EntreContos

Literatura que desafia.

Identidade (Fabio Almeida)

nazi and trees

Jared Fell não aparentava ser um homem soturno. Em todo o material que me ia chegando às mãos, o inglês possuía qualidades de sensual, de bom traço e língua ardente, prestado em demasia para piadas e cujos passos, embora os agressivos modos sociais, eram autênticos lampejos de inteligência. Reconhece-se sempre o génio de certos homens pela facilidade com que mantêm determinadas reputações; ou pela destreza –motivada, é certo, pelas mais erráticas premonições – com que parecem deambular, altivos e transbordantes de certeza, nas mais recônditas áreas da imaginação. Jared era, todavia, um génio incomum.
Era dotado de um certo charme clássico, tão aprimorado quanto o gosto que desenvolvera pela roupa que usava. A gravata, de tão cerimonial  e desconfortável presença, sucedia logo abaixo do queixo com natural ergonomia, como se o seu pescoço fosse preparado de berço para acolher semelhantes preparos. Claro está que, contudo fosse homem de bom prezo, a agradabilidade da sua companhia provinha, em grande parte, da facilidade com que o seu olho brilhava, já dotado de certa eloquência, e da articulação das suas palavras, libertas do limite vulgar do conhecimento para o encanto de quem o ouvisse. Fossem festas ou reuniões, a voz engrossada de Jared submetia todas as outras; enaltecia certos valores proverbiais de língua, como a certeza do elogio ou a esvanecida qualidade da ironia; e nisto se regozijavam os ouvidos alheios, sorvendo cada sílaba, sorrindo quando Jared sorria. Por vezes, já terminadas conversas, os seus ouvintes pareciam ter dificuldade em abandonar a órbita do génio e gesticulavam em demasia, bebiam mais goles sem necessidade – tudo porque, conquanto homens charmosos sejam díficeis de encontrar, a inata graciosidade de Jared Fell tornava qualquer procura despropositada.
Foi neste preâmbulo que me foi dado a conhecer este brilhante médico do Hospital External.

Porém, como todas as coisas efémeras, a notoriedade de Jared esmoreceu quando, por impulso próprio, me dispus a procurá-lo. Eu, Wilheim Brusch, oficial da Gestapo.

Fi-lo durante uma tarde de Outubro. As folhas revolviam no chão, tocadas a certos ventos de este num rubor acobreado e próprio do Outono. A luz evanescente do horinzonte mostrava já sinais de cansaço, breve modéstia das estações frias onde até o clima parece sofrer com a gente; e, no mesmo encadeamento luminoso, os tijolos da fachada do External pareciam sangrar, expelir o mais grotesco dos tormentos.
A toda a volta, um jardim circundava o edifício principal indo até lá longe onde terminava a avenida junto ao bloco pediátrico. Era todo em cedros altos e contorcidos, já muito velhos, quase ancestrais. O cedro sempre foi a minha árvore predileta, especialmente ali  onde todo o verde desfalecera, definhara em tonalidades enfraquecidas, como se as mil doenças do Hospital tivessem contagiado até a botânica própria dos jardins.
– Quanto tempo, Herr Brusch? – perguntou o recruta, depois de me largar na berma.

– Não me demorarei mais de duas horas – respondi, sem nunca desprender os olhos do bloco principal.

– Duas horas. – e arrancou.

E depois, com uma mão no casaco e outra segurando o chapéu, em passo largo, enquanto no céu os laranjas se tornavam vermelhos e roxos – subi os três degraus da entrada e empurrei a porta. “Bem-vindo”, estava escrito. Lá dentro não havia movimento.

A estranha sensação do estático tem este lado oculto de matéria. Quem dorme, quem morre, quem ainda não nasceu, todos acrescentam um valor impeditivo de experiência, esta certa e fulminante certeza de que, ao contrário de tudo o resto que vive, o mundo sem eles ficaria exatamente igual. Indiferente.
Mas um prédio, por mais alvadias que sejam as paredes, por maiores os frescores surripiantes das janelas – um prédio onde não haja nada que mexa é tão frio que desperta até no mais valente dos homens as maiores fragilidades. Prédios vazios parecem trazer a iminência do terror.

Depois, há os hospitais.

Quando entrei, não pude deixar de respirar mais rápido. O meu coração acelerou perante a completa desertificação de todo o edifício; aliviei os pés procurando não perturbar o silêncio. Em cada corredor as macas abandonavam-se em desalinho sob a luz esbranquiçada, desmaiante, das lâmpadas acima. As enfermarias padeciam do mesmo caos, com restos de lençóis ainda marcados de presença humana, caídos e espalhados pelo chão. Todos os medicamentos, à primeira vista, pareciam ter sido roubados. Nada sobrava, portanto, do External senão as paredes e a melancólica nostalgia que se supõe existir em tais lugares: onde vidas foram salvas e outras, com a mesma indiferença de número, pereceram.

O meu telemóvel toca. As paredes pareceram reverberar perante a súbita quebra do silêncio.

– Sim? – digo.

– Senhor Wilheim?

– Correto. Quem fala?

– Bom, uma vez que se encontra no interior, sugiro que se disponha a percorrer um pouco mais o atual corredor – eu estava, neste momento, no terceiro piso da ala psiquiátrica.
– Senhor Fell? – perguntei, a minha voz trémula de confusão.

Do outro lado ouço um respirar lentificado, como quem desenterra o alento.

– Sim – diz-me a voz, com aparente solenidade – Bem vindo ao External.

Jared Fell encontrava-se na penúltima enfermaria. O caos dos pisos subjacentes atenuara-se por aqueles lados. As macas alongavam-se nos seus devidos lugares, os móveis, antes esvaziados, mantinham o respeito das medicações – e a fosforescência hospitalar substituía-se, à medida que os meus passos se aproximavam da enfermaria, numa sombria claridade, interrompida pelos sempre dardejantes quadros de outrora pacientes e outrora cuidadores. O telemóvel permaneceu na minha mão.

– Antes de entrar – disse Jared de dentro da enfermaria assim que me ouviu aproximar – Pretendo que me prometa algo.

– O quê?

– O senhor Wilheim entra, nós conversamos e o senhor Wilheim sai. Mantemos uma distância de dois metros entre nós e, qualquer que seja a razão, nunca nos tocamos. Parece-lhe bem?

Ao meu lado, um quadro pendia em oblíquo. Tinha uma suástica mergulhada no vinho de um odre; um homem bebia-o; o homem era gordo e vestia a bandeira de Inglaterra. Olhei o quadro, sorri em surdina e concordei.

– Muito bem então. – disse ele do outro lado – Entre.

E eu entrei.

Jared e as suas afamadas nuances de intelecto, tão prodigiosas como evidentes, eram ali como um fumo do que eu dele soubera. O homem jazia numa cadeira, mirrado de braços e de pernas, fitando-me atrás de um sorriso meio moribundo. Vestia qualquer trapo menor, desses que fazem as vezes da roupa decente, todo esverdeado e falhando em cobrir os braços e os joelhos. Estava descalço, uma ruína.  E tinha uma corda ao redor do pescoço.

– Receio que estas não sejam as condições ideiais para um encontro entre dois senhores de cortesia – diz ele, a sua voz como que um som que saí do fundo da terra – Mas sugiro que ultrapassemos os choques iniciais e que sejamos diretos no…bem, nos assuntos.

Recordo-me da secura, essa tenebrosa sensação que reduz a boca a jugos tão irredutíveis como os dos  desertos. Tive dificuldade em engolir.

–  No entanto, e porque aqui se encontra presente – continuou Jared – talvez não fosse de mau gosto perguntar ao senhor Wilhelm o porquê. Porque veio até ao Hospital External?

Fiz o meu melhor, com as honras do símbolo que trazia ao braço, de atribuir as melhores índoles à visita.

– O Líder tem ganho crescente interesse nos seus métodos. Existe um grande consenso entre os meus superiores sobre a forma intrigante com que lida com os seus pacientes. O Führer, portanto, deseja saber mais sobre o assunto.

– “Os seus superiores”, “o Líder”… Tanta gente interessada na minha humilde existência – Jared inclina-se, tosse durante uns segundos e recomeça – Mas não estou senão intrigado. Nenhum oficial da Gestapo se desloca onde quer que seja sem ter, no mínimo, algumas certezas asseguradas.

O inglês, definhado quase numa carcaça, olha-me com especial veemência. Os seus olhos, duas grotescas esferas enfiadas dentro de uma face seca; as peles rogando por humidade.
– Concordo. – disse-lhe – A certeza de não morrer…

– …e a certeza de conseguir o que quer. – ele termina – Diga-me, meu caro Wilheim, que medidas tomou para garantir que esta sua visita corria de acordo com a vontade do Führer?
Menti:

– O edíficio está armadilhado. A cidade foi evacuada. Resta o senhor – olho para a corda em redor do seu pescoço – em aparente suicídio. E sabendo o contacto de um oficial da Gestapo…

– Quer-me perguntar então como é possível? Pois como será possível que um médico outrora vigoroso, arguto e reputado tenha, a certo ponto, decaído tanto que se possa suicidar? Ou deverei dizer, tal como o entendo na sua cara, como se explicará que este desafortunado saiba o seu nome, o seu contacto, sem no entanto ter havido qualquer apresentação? Percebo a sua dúvida, caro Wilheim, e a sua preocupação. Mas antes disso, queira ter a bondade de me ouvir.

A minha paciência esgotava-se mas havia no homem um qualquer fascínio, uma sombra de algo maior. Eu tinha de o saber.

– Só estou de ouvidos.

– Pois bem, então – disse Jared, num tom que sugeria o ínicio de uma epopeia – despreocupemo-nos.

“O External, no início das minhas experiências, não passava de uma espelunca, um laboratório singular. Foi nele, admito, muito embora ninguém o lembre, que construí os primeiros esboços. A sombra do Reich subia para lá do mar nesses dias, de maneira que as minhas iniquidades foram sendo, digamos, cobertas por essa Estrela que o meu caro enverga no braço.

“Enquanto os tiros ecoavam na distância, a minha necessidade de matéria-prima tomava proporções gargantuanas. Então veio a mim uma ideia genial: trazer, claro está, os judeus. E os doentes psiquiátricos. E os velhos. E a escumalha toda que parecia nascer em solo alemão. Trazê-la toda para cá para que, quando cá chegasse, um grande e honrado hospital os recebesse a todos. Eu, risonho e galante como outrora era, dando as boas vindas.

“Dois anos e já tinha os primeiros esboços; quatro e já conseguia a ligação; mais três e o sujeito já apresentava noções motoras; enfim, toda uma ciência que crescia. Passados dez anos, consegui. Finalmente, o primeiro sintético.

“  Infelizmente, e porque a ideia de morte sempre aterrorizou os mais fracos, os pacientes desaparecidos começaram a suscitar desconforto. Fui forçado a abandonar o meu investimento no sintético (a que nomeei muito humildemente de S-1) para resolver os problemas sociais. Foi talvez aqui, meu caro Wilheim, que a minha reputação chegou aos ouvidos do Reich: “der Kamerad”, chamavam-me, o “Camarada”. Pedi com muita singeleza a colaboração do Partido em troco apenas de uma coisa. Mas já lá vamos.

“Os pacientes, quais criaturas amorfas, adequavam-se perfeitamente para a experiência. E o S-1 começava a ganhar forma. Não apenas forma física, não era só o crescimento. Desenvolvi-lhe uma matriz psíquica através da conjunção dos vários subconscientes que tinha à disposição: velhos, judeus, maníacos, etc. Confesso que, no princípio, receei pelo falhanço da construção da consciência no S-1. Seriam dez anos – mais, até – atirados para o lixo. No entanto, para regozijo da minha alma científica, resultou. O S-1, depois de um minuto de contemplação e olhando para mim diz: Boa tarde, Senhor Fell.

“ Desenvolvera os gostos e os dissabores dos subconscientes que o formaram mas, ainda assim, havia nele qualquer coisa de único. Qualquer coisa de…especial. As memórias, todas dissidentes umas das outras, formavam nele uma infância absolutamente peculiar: negra e dócil, violenta e amorosa, ríspida e suave.

“ Foi então, meu caro Wilheim, que por uma ocasião de inverno, estando eu e o S-1 nos jardins, ele se virou para mim e disse com a maior das simplicidades: Senhor Fell, o senhor chama-me de S-1, o meu pai chamava-me de William, a minha mãe de Brandon. Sinto que algo falta em mim. Como aquele cedro, falta-lhe algo. “Sim”, respondi-lhe, “a identidade”

Jared Fell olha para mim. Fecha os olhos. Diz:

– “Wilheim Brusch. Esse será o teu nome.”

Eu não respondi; ele continuou.

– Eis o que ofereci ao Reich: tu.

Silêncio.

Mais silêncio. Depois digo:

– Parabéns.

Então, numa atitude mecânica, benevolente, quase altruísta – dei-lhe um tiro na cabeça.

E nunca ninguém soube…

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48 comentários em “Identidade (Fabio Almeida)

  1. Marcel
    11 de agosto de 2015

    Gostei dos diálogos e da trama, Nazi, muito bom mesmo 🙂 Excelente a parte em que o Jared entra no prédio, ouvindo e obedecendo à voz. E o final é mais legal ainda, ficou aquela coisa vaga… É um conto bem escrito e tem boas chances no Desafio. parabéns 🙂

  2. Marcellus
    11 de agosto de 2015

    Sem catar defeitos, desta vez: custei a engrenar no conto, já pensava em desistir quando lá pelo meio a coisa começou a ficar interessante. E, por sorte, perseverei. Apesar de pecar pelo excesso, no geral é um bom texto, com história interessante. Boa sorte ao autor!

  3. Bia Machado (@euBiaMachado)
    11 de agosto de 2015

    O autor/A autora é português(a), não tem como disfarçar, rs. Gostei do desenvolvimento, o narrador é firme, seguro, foge ao comum do que foi postado aqui. Só achei um tantinho descritivo, mas tudo bem! Gostei muito!

  4. William de Oliveira
    11 de agosto de 2015

    Legal o conto. Fugiu do comum, inclusive… parece que foi escrito por um português.

  5. Renato Silva
    11 de agosto de 2015

    Olá.

    Conto bem escrito, você sabe como trabalhar as palavras. As descrições são minuciosas e insere o leitor cenário sombrio onde transcorre a estória. Há profundidade nos personagens e os diálogos foram bem construídos. Gostei bastante da ideia que você teve de ambientar durante a Segunda Guerra Mundial, pois a maioria dos contos deste desafio passam em tempo futuro.

    Boa sorte

  6. Wilson Barros Júnior
    11 de agosto de 2015

    O primeiro conto de guerra. A guerra é um terreno fértil para a ficção. Muitos contos já foram escritos sobre nazistas ocultos no centro da terá, na Antártida, etc. E é sempre interessante, apesar de tender meio para o lado horror. A verdade é que todo mundo gostaria que Hitler tivesse sido apanhado vivo, para ser julgado, e morto como no conto. Uma boa ideia, parabéns.

  7. Gustavo Castro Araujo
    11 de agosto de 2015

    Rapaz, essa é o tipo de conto que dá prazer em ler. Cada linha, cada palavra parece ter sido pensada de forma cuidadosa a fornecer ao leitor um ritmo e uma cadência hipnótica. A descrição de Jared, no primeiro parágrafo, foi uma das melhores coisas que já li por aqui. Que texto, meu amigo, que texto! Sorvi cada detalhe desse sotaque lusitano, deixando as palavras pouco usuais deste lado do Atlântico me atingirem em cheio. Sim, eu preciso incorporá-las ao meu vocabulário! E o conto? Uma história envolvente, mui interessante! A descrição do prédio vazio, do hospital abandonado… Excelente! E a revelação no fim? Criatura dando cabo do criador! Por essa eu não esperava. Talvez devesse esperar, mas estava tão admirado com a construção do texto que não fui capaz de antecipar mais nada. Enfim, um dos melhores textos deste desafio, sem a menor dúvida. Parabéns pelo excelente trabalho!

    Nota: 10

  8. Pedro Luna
    11 de agosto de 2015

    Massa. William era a criação. O final não ficou abrupto pois o autor conseguiu passar a surpresa que queria. A escrita é muito boa, e achei bacana que o autor ficou com um pé no erudito e com o outro no popular. O resultado ficou bacana: um texto bem escrito, com um diálogo que intriga e uma surpresa ao fim. Só diminuiria um pouco as descrições, que apesar de bem feitas, travaram um pouco o texto curto.

  9. Luan do Nascimento Corrêa
    11 de agosto de 2015

    → Avaliação Geral: 9/10

    → Criatividade: 10/10 – Uma ideia comum, mas bem desenvolvida.

    → Enredo: 8/10 – É uma história de qualidade, que envolve e surpreende. Gostei muito, porém me senti lendo mais uma daquelas histórias em que o personagem principal no fim descobre ser algo – o assassino, um androide, um vampiro….

    → Técnica: 8/10 – Uma mistura de “escrito com excelência” e “quê?”. Porém, tenho a impressão de que o problema sou eu, então não descontei muito.

    → Adequação ao tema: 10/10 – O conto se enquadra em steampunk, que é sem dúvida um gênero de ficção científica.

  10. Kleber
    11 de agosto de 2015

    Surpreendente.

    Texto fluido, intrigante e emblemático. Experimentos nazis. Bom tema para ficção científica.

    Muito bom.

  11. Fil Felix
    11 de agosto de 2015

    Devido ao idioma, senti a leitura um pouco difícil. A ideia do Frankenstein com o nazismo ficou legal, mas não foi nada que eles nao tentaram fazer (apesar que nesse caso houve sucesso), então não achei tão diferente assim. O final ficou bom, com um twist legal, mas mesmo assim senti que faltou algo. Não entendi o celular no meio da historia ou a parte em que diz pra não se tocarem o.O

  12. Fabio D'Oliveira
    11 de agosto de 2015

    Identidade
    O Nazi

    ஒ Habilidade & Talento: O texto é, certamente, bom. A habilidade é boa, mas pode melhorar ainda. É apenas o começo, companheiro! Sobre o talento, bem, muito cedo para falar algo.

    ண Criatividade: Uma realidade alternativa? Não ficou muito claro. Acho que o texto poderia ser melhor desenvolvido. A história, em si, é boa. E o final impressiona. No entanto, não tem brilho algum. Tente trabalhar um pouco em cima disso.

    ٩۶ Tema: Fiquei dividido nisso. A ciência tem presença marcante, mas o texto, em seu resultado final, não tem clima algum de ficção científica.

    இ Egocentrismo: Curti o texto, mesmo não sendo o tipo que me captura com facilidade. Parece que o uso exagerado de frases bonitas é para compensar a falta de conteúdo. Não sei, pode ser impressão minha…

    Ω Final: O Talento ainda não sei, mas a Habilidade brilha na escuridão deixada pela Criatividade. O Tema está presente. E não está. O Egocentrismo não sentiu afinidade, mas não despreza um bom trabalho!

  13. Lucas
    11 de agosto de 2015

    Olá,
    Gostei da linguagem no texto, das descrições e tudo mais. A história é muito interessante e diferente, ela tem bastante potencial. Mas não foi muito bem desenvolvida, o fim deixou a desejar, podia ser melhor.
    Como que o personagem não se lembrava? Por que ele atirou? O que aconteceu com o medico para ele ficar daquele jeito?
    Acho que podia talvez focar um pouco mais na questão dos experimentos do doutor.
    Poderia ser um conto excepcional.
    Parabéns e boa sorte.

  14. Marcos Miasson
    11 de agosto de 2015

    Bom texto e gramatica. Interessante a mistura. Recomendaria apenas economizar nos adjetivos, que as vezes tornam a leitura cansativa. Parabéns e boa sorte!

  15. Laís Helena
    10 de agosto de 2015

    1 – Narrativa, gramática e estrutura (2/4)

    A narrativa, muito floreada em alguns trechos, não flui bem. Algumas frases poderiam ter sido melhor formuladas, e notei alguns problemas na revisão.

    2 – Enredo e personagens (1/3)

    Confesso que fiquei esperando por uma explicação para a existência de celulares/telefones móveis durante a época da segunda guerra, entretanto, não há nenhuma outra indicação de que se trata de história alternativa ou retrofuturismo. Quanto à trama em si, logo que Jared começa a contar a história do S-1, já é possível adiantar que se tratava de Wilheim. Sobraram algumas pontas soltas, também, como por exemplo o fato de Jared estar naquelas condições.

    3 – Criatividade (1/3)

    A ideia do projeto de Jared é interessante, porém, poderia ter sido melhor desenvolvida.

  16. vitormcleite
    10 de agosto de 2015

    História bem contada mas não percebi bem a ficção cientifica. Peço desculpa, problema meu. Penso que esta história pode ser um belo ponto de partida para um desafio maior, não? Parabéns.

  17. Mariza de Campos
    10 de agosto de 2015

    Olá! o//
    O conto tem um bom enredo e, só não me ficou tudo claro, pelo uso das palavras. Faltou certa simplicidade nelas, todas são muito complicadas e cheias, o que torna a leitura mais difícil.
    Gostaria que tivesse dado uma ideia se a história se passa na época nazista da Alemanha ou se é uma história que se passa se a Alemanha tivesse vencido a guerra, isso não foi falado, mas considero algo importante.
    Bom, é isso.
    Abraços! \\o

  18. Thales Soares
    10 de agosto de 2015

    Putz… me desculpe, Nazi. Eu não sou a pessoa mais adequada para avaliar o seu conto.

    Eu reconheço a extrema habilidade do autor desta história. Escrita sublime! Porém, para mim, esse foi o ponto fraco do texto. A escrita ficou tão detalhada, que apagou proporcionando uma leitura pesada e cansativa, e eu detesto contos assim. Sou meio lerdo e pouco habilidoso para leituras desse tipo.

    A história não me impressionou. Não houve nenhum climax na narração, o que, juntando com a leitura pesada, me deixou ainda mais entediado. O final também não me fez sentir aquilo que deveria.

    O conto, como um todo, se destaca pelas habilidades impressionantes do autor, apresentando uma escrita de um verdadeiro expert nesse ramo. Porém, por uma pura questão de gosto pessoal, não me agradou nem um pouco. Se eu pudesse, eu não comentaria este conto… não por repulsão, mas apenas para evitar de desmerecer o trabalho do autor. Por favor, Nazi, entenda que todo o meu comentário foi baseado apenas em meu gosto pessoal, pois é assim que estou fazendo com todos os contos deste desafio. Não sou experiente em avaliar textos, por isso, meu único medidor que está me guiando ao longo desta aventura esta sendo o “gosto” e “não gosto”.

    Seu conto foi taxado por mim como “não gosto”. Mas a nota que te darei não será baixa, para não lhe atrapalhar na competição.

  19. mariasantino1
    9 de agosto de 2015

    Muito bom! Esse foi um dos contos que mais gostei no desafio. Suas descrições cheias de melancolia foram ótimas e os personagens foram tão bem apresentados que fiquei impressionada desse conto ter quase duas mil palavras, parece mais espaço, autor, impressionante de fato. Explicações ágeis e uma baita trama com drama sem pieguismo. A reflexão fica por conta da ciência, ética, essência do ser humano… Um ótimo conto, mesmo. Parabéns!

    Obs: Acho que pela diferença de idioma (português e português de Portugal) apareceram alguns desacertos: génio, dífices, efémeras (todas essas palavras são acentuadas de maneira equivocada no brasilerêis, Hehehe! :\ ). horinzonte (horizonte)… ideiais (ideais)

    Boa sorte no desafio.

    Nota: 10

  20. Cácia Leal
    9 de agosto de 2015

    O conto está muito bem escrito, mas algumas coisas não fecham nele, como por exemplo, Gestapo, período da Segunda Guerra Mundial, celulares… mas de qualquer forma, gostei muito. Precisei voltar algumas vezes, achei a narrativa um pouco confuso. Acho que um texto para ser excelente não precisa ter uma linguagem tão confusa. No entanto, no final, o resultado do seu conto deu certo. Ficou muito bom. O final ficou muito surpreendente.

  21. Andre Luiz
    9 de agosto de 2015

    Apreciei bastante a leitura de seu conto. O tema “nazismo” e “segunda grande guerra” já é o bastante para me interessar. Confesso que fui atraído desde o início pelo nome do texto, o pseudônimo e a imagem como um todo. Perfecto! Gostei de como você desenvolveu a arrogância dos personagens, o tratamento frio entre eles e principalmente o senso de superioridade nazista. O clímax do conto também foi muito bem escrito e pensado mesmo para ampliar a impressão de crueldade que Brusch demostrou durante todo o texto. Parabéns!

  22. Alberto Lima
    9 de agosto de 2015

    Enredo extenso. Talvez tenha abrangido coisas demais. Tornou-se um pouco cansativo quase que no começo. Achei que o conto foi ficando interessante com o surgimento do S-1. Gostei como o desfecho se iniciou e se concluiu. Gostei da narração, mas como disse, seria uma boa ter corrido mais nas ideias, mostrando mais completamente os ideais da história.

  23. Phillip Klem
    8 de agosto de 2015

    Boa noite. Confesso que demorei até a metade do texto para perceber, mas a sua acentuação, seu vocabulário e o estilo tão peculiar que vocês tem de escrever me denunciou sua nacionalidade.
    “Que saudade de ti, ó Portugal.”
    Fui seu conterrâneo por cinco anos e ainda sinto saudades de dizer telemóvel…
    Mas, falando agora do seu texto.
    Foi, sem dúvida alguma, um conto muito bem elaborado e extremamente bem escrito. Você tem um estilo singular e um vocabulário impressionante.
    A estória é envolvente e não esmorece no fim, que é surpreendente, por sinal.
    Meus parabéns por esse conto fantástico meu amigo.
    Boa sorte.

  24. Renan Bernardo
    8 de agosto de 2015

    Olá. A temática é interessante, mesclando a ficção científica com a ficção histórica, mas não gostei muito do excesso de eruditismo no texto, acho que podia ser mais simples. Há palavras realmente escritas de forma bem arcaica como “contacto”. O final também não me agradou muito, acho que ficou um pouco óbvio depois de determinado ponto. Apesar disso, você escreve bem e consegue encadear bem as ideias.

  25. Evandro Furtado
    8 de agosto de 2015

    Tema- 10/10 – adequou-se à proposta;
    Linguagem – 10/10 – não encontrei problemas;
    História – 10/10 – qualquer coisa que envolva nazista é interessante por si só, você melhorou;
    Personagens – 10/10 – complexos elevados à máxima potência;
    Entretenimento – 10/10 – apesar de longo e complexo, é um texto extremamente interessante, com uma trama bem elaborada e diálogos intrigantes;
    Estética – 10/10 – nenhuma surpresa não? Que fantástico. Meus conhecimentos em alemão são pífios, mas me parece que você conseguiu trazer a eloquencia e potencia da língua nessa narrativa em primeira pessoa.

  26. Felipe Moreira
    7 de agosto de 2015

    Caramba, muito bem escrito. A narrativa é muito boa. As descrições precisas, uma abordagem interessante, desde a tensão até o drama no final. O que posso dizer é que também através dos diálogos, o texto sempre esteve amarrado, com a história pronta.

    Parabéns e boa sorte no desafio.

  27. Pedro Teixeira
    7 de agosto de 2015

    Olá autor(a). Um excelente conto, com enredo adequado ao tamanho, diálogos inspirados, descrições fantásticas e personagens muito bem construídos. Excetuando-se um pouquinho de falta de clareza sobre os experimentos, um texto primoroso.

  28. Piscies
    6 de agosto de 2015

    Eita, contaço. Gostei demais, especialmente do português erudito na medida certa para não ser nem enfadonho e nem inconveniente. A leitura é muito bela.

    O enredo também é mui belo. Gostei da conclusão súbita, e de como fui conduzido até ela. Um dos melhores contos do certame.

    Parabéns!

    PS: só notei uma leve confusão no tempo da narrativa. Pretérito e presente se misturam um bocado por aqui.

  29. catarinacunha2015
    6 de agosto de 2015

    TÍTULO intrigante, só no fim entendemos.
    TEMA. Quase uma reedição, versão nazista, do clássico Frankenstein, do romance de Mary Shelley. Acredito que um dos primeiros FC.
    FLUXO. O uso do português antigo com a linguagem clássica europeia deu um charme à narrativa. Será que o Entre Contos cruzou os mares e temos um estrangeiro por aqui ou foi brasileiro usando o vocabulário da época dos nazistas? Em breve saberemos.
    TRAMA ficou interessante. A referência ao verdadeiro membro da SS Wilheim Brusch criou uma áurea tensa.
    FINAL perfeito para os padrões da 2ª Guerra Mundial.

  30. Tiago Volpato
    5 de agosto de 2015

    O maior problema do texto é a linguagem, não é uma linguagem com a qual estou acostumado, então a leitura se tornou um pouco difícil o que tirou o prazer do texto. O enredo é interessante, mas achei que você perdeu muito tempo com coisas pouco interessantes, e a minha falta de compreensão com o que você queria dizer com algumas frases deixou monótono a leitura.
    A experiência e a revelação de que o personagem principal é essa criatura é bem interessante, mas eu não consegui me conectar com o pesonagem o suficiente para que isso me abalasse. Não sei se meu comentário fez muito sentido, mas foi o que achei do seu texto.
    Abraços.

  31. Rubem Cabral
    5 de agosto de 2015

    Olá, Nazi. (Eu ia usar a famosa saudação, mas me contive, haha).

    Gostei do conto! Acho que foi o primeiro de história alternativa que li aqui neste desafio: telemóveis e nazistas, um sintético a la monstro de frankstein que não sabe de suas origens, etc.

    A leitura está um tanto convoluta, o primeiro parágrafo, por exemplo, embora muito bem escrito, é longo e um tanto tortuoso. Alguns leitores mais preguiçosos com certeza vão reclamar.

    No todo, gostei bastante do conto e o achei diferente, fugindo do “brilho” típico da FC e apegando-se mais a um tom de “sépia” de filme antigo, algo quase steampunk.

    Boa sorte no desafio e abraços.

  32. Anorkinda Neide
    4 de agosto de 2015

    Gostei da história…
    O começo esta um tanto truncado com o parágrafo imenso e frases rebuscadas, depois a narrativa ganhou um ritmo que destoou do começo, a meu ver.

    Quando o velho começou a dar uma explicação, pensei…hii que chatice.. o malévolo explicando suas maldades… rsrsrs
    mas nao era bem isto, me surpreendeu numa abordagem eficiente e inteligente.

    Vc fez um bom conto.
    Abração

  33. Anderson Souza
    2 de agosto de 2015

    Acredito que o grande prêmio deste concurso é a avaliação sincera dos textos, com críticas construtivas e opiniões de leitores que são apaixonados por Ficção Científica.

    Vou ser franco. Admiro textos bem escritos mas na medida certa. Sem firulas ou alegorias. Conhecer nosso vernáculo é importante, porém o excesso tira o foco do tema e fica parecendo que o escritor quer desfilar como “Rainha de bateria”, no entanto dever reger o som das baterias… Tente focar no enredo e narrativa? Você possui talento.

  34. Leonardo Jardim
    31 de julho de 2015

    ♒ Trama: (3/5) do meio para o final, quando os personagens se encontram, a trama prende e toma forma. O final é muito bom. O início, porém é muito arrastado e, confesso que por pouco me perdeu. Para minha sorte, li até o final e gostei de tê-lo feito.

    ✍ Técnica: (3/5) é boa, mas se confunde no tempo verbal, com verbos no presente e no passado. Nesse texto, o melhor seria que todos os verbos ficassem no passado. Além disso, precisa ajustar a pontuação dos diálogos, conforme exemplos abaixo. Apesar dos problemas, contém ótimas sentenças. Um grande talento, sem dúvidas.

    ➵ Tema: (2/2) apareceu só no final, mas valeu à pena esperar: homens sintéticos (✔).

    ☀ Criatividade: (2/3) usa ideias velhas como a do monstro de Frankenstein, mas com novidades, principalmente na inserção durante a guerra e a união de consciências.

    ☯ Emoção/Impacto: (3/5) como já disse, gostei muito do final. Não fosse o início arrastado, teria nota maior.

    Exemplos de problemas de pontuação no diálogo:
    ● – Duas horas. – *E* arrancou
    ● diz-me a voz, com aparente solenidade *ponto* – Bem vindo ao External.
    ● disse Jared de dentro da enfermaria assim que me ouviu aproximar *ponto* – Pretendo que me prometa algo
    ● – Muito bem então *sem ponto* – disse ele do outro lado *ponto* – Entre.

  35. Daniel I. Dutra
    29 de julho de 2015

    A ideia é boa, mas sofre de um problem clássico da ficção-científica. Muitas passagens explicativas. “O External, no início das minhas experiências, não passava de uma espelunca, um laboratório singular, etc, etc, etc.

    Segundo o Orson Scott Card, o segredo da boa ficção-científica está em jogar as informações aos poucos para o leitor. Por ex: em vez de explicar de uma vez só a verdade sobre external, vá dando pistas e explicando aos poucos. É claro que num conto fica díficil fazer isso, e confesso que eu próprio tenho essa dificuldade.

  36. Claudia Roberta Angst
    28 de julho de 2015

    Reli duas vezes o conto porque era muita informação para o meu cérebro. Confesso que mesmo assim alguns detalhes me fugiram ao entendimento. O tempo em que se passa a narrativa – fiquei confusa… Afinal, Wilheim atende o seu telemóvel (entregou sua nacionalidade aqui, autor) indicando tempos modernos, mas as referências ao nazismo me levam ao passado.
    Está bem escrito e o tema FC presente. Gostei do final, da revelação. Tá, vou reler novamente, para ver se junto melhor as peças. Boa sorte!

  37. Angelo Dias
    28 de julho de 2015

    Bem bom. Confesso que tive que reler algumas partes por conta da linguagem rebuscada mas me senti bastante satisfeito ao fim do conto. O timing é ótimo e o final —um punchline sem piada— veio para fechar com chave de ouro.

  38. Davenir da Silveira Viganon
    27 de julho de 2015

    Gosto dessa linha dos nazis e suas experiências. Que bom que alguém abordou esse assunto. Final surpreendente e uma narrativa bem acima da média dos que já li até o momento. Parabéns!

  39. Jefferson Lemos
    27 de julho de 2015

    Olá, autor (a).

    Sua técnica é muito boa, e faz até lembrar alguns dos clássicos da literatura fantástica, como Poe e Lovecraft. Achei que esse tipo de narração casou muito bem com história contada, e isso é uma coisa boa. No entanto, apesar de a história não ser ruim e esse final revelador contar ponto a seu favor, devo dizer que apenas esse trecho final acabou deixando o Sci-fi muito de enfeite.

    Gostaria de ter visto algo mais dentro do tema, mas o seu conto ainda assim está muito bom.

    Parabéns e boa sorte! (Acho que sei que é o autor)

  40. Brian Oliveira Lancaster
    27 de julho de 2015

    EGUA (Essência, Gosto, Unidade, Adequação)

    E: O clima de guerra do contexto trás um ar pesado que o texto precisa. >> 8.
    G: Interessante a forma como o autor abordou a questão de Frankenstein, colocando-o um ser semelhante em conflito bem conhecido. O tom sombrio caiu bem ao contexto. O final também fechou satisfatoriamente toda a epopeia, mesmo contido. >> 8.
    U: Algumas palavras precisam de revisão, mesmo em português original, e certas passagens soaram estranhas. Faltou um pouquinho mais de cuidado, mas não estraga a experiência. >> 8.
    A: Abordou um dos clássicos literários, adicionando fortemente o tom de experiência tecnológica, fora de controle. >> 8.

    Nota final: 8.

  41. Alan Machado de Almeida
    24 de julho de 2015

    Vou te dar um puxão de orelha pela organização dos seus parágrafos que está muito confusa. Porém te dou um aperto de mão pelo linguajar empregado, bem rebuscado, difícil de usar sem se embolar. Seu conto me lembrou um que li no livro Retrofuturismo da editora Trama (que hoje é quase impossível de adquirir, já que a editora faliu). Sua história se encaixa nesse rótulo, retrofuturismo (rótulo esse que o Steampunk faz parte). Colocar invenções avançadas no passado. A segunda guerra mundial e o Nazismo foi uma época que deu origem a várias teorias da conspiração e histórias sobre ocultismo, magia e experiências secretas (o caso que você escolheu). Nota 9.

  42. Antonio Stegues Batista
    24 de julho de 2015

    Nota-8

  43. Fabio Baptista
    24 de julho de 2015

    O estranhamento com a acentuação de algumas palavras e algumas expressões não muito comuns no Brasil logo foram dissipadas… a escrita é excelente.

    As descrições ficaram muito boas e o cenário construído ficou bastante “real”.

    Estava gostando da história do desenvolvimento do “andróide-Frankstein”, mas essa revelação final acabou me decepcionando. Pareceu aquela pesada de mão forçada para ter uma reviravolta, sei lá.

    Um bom conto, no entanto.

    NOTA: 7

  44. jose Marcos costa
    24 de julho de 2015

    Muito boa a forma que vc coloca os diálogos, bastante dinâmicos, mas a narrativa ficou um pouco estática, também não gostei muito da maneira com que você apresentou os personagens, ficaram simples demais, no mais a ideia foi interessante, eu gostei

  45. Rogério Germani
    23 de julho de 2015

    Olá, Nazi!

    Texto muito bem construído, diálogos primorosos. Apenas esperava mais elementos científicos e um descrição menos detalhista no primeiro parágrafo. Ficou engessado demais o início do conto.

    Boa sorte no desafio!

  46. Antonio Stegues Batista
    23 de julho de 2015

    Comecei a ler o texto e achei até, que estava lendo um conto de edgar Alan Poe, pela descrição rebuscada. Pelo ambiente sufocante.
    Um bom argumento, Um final que surpreende.

  47. Leonardo Stockler
    23 de julho de 2015

    Que texto absolutamente delicioso… Sem dúvida o texto mais divertido e mais gostoso que li de todos. A cadência imagino que é bem mais divertida que a da língua alemã, hahaha. O conto ganhou-me no primeiro parágrafo, longo, mas com cada palavra empregada produzindo um efeito romântico, delicioso. O conto, escrito desse jeito, poderia se passar na Antártida, em Três Lagoas ou em Cabrobró, continuaria interessante de qualquer jeito. Os nazistas são apenas um detalhe, e o texto, a escrita, se interrompem justamente no limite das 2 mil palavras, porque se assim não fosse, poderia continuar contando uma história maravilhosa.

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Publicado às 23 de julho de 2015 por em Ficção Científica e marcado .