EntreContos

Literatura que desafia.

Ciclos (André Luiz)

Acordei sobressaltado, saindo de um longo e belíssimo sonho, em que eu a tinha novamente no peito. Porém, ao me lembrar dos anos que haviam passado, e de que eu … Continuar lendo

13 de janeiro de 2017 · 82 Comentários

A Cidade do Sol – Resenha (André Luiz)

Duas garotas tentam sobreviver em uma cidade assolada pela guerra. Mas seu maior perigo não é as bombas que caem do céu, é a sociedade que as empurra para debaixo … Continuar lendo

11 de junho de 2016 · Deixe um comentário

Uma roda dentro de outra roda (André Luiz)

Acendendo o cigarro que costumava tragar após beber o primeiro gole de café do dia, apanhou o suéter avermelhado de cima do armarinho e a gravata que gostava de usar. … Continuar lendo

5 de março de 2016 · 13 Comentários

Saudade, palavra triste (André Luiz)

É maravilhoso quando recebo visitantes. São sempre poucos, mas muito especiais para mim. Quando os vejo chegando ao portão, emocionados por me reencontrar, emociono-me junto. Depois, lembramo-nos de momentos felizes … Continuar lendo

13 de janeiro de 2016 · 59 Comentários

A Ascensão do Governador – Resenha (André Luiz)

“O perímetro da região metropolitana de Atlanta passa por eles em câmera lenta, uma série de florestas de pinheiros interrompidas por uma eventual cidade-dormitório ou um shopping de estrada. Passam … Continuar lendo

13 de janeiro de 2016 · Deixe um comentário

Cabelos de Ferrugem (André Luiz)

– – – – X “Não quero adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice! Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, … Continuar lendo

9 de dezembro de 2015 · 32 Comentários

O Pântano das Borboletas – Resenha (André Luiz)

“Quando chegamos ao pântano das borboletas, descobrimos o que eu havia previsto: ele estava completamente inundado por causa das chuvas recentes. Poucas vezes o tínhamos visto naquele estado. Apenas umas … Continuar lendo

23 de agosto de 2015 · 2 Comentários

Escuridão (André Luiz)

Duas gotas de chuva bastam para que o temor se instale em minha cabeça. Simplesmente pelo fato de que é tarde da noite e não consigo calcular onde está a … Continuar lendo

17 de agosto de 2015 · 5 Comentários

Tela azul da morte (André Luiz)

“Eu proponho… que nós façamos um robô capaz… de amar.” William Hurt, A.I.   A luz vermelha não parava de piscar. Os olhos de Borges estavam congelados no minúsculo botão … Continuar lendo

10 de julho de 2015 · 51 Comentários

Curto Circuito (André Luiz)

“Quem quer riso, quem quer choro Não faz mais esforço não E a própria vida Ainda vai sentar sentida Vendo a vida mais vivida Que vem lá da televisão” A … Continuar lendo

23 de março de 2015 · 43 Comentários

Atrás da Névoa (André Luiz)

-1- BREVE HISTÓRIA   O jovem entrou no consultório do hipnólogo na intenção de curar-se de feridas do passado. Cicatrizes imensas na alma e na pele, que roubaram seu sossego … Continuar lendo

28 de fevereiro de 2015 · 5 Comentários

O Dinheiro do Avarento (André Luiz)

Gresílio Covas era um homem rico, daqueles que adoravam sentir o dinheiro nas mãos. A beleza era seu cartão de visitas; o dinheiro, sua preciosidade. Sua avareza refletia-se em seu … Continuar lendo

6 de fevereiro de 2015 · 48 Comentários

Táxi (André Luiz)

Um veículo sedan branco parou a sua frente. O motorista espichou o corpo volumoso como se estivesse atado ao carro. Na verdade, ele e o veículo eram um só depois … Continuar lendo

18 de janeiro de 2015 · 3 Comentários

Tengu (André Luiz)

BAIRRO DA LIBERDADE -SÃO PAULO- O maior reduto de japoneses fora da terra do sol nascente -Pai, para onde as pessoas vão depois que morrem? – Chikako, meu filho, chorava … Continuar lendo

14 de dezembro de 2014 · 34 Comentários

Lágrimas de Areia (André Luiz)

O sol brilhava alto no céu. As árvores de troncos retorcidos, peladas e marrons cor-de-barro, continuavam estáticas pela falta do vento; que, aliás, abandonara a planície junto com os rios … Continuar lendo

23 de novembro de 2014 · Deixe um comentário

Os Estranhos (André Luiz)

A mulher chorava, os olhos estavam vermelhos. Eles a olhavam com expressões veladas e inexistentes. Um olhar vago e vazio. As cabeças tortas como de aves curiosas. Tinham um jeito … Continuar lendo

28 de outubro de 2014 · 41 Comentários

Tudo Azul (André Luiz)

Seus olhos me seduziam. Estava eu estático, ela também. Ambos nos fitando como rivais; bichos do jeito que éramos. Azuis como sempre foram estavam suas íris, na cor azul-piscina, radiantes … Continuar lendo

6 de outubro de 2014 · 6 Comentários

Faremos do mesmo jeito (pois adoramos os problemas) – (André Luiz)

O som de seu rádio tocava uma música agitada, assim como o trânsito caótico lhe irritava ainda mais naquele dia. Seus olhos esbugalhados se fixavam apenas no horizonte negro e … Continuar lendo

20 de setembro de 2014 · 47 Comentários