EntreContos

Literatura que desafia.

Al Kahf (Felipe Moreira)

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BAHARYIA, DESERTO OCIDENTAL.

Como uma onda no mundo físico, Sherine Abdel Masr sentiu a escuridão inundar o planeta quando ela e sua lanterna desabaram, em sincronia olímpica, no fosso do túnel que perfurava a tumba. Restou a ela afundar no dilúvio do medo, onde nada acontecia a não ser o desconhecido murmúrio vindo, ininterrupto, lá do final. E sem que ninguém pudesse resgatá-la, amaldiçoou a memória do seu pai aos berros por concluir que o destino, enfim, era uma farsa.

Dezoito horas antes do tempo congelar esse instante, Sherine permanecia fazendo o seu trabalho normalmente, chefiando o projeto de preservação do Vale das Múmias Douradas em Baharyia. Recebera tal incumbência para elevar seu status no Supremo Conselho de Antiguidades e com isso, ganhar o direito de liderar a sua própria escavação um dia. Sonhava em ser a versão Howard Carter do século XXI e revelar ao mundo a maior descoberta arqueológica desde Tutankhamon. Imaginava-se nas profundezas de Taposiris Magna, imunda, diante da tumba de Cleópatra resguardada pelo selo intacto e seu nome nele cravado em grego e hieróglifo. Sherine era, portanto, uma arqueóloga promissora antes dos trinta, nascida em Alexandria, a cidade responsável pela sua obsessão com o período ptolomaico. Até que no fim do dia, um dos moradores que colaborava com o trabalho dela surgiu ofegante na porta do seu casebre apelidado de escritório.

Sherine arregalou os olhos, levantou assustada com o que poderia tê-lo deixado assombrado. Ele contou, arfando sob insuportável umidade, que havia saído um djinn do buraco para possuir as pessoas. Embora o relato tenha se embaralhado à superstição local, ela compreendeu minutos depois ao conversar sobre o caso com Tarek, um companheiro egiptólogo da equipe. Segundo ele, uma família do vilarejo de Haiz, dez quilômetros ao sul de Baharyia, estava cavando um poço. E quando atingiram determinada profundidade, encontraram um túnel, aspecto rudimentar. Traços de uma tumba.

Conforme Tarek explicava, Sherine parecia não conter o êxtase cognitivo. O reconhecimento de algo mágico que ela tanto alimentou. Até que um estalo silencioso cortou o seu entusiasmo quando ela questionou sobre o que os moradores descobriram e Tarek, confuso, disse já ter explicado que todos fugiram sem sequer entrar no túnel por conta do barulho que agora alcançava a superfície. Eles pensavam ser uma armadilha maligna, um djinn. O túnel estava lá embaixo, reaberto e abandonado, emitindo o som que nenhum dos que ouviu se propôs a explicar de maneira racional.

Obviamente, Tarek previu que Sherine o convocaria para explorar o “sítio” na mesma hora, mas ele a conteve, lembrando com seu sotaque desenfreado de Luxor que eles não poderiam entrar lá sem antes receber uma autorização do Conselho, no Cairo. Aquilo levaria dias e ela não viveria tanto com as artérias entupidas de ansiedade. Sherine insistiu então que ao menos fossem até o local para protegê-lo, sem violar o túnel. Ele sabia que isso era razoável, mas Baharyia já estava anoitecendo, as colinas escuras de quartzo na região misturavam-se com o céu numa só textura. Prometeu a ela que sairiam pouco antes do amanhecer. Ela concordou como se compreendesse, mas o que se sucedeu revelou uma incógnita para ele horas depois, apenas por não ter percebido o quão evidente era a intenção dela.

O único veículo pertencente ao grupo desapareceu na madrugada, deixando rastros que Tarek considerou desnecessários quando acordado pela primeira chamada da oração já sendo questionado por outros membros da equipe que também procuravam por Sherine. À meia voz, ele implorou aos colegas de trabalho que lembrassem o quanto ela achava ser Howard Carter. Não havia outro caminho a seguir senão o dela. Tarek mandou um dos meninos ajudantes chamar o guia local, que com a gentileza da troca de favores, emprestaria sua Toyota para tal emergência. Tarek havia de recordar com um leve sorriso que esse tipo de vida tem como meta pisar no fundo do poço.

A escuridão permanecia intacta, mas o tempo descongelava a cada golpe conferido à raiva. O celular gelado, inútil, descarregado e provavelmente quebrado. A única coisa visível era o relógio do pulso que rastejava os ponteiros fluorescentes pelo desmanche da manhã. Sherine ficou em posição fetal, espremeu os olhos e simulou uma viagem ao próprio passado. Queria, de alguma maneira, conseguir modificar a vez que seu pai a encorajara ser arqueóloga. Era bem jovem, não sabia quantos anos tinha, mas lembrava perfeitamente daquele momento tão definitivo. Seu pai era um tanto distante, mas aproximou-se quando a única pessoa entre eles faleceu. E numa tarde amena de primavera em Alexandria, eles caminhavam juntos nas ameias do Forte de Qaitbay, no limite que os separava do Mediterrâneo. Conversaram até o pôr do sol. Ele a convenceu da importância em conhecer a história, de como cada descoberta colocava o homem moderno diante das pessoas que viveram milhares de anos antes. É o destino. As tumbas são, no entanto, máquinas do tempo que fazem do historiador um viajante.

Foi ali, naquela sensação de êxtase que ela descobriu a vontade de ser arqueóloga. Conseguia sentir o mesmo gosto da boca e dizer as mesmas palavras que disse naquela vez, exaltando o desejo até então enterrado de encontrar Cleópatra. E seu pai, ostentando o tradicional tarboosh vermelho sobre a cabeça, sorriu com a impressão de ter livrado a filha de uma grave lesão humana. O sol derretia-se quando ela perguntou que lesão seria essa tão grave quanto ele queria parecer que fosse. E seu pai dissera, já a tomando no caminho de volta, que a lesão da humanidade era o esquecimento.

Sherine abriu os olhos de repente, retornando ao fosso que ela fizera de cápsula do tempo. Estava dormindo? Mesmo sabendo que não tinha poder para mudar o passado, ela dissipou as lembranças daquela tarde por medo de ferir uma memória adocicada, trilhada por dedos invisíveis que espremiam do alaúde uma canção da infância.

Fez-se um novo barulho além do fenômeno inexplicável. Eram passos. Um ponto dourado de luz surgiu lá em cima. Sherine aliviou-se com a chegada de Tarek.

─ Precisa de luz? – uma voz estranha ecoou seguida da corda esticada para ela.

Subiu até o topo. Só lá em cima que Sherine percebeu estar impregnada com o cheiro da própria urina.

Não era Tarek, e sim um sujeito de meia-idade, nariz adunco, vestindo uma galabeya escura. Ele trazia consigo a luz dentro dum fanoos, a lanterna do ramadã.

─ Veio para o encontro? – ele perguntou enquanto empurrava uma tábua comprida de madeira sobre o fosso.

─ Encontro?

─ Encontro com Allah – disse sem parar o que estava fazendo.

─ Não entendo…

Fizera uma ponte com a tábua que atravessava o fosso que sugou Sherine três metros abaixo. Limpou as mãos, retomou a lanterna e pela primeira vez encarou-a nos olhos.

─ Não está ouvindo o Chamado de Allah? Ele está aqui nos esperando.

Sherine não tinha certeza se isso era sério. Talvez Yasine quisesse pregar uma peça por ela ter violado as regras do Conselho ao invadir o túnel sem permissão, mas aquele homem parecia tão convencido.

─ O Misericordioso está aqui, esperando por nós. Venha comigo e testemunhe você mesma o primeiro sinal do Juízo.

Sherine gaguejou. Ele poderia ser um estuprador, um assassino. Precisava ir embora dali e regressar somente com apoio. Mas se houvesse algo de valor como artefatos, o sujeito certamente roubaria. O homem, notando seu desespero, deu dois passos sobre a tábua que servia de ponte.

─ Como se chama, menina?

─ Sherine. E você?

─ Dhul. Vou dizer, Sherine, eu venho de muito longe. Aqui não é lugar para temer. Pegue o seu véu e venha. Só há um caminho, e nele não tem como se perder.

─ Eu não uso véu.

─ É muçulmana?

─ Minha mãe era cristã e meu pai muçulmano. Devo ser agnóstica sobre Deus como sou agnóstica sobre esse momento.

─ Não seja. Estamos a poucos passos da revelação. Pensei que pesquisadores fossem curiosos.

Dhul retomou a caminhada adentro e Sherine resolveu segui-lo. O suor intenso desajeitava o seu cabelo trançado. E ficava cada vez mais apertado, sem ar, enquanto o barulho estranho ganhava volume.

─ Engraçado, não acha? – Dhul falou quase em sussurro.

─ O que é engraçado?

─Allah ter decidido nos encontrar justamente no Ramadã.

─ De onde você tirou que esse barulho esquisito é Allah em forma física? Não faz o menor sentido. Antes disseram que era um djinn agora você vem dizendo que é Allah.

─ Ao longo da história, Allah veio até o homem. Foi assim com Nuh, Ibrahim, Yusuf, Musa, Isa, Muhammad… Hoje é a nossa vez de ir até Ele, Sherine.

─ Por que no Saara? Por que não Mecca, Jerusalém ou Sinai?

─ Pergunte a ele quando chegarmos lá.

Continuaram os passos, driblando os obstáculos daquela caverna rochosa, cada vez mais reclusa. Dhul guiava o caminho segurando a lanterna e Sherine observava todos os detalhes que a luz preenchia, examinando as condições do lugar. Definitivamente não era uma tumba, tampouco do período greco-romano. O acabamento naquele buraco não tinha qualquer semelhança com o trabalho egípcio, ainda que fosse realizado por uma mão de obra barata. Se andava com um lunático prestes a ver Allah, não parecia tão estúpido imaginar que quem perfurou esse lugar, seja qual momento na história, abandonou tudo ao ouvir esse barulho estranho assim como as pessoas que cavaram o poço. A verdade é que essa região de Haiz foi utilizada no tempo helenístico e esse túnel não tinha traço que possa lembrar remotamente as ruínas do oásis. Passou os dedos delicadamente nas paredes entre as marcas, impressionada.

─ Esse túnel parece…

─ Natural – ele completou.

─ Deveria ser uma tumba.

─ Isso não é uma tumba – Dhul a interrompeu. ─ Essa caverna é um berço. Assim como as cavernas foram berços para os primeiros descendentes de Adão, essa será um berço para o mundo depois do Juízo.

O discurso dele ecoava causando um impacto que Sherine amava assistir nos filmes de Omar Sharif. Acabou deixando escapar uma risada, mas ficou séria, paralisada ao ouvir a voz do seu falecido pai sair da boca de Dhul em meio ao barulho que ele dizia ser o Chamado de Allah.

─ O que você disse? – ela queria escutar outra vez para ter certeza de que estava acordada ou sã.

Dhul olhou de volta, tão sério quanto ela, sabendo precisamente o que ela queria que ele repetisse.

─ É o destino.

Sherine escorou-se na rocha que afunilava o caminho. Parecia não haver mais forças para prosseguir. O calor, o barulho e o medo tornavam tudo ou qualquer coisa impossível. Dhul, sem denotar o menor traço de fragilidade também parou. Não havia mais de quatro metros de espaço entre eles. Ainda assim tinha que gritar agora para que ela pudesse ouvi-lo na intensidade de um cochicho. Sherine estava pálida e reduziu a distância.

─ Chegamos, é Ele. É Ele! – Dhul ajoelhou-se no à beira de outro fosso. Começou a recitar a vigésima quarta surata, An Nur, em prantos. ─ Venha, Sherine…. Não gostaria que Allah vos perdoasse?

Sherine aproximou-se do apocalipse. Estava dividida pelo medo e a paixão incondicional da descoberta. E a descoberta venceu pelo cansaço, não pelo amor. O amor estava na fantasia de que um dia ela seria como Howard Carter, vivenciando a mesma experiência que ele passou ao romper o lacre da tumba de Tutankhamon no meio da noite, desrespeitando as regras do mesmo Conselho que ela agora desrespeitava. Naquela madrugada de 1922, Carter e seu mecenas Lorde Carnarvon tentavam observar com auxílio de uma lamparina através da fissura feita na parede que os separava da tumba. E tomados pela ansiedade de uma vida, Lorde Carnarvon perguntou se Carter conseguia ver alguma coisa. E ele disse que sim, que via coisas maravilhosas.

E agora Sherine, como se estivesse prestes a ler a última linha de um poema, talvez com o mesmo espanto de seu ídolo quase cem anos depois, sentia seus olhos incendiarem. Mas dessa vez, diante dela, havia apenas luz.

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49 comentários em “Al Kahf (Felipe Moreira)

  1. infoman32
    14 de dezembro de 2015

    Publiquei seu conto na minha timeline.

  2. William de Oliveira
    11 de agosto de 2015

    Tumbas, tuneis e Egito tem tudo haver com FC e esse foi o primeiro conto que trouxe esse recurso.

  3. Bia Machado (@euBiaMachado)
    11 de agosto de 2015

    Comecei a leitura achando que não ia gostar, que a leitura ia ser enfadonha, mas aos poucos a história me prendeu. E achei muito bonito, os personagens me cativaram. Os parágrafos finais, então, muito bonitos! Parabéns!

  4. Marcellus
    11 de agosto de 2015

    “O único veículo pertencente ao grupo desapareceu na madrugada, deixando rastros que Tarek considerou desnecessários quando acordado pela primeira chamada da oração já sendo questionado por outros membros da equipe que também procuravam por Sherine.”. Ainda estou tentando decifrar essa parte…

    “Só lá em cima que…”. Ficaria melhor “Só lá em cima…”. Detalhes, eu sei, mas que mostrar uma falta de lapidação do texto… outro exemplo: “Chegamos, é Ele.”. Veja a diferença: “Chegamos. É Ele!”.

    No final, fiquei mesmo foi confuso, sem saber ao certo o que o autor quis dizer… sinto muito.

  5. Marcos Miasson
    11 de agosto de 2015

    Olá, tudo bem? gostei do modo de narrativa, ainda mais por fugir um pouco dos temas futuristas, rs. Espero ver mais estórias nesse universo. Boa sorte!

  6. Wilson Barros Júnior
    11 de agosto de 2015

    Pelo começo já vemos que o conto vai ser bom. Contos arqueológicos são um material rico para a ficção científica, pois o passado é sempre fascinante. O autor conduziu a ficção arqueológica e religiosa otimamente, aproveitando muito bem fatos históricos. Um conto com muitos méritos, inclusive com ecos admiráveis de Lovecraft.

  7. Renato Silva
    11 de agosto de 2015

    Olá.

    Conto bem escrito. Gostei da ambientação no Egito, com personagens egípcios. Infelizmente, vejo muita gente – talvez, influenciada pelo Cinema – sempre colocando os arqueólogos como ocidentais, como se os povos da Ásia e da África fosse ignorante e selvagem. Bacana você ter citado nomes e feito algumas referências da cultura local.

    Quanto à adequação ao tema, penso que deixou a desejar. Como vi em alguns contos deste desafio, os autores escreveram belas narrativas, mas esqueceram do elemento “sci-fi”. Não vi a “pegada” ficção científica. O mistério estava lá, mas o final nada disse; não que precise dizer, mas vi mais um conto fantástico, sobre criaturas espirituais do que qualquer coisa que remeta à ciência, mesmo que esteja tratando de Arqueologia.

    Por não se adequar à proposta do desafio, eu deveria tirar um ponto, mas o texto bem escrito salva meio ponto. Como não posso atribuir este meio ponto, irei arredondar sua nota para cima. Espero estar sendo justo, pois o fator “gostei” ou “não gostei” é irrelevante em meus julgamentos.

    Boa sorte

  8. Marcel Beliene
    11 de agosto de 2015

    Conto muito bem escrito e criativo, Vera Lúcia, gostei muito 🙂 Só achei que faltou um pouco de ficção científica; mas foi interessante a utilização de elementos históricos e até referentes à religião. Muito bom!

  9. Fabio D'Oliveira
    11 de agosto de 2015

    Al Kafh
    Vera Lúcia

    ஒ Habilidade & Talento: Excelência na habilidade, potencial adquirido através do talento. O texto funciona muito bem, tendo uma narrativa natural e desenvolvimento certeiro. Parabéns!

    ண Criatividade: É uma ideia nova, pelo menos para mim. Não havia visto um conto que demonstrasse a arqueologia dentro de uma situação religiosa. É sempre aventura! É sempre mistério! Nesse, trata ainda mais da humanidade do que esses outros elementos. No entanto, apesar da tentativa constante, a protagonista ficou meio sem graça.

    ٩۶ Tema: Não é ficção científica. Não é.

    இ Egocentrismo: Gostei do texto, em geral. Achei um pouco cansativo, mas é por causa do tamanho dos parágrafos.

    Ω Final: A Habilidade está abraçada com o Talento. A Criatividade gosta de roupas novas. O Tema não apareceu. E o Egocentrismo apreciou.

  10. Gustavo Castro Araujo
    11 de agosto de 2015

    Gosto muito de contos que revelam um meticuloso trabalho de pesquisa. Isso denota atenção, empenho e esmero por parte de quem escreveu, algo que merece e deve ser valorizado, especialmente quando se vê tanta bobagem escrita por pseudo-entendidos.
    Gostei da trama, das referências históricas a Carter, Tut e Cleópatra. O tema “Egito” me atrai bastante e sempre que há alguma coisa nova na praça eu absorvo com bastante interesse. Por isso posso dizer que seu texto me deixou bastante satisfeito. Outra qualidade foi o suspense crescente, bem engendrado, com alusões a fatos do passado recente da protagonista – a relação com o pai. Tudo bem construído, verossímil e interessante. A presença do velho na entrada do túnel, já na parte final, foi bem sacada, tirando o leitor da zona de conforto e trazendo um elemento inesperado. O final aberto dá o que pensar – o que era, afinal, aquela luz? O único senão do conto foi o afastamento do tema. De fato, a meu ver, não há muita FC envolvida. De todo modo, um ótimo texto. Parabéns.

    Nota: 8

  11. Luan do Nascimento Corrêa
    11 de agosto de 2015

    → Avaliação Geral: 5/10

    → Criatividade: 6/10 – Não achei tão criativo… é um conto bastante mainstream, na verdade.

    → Enredo: 6/10 – Apresenta riqueza cultural e uma história capaz de instigar. Ao mesmo tempo, não é tão envolvente.

    → Técnica: 6/10 – Senti falta de uma revisão e alguns períodos não fizeram sentido e poderiam ter sido melhor estruturados.

    → Adequação ao tema: 0/10 – O conto não se enquadra, de modo algum, em ficção científica.

  12. Fil Felix
    11 de agosto de 2015

    Conto muito bem escrito, cheio de referências legais, deixando visível a pesquisa (ou entendimento) do autor sobre o assunto, gerando cenas bem construídas. Mas não me cativou, fiquei lendo na esperança deles avistarem um ovo alienígena, alguma coisa ao estilo Arquivo X, mas fiquei com a impressão de ter lido uma espécia de A Múmia =/ Infelizmente.

  13. Kleber
    11 de agosto de 2015

    Legal!

    Abordagem diferente do convencional!

    Gostei em especial da referência aos lordes exploradores que descobriram a tumba de um dos maiores Faraós.

    Texto misterioso e ao mesmo tempo esclarecedor. Fluidez, continuidade e integridade, sem fuga ao tema proposto.

  14. Pedro Luna
    11 de agosto de 2015

    Bom, eu achei bem interessante a ambientação, os nomes e alguns detalhes da trama (do tipo que faz a gente ir no google pesquisar algumas coisas.). Porém, acho que fugiu do tema e achei o final confuso. Afinal, o que aconteceu mesmo? Desculpa, autor, mas não entendi. Por que Dhul falou com a voz do pai de Sherine?

  15. Anorkinda Neide
    11 de agosto de 2015

    Chutando autoria:

    Maria Santino

  16. Fabio Almeida
    11 de agosto de 2015

    Mas que grande primeiro capítulo de uma.novela! Muito bom: o teatro, o compasso de ação até ao clímax, a criação dos personagens. infelizmente, dei por mim chegando ao fim com aquela sensação de querer mais para explicar o fenômeno. Era Allah? Era uma nave espacial? Era uma arma de destruição? Eram os do futuro? Seria duhl im alien, um profeta? Tantas perguntas que pedem resposta num certame sobre ficção cientifica. Fiquei embasbacado com a destreza do autor em termos narrativos, mas temo que estas perguntas suscitem segundas deliberações aquando da avaliação. Ainda assim, bem jogado !
    😀

  17. Lucas
    11 de agosto de 2015

    Olá,
    Mais uma história de fantasia. Achei boa a personagem, gostei dessa determinação que ela tem em conseguir o que quer.
    Mas o texto fugiu do tema, acho que se os sons da tumba fossem alienígenas ou algo do tipo a história ficaria muito boa.
    Parabéns e boa sorte.

  18. Laís Helena
    10 de agosto de 2015

    1 – Narrativa, gramática e estrutura (2/4)

    Sua narrativa não me prendeu no início, mas depois melhorou. Não achei que foi boa a escolha de narrar os eventos fora de ordem: o primeiro parágrafo não cumpriu seu papel de instigar o leitor, e acredito que o que atrapalhou foi a linguagem um tanto floreada, que tirou a fluidez do texto.

    2 – Enredo e personagens (1/3)

    Passado o primeiro parágrafo, a história passou a me prender, embora eu não tenha visto a necessidade de um parágrafo explicando que Tarek saiu ao resgate. O conto teria sido mais interessante se narrado inteiramente sob o ponto de vista de Sherine. O mistério apresentado foi interessante, mas ao final me decepcionou. Esperava algo que interligasse as duas religiões e também o ponto de vista científico de Sherine, mas ao final o fenômeno não foi explicado, dando ao conto um ar inacabado.

    3 – Criatividade (1/3)

    Foi interessante ler um pouco sobre aventuras arqueológicas, apesar de o conto não se encaixar exatamente em ficção científica: creio que fosse o fenômeno ao final, porém, pouco se falou dele.

  19. Phillip Klem
    10 de agosto de 2015

    Boa noite.
    Seu conto é interessante, e seria muito melhor se o tema do desafio não fosse ficção científica.
    Não houve sequer um dedo de F.C. durante a narrativa. A única coisa que eu desconfio ser dessa origem é a luz no final, mas mesmo assim, à principio, essa luz tem alguma coisa de divina.
    A história não é má, e sua escrita, apesar de necessitar de algumas revisões, é boa.
    Gostei das referências históricas e do suspense que você soube formar ao longo do conto. Minha curiosidade, porém, não foi sanada pelo final insatisfatório que você nos apresentou.
    Boa sorte amigo.

  20. vitormcleite
    10 de agosto de 2015

    Esta história não me agarrou, desculpa, talvez precise de mais que as duas mil palavras para se desenvolver de um modo mais estimulante, com menos urgência. Não vi muito bem a ligação com o tema do desafio, mas de qualquer modo muitos parabéns. Pegue nesta história e faça algo mais desenvolvido, quem sabe um romance, é só uma opinião. E volto a pedir desculpa.

  21. Andre Luiz
    10 de agosto de 2015

    Eu achei interessante você ligar o tema ficção centífica ao misticismo das tumbas e pirâmides norte-africanas, principalmente das antigas sociedades egípcias e mesopotâmias, sobretudo a história de Howard Carter e Tutankhamon. O que talvez eu senti falta foi de uma conexão crucial entre as partes do enredo. Talvez as informações foram em demasia, em um limite de palavras e em um gênero que não cabem lá muitas explicações minunciosas. Eu sugiro “enxugar” um pouco seu texto, principalmente evitando o uso de expressões e referências a lugares que certamente poucos ou quase nenhum dos leitores conheçam, tais como ” galabeya”,”Forte de Qaitbay” e “Foi assim com Nuh, Ibrahim, Yusuf, Musa, Isa, Muhammad…”, expressões, palavras e locais que se depreendem de acordo com o contexto ou pesquisa por parte do leitor, mas que acabam desviando-o do foco principal da narrativa. Boa sorte no desafio e atente-se às dicas!

  22. Mariza de Campos
    10 de agosto de 2015

    Olá! o//
    Achei o enredo interessante e o conto foi escrito de um jeito bom. Eu realmente gostaria de saber o que aconteceu depois do último parágrafo, se aconteceria um apocalipse ou o que Alah teria para falar a eles.
    Gostei das referências que o conto teve, principalmente sobre as tumbas, já que esse é um assunto que eu pessoalmente considero interessante.
    Bom, é isso.
    Abraços! \\o

  23. Thales Soares
    10 de agosto de 2015

    Hmm… Não senti muito ficção científica neste conto. Quer dizer, não que você tenha fugido do tema, Vera Lúcia, mas eu não encontrei aquilo que eu estava procurando para este gênero.

    Entretanto, a escrita está muito bem apresentada, com uma boa narrativa, apesar de eu não gostar muito desses contos que falam dessas religiões do oriente médio. Gosto muito de djins, então eu estava ansioso para esse encontro… fiquei imaginando “Será que vou ver gênios da lampada neste desafio?”, mas acabei me decepcionando um pouco com o final. Na verdade, mesmo havendo apenas luz ali, eu gostaria de que a visão da personagem fosse mais explicada nesse momento, e que o leitor pudesse vislumbrar melhor o que havia lá escondido!

    Como um todo, o conto não me surpreendeu, e nem se destacou dos demais (para mim… opinião pessoal). Mas foi bem escrito, e o autor demonstrou-se experiente.

  24. Cácia Leal
    9 de agosto de 2015

    Não gostei muito da trama. É um bom trabalho de pesquisa, no entanto, acho que fugiu muito à ideia de ficção científica. A trama também me pareceu um pouco confusa em alguns pontos, com alguns erros de português também, que prejudicaram um pouco o entendimento de alguns parágrafos.

  25. mariasantino1
    9 de agosto de 2015

    Oi, autor.

    Não sei se pude captar tudo o que você disse aí, e, nossa!, eu na minha loucura achei que o Howard Carter era o mesmo daquele conto do Lovecraft Randolph Carter. Tem sim alguma lembrança do Lovecraft em seu conto. Gostei da narrativa e me prendi a personagem. Achei bom os flashes do passado, mas quando ela encontra o homem na caverna, fiquei muito instigada, mas não fui capaz de assimilar tudo o que foi oferecido. Quanto ao tema, não consegui ver a relação. desculpe.

    Tem um ou outro deslize por aí e, alguns exageros destoam do restante da narrativa “dilúvio do medo”, por exemplo. Mas achei competentíssima a ambientação.

    Boa sorte no desafio.

    Nota: 7

  26. Alberto Lima
    9 de agosto de 2015

    Enredo maravilhoso, inteligente. Gostei da ideia, apesar de que poderia ter sido exposta num conto maior, onde fosse possível explorar cada detalhe. Achei que não ficou nada perfurado, aberto. Tudo se encaixou. Mas como disse, com certeza ficaria mais emocionante se fosse prolongado. Contudo, parabéns.

  27. Evandro Furtado
    8 de agosto de 2015

    Tema – 10/10 – adequou-se à proposta;
    Linguagem – 10/10 – não encontrei problemas;
    História – 10/10 – muito bem construída com um final em aberto;
    Personagens – 10/10 – gostei da protagonista, me pareceu bem realista;
    Entretenimento – 7/10 – faltou só aquela grande reviravolta, mas é um bom texto;
    Estética – 7/10 – uma narrativa em terceira pessoa com diálogos muito bem construídos.

  28. Pedro Teixeira
    7 de agosto de 2015

    Olá autor(a). Um bom conto, bem escrito e com boa construção psicológica da protagonista, descrições interessantes e diálogos críveis. O fim me pareceu um tanto obscuro e não me agradou, mas no geral é um bom conto.

  29. catarinacunha2015
    7 de agosto de 2015

    TÍTULO. Quis dizer “A caverna” em árabe, conforme a profecia do Alcorão? Assim entendi. Gostei.
    TEMA. Fantasia, arqueologia, religião, pitada de Indiana Jones, enfim, pode ser muita coisa, menos FC.
    FLUXO. Narrativa densa, vocabulário rico e expressões criativas.
    TRAMA. Começa muito bem levantando várias questões e despertando minha curiosidade, depois perde a força nos diálogos simplistas e interpretações religiosas.
    FINAL sem clímax, me pareceu mais uma mensagem religiosa.

  30. Piscies
    7 de agosto de 2015

    Não entendi não. Costumo ler Ficção Científica esperando uma de duas coisas (ou ambas ao mesmo tempo): explicações de fenômenos inicialmente inexplicáveis, ou dicas para que eu mesmo chegue a estas explicações.

    Não entendi o que era o barulho no fundo da caverna, nem a luz. Relendo o conto, não notei nenhuma dica para tal.

    Tirando a visão de Ficção Científica sobre o conto, este é um conto excelente. MUITO bom até. Eu só tive um pouco da minha experiência prejudicada pelo fato de esperar ler uma Ficção Científica, o que, para mim, não é o caso.

    De qualquer forma, excelente escrita e excelente conto. Boa sorte no desafio!

  31. Rubem Cabral
    5 de agosto de 2015

    Olá, Vera Lucia.

    Muito boa a escrita e a ambientação, parabéns também pela pesquisa. Contudo, onde está a FC? “Allah” seria um extraterrestre ou uma fonte de energia desconhecida? Da forma que foi colocada no conto – em aberto – não me parece adequar-se ao tema… Penso que ao menos alguma teoria ou evidência de algo relacionado à FC deveria ter sido apresentada…

    Boa sorte no desafio e abraços.

  32. Leonardo Jardim
    3 de agosto de 2015

    ♒ Trama: (3/5) se desenvolve bem e consegue prender o leitor. Essa técnica do início mais a frente no tempo, quando bem aplicada, funciona bem. O final não foi do meu agrado, por talvez ser muito aberto, mas foi bem desenvolvido.

    ✍ Técnica: (4/5) muito boa, escreve bem, bons diálogos. Conduz bem, sem erros. A nota máxima, porém, eu guardo quando tem isso e um pouco mais de beleza literária.

    ➵ Tema: (0/2) não achei que se enquadra no tema do desafio. Não vi nada que indicasse ser uma ficção científica. Só se a luz fosse um ET, como imaginei que fosse, mas mão há indícios disso no texto.

    ☀ Criatividade: (2/3) alguns elementos novos, como a luz, e alguns comuns, como descobertas estranhas em sítios arqueológicos.

    ☯ Emoção/Impacto: (3/5) o texto me prendeu e agradou até um pouco antes do final. Quando vi que terminaria sem explicações, fiquei um pouco frustrado.

  33. Tiago Volpato
    3 de agosto de 2015

    Não gostei muito. Achei o texto muito carregado, com frases muito longas e circulares. Por exemplo essa frase.
    “Dhul olhou de volta, tão sério quanto ela, sabendo precisamente o que ela queria que ele repetisse”
    Você podia ter escrito apenas um “Dhul olhou de volta, sério e repetiu”, que daria no mesmo e deixaria a leitura menos cansativa.
    Também não vi ficção cientifica aí, tá mais pra um conto new age.
    Boa sorte!

  34. jose marcos costa
    3 de agosto de 2015

    Cara, que boa narrativa, que personagens interessantes, e principalmente, que clima de suspense maravilhoso você conseguiu transmitir ao conto, mas também que final decepcionante, você poderia ter desenvolvido alguma coisa melhor, sinceramente, seu conto me encheu de esperanças e no final só havia uma tumba vazia

  35. Anderson Souza
    2 de agosto de 2015

    Acredito que o grande prêmio deste concurso é a avaliação sincera dos textos, com críticas construtivas e opiniões de leitores que são apaixonados por Ficção Científica.
    Achei o texto cansativo. Talvez seja o tema que não tenha atraído minha atenção… Continue escrevendo e abordando novos temas.

  36. Anorkinda Neide
    2 de agosto de 2015

    Eu gostei do conto, separei uns trechos bonitos e pertinentes…
    mas até relendo eu me perguntei:onde está a FC?
    e veja q eu peguei um conceito bem elástico de sci-fi para avaliar os contos aqui neste desafio…
    a não ser que a ‘luz’ que ela encontrou seja algo alienígena ou algum artefato tecnologico, o que não dá pra querer q o leitor pense nisso pois nao há nenhuma dica nesse sentido, então sinto que não há ficção cientifica neste enredo.

    Mas é um bom texto, até emocionante em muitas passagens.
    Não entendi pq ela sentia vontade de mudar o passado, qd o pai lhe convencera a ser arqueóloga, não vi trauma ou qualquer motivo para q ela quisesse mudar esse momento de sua historia.

    Abração ae e boa sorte!

  37. Renan Bernardo
    1 de agosto de 2015

    Gostei. Bem escrito, mescla bem a ficção científica com a ficção histórica. Os detalhes e os elementos do Egito e da cultura muçulmana foram bem descritos. O final deixa a pessoa mais curiosa para uma possível continuação. Acho que ele podia ser mais esclarecedor.

  38. Leonardo Stockler
    29 de julho de 2015

    Caramba, que belo e inesperado! Gostei demais da escolha das palavras, do ritmo impresso por frases bem construídas e bem colocadas. Gosto particularmente do tema e o autor me pareceu demonstrar, se não pelo menos algum conhecimento que o deixou bem familiar pra se movimentar aí, que ele fez alguma pesquisa muito bem feita sem deixar isso se transformar numa afetação. As referências são boas e precisas, ajudam a construir essa aura meio mágica do Egito e do Oriente Próximo.
    Meus parabéns!

  39. Daniel I. Dutra
    29 de julho de 2015

    Para mim, e enfatizo que isso é meramente subjetivo, se você vai optar pelo uso dos diálogos num conto, coloque-os o quanto antes na história. O conto tem dez parágrafos sem diálogos antes da primeira fala começar. Isso “quebra” um pouco a leitura e o clima da história. Minha teoria pessoal é que, se você vai usar diálogos, procure usá-los de forma equilibrada com a narração.

  40. Davenir da Silveira Viganon
    28 de julho de 2015

    Não sei se classificaria como FC, mas gostei tanto da história e da condução que não me importa. Consegui me sentir entrando nos mistérios e a tensão do momento. Parabéns!

  41. Angelo Dias
    28 de julho de 2015

    Gostei bastante do conto mas achei que ele não cabe tanto em ficção científica. É um belo suspense, muito bem escrito e ambientado.

  42. Jefferson Lemos
    27 de julho de 2015

    Olá, autor (a).

    Seu conto está muito bem escrito, com boas passagens e uma personagem sólida, bem criada e com personalidade. No entanto, ou é isso mesmo ou talvez eu não tenha entendido direito, o fato é que não vi sci-fi ai. Vi fantasia, mas não creio que toda fantasia seja sci-fi. O contrário, no entanto, pode ser dito.

    A história é boa, tem ótimos momentos de tensão e o suspense criado no decorrer é bom, só que senti falta do tema.

    Espero que outros possam ter uma visão diferente da minha.

    Parabéns e boa sorte!

  43. Brian Oliveira Lancaster
    27 de julho de 2015

    EGUA (Essência, Gosto, Unidade, Adequação)

    E: A temática egípcia, ao estilo da boa e velha série Stargate, me conquistou. >> 9.
    G: Vou começar dizendo que esperei um final mais decisivo. O texto me prendeu do início ao fim, mas ao chegar lá, esperei ser recompensando com algo extraordinário, mas não aconteceu. Aliás, possui este traço de extraordinário, no entanto, ficou muito a cargo da imaginação – eu imaginava algo estilo uma nave ou mesmo um autômato de tempos remotos. Mas não estraga a experiência árabe. >> 9.
    U: Está muito bem escrito. Nada me incomodou. >> 9.
    A: Tem o conceito de viagem no tempo nas entrelinhas e o desconhecido em forma de luz. No entanto, faltou algo que caracterizasse o gênero. >> 6.

    Nota Final: 8.

  44. Antonio Stegues Batista
    24 de julho de 2015

    Um conto bem escrito, narrativa perfeita tanto quanto as citações. Sherine quer tanto a emoção da descoberta, quanto da glória. Há um suspense e um mistério que, no final, o leitor tem que adivinhar.Primeiro um ruido, depois uma luz. Como é ficção científica, só pode ser um aparelho alienígena. Tem continuação?
    Nota- 8

  45. Fabio Baptista
    24 de julho de 2015

    Bom, vamos lá… o texto está muito bem escrito, disso não resta dúvida.

    Mas esse “bem escrito” não jogou a favor da trama.

    O passado da moça, por exemplo, apesar de bem contado, foi desnecessário. O espaço poderia ser utilizado para gerar um suspense maior para a luz no fim do túnel, ou mesmo para abreviar o caminho até lá, deixando o conto mais conciso.

    Eu comecei a gostar da história quando falaram em Djins… pensei que caminharia para algo envolvendo aliens e tal, mas a coisa começou a enrolar demais e acabei perdendo o vínculo.

    Esse final ficou aberto demais…

    NOTA: 6

  46. Claudia Roberta Angst
    24 de julho de 2015

    O autor deve gostar muito de História. Nota-se o extremo cuidado na caracterização e descrição de certas passagens – arqueologia, dados históricos, detalhes bem fundamentados em pesquisa.
    Gostei do último parágrafo que conduziu o leitor a um final bem costurado, quase poético. Ou poético mesmo!
    No entanto, confesso que a narrativa cansou-me um pouco em alguns momentos, talvez por tanto virtuosismo (não seria a palavra certa aqui, mas foi o que me veio e sou teimosa). O tema foi bem desenvolvido e atendeu a todos os requisitos. Com certeza, muitos apreciarão este conto bem escrito.
    Boa sorte!

  47. Rogério Germani
    24 de julho de 2015

    Olá, Vera Lúcia!
    É um ótimo início para um romance de aventura, estilo Tomb Raider. Há embasamento histórico, pesquisa aprofundada na cultura muçulmana…mas, infelizmente, esperava outros elementos científicos e um final mais inovador.

    Boa sorte no desafio!

  48. Alan Machado de Almeida
    24 de julho de 2015

    Você cursa história? Pois sua ambientação foi simplesmente linda, trazendo detalhes do Oriente Médio que vão muito além de estereótipos. Parabéns. Só tive dificuldade em identificar se o personagem principal era homem ou mulher, mas isso porque seu nome era de uma cultura completamente diferente da minha. Deepak Chopra, um autor que gosto, indiano, por um tempo pensei que fosse mulher por causa do nome. Mudando de assunto, as citações religiosas foram maravilhosas e em um desafio fantasia ou deuses seu conto levaria 10, 11 se possível fosse, mas infelizmente não vi nada de Sci-fi nele. Os deuses do seu conto são etês como em Eram Os Deuses Astronautas? Você deveria ter deixado isso mais claro se foi esse o caso. Por isso no meu puxão de orelha vou te tirar um ponto. Sua nota é 9.

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Informação

Publicado às 23 de julho de 2015 por em Ficção Científica e marcado .