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Detox Literário.

Saudade, palavra triste (André Luiz)

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É maravilhoso quando recebo visitantes. São sempre poucos, mas muito especiais para mim. Quando os vejo chegando ao portão, emocionados por me reencontrar, emociono-me junto. Depois, lembramo-nos de momentos felizes que vivemos e de como eu costumava sorrir quando estávamos todos sentados à mesa, unidos como uma verdadeira família.

Difíceis são as despedidas, quando deixamos escorrer lágrimas que molham a terra. Ao final, são apenas as velas, as flores e a velha saudade que me fazem companhia…

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59 comentários em “Saudade, palavra triste (André Luiz)

  1. Amanda Trindade
    15 de março de 2016

    Gostei muito, a meu ver o conto transcendeu a palavra saudades nos deixando bem íntimos dela, apesar do conto ser curto.Bem elaborado , sutil e poético, sendo a saudade sentimento mais nobre que o amor, pois não há exigências, apenas o sentir.

  2. harllon
    29 de janeiro de 2016

    O título entrega o que está por vir, mas a emoção ao ler o conto ainda se mantém, e mesmo após a leitura ela não mperde sua vivacidade.

    Muito bom!!!

  3. Nijair
    29 de janeiro de 2016

    .:.
    Saudade, palavra triste (Solitário)
    1. Temática: Despedidas. Recordações.
    2. Desenvolvimento: Muito bom, na medida certa.
    3. Texto:
    a) emocionados por reencontrarem-me, emociono-me junto…
    b) unidos como verdadeira família – sem o ‘um’ fica mais leve. O que acha?
    4. Desfecho: Reflexivo. Gostei das perguntas que me fiz depois da leitura.
    Top 15!

  4. Tamara Padilha
    29 de janeiro de 2016

    Simples, nostáugico… Adorei, principalmente seu título, já me conquistou com ele.
    Parabéns, autor, fiquei imaginando muitas coisas.

  5. Thales Soares
    29 de janeiro de 2016

    O principal objetivo do conto aqui é emocionar o leitor. Comigo, falhou.

    Não gostei da proposta central. Prefiro histórias que se desenrolam com um começo, meio e fim. Porém, isso é apenas um gosto pessoal meu, e não significa que o autor não fez bem seu trabalho. Tecnicamente falando, o conto está muito bem escrito, bastante fluido e bem construído.

    Boa sorte no desafio.

  6. Tom Lima
    29 de janeiro de 2016

    Ficou bonito, mas não muito interessante pra mim.

    O fantasma que sofre com a solidão não me prende, não causa empatia.

    Ele fica preso ao túmulo, ou só vai lá pelas visitas? Se não fica preso, por que ele não visita aqueles de que tem saudade? Essas explicações faltaram e a falta incomodou.

  7. rsollberg
    29 de janeiro de 2016

    Ao contrário de alguns outros textos do desafio, “saudade…” se destaca pela execução e não pela ideia.

    De forma hábil, o autor consegue criar empatia, criando imagens universais como “eu costumava sorrir quando estávamos todos sentados à mesa, unidos como uma verdadeira família”

    O final não surpreende, mas emociona. Impossível não imaginar algum ente querido a espera de uma visita. De quebra, ainda nos leva a pensar na efemeridade da vida e na importância dos pequenos/habituais, encontros familiares.

    Parabéns e boa sorte!

  8. Fil Felix
    28 de janeiro de 2016

    A escrita está muito boa, a leitura é gostosa e não trava. Bem desenvolvida. Mas acho que faltou uma sustança. A história é bonita, fala sobre saudade, talvez sobre abandono, mas não vai além. Não há espaço para uma subtrama, um questionamento, algo que leve o leitor a outro lugar. Ficando um relato bonito, apenas. Infelizmente.

  9. Wilson Barros Júnior
    28 de janeiro de 2016

    Muito poético e melancólico, uma espécie de auto-elegia. Provoca sentimentos nostálgicos, evoca alguma coisa feita de ausências. Uma bela e original homenagem à saudade, um sentimento mais generoso até que o amor, pois nada pede, nada exige, apenas sentimos. Muito legal o ponto de vista do “de saudosa memória”.

  10. mkalves
    28 de janeiro de 2016

    Não encontrei propriamente uma história. Parece um trecho de crônica tratando da morte e de encontros que possam ocorrer depois dela. Talvez eu seja muito apegada a fórmulas, mas conto (macro ou micro) para mim tem de ter algum conflito, algum fato peculiar.

  11. Renato Silva
    28 de janeiro de 2016

    Texto curto, simples, bacaninha. Sob a ótica da pessoa que morreu e (pelo que parece) mora no cemitério, aguardando visitas.

    Penso que você poderia ter inserido mais algumas palavras, deixando o micro conto mais denso.

    Boa sorte.

  12. Jowilton Amaral da Costa
    27 de janeiro de 2016

    Um conto com tom fantástico, talvez, numa estrutura maior, me agradasse mais, assim, com tão poucas palavras, não me emocionou o suficiente.

  13. Daniel Reis
    26 de janeiro de 2016

    Saudade, palavra triste (Solitário)

    Olá, Solitário! Aqui vai o comentário:

    TEMÁTICA: temática interessante, a tristeza e a saudade pela separação, particularmente acho bastante rica. Só me pareceu que a foto escolhida entregou do que se tratava, muito cedo.

    TÉCNICA: o ponto de vista da saudade, ao invés de quem ficou, ser de quem já foi, é interessante. Mas, a meu ver, foi apenas esboçado como um comentário ou uma cena avulsa, sem clímax. Vários textos desse desafio tiveram essa mesma característica, talvez pela limitação do número de palavras.

    TRANSCENDÊNCIA: particularmente, o texto não me trouxe nenhuma epifania ou descoberta. Isso é um critério bem subjetivo, mas que acho que a maioria busca em uma história. Boa sorte!

  14. Swylmar Ferreira
    26 de janeiro de 2016

    Enredo simples denunciado pela imagem. Me pareceu faltar um fim mais elaborado.
    Boa sorte.

  15. vitormcleite
    25 de janeiro de 2016

    olá, texto bem construído e bem escrito, foi pena não haver nada de surpreendente, talvez alguma “surrealidade” sei lá, para mexer com o leitor. Parece-me um texto de alguém que sabe escrever e não arrisca. Perde o medo isto que nos mostras sabes fazer de olhos fechados agora procura a eternidade. parabéns mas não te fique por aqui, força e boa sorte

  16. Elicio Santos
    25 de janeiro de 2016

    Não apresenta a estrutura proposta ao desafio. O relato mais parece uma carta saudosa redigida em prosa poética. Não gostei.

  17. Cilas Medi
    24 de janeiro de 2016

    Um enterrado com lembranças e visitas. Bom conto, mas não me emocionou.

  18. Andre Luiz
    24 de janeiro de 2016

    Por mais que seu enredo tenha sido simples, e a imagem tenha denunciado seu conto, eu acabei gostando da surpresa ao final. A ideia de criar um narrador que confunde o leitor é muito interessante, e você soube utilizá-la muito bem. Se não fosse a imagem, eu realmente teria me espantado. O nome também é muito bom, pois completa todo o sentido do conto. Boa sorte!

  19. Leonardo Jardim
    23 de janeiro de 2016

    Minhas impressões de cada aspecto do conto antes de ler os demais comentários:

    📜 História (⭐▫▫): é bem simples: um defunto/fantasma que se sente solitário e recebe visitas esporádicas. Acho que faltou alguma coisa a mais.

    📝 Técnica (⭐⭐▫): boa, não vi problemas.

    💡 Criatividade (⭐⭐▫): tem seu viés criativo, embora seja um tema comum.

    🎭 Impacto (⭐▫▫): a imagem que ilustra o conto entregou quem era o narrador. Talvez o texto ficasse melhor se descobríssemos que era um morto apenas na parte das velas…

  20. Simoni Dário
    23 de janeiro de 2016

    O texto é tocante e bem escrito, transmite com competência o quadro de solidão. Entendi tratar-se de um ente querido falecido, narrando o texto, pela foto, o que não me incomodou aqui. É uma narrativa ousada essa vinda do além, porque me arrepiei com a leitura, não por entender tratar-se de fantasmas ou morbidades outras, mas porque a leitura fluiu tão natural que chegou a emocionar. Gostei. Parabéns!
    Boa sorte!

  21. Catarina
    23 de janeiro de 2016

    O INÍCIO estaria interessante se o título e a ilustração não tivesse estragado a única TRAMA. FILTRO foi muito radical, cortou tanto que tirou a emoção. Não sei é uma questão de ESTILO, mas o PERSONAGEM ficou “sem sal”. FIM seria belo se não houvesse o problema do começo.

  22. Marina
    23 de janeiro de 2016

    Gosto do teor melancólico da narrativa. Sem alarmes e sem surpresas, mas lindo. Ótimo conto.

  23. Antonio Stegues Batista
    22 de janeiro de 2016

    Me lembrei de um conto muito antigo; “o homem que pedia visitas”. O seu conto seria melhor se fosse maior, com a historia e os dramas dos que o visitam.

  24. Pedro Henrique Cezar
    22 de janeiro de 2016

    Um bom conto, sem surpresas. Analisa através da visão do morto ao ser visitado pelos seus entes queridos. Uma visão que eu aprecio muito. Parabéns!

  25. Anorkinda Neide
    21 de janeiro de 2016

    Pra mim, a imagem deu outro efeito, imaginei q era a estátua q falava! kkk
    Seria legal!
    Gosto de historias de fantasmas, mas esta tua alma está muito simplista, poderiam ter outras reflexões ou a narração de algum acontecimento no cemitério para dar vida ao conto, vc tinha mais espaço.
    Abraço

  26. Gustavo Castro Araujo
    20 de janeiro de 2016

    O conto é muito bonito, mas a imagem entregou totalmente o fim. Spoiler total. Li já sabendo que se tratava de alguém que morreu. Uma pena. Do contrário, creio que teria apreciado mais. De todo modo, parabéns pelo texto.

  27. Evandro Furtado
    20 de janeiro de 2016

    Fluídez – 10/10 – texto bem escrito, sem dúvidas;
    Estilo – 10/10 – da próxima vez dá pra ser um pouco menos melancólico, não tem sido fácil pra ninguém;
    Verossimilhança – 10/10 – é a velha piada: eu não acredito nos mortos, eles são muito mentirosos;
    Efeito Catártico – 8/10 – fun fact: saudade é uma palavras exclusiva da língua portuguesa, não existe tradução para nenhuma outra língua. Quanto ao texto, bem, eu consegui descobrir que estava falando desde a imagem.

  28. Daniel
    20 de janeiro de 2016

    Gostei bastante! O texto ficou mais curto do que as 150 palavras, mas o título, o codinome do autor (ou autora) e até mesmo a foto serviram para complementá-lo. Bela escrita também, está de parabéns!

  29. Pedro Luna
    19 de janeiro de 2016

    Eu gostei. Achei que o título casou perfeitamente com o texto. Muito simples, fala de saudade, e é isso. Talvez não venha a ficar nos meus favoritos por esse mesmo motivo, já que é simples demais. Porém, digo que gostei e deu sim uma sensaçãozinha triste ao ler. Parabéns.

  30. Thata Pereira
    19 de janeiro de 2016

    A escrita é majestosamente linda, mas a história não me empolgou. Fiquei me perguntando se era uma alma comum, a morte, ou sei lá… acho que por estarmos dialogando diretamente com esse ser, e apenas com ele, gostaria de saber mais sobre o que era…

    Boa sorte!

  31. Murim
    18 de janeiro de 2016

    Um bom enredo, simples, sem grandes pretensões, mas bem executado. Os pontos negativos são a imagem, que parece um monumento fúnebre e entrega o final do conto, e o título, que é simplório demais.

  32. Leda Spenassatto
    18 de janeiro de 2016

    Eu espera mais, achei fraco o desenvolvimento, sem impacto ou emoção
    Poderias usar as palavras que ainda lhe restavam para abrir outras vertentes ao final.

  33. Rubem Cabral
    18 de janeiro de 2016

    Olá.

    Um bom conto, embora a imagem escolhida já tenha sido um pequeno “spoiler” sobre a natureza ou estado do narrador.

    O enredo é simples, mas achei que o resultado foi bom.

    Abraços e boa sorte.

  34. Davenir Viganon
    18 de janeiro de 2016

    Gostei da ideia do narrador já morto. Não é uma revelação muito surpreendente para mim, mas foi bem foi executado. A primeira frase é muito bonita, quando o conto é relido.

  35. Kleber
    18 de janeiro de 2016

    Olá, amigo Solitário!

    Um conto não exatamente primorosamente estruturado, porém isto é até compreensível dados os limites impostos. Achei uma ideia original. E a palavra saudade muito bem colocada, pois é o tema central. Também gostei da forma como o primeiro parágrafo nada revela sobre a real natureza do seu narrador.

    Sucesso no desafio!

  36. Bia
    18 de janeiro de 2016

    Não consegui me empolgar. Achei interessante a ideia, mas faltou um desenvolvimento que trouxesse um “algo a mais”, principalmente no segundo parágrafo, que foi a parte que me desanimou mesmo, enquanto no primeiro bloco eu ainda esperava por algo. O segundo (e último) parágrafo poderia ter ajudado nesse sentido. Dessa forma, não consegui nem delinear quem é essa personagem. Havia espaço para mais, a escrita é boa, flui e é bem convidativa.

  37. Sidney Muniz
    17 de janeiro de 2016

    Um ótimo microconto, mas que simples demais, não traz o novo e não empolga o bastante.

    Ainda assim é um ótimo trabalho e que merece elogios pela condução e aposta do autor!

    Parabéns e boa sorte no desafio!

  38. Sidney Rocha
    16 de janeiro de 2016

    Li duas vezes e, na segunda, me emocionei. Senti a solidão e achei bem mórbido. Acho que você conseguiu usar bem as palavras, com o espaço reduzido, para contar e passar sua mensagem. Gostei bastante.

  39. Fabio Baptista
    16 de janeiro de 2016

    Usou, muito bem na minha opinião, o artifício da revelação da natureza do narrador para causar o impacto que, também na minha modesta opinião, um microconto precisa para obter sucesso.

    A qualidade da narrativa conseguiu dar o toque mórbido que a trama precisava para convencer.

    Muito bom!

    Abraço.

  40. Ricardo de Lohem
    16 de janeiro de 2016

    Microconto meio mórbido, sem enredo, mas capaz de causar uma impressão de angústia e tristeza. Não gosto de histórias de fantasmas, mas admiro sua habilidade com o tema. Bom texto, Boa Sorte.

  41. Amanda Leonardi
    16 de janeiro de 2016

    Gostei do conto, uma narrativa bem construída, a ideia é interessante. Porém, realmente ele teria mais efeito sem a imagem, que entrega o final.

  42. Rogério Germani
    16 de janeiro de 2016

    Não há uma trama impactante, apenas uma reflexão sobre a saudade em tom poético.

  43. Bruno Eleres
    15 de janeiro de 2016

    Gosto do tom melancólico do tema que você abordou, em especial o contentamento leve no primeiro parágrafo. Achei a construção do segundo parágrafo com “poetizações” desnecessárias (ou fracas; lágrimas sobre a terra) e que poderia ser um parágrafo com maior impacto.

  44. Laís Helena
    15 de janeiro de 2016

    Achei que o conto não causou muito impacto. Está bem escrito, sem problemas na revisão, mas não trouxe nenhuma surpresa: assim que li o primeiro parágrafo, já imaginei o que vinha a seguir.

    Não tenho nada contra o tema abordado, pelo contrário: a contraposição entre vida e morte pode render muitas histórias interessantes, só esperava que o texto tomasse um caminho mais inesperado.

  45. mariasantino1
    15 de janeiro de 2016

    Oi, como vai?

    O destaque maior do texto foi a carga sentimental que você deu a ele. Se imagina o cenário e se sente a saudade, embora o espaço seja pouco utilizado (cabia mais). O narrador personagem é mostrado de uma forma anêmica e sinto que faltou mais de força para a ideia brilhar um pouco mais, mas a escolha das palavras faz a narrativa ser simples, clara, reta e ter um ar de paz, combinando com a proposta do narrador ser quem é.

    Boa sorte no desafio.

  46. Arthur Zopellaro
    14 de janeiro de 2016

    Sua escrita é muito boa mas a leitura foi um pouco difícil. Tive que reler pra absorver a essência do texto.
    Gostei bastante do parágrafo final, entendo muito bem essas emoções :/

    Boa sorte!

  47. Letícia Rodrigues
    14 de janeiro de 2016

    Interpretei seu texto como algo mais espiritual. Espero não ter me enganado. Um fantasma habitante de um cemitério cujo maior sentimento é a saudade: a ideia até é boa. Achei um conto geral demais, e sem desenvolvimento de personagem ou de história. Não transmitiu muita emoção.
    Boa Sorte.

  48. Daniel Vianna
    14 de janeiro de 2016

    O texto fala sobre a nostalgia, dos momentos passados (e que não voltarão jamais), e da alegria de um reencontro, numa visita. É tocante, de certo modo. A linguagem empregada é bem adequada e coube bem em um miniconto. Parabéns e boa sorte.

  49. Matheus Pacheco
    14 de janeiro de 2016

    Bom texto, sem palavras difíceis para representar algo que todos sentem.

  50. Heloá Magalhães
    14 de janeiro de 2016

    Caro senhor Solitário,

    A sua escrita está bem ordinária, porém concisa. Palavras simples fazem um belo enredo, confesso que gostei muito do tema abordado.
    Porém faltou emoção, em um cemitério o clima pode parecer ameno ou demasiadamente melancólico, porém é um local em que muitas histórias se guardam, histórias infindáveis, portanto o principal aspecto não foi trabalhado, entretanto em 150 palavras realmente é difícil fazer isso.
    Minha opinião: a ideia é muito boa, porém só vejo o esqueleto da história, é preciso preenchê-lo e fazê-lo pulsar.
    Parabéns e boa sorte!!

  51. Claudia Roberta Angst
    14 de janeiro de 2016

    A imagem já apresenta a ideia de algo relacionado a cemitério. As palavras empregadas dão ao conto um tom melancólico que combina muito bem com o tema desenvolvido. Uma narrativa triste, sensível, que envolve o leitor em poucos segundos. Boa sorte!

  52. Marcelo Porto
    14 de janeiro de 2016

    Precisei de uma segunda leitura para desvendar o conto.

    Na primeira leitura não gostei, na segunda fiquei em dúvida, na terceira achei o máximo.

    Não faz o meu estilo, mas a sensibilidade do autor(a) me conquistou.

    Bom conto. Já está no páreo.

  53. Piscies
    14 de janeiro de 2016

    A imagem do conto acabou denunciando antes da hora o impacto que ele deveria exercer em mim. De qualquer forma, a ideia é forte, e muito bem colocada em palavras. O sentimento de ansiedade passado no início do conto e a sensação de tristeza e a saudade que fica no final são muito bem colocados. Meu coração ficou um pouquinho mais pesado após esta leitura.

    Parabéns!

  54. Brian Oliveira Lancaster
    14 de janeiro de 2016

    BODE (Base, Ortografia, Desenvolvimento, Essência)

    B: Melancolia sempre me cativa, apesar de não ficar claro quem é o protagonista. Na segunda leitura, captei o cenário sepulcral. – 8
    O: Bem escrito e competente em transmitir as emoções. – 9
    D: Utilizou menos do que poderia, o que deixou uma sensação de desabafo, e não conto. Talvez o autor quisesse se aproximar do estilo crônica. Neste caso foi bem sucedido. – 8
    E: Transmite tristeza e outras sensações em um curto espaço de tempo. Poderia se alongar um pouquinho mais, pois faltou a chama que cria a conexão imediata. Gostei mesmo assim. – 8

  55. Jef Lemos
    14 de janeiro de 2016

    Olá, Solitário.

    Seu conto é simples e tem a intenção de tocar. Apesar de bem escrito, acredito que não tocou muito pelo fato das poucas palavras. O tema é bom, só precisa de mais espaço.

    De qualquer forma, parabéns!

    Boa sorte!

  56. Eduardo Selga
    14 de janeiro de 2016

    A SAUDADE DE ESTAR VIVO

    A viga mestra do conto está na surpresa de vermos que, ao fim, o narrador é o espírito de um defunto, que narra as visitas que seu corpo e sua memória recebem no cemitério.

    Não é exatamente original, mas chama a atenção a cuidadosa escolha de palavras no primeiro parágrafo. Nele não há nada que sugira tratar-se o ambiente de um cemitério. Ao contrário, por estar no presente, a narração nos induz a crer tratar-se de um ambiente doméstico. Mesmo o trecho “[…]eu costumava sorrir quando estávamos todos sentados à mesa […]”, no pretérito imperfeito, não quebra essa impressão: é como se o narrador-personagem, estando no presente se lembrasse do passado.

    A saudade de um tempo em que o narrador estava vivo é o tom do conto. Tom que no início já não é alegre, mas que vai escurecendo rapidamente. Se parece muito alegre no começo é porque pensamos ser, como disse, uma cena doméstica. Mas depois temos contato com a irrevogável tristeza da alma.

  57. Renata Rothstein
    14 de janeiro de 2016

    Bem, eu pude sentir cada linha e intuir através das palavras as emoções contidas em cada entrelinha do conto, um tema profundo, e que certamente pode render um belíssimo conto, com mais palavras.

  58. Miguel Bernardi
    14 de janeiro de 2016

    E ai, Solitário. Tudo bem?

    Gostei do que vi… pensei em abordar o mesmo tema nesse desafio, mas não segui em frente. O que me chamou atenção, aqui, foi a abordagem que fez sobre o conto. A perspectiva. Ponto pro conto, então.
    A emoção criada (sim, creio que foi criada) não foi tão grande a ponto de me cativar (opinião minha), mas entendo a limitação: 150 palavras, como o José disse, é pouco espaço.
    O que caiu bem mesmo foi o sentimento de solidão que passou, a nostalgia de relembrar o passado.

    Grande sorte no desafio.

  59. José Leonardo
    14 de janeiro de 2016

    Olá, Solitário.

    Seu estilo é simples e pontual (quanto ao sentimento que se criou), mas propostas com limite tão exíguo não costumam favorecer em temas como o seu, em que se deve criar certa atmosfera, fundir a palavra em si com seu correspondente real (algo como o que Graciliano Ramos fez em “Vidas secas” e só cito para exemplificar, pois lá a emoção/sensação é diferente). Suscitar emoção em 150 palavras é bem difícil. Mas persista que você chega lá.

    Sucesso neste desafio.

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Informação

Publicado às 13 de janeiro de 2016 por em Micro Contos e marcado .