EntreContos

Literatura que desafia.

Arapuca (G.S. Willy)

Contam os de boa memória uma aventura insólita, que afirmam terem ouvido, quando ainda eram kuru’min, da boca daqueles que diziam ser aprendizes dos P’awés, que não existem mais.

Os P’awés nunca foram muitos, é sabido, e nos dias desta história haviam dois, Mayr’mawa, o Vidente, e Pin’dawa, o Pitanga. E não era segredo para ninguém que não se bicavam, e volta e meia maldiziam um ao outro.

Ora, os pintados naquela época, de qualquer tribo, se dividiam nas discussões intermináveis de quem era, dos dois P’awés, o mais correto e sensato.

Muitos buscavam Pin’dawa atrás de aconselhamento e de sua probidade louvável. Ele havia se fixado numa confluência de rios e y’torowós tão bela que parecia Yvm’raeyn na terra. Mas Mayr’mawa preferia a viagem, as andanças, e aparecia sem ser esperado e, com sua visão daquilo que viria a ser, arrumava o caminho para que os problemas fossem enfrentados por aqueles que seriam afetados.

Só que nem todas as suas visões se cumpriam. Seus defensores afirmavam que o mal se espantava quando o via pela frente, já seus opositores argumentavam que ele mais adivinhava do que previa, e muitas vezes ele mesmo era o causador da desgraça, atraidor das adversidades, e completavam dizendo que ele fedia um cheiro só sentido por tudo que havia de ruim.

Dizem os de boa memória que Mayr’mawa apareceu de repente na região de Inguá’mbara, uma baía, na aldeia de Yitérw’y, intensa pitangueira, ou seja, caiam para o lado de Pin’dawa.

Arayndaba era o mturuxá da aldeia naqueles dias distantes, e mesmo sendo pitangueiro desde kuru’min recebeu Mayr’mawa e deu a ele um toco para que sentasse ao seu lado e mandou que trouxessem ai’pi cozido para eles.

Mayr’mawa não quis saber daquilo.

— O fim de sua aldeia se aproxima, velho tonto, e só os deuses podem te ajudar nessa. Se Kwara ou mesmo Yorixir resolverem te dar uma mãozinha, melhor pra você e esses que te seguem. Mas eu não acho que eles vão descer de Yvm’raeyn agora para salvar um bando de oca sem serventia. Não acho mesmo. Então o melhor proceder agora é juntar suas mixarias pessoais e dar no pé o quanto antes. Vão pro outro lado da baía, que é o lugar de vocês. Aqui vocês não podem ficar mais.

Nem terminara de falar aquelas palavras e um forte rugido ecoou pela floresta. Mayr’mawa não esperou resposta e partiu dali tal qual chegou.

Entre o orgulho e desespero Arayndaba escolheu dar ouvidos ao inimigo de seu ídolo, pensando em seu povo, no papel de mturuxá que lhe cabia, e ordenou que as mulheres e os kuru’min corressem para as canoas e atravessassem a baía. E convocou os pintados que pudessem manejar o arco, pegando ele mesmo o seu.

O rugido voltou mais forte, vindo dos montes próximos. Pássaros levantaram voo de lá e nunca mais voltaram praquelas bandas, de tão apavorados que ficaram.

Os pintados se prepararam, formando uma linha entre a aldeia e a mata, arcos tesos, corpos tensos. As árvores balançaram e o rugido se multiplicou e pareceu aos ouvidos deles que uma manada de destruição se aproximava.

E havia coragem ao enfrentar o desconhecido. Mas quando o inimigo se tornou conhecido, quando se mostrou em toda a sua fúria, só então as pernas bambearam, as flechas caíram, o corpo desfaleceu e muitos desmaiaram ali mesmo e por lá ficaram. Arayndaba, de família antiga, conhecido por sua força e coragem, sentiu sua barriga esfriar e a mão tremer.

Recobrando a consciência e renegando o pavor ele gritou pelos seus e atirou sua flecha e tal qual a fruta acerta a terra, a flecha não causou nenhum ferimento ou arranhão. Aqueles que podiam correram para ver se alguma canoa havia ficado para trás. Arayndaba não os reprovou e os acompanhou. Eles eram apenas pintados de vida passageira, e aquilo que enfrentavam estava muito acima de suas capacidades limitadas.

Mas nenhuma ficara para trás e eles, fugindo, pularam na água fria e nadaram como podiam, já certos da morte. Mas aconteceu do monstro chegar até a praia e parar ali e a água da baía de Inguá’mbara o intimidou e ele voltou para a mata, levando a aldeia de Yitérw’y ao chão.

Arayndaba juntou o que restara de seu povo em um abrigo parco. Mas os pintados desejaram voltar para a casa, para o lugar que estavam acostumados a viver. Arayndaba concordava com isso, e sabia que dele ou de qualquer outro pintado não viria a salvação que esperavam. Então imploraram que ele fosse ter com o velho Pitanga, e que aquilo era o mais correto a se fazer.

Sozinho ele caminhou por dias, chorando quando lembrava do que não mais existia e lamentando a desgraça ocorrida.

Quando encontrou Pin’dawa, relatou tudo o que ocorrera, desde a aparição do Vidente. O Pitanga se ausentou por um dia inteiro e voltou acompanhado do cavaleiro da lua, filho de Ia’cy, Kãdö, o herói de muitos feitos.

Arayndaba olhou para o rosto que parecia a plenilúnio e os longos cabelos negros que eram como as tempestades e viu nele a esperança de seu povo.

Os dois voltaram, confiantes. Kãdö levava um arco e flechas feitos da madeira de awnd’rá, e afirmava que elas nunca erravam o alvo.

Quando se aproximaram da baía viram a região devastada. Árvores antigas deitadas ao chão, terra revirada, riachos cursando caminhos novos. A aldeia de Yitérw’y desaparecida.

Enquanto Arayndaba voltou choroso para o outro lado da baía, Kãdö seguiu o rastro do inimigo. Flecha bem posicionada na corda, olhos e ouvidos atentos.

Ora, o filho de Ia’cy já havia provado diversos perigos. Já encarara a morte de perto, enfrentado pintados e dourados, homens feitos de milho ou argila. Já caçara todo tipo de animal, fera e besta, que nadasse ou que voasse. Já observara a onda sem fim, visitara montanhas de cabeças brancas, as largas regiões de águas paradas e lugares sem água alguma. E em todas as vezes ele nunca sentira medo, pois sabia que sua mãe olhava por ele, e que seu arco de awnd’rá iria cantar a música que ele quisesse.

Mas ele nunca havia visto um dos filhos de Tawby’mana, embora conhecesse os sete nomes. E sentiu sua barriga esfriar pela primeira vez.

O corpo escamoso mais largo que um monte, as costas arqueadas exibindo uma fileira de espinhos que iam até a ponta fina da longa cauda. Cabeças sustentadas por compridos pescoços. Sete delas. Olhos negros, caninos brancos, focinho proeminente. A maior, no centro, carregava na testa uma pedra vermelha brilhante, que os P’awés chamavam de carbúnculo. Tawý’yakwá, o primogênito de Tawby’mana.

Kãdö clamou por sua mãe e disparou a flecha, mirando o meio dos olhos da maior das cabeças.

A flecha assobiou no ar e se ascendeu em luz e chamas, como sempre fazia. Antes que Tawý’yakwá pudesse se mover a ponta da flecha penetrou entre seus olhos. E se apagou.

Sete rugidos furiosos reverberaram pela mata e Kãdö disparou outra flecha, e outra, e mais outra, e o monstro avançou contra ele como uma força sombria da natureza. O filho de Ia’cy escapou das abocanhadas de Tawý’yakwá se esquivando por entre troncos e pedras, e as flechas de luz se apagavam quando tocava o amaldiçoado ser e eram consumidas por seu interior negro, sumindo no ar como fumaça.

Sem esperanças, Kãdö fugiu, conseguindo escapar apenas quando a noite caiu, e a lua, sua mãe, apareceu e iluminou a mata com uma luz oscilante, confundindo o monstro. Planejou novas investidas e artimanhas, mas cada ataque era mais infrutífero que o outro e servia apenas para enfurecer mais e mais Tawý’yakwá.

Numa noite escura ele planejava a próxima ação quando ouviu atrás de si uma risada estridente. Se virou para ver quem era e enxergou apenas a escuridão. A risada não parou, vindo de todos os lugares e ele, sem alternativa, convidou a risonha sombra para mais perto.

— Kãdö, Kãdö, de Ia’cy filho, da lua cavaleiro, hihi, honrado homem, sim, hihi, me diga cavaleiro, desistiu já? daquilo que nunca conseguirá? hihi, não, nunca, não sem ajuda minha, sim, ajuda minha, hihi, me diga da lua cavaleiro, topa acordo? meu pito está vazio, eu não fico feliz quando o pito vazio fica, não, não, eu apronto com o pito vazio, então me encha o pito, vá, você, da lua cavaleiro, hihi, me encha o pito, da lua erva, da sua mãe erva, boa erva, boa pro meu pito, e eu derrubo pra ti aquilo que te derrubar quer, que me diz? hihi, que me diz, da lua cavaleiro?

A voz risonha arrepiou a alma de Kãdö, mas o que podia ele fazer? No fundo sabia que nunca conseguiria derrotar Tawý’yakwá. E um acordo com Sazsi, nessa altura, não causaria mais problemas do que ter um monstro solto por aí.

Ele aceitou os termos e a risada cresceu e a escuridão se moveu. Kãdö correu atrás como pode e alcançou ao amanhecer a luta entre duas entidades malignas que nunca antes fora vista por aquelas bandas.

Tawý’yakwá de um lado mordia com suas sete bocas, procurava o inimigo com as garras e golpeava com a cauda. Sazsi, por sua vez era sombra e nuvem, água e fogo negro. Era pássara de bico longo, era fera de dentes afiados. Era flecha, era vento e pedregulho. O primogênito de Tawby’mana nunca vira tanta fúria num único ser. E seu riso estridente ecoava por toda a baía.

O tufão negro levava Tawý’yakwá cada vez para mais perto do mar, para a água, sem que o monstro percebesse, e finalmente, num golpe preciso ele foi jogado ao mar e ali mesmo se tornou pedra mocassim. Seis de suas cabeças se contorceram para cima e formaram uma elevação cônica. Mas a cabeça com o carbúnculo, tombou para frente, bem na entrada da baía de Inguá’mbara.

Kãdö acompanhou a queda de Sazsi na praia e correu até ele. O ser da escuridão agora, esgotado, não passava de uma brisa disforme. A risada veio fraca e o pedido pela erva mal pode ser ouvido.

Antes que pudesse responder uma peneira passou voando por sua cabeça, caindo sobre o ser que agonizava na areia. Pin’dawa pulou atrás da peneira com um frasco na mão e, sem perder tempo, com a ajuda da peneira, empurrou o vento para dentro do receptáculo, o tapando em seguida.

— Seu velho esperto, essa foi uma bela de uma arapuca — disse Mayr’mawa, rindo, vindo logo atrás.

Kãdö olhou para eles sem entender. Pin’dawa se aproximou dele, olhando para dentro do frasco, para a pequena nuvem negra que girava lá dentro.

— Agradeço a você, Kãdö, pela ajuda, e é claro, peço desculpas, pois nada podia lhe dizer. Estávamos atrás desse pequeno ser fazia já alguns anos. Ele vem causando tantos problemas que tivemos que encontrar um meio de capturar esse peste. Mayr’mawa e eu soltamos Tawý’yakwá nesta região, sabendo que os pintados daqui viriam correndo pedir minha ajuda. E é claro que eu enviaria você, e não outro, e esse malandro ouviria isso. E eu disse para Mayr’mawa, ‘ele vai querer fazer um acordo com Kãdö, ele está atrás dessa erva faz anos’, e dito e feito. Obrigado e desculpas mais uma vez.

Pin’dawa balançou o frasco na frente de um atônito Kãdö.

— Mas nada disso pode chegar aos ouvidos dos pintados, meu bom cavaleiro — disse Mayr’mawa. — A fé que eles tem em nós se extinguiria e daria lugar ao ódio. E vejam, algo aparece para mim nessa hora, sim, algo ruim. Muito ruim. O fim de todos nós se dará por esta pedra que nasceu. Vejam, o dia que ela voltar a tocar a terra, que ela não for mais cercada de água do mar, este dia marcará o início do nosso fim. Deste dia em diante os pintados e todos os seres da mata começarão a desaparecer. Isso foi dito.

Eles ficaram em silêncio ainda por algum tempo, até os dois P’awés se despedirem de Kãdö e voltarem para a mata, juntos, conversando como dois velhos amigos.

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43 comentários em “Arapuca (G.S. Willy)

  1. Anderson Henrique
    31 de março de 2017

    Tive muita dificuldade para ler o texto por conta dos nomes que me pareceram quase impronunciáveis. Isso fez minha leitura se arrastar. Ficarava o tempo todo tropeçando, tentando pronunciar corretamente os nomes dos personagens e lugares. Lá pela metade eu desisti e segui lendo, só querendo terminar para poder reler e tentar entender alguma coisa. Gostei da parte da ação e da reviravolta no final do texto, mas os nomes atrapalharam d+. Uma parte importante da leitura pra mim é sonoridade e aqui não funcionou pra mim.

  2. Wender Lemes
    31 de março de 2017

    Olá! Para organizar melhor, dividirei minha avaliação em três partes: a técnica, o apelo e o conjunto da obra.

    Técnica: há sempre um risco louvável em trazer uma linguagem diferente ao certame. Felizmente, isso não foi nem um pouco prejudicial aqui – ao contrário, ajudou a enriquecer o conto. A linguagem contribui para isso, uma vez que equilibra o estranhamento dos nomes com uma narrativa mais palpável.

    Apelo: gostei muito da mensagem escondida por trás desse duelo de gigantes. O que parece a luta entre duas entidades, está mais para a luta entre duas culturas. Quando os limites da água salgada são vencidos pela hidra, a cultura nativa está fadada a ser dizimada, como foi há quinhentos anos. É uma analogia sagaz.

    Conjunto: após o impacto inicial com tantos termos desconhecidos, acabou sendo um ótimo conto.

    Parabéns e boa sorte.

  3. juliana calafange da costa ribeiro
    31 de março de 2017

    O conto é excelente, uma olhadela no nosso passado, na riqueza cultural dos índios q habitavam a nossa Guanabara tempos atrás. A lenda do Saci, a lenda em torno da formação do Páo-de Açúcar, construídas com beleza e poesia. Atento apenas para a frase, já no final: “Pin’dawa se aproximou dele, olhando para dentro do frasco, para a pequena nuvem negra que girava lá dentro.” Já q o frasco tinha sido tampado, como Pin’dawa viu a nuvem lá dentro? Imagino q naquele tempo não havia frascos de material transparente… O fim do conto me deixou um pouco decepcionada, imaginava alguma informação sobre a reação de Kãdö, depois de saber que foi “enganado”… Mas é um conto incrível, parabéns!

  4. jggouvea
    30 de março de 2017

    Leitura intimidadora, que requer certo nível de costume por causa da ortografia dos nomes, muito remota em relação ao costume português. Para falar a verdade, bem longe, também, da grafia tradicional do tupi. Mas eu entendi o que você quis fazer e acho que você merece palmas, e alguns pedaços do Tocantins. Se não me engano você quis reconstituir uma proto-lingua tupi-guarani, por isso as palavras ao mesmo tempo parecem e não se parecem com aquelas que um tupinista amador, como eu, seria capaz de reconhecer. Isso revela um grau de preocupação com a forma que talvez nenhum dos outros contos tenha alcançado igual. E se entendi bem, no fim, o texto se apresenta, também, como uma profecia do descobrimento. Muito bom.

    A lamentar apenas a inclusão do Saci, mito sincrético que tem elementos africanos.

    Vamos às notas.

    Média 9,79
    Introdução 9,5
    enredo 9,5
    Personagens 9,5
    Cenário 10,0
    Forma 10,0
    Coerência 10,0

  5. Bruna Francielle
    30 de março de 2017

    tema: adequado

    pontos fortes: gostei do enredo, achei criativo e em partes, um pouco inovador. O cenário e os personagens foram bem escolhidos. Usou um bom artifício para enganar o leitor e criar o elemento surpresa: logo no ínicio, disse que os 2 pajés não se davam bem, para no fim apresentar a eles trabalhando juntos e indo embora como amigos. Só o tal de Kado que ficou com cara de tacho! Enfim, enganou o leitor pelo menos umas 2 vezes,o que é positivo, pois dá certa animação ao texto e a leitura.

    pontos fracos: não sei se pelo limites d palavras ou não, mas a grande luta como fora enunciada entre o Saci e o monstro de 7 cabeças foi muito rápida e não foi emocionante. Entendo que seja desnecessário alongar o conto, porém achei a cena fraca.

  6. Elisa Ribeiro
    30 de março de 2017

    Gostei da história, mas teria gostado mais ainda se você tivesse utilizado a grafia corrente das palavras. Grafá-las assim, desse modo não familiar, atrapalhou a fluidez da narrativa me fazendo engasgar na leitura. Sinceramente, não vi nenhuma vantagem nesse artifício. A trama é engenhosa e o seu Saci foi o mais endiabrado até o momento. Boa sorte!

  7. Ricardo de Lohem
    30 de março de 2017

    Olá, como vai? Vamos ao conto! Uma boa história de aventura, com o clássico tema da caçada ao monstro, sendo o monstro o nosso conhecido Saci, que foi aqui mostrado de forma bem original e incomum. Lembra muito lendas de heróis cumprindo missões que existem no mundo inteiro, como as aventuras de Heracles na Grécia, ou de Gilgamesh, na Suméria. Senti falta de uma maior estrutura nessa minisaga, como uma reviravolta mais bem definida, e uma recompensa mais clara no final da aventura. De qualquer maneira, é mesmo um bom conto, desejo muito Boa Sorte.

  8. Bia Machado
    30 de março de 2017

    Fluidez da narrativa: (2/4) – Pra mim o conto não funcionou muito. Muitos nomes que “enroscam” na leitura, acabei me distraindo tentando pronunciar, ainda por cima são vários… cansou mesmo.

    Construção das personagens: (2/3) Não me conquistaram. Faltou elaboração, algo que os caracterizasse melhor, até para quebrar essa barreira da falta de fluidez da narrativa.

    Adequação ao Tema: (1/1) – Sim, adequado à temática.

    Emoção: (0/1) – Resumindo, não gostei. Não me envolveu.

    Estética/revisão: (0,5/1) – Quanto à revisão, nada que atrapalhasse a leitura. Mas quanto à estética, a forma como a narrativa foi construída, com essa profusão de palavras indígenas, complicou e cansou a leitura, no meu caso. Houve talvez uma tentativa de não cansar tanto, fragmentando em parágrafos não muito longos… Mas isso deu a impressão, pra mim, de que o texto era mais longo do que realmente é.

  9. Marsal
    30 de março de 2017

    Olá, autor (a). Parabéns pelo seu conto. Vamos aos comentários:
    a) Adequação ao tema: sim…acredito que sim.
    b) Enredo: desculpe-me, mas tive muita dificuldade em entender o enredo deste conto. Li e reli o mesmo três vezes… acho que isso tem a ver com algumas questões de estilo (veja abaixo)
    c) Estilo: A narrativa não parece fluir muito bem (talvez se deva a alguma limitação de minha parte). Não sei se foi a abundancia de nomes indígenas, grafados com uma maneira muito peculiar, com apostrofes que, para mim, dificultaram muito a identificação dos personagens e mesmo como os nomes deles deveriam ser pronunciados. Isso me forcava a, cada vez que o nome de um personagem era mencionado, voltar um pouco na leitura e checar se aquele era o mesmo personagem mencionado anteriormente ou um novo. Esse exercício acabou afetando minha capacidade de prestar atenção no enredo em si. Novamente, talvez isso tenha sido uma limitação minha e não significa que o conto não tenha mérito.
    d) Impressão geral: o conto sem duvida tem potencial, mas eu preferiria ver uma versão revisada, com algo um pouco diferente em relação ao estilo. Boa sorte no Desafio!

  10. Gustavo Castro Araujo
    29 de março de 2017

    A maior qualidade do conto reside na evidente pesquisa a que o autor se dedicou. Os nomes dos índios, das tribos, e dos personagens, tudo soa verossímil, interessante, como se fosse o trabalho de um estudioso. A trama também é interessante, com alianças, rivalidades e reviravoltas, com o próprio saci sendo manipulado para enfrentar um monstro-isca, até ser capturado. Achei bem engenhosa a ideia e parabenizo o autor por desenvolver algo assim intricado mesmo com um limite baixo de palavras. No entanto, o conto se foca na ação, de forma a favorecer o aspecto épico da narrativa, relegando aos personagens o papel de meros condutores. Por isso, não cativam. O saci, quando aparece (força de expressão) ainda dá um alento, mas no geral senti falta de personalidades mais profundas, que pudessem estabelecer uma conexão com o leitor. Talvez a culpa seja do limite e, nesse caso, é algo que pode ser melhorado sem as amarras das regras numa eventual revisão. De todo modo, parabéns pelo trabalho.

  11. Marco Aurélio Saraiva
    29 de março de 2017

    Um bom conto! Se destaca pela excelente escrita, pela criatividade e pela estrutura: início, meio e fim, com um clímax e final inesperado… de explodir cabeça! O conto é muito interessante, e me manteve atento à leitura do início ao fim!

    Gostei de como você abordou o saci aqui. Sempre achei que ele era muito mais poderoso do que um moleque travesso que pula em uma perna só. Vejo o saci mais como uma força da natureza, e você descreveu isso muito bem.

    O uso exagerado de palavras impronunciáveis atrapalhou um bocado a leitura. O fato de eu não conseguir nem pronunciar os nomes dos personagens e dos lugares na minha cabeça fez com que eu apenas reconhecesse os seus nomes mas acabou me afastando deles. Você também usa um número muito grande destes nomes no conto, muitos desnecessários. Precisava mesmo citar o nome do monte, da região, do rio, etc? É tanto nome confuso que o conto virou uma sopa de letrinhas.

    Tenho sentimentos conflitantes quanto à troca de protagonista. Inicialmente o líder da tribo e, repentinamente, Kãdö toma a liderança da narrativa, sem nunca ter aparecido antes na história. A mudança me pareceu meio “jogada”, mas fico pensando que não havia como fazer isso de forma melhor no pequeno limite de 2mil palavras que nos foi dado. E, de qualquer forma, o enredo saiu muito bom e essa troca não afetou o desenvolvimento da história.

    Gostei muito do conto. Parabéns!

  12. danielreis1973 (@danielreis1973)
    28 de março de 2017

    Uma narrativa mítica, épica, finamente estruturada com linguagem compatível com a temática e criando um ambiente adequado. Para ser chato, só não gostei do “hihihi”. Parabéns ao autor!

  13. Cilas Medi
    27 de março de 2017

    Um conto fantástico, ilustrado, com cenas que saltam da página para o nosso imaginário, bem descrito e detalhado, com um roteiro criativo.

  14. Pedro Luna
    27 de março de 2017

    Bom, o conto me trouxe sensações antagônicas. Por um lado foi um pouco difícil e chato decorar os nomes, tanto dos personagens quanto das localidades. Em alguns momentos a leitura fica travada enquanto procuramos estabelecer quem é quem. Quanto a história, é interessante, principalmente por unir toques místicos, como a vidência, com ação. Algumas reviravoltas, como a do final, dão força ao conto. A aparição do Sazsi foi o ponto alto, ainda que a imagem dele no meio daquela treta toda não tenha sido fácil de imaginar. Que bom que a importância dele cresce no fim, com o diálogo dos dos personagens e a explicação, pois se não fosse esse detalhe, daria a impressão de algo enfiado no conto sem razão de ser.. No geral, bom.

  15. Rafael Luiz
    27 de março de 2017

    História muito boa, com descrições perfeitas e embates dignos de histórias épicos. Mas o inicio pareceu pouco desconexo do fim, os nomes, apesar de inspirados nos brasileiros, lembram muito mais os heróis nórdicos ou Tolkinianos (ao que parece, propositalmente). Apesar da narrativa envolvente o desfecho me pareceu aquém das possibilidades

  16. Rsollberg
    26 de março de 2017

    Fala ai, Corposeco!
    Acho que nunca li algo com tantos apóstrofos! rs

    Então, apesar do aparente trabalho de pesquisa e do texto corretamente escrito, o conto não me fisgou. Achei o narrador muito distante, não consegui sentir emoção
    As construções são muito diretas, tudo muito formal e linear. Obviamente que isso não é um defeito, mas em um critério bastante subjetivo isso afetou minha percepção. Em alguns momentos me senti lendo um artigo do Wikipedia, algo quase acadêmico.

    De qualquer modo, espero que a turma tenha encarado de forma diversa!
    Abraços

  17. Iolandinha Pinheiro
    26 de março de 2017

    Esses nomes todos vc inventou ou pesquisou? Só sei que era tanto nome estranho inserido nesta história que tinha hora que eu não sabia se era personagem, local, acontecimento, ação … Parecia mais um nome para descobrir do Jogo Imagem e Ação do Mal. Realmente isso travou a leitura, me obrigou a ler várias vezes, e sempre me perguntando qual a utilidade de tudo aquilo. Eu podia até ter gostado do seu conto, você podia ter criado uma história bacana e envolvente, mas foi só uma sucessão de fatos, intrigas e nomes difíceis que apenas me aborreceu. Eu realmente tentei, mas não deu. Deixo o meu boa sorte para vc e para quem for ler. Bom desafio.

  18. Elias Paixão
    26 de março de 2017

    É um conto tão épico que trouxe a impressão de ser maior que aparenta, tendo exatamente 2000 palavras. O conto bebe da Jornada do Herói e resolve bem com uma boa reviravolta no fim. O fantástico aqui está muito presente e mesmo trabalhando com índios, o autor conseguiu trazer um ar de familiaridade com os leitores de mitologia tradicional. Foi uma leitura prazerosa.

  19. mitou
    24 de março de 2017

    foi um conto épico. foi bem explicitado , porem foi só descritivo, não vi muita poética o que torna a leitura cansativa, ainda por cima , o numero e a complexidade dos nomes das personagens me confundiu na leitura.

  20. Vitor De Lerbo
    24 de março de 2017

    Narrativa surpreendente, com um clima épico. Gostei demais da ambientação e da maneira como a história foi apresentada. Muito criativa e bem escrita.
    Boa sorte!

  21. Evandro Furtado
    24 de março de 2017

    Resultado – Average

    A narrativa é interessante, em alguns momentos, inclusive, se aproximando do estilo bíblico, constituindo um estilo peculiar. Há alguns elementos de alta fantasia inseridos e adaptados que também se destacam no panorama geral. O que pega, no entanto, é a trama, que demora a engrenar, e quando o faz, acaba indo por um caminho não tão interessante.

  22. Evelyn Postali
    24 de março de 2017

    Oi, Corposeco,
    Eu gostei do seu conto. Muito criativo misturando elementos de mitologias. Gostei dessa nova linguagem que criou, muito embora tenha sentido dificuldade em entender o que estava querendo dizer. No geral, entendi pelo contexto. Bem escrito, de linguagem bem trabalhada, cuidadosa.

  23. Miquéias Dell'Orti
    23 de março de 2017

    Oi,

    Adorei a sua história. A misura frenética entre as criaturas do folclore e a referência (creio eu) aos setes monstros lendários do folclore guarani.

    Gostei bastante do final, a reviravolta dos pajés que tramaram um plano mirabolante para pegar o Saci.

    Parabéns.

  24. Olá Corpo Seco,

    Tudo bem?

    Seu conto é uma saga. Mescla algumas lendas e mitos em um só trabalho de fôlego e coragem. O mito do Saci engarrafado por índios, que é uma das primeiras citações que se acha deste que se tornou quase sinônimo de folclore nacional, está muito bem amarrado na narrativa.

    Pesquisei por Carbúnculo e o mais perto que cheguei (além da menção à doença horrorosa) foi uma figura mitológica, um dos primeiros animais a ser visto pelos Espanhóis ao chegar nas Américas. Não sei se foi a isso que se referiu.

    Gostei da recriação de palavras através de sua família fonética, como que em um dialeto indígena. Talvez por ser uma “carioca exilada”, a recriação da Baía de Guanabara em sua origem me agradou.

    Parabéns por seu trabalho e boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

  25. Jan Santos
    22 de março de 2017

    Um enredo quase tolkiano, embora a grafia dos nomes tornasse difícil conciliar sempre as personagens. No entanto, bolou uma narrativa densa e coerente, uma que facilmente poderia ser desdobrada em uma história bem maior.

  26. Rubem Cabral
    22 de março de 2017

    Olá, Corposeco.

    Achei o conto interessante, mas um tanto cansativo, principalmente pela enorme quantidade de nomes estranhos e com apóstrofo.

    Um plano um tanto rocambolesco o de enviar um monstro de sete cabeças para que o herói fosse chamado e que isso fosse uma armadilha para o saci. Algo que também me incomodou foi o falar cheio de gírias, feito em “Então o melhor proceder agora é juntar suas mixarias pessoais e dar no pé o quanto antes”.

    Nota: 6.

  27. Fabio Baptista
    19 de março de 2017

    Achei bem escrito e a história bem amarrada e narrada. Mas, devo dizer que ler todos esses nomes com aspas simples no meio me irritou em determinado momento, acabei perdendo o foco e tendo que voltar algumas vezes lá no começo.

    Quando o Saci entrou em cena, minha atenção foi capturada. A descrição da luta com o monstro (eu imaginei o Boitatá) foi muito boa e a revelação do plano dos pajés também. Só achei que o Saci foi muito burro, mas tudo bem ahuahau.

    Bom conto.

    Abraço!

    NOTA: 8,5

  28. Neusa Maria Fontolan
    18 de março de 2017

    Um plano entre dois pajés para capturar o Saci. Fingiram que se odiavam armando a arapuca muito bem. Só não entendi como um povo tão primitivo tinha em mãos um frasco? Uma cabaça ou um jarro de barro, eu entenderia.
    Bom conto, parabéns.
    Destaque: “E havia coragem ao enfrentar o desconhecido. Mas quando o inimigo se tornou conhecido, quando se mostrou em toda a sua fúria, só então as pernas bambearam, as flechas caíram, o corpo desfaleceu e muitos desmaiaram ali mesmo e por lá ficaram. Arayndaba, de família antiga, conhecido por sua força e coragem, sentiu sua barriga esfriar e a mão tremer.”

  29. Olisomar Pires
    17 de março de 2017

    Os três primeiros parágrafos foram muito bons, depois a coisa se perdeu.

    Não sei se foram os nomes ou a ´própria história, mas foi difícil manter o mesmo nível de interesse. Reli algumas vezes.

    É bem escrito, mas algo que nao identifico corretamente atrapalhou bastante.

    Parecem pequenas histórias dentro de uma maior.

  30. marcilenecardoso2000
    16 de março de 2017

    Texto cansativo, não flui. Dificilmente alcança o leitor, pois contém palavras de pouco uso. isso contraria o propósito do folclore que levar a lenda a todos, folclore é cultura popular.

  31. angst447
    16 de março de 2017

    Então… Temos aqui um conto baseado em alguma lenda indígena, suponho. Acredito que o autor tenha realizado uma atenta pesquisa para construir a sua narrativa. Tudo parece muito bem cuidado e no lugar.
    O tema proposto pelo desafio foi abordado com sucesso.
    O texto está muito bem escrito e não encontrei falhas de revisão que me chamassem a atenção (eita,rimou sem querer), exceto por:
    A fé que eles tem > a fé que eles têm
    Talvez pelo uso de termos, nomes em tupi-guarani ou algo assim, o ritmo do conto foi prejudicado, pois o leitor não sabe se tenta ler o nome ou se simplesmente o ignora e segue em frente. Confesso que optei pela segunda alternativa.
    Está tudo bem, o conto tem começo,meio e fim, tudo alinhavado, mas eu não consegui me concentrar no enredo. Falha minha.
    Boa sorte!

  32. M. A. Thompson
    16 de março de 2017

    Olá “Corposeco”. Parabéns pelo seu conto. Quando leio sobre personagens ou termos pouco conhecidos gosto que o autor use algum texto para esclarecer quem é, de onde veio e do que se trata. Só isso que acho ter faltado no seu texto, mas é uma opinião leiga de alguém que leu e gostou mais ou menos. Abçs.

  33. Roselaine Hahn
    15 de março de 2017

    Corposeco, que conto complexo! A sua prosa é muito bem articulada. Os seus personagens Kiwy´s embaralharam a minha mente, li e reli, senti um certo estranhamento pelo seu conto, mas de forma positiva, pela linguagem diferenciada. Frases mt boas: “E havia coragem ao enfrentar o desconhecido. Mas quando o inimigo se tornou conhecido, quando se mostrou em toda a sua fúria, só então as pernas bambearam, as flechas caíram, o corpo desfaleceu e muitos desmaiaram ali mesmo e por lá ficaram”, diálogos da mesma forma, mantiveram o ritmo da narrativa. Talvez apenas algum detalhe de paragrafação, juntar parágrafos para não quebrar a sequencia da narrativa. No mais, texto impecável.

  34. catarinacunha2015
    15 de março de 2017

    Um conto extremamente envolvente e cheio de arapucas. Confesso minha ignorância e que não encontrei referência a nenhum folclore brasileiro, embora tenha identificado a baía da Guanabara e o Pão de Açucar. Tentei fazer uma associação a lenda do Gigante Adormecido, Tamoios e Maracajás. Os nomes não me parecem de origem na língua tupi. Boiei, logo não tenho como avaliar se adequado ao tema. Mas verdade seja dita: se essa lenda não existe gostei dela ter sido inventada. E quanto ao morro, sinto informar que o bicho pegou, pois ele não é mais todo cercado pelo mar.

  35. Antonio Stegues Batista
    15 de março de 2017

    Não entendi aqueles termos indígenas, que língua pertence se é tupi-guarani ou se foi inventado. Sazsi parece que é Saci. Os nomes ficaram bem estranhos, O enredo até que ficou bom, mas algumas partes ficaram nebulosas e tiraram o brilho da história.

  36. Felipe Rodrigues
    14 de março de 2017

    Gostei bastante. Achei que a caracterização dos personagens, cenários e nomes fizeram o leitor – a patir da aparição do monstro – adentrar essa floresta. O final também está muito bom. Parabéns pelo conto e pela pesquisa!

  37. Priscila Pereira
    14 de março de 2017

    Oi Corposeco, demorei pra pegar o fio da meada, mas quando consegui, pude perceber a beleza, a originalidade e a segurança na escrita. Os nomes indígenas ficaram muito bons, Foi muito engenhoso como você colocou o saci na história. Muito bom. Parabéns!!

  38. Fheluany Nogueira
    14 de março de 2017

    Uma lenda indígena como manda o figurino, uma história fantástica cheia de mistério sobrenatural, ligada à feitiçaria, à magia e ao poder dos pajés e que cumpre o papel de doutrinar os índios jovens e arredios e trazer amizade entre os grupos.

    Pesquisei e não achei nada sobre esta lenda; se foi criada pelo autor, parabéns pela ideia e pela execução, só não sei se estaria dentro da proposta do Desafio, que acredito é a divulgação do folclore nacional.

    A tentativa de criar uma escrita para a fala indígena travou um pouco a leitura, mas gostei muito do texto que está bem escrito, coeso e coerente, afora algumas ausências de vírgulas e da crase em um dos complementos que deixou a expressão ambígua (“preferia a viagem, as andanças”): o que é preferido viagem ou andanças?.

    Boa sorte. Abraços.

  39. Eduardo Selga
    14 de março de 2017

    Uma narrativa muito eficiente, sem laços frouxos ou pontas sobrando, como as antigas estórias narradas pelos nossos avós. A opção pela terceira pessoa, pelo pretérito e pelo discurso muito próximo à oralidade contribuíram muito para dar ao texto uma atmosfera de lenda, de tal sorte que identificar o que é criação do(a) autor(a) é difícil. Parece mesmo que ou tudo é criação autoral com um discurso lendário, ou tudo é reprodução de uma lenda já existente, mas que eu desconheço.

    Alguns tropeços gramaticais:

    Em “aqueles que podiam correram para ver se alguma canoa havia ficado para trás” o correto seria PUDERAM, porque está mesma linha temporal da outra ação (CORRER).

    Em “se virou para ver quem era […]” o correto seria VIROU-SE, porque pronome oblíquo não pode iniciar oração.

    Em “era pássara de bico longo […]” parece ter havido um erro de digitação e de revisão na palavra que PÁSSARO.

    • Eduardo Selga
      14 de março de 2017

      Tentando esclarecer melhor: eu acho muito positivo uma narrativa literária conseguir mimetizar-se, parecer uma narrativa lendária, portanto oral; por outro lado, embora quando disse que a narrativa pode parecer a “reprodução de uma lenda já existente”, eu não quis referir-me a plágio, pois isso implica texto anteriormente escrito, e sim a reprodução textual de uma narrativa oral.

  40. Matheus Pacheco
    12 de março de 2017

    Cara, só tenho uma critica para esse texto com uma originalidade absurda, que em relação aos nomes, que por mais que pareça de uma pesquisa detalhada, eu achei muito dificil.
    Abração ao autor…

  41. Fernando Cyrino
    11 de março de 2017

    Que delícia saborear este conto. A história se desenrolando aqui em volta (moro em Niterói). Este encontro mítico entre a hidra de sete cabeças, grega, com o nosso querido saci. E nessa luta a nossa vitória. Brasil, il, il… Olha, fiquei até pensando que você iria navegar também, a partir da queda do monstro, através das lendas do gigante adormecido da Guanabara, mas nada disto passou ao largo dele, não sem antes mergulhar em suas águas, da baía, o monstro multicéfalo (epa). Um belo de um conto e que deve ter dado um trabalho muito grande de pesquisa, ou você tupinicou alguns termos tais como Niterói e Guanabara? Parabéns. gostei demais.

    • Fernando Cyrino
      11 de março de 2017

      enviada a resposta me peguei aqui a imaginar… e se não é nada disto? e se eu naveguei em uma baía de maioneses imensa? Bem, a obra é aberta. então fica valendo mesmo assim.

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Publicado às 10 de março de 2017 por em Folclore Brasileiro e marcado .