EntreContos

Detox Literário.

Ecos da Colônia (Rubem Cabral)

ecos

Xenozoobotânico Tibor Simón, log pessoal #489.

O que posso dizer é que é insano, muito bizarro mesmo, visitar outro planeta habitável. A gravidade aqui em Kepler 977d, que carinhosamente apelidamos de “Limo”, é vinte por cento mais forte e o ar, embora certamente respirável, é denso e tem vapor d’água e oxigênio em demasia, causando um tanto de euforia no início; você se sente meio “ligado”, sei lá. E os cheiros e sons? Deus, eles não te permitem dormir direito! É tanto chiado, assobio, uivo! Tudo é louco: há insetos com características de répteis e anfíbios, pássaros com cascos e dentes de ligas organometálicas, plantas que migram de lugar… Pelo menos as sondas robôs pioneiras nos garantiram que não haveria muitos perigos; nada de grandes predadores carnívoros, digo, fora as margaridas-barril, mas elas são sésseis e não atacam ninguém que não se aproxime demais.

***

Na rotina de hoje colhi um bocado de novos frutos e vegetais para análise. Dois dos primeiros, vermelhões e ricos em minerais e proteínas, são bastante promissores como fonte de alimento da futura colônia. Parecem, em verdade, feitos de carne macia e suculenta e, felizmente, não aparentam ser cheios dos usuais aminoácidos dextrógiros que poderiam causar intoxicação.

***

Minha nossa, um bando de macacos-escamosos passou pelas copas das árvores, justo em cima de mim! Vou avisar à supervisão e segui-los. Szar! Esses bichos são rápidos demais!

Hum, tem um cheiro ácido no ar, estou provavelmente invadindo o território de uma margarida-barril: armar a pistola de eletrochoque. Ah, feito eu desconfiava: lá está ela, plantada no meio da clareira, ‘tão vendo? Essa é até um espécime mediano; tem uns três metros de altura e o tronco é gordo e espinhoso. No topo da coisa há uns tentáculos amarelos e achatados que escondem a boca cheia de presas. Assemelha-se mais a uma anêmona do que a uma margarida, mas o nome inventado pelo Rogério Dantas foi o que “pegou”.

Os macacos (outro nome indevido; são prateados feito peixes e não têm boca, apenas enormes olhos compostos e narinas na testa) fazem fila e se aproximam. A margarida emite alguns cliques estranhos e arrota um perfume adocicado. Seus tentáculos dançam, deve estar ansiosa pelo que virá depois.

Uma a uma, as criaturas saltam acrobaticamente no ar e pousam na bocarra aberta da margarida-barril, que as engole prontamente. Já se havia testemunhado o suposto ritual de suicídio coletivo duas vezes, porém é emocionante fazê-lo ao vivo, pela primeira vez! Oh, hã… Algo, caramba, nunca visto antes acabou de ocorrer: um dos bichos suicidas foi “recusado”. A coisa o vomitou e o animal, muito confuso, foi para o fim da fila, para tentar outra vez. Novamente, foi rejeitado. Agora caminha em círculos, sem saber o que fazer. Oh, caiu estatelado no chão!

A Diretiva de Interferência Mínima recomenda não causar dano desnecessário e não recolher espécimes vivos de animais, mas não há nada de errado em se examinar um indivíduo morto. Se eu for rápido o suficiente, a margarida não reagirá.

Cara… Droga, droga, droga! Vi-viram?! A maldita cuspiu alguns daqueles globos purulentos em minha direção! Um explodiu e respingou ácido e, por um triz, não fosse o uniforme reforçado, teria me derretido o pé direito. Bem, ao menos consegui resgatar o corpo do bichinho… Pode crer, quando os colonos chegarem, muitos vão querer erradicar essas coisas!

***

Doutora Tsuki Fratelli, log pessoal #258.

Vinte e oito horas e sete minutos, hora local do Assentamento Asimov. Iniciando necropsia de um exemplar de Pseudosimius squamea.

Nove quilos e duzentos e oito gramas, peso ajustado segundo a gravidade local. Sem marcas externas ou lesões. Como no animal anterior, dentro do tórax e abdômen há somente um coração de duas válvulas e um pulmão esponjoso. Isso, claro, além desse enorme órgão, a bolsa, que devia estar cheia de gordura amarela. Nem sinal de sistemas digestivo, excretor ou reprodutor. Na Terra, alguns animais recém-nascidos têm sacos vitelinos, para sustentá-los até que consigam alimento. Estes bichos daqui, porém, só devem viver enquanto têm reservas, já que não podem comer ou beber. Ainda que tenham metabolismo lento, não creio que possam sobreviver mais do que algumas semanas. Irei recolher amostras de vários tecidos para análise. Segundo os registros do Doutor Gamba do Assentamento Sagan, o primeiro espécime tinha níveis alarmantes de cobre em praticamente todo o corpo.

***

Oba! Análise concluída. Hã, nada de demais com o cobre, mas há nióbio suficiente neste corpinho para se fazer um monte de imãs supercondutores. Questo è molto strano! Como diabos pode a química variar tanto de um indivíduo para o outro? E por que nunca encontramos um filhote? Como será que eles nascem e de onde vêm?

Mistérios, sem dúvida, que talvez só os colonizadores definitivos venham a esclarecer. De qualquer forma, só faltam menos de dois anos terrestres até eles chegarem. Vai ser bom ver algumas caras novas! Acreditem: sessenta pessoas é um grupo bem pequeno, em especial depois de tanto tempo de convívio.

***

Engenheiro Pawel Schoupinski, log pessoal #975.

Sabe, Rogério, se há uma coisa que me intriga neste planetão é a sua órbita: quase que perfeitamente circular, sem inclinação do eixo e, portanto, sem estações. Contraria os modelos clássicos de formação planetária, sabia? Isso sem nem citar a influência do Kepler 977e, esse puta gigante gasoso com quase o dobro da massa de Júpiter, que deveria afetar, desestabilizar a trajetória de “Limo” totalmente! Mas não: alguma outra força compensa a atração. Mesmo o relevo do planeta é modesto em demasia, praticamente não há montanhas ou grandes depressões, olha só este mapa… A paisagem se resume aos oceanos e aos dois supercontinentes, homogeneamente cobertos de florestas. Não é esquisito? Olha esse gráfico de médias históricas: a distribuição de chuvas é extremamente regular, as temperaturas não flutuam muito… Nada de desertos, nada de savanas ou calotas polares. Nenhuma maldita cratera de impacto! Ainda conta com um campo magnético fortíssimo, gerador de auroras incríveis, que protege a superfície de toda radiação.

“Limo” consegue ser muito melhor como habitat do que a própria Terra! Alguém mais paranoico diria até que foi arquitetado e criado. Isso! Feito nas ficções científicas sem muito fundamento dos séculos vinte e vinte e um. Os deuses-astronautas, os grays, tã-tã-tã-tã… Ha-ha!

***

Capitã Lorena Gomes Simón, log pessoal #1325.

Não! Co-como se desliga esta coisa? Merda! Ah, meu Deus, mas eu sou mesmo uma imbecil! Cruzar mais de vinte anos-luz para descobrir que meu marido me corneia com aquela vaca nipo-italiana! Será que é por que já tenho quarenta e oito? Estou gorda? Burra! Eu deveria ter escutado minha mãe: “homem muito mais novo e bonito vai encher você de chifres!”. Tibor: você não podia ter feito isso comigo! Não aqui, não agora, justo quando não tenho o apoio de ninguém.

***

“É meu troféu, é o que restou, é o que me aquece sem me dar calor. Se eu não tenho o meu amor, eu tenho a minha dor…”. Ah, não: escutar velhos sucessos, chorar e encher a cara, na frente dos meus subordinados? Nunca! Preciso de ar, necessito esfriar a cabeça e pensar como dar o troco, talvez. Tem aquele garoto lindo, dos sistemas de monitoração; o polaco baixinho, Pawel Sei-Lá-O-Que “Inski”.

***

Ai, acho que dormi… A noite tá tão linda, tão clara! A segunda lua tão alta no céu, a primeira, rosada, um rubi correndo junto ao horizonte. E o Tibor? Por que não respondeu aos meus chamados? Será? Não, ele não ousaria! Não pode estar com ela! São oito anos de casamento, pelo amor de Deus. Ele não pode terminar comigo assim! Não pode me humilhar e expor deste jeito!

O GPS ainda não funciona bem só com dois satélites. A última posição dele, há uma hora e meia, foi a seis quilômetros a noroeste daqui. São quase quinze para as trinta e oito: todos já estão dormindo! Eu não deveria sair, mas nunca fica realmente escuro aqui…

***

Este uísque, definitivamente, é muito bom! Depois de uns três goles já não queima mais… Deixa um gostinho até doce no final. Droga! O maldito GPS agora me diz que ele voltou pro Assentamento! Que remédio? Tenho que voltar. Hum, que cheiro forte é esse? Parece que derramaram um pote de picles no mundo!

Não! Socorro! O que… Alguma coisa me agarrou! Ai, tá queimando! Me solta! Me solta! Não! Minha pistola, merda, não posso dar um choque na coisa se ela me segura… Ah, foda-se a Diretiva!

Oh, meu Deus! Ai, graças… Explodi essa flor infernal em mil pedaços! “Central, aqui é a Capitã Lorena chamando, coordenadas, hã, 34°58′34″S/58°05′50″W. Preciso de socorro imediato!”

Tibor, você me paga!

***

Engenheiro Pawel Schoupinski, log pessoal #977.

Rogério, corre aqui! Tem um monte de alarmes bipando! Olha a porra deste mapa térmico! Ou o satélite pirou ou… Tem, sei lá, uma centena de pontos quentes surgindo ao redor das regiões dos dois Assentamentos! Zoom?! Boa ideia! Óbvio! Vamos ampliar um destes pontos.

Mas que diabos é essa coisa? É imensa! De-deve ter uns trinta metros de altura, está acima das copas. É um tipo de organismo unicelular? Uma água-viva redonda? Por que nunca vimos nada parecido? Deus, estão por toda parte!

Você sentiu isso? O prédio todo tremeu! As luzes estão… O pré… Ahhhhhh!

***

Doutora Tsuki Fratelli, log pessoal #265.

Foi há umas seis horas. Ninguém, ninguém responde ao rádio. Nem mesmo o pessoal do Sagan. Consegui me esconder numa gruta que eu conhecia perto do laboratório. Quando os globos gigantes surgiram, dei sorte: estava do lado de fora e corri. Deveria ter tentado ajudar, eu sei, mas só pensei em me salvar. Cheguei a ver de relance quando um dos globos rolou sobre o edifício, feito uma onda de gelatina. Foi horrível! O laboratório e todas as pessoas, sendo digeridas e sufocando dentro daquela bolha semitransparente!

Nós provocamos alguma coisa, uma reação. De algo muito maior e incompreensível. Talvez, talvez, existam relacionamentos simbióticos que desconhecíamos. As flores, os macacos, estas criaturas do subsolo. Alimentando-se, defendendo-se. Feito uma colmeia! Soldados, operários, zangões. Ou algo completamente diferente… Hã, macacos levando metais em sua própria carne, de uma região para outra. Nióbio em uns, cobre em outros. Pode ser que até levem mais oligoelementos: zinco, selênio, manganês… Nutrientes, circulando de um ponto onde são ricos até onde não o são… Com destino certo, cada margarida especializada num metal diferente, rejeitando o que não sabem processar! Feito, feito… Mas isso então explicaria a órbita impossível, explicaria tudo! É intencional, é vivo, é inteligente! Nós fomos tolerados, mas depois que abusamos fomos talvez marcados como invasores! Ativamos uma espécie de resposta…

Não! Me encontraram! Escuta-me: eu não quero fazer mal, me poupe, nem todos nós somos ruins. Você consegue me entender? Não, não! Gasp! Eu…

***

Epílogo.

Houve um dia em que vocês foram muitos, que atendiam por nomes que identificavam suas individualidades. Agora não há mais “eu”, há apenas “nós”. É bom tê-los aqui, conhecê-los tão intimamente. Partilhemos, irmãos! Permitiremos que vaguem por cinco bilhões de anos de nossas memórias. O começo dolorido, a formação da consciência, a solidão ao nos descobrirmos únicos… Acessamos suas existências efêmeras, mas tão singulares, tão ricas. “Amor” é muito interessante, “medo” também. Ainda não compreendemos bem o “ciúme”, mas parece-nos associado aos seus rituais de acasalamento.

Observem, amados, como desviamos aquele cometa em rota de colisão, como compensamos o poço de gravidade do gigante gasoso que nos expulsaria do sistema, como bloquemos completamente outra explosão solar esterilizante.

Ah, é glorioso ter companhia tão distinta de nós, ter contato com facetas do “ser” que nos são inéditas. Estamos ansiosos pela iminente chegada de mais. Criaremos novos corpos para vocês em nossos úteros, para não assustarmos nossos futuros amigos com suas ausências. Ofereceremos a cada um uma fração de nosso espírito e apagaremos as inúteis lembranças ruins. Claro, faremos o mesmo também com todos os arquivos digitais desnecessários.

É nosso desejo. É bom, é certo, é justo, é incontestável. Agora, vão!

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53 comentários em “Ecos da Colônia (Rubem Cabral)

  1. Pingback: Resultados do Desafio “Ficção Científica” | EntreContos

  2. Marcel Beliene
    11 de agosto de 2015

    Olá. Gostei do enredo e principalmente das descrições das criaturas do planeta que você criou. Você tem uma escrita impecável! Parabéns pela narrativa, que em alguns momentos é até cômica 🙂

  3. Fábio Santos Almeida
    11 de agosto de 2015

    Essa aproximação em “Logs”, imitando o Martian ou o Avatar, chega a ser imersivo. Mas eu sugeria talvez ao autor, o uso de menos pontos de vista. Tudo bem que quantos mais olhos descrevem o evento melhor este é visto, no entanto dei por mim a querer saber mais sobre os personagens e as suas individualidades, coisa que os logs têm dificuldade em oferecer.
    Saliento a boa linguagem, e a necessidade mais diligente na revisão. Há uma ou outra vírgula fora do sítio; mas quem não o faz? ehjeh

    bem jogado! 7

  4. Luan do Nascimento Corrêa
    11 de agosto de 2015

    → Avaliação Geral: 7/10

    → Criatividade: 7/10 – Parabéns pelo mundo criado!

    → Enredo: 6/10 – Um tanto infantil. A história não se desenvolve muito. Acho que houve excessivo foco em descrever o planeta.

    → Técnica: 6/10 – Por mais que esteja bem escrito, caiu pelo gosto pessoal: achei um tanto infantil.

    → Adequação ao tema: 10/10 – É ficção científica.

  5. Wilson Barros Júnior
    11 de agosto de 2015

    Que ideias incríveis vemos aqui, um planeta com atmosfera rica em oxigênio que deixa as pessoas “ligadas”. Planetas desconhecidos são um dos temas mais fascinantes da FC, e se bem conduzidos são um entretenimento garantido. No caso, espécies como os macacos-escamosos (com hífen, pois se trata de espécie zoo-botânica), a descrição biológica rigorosa, deram uma, digamos assim, confiabilidade no texto, e consequente verossimilhança. As intrigas humanas caíram bem, foi interessante, e principalmente a forma com que se relacionam com o tema principal, que são os seres que são um só. Já vi esse tema nos “Filhos de Matusalém”, de Heinlein, e no planeta “Gaia” da “Fundação” Ed Asimov, além de outros contos do Asimov. É um tema fascinante que aqui foi enriquecido com o tema das “traições” e “ciúmes” dos seres-individuos.

  6. Gustavo Castro Araujo
    11 de agosto de 2015

    Quando comecei a bolar meu conto para o desafio também tive a ideia de ambientá-lo em um dos exoplanetas de Kepler. Sempre me fascinou, e continua fascinando, a ideia de encontrarmos um planeta semelhante à Terra, ou que tenha condições de abrigar vida como as que temos por aqui. Na verdade, eu acabei abandonando essa ideia e escrevi sobre outra coisa, mas você, caro autor-mais-do-que-criativo, deu vazão ao meu pensamento inicial de uma maneira que eu jamais conseguiria. A começar pelas descrições dos animais e das características de Kepler-d. Em seguida, por revelar que o planeta parece se comportar como um organismo só – nesse ponto me lembrando Solaris. E, para completar, criando um problema de relacionamento tipicamente ordinário (no bom sentido), envolvendo ciúmes e amor. Ficou bacana a mistura. Tiro o chapéu também para o cuidado na elaboração dos logs dos diferentes personagens – cuidado no sentido de dar uma voz diferente a cada um deles. É comum nos depararmos, em contos envolvendo muitos narradores, com uma mesma voz, mas aqui isso não acontece. Enfim, um conto muito bem trabalhado, interessante e inteligente. Não dá para exigir mais com esse limite cruel de 2000 palavras. Parabéns.

    Nota: 8

  7. Bia Machado (@euBiaMachado)
    10 de agosto de 2015

    Conto estruturado em tópicos, detalhes interessantes o bastante para nos direcionar no texto, ao mesmo tempo em que nos distraem, uma personagem que me lembrou muito a Moskovskaya, vai saber o porquê… E um humor bem dosado, rs. Confesso que o final me decepcionou um pouco, não sei dizer o porquê, mas eu queria algo diferente do que foi apresentado, mas ainda assim, bom trabalho, Autor!

  8. Renato Silva
    10 de agosto de 2015

    Realmente, muito bom. Eu adoro essa mistura de sci-fi com terror, o medo do desconhecido. Quando vi os tais “macacos” feitos de nióbio, logo me veio à mente seres humanos detonando toda a fauna e flora em busca de recursos naturais, como no filme “Avatar”. Sinceramente, gostei do final e da aniquilação total daqueles “invasores” humanos. Depois disso, duvido que ainda vão querer estabelecer colônia naquele planeta ou realizar qualquer tipo de intervenção. Pelo menos, dos predadores humanos, o planeta estará livre. Eu compactuo com a ideia de que planetas possam ser grandes organismos vivos e conscientes, por isso mesmo gostei muito do final. Não vou dizer que todas as explicações me convenceram, mas como não sou expert em Física, não tenho maiores questionamentos.

    Vejo que você domina bem o assunto abordado, seja por ser um profissional da área ou porque realizou uma boa pesquisa; é disso que gosto numa boa história de ficção científica. As descrições dos cenários, das criaturas deram uma boa imagem e isso eu considero importante para que o leitor possa entrar na estória e ter as sensações descritas.

    Boa sorte

  9. Cácia Leal
    9 de agosto de 2015

    Um conto em forma de relatos, ou relatórios. Pareceu-me `primeira vista interessante, mas no fim acabei não curtido muito. Há muita descrição sobre o planeta e sobre coisas, porém senti falta de uma trama. Gostei do epílogo no fim!!!

  10. Anderson Souza
    9 de agosto de 2015

    Muito bom! Me amarro neste tema. Gostaria muito de presenciar a humanidade pisando em um novo planeta habitável… Parabéns!

  11. Alberto Lima
    9 de agosto de 2015

    Caramba, que ótimo! Super apreciei as narrativas diversas. Desfecho maravilhoso. Muito emocionante. Parabéns!

  12. Fabio D'Oliveira
    8 de agosto de 2015

    Ecos da Colônia
    Muad’Dib

    ஒ Habilidade & Talento: É incontestável que, nesse texto, vemos o verdadeiro casamento do talento com a habilidade.

    ண Criatividade: Estupendo! O maior problema foi a visualização das cenas e, às vezes, do cenário. Tentar colocar ação num relato no presente é perigoso demais.

    ٩۶ Tema: Compatível assim como somos compatíveis com a Terra. Por que nos aventurar em outros lugares?

    இ Egocentrismo: Satisfeito, muito obrigado.

    Ω Final: A Habilidade está afinada e o Talento brilha no topo da montanha. A Criatividade se deleita com sua grandiosidade, muito corajosa, mas sem muita sorte. O Tema não fica para trás. Por fim, o Egocentrismo aplaude esse belo show.

  13. vitormcleite
    7 de agosto de 2015

    Muitos parabéns, gostei muito deste texto e pareceu-me que, entre todos, foi dos que mais desenvolveu o tema proposto. Muitissimos parabéns.

  14. Fil Felix
    5 de agosto de 2015

    Fiquei meio perdido no início, tentando juntar as peças, mas depois ficou mais fácil. Gostei dessa ambientação estilo Metroid, viajantes de outros planetas e criaturas espaciais. Perto do final que estão os pontos altos, quando surge as amebas gigantes e da explicação de como o planeta se comporta, muito legal e planejado. Só achei as “vozes” de cada log estranhas, não sabia direito se era um diário, pelo formato, ou uma descrição em tempo real.

  15. Pedro Luna
    4 de agosto de 2015

    Um bom conto. A trama não é tão interessante no sentido de prender o leitor, mas é tão bem feita que vale a pena. Os personagens para mim serviram apenas para apresentar o planeta e as situações, não tendo destaque, e achei isso bacana, pois aí o limite de palavras não atrapalhou. O autor conseguiu tornar visível nas poucas palavras a forma do planeta, seus habitantes, e a sinistra força que se esconde por trás. Muito bem escrito e imaginado. Gostei principalmente de algumas particularidades, como o ritual do suicídio e descrições minuciosas.. parabéns.

  16. Laís Helena
    29 de julho de 2015

    1 – Narrativa, gramática e estrutura (4/4)

    Gostei da narrativa, que se adequou a cada personagem: você conseguiu colocar um pouco da personalidade de cada um.

    2 – Enredo e personagens (3/3)

    De início os diferentes trechos pareciam apenas relatos dispersos de cada um, mas gostei da maneira como aos poucos você ligou todos eles em uma única trama, com um final interessante e inesperado.

    3 – Criatividade (3/3)

    Gostei muito da estrutura do conto e da forma como ele foi conduzido, ligando os diferentes elementos presentes nesse planeta.

  17. Anorkinda Neide
    25 de julho de 2015

    Bom conto, bem organizado e compreensível.
    Não sei pq fiquei com Lost na cabeça o tempo todo.. a ambientação, eu acho.
    .
    Só torci o nariz para a cena de ciúmes… ok,quis levar os dramas das relações humanas para o ambiente sci-fi… ok, tinha que tirar a mulher de dentro das instalações lá…
    mas, achei q não ornou… rsrsrs ela poderia ir fazer xixi no matinho, por exemplo… dae se salvava…né legal? 😛
    mas pra ser devorada logo que ‘descobre’ os trem tudo lá? aaaaffff poupe a moça, poxa, já tinha sido corneada e mais essa.. sacanagi!
    .
    Dae eu virei o beiço pro Epílogo, não entendi muito não… principalmente esta parte: ‘Agora, vão!’
    .
    rsrsrs faltou-me inteligência.
    .
    Abração e boa sorte!
    .
    ps.: li o epílogo mil vezes e acho q captei vossa mensagem, oh inigualável margarida fedorenta! ou não 😛
    .

  18. Thales Soares
    24 de julho de 2015

    Muad’Dib…
    Seu conto é muito bem estruturado. As escrita está boa, e as descrições estão ótimas. Me senti como se eu estivesse assistindo a um tipo de Animal Planet intergalático. Gostei como o conto foi dividido em pequenos fragmentos.

    Na verdade, estou percebendo uma certa tendência dos participantes neste desafio a escreverem praticamente sobre a mesma coisa… planeta alienígena, formas de vidas estranhas, futuro tecnológico, etc… Tudo bem, não há nada de errado com isso, pois está enquadrado em Ficção Científico, e seu conto atendeu muito bem a proposta.

    Entretanto, por algum motivo, não fui capaz de me conectar com sua história… Acredito que tenha sido por pura questão de gosto pessoal mesmo. Mas achei interessante todo o universo que você criou

  19. Antonio Stegues Batista
    24 de julho de 2015

    Nota=7

  20. Piscies
    24 de julho de 2015

    Clap. Clap. Clap.

    Tá aí. Não tenho muito a dizer senão bater palmas. Um conto de FC 100%, e muitíssimo interessante.

    É engraçado como pensamos que as civilizações extraterrestres seriam como as nossas, não é? Na verdade, nem sabemos se eles existiriam em civilizações. Você extrapolou este conceito e jogou um banho de água fria na fantasia: se existe vida lá fora, o que é bem provável, ela se apresentaria em uma forma provavelmente impossível de imaginarmos hoje.

    Escrita impecável, história interessante, clima de suspense perfeito. Conto nota 10!!!

  21. Felipe Moreira
    24 de julho de 2015

    Existem muitos pontos excelentes no texto. Primeiro, devo dizer que a estrutura é fantástica, ao meu ver. Penso até que para algumas pessoas ele possa soar cansativo, sobretudo nos logs referentes aos pesquisadores e seus depoimentos. Mas eu gostei muito dessa forma de narrativa com compilações de vários exploradores e como o “evento” vinha sendo notado aqui e ali discretamente. O texto é muito bom, lúcido. Senti realmente a força visual do conto, como se estivesse assistindo um documentário. Aliás, esse conto me lembrou muito um filme de FC pouco conhecido sobre uma equipe de exploradores que vai até Europa buscar sinais de vida num estágio um tanto avançado. Muito bom mesmo.

    Fiquei contente com um detalhe bacana. Há vários desafios do entrecontos, eu também postei um conto de FC, mas sobre uma colônia em Marte. E o assentamento lá também era uma reverência ao Sagan, como citado aqui. Incrível como ele traz inspiração para esses temas.

    Parabéns pelo trabalho. Gostei muito da leitura, porque é esse tipo de texto que eu espero em FC.

  22. mariasantino1
    23 de julho de 2015

    Oi, autor.
    Muito boa as imagens que você ofereceu. Margarida-barril, macacos escamosos e toda química e biologia que foi empregada aqui. Achei ótima mesmo toda contrução visual que saiu da sua cabeça, mas, faltou sentir algum embate sabe? Um conflito humano para caber críticas e reflexões (nesse sentido, eu esperei por algo mais denso).
    Parabenizo mais uma vez pelo visual e linguagem empregada.
    Espero que os colegas consigam gostar mais do conto do que eu gostei.
    Boa sorte no desafio.
    Nota: 07

  23. Mariza de Campos
    22 de julho de 2015

    Olá! o//
    Esse outro planeta que você criou e os bichos que vivem nele são interessantes, mas não entendi o objetivo da história, qual a moral que ela queria nos dar.
    Não pude ver muita diferença na personalidade dos diferentes cientistas, só na da Lorena que sim, mas não entendi muito o que o medo dela do marido estar a traindo estava fazendo nessa história e aonde ela estava, nesse planeta ou no planeta Terra?
    Bom, é isso.
    Abraços!

  24. Evandro Furtado
    22 de julho de 2015

    Tema – 10/10: adequou-se inteiramente à proposta;

    Linguagem – 8/10: você fez a escolha dos termos corretos e maneira como os interligou foi, também, interessante;

    História – 10/10: muito boa, soube criar o suspense e terminou de forma excelente;

    Personagens – 10/10: cada um com traços bem originais, a maneira como trabalhou isso foi fantástica;

    Entretenimento – 10/10: sem dúvida daria um filme que eu pagaria pra ver;

    Estética – 10/10: utilizar essa estratégia do diário de viagem/relatório/carta/anotações é arriscada, mas você fez um trabalho fantástico.

  25. Angelo Dias
    21 de julho de 2015

    Parabéns ao autor! Este conto tem a perfeita suspensão de descrença: acredito em cada frase. Cada personagem tem seus trejeitos (mesmo com tão pouco espaço) e dá para diferenciá-los. As descrições, a própria ideia, tudo combina e é bem explicado no conto. Definitivamente quero ler mais do autor.

  26. Antonio Stegues Batista
    21 de julho de 2015

    Um planeta estranho, que na verdade não é um planeta. Não é uma ideia nova, mas é um bom argumento e foi bem escrito. Eles buscavam a perfeição, mas não tinham sentimentos, sequer conheciam os sentimentos humanos.

  27. Marcellus
    21 de julho de 2015

    Boa história. Um tanto racional demais por parte da cientista aterrorizada, analisar os fatos daquele jeito, mas imagino que tenha sido pelo limite de palavras.

    Um dos que mais gostei até agora. Boa sorte.

  28. Michel M.
    19 de julho de 2015

    Texto muito bem escrito, mas tem uns pontos que gostaria de destacar:

    *Primeiro, eu nem comecei a ler o conto e me deparei com algo que, particularmente, não me agrada: sendo um conto – e um conto bem curto (apenas 2000 mil no palavras máximo), há mesmo a necessidade de fazer tantas divisões no texto, a ponto de até mesmo inserir um “Epílogo”? Entendi que foi uma forma de mostrar a visão de diferentes personagens mas aí esbarramos em outra
    questão: não é recomendável um conto com tantos personagens. Alguns autores mais experientes até mesmo chegam a aconselhar que um conto curto deve ter quando muito dois persnagens, alguns até mesmo chegando a afirmar que o melhor seria apenas um personagem;

    * Outra coisa foi o modo como alguns personagens falam, principalmente aqueles que seriam os cientistas da tripulação. Todos parecem falar do mesmo jeito e abusam demais de palavrões. Não tenho nenhum problema com palavrões, mas devemos pensar no que é melhor para cada personagem. Digo porque, pelo que entendi, eles estão escrevendo/falando uma espécie de diário de bordo. Um cientista que está escrevendo/falando um diário que será associado ao seu nome e que ele sabe que outros irão ouvir (esperando-se de uma missão espacial) gostaria mesmo de ter seu nome associado a tantos palavrões e tão poucos termos técnicos?;

    * Outra coisa que me pareceu estranha. Se a ideia do autor com “log pessoal” seria uma espécie de diário, como que o personagem usa esse diário para registrar eventos que estão acontecendo
    naquele exato momento? Um diário (ou ferramenta do tipo) é escrito, geralmente, no final do dia, como anotação ou reflexão. Frases como “Rogério, corre aqui! Tem um monte de alarmes bipando!,” ou “Hum, tem um cheiro ácido no ar”. Sei que pode ser uma espécie de “gravador” que o personagem usa, mas quando o mesmo personagem usa esse “gravador” para registrar momentos passados e momentos que estão ocorrendo na trama, isso torna as coisas um pouco confusas para o leitor.

  29. Marcos Miasson
    18 de julho de 2015

    Você tem uma boa narrativa, descreve bem as situações (ou emoções?) em primeira pessoa, nesse formato de log. No entanto, a idéia toda parece necessitar de mais foco, ou algo que seja convidativo ao leitor, que o prenda desde o início.

    Boa sorte!

  30. Leonardo Stockler
    15 de julho de 2015

    A carpintaria é perfeita, palavras escolhidas a dedo, e o emprego de termos técnicos muito bem administrados, na dose certa. Também é incrível o tanto de coisa que você conseguiu fazer só com 2 mil palavras. O conto define-se visualmente, e toda a interação entre a voz narrativa e o leitor se dá na sugestão de imagens, quase como um vídeo promocional de um futuro próximo. A temática do conto me agradou demais, me lembrando um conto chamado Vovô, que era sobre exobiologia (biologia de planetas alienígenas), num volume chamado A Sonda do Tempo, organizado pelo Arthur C. Clarke, em que cada conto era uma área diferente da ciência. Mas achei o tratamento um pouco amigável demais, amistoso demais, não combina tanto com o final (e não digo nem que não poderia haver um twist – de fato há um twist, mas não sei se funcionou tanto quanto deveria). De qualquer forma, parabéns! Está muito bom! As descrições são criativas e fascinantes.

  31. Phillip Klem
    13 de julho de 2015

    Boa noite. Toda a ideia de um planeta que é um organismo único e vivo, com relacionamentos simbióticos entre sua fauna e flora foi muito criativa, mas a maneira como foi escrita não chama a atenção.
    Diferentemente do gênero found-footage, muito popular hoje no cinema, a transcrição de áudio na literatura não funciona muito bem. Não nos permite sentir realmente o medo e o que está acontecendo com os personagens, além de parecer um tanto forçada em algumas partes. Principalmente quando algo está acontecendo, como o ataque das flores gigantes à capitã Lorena.
    O final também não convenceu. Toda a conclusão a que a doutora Tsuki chegou sobre o que seria aquele ambiente até fez sentido, mas duvido que seriam essas as ultimas palavras de alguém em desespero.
    Experimente reformular o conto para uma escrita em terceira pessoa. Acho que funcionaria melhor.
    Boa sorte e parabéns pela criatividade.

  32. Leonardo Jardim
    13 de julho de 2015

    ♒ Trama: (4/5) muito legal, bem desenvolvida e bem amarrada, prende do início ao fim. Gera a dúvida e responde no final, algo que eu não esperava. O único ponto negativo é o número de personagens, acho que um ou dois poderiam ser cortados. Focar apenas com o casal do início, talvez.

    ✍ Técnica: (3/5) boa, fluida e sem erros. A forma ajudou a prender a atenção, mas o excesso de personagens e de nomes complicados confundiu um pouco. Em alguns momentos as falas ficam pouco naturais, servindo apenas para contar o que estava acontecendo, como quando a capitã é atacada, por exemplo.

    ➵ Tema: (2/2) colonização espacial (✔).

    ☀ Criatividade: (3/3) achei bastante criativo o modelo de vida social alienígena criada.

    ☯ Emoção/Impacto: (4/5) o final foi impactante e bastante eficiente.

  33. Ferreira Silvio
    12 de julho de 2015

    – O começo tem um tom de aventura e uma descrição precisa que garantiu minha curiosidade para explorar esse planeta.
    -Você deve sacar de biologia ou medicina, pois os detalhes anatômicos do bicho soaram críveis e me ajudaram a visualizar com nitidez o ”bicho”, sem ser só uma exposição de conhecimentos jogados.
    – Os múltiplos narradores oferecem pontos de vista que enriquecem a visão do protagonista: o planeta Limo. Gostei dessa estrutura com duas ressalvas. As intenções da Lorena podem dar profundidade ao personagem, mas como você inseriu vários deles em trechos diferentes, a motivação rasa dela não despertou meu interesse e funcionou mal junto com o todo. Além disso, achei o epílogo moralista no tom, mas uma boa ideia..
    – Esse planeta todo articulado, uma natureza que se defende (como a nossa) só mostras mais como o ser humano ”joga contra” e, no final, age contra si mesmo. Muito bom você tratar disso.

    -A escrita é ágil e, como já disse, você descreve detalhes sem soar gratuito ou aborrecido e dados biológicos poderiam cair nisso.

    Boa Sorte e Abraços

  34. Daniel I. Dutra
    11 de julho de 2015

    Gostei do conto, principalmente da escolha de contar através dos diários de bordo de cada tripulante. O COMO se conta é tão importanta quanto a história em si.

    Minha única ressalva é na passagem do “Engenheiro Pawel Schoupinski, log pessoal #977”. Não faz sentido você escrever algo enquanto está acontecendo, em diários costumamos narrar eventos que já aconteceram. Mas isto é um defeito menor, até mesmo Lovecraft fazia isso.

  35. Andre Luiz
    10 de julho de 2015

    Muito inteligente a teoria apresentada no conto, principalmente no que tange a Kepler ser um único ser vivo macrossimbiótico, de onde milhares de criaturas seriam como células passeando por seu corpo e ajudando-o a se manter vivo. Fantástico! Gostei da forma como tudo foi narrado também, através de relatos bem-humorados dos fatos, trazendo mais realismo à trama. Parabéns!

  36. Renan Bernardo
    8 de julho de 2015

    Sensacional!
    Vou enumerar tudo que gostei:

    – O enredo
    – O pseudônimo
    – O título
    – O formato de logs
    – O cenário
    – As personagens
    – A escrita
    – As homenagens (Sagan e Asimov)

    Parabéns! Espero ler mais contos seus assim que souber quem você é.

  37. Tiago Volpato
    8 de julho de 2015

    O texto é interessante, mas não curti muito. Pra começar temos vários personagens, mas todos eles soam da mesma forma, é sempre o mesmo discurso, a mesma forma de falar, faltou trabalhar um pouco na personalidade de cada um.
    Você também trás muita informação no mesmo paragrafo o que torna o texto um pouco cansativo, esse esquema de relato, também não me ajudou muito (não gosto dessa fórmula :P)
    O texto não é ruim , só não me agradou.
    Quem é Rogério Dantas? Essa eu perdi 😦

  38. Davenir da Silveira Viganon
    7 de julho de 2015

    Bah e esse final heim!? A história vai crescendo e as peças vão se juntando nos detalhes técnicos. Gostei muito. É um conto que eu queria ter escrito. O autor estuda biologia né? só pode….

  39. Pedro Teixeira
    6 de julho de 2015

    Olá autor(a). Esse é, na minha opinião, o melhor conto até aqui: é original, tem um toque de humor que traz um contraponto ao suspense, e uma narrativa ágil e clara. Só acho que faltou um desenvolvimento maior em algumas passagens, mas no geral gostei muito. Parabéns e boa sorte no desafio.

  40. Jefferson Lemos
    6 de julho de 2015

    Olá, autor (a)!

    Sendo sincero, não curti muito. Mantendo a linha dos contos desse desafio, a narração está muito boa, mas a história, que ao meu ver tinha um potencial tão bom, foi mal aproveitada devido a narração que o autor escolheu, na minha opinião. Acho que uma narração em terceira pessoa seria melhor para dinamizar a ação.
    O Epílogo também me pareceu um pouco confuso, meio perdido do restante da história. Lerei novamente para ver se tenho melhor compreensão.

    De qualquer forma, parabéns e boa sorte!

  41. Rogério Germani
    6 de julho de 2015

    Olá, Muab’Dib!

    O texto começou show! De verdade, gostei dos “bandeirantes” e suas descrições sobre os habitantes do planeta Limo.
    Só que, de repente,veio aquele lance de “sofrência intergalática” e descambou tudo.
    Os parágrafos com estórias próprias e afastadas dentro de cada log pessoal também não surtiu efeito: ficou parecido com alguém que inicia um relato, perde a respiração, e volta a falar, só que com um novo assunto a cada retorno…

    Boa sorte no desafio!

  42. Rubem Cabral
    6 de julho de 2015

    Olá, Muad’Dib, como vão os vermes da areia?

    Então, gostei bastante do seu conto ecológico. Lembrou-me, dentro de proporções devidas, “Duna” e também uns contos sobre “Chaga”, uma biosfera invasora.

    Algumas repetições poderiam ser limadas, há muito “coisa”, “maldito”, etc. Ainda que o texto em boa parte seja composto de falas.

    Como disse, gostei muito do resultado!

    Abraço e boa sorte no desafio.

  43. Alan Machado de Almeida
    5 de julho de 2015

    Sempre quando a gente imagina um planeta alienígena a gente acaba o aproximando da Terra, pois não temos outra referência. Até mesmo sci-fi profissionais como Star Wars e Star Trek sofrem disso. Adorei a descrição dos animais e da atmosfera que você criou para o seu planeta, inclusive por dar a ele um nome oficial cheio de números e pouco prático e um apelido. Acho que se encontrássemos um mundo habitável aconteceria isso mesmo. A divisão de pontos de vista a lá Game of Thrones foi interessante também. Nota 10.

  44. catarinacunha2015
    4 de julho de 2015

    TÍTULO – Inteligente. Eu só entendi no epílogo. Passei as cinco páginas procurando o eco.
    TEMA – Honrou, com louvor, a família FC.
    PERSONAGENS – O 1º parágrafo é fundamental para me seduzir e “margaridas-barril” foi o que me levou adiante. Fauna e flora digna de viagem de ácido. Os nomes dos personagens estão impagáveis.
    TRAMA – O autor tem o dom da abstração científica e parece estar familiarizado. Soube criar e manter o suspense. O suicídio coletivo foi genial.
    FINAL – Surpreendente. Embora o discurso tenha ficado piegas, a mensagem pacifista depois da “destruição” foi uma grande sacada.

  45. Claudia Roberta Angst
    3 de julho de 2015

    Conto bem escrito, adequado ao tema proposto, ótima caracterização. Li Limo como se fosse Limbo…rs. E o tal Doutor Gamba como gambá. Enfim, senti uma ponta de ironia em toda a narrativa, o que é sempre bom!
    A parte da capitã traída foi a que me chamou mais a atenção Não por identificação, claro que não. 😦
    Gosto muito de margaridas, mas essas aí me assustaram bastante. Muito boa a caracterização do meio ambiente de Limo.
    Acho que este conto está no páreo! Boa sorte!

  46. L E Peret
    3 de julho de 2015

    Excelente texto! Daria um filme, facilmente! Em poucas palavras, consegue transmitir emoções e situações com grande clareza. No meio do conto já dá para desconfiar da verdadeira natureza dos macacos e das margaridas e isso torna o texto ainda mais interessante.

  47. Fabio Baptista
    3 de julho de 2015

    Gostei bastante!

    Muito bem escrito e soube trabalhar legal com os diferentes pontos de vista. Claro que o limite não permitiu uma profundidade maior dos personagens (meu conto provavelmente sofrerá do mesmo mal), mas o resultado ficou agradável, na medida do possível.

    Gostei da descrição do ataque das criaturas, ficou um clima meio “Cloverfield”. O Epílogo também é bacana.

    Achei um “de demais” e um “bloquemos” na revisão, nada que incomodasse.

    NOTA: 8

  48. Brian Oliveira Lancaster
    3 de julho de 2015

    EGUA (Essência, Gosto, Unidade, Adequação)

    E: Caramba. Esse me fisgou de cara. >> 10.
    G: A utilização de logs foi muito bem executada. Um belo truque para “aumentar” o limite de palavras. O tom bem humano, e as referências aos autores, atrai qualquer um que aprecie o gênero. Gostei dos estilos diferenciados de cada personagem, bem como o sarcasmo e ironia nos lugares certos. E ainda inclui os famigerados termos técnicos! A atmosfera geral ficou incrível. >> 10.
    U: Escrita leve e fluente. Nada me incomodou. >> 10.
    A: Com inúmeras referencias a vários filmes e livros, o autor nos levou a explorar a colonização de um planeta estranho, para, no final, apresentar-nos à algo maior. Fantástico, Senhor da casa Atreides! >> 10.

    Nota Final: 10.

  49. Lucas
    3 de julho de 2015

    Olá,
    Primeiramente devia dizer que gostei e não gostei da forma como o conto foi apresentado. Confuso, né? Achei meio estranho mas ficou legal levando em conta a história toda.
    O enredo é bem diferente, o plot no final da aquela sensação de “viiiish que briiiiiisa véééééi” o que é bom haha. Quem sabe ainda veremos algum conto não tão futurista assim no certame.
    Parabéns e boa sorte.

  50. William de Oliveira
    3 de julho de 2015

    muito bom, consegui visualizar o Limo e a equipe! e o final foi a cereja dessa aventura interplanetária.

  51. Ed Hartmann
    3 de julho de 2015

    Fantástico!

    Criatividade a toda prova. Texto que prende do começo ao fim, muito interessante. Já vi que, como novato, não tenho a menor chance!!!rsrsrs
    Texto fluido, conciso, mas não está fragmentado e errático. O final é a melhor parte.
    Não há erro gramaticais e de português. Também não percebi erros de digitação.

    Excelente!

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Informação

Publicado às 3 de julho de 2015 por em Ficção Científica e marcado .