a resposta, “Mecha Unidades de Combate já estão a caminho. Você confirma a ameaça eletrônica?”. O delegado pensou um segundo antes de apertar o botão do comunicador, “Sim, senhor. Confirmo a ameaça eletrônica. Especificamente robótica.”

Novos blocos de entulho foram arremessados contra o helicóptero. A batalha durou poucos minutos até a chegada das unidade robóticas policiais. Airon sempre levava um enquadro quando se deparava com alguma pela cidade. Mas ali, pela primeira vez, sentiu segurança ao ver aqueles corpos de metal de três metros de altura indo em direção a uma ameaça ao seu nível. Eram quatro, todos pintados com as mesmas cores das viaturas e luzes estroboscópicas. O primeiro avanço contra a gigantesca massa de entulhos viva, foi cena digna de cinema. Seus amigos que haviam corrido, voltaram para assistir atrás da faixa. Talita acenou para ele, que tentou erguer o braço mostrando que estava preso ali. Benê filmava a cena. Mas o ato de heroísmo durou pouco. A criatura com o dobro de altura conseguiu esmagar duas unidades sem fazer muito esforço. Talita se aproveitou de um brecha e atravessou a faixa, correndo para próximo do amigo. A criatura, então, passou a mudar de forma. Pilhas de metal se retorciam. Peças novas e antigas se encaixavam em uma loucura de cabos. Peças de carro formavam articulações. Incontáveis robôs domésticos se organizavam, formando tentáculos.

— Ele está fazendo igual da outra vez. Se preparem, ele está vindo pra cá – gritou o delegado.

Como brinquedos, as outras duas unidades foram esmagadas entre as toneladas de entulho. A multidão vibrou. “Dá-lhe neles!”; “Isso aí, acaba com os homi!”; “Manda ver, Akira”. Do helicóptero, novas rajadas. O delegado puxou o rádio, “Perdemos os Mechas. Precisamos de uma bomba eletromagnética pra desligar isso.” A resposta veio rápida dessa vez, “Negativo. Vocês estão muito próximos ao transmaterializador e por aí passam os cabos da subestação que abastece dois hospitais. O prefeito vai comer meu fígado se algo acontecer com os equipamentos. Vamos arranjar outra solução.”

Usando os tentáculos de apoio, o monstro começou a se arrastar na direção do cerco. Os oficiais juntaram seu armamento mais pesado e aguardaram. Talita tentou ajudar o amigo, mas não conseguiu convencer o delegado, que simplesmente pediu a ela que se retirasse. Sobrevoando a área, o helicóptero avisou, “Há alguma coisa embaixo da criatura. Não conseguimos nos aproximar mais e precisamos voltar para abastecer.”

O delegado subiu sobre o capô, pediu um binóculos, apenas percebeu que Airon estava acorrentado a ele quando o braço do rapaz se projetou na sua visão. Mudou o objeto de braço e ajustou o foco. Dali ele pode ver um ninho metálico com vários petbots brincando alegremente. Entre eles, um pequeno grupo de pessoas. Duas crianças, um homem e uma mulher.

— São eles. Achei, achei eles – e sua saliva espirrou na face Airon.

— E eu achei a sua baba –  disse esfregando os olhos –, está bem na minha cara. Que tal irmos embora daqui?

O delegado puxou o rádio com tanta força que o aparelho soltou um estalo. “Tem um ninho em baixo da criatura. Parece que essa porra é uma mãe defendendo os filhotes. Os quatro desaparecidos estão lá.” Eles pularam de cima do carro e o oficial passou a informação adiante. Enquanto alguns policiais se organizavam para um resgate, a resposta do capitão soou em todos os comunicadores. “Retirem eles de lá. Pedi ajuda aos militares. Eles estão enviando um bombardeio. Nada grande, mas evacuem tudo dentro de um raio de um quilômetro da coisa.”

#

As dozes motocicletas aguardavam apenas a chegada do helicóptero para avançarem. O rugido dos motores e dos grossos calibres não faziam diferença para a pilha viva de metal retorcido.

— Repassando o plano – gritou o delegado para Airon, agora algemado ao suporte de mão da traseira da moto –, você não desequilibra a moto, você não solta a mão do suporte e você NÃO FAZ NADA. Entendido?

Airon apenas grunhiu. Quando o helicóptero voltou abastecido e passou por suas cabeças, as motocicletas aceleram em direção ao Cemitério dos Cabos USB. A coisa começou a voltar em direção ao depósito de entulhos. O plano estava dando certo. Distraída pelas rajadas do helicóptero, a pilha gigante não viu o resgate atravessar.

O terreno era difícil e a luz era pouca. Divididos em dois grupos, as motocicletas contornaram a criatura e seguiram em direção ao ninho. No meio do caminho, um grupo precisou descer para escalar o terreno a pé enquanto o outro daria cobertura. Assim que o primeiro grupo atingiu o ninho, a criatura levantou um tentáculo em sua direção. Na garupa, Airon sentiu o pescoço balançar igual vara de bambu. As seis motocicletas atiravam e manobravam entre os entulhos para escapar. O delegado precisou realizar uma curva brusca quando um barra metálica se projetou em sua frente. Os capacetes se chocaram.

— Filhadapu… – uma mensagem interrompeu o delegado.

“Pegamos os civis. Já estamos voltando.” Os cinco minutos que se seguiram deixaram uma marca na cueca de Airon. Quando o rádio avisou que os civis já estavam em segurança, o segundo grupo voltou ao cerco. O aviso de sucesso da missão liberou a ordem do bombardeio. “Preparem a evacuação. O ataque chega em cinco minutos. Depois uma tropa do exército vai assumir com uma unidade de artilharia. Eles não querem fazer um grande estrago para não danificar a rede elétrica. A missão de vocês é garantir a segurança da população local e preservar o Centro de Transmaterialização Alimentar.”

As tropas policiais dispersava a multidão enquanto aumentava o perímetro do cerco.

— Então acabou?

— Literalmente, meu amigo – respondeu o delegado sorrindo e, num golpe traiçoeiro algemou Airon na grade de entrada do Cemitério.

— Mas o que você tá fazendo? Você tá louco?

— Resolvendo o caso – respondeu tranquilamente.

— Mas eu sou inocente, seu maluco psicopata. Você nem teve tempo de me investigar.

— Eu só preciso resolver o caso, não encontrar a verdade. Assim que destruirmos aquela coisa, o público vai querer respostas e eu vou dizer que você era o hacker por trás de tudo.

— Vai se fuder, Capitão Nascimento. Você não vai me deixar aqui. VOCÊ NÃO VAI! SEU MALDITO. DESGRAÇADO.

— Meu nome é Judas. Judas Prestes.

Por um breve momento, ambos contemplaram o mau gosto em comum de seus pais em escolherem nomes com referência a bandas de rock. Então, Judas deu as costas a Airon e o deixou esbravejando sozinho. Ao longe, Benê e Talita esperavam os fogos enquanto mastigavam um torresmo transmaterializado.

— Pena que não tem uns pelinhos crocantes.

— Por favor, nem começa, Benedito.

— O Iron Maiden deve tá vendo tudo lá de pertinho.

— Uma noite igual essa, só em outra vida.

E Então? O que achou?

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Informação

Publicado em 9 de agosto de 2021 por em EntreMundos - Monstruoso Mistério Aternativo.