EntreContos

Literatura que desafia.

O Banquete (Iolanda Pinheiro)

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Planejou o jantar a semana toda. Ele chegou antes de hora e comeu a cozinheira.

Quatrocentos camarões assistiram à cena sem acreditar em seus olhinhos pretos.

Estavam congelados, mas não eram cegos.

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136 comentários em “O Banquete (Iolanda Pinheiro)

  1. Gustavo Henrique
    27 de janeiro de 2017

    Haha mais um conto divertido e engraçado. Boa!

  2. Victória
    27 de janeiro de 2017

    Achei divertido o conto e a ideia dos camarõezinhos assistindo. Parabéns!

  3. Remisson Aniceto (@RemissonA)
    27 de janeiro de 2017

    Pequeno e intenso, porque objetivo.
    Também muito alegre.
    Portanto, tem potencial.

  4. rsollberg
    27 de janeiro de 2017

    Ótima sacada. Conto direto, rápido, curto, mas com uma história completa. O diferencial foi flertar com o nonsense e aproveitar a perspectiva dos camarões para narrar a coisa toda. O “comer” funciona das duas maneiras, literal ou figurativa. Muito bem aproveitado.
    Parabéns!!

  5. Gustavo Aquino Dos Reis
    27 de janeiro de 2017

    Cocada,

    eu ri.

    Mas, agora que escrevo o comentário, já nem me lembro mais por qual razão ri. O conto ficou tão micro que não nos permite uma afeição maior. Faltou ousar mais, utilizar tudo que tinha direito no certame – minha humilde opinião.

    A obra brilhou, mas era brilho de cobra-norato.

    Foi como veio.

    • Q de Cocada
      27 de janeiro de 2017

      Achei que era um concurso de microcontos…

  6. Lee Rodrigues
    27 de janeiro de 2017

    Não faz isso, Cocada!

    Tô na madruga correndo contra o tempo, e você me faz rir alto. Já tem um “Baiacu Solitário” dançando na minha cabeça, e agora 400 pares de olhinhos congelados… só frutos do mar. rs

    Sério, o melhor emprego de hipérbole desse desafio.

  7. Estela Menezes
    27 de janeiro de 2017

    Pois é, Q de Cocada, “surreal, absurdo, exagerado” e tão apetitoso quanto camarões e a cozinheira da história. Adorei e invejei! Me fez cócegas no cérebro e estou rindo até agora…

    • Q de Cocada
      27 de janeiro de 2017
  8. Leandro B.
    26 de janeiro de 2017

    Ola, Q.
    Um dos que mais me divertiu até agora. O uso do absurdo foi bem feito e a tirada casou bem com o tom.
    Acho que no primeiro parágrafo seria “da” hora, mas isso não chega a atrapalhar a narrativa.
    bom trabalho.

    • Q de cocada
      26 de janeiro de 2017

      Foi mesmo, Leandro. Faltavam minutos para encerrar o prazo quando eu criei o conto e o lancei, o erro foi um descuido. Agradeço o comentário.

  9. Srgio Ferrari
    26 de janeiro de 2017

    HAHAHAHA, porra, quanto custa tudo isso de camarão? No fundo do mar já começou a investigação….. Gostei demais. Parabéns.

  10. Sra Datti
    26 de janeiro de 2017

    Perfeitinho! Direto! Que sacada!
    Abriu-me um imenso riso.
    Adorei a criatividade.

  11. Rubem Cabral
    26 de janeiro de 2017

    Olá, Q de Cocada.

    Ri muito com o conto. Direto ao ponto, não?
    Achei, contudo, que você poderia ter usado mais algumas palavras para dar mais contexto ao que aconteceu.

    Nota: 8.

  12. Vitor De Lerbo
    26 de janeiro de 2017

    Divertido e direto, sem rodeios. Curto esse humor sarcástico e cheio de ironia.
    Boa sorte!

  13. Felipe Teodoro
    26 de janeiro de 2017

    Opa!

    Vamos lá, o conto é sobre canibalismo ou você quis deixar um duplo sentido na frase. Que seja sobre canibalismo, acho que fica mais interessante, não? kkk

    Acho que o lance do camarão não funcionou comigo, a frase final me soa sem sentido. Ou a sua ideia era criar um desfecho ainda mais cômico e absurdo?

    Enfim, acho que o autor poderia ter aproveitado um pouco melhor a quantidade de palavras.

    • Q de Cocada
      26 de janeiro de 2017

      É claro que nada faz muito sentido neste conto, colega: é para ser assim. Surreal, absurdo, exagerado.

  14. Davenir Viganon
    25 de janeiro de 2017

    O autor mostra que confia nas palavras que escolheu, decidindo não ser necessário trazer tantas outras até estourar o limite. Você fez mais com muito pouco, tudo que os sabões em pó prometem. Quanto ao conto em si, o humor caiu muito bem. Não se até que ponto é meu bom humor hoje kkkk Gostei bastante.

    • Q de Cocada
      25 de janeiro de 2017

      Sorte minha, então. Valeu, figura!

  15. Cilas Medi
    25 de janeiro de 2017

    Não achei nada, só ri, da situação, do modo peculiar da escrita e do final, em texto curto, expressivo e de um humor sarcástico e criativo. Parabéns!

    • Q de Cocada
      25 de janeiro de 2017

      Gostei do seu comentário, era exatamente o que eu queria que os leitores sentissem.

  16. Anderson Henrique
    25 de janeiro de 2017

    Cocada, texto espetacular. Nem li o restante, mas é meu preferido. Foi pelo exagero, pelo absurdo e pelas imagens desconexas que se unem por uma dinâmica muito própria. Tudo funciona: o exagero, o humor, o surreal. Nota 10. Só um ajuste pra ganhar um 10+: “Ele chegou antes DA hora e comeu a cozinheira.”

    • Q de Cocada
      25 de janeiro de 2017

      O DE no lugar do DA foi um deslize por conta da correria, e será corrigido logo que eu puder mexer novamente no conto. Muito show o seu comentário. Agradeço.

  17. Simoni Dário
    25 de janeiro de 2017

    Um conto cheio de humor. Ousado e divertido. Gargalhei no final. Muito bom.
    Bom desafio!

  18. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    25 de janeiro de 2017

    Oi, Q de Cocada,

    Curto, objetivo e recheado de humor. Um conto claramente pensado e planejado, escrito por alguém que sabe manejar as palavras com a segurança de quem tem um objetivo traçado e pensado.

    A premissa também é muito boa.

    O humor é o ponto alto do trabalho.

    Parabéns e boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

    • Q de Cocada
      25 de janeiro de 2017

      Paula: =)

  19. Glória W. de Oliveira Souza
    25 de janeiro de 2017

    Texto com apenas 32 palavras. Descritivo. Introdução, desenvolvimento e conclusão sem a devida dramaticidade cênica. Sem impacto, apesar da última frase ter um toque de humor.

    • Q de cocada
      25 de janeiro de 2017

      A ideia era fazer um microconto, onde menos é mais. Há microcontos famosos e festejados com apenas uma frase, o resto se deixa para a imaginação do leitor. Agradeço pela leitura e comentário.

  20. Daniel Reis
    25 de janeiro de 2017

    O que dizer do seu texto, Cocada?
    A cozinheira foi comida no sentido literal ou figurado?
    Qual o papel dos camarões, são só testemunhas oculares da história?
    Micro-mini-nano conto. Tão pequeno que ficou absurdamente intraduzível.

    • Q de Cocada
      25 de janeiro de 2017

      Olá, Daniel. O conto foi baseado numa história real, que foi muito planejada e acabou acontecendo totalmente fora do previsto. Contei a história de uma maneira que lembrasse um desenho animado absurdo. Mas acho que você não curtiu. Uma pena. Agradeço a leitura, campeão. Boa sorte aí com o seu conto.

      • Daniel Reis
        27 de janeiro de 2017

        Não é que eu não gostei… eu não entendi. Por que o número cabalístico 400 camarões? Era um jantar para muita gente? Me pareceu um conto surrealista, como um peixe andando de bicicleta. Me deixou perplexo mas não consegui formar juízo. Boa sorte para você também! Minha sorte nesse desafio foi ter vários comentários valiosos. Abs

  21. Laís Helena Serra Ramalho
    24 de janeiro de 2017

    Achei o conto bem divertido. Gostei do uso do ponto de vista dos camarões e da exploração dos dois sentidos da palavra “comer”. As poucas palavras trouxeram um impacto que talvez o conto não possuísse se você tivesse estendido a cena. Só há um único erro: você escreveu “antes de hora” em vez de “antes da hora”.

  22. Thiago de Melo
    24 de janeiro de 2017

    Amiga Cocada,

    Poucos textos nesse desafio conseguiram usar tão poucas palavras e apresentar um microconto de responsa como o seu. Tem início, acontecimento no meio e plot-twist no final. Muito bom!
    O conto também é muito aberto e dá bastante margem para interpretações: quem planejou também estava cozinhando? O planejador usou o jantar como “isca” para fisgar a cozinheira? Por que 400 camarões? Para quantas pessoas era esse jantar?

    Muito bom! Parabéns!

    • Q de Cocada
      24 de janeiro de 2017

      Aguarde o desfecho, ao final do desafio, hehehe.

  23. vitormcleite
    24 de janeiro de 2017

    muito humor e muito bem escrito, recorrendo a um número reduzido de palavras, muitos parabéns

  24. Miquéias Dell'Orti
    24 de janeiro de 2017

    Oi “Q”,

    Gostei da narrativa direto ao ponto. Falou o que queria falar sem rodeios e usou menos da metade das palavras do limite. Ainda por cima em um universo meio maluco onde camarões participam como voyeurs na pegação de um convidado com a cozinheira. Muito bom.
    Ficaram várias perguntas legais: quem armou esse banquete com 400… Sim, 400 camarões? Quem era esse cara que comeu a cozinheira? Ele comeu a cozinheira de forma literal ou…?
    Enfim, um universo surreal em que é até possivel que cocada seja escrito com “q” mesmo.
    Gostei.

    • Q de Cocada
      24 de janeiro de 2017

      Tudo será respondido no momento exato. Estou pensando em só fazer as revelações se meu conto ficar entre os vinte primeiros. Hahahaha.

  25. Thata Pereira
    24 de janeiro de 2017

    Em um mundo onde camarões são racionais após congelados, sei lá se ele comeu a cozinheira no sentido literal da palavra ou se eu sou pervertida demais rsrs Concordo com o Luna, não tem como saber se a cozinheira é a mesma pessoa que estava preparando o jantar, mas dá para entender que era algo para muitas pessoas… 400 camarões? Chama eu pra essa festa ae amiguinho!

    Super divertido, tamanho e colocações perfeitas. Parabéns!

    Boa sorte!!

    • Q de Cocada
      24 de janeiro de 2017

      Depois do fim, haverá revelações!!! Quem planejou? Comer ou comer? Empregada, patroa, uma mulher ou duas? Por que tanto camarão? E afinal, houve jantar depois?

  26. Mariana
    24 de janeiro de 2017

    HAHAHHAHAHAH

    Se os camarões falassem… Acredito que é o mais bem-humorado dos contos do concurso. Um pouco rápido demais, mas nada que prejudique. Acredito que é por deixar uma sensação de quero mais dessa escrita. Parabéns!

  27. Luiz Eduardo
    24 de janeiro de 2017

    Muito divertido. Belo jogo de palavras que deixa a situação central em aberto, sem frustrar a compreensão do leitor. Parabéns

  28. Sabrina Dalbelo
    24 de janeiro de 2017

    Que super divertido, leve, irônico, de fácil acesso. Conto bom de ler.
    Como acabei percebendo até descer o mouse à área de comentar, assim como os demais leitores, eu ri com a leitura.
    Parabéns!

    ps.: que pseudônimo é esse? é pra rir de novo!

    • Q de Cocada
      24 de janeiro de 2017

      Fiz este conto nos últimos minutos do prazo do desafio, o pseudônimo veio assim, de estalo. Achei engraçado já que a palavra cocada não quem a letra Q. E, ao mesmo tempo, fica parecendo a frase Quedê cocada? Quedê (cadê). Abraços.

      • Q de Cocada
        24 de janeiro de 2017

        Correção: A palavra cocada não TEM a letra Q. Desculpe o erro. Boa Tarde.

  29. Pedro Luna
    24 de janeiro de 2017

    Bom, o cidadão pode ou não ter cometido o adultério, pois a cozinheira podia ser perfeitamente a mesma pessoa que planejou o jantar..kk.

    Enfim, ri dos camarões, que viram tudo sem muita opção. rs. Um texto leve, curto e que não nos faz desejar por algo mais aprofundado. Acabou servido bem ao seu propósito. Gostei.

    • Q de Cocada
      24 de janeiro de 2017

      Então, Pedro. Não sei se devo dizer, mas você sabe encaixar as peças. Abs.

  30. Gustavo Castro Araujo
    23 de janeiro de 2017

    Um conto bem sacado e divertido. Em minha mente poluída não houve espaço para acreditar que a empregada foi devorada no sentido literal da expressão, mas sim que ela e o protagonista se entregaram aos instintos mais básicos da natureza humana, tendo como plateia dezenas ou mesmo centenas de olhos. Pobres camarões. Ficaram só na vontade. Ótimo conto!

  31. Juliano Gadêlha
    23 de janeiro de 2017

    Muito bom. É sempre um agradável ver um pouco de leveza por aqui. Conto divertido e bem escrito. Parabéns!

  32. Givago Domingues Thimoti
    23 de janeiro de 2017

    Conto engraçado. Coitado dos camarãozinhos. Eles viraram voyeurs! KKKKKKKKKKK
    Genial!
    Ri muito!
    Parabéns!

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Informação

Publicado às 13 de janeiro de 2017 por em Microcontos 2017 e marcado .