EntreContos

Literatura que desafia.

Resultados do Desafio “Fobias”

Caros participantes, amigos e curiosos de sempre. Seguramente, o certame mais desafiador de todos os tempos. Além do tema difícil, a obrigatoriedade de se inserir um poema! Ao final, foram … Continuar lendo

14 de junho de 2015 · 22 Comentários

Votação – Fobias

Caros participantes, Agradecemos mais uma vez a presença de todos por aqui. O tema “Fobias” revelou-se um dos mais desafiadores de todos os quinze certames realizados até hoje no EC. Além … Continuar lendo

1 de junho de 2015 · 30 Comentários

Ossos do Ofício (Bia Machado)

Suaves, alegres, Nunca serão! Ao menos pra mim Horríveis é que são. A minha sina é essa: Não dá pra fugir, O mal é que manda Só me resta seguir… … Continuar lendo

1 de junho de 2015 · 77 Comentários

Túlio (Jowilton Amaral)

A história que vou contar Acredita quem quiser Elas podem te abalar Preste atenção no que vou dizer.   Vou falar de criaturas astutas Manhosas, e arteiras Que amedrontam pessoas … Continuar lendo

1 de junho de 2015 · 33 Comentários

Fobofilia (Leonardo Jardim)

Eu acordei em um quarto muito escuro, fracamente iluminado pelas frestas da única porta existente. Sentia cheiro forte de mofo e conseguia me ver em um espelho no teto. Estava … Continuar lendo

1 de junho de 2015 · 68 Comentários

Odeio Gatos (Carlos Henrique Gomes)

“Atirei o pau no gatô tô Mas os gatô tô Não morreu reu reu Puxei o revolver ver Atirei nelê lê E o gatô tô Morreu reu reu” Cantiga impopular … Continuar lendo

1 de junho de 2015 · 63 Comentários

Hissatsu (Gustavo Araujo)

Hideo Nakamura tentou enxugar os olhos com o punho. A manga da jaqueta, porém, só fez espalhar o suor, turvando momentaneamente sua visão. A nitidez veio em ondas, não deixando … Continuar lendo

1 de junho de 2015 · 59 Comentários

Viúva Negra (Vitor Leite)

Aviso do autor – este texto deve ser lido somente por pessoas, e, com mais de 18 anos. Motivo? Apesar de várias fobias não existe nenhuma em especial, mas dado … Continuar lendo

1 de junho de 2015 · 32 Comentários

Forrou a Cama e Matou-se (Fil Félix)

“Se fosse possível voltar no tempo… será que eu teria feito diferente?”. Mais nada passava pela cabeça de Ricardo, além desta frase. Tantos anos juntos, tantas conquistas e possibilidades que … Continuar lendo

1 de junho de 2015 · 32 Comentários

A Flor de Açucena (Sidney Muniz)

Há um cálice amaldiçoado Oculto, envenenando meus versos Medo daquilo que é tão errado O par que é tão igual, tão inverso    Estava não mais distante que cem metros … Continuar lendo

1 de junho de 2015 · 38 Comentários

Morte, desmaios e uma torrente de sangue (Rafael Sollberg)

Morro várias vezes antes do pôr do Sol. Mato várias vezes antes do fim do dia. Sou as balas úmidas de todo paiol. Sou a lâmina cega de toda a … Continuar lendo

1 de junho de 2015 · 31 Comentários

Pedaços de Flores (Virgínia Barros)

Ontem choveram flores Da entrada do meu jardim Eu vi flores, eu vi mais de mil jarros Quebrando num céu aos pedaços Mas nunca chegavam ao chão Eu juro que … Continuar lendo

31 de maio de 2015 · 55 Comentários

Rock da Fobia (Wilson Barros Júnior)

Desta vez eu entrei no apartamento e não falei nada, apenas fui ao estúdio e trouxe o violão para a sala. Adriele olhava curiosa, como um gato quando fareja coisa … Continuar lendo

30 de maio de 2015 · 34 Comentários

Do outro lado, do outro lado (Laís Helena)

Eu estava terminando de tomar banho quando a voz sobrepujou sons da normalidade.   Do outro lado, do outro lado Vive a realização: O sonho idealizado, A atitude concretizada   … Continuar lendo

30 de maio de 2015 · 30 Comentários

Medo de que? (Simoni Dário)

“Não, por favor, to preso aqui…cadê o ar apertar botão de emergência anel de noivado Júlia celular…934…sem sinal soco soco soco pelo amor de Deus um dois três inspira quatro … Continuar lendo

30 de maio de 2015 · 32 Comentários

Quando A Fobia é A Cura (Anorkinda Neide)

Como a consumir da uva a sua baga e mesmo que a abelha o mel lhe traga um horizonte de paz lhe adviria?   Ziguezagueava pelas ruas tranquilas de sua … Continuar lendo

30 de maio de 2015 · 63 Comentários

Cavalo de Troia (Catarina Cunha)

Com Betão não tem tempo ruim. Encara cave jump, escalada na chuva, mergulho de plataforma de petróleo, mulher ciumenta, chefe burro e turismo no Complexo do Alemão. Sem contar que … Continuar lendo

30 de maio de 2015 · 33 Comentários

Perterritus Filius (Felipe Toledo)

Era eu um rapaz estranho, com ainda vinte e dois anos, procurando alguma forma de recuperação, depois da maior perca de minha vida. Saia de casa, noite fria onde só … Continuar lendo

29 de maio de 2015 · 35 Comentários

O Mistério da Alma Desnuda (Cácia Leal)

A dupla de investigadores percorreu, com a luz difusa da lanterna, por uma espécie de labirinto de formas e desenhos geometricamente elaborados, a fim de conseguir chegar ao corpo que … Continuar lendo

29 de maio de 2015 · 32 Comentários

Ecos (Pétrya Bischoff)

Banhava-se no alaranjado chiaroscuro que é a noite de débeis luzes artificiais. Havia dias, a pressa pela última condução a fazia arfar em taquicardia. Não só a pressa, é bem … Continuar lendo

28 de maio de 2015 · 41 Comentários

Meu querido, e amado, medo (Wallace Martins)

  Medo. Oh Medo! Porque diabos te desejo? Tão alucinado se torna meu anseio, Que me desespero!   Posso-lhes afirmar que a vida é engraçada e cheia de reviravoltas! Irei … Continuar lendo

27 de maio de 2015 · 31 Comentários

Nas Entranhas de Ceres (Victor O. de Fariar)

Cristais de quartzo absorviam a luz solar distante e ressoavam através do vidro panorâmico superior, transmitindo calor e energia ao complexo. Desciam lentamente pelas paredes hexagonais da cúpula, banhando seres … Continuar lendo

27 de maio de 2015 · 29 Comentários

Crisálida (Jefferson Lemos)

Quando jovem, eu buscava uma explicação – ou qualquer outra coisa – que pudesse justificar o sentimento de solidão que crescia internamente. Uma sombra negra se apossando das cores de … Continuar lendo

26 de maio de 2015 · 39 Comentários

Próxima Parada: Estação das Desgraças (Rubem Cabral)

1. José Um versinho inocente fora pichado num muro recém-pintado de branco. O ônibus 606 passou sacolejando defronte e o passageiro X o leu: “Queijo do Alentejo, gostoso como um … Continuar lendo

25 de maio de 2015 · 58 Comentários

Roda Mundo, Roda Gigante (Claudia Roberta Angst)

A noite mal começara e a lua crescia no céu de verão. Bianca não sabia o que estava fazendo ali. De mãos dadas, sorriso no rosto, comendo pipoca fria. Pedro … Continuar lendo

23 de maio de 2015 · 65 Comentários

Pato Manso (Evandro Furtado)

Pato manso Oh, pato manso Se for nervoso É porque é ganso!   Havia certo ar de intranquilidade na vizinhança por aqueles tempos. Época de quaresma. As ruas se esvaziavam … Continuar lendo

22 de maio de 2015 · 32 Comentários

O Futuro Desfeito (Tiago Volpato)

— Nove e oitenta —disse a moça e ele instintivamente colocou a mão sobre o bolso da calça. “Ótimo, ainda está aí”, pensou enquanto sentia um ligeiro formigamento tomar conta … Continuar lendo

20 de maio de 2015 · 34 Comentários

Doce Tango Argentino (Ana Paula Lemes)

Tanto medo de encarar Em outra face, Um novo eu Como quem vive a delatar Meus segredos Em um museu. Aberto à visitação Em um fim de domingo Sonhos ressentidos … Continuar lendo

19 de maio de 2015 · 43 Comentários

Efebofobia (Rogério Germani)

Talvez eu já esteja morto quando este mapa de infortúnios estiver tatuando amargas lembranças em seus olhos, curioso leitor. Mas, acredite, os relatos macabros que, de agora em diante, irão … Continuar lendo

16 de maio de 2015 · 41 Comentários

O Poema das Árvores (Fabio Baptista)

  ABRIL DE 2015, CAPITAL, SESSÃO #1 — A primeira vez? Olha, não lembro a idade exata, mas devia ser quatorze, ou no máximo quinze. Fui praticamente a última da … Continuar lendo

16 de maio de 2015 · 34 Comentários

Regulamento Desafio “Fobias”

I – Das Disposições Gerais e da Inscrição 1) A participação no Desafio “Fobias” do EntreContos é totalmente gratuita. O Desafio é voltado a ESCRITORES que orgulhosamente sejam também LEITORES. 2) Os … Continuar lendo

11 de maio de 2015 · Deixe um comentário