EntreContos

Literatura que desafia.

Pedaços de Flores (Virgínia Barros)

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Ontem choveram flores

Da entrada do meu jardim

Eu vi flores, eu vi mais de mil jarros

Quebrando num céu aos pedaços

Mas nunca chegavam ao chão

Eu juro que o que vi eram flores

E flores serão

 

O meu jardim não tem portas

Fronteiras não existirão

Apenas pedaços de flores

Marcando meus passos no chão

 

Eu vi flores

Tudo que vi eram flores

Flores do meu coração

Flores, juro o que vi eram flores

Pedaços de flores serão…

 

– Pare de cantar essa música estúpida! – Fábio resmungou entre os dentes.

Sentado à nova poltrona com estampas pretas e brancas, ele se curvava levemente para dedilhar o tablet em busca de notícias sobre o vestibular. Usava óculos e seus cabelos ainda não estavam bem penteados.

Aimée, sua irmã gêmea, já estava suficientemente acostumada com seu mau humor matinal, e também com o fato de sua manhã se iniciar perto do meio-dia. Ensaiou mais alguns acordes com as unhas vergonhosamente sujas, sentada diante da mesa de café da manhã intocada. Mas calou-se, como o irmão havia pedido.

– Caso você não saiba, não se pode dizer que “choveram flores” – Fábio cuidadosamente encostou o tablet sobre a mesa para se servir de uma torrada.

– Mas eu tenho licença poética. Foi mais barata que a sua carteira de habilitação – provocou Aimée, com um sorriso maroto.

– Ah, sim, imagino que seja ainda mais útil. É ela que vai te levar pra escola – o irmão devolveu a ironia assim que terminou de engolir o lanche.

– Não, quem vai me levar é meu irmãozinho, lindo e querido, que passou de primeira e não levou três bombas, como eu – a garota falou afetadamente, erguendo-se para apertar a face carnuda de Fábio, com as duas mãos.

Ele suspirou, irritado, e desviou os olhos para o centro da mesa. Em uma fração de segundo, sua habitual expressão de tédio alterou-se para algo próximo do estado de choque. Percebendo seu olhar vidrado, Aimée agarrou depressa o pequeno vaso cor de terra que estivera enfeitando a mesa de refeições.

– Pensei que não ia notar. Está sempre de olho na internet – murmurou com tristeza, olhando preocupada para o irmão.

Fábio a encarou com tamanha indignação que ela se afastou, apreensiva. O irmão ergueu-se tempestuosamente, sem terminar de comer, e pegou as chaves do carro do pai. Seguindo para a garagem, ligou o motor e já ia acelerando quando Aimée alcançou a porta.

– Não ia me deixar para trás, né?

– Claro que não – ele resmungou, sem motivação na voz.

 

Hoje choverão flores

Da janela você verá

A seus pés… pétalas vão cair

Chovendo de um céu aos pedaços

Mas nunca chegando ao chão

Eu juro que é dia de flores choverem

Então choverão

 

O seu jardim já foi morto

As flores não mais crescerão

Apenas pedaços de flores

Que hoje sei que choverão

 

Flores

Tudo que sei é que há flores

Flores no meu coração

Flores

Juro o que vi eram flores

Milhares de flores virão…

 

– Por que você insiste com esse violão idiota? Por acaso quer ser cantora? Se quiser, tem que ir cantar lá fora, para quem quiser ouvir, e não para mim! Eu estou ocupado!

A faculdade de Medicina não estava melhorando o humor de Fábio. A carga de estudos o obrigava a passar noites inteiras debruçado sobre os livros. Ele não se importava, afinal jamais tivera uma vida social pela qual pudesse se lamentar agora. Nem mesmo a ideia de ser um profissional de sucesso o seduzia. Tudo que lhe importava era manter a mente sempre ocupada, e evitar qualquer brecha para ideias que pudessem perturbá-lo.

Aimée, por sua vez, não tivera a mesma sorte que ele. Reprovada em um vestibular de Música, sentia-se nada menos que uma estúpida, sem ideia do que fazer para preencher o tempo. O desejo reprimido de tentar consolá-la piorava ainda mais o humor de Fábio. Apesar de sentir pena da irmã, suas habilidades afetivas sempre haviam sido muito limitadas para que lhe permitissem sequer um abraço de consolação. Além disso, a irmã insistia em tocar sua música das flores praticamente todos os dias, o que lhe dava ganas de tomar o violão e quebrá-lo em sua cabeça.

– Você sabe muito bem o que eu… penso sobre as flores. Não consigo ver uma sem pensar em um enterro. Em um defunto, Aimée. Não gosto disso.

Fábio falava com a voz abafada, como se quisesse esconder seus pensamentos de si mesmo. A irmã mordeu os lábios, envergonhada. Sabia que o irmão não podia sequer ouvir falar em flores sem suar frio. Mas o que podia fazer se tanto as amava! Era com tristeza que se proibia de encher o jardim de margaridas, tulipas e girassóis. Poderia de bom grado passar as manhãs ao sol, com os dedos sujos de terra, cobrindo a casa de alegria.

Infelizmente, Fábio era tudo que lhe restava, e ela sabia que não seria capaz de quebrar as barreiras de sua profunda aversão. O pai passava mais tempo em viagens do que em casa desde a morte da mãe. Embora Fábio tivesse amadurecido rapidamente e assumido seu papel com seriedade, algo parecia ter se endurecido irreversivelmente em sua alma. Onde Aimée enxergava roseirais em profusão, o irmão só via cravos-de-defunto.

– Eu só queria fazer você sorrir, Fábio. As flores simbolizam tudo o que é bom. Como alguém pode ser feliz sem amar a vida, a beleza, o perfume e as cores? Olha!

Aimée tirou do bolso uma rosa de papel. Um mero origami que fizera durante suas eternas horas vazias, com uma folha vermelha e delicada. Gostava da pureza, gostava da simplicidade. Estendeu a flor de mentira para o irmão, do outro lado da mesa.

O robusto livro de anatomia bateu no chão, após uma queda que lhe pareceu eterna. Chuva de flores, chuva de livros. Fábio fizera voar a flor de papel, e estremecia, vermelho, quase desfigurado, humilhado por uma dor que não era capaz de derrotar.

– Sua estúpida, viciada, louca! – trovejou, irritado – Será que não entende que não quero tocar nisso? Nunca? Nunca na vida?

A irmã amada não podia hesitar. Tudo o que podia fazer era falar, embora soubesse ser inócua a luta contra as mágoas de Fábio.

– Você precisa esquecer o enterro da mamãe. As flores a enfeitavam, não foram a causa da sua morte.

O sofrimento que o incendiava acendia chamas em sua garganta, e ele queimava, queimava por dentro. E odiava Aimée por atirar mais lenha na fogueira que ardia em seu coração. Queria esquecer, não recordar; enterrar, não enfrentar.

– Cale-se, cale essa boca! Eu não quero ouvir, não entende?

As flores, de todas as cores, cobriram o caixão enquanto ele descia, descia como se não houvesse fundo onde depositá-lo. As flores enterravam a mamãe, as flores a sufocavam, ela não teria mais como respirar com aquele perfume doce. Fábio não conseguia evitar aqueles pensamentos, que o tomavam de assalto desde sempre. A voz de Aimée enchia agora toda a sala, e era como se o obrigasse a evocar todas as memórias que o agrediam.

– Eu poderia sair, poderia me divertir como todo mundo, mas não consigo! Você me preocupa, já faz tanto tempo e você só se afasta de mim, como o papai! Eu não quero ficar sozinha, vocês não podem fazer isso comigo!

Ele não quisera vê-la no caixão. Não tinha altura, mas poderia ter arrastado uma cadeira, subido e olhado. Já sabia que seria a última vez, mas não quis fazê-lo. Seria mesmo sua mãe o que veria lá dentro? Não seria um monstro horrível, um cadáver, um fantasma? Era impossível crer que a veria inerte como uma boneca de cera. Sua mãe era sorridente e tinha cheiro de rosas…

Sua mãe era uma flor.

– Fábio, fica comigo. Não desiste. Eu também preciso de um pouco de atenção.

As mãos de Fábio tremiam, sua cabeça girava por dentro. Mirava o nada com tanta insistência que seus olhos quase saltavam para fora. Desde o dia do enterro da mãe, sempre tivera um pesadelo, sempre o mesmo.

As flores choviam sobre ele e sua mãe, até que ele a perdia de vista em um vasto campo aberto. Uma piscina de flores de todas as cores, de todos os tamanhos e formas crescia em torno dele, a cobri-lo, paralisando-o. De repente, estava cercado por selvagens plantas carnívoras, que abandonavam seus disfarces inocentes para apanhá-lo desprevenido. Nunca havia reparado antes nas faces deformadas que as pétalas das flores formam. Girassóis o encaravam com seus enormes miolos escuros, tão semelhantes a grandes olhos sem rosto. Rosas exibiam espinhos cortantes, avançando sobre ele com as corolas crispadas tulipas, cravos e dentes-de-leão o rodeavam e encolhiam as pétalas, como se estivessem prestes a dar um bote.

Então um grande vaso de flores descia do céu, como um pedaço de estrela, mas se quebrava antes de tocar o chão. Sua mãe saía de dentro dele, mas já não era ela mesma, e sim um cadáver, um fantasma que estendia os braços para recebê-lo. Mesmo quase sufocado pelos girassóis, ele sentia medo de seguir a mãe, apavorado com os vasos de flores que caíam do céu, como se lhe dissessem que o paraíso já não era um lugar seguro.

Já não era seguro viver perto de Aimeé. Ela não respeitava mais seu segredo. Queria reabrir suas feridas, e que hora imprópria encontrara para fazê-lo! Fábio só queria se concentrar, aprender o máximo que pudesse, esquecer os maus momentos e seguir em frente. A irmã o encarava apreensiva, magoada, como se esperasse um grande grito, uma mudança, um consolo. Ele arfava sobre a poltrona, enrolado em torno de si mesmo, a ponto de se abandonar, de arrancar os próprios olhos.

– Podemos procurar ajuda. Podemos fazer passar essa chuva… de flores.

Subitamente, Fábio endireitou-se, dando-se conta do que estava acontecendo. De alguma forma diabólica, Aimée adivinhara seu pesadelo e, não contente com isso, escrevia sobre ele, cantava sobre ele e o atirava em sua face, dia após dia, avivando seu pavor. Fábio subiu para seu quarto, e só saiu de lá com suas malas, para não voltar nunca mais.

 

Amanhã talvez já não chova

Você pode até rir de mim

Eu juro que você não pensa assim

Tão longe, assim tão longe

Mas nunca subindo aos céus

Eu juro que não será a última vez

As flores não são de papel…

 

Fábio nunca quis se casar. Mulheres gostam de flores. Poderia oferecer-lhes joias e chocolates, mas cedo ou tarde encontraria um vasinho de rosas na sacada ou no banheiro. Não poderia decepcionar mais pessoas. Já havia sido o bastante abandonar Aimée.

– Ela morreu jovem, mas foi feliz – sussurrou uma tia, baixinho como se faz quando se fala dos mortos.

Já ouvira a mesma frase, talvez até da mesma pessoa, anos e anos antes. Mas a vida corre de tal forma que certos momentos se unem no espaço, e não no tempo. Duas crianças rodeavam o caixão, e Fábio pôs-se a pensar que talvez ele mesmo estivesse morto, apenas assistindo partes de sua vida como se fossem um filme.

Agora prestava atenção a detalhes que lhe haviam escapado da primeira vez em que havia velado um corpo naquele cemitério. As árvores tortas, os pássaros, as… as flores. Por Aimeé, conseguia ignorá-las, ao menos daquela vez.

Por fim, sentia orgulho da irmã que tivera. Mesmo falhando tantas vezes, Aimée conseguira seguir uma carreira, não de muito sucesso, é verdade, mas conquistara o mais importante. Tinha uma família, o companheirismo com que tanto sonhara e que o próprio irmão havia lhe recusado. Lutara contra a doença, assim como sua mãe fizera antes dela, como sabia que seria necessário. Fábio chegava a invejar-lhe a vida, curta, porém alegre. O que ela quisera lhe transmitir, entretanto, só era capaz de compreender agora que a perdera.

Tantas recordações se seguiam, talvez pela familiaridade que a situação evocava. A pessoa que o amava, que lhe fazia companhia e queria fazê-lo sorrir estava ali, dormindo para sempre. Após anos e anos de encontros constrangidos e praticamente forçados, Fábio estava ali para cumprir o último compromisso com a irmã.

Podia ouvir a voz de Aimée, cantando como tantas vezes já fizera, tentando erguer a voz enquanto ele a censurava. Sim, ele a ouvia, como se ela estivesse lá, porque já não estava. Porque só agora percebia que eram um. E já não sentia o desconforto de sempre, porque enxergava as flores como ela, e não mais com sua visão distorcida e ferida. E porque eram um só, ele sorriu e cantou em coro com a multidão enquanto o caixão de Aimée descia, coberto de flores.

 

Nosso jardim já está outro

As flores talvez voltarão

E não mais pedaços de flores

Mas flores brotando do chão…

Então crescerão

E flores serão

Então crescerão

E flores serão

E florescerão, uh-uh

Uh-uh-uh

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55 comentários em “Pedaços de Flores (Virgínia Barros)

  1. Laís Helena
    13 de junho de 2015

    1 – Narrativa, gramática e estrutura (2/4)

    A narrativa se preocupa mais em relatar acontecimentos e sentimentos, sem mostrar a ação. O poema foi bem utilizado e possui relevância para o enredo, assim como a fobia.

    2 – Enredo e personagens (1/3)

    O enredo é confuso. Uma hora eles estão à mesa, outra no carro, depois você menciona uma poltrona, e de repente ele está no enterro da irmã. Porém, a maneira como você explorou a fobia, relacionando-a a um trauma com a morte da mãe, foi boa, só achei que teria mais impacto se você tivesse elaborado melhor a narrativa. O sentimento de aversão pelas flores poderia ter sido melhor trabalhado.

    3 – Criatividade (2/3)

    A fobia de flores foi interessante, mas achei que o desenvolvimento do personagem e sua superação da fobia foram conduzidas de maneira óbvia (o que não teria sido problema se o desenvolvimento dos temas fosse melhor).

  2. Bia Machado
    13 de junho de 2015

    Gostei do enredo, mas poderia ter sido melhor a execução. A coisa ficou um tanto “rasa”, talvez tenha faltado o aprofundamento de personagens, principalmente a Aimeé. Me confundiu aquela passagem, no momento em que temos a cena do cemitério. Tive que voltar pra ver se não tinha perdido alguma coisa… Acho que é um texto com um bom potencial a ser desenvolvido.

  3. Pétrya Bischoff
    13 de junho de 2015

    Pois bem, autor(a)!
    Gostei do poema, acredito que haja técnica e emoção nele. No entanto, o conto em si esteve meio confuso. Houve uma ruptura em algum momento. Só percebi que a irmã havia morrido no funeral dela. Várias cenas estão como fragmentos e somente os versos da música as conectam. Não houve grande preocupação com ambientação e a narrativa deixou a desejar. Entendi que a fobia seria das flores, mas essa palavra apareceu tantas vezes que me causou certo incômodo.
    Penso que poderias trabalhar melhor o desenvolvimento do conto poi, para mim, pareceu um início e um final sem um meio que conectasse. Boa sorte.

  4. Fil Felix
    13 de junho de 2015

    Apesar de achar estranho a ruptura do meio pro fim, do abandono do irmão e os anos que se passaram, o conto está bem fechadinho. Há um começo, um meio e um fim, tudo andando nos conformes. Entrega uma solidez. A fobia também foi bem trabalhada, assim como os poemas funcionaram em conjunto, não estão apenas por estar. Mesmo assim, achei um pouco calmo de mais. Há um conflito no início, que ficou legal, mas poderia ter mais. O conto termina, não desperta tantas coisas.

  5. mariasantino1
    13 de junho de 2015

    Olá, Planta.

    ↓ Sinto muito, mas apesar do número de caracteres eu desejei mais da Aimée, pois ela é quem auxilia ao repasse da fobia do irmão. Senti certa imaturidade por parte dela, mas não ficou muito claro se ela era doente, tola, tonta… Eu eu acho que se seguisse por aí, o conto ficaria muito mais instigante. A música poderia ser uma canção de ninar deixada pela mãe que Fábio seria obrigado a escutar uma vez que a irmã era autista (ou poderia caber qualquer outro fator aí). Já o Fábio ficou bom e a aversão dele também, porém não soa natural algumas passagens. Se são pessoas que já se conhecem, não fica legal eles ficarem explicando uma coisa vivida por ambos (como a morte da mãe deles, ou o fato dele não curtir flores) da forma didática como foi repassada. Assim, da maneira que está os personagens não ficam reais, só existem para que a história aconteça.

    ↑ Boa fobia, revisão, sonho, personagem Fábio bem edificado e belas imagens.

    Boa sorte.

  6. Fabio D'Oliveira
    13 de junho de 2015

    ❂ Pedaços de Flores, de Planta Carnívora ❂

    ➟ Enredo: O enredo tem potencial, ainda mais com uma fobia tão interessante quanto essa, mas faltou mais desenvolvimento para a história. Os personagens são bem construídos, mas ainda falta um pouco mais de vida neles. Gostei do final, da luta do Fábio contra a fobia para se despedir com classe de Aimée. Como dica, diria para prolongar o conto, detalhando mais a vida de ambos, e refinar o restante.

    ➟ Poema: A melhor parte do conto. Adorei, principalmente a repetição intencional de “flores”, relacionando com o medo de Fábio. Parabéns!

    ➟ Técnica: Muito bom, apesar de que ainda falta desenvolvê-la um pouco mais. Lapide esse conto e outros antigos. Isso ajuda bastante a refinar suas habilidades!

    ➟ Tema: Sim, se encaixou no desafio. Apesar do motivo ser bastante forçado, as marcas que a fobia deixa na vida de Fábio são bem reais. Um medo verdadeiro realmente faz isso. Te destrói, pouco a pouco.

    ➟ Opinião Pessoal: Gostei. Com um pouco mais de lapidação, ficaria um conto muito bom.

    ➟ Geral: História mediana, com poucas falhas. Precisa desenvolvê-la melhor. Técnica ótima. Poema fantástico. Fobia muito interessante. Parabéns, novamente!

    ➟ Observação: Nada a declarar!

  7. Felipe T.S
    12 de junho de 2015

    Gostei da ideia do conto, a origem da fobia foi bem construída, achei uma sacada excelente. Mas não curti os personagens, muito superficiais, faltou emoção ai. Também achei que a qualidade narrativa no início do texto ficou bem abaixo do restante. Enfim, acho que é só uma questão de empenho, para este se tornar um conto excelente.

    • Planta
      13 de junho de 2015

      Olá, obrigado pelo comentário! Fico atento às sugestões !

  8. Virginia Ossovski
    12 de junho de 2015

    Acho que foi o maior poema que vi por aqui, o autor podia ter usado menos partes, embora eu entenda que ele mesmo seja quase uma história por si mesma. Creio que seria menos cansativo como música, mesmo. A história no geral podia melhorar, pareceu meio corrida, acho que o ponto alto são os diálogos e o sonho, bem psicodélico e remete ao poema. de qualquer forma, parabéns e boa sorte !

    • Planta
      13 de junho de 2015

      Olá, obrigado pelo comentário! O sonho também é minha parte preferida

  9. vitor leite
    12 de junho de 2015

    Este conto parece-me bem escrito, mas do meio para o final merece ser refeito. Na minha opinião é um conto cheio de potencial que merece mais e faltou a musica para se perceber melhor o poema. Do modo como mostra que sabe escrever fica fácil dar uma melhoria substancial nesta história e ela merece. Boa sorte no desafio.

    • Planta
      13 de junho de 2015

      Olá Vitor, fico muito contente com seu comentário, obrigado! E concordo com vc rsrs

  10. Wilson Barros
    12 de junho de 2015

    O Poema é bonito, sem dúvida. Você criou algo que eu vou usar como adivinhação por aqui: qual a única licença gratuita desse país? a licença poética. Para falar a verdade, a história é tão real que já vi acontecer. Em um curso de CorelDraw, um dos meus alunos pediu desculpas por não conseguir desenhar uma cena que continha flores, aliá nem conseguia olhar para elas. Tinha fobia desde que fora ao enterro de um amigo. Por isso achei a história muito vívida, realista. Além disso, seu conto é singelo e comovente, e sua técnica excelente. Parabéns.

    • Planta
      13 de junho de 2015

      Oi sr Wilson, ainda bem que ao menos essa licença é de graça, mas fala baixo pra não dar ideias pros deputados. Não acredito que essa fobia existe de verdade, tô bege :O . Obrigado pelo comentário !

  11. Cácia Leal
    12 de junho de 2015

    Achei o poema fraco, muito fraco, a fobia, estranha, mas até que simpatizei muito com a trama. Diferente. O modo simples como foi construído conduziu bem o leitor. Eu já estava ficando com raiva da menina, depois fique do irmão, mas no fim gostei dos dois. E você matou a menina, eu também tenho a mania de matar personagens importantes na história… rs. Gostei da trama.
    Gramática: Não percebi erros, mas estava entretida com a narrativa.
    Criatividade: Achei bastante criativa, embora simples pela maneira como foi conduzida.
    Adequação ao tema: medo de flores, bem adequado, embora diferente
    Riqueza textual: Texto simples, mas excelente narrativa.
    Enredo: Muito bom enredo. No conjunto da obra, gostei bastante, principalmente pelo lado psicológico da obra. Parabéns!

    • Planta
      13 de junho de 2015

      Oi Cácia, que bom que no geral você gostou. Pena que não gostou do meu poema 😦 bem acontece, ele é meio grande e infantil mesmo. Obrigado pelo comentário!

  12. Anorkinda Neide
    11 de junho de 2015

    Que agonia me deu dessa guria, na verdade, deu raiva mesmo! kkk

    Sei lá, é preciso conhecer um pouco da psicologia humana para elaborar uma história, principalmente uma em que será abordado um problema psicológico.
    Pois o rapaz tinha trauma das flores e a pentelha lhe infernizando todos os dias, só lhe pioraria a situação. Sei que existem pessoas idiotas pentelhas assim mesmo e merecem ser abandonadas, como essa guria foi! kkk (fiquei com raiva mesmo dela 😛 )

    Mas a segunda parte com a ‘cura’ do rapaz, agora homem, não está crível. Com uma fobia do tamanho desta, mesmo com o compromisso social, moral, emocional de estar presente do enterro da pentelha, mesmo assim, ele não iria… A fobia não permite, entende?
    Não gostei da morte dela… preferiria que tivesse acontecido logo após ser abandonada, por depressão ou qq coisa, afinal, ela merecia.. huahuhia

    O pobre homem não casou só pra não enviar flores pra mulher? oh céus! Alguém avisa meu namorado de que mulher TEM QUE ganhar flores, obrigatoriamente, pq ele não se ligou ainda! hahauhua

    Enfim, vc escreve bem.. mas a historia apresentou problemas no enredo, acontece e acontecerá muito ainda, ainda mais por aqui, q ficamos dando pitaco em tudo! :p

    Gostei e nao gostei dos poemas… de inicio estão fracos e bobos, depois com a explicação do sonho fizeram mais sentido, mas ainda assim, fracos…
    percebi que a cada nova inserção do poema, ele ia melhorando de qualidade… parecendo q os primeiros foram feitos na adolescência da pentelha e depois foram amadurecendo com ela.
    o ultimo, por fim, ficou ótimo!
    sério mesmo..brincou com as palavras e lhes deu um sentido profundo! parabens!
    adorei isso:
    ‘E flores serão

    E florescerão,’

    Boa sorte ae, autor(a)!

    • Planta
      13 de junho de 2015

      Oi Anorkinda! Na verdade é um poema só, rs e a história partiu dele. Bom, quando criei os personagens me pareceram verdadeiros, como gente que conheço por aí, meio imatura. A coitada da Aimee queria a atenção do irmão e era ainda meio criança para lidar com a situação, na verdade os dois eram. Quanto ao Fábio ter se curado, na verdade acho que ele deve ter ficado com mais trauma de flores ainda depois do velório, mas estava lá pela irmã. Obrigado pelo comentário!

  13. Evandro Furtado
    11 de junho de 2015

    Olá…Planta Carnívora? Cara, adoro esses nomes.

    Bem, posso dizer que gostei bastante. Se adequou bem ao tema, uma linguagem simples, mas bonita, personagens marcantes – realmente senti quando a garota morreu – e uma boa história.

    Gostei como você usou o poema pra quebrar a narrativa, em vez de colocar o clichê “tantos anos depois”. Foram cenas simples, mas que transmitiram bem a ideia.

    Parabéns e boa sorte.

    • Planta
      12 de junho de 2015

      Oi Evandro ! Quando escolhi a imagem do conto, não resisti e coloquei um pseudônimo legal também. Que bom que gostou da minha humilde história. Um abraço!

  14. Tiago Volpato
    11 de junho de 2015

    Gostei do texto!
    Você manteve um ótimo estilo, frases simples, sem muitas palavras complicadas o que fez com que eu mergulhasse totalmente no conto. Até meu cérebro maldito (que já não consegue mais se focar em uma coisa só) se manteve atento até o final.
    Achei que você conseguiu dar um tom melancolico pra história que combinou com o personagem principal, também gostei da forma como você trabalhou os dois personagens.
    Ao contrário de alguns colegas, não me incomodou esse salto de tempo, achei ok.
    Não tenho pontos negativos para destacar, foi um excelente texto e acho que no mínimo ele entra no top 5.
    Abraços!

    • Planta
      12 de junho de 2015

      Oi Tiago, obrigado pelo comentário gentil. O conto ficou melancólico mesmo, acho que preciso voltar pra terapia kkk que bom que vc gostou !

  15. rsollberg
    10 de junho de 2015

    Boa noite, Planta Carnívora!

    Então, sua técnica é muito boa, o conto é ágil e fluido.
    A fobia é bem interessante, desencadeada pela morte da mãe.

    Não consegui criar conexão com os personagens.
    Senti muita indiferença, acho que tanto Fábio, quanto Aimée poderiam ser melhor desenvolvidos. Os diálogos ficaram muito mornos.

    O poema até que é legal e tem uma relação muito boa com todo o enredo.
    Mas, sei lá, em minhas divagações não entendo o porque dos poetas gostarem tanto de flores. Os novos poetas então… Nunca li uma antologia de poesias que não tivesse pelo menos uns três poemas sobre o tema. Acho que sou um pouco Fábio, e nadica de Aimée.

    De qualquer modo, essa opinião pessoal não irá interferir no meu critério de notas.
    Parabéns e boa sorte no desafio.

    • Planta
      12 de junho de 2015

      Oi Rafael! Obrigado pelo comentário! Então, eu gosto das flores porque… as flores são do mal ehehehe mas as minhas não são de plástico hein

  16. Carlos Henrique Fernandes Gomes
    10 de junho de 2015

    Planta Carnívora, seu conto, seu lindo conto, me fez chorar na última música! Minha amiga não vai em velório ou enterro, nunca foi e nunca irá. Minha prima não foi no velório e enterro da sua filhinha nati-morta e nem do seu pai. Algumas pessoas criticam, mas o que sinto é a incontrolável vontade de abraçar e fazer a pessoa acreditar que não está errada! A associação que você fez entre a fobia e a mãe do Fabio coberta de flores no velório e enterro deu toda credibilidade ao conto e a forma de narrar nos conduziu a uma reviravolta que exigiu do Fabio tudo o que ele não conseguiu mobilizar durante tantos anos, mas no momento crucial… vitória sobre o sofrimento; sobre a fobia! Tarde demais? Esse é só um dos tantos muitos pontos de vista. Você pulou algumas vezes um tempo cronológico considerável na condução da história, mas não me causou estranhamento. Não sei porque, mas imaginei uma família de orientais, de japoneses e isso me levou mais ainda para dentro do conto.

    • Planta
      12 de junho de 2015

      Oi Carlos! Sempre gentil, obrigado por apreciar o conto! Essa família lembra orientais mesmo (já fui fã de animes) kkk

  17. Leonardo Jardim
    9 de junho de 2015

    Minha avaliação antes de ler os demais comentários:

    ♒ Trama: (3/5) triste e comovente. Gostei no geral e me envolvi principalmente até a parte em que ele se lembra do sonho. Depois, acho que ficou muito corrido e acabei perdendo um pouco o vínculo. O final fechou bem.

    ✍ Técnica: (4/5) muito boa, narrativa fluida, boas metáforas. Só pecou um pouco no final.

    ➵ Tema: (2/2) medo de plantas (✔), muito bem justificado.

    ☀ Criatividade: (2/3) uma fobia bem diferente, mas um drama relativamente comum.

    ✎ Poema: (2/2) uma música, na verdade, mas que é bonita e tem tudo a ver com a trama. Só diminuiria a repetição de seus versos e mudaria algumas rimas.

    ☯ Emoção/Impacto: (4/5) como já disse, é uma história comovente de verdade. Se o final fosse menos corrido, a morte da irmã teria bem mais impacto.

    • Planta
      12 de junho de 2015

      Oi Leo, bem generoso seu comentário, obrigado pela sinceridade !

  18. Gustavo Castro Araujo
    9 de junho de 2015

    Este conto possui dois atos, por assim dizer. O primeiro refere-se à conversa entre Fabio e Aimée e às tentativas dela em conquistar o amor do irmão, tentando um tratamento de choque. A segunda diz respeito a uma fase mais adiantada, em que Aimée morreu e Fabio se redime de sua relação conturbada com ela.

    Achei a premissa legal. Gosto de contos que tratam de relações interpessoais e, ainda mais se os diálogos são bem empregados. É o que ocorre aqui: as falas são bem claras, não padecem do vício de folhetim ou teatral; são, na verdade, bem naturais.

    O problema é que o conto ficou plano demais. Passou-se do primeiro ato ao segundo de forma abrupta e sem dar tempo ao leitor para sentir a perda de Aimée. Se posso fazer uma sugestão, creio que a narrativa ficaria mais interessante se começasse com uma cena do velório, centrada em Fabio, em que ele, olhando o corpo – e as flores – recordaria a relação conflituosa com a irmã e o medo das flores. No fim, claro, revela-se sem muito alarde, que é Aimée quem está morta e que ele, depois de tudo, aprendeu a dominar o medo das flores. Não sei se funcionaria a contento, rs é mais uma ideia que me ocorre agora. Enfim, acho que manteria o suspense enquanto se descrevesse a relação deles.

    De todo modo, é um bom conto. Falar de relações entre pessoas é sempre louvável, eis que não se apega a descrições cinematográficas. Não há nada mais interessante do que a psicologia humana, esses conflitos que nos fazem “pessoas de verdade”. Quando o autor consegue transpor isso para sua história, a identificação do leitor é imediata.

    Parabéns pelo texto. E boa sorte no desafio.

    • Planta
      12 de junho de 2015

      Oi gustavo, obrigado por comentar e dar boas sugestões! Acho que meu objetivo nem era tanto a superação da fobia, na verdade o conto todo era mais para explicar o poema. Eu queria dar uma desculpa melhor para Aimee morrer mas enfim…

  19. Ana Paula Lemes de Souza
    9 de junho de 2015

    Planta Carnívora! Eu estava adorando o conto… A narrativa conseguiu prender minha atenção. Contudo, fiquei com a impressão de que da metade para o final foi muito corrido e essa parte deve ser melhor trabalhada. Juro que tive que voltar na leitura para entender que a irmã havia falecido. Se essa parte fosse melhor desenvolvida, creio que poderia amar o conto, em cheio!
    Desejo-lhe sorte.
    Abraço.

    • Planta
      12 de junho de 2015

      Oi Ana, obrigado pelo comentário, fiquei atento às sugestões !

  20. Jowilton Amaral da Costa
    8 de junho de 2015

    Achei o conto bom. Nada muito impactante. E, sinceramente, a poesia que intercala o texto é chata pra cassete, na minha opinião, claro. Boa sorte.

  21. Fabio Baptista
    6 de junho de 2015

    * TÉCNICA : 2 / 3
    Então… no geral a técnica é digna de nota máxima. Porém vou descontar um ponto pois nsna minha opinião o autor enrolou além da conta na primeira parte, quase tirando o interesse do leitor em seguir até o belo segundo ato.

    * TRAMA : 2 / 3
    A primeira não me agradou. Achei o Fabio chato (talvez seja algo com o nome Kkkkkk ) e a irmã totalmente sem noção, tipo uma criança que gosta de provocar.

    O segundo ato é cliche (e hoje em dia o que não é? ), mas muito bem executado.

    * POESIA : 2 / 2
    Achei muito bonita e misturada perfeitamente à história.

    * PESSOAL : 1 / 2
    Gostei muito da segunda parte, não tanto da primeira.

    * TEMA : x1
    Fobia de flores (de plástico não morrem). Ok!

    • Planta
      12 de junho de 2015

      Então Fábio, acho que vc foi o único que gostou mais da segunda parte que da primeira kkk de qualquer forma muito me honra que tenha gostado de alguma coisa que escrevi, ainda que em parte. Valeu pelo comentário !

  22. Simoni Dário
    5 de junho de 2015

    Eles eram gêmeos? Esse detalhe passou batido na primeira leitura. O moço precisaria de um tratamento para superar o luto da mãe, ainda mais pela profissão que escolheu. A narrativa é boa,senti a raiva do Fábio diante da provocação de Aimée, mas como eu disse, precisei de uma releitura para entender bem a situação. Os gêmeos geralmente se protegem, tem muitas afinidades, sentimentos parecidos, por isso acho que não captei a informação de primeira. Não senti tanta emoção no final, achei um pouco rápido. Mas no geral, eu gostei.
    Parabéns e boa sorte!

    • Planta
      12 de junho de 2015

      Oi Simoni! Aqui a ideia era que os gêmeos fossem quase o oposto um do outro, talvez por isso vc não captou. Mas fiquei atento ao seu comentário, muito obrigado mesmo !

  23. Rubem Cabral
    5 de junho de 2015

    Olá, autor(a).

    Achei o conto de mediano a bom. Está bem escrito, mas achei a situação meio forçada. Não vi o pq da irmã insistir com flores em canções e origamis, se já era claro que o irmão adquirira fobia delas quando pequeno testemunhara a morte da mãe. Era papel da irmã procurar ajuda profissional para ele ou algo do tipo, forçar o enfrentamento não é algo muito racional.

    O enorme número de repetições de flor/flores foi outra coisa que tornou a leitura um bocado cansativa para mim. Não gostei muito do final também, um tanto comum (morte/arrependimento) e com um pouco de lição de moral embutida.

    Os poemas/canções estão bem contextualizados, porém as muitas rimas usando o futuro do presente ficaram um tanto pobres (porque são rimas fáceis).

    Abraço e boa sorte no desafio.

    • Planta
      12 de junho de 2015

      Olá! Fiquei atento ao seu comentário, na verdade o conto surgiu do poema e não o contrário, por isso as estrofes espalhadas. a relação dos dois é meio difícil mesmo, mas são irmãos e bem jovens, o que explica muita coisa, rsrs. Obrigado pelo comentário !

  24. catarinacunha2015
    5 de junho de 2015

    Um conto jovem e delicado. Pela primeira vez, neste desafio, vejo o poema totalmente integrado na trama; protagonista até. A técnica é linear sem grandes ousadias, o que facilita a leitura mas não me seduz. Gostei do título, melhor ainda o pseudônimo. Juntos um misto de “flor carnívora”.

    • Planta
      12 de junho de 2015

      Olá ! Obrigado pelo comentário, que bom que gostou ! Abraço

  25. Brian Oliveira Lancaster
    3 de junho de 2015

    EGUA (Essência, Gosto, Unidade, Adequação)

    E: Uma poesia bem reflexiva, daquelas que grudam na mente. Dá a ideia de um protagonista atormentado por alguma coisa. Ponto para isso.
    G: Gostei. Um tom leve e com a fobia destacada no personagem secundário, que depois vira primário. A suavidade do cotidiano caiu muito bem em suas descrições. Só achei que o final da poesia cantada não combinou tão bem com o restante. É uma história simples, com algumas camadas, mas que conquista.
    U: Escrita com alguns floreios, sem erros aparentes e tranquila de se ler.
    A: Está dentro do tema proposto, mesmo sendo direcionada a outro personagem que não o principal.

    • Planta
      12 de junho de 2015

      Oi Brian ! Valeu pelo comentário, gostei do seu sistema, achei que tinha lido régua errado rsrs

  26. Claudia Roberta Angst
    2 de junho de 2015

    Conheci algumas mulheres que não gostam de flores. Não gostam mesmo. Acham uma bobagem. Uma delas tem mesmo uma certa fobia de flores, porque elas revelam a brevidade da vida e isso a faz entrar em pânico. Enfim, a fobia está bem retratada no seu conto. Ponto para o autor.
    A narrativa pende a atenção do leitor, mas o final ficou meio confuso. Tive de reler para entender que a irmã tinha morrido. Não percebi direito a passagem do tempo. Talvez fosse proveitoso desenvolver melhor esta parte do conto.
    O poema poderia ser mais curto, causando maior impacto, mas entendo que o autor queria pontuar cada passagem da vida dos personagens com versos específicos. Enfim, foi uma boa leitura. Boa sorte!

    • Planta
      12 de junho de 2015

      Oi Cláudia, valeu pelo comentário e sugestões! Fiquei atento a tudo que vc disse.

  27. Rogério Germani
    2 de junho de 2015

    Olá, Planta Carnívora!

    Vamos à análise do texto.

    Pontos fortes.

    1- Técnica apropriada para o conto.
    2- Domínio sobre o léxico

    Pontos negativos

    1- O texto fala da Síndrome do coração partido, o que não é fobia. Nesta síndrome, a pessoa afetada sobre uma intensa dor psicológica após perder alguém querido (cônjuge, pais, irmãos, amigos etc) desencadeando, assim, um trauma emocional, na fase adulta, que o afasta de qualquer coisa que o faça lembrar da triste despedida.

    2- Poema com rimas forçadas.

    Parabéns pelo conto e boa sorte!

    • Planta
      12 de junho de 2015

      Oi Rogério, valeu pelo comentário! Não sou muito versado em psicologia, mas acho que entendi o que vc falou rsrs bom a ideia aqui era focar no medo doentio de flores mesmo. Abraço !

  28. Sidney Muniz
    1 de junho de 2015

    Olá autor(a)

    É um bom conto, principalmente pela técnica. O enredo oscila, tem algumas coisas que não curti muito, o final é bonito, mas não curti muito, devido a esperar mais da fobia. Não sei se ele venceria uma fobia assim, mesmo com esse motivo, ainda assim é um bom final.

    Com relação ao poema, não curti, não curto rimas assim tão forçadas, e tem “ão” para por dentro de um caminhão aí… risos, mesmo sendo música não faz meu gênero, acho que se fosse tocada deve ser no ritmo sertanejo… haha, quem gosta desse tipo de rima são eles.

    Quanto ao português, está muito bem aplicado.

    Desejo sorte no desafio e parabenizo pelo bom trabalho!

    • Planta
      12 de junho de 2015

      Oi Sid! Entendo sua preocupação quanto a ele vencer a fobia, mas ele poderia ter superado apenas momentaneamente para se despedir da irmã, não acha? rsrs a Aimee não canta sertanejo, quem sabe ela canta pra vc ouvir um dia. No mais obrigado pelo comentário!

  29. Wallace Martins
    31 de maio de 2015

    Olá, meu caro Autor(a), tudo bem?

    Seu conto me encantou, acho que essa é a palavra correta a usar aqui, de verdade, foi um grande conto, não somente em seu tamanho, mas em sua qualidade, parabéns!

    A fobia ficou clara e bem explicada, apesar de ser um medo bem incomum, soube tratá-la dentro da trama de forma envolvente, onde a gente percebia, claramente, o medo da pessoa, o que ela sentia frente ao medo, todas as emoções que a personagem passava, falando nas personagens, todas ficaram muito bem trabalhadas e construídas, algo que deu um bom diferencial na sua estória.

    Apesar da aparição em diversos momentos do texto, o poema ficou muito bom, bem construído e enquadrado.

    No mais, desejo-lhe parabéns, boa sorte e agradeço por tê-lo compartilhado conosco.

    • Planta
      12 de junho de 2015

      Wallace! Muito obrigado pelo seu comentário, deixou meu dia mais feliz! Merece uma chuva de flores rsrs

  30. JC Lemos
    31 de maio de 2015

    Olá, Planta Carnívora (nome maneiro). Tudo bem?

    Gostei do seu conto. Apesar de correr um pouquinho com esse final, conseguiu transmitir bem a mensagem. E medo de flores é uma coisa estranha. A narrativa passa esse medo com competência, deixando florescer todas as emoções.
    As personagens também ficaram bem trabalhadas, assim como os diálogos, em certos momentos.

    Gostei do poema, mas não gostei dele ter aparecido toda hora. Entendo que é uma música, mas não me agradou.

    Parabéns e boa sorte!

    • Planta Carnívora
      12 de junho de 2015

      Olá JC! Que bom que gostou do conto e pena que o poema não funcionou muito pra você, pode ter ficado meio demais mesmo, rsrs. Valeu pelo comentário!

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Publicado às 31 de maio de 2015 por em Fobias e marcado .