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Detox Literário.

Loucura ou sabedoria? (Lara Machado)

A opinião dos nossos semelhantes pode doer, principalmente quando nos consideram muito diferentes para sermos considerados da categoria normal. O que seria a loucura? Parece que na modernidade uma das formas de ser louco é questionar os padrões estabelecidos e o modo correto de se comportar. Meu modo de enxergar as pessoas que realmente possuem algo de diferente em sua mente pode ser considerado duvidoso, eu acredito que essas pessoas enxergam além de nossa realidade, elas possuem acesso a revelações divinas e amo mundo dos espíritos. Claro que também precisamos levar em conta a experiência de vida da pessoa desde o útero, porque já foi comprovado que a experiências que o feto passa afetam sua vida de maneira muito significativa. Gostaria de deixar uma reflexão: Cada um enxerga a realidade de maneira diferente mas por qual motivo não podemos aceitar que quem enxerga muito diferente de nós tenha parte da razão ? Será que no fundo você tem medo de estar errado e por isso defende sua verdade com unhas e dentes ?

    Rebeca é uma morena linda, com rosto e corpo finamente desenhados por nosso amado criador. Mas Rebeca tem de enfrentar o desprezo e falta de respeito de pessoas que se sentem superiores,verdadeiramente tenho pena desse tipo de gente, eles ainda não entenderam que todo mundo tem algo para ensinar, quanto eles perderam por não querer escutar Rebeca. Outros de baixa qualidade moral pensaram que poderiam se aproveitar fisicamente de Rebeca mas ela é uma jovem forte e jamais deixaria isso acontecer.Nossa amiga possui uma sensibilidade acima da média, presente acontecimentos futuros.Ela evita visitar cemitérios porque enxerga os espíritos que vagam naquele local.É uma jovem com dons especiais e que tem medo deles. Os médicos afirmam que ela possui delírios e os religiosos afirmam que ela é perturbada por demônios, poucos conseguem perceber o poder e dom de Rebeca.

  Gabriela é uma jovem bela e doce, com traços caucasianos. O destino lhe apresentou Rebeca em um dia simples e ao mesmo tempo único, em um centro de cultura. Gabriela não simpatizou com Rebeca de início mas com o tempo e várias conversas o laço das duas se tornou muito forte. Gabi consegue ver claramente o quanto sua amiga é especial e quão grande é sua missão, embora não saiba o que foi  reservado para ambas desde a criação de ambas. Sente imensa dificuldade de conversar esses assuntos com ela, já que Beca sente imenso medo dos próprios dons.

  A história dessas belas jovens pode parecer incompleta e realmente é, talvez um dia tenha algo a mais para contar a vocês e seja algo muito surpreendente mas por enquanto é uma história real em andamento. Gostaria apenas de deixar um apelo: Respeite todas as pessoas, especialmente os “loucos” porque eles certamente guardam uma mensagem que você precisa receber e quem sabe seja a resposta de suas orações.

53 comentários em “Loucura ou sabedoria? (Lara Machado)

  1. Daniel Reis
    10 de dezembro de 2020

    RESUMO: um storyline mais do que conto, trata do encontro de Rebeca e Gabriela, sem no entanto aprofundar o que ou como aconteceu alguma coisa entre elas.

    IMPRESSÕES: um texto um tanto vago, sendo a história imprensada entre o primeiro e o último parágrafo de elucubrações e filosofias. Há potencial, inegável, no meio, mas falta um desenvolvimento coerente para termos ao menos um fragmento de conto. Sinto muito, não tenho mais a acrescentar. Boa sorte no desafio

  2. Euler d'Eugênia
    8 de dezembro de 2020

    Olá, senhorita Sábia.
    Bem, está no caminho de estruturar, já tem o pensamento e a amizade, tão logo, o conto sairá, se já não saiu.
    Desta forma, não desista até sentir que seu escrito virou você.

  3. Bruno de Paula
    8 de dezembro de 2020

    Conhecemos Rebeca, uma jovem que tem visões e que conhece Gabriela, com quem começa uma estreita amizade.

    Olá, Sábia.

    Difícil fazer muitos apontamentos. Até porque, segundo você mesma, essa história está apenas no começo.

    É meio esquisito que o conto seja narrado em primeira pessoa, mas quem narra não é nenhum dos personagens. Parecia que era você mesma, autora, manifestando suas opiniões. O primeiro e o último parágrafos são quase panfletários, como se você quisesse nos convencer de sua visão de mundo.

    As histórias de Gabriela e Rebeca são apenas esboçadas, tornando as personagens um bocado pálidas. Sobre Gabriela praticamente não temos informação nenhuma.

    E a narradora continua forçando sua opinião, dizendo que tem pena dos que não entendem Rebeca. E é meio esquisito que logo após apresentá-las, já as chame de Gabi e de Beca.

    Sei lá, não me pareceu muito um conto. É quase um relato oral, uma página de diário. Mas tem seu valor e é interessante que você tenha se arriscado com um texto tão fora da curva.

    Se você decidir continuar a história, poderia nos mostrar o resultado.

    É isso.

    Abraço.

  4. Marco Aurélio Saraiva
    8 de dezembro de 2020

    RESUMO: Um texto que reflete sobre a definição de loucura e que introduz duas personagens sem nunca terminar suas histórias.

    O texto é simples e direto. Gosto deste tipo de questionamento que ele traz no início, até mesmo por quê é algo que sempre pensei: e se os “loucos”, na verdade, não são apenas pessoas que vêem a realidade de forma diferente? E se eles estão certos – ou, ao menos, mais certos do que nós?

    Depois o texto entra na história de Rebeca e Gabriela e daí perdeu o rumo. Para quê falar delas se a história não terá uma conclusão? Para quê introduzir duas personagens por nada? A mensagem final deixa claro que a autora sabia disso mas, ainda assim, o texto ficou inacabado. Preferia que continuasse com a pegada do início e continuasse suas ponderações sobre a definição de “loucura”. =)

  5. Amana
    7 de dezembro de 2020

    Obs.: A nota final não se dará simplesmente pela soma da pontuação dos critérios estabelecidos aqui.
    Resumo: Uma reflexão sobre a loucura e um apelo para que se respeite as pessoas.
    Parágrafo inicial (1/2): Olá, o parágrafo inicial é o primeiro de um texto que foi dividido em quatro, sendo o maior deles, por ter acho que umas duas linhas a mais que o segundo apenas.
    Desenvolvimento (1/2): O texto é um relato, um texto reflexivo, que tem uma tentativa de conto no meio. Achei graça no último parágrafo, quando diz que “A história dessas belas jovens pode parecer incompleta e realmente é, talvez um dia tenha algo a mais para contar a vocês…”.
    Personagens (1/2): Não dá para dizer muito de de Rebeca e Gabriela, já que você mesma disse que a história está incompleta…
    Revisão (1/1): Está bem revisado. Se passou alguma coisa, não percebi.
    Gosto (2/3): Eu gostei das reflexões, tive certa simpatia pelas personagens. Uma pena que não desenvolveu o texto como poderia ter feito. Espero que o seu retorno não demore muito. Escreva o conto e poste na temporada off. Parabéns e boa sorte.

  6. Fabio D'Oliveira
    7 de dezembro de 2020

    Serei sincero: o conto está bem frágil, tanto na narrativa, quanto na estética e história pouco desenvolvida.
    .
    Serei prática, Sábia:

    “Gabriela é uma jovem bela e doce, com traços caucasianos. O destino lhe apresentou Rebeca em um dia simples e ao mesmo tempo único, em um centro de cultura.”
    .
    Olha como poderia ficar:
    .
    “Estava na hora do almoço. Gabriela gostava de ser do contra, apenas por gostinho mesmo, então, desvencilhando-se do grupo escolar, escondeu-se num canto, longe dos guardinhas do centro de cultura, e abriu sua marmita. Estava pronta pra abocanhar o sanduíche quando viu uma menina, talvez de outro colégio, também escondida, no canto oposto do dela. Mas ela tinha um ar tão triste que Gabriela ficou com um nó na garganta.”
    .
    O maior problema da sua escrita, Sábia, é que você simplesmente conta a história. O leitor precisa de incentivo para continuar a leitura. Narrativas que contam o enredo são frias, apáticas, sem emoção, de difícil imersão para o leitor. Agora, quando você mostra o que aconteceu, ah, aí sim é possível prender o leitor. Você pode mostrar manias, traços da personalidade, etc, tudo isso em pequenas ações.
    .
    Sua história é sensível e a mensagem é valorosa. Trata-se de aceitação. De ser quem você é e ser aceita por ser assim. Rebeca é sensitiva, uma médium, e sofre com a falta de aceitação dos outros e por não ter alguém para ajudá-la nesse caminho. Gabriela aparecendo na vida dela é um marco, pois vai quebrar a rotina da menina, permitindo um trabalho em cima de si mesma, incluindo na autoaceitação. O argumento da loucura é frágil, também, mas isso não é o maior problema do conto. Foque no estudo da técnica de “Mostrar X Contar”. E tente construir um conto usando a técnica do mostrar. Foque, também, na lapidação final do texto. Te dou uma dica: depois de terminar de escrever, não mexa no conto por dias. Depois, quando retornar, vai enxergá-lo com outros olhos. Garanto.
    .
    Quer continuar escrevendo? Continue estudando e não desiste. Tem muita coisa pra melhorar, mas que pode melhorar, depende de você mesma. Se quiser, pode me chamar no privado no Facebook que dou uma força com outros contos! Vamos crescer juntos.

  7. Fernando Dias Cyrino
    5 de dezembro de 2020

    Olá, Sábia, você me traz um texto reflexivo sobre a loucura. Constroi isto a partir da grande amizade existente entre duas garotas. Sua narrativa me trouxe à lembrança um fato. É que, uma vez, o Mário de Andrade fez uma declaração que causou tremendo furor à sua época. O que ele falou foi que o “conto nada mais é do que tudo aquilo que o autor resolver chamar de conto”. Bem, e você, Sábia, resolveu chamar a sua narrativa de conto. Então, que o seja, cabe-me aceitar, não é? Só que nesse caso eu lhe digo que seria muito legal você desenvolver uma história. Fazer com que o conto, até esse momento do desafio existente mais como uma tese do que na realidade, transforme-se e cresça muito mais. Acho que é isto que eu queria lhe dizer, amiga. Fica com o meu grande abraço.

  8. Priscila Pereira
    5 de dezembro de 2020

    Resumo: Uma reflexão sobre a loucura e o retrato de uma amizade sem preconceitos.
    Olá, Sábia!
    O único problema do seu conto é não ser um conto e sim um artigo, uma crônica talvez. O que você diz não está errado, é sensato, importante e realmente você é sábia, mas estamos em um desafio de contos, histórias ficcionais, e por isso seu texto não se encaixa muito bem, veja que não é discriminação nossa e sim falta do seu conto estar dentro dos critérios do desafio. De qualquer forma, você sabe se expressar, a história das amigas daria um ótimo conto se escrito no formato certo.
    Parabéns!
    Boa sorte!
    Até mais!

  9. jowilton
    2 de dezembro de 2020

    O texto narra a visão da autora sobre como as pessoas julgam o que é diferente.

    Bem, acho que isso não é um conto, é um relato, uma opinião, uma tentativa de ensaio. E caso fosse um conto, só existe voz do autor, não há voz dos personagens, o que enfraquece sobremaneira qualquer conto. Acho válida a reflexão, mas, para mim não valeu como conto. Boa sorte no desafio.

  10. Alexandre Coslei
    30 de novembro de 2020

    RESUMO:
    Narra a história de amigas refletindo sobre a loucura. O texto se equilibra entre um artigo e uma observação pessoal do autor sobre a loucura.

    ABERTURTA:
    Primeiro parágrafo confuso. Percebi um período que me soou construído com incorreção sintática, talvez seja válida uma nova revisão.

    DESENVOLVIMENTO:
    Texto curto, que não pretende estender mais do que necessário a ideia escolhida para o desenvolvimento da narrativa. Falo com sinceridade construtiva ao autor, considerei pobre o desenvolvimento, mesmo com a limitação da ideia.

    CONCLUSÃO:
    Os personagens são bons, merecendo melhor desenvolvimento. O final não surpreende. Segue a linha burocrática e fria que permeou o texto. Talvez, a pressa da escrita tenha prejudicado o conjunto.

    Desejo boa sorte e sucesso.

  11. Rafael Penha
    26 de novembro de 2020

    RESUMO: UM desabafo para que as pessoas parem de considerar outras que pensam diferente como loucas, para isso dá o exemplo de Beca, aquela que tem pensamentos especiais e Gabriela, a amiga que tenta entendê-la.

    COMENTÁRIO: Um conto diferente da maioria que vi. Funciona como um desabafo, um clamor por menos preconceito e mais tolerância da sociedade para com pessoas que consideramos “diferentes”.

    Sobre a narrativa, achei interessante e informal, o que atrai o leitor, deixa o ambiente mais ‘íntimo”. Entretanto, há alguns problemas de técnica de escrita que incomodam, como a repetição de palavras, alguns erros de edição que realmente atrapalham como : “elas possuem acesso a revelações divinas e amo mundo dos espíritos” entre outros.

    Os personagens tem potencial para uma história interessante, mas são abordados de forma aberta, deixando claro que pode haver uma história, mas não é o momento. A premissa é original, mas um banho de água fria: É como se um autor apresentasse o mundo, mostrasse os personagens e na hora H falasse que não tem história. Por mais que esse realmente seja o objetivo da autora, ainda é um pouco decepcionante e ao mesmo tempo divertido, imaginar as histórias que essas duas poderiam protagonizar.

    E abrupto como o texto, encerro o comentário.
    Abraços!

  12. Elisa Ribeiro
    25 de novembro de 2020

    Reflexões sobre o que é a loucura e a uma breve apresentação de duas potenciais personagens: Rebeca e Gabriela.
    É um texto simpático. Dissertativo em seu primeiro parágrafo, descritivo nos dois parágrafos seguintes em que apresenta as duas personagens do que poderia ser (ou será, talvez, um dia) uma narrativa, e propositivo em sua conclusão. Dificilmente poderia ser qualificado como um conto.
    O que gostei: do fato de ser um texto curto
    .
    O que não gostei: de ter que aguardar para conhecer as peripécias das interessantes personagens esboçadas.
    Parabéns pela participação.
    Sorte, sempre. Um abraço.

  13. Jorge Santos
    21 de novembro de 2020

    Olá. Gostei bastante do seu texto, que dificilmente chamaria de conto. É uma dissertação sobre as diferentes formas de aceitação das diferenças. Aquilo a que alguns chamam de sabedoria, outros chamam de loucura. E nada há de mais subjectivo do que a normalidade.
    Depois desta dissertação, conta a história de duas mulheres que se encontram. O desfecho fica em aberto, mas tudo indica um envolvimento romântico. O facto do conto ficar em aberto não lhe tira qualidade, mas preferia uma estrutura mais convencional e um maior desenvolvimento.

  14. Amanda Gomez
    18 de novembro de 2020

    Resumo📝 Reflexão sobre o que é loucura.
    Gostei 😃👍 Hummm. Gostei bastante do tamanho do texto.
    Não gostei 😐👎 Bem, não é um conto. É uma Reflexão da autora sobre o que ela acredita ser loucura e, na sua opinião, como a sociedade deve se portar diante desse tema. Aleatoriamente são introduzidas duas personagens como exemplo para essa reflexão. As características físicas de ambas parece fazer sentido para a ” tese” abordada no texto. Não tem muito o que dizer, é um texto fora da casinha literalmente, que levanta uma bandeira interessante. Mas, parabéns pela sua participação.
    O conto em emoji : 🗣️📢

  15. Luciana Merley
    18 de novembro de 2020

    Loucura ou sabedoria?

    Olá, autor.
    O autor iniciou o texto propondo reflexões e cobrando posturas do leitor acerca das interseções entre loucura e sabedoria e depois começou a contar uma história.

    Desculpe-me, mas esse texto não é um conto. Tem um início expositivo e interpelativo, de modo inclusive pouco cordial com o leitor, e depois apresenta minimamente duas personagens. Não tem um enredo. Não é ainda uma história. Quem sabe quando você o terminar.
    Um abraço.

  16. Andre Brizola
    15 de novembro de 2020

    Olá, Sábia!

    Conto em forma de desabafo/reflexão, abordando a amizade entre duas garotas, Rebeca e Gabriela. Uma história propositalmente incompleta, cujo objetivo é um apelo ao leitor.

    A intenção do conto, me parece, é demonstrar como cada pessoa reúne em si agrupamentos de caraterísticas únicas e como essas características afetam os relacionamentos sociais. Rebeca, a personagem que carrega a faceta da “loucura”, essencial para o desafio em questão, é o motivador da reflexão, uma vez que, graças às individualidades que carrega, é taxada de louca. Gabriela é o contraponto a isso, mostrando que a amiga não é louca, e sim incompreendida.

    Gostei do vocabulário e da criatividade em se declarar claramente incompleto. Já a parte técnica carece de diversos ajustes. A divisão de parágrafos poderia ser melhor formulada, pois da forma como ficou deixou as reflexões diluídas em muitas frases e palavras desnecessárias. Diversos termos repetidos, às vezes na mesma frase, como em “embora não saiba o que foi reservado para ambas desde a criação de ambas”. Outra coisa é a intenção do texto, pois ele fica num meio termo entre o conto e a crônica. E até a sinopse. Poderia ser um prólogo de um texto maior, também. Essa inconstância depõe contra o enredo.

    Você tem duas personagens em mãos que demonstram potencial para mais, então realmente imagino que esse conto aqui seja apenas um prólogo de algo maior. E isso é legal porque as duas, Rebeca e Gabriela, pedem por mais.

    É isso, boa sorte no desafio!

  17. Paula Giannini
    14 de novembro de 2020

    Olá, Contista,
    Tudo bem?
    Resumo: A linha tênue entre a loucura e a sanidade, vista através da ótica da amizade.
    Minhas impressões:
    A pena por trás do conto é, certamente, a de um(a) jovem e promissor(a) escritor(a). Alguém que, além de ousar se posicionar e inscrever um conto em um desafio de escritores, possui boa habilidade com as palavras.
    A premissa é simples, porém interessante por tratar-se de uma reflexão que intriga poetas, filósofos e escritores de todos os tempos. Minha sugestão, se é que posso fazê-la, é que se aventure no mergulho de escrever sobre essas duas personagens tão interessantes, sem perder sua premissa de vista, e com um pouco mais de tempo e paciência, já que ambas as personagens criadas são ricas e têm todo um universo a ser explorado.
    Quando nos aventuramos nas “primeiras letras”, tendemos a dois caminhos: O primeiro é falar de nós mesmos e há quem diga que o escritor faz isso de formas diversas durante toda a vida. A segunda, é expor nossas opiniões em um tipo de “manual”. Ambas as possibilidades são caminhos que podem nos levar a trabalhos interessantíssimos, basta que consigamos, na hora da escrita, nos desvencilharmos de nossos egos, dando nossos recados de modo mais ficcional. Isso, tenho certeza, será algo fácil para você. Gostaria de vê-lo(a) mais vezes por aqui e de conhecer mais de sua criação.
    Como digo a todos por aqui, se erro em algo na análise de seu texto, perdoe-me. Aqui estamos todos para aprender.
    Sucesso no desafio. 😉
    Beijos
    Paula Giannini

  18. opedropaulo
    13 de novembro de 2020

    RESUMO: Rebeca poderia ser facilmente tomada como louca, mas Gabriela sabe que sua grande amiga tem um dom. O que resta saber é se Rebeca finalmente perderá o medo e abraçará os seus dons.
    COMENTÁRIO: Acredito que falte muito desenvolvimento a este conto, pois existe nele uma estória promissora à qual não foi dado o devido espaço. A abertura do conto é um parágrafo um pouco longo em que se questiona sobre o conceito de loucura, só no parágrafo seguinte havendo uma apresentação da protagonista. Na verdade, é perceptível que em seus quatro parágrafos houve uma escolha da autora de conferir uma função específica à cada seção do texto, o que rompe a sua coesão. A personagem Rebeca é retomada no terceiro parágrafo, este voltado à apresentação da personagem Gabriela. O quarto parágrafo não dá uma verdadeira continuidade à amizade das duas mulheres e, ao invés disso, promete uma estória das duas, encerrando o conto com uma mensagem endereçada ao leitor, que cumpre o papel de “moral da história”. Não é a única vez em que remete a quem lê, dando ao conto um caráter de conversa, como quando alude ao que “as pessoas” geralmente fazem, havendo também um momento em que o leitor é diretamente questionado, numa provocação. É um recurso válido e promissor, mas que se perde quando falta enredo. Ainda que a própria autora reconheça que a história esteja em andamento, não há nada com o que possamos apoiar uma imaginação para visualizarmos para onde essas amigas vão. Ou seja, não é um final aberto, não é final algum. Por isso, o ensinamento que encerra a estória paira deslocado e vazio, sem o significado que poderia ter. A impressão que fica é a de um texto muito esquematizado: 1. Loucura é isto; 2. Esta é Rebeca; 3. Esta é Gabriela; e 4. Elas viverão uma longa amizade, escute o que os loucos têm a dizer.
    O tratamento aqui seria promover uma linearidade maior, poupar apresentações por começar a estória já a partir das duas (no clássico “mostrar, não dizer”) e aproveitar o espaço para narrar as duas personagens em uma situação na qual seus dilemas fossem trabalhados de forma orgânica.
    Boa sorte!

  19. Fil Felix
    13 de novembro de 2020

    Boa tarde!
    Uma reflexão sobre a loucura e a apresentação de duas personagens distintas, mas que acabam se cruzando.
    O conto não me parece completo. O discurso ao final, dizendo que é uma introdução e que um dia irá contar o resto da história, foi como jogar a toalha. Pois demonstra que não está finalizado, em vez de deixar um gostinho de quero mais. Há um tom de reflexão (que geralmente acho bacana), sobre o que é e o que não é a loucura, traçando um paralelo com a religião e a ciência, como a psicoembriologia. Porém, ficou com um ar meio didático e de “moral da história”, querendo induzir o leitor a tomar alguma conclusão. Ao meu ver, faltou se aprofundar um pouco mais na história das personagens e mostrar ao leitor sobre sua visão de mundo e da loucura através delas, pra ficar mais com cara de conto e menos de uma reflexão pessoal.

  20. Anna
    13 de novembro de 2020

    Resumo : O conto traz uma definição ousada de loucura e várias reflexões para o leitor. Esboça a história de Rebeca e Gabriela mas não a completa.
    Comentário : O conto é maravilhoso e me fez pensar muito sobre o conceito de loucura. A história de Rebeca e Gabriela poderia ter sido mais completa, talvez com as duas conversando. Boa sorte no desafio e melhore na próxima.

  21. angst447
    12 de novembro de 2020

    RESUMO
    Uma reflexão sobre o que separa, diferencia a loucura da sabedoria. Traz os primeiros esboços das personagens Rebeca e Gabriela, caminhos diferentes que se cruzam pela amizade.
    AVALIAÇÃO
    Fiquei surpresa quando logo me deparei com o desfecho do conto. O início prometia um tratado sobre a loucura, ou pelo menos desenhou-se como a introdução para uma história maior que acabou não acontecendo.
    Há enredos que são desenvolvidos com menos palavras ainda, mas trazem um princípio, meio e fim, mesmo que muito resumidos. Aqui, o(a) autor(a) alongou-se na introdução, desnecessária porque todos sabemos que o assunto tratado será a loucura, afinal este é o tema do desafio. E aí, quando se espera conhecer a trama tecida pelo(a) autor(a), o novelo acaba e … nada. Fiquei frustrada porque sinto que poderia vir dali um conto interessante, mas que foi abortado ainda em projeto. Pena.
    Boa sorte e que Rebeca e Gabi renasçam em outra história.

  22. Jefferson Lemos
    12 de novembro de 2020

    Resumo: Uma reflexão acerca da loucura, narrando a incompleta história de rebecca (e gabriella).

    Olá, cara autora!

    Seu texto não me pareceu muito bem um conto. Parece uma crônica, uma reflexão, não sei. Algo mais pessoal. Não sei muito bem o que falar, porque a história que começou a ser contada parou antes mesmo de se desenvolver, então é como se tivesse lido uma introdução.
    Não vi muita adequação ao tema do desafio também, a não ser um tom de moral de história no fim do texto. Espero que você venha a terminar a história posteriormente.

    De qualquer forma, parabéns pelo texto e boa sorte no desafio!

  23. Ana Maria Monteiro
    12 de novembro de 2020

    Olá, Autor.

    Resumo: Um texto que se inicia por uma reflexão e em seguida nos apresenta a duas jovens: Rebeca, que receia os seus poderes mediúnicos e Gabriela, uma jovem doce, que aceita Rebeca com naturalidade, estabelecendo-se entre elas o início de uma amizade.

    Comentário: Inicio o comentário devolvendo-lhe a sua pergunta: “Será que no fundo você tem medo de estar errado e por isso defende sua verdade com unhas e dentes?”, será? Não foi a ideia que me deu.

    O seu texto, além da reflexão inicial, é somente o início do que poderia ser um conto, poderia até ser um bom conto, mas, como você mesma assume no final, é apenas o início.

    Francamente, pareceu-me que a sua intenção foi a de atestar a sua fé, tentando exprimir como verdade absoluta a ideia de um criador, de uma missão e esse tipo de crenças. Espero estar enganada e que o seu intento tenha disso o de realmente começar a contar uma história.

    Cuidado com a repetição de palavras (e de conceitos).

    Desejo que escreva o resto do conto.
    Boa sorte no desafio.

  24. Regina Ruth Rincon Caires
    10 de novembro de 2020

    Loucura ou sabedoria? (Sábia)

    Resumo:

    Um texto que traz reflexão sobre loucura/louco. Uma introdução para o que pode ser um belo conto. De início, conhecemos Rebeca e Gabriela.

    Comentário:

    O autor, em sua exposição detalhada, nos convida à reflexão sobre valores. A narrativa transparece uma explanação da ideia daquilo que se quer desenvolver. Feito um primeiro capítulo de novela, um chamamento. E eu estou aqui, presente. Voltarei amanhã, e depois e depois… Serei seguidora assídua, pode acreditar!

    Acredito que este encontro entre Rebeca e Gabriela pode trazer o desenrolar de uma história muito bonita, o texto pode ter continuidade e se tornar um conto de leitura infinitamente prazerosa. Vamos lá, Sábia, estou esperando de braços abertos…

    Não vou comentar sobre deslizes, quem não os comete, não é? Esses danadinhos nos perseguem, mas basta gritar: revisora Cláudia, preciso de você!!! Pronto, tudo entra nos eixos…

    Boa sorte no desafio, Sábia!

    Abraaços…

  25. antoniosbatista
    9 de novembro de 2020

    Resumo; O conto é a história de Rebeca que tem o dom de ver espíritos. Um dia ela conhece Gabriela e as duas se tornam amigas. O resumo pode parecer incompleto e realmente é.
    Comentário: Me pareceu que a autora é jovem tanto na idade quanto na Arte da Escrita. Saiba que escrevo contos há bastante tempo e sempre estou aprendendo alguma coisa e sempre querendo mais. Você escreveu um texto curto, mas conseguiu mandar sua mensagem com habilidade. O que para algumas pessoas é loucura, para outras é dom.
    Continue escrevendo (e lendo bastante), pois é praticando que se aperfeiçoa a escrita e se adquire estilo próprio. Aproveite os apontamentos de revisão nos comentários. Por aqui se aprende muito também. Boa sorte no Desafio.

  26. Misael Pulhes
    7 de novembro de 2020

    Olá, “Sábia”

    Resumo: um desabafo sobre o preconceito com a loucura e os loucos

    Comentários: O texto começa como um monólogo-desabafo. Depois, apresenta duas personagens, mas as explora pouco. Termina como começou, como uma espécie de “moral”, algo meio “fábula”, meio “ensaio”, “crônica”…

    Enfim, não se trata – strictu sensu – de um conto (uma narrativa com enredo) e receio que tampouco uma prosa poética. Está mais pros gêneros acima elencados. De todo modo, o desabafo é legítimo e encontra, aqui, espaço para se colocar.

    Boa sorte com as questões que te afligem, minha cara. E, claro, no concurso. Um abraço!

    • Sábia
      8 de novembro de 2020

      Obrigada por me desejar boa sorte.

  27. Fheluany Nogueira
    5 de novembro de 2020

    Rebeca, de comportamento diferenciado, é considerada louca; Gabriela a aceita — uma amizade surgida naturalmente.

    O texto trabalha, em tom didático, com conceitos de loucura para apresentar as duas personagens, provocando reflexões ao leitor. Não há um conflito definido, com começo, meio e desfecho.

    Sorte no desafio. Abraço.

    • Sábia
      7 de novembro de 2020

      Obrigada por me desejar sorte.

  28. Fabio Monteiro
    5 de novembro de 2020

    Resumo: Dissertação sobre a loucura. Uma reflexão acerca deste tão delicado assunto. Duas jovens se tornam amigas e ponto.

    Eu confesso que quando comecei a ler a parte que as duas jovens se tornam amigas tive aquele gostinho de quero mais.

    Por que parou autor(a)?

    Vamos lá!

    Sobre sua reflexão acerca da loucura.

    Palavras de quem já trabalhou com (loucos), odeio esse termo. Eu os considero como você, pessoas especiais.

    Existem desajustes, alterações de comportamento, mudanças nos padrões que fogem completamente da realidade. Essas situações são causadas por diversas condições. Transtornos traumáticos, depressão, medo, ansiedade, neuroses de maior ou de menor intensidade.
    Existem alterações cerebrais, ausência de hormônios, alterações fisiológicas e metabólicas que mudam a estrutura normal do ser. Algumas tão severas que levam as alucinações de maior ou de menor gravidade (ver vultos, ouvir vozes, sentir se perseguido).

    O que as pessoas chamam de loucura, são essas situações, a grosso modo falando.

    Ou seja, existem mudanças que são tão significativas que a pessoa doente perde parte da sua identidade, não consegue trabalhar, entra num estado dissociativo, se torna incapaz de reescrever ou dar seguimento a sua vida.

    É complexo o entendimento disso.

    Na saúde mental existe um lema que é primordial, e ele se chama respeito.
    As famílias são orientadas a respeitar seus entes doentes ou portadores de algum transtorno mental.
    A sociedade, no entanto, fica difícil de conseguir atingir uma massa tão grande e tão pouco compreensiva para o que é diferente.

    Boa parte das pessoas que frequentam instituições e hospitais psiquiátricos nem deveriam faze-lo. São pessoas normais que se viram afogadas na própria condição de vida. Pessoas que sofrem com perdas, com o medo exacerbado, com as alterações metabólicas citadas, com a indiferença de um mundo que não esta nem ai para elas.

    O não saber lidar com uma tristeza que se prolonga por longos períodos também pode ser motivo para a busca de um tratamento. Para a sociedade não passa de frescura e preguiça.

    Como eu disse, é um assunto complexo. Cabem aqui inúmeras reflexões.
    Seu texto me permitiu estes comentários prolongados.

    Seu desabafo vem na forma escrita. Não me parecer ser um conto, mas sim, uma forma de mostrar para alguns a forma como você pensa.

    A loucura (odeio esse termo), é um linha bem tênue que se liga a sanidade. ela facilmente se arrebenta quando somos colocados a prova.
    A sanidade , por sua vez, vem ligada ao amor, ao afeto, a amizade, a aceitação, ao companheirismo, a reciprocidade. Qualquer linha dessas que se arrebenta causa um estrago tremendo na psique.

    Também quero deixar claro que é importante reconhecer um transtorno mental leve de um grave.
    A condição grave requer tratamentos prolongados, internações e, as vezes o desajuste é tão grande que vemos ai na mídia as fatalidades que cercam nossos dias.

    A loucura citada no seu texto é leve, bem leve se comparado a realidade.

    Sobre a mediunidade da jovem.

    Algumas pessoas tem capacidades superiores com o além, disso não tenho duvida. A jovem que você cita no texto parece ter esta capacidade. Basta que ela trabalhe isso para não se tornar algo de maior gravidade.

    A amizade pode ser a chave para este desenvolvimento. Outro de seus acertos num texto tão pequeno.

    Enfim. Tem uma frase que gosto muito que virou uma canção feita por um dos que o mundo chamou de louco:

    — È difícil ouvir um sim neste sistema social.

    Refletindo. O mundo prefere nos dizer não. Não para amizade, não para o amor, não para aceitação, não para qualidade de vida, não para as diferenças.
    Lidamos com estes nãos diariamente. Uns absorvem, outros explodem.

    Fiz dos meus nãos recebidos filosofia de vida. Trabalhar isso requer muita leitura e entendimento.

    Quando puder diga me como tem trabalhado os teus.

    Boa Sorte autor(a).

    • Sábia
      5 de novembro de 2020

      Obrigada por comentar.
      Gostei das suas reflexões.
      Respondendo suas perguntas eu trabalho meus nãos me dizendo sim. Se não me querem por perto tenho quem me queira : eu mesma me quero e me amo.

  29. Euler d'Eugênia
    3 de novembro de 2020

    Na realidade é um desabafo adolescente sobre o mundo, tendo uma amiga que a entende e a recíproca é realizada.
    Bem, muitos erros: pontuação, repetição, do uso pronominal, em um espaço tão curto. Acredito que melhore um dia.
    Cuidado em taxar, classificar, em colocar algo acima, vide como se expressou com normal, com o louco, o divino, sempre sendo mensageiro de algo superior, um direcionamento, um poder… A vida se origina da vulgaridade, não é sublime (mas certamente não vai concordar);

    • Sábia
      5 de novembro de 2020

      Obrigada por comentar.
      Mas realmente penso diferente de ti.
      A vida no meu ver é algo muito precioso e único.

  30. Fernanda Caleffi Barbetta
    3 de novembro de 2020

    Resumo
    Rebeca possui dons que a tornam uma pessoa especial e diferente dos demais, tratada como louca por isso. Conhece Gabriela, que a aceita como ela é.

    Comentário
    Gostei da mensagem do seu texto, da forma apaixonada e firme como expôs uma falha recorrente das pessoas em não aceitar o diferente e tratar o que é diverso como loucura. Bela mensagem.
    Mas, infelizmente não acho que seja exatamente um conto. Houve até a intenção de apresentar uma história para que se passasse por um texto ficcional, com enredo, mas não creio que tenha sido o suficiente. O primeiro parágrafo, em especial, pareceu mais uma exposição de ponto de vista, onde apareceu muito a voz do escritor.
    A história foi muito pouco desenvolvida. Havia bastante espaço ainda para tratar melhor da história das personagens, mostrar suas características.
    pudesse haver um enredo que o presente (pressente) acontecimentos futuros
    reservado para ambas desde a criação de ambas – cuidado com a repetição de palavras

    • Sábia
      3 de novembro de 2020

      Obrigada por comentar.
      Escrevi esse conto no calor da emoção e confesso que possui pontos a melhorar.

  31. Leda Spenassatto
    2 de novembro de 2020

    Loucura ou sabedoria?
    Se de louco, todos temos um pouco. Acredito que, por isso, talvez não consegui seguir o seu raciocinio. Me perdi no desenrolar da sua história. Me pareceu mais um desabafo seu, uma crítica quanto ao tema Loucura.
    Me perdoe se estou errada.
    Boa sorte, aí!

    • Sábia
      3 de novembro de 2020

      Obrigada por comentar.
      Espero que tenha capturado algo de bom com a leitura.

  32. Ana Cláudia Barros Fontenele
    2 de novembro de 2020

    Oi, Sábia. Eu gostei muito das suas considerações iniciais. Dissertar sobre a loucura não é uma tarefa simples e você fez isso muito bem. Só gostaria que a relação entre as personagens tivesse sido mais explorada, é dito no texto que as duas possuem uma relação muito forte e eu senti falta de entender mais sobre como essa amizade foi construída.

    • Sábia
      3 de novembro de 2020

      Obrigada por comentar Ana.
      A amizade das duas surgiu de forma natural.
      Através de conversas.
      A conexão delas vem da alma, a missão das duas está interligada.
      Deixei para o leitor a missão de imaginar o restante da história.
      Talvez um dia eu mesma escreva uma continuação.

  33. José Leonardo
    2 de novembro de 2020

    Olá, Sábia.

    RESUMO: a narradora discorre sobre uma faceta da loucura e aquilo que aparentemente enxerga em pessoas consideradas loucas (ou desajustadas) e, em seguida, apresenta duas personagens, sendo que a última enxerga na primeira não loucura, mas peculiaridades especialíssima (embora não descritas) que envolvem uma possível missão (objetivo de vida das duas).

    COMENTÁRIO: creio ter lido algo entre o conto e a sinopse. Ou uma mescla de ambas à maneira de exortação. Ou um aviso de como proceder diante de pessoas “loucas” como as apresentadas. Ou um coito literário interrompido, cujas cortinas, num entre-atos, desceram antes do último parágrafo e não subiram mais.

    De qualquer modo, dentro do que imagino ser a mensagem deste conto, acredito que o prelúdio (primeiro parágrafo) foi satisfatório, mas os demais elementos, não. Reitero que é só opinião. Aliás, me agradou a maneira como a protagonista define loucura.

    Espero que seu texto seja bastante apreciado e alce voo em termos de classificação final, assim como sugiro pensar nas considerações dos comentaristas (as que não soem imperativas/impositivas, pois EntreContos ainda não é EntreCânones, malgrado os esforços de alguns novos ingressantes da seara literária brasileira).

    Boa sorte no desafio.

    • Sábia
      2 de novembro de 2020

      Obrigada por seu comentário.
      Agradeço a criticidade.
      Tenho muito a aprender sobre a arte da escrita.
      Também agradeço os elogios.

  34. Bianca Cidreira Cammarota
    2 de novembro de 2020

    Sábia, sorry! Creio que fiquei tão interessada na história que inferi suposições no conto, como se eu já preenchesse as lacunas com minhas expectativas. Viajei…rs Mas gostaria que, em alguma ocasião, você desse prosseguimento à sua história. Desejo ver como seria.

    Abraços

  35. Thiago de Castro
    2 de novembro de 2020

    Loucura ou sabedoria?

    Resumo: Rebeca é uma garota com dons especiais classificada como louca ou endemoniada pela sociedade, até conhecer Gabriela em um Centro Cultural, que percebe essas manifestações. A partir desse ponto as duas desenvolveriam uma relação, mas que não chega a ser esclarecida pela autora.

    Comentário:

    Sábia, achei seu conto muito parecido com uma sinopse de livro. Um quase conto, uma vontade que poderia ter ido além. Uma pena porque a premissa é interessante, uma menina cujos dons é classificado como loucura ou presença demoníaca se envolve com outra que percebe essas manifestações. Há um conflito, mas ele não é desenvolvido, o que deixou uma série de questões no ar, inclusive a escolha por um narrador em terceira pessoa que se coloca o tempo todo no texto, enfatizando as qualidades de Rebeca, dando conselhos ao leitor, adjetivando Deus e tudo mais. Fiquei intrigado para saber quem conta essa história, se é um narrador personagem e por isso essas intervenções (como aconteceu no conto “Ruptura”, presente no desafio), mas ficamos pelo caminho. Uma pena.

    O texto tem algumas palavras repetidas e um pequeno erro de revisão, acho, que poderia ser resolvido numa releitura, principalmente por ser um texto tão curto.

    Num momento oportuno, desenvolva Rebeca e Gabriela e traga-as de volta para conhecermos melhor essa história.

    Boa sorte!

    • Sábia
      2 de novembro de 2020

      Obrigada pelo comentário.
      Suponho que tenha certa razão.
      Mas na minha opinião textos curtos prendem mais.
      Com essa vida moderna e corrida
      muitas pessoas preferem leiruras rápidas.
      Mas admito que muitas pessoas gostem de saboreae um conto longo.

      • Thiago de Castro
        2 de novembro de 2020

        Ah sim! Com certeza, tem textos curtos muito impactantes, inclusive nesse desafio, mas que se desenrolam melhor no desenvolvimento da trama, ainda que tenha um final aberto. De qualquer forma, a premissa é boa e levanta a bola de uma história que parece promissora!

        Boa sorte!

  36. Giselle F. Bohn
    2 de novembro de 2020

    Narradora nos apresenta Rebeca e Gabriela, e faz considerações sobre o que de fato seria a loucura.
    Texto singelo, na minha opinião mais com cara de crônica do que de conto. Pena que não prosseguiu; a premissa promete! Sábia jogou uma semente ali, e nos deixou esperando que surgisse a flor! Tomara que ela apareça, porque ficamos intrigados! 🙂
    Boa sorte no desafio!

    • Sábia
      2 de novembro de 2020

      Obrigada por me desejar sorte.
      Fico feliz que tenha gostado.

  37. Anderson Do Prado Silva
    2 de novembro de 2020

    Resumo:

    O conto apresenta duas personagens, enquanto levanta questionamento sobre a natureza da loucura e da sanidade.

    Comentário:

    Ownt, gente, que fofinho! Eu sou um péssimo avaliador, pois, quando falam ao meu coração, perco completamente a racionalidade.

    Supondo que este texto revele a natureza de seu autor e, não, de seus personagens ou narrador, certamente há por trás do conto uma pessoa extremamente sensível, delicada e altera. Fiquei desconcertado diante desses questionamentos todos à arrogância e à soberba, dois defeitos que integram em alguma medida o humano.

    Olha, Sábia, enxerguei muito potencial em você, mas espero que, no próximo desafio, você cumpra a promessa que nos fez nesse seu conto aqui e mostre mais do seu potencial criador.

    Parabéns pelo texto e boa sorte no desafio!

    • Sábia
      2 de novembro de 2020

      Obrigada pelos elogios.
      Realmente quis que as pessoas se questionassem.
      E percebessem que a realidade permite múltiplas interpretações.

  38. Angelo Rodrigues
    2 de novembro de 2020

    Resumo:
    Creio que Sábia nos relate uma história corrente entre Gabi e Beca; inconclusa, ainda, mas com possibilidades infinitas. A conferir mais tarde.

    Comentário:
    Creio que o conto se mostrou próximo de uma promessa, quase como se iniciam os textos teatrais. Você apresenta os personagens, direciona o leitor a um cenário, indica as possíveis possibilidades, embora os diálogos entre o(s) protagonista(s) não acontece.

    Acredito que ficou assim o texto apresentado. Uma promessa. Gosto de personagens comuns, talvez não tão incomuns, com seus potenciais ainda encobertos, como acredito que sejam os de Gabi e Beca. Algo interessante.

    E chego a imaginar que nos foi indicada a possibilidade de que teremos duas personalidades em conflito – talvez -, com Beca e Gabi representando a Loucura e a Sabedoria, uma contraposição de forças, talvez. Isso daria um bom enredo.

    Vejo possibilidades infinitas para as personagens Beca e Gabi, mas, por enquanto, temos apenas a promessa de novos acontecimentos. A história ficou incompleta, no dito da própria autora. Imagino que loucuras – motivo do certame – acabe se dando em passagens que logo virão.

    Boa sorte no desafio.

    • Sábia
      2 de novembro de 2020

      Obrigada por comentar.
      A loucura está em Rebeca que tem dons especiais mas que para o senso comum é apenas um jovem com delírios e a loucura está em nós, quando nos sentimos donos da verdade e não enxergamos a verdade presente em quem pensa diferente de nós.

  39. Bianca Cidreira Cammarota
    2 de novembro de 2020

    Sábia, bom dia!

    O conto relata, na voz de uma narradora (quebrando a quarta parede), o encontro de Rebeca, uma médium e um espírito, Gabriela, porém deixando o desenrolar desse encontro a ser ainda construído.

    Creio que entendi a tua proposta, mas como gostaria que a história tivesse sido desenvolvida e contada. Teria sido muito interessante a conversa de uma médium e um espírito, ficar na dúvida se realmente era real ou um delírio da Rebeca, ou até ousadamente de Gabriela ou ainda outro curso que o conto poderia tomar.

    Respeitar uns aos outros em suas diferenças é o básico que devemos sempre rever, para não cairmos na prepotência e suas consequências. No entanto, fico realmente triste em não ver tua escrita nesse relato que poderia ter sido fantástico.

    Seu intento foi deixar a questão aberta.

    Abraços.

    • Sábia
      2 de novembro de 2020

      Obrigada por comentar.
      Rebeca não é um espírito, é apenas uma moça que percebe o dom de Gabi e quer que a amiga se aceite e descubra sua grandiosa missão. E Rebeca também busca a própria missão e no fundo espera que Gabi lhe dê pelo menos uma dica.

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Informação

Publicado às 2 de novembro de 2020 por em Loucura e marcado .