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Detox Literário.

O balanço de pneu do parquinho (Jowilton Amaral)

pneu

Olhava para uma criança, que estava no balanço de pneu do parquinho, enquanto fazia mais uma ligação. O menino sorria, o dia era ensolarado. A mãe do garoto também estava lá, se insinuando, sem vergonha — assim ele lembrava —, vestida numa roupa provocante e arrotando independência. “Vadia! ”. Disse entredentes. “Quanto tempo faz isso? “. Perguntou-se avaliando o retrato. “Quase um ano! ”.  

A chamada caiu na caixa postal outra vez.

“VAGABUNDA! ”. Gritou para o correio de voz.

Guardou a foto do filho no bolso da camisa, checou o carregador da pistola e saiu para assassinar a família.

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88 comentários em “O balanço de pneu do parquinho (Jowilton Amaral)

  1. lidiaduartec
    27 de janeiro de 2017

    A história é boa, isso é fato, mas creio que a a sua narrativa atropelou algumas ações e acabou deixando a história confusa… Tente reescrevê-la, talvez fique melhor.
    Boa sorte!

  2. Thayná Afonso
    27 de janeiro de 2017

    A ideia foi boa. O início muito bem construído, mas depois me perdi nos fatos. Era uma memória? Ele não aceitou o fim do relacionamento? Gostei da forma da escrita, da forma simples e ao mesmo tempo profunda. Teve muito sentimentalismo e ao mesmo tempo uma confusão em minha mente. Parabéns!

  3. Andreza Araujo
    27 de janeiro de 2017

    Gostei muito das cenas iniciais, quando o homem parece estar no próprio local narrado mas depois entende-se que ele está olhando uma foto e recordando um momento passado. Não sabemos por que ou como houve a separação do casal, mas está claro que o homem não aceitou o fim do relacionamento. Digo isto pelo modo como ele se sente seduzido pelo corpo alheio, e também pelo modo como ele extravasa após ser ignorado mais de uma vez pela mulher (ao telefone). Acho que o conto poderia ter terminado na palavra “saiu”. O “assassinar a família” acabou suavizando o impacto, causou certa estranheza. Excelente conto!

  4. Felipe Alves
    27 de janeiro de 2017

    Olha, fiquei meio confuso e meio perdido. Até achei interessante, mas realmente me deixou com uma incógnita na cabeça. Boa sorte

  5. andressa
    27 de janeiro de 2017

    A ideia foi boa, mas faltou ordenar os fatos, no meu ponto de vista! Boa sorte.

  6. Renato Silva
    27 de janeiro de 2017

    Vemos aí um homem que não aceitou bem o fim do relacionamento e pretende matar sua família. Se fala em “família” e não somente a esposa (ou ex-esposa), significa que ele pretende matar a criança também. Não tem como não lembrar o ocorrido aqui em Campinas, há menos de um mês. Noite de Ano Novo e um doente invade a casa da ex-esposa, mata 12 pessoas, incluindo a mulher e o filho de 8 anos. Depois, ele se mata. Muito triste tudo isso e pensar até onde uma pessoa pode chegar. Bom texto, sem erros.

    Boa sorte

  7. Sidney Muniz
    27 de janeiro de 2017

    O lha, não gostei do conto. Sei lá, me pareceu um recorte de algum trecho de filme ou algo mais novelesco. Esperava algo mais arrebatador, por mais que esse tipo de ataque violento seja tão frequente nos dias atuais eu esperava algo mais. O conto é muito fechado, algo que a maioria que li infelizmente tem feito, não deixando muito nas entrelinhas. Se aqui o tem, acho que boiei. Parabéns!

  8. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    26 de janeiro de 2017

    Oi, Assassino,

    Tudo bem?

    Um conto forte. Não havia lido seu pseudônimo e pensei que o menino seria sequestrado, devido ao balanço vazio. Eu terminaria o conto em “Checou o carregador da pistola e saiu”, o resto é acessório. Mas esta sou eu, cada escritor faz suas próprias escolhas.

    Parabéns por seu texto e boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

  9. Gustavo Henrique
    26 de janeiro de 2017

    Gostei da ideia, mas não me puxou não! boa sorte.

  10. Jowilton Amaral da Costa
    26 de janeiro de 2017

    Bom conto. Tem uma boa trama, boa técnica e com bastante estilo. O pseudônimo é ruim, ao meu ver, claro. Boa sorte no desafio.

  11. Douglas Moreira Costa
    26 de janeiro de 2017

    Um tema que trata de uma realidade infelizmente muito atual, e o conto transmite o ar pesado da situação. O ponto de vista absurdo do assassino é bem construído, aquela visão retrógrada, a perseguição, o ódio. A última frase, direta, seca, sem rodeios, não poderia ter sido feita de melhor forma. Muito bom, parabéns.

  12. Tiago Menezes
    26 de janeiro de 2017

    Conto forte. O ódio está lá para todos verem, e o final ficou impactante, apesar de um pouco previsível. Muito bem escrito, parabéns.

  13. Poly
    25 de janeiro de 2017

    Em um conto curto é difícil aprofundar o personagem, mas eu senti falta disso – de entender o porquê de uma reação tão exagerada e extremista. O final não foi uma surpresa tão grande, o pseudônimo entregou que enveredaria por este lado.

  14. vitormcleite
    25 de janeiro de 2017

    não gostei da mensagem do protagonista, é que fiquei tão arredado dele que me afastou do texto também. Desculpa.

  15. Andre Luiz
    25 de janeiro de 2017

    -Originalidade(8,5): Gostei da escolha de abordar o assunto de uma perspectiva diferente da habitual.

    -Construção(7,5): O codinome entrega a história, infelizmente. A cena foi bem descrita, porém senti falta de uma imagem mais intimista, que fizesse com que a família parecesse mais verossímil. Todavia, se pensarmos que tudo estava sendo narrado pela perspectiva do assassino, faz sentido o narrador ser um pouco mais frio mesmo.

    -Apego(8,0): Triste realidade.

    Parabéns!

  16. Wender Lemes
    25 de janeiro de 2017

    Olá! Compreendi o final como uma tentativa de abalar o leitor, mas esse baque já era previsto com base no pseudônimo e na fúria injustificada do protagonista – não chegou a ser uma reviravolta, nesse caso. Se entendi, a separação do casal fica implícita e a primeira cena é do protagonista vendo a mulher e o filho (felizes sem ele) no parque, sendo a segunda cena em um futuro onde a raiva já lhe havia corroído o bom senso. Gostei dessa ideia, em todo caso.
    Parabéns e boa sorte.

  17. Luiz Eduardo
    25 de janeiro de 2017

    A ideia foi boa, mas acho que acabou se perdendo um pouco ao loda narrativa. Boa sorte!

  18. rsollberg
    25 de janeiro de 2017

    É um conto atual, na realidade, a história é quase corriqueira e poderia estar estampada em qualquer capa de jornal.
    Bem direto é violento, mas penso que faltou profundidade. É ordinário, não cria conexão, tampouco traz reflexão. No meu entendimento, caberia inclusive alguma crítica. Também deixaria mais coisas em aberto, sugestões, assim sendo, geraria mais suspense despertando curiosidade no leitor. Mas isso é apenas uma opinião que não pretende “ensinar” o autor, tampouco “reescrever” o conto.
    De qualquer modo é um texto competente que cumpre o que promete.
    Parabéns e boa sorte.

  19. Daniel Reis
    25 de janeiro de 2017

    Um bom conto de suspense, e que a meu ver poderia ficar em suspenso, sem entregar o que o protagonista iria fazer (“checou o carregador da pistola e saiu para procurar a esposa e o filho”). Outra coisa é guardar a foto do filho, não havia menção a uma foto na mão dele – poderia ser o fundo de tela do celular? E a figura de linguagem “arrotando independência”, se fosse uma narrativa na primeira pessoa, poderia ser mais crível, como parte da emoção dele; no discurso do narrador, destoou do tom geral. De qualquer forma, um conto que se destaca pela ideia, mais do que pela execução.

  20. catarinacunha2015
    24 de janeiro de 2017

    MERGULHO profundo logo no começo, mas aí se assustou e subiu desesperado à superfície. Pseudônimo inseguro entregou a pequena trama. Depois veio uma explicação gratuita. IMPACTO amortecido pelo pneu. Faltou milênios de técnica.

  21. Leo Jardim
    24 de janeiro de 2017

    Minhas impressões de cada aspecto do microconto:

    📜 História (⭐▫▫): o texto conta como foi o assassinato da família, e prende a atenção antes disso (o pseudônimo entrega a trama). Mas faltou sentirmos mais as motivações dele, aceitar mais o que o levou a isso. Realmente, é difícil fazer isso em poucas palavras.

    📝 Técnica (⭐⭐▫): não vi nada que travasse a leitura.

    💡 Criatividade (⭐▫): infelizmente é um mote comum.

    ✂ Concisão (⭐▫): acho que as palavras não foram bem distribuídas. Sobrou descrição e faltou motivação.

    🎭 Impacto (⭐▫▫): pelo já adiantado, o texto não chegou a impactar.

  22. Marco Aurélio Saraiva
    24 de janeiro de 2017

    Palavras duras e diretas, como o pensamento do personagem principal. A narrativa parece carregada de ódio e ciúmes, como deveria ser. O desenrolar da trama, porém, me pareceu fraco. Sim, claro, existem homens ciumentos e ensandecidos que matam a família inteira. Mas isto é baixo: não representa a humanidade; não representa o leitor. É uma realidade distante e inverossímil, apesar de baseada em fatos.

    Tentar lidar com a dor: esse é o verdadeiro desafio. Ver o filho sem poder tocá-lo ou dizer que o ama; ver a esposa que partilhou consigo anos da sua vida, sabendo que ela não quer mais saber dele. Tentará conseguir sua aprovação novamente? Tentará seguir em frente com a vida?

    A resposta fácil é pegar a pistola, matar todo mundo e então se matar no final. Fim do assunto. Mas não é a resposta que todos nós leitores escolheríamos – ou a resposta mais bela. Não causa reflexões.

    Enfim, é claro que isso tudo que eu falei está carregado de opiniões pessoais. Olhando o conto de forma mais fria, vejo uma história bem escrita mas sem impacto. Vejo um conto com início interessante, que desperta curiosidade, mas sem manter a pegada no final.

  23. Evandro Furtado
    24 de janeiro de 2017

    Confesso que o título me sugeriu algo diferente. Não que o texto tivesse que seguir exatamente o que eu imaginava, mas o que foi colocado poderia ter sido melhor. Faltou consistência. Não deu pra criar um efeito bom o suficiente para que o leitor se importe com o final.

    Resultado – Average

  24. Victória Cardoso
    23 de janeiro de 2017

    Oi, Assassino!
    Para ser sincera, achei o texto um pouco confuso. Um ano atrás ele observou a mulher numa situação meio provocante (que machista!) e resolveu matar a família? Por que matar o filho também? Gosto do tema, mas seu conto não me cativou.

  25. Lohan Lage
    23 de janeiro de 2017

    Oi, Assassino,

    Me lembrou o episódio do massacre de Campinas. Talvez tenha sido uma inspiração, não?

    Uma passagem ou outra deu um ar meio caótico na construção do texto, mas gostei, no geral, da proposta. A imagem do pneu balançando sozinho, o vazio, a morte… essas ideias permearam bem.

  26. Fheluany Nogueira
    22 de janeiro de 2017

    O título e o pseudônimo já fazem o leitor prever todo o conflito. Entendi que um homem observa a mulher e o filho no parque. Não gosta do comportamento dela e prepara-se para matar os dois. Não consegui captar a passagem do tempo (um ano) nem a ideia da foto. A narrativa ficou um tanto confusa. Parabéns pela participação. Abraços.

  27. Bia Machado
    21 de janeiro de 2017

    Desse infelizmente não gostei. Antes da descrição da mãe do menino até estava achando interessante. Mas era apenas mais uma narrativa sobre um machista desajustado, ou psicopata mesmo… Achei meio inconsistente, a narração meio travada, que não me convenceu. Um final que não ajuda muito, em minha opinião.

  28. Cilas Medi
    21 de janeiro de 2017

    Mais um psicopata na família dos contos. Texto correto, assunto atual, bem delineado e preciso, mas, como sempre, não me agrado de ler sobre morte e assassinatos como se somente essa fosse a nossa existência. O cotidiano por e deve ou deveria ser mais ameno e afetuoso, sem partir para o romantismo exagerado. Enfim, boa sorte!

  29. chrisdatti
    21 de janeiro de 2017

    Bem escrito. Mexe com nossos medos, coisa de que não gosto muito. Este tipo de história está todos os dias nos noticiários: é algo que me cansa.
    Tiraria a oração final… A pistola já fala tudo.
    Boa sorte.

  30. Tom Lima
    20 de janeiro de 2017

    Inspirado no caso de Campinas, não é?

    A motivação não fica muito clara no conto, fazendo paralelo com o caso é um homem que não sabe lidar com uma separação, com a independência da agora ex. Já não gosto dele. Poderia torcer contra ele, o que seria bom, num conto maior, mas esse aqui trata somente da decisão, do último passo antes dele passar ao ato. Por isso, pra mim, ficou um tanto vazio.

    A técnica está boa, criando a imagem dele observando a foto, pensando, sentido todo esse ódio sem sentido. Mas o que me parece ter feito o conto perder força foi essa escolha do momento para usar no micro.

    Boa sorte.

  31. Estela Menezes
    20 de janeiro de 2017

    Alguns contos são mais fáceis de comentar, alguns textos começam bem e, sem que se saiba por quê, acabam se perdendo pelo caminho… Li os demais comentários para ver se conseguia acrescentar mais alguma coisa, e só me ocorreu que, juntando um pedacinho de cada um, talvez você consiga fazer o seu diagnóstico e salvar a vida desta sua historia. Acho que ela merece a sua atenção e cuidado.

  32. Mariana
    20 de janeiro de 2017

    O tema é pesado, mas, como já foi dito, mal conduzido. Sobrou informação desnecessária e faltou a construção desses personagens.

  33. Priscila Pereira
    20 de janeiro de 2017

    Oi Assassino, não entendi direito o seu conto… o cara estava olhando uma foto, tirada a quase um ano e só agora ia fazer algo a respeito? E ele estava ligando para a mulher para avisar que ia matá-la? se não, então essa ligação não faz sentido algum no texto. Desculpe, mas não consegui entender nem gostar. Boa sorte!!

  34. waldo Gomes
    19 de janeiro de 2017

    Tema: homicídio.

    Achei mal conduzido, confuso e sem nexo. Sobram explicações negativas nos demais comentários.

  35. Srgio Ferrari
    19 de janeiro de 2017

    Achei que tem um conflito entre o narrador e a fala de seu personagem. Ambos parecem ter um pensamento machista e ultrapassado. Ok, dentro da obra. O narrador fala que ela é sem vergonha, numa posição de palavra que dá a entender que é do modo pejorativo de não ter vergonha e em seguida confirma pela palavra do personagem. É uma questão de opinar onde não precisa. Não precisa ter tanta informação dentro de um micro, mas creio que foi assim pq na verdade não tem mesmo nada a dizer.

  36. Iolandinha Pinheiro
    19 de janeiro de 2017

    O cara observa a mulher com o filho. Não há outro homem ali, apenas ela e o filho, e mesmo assim, ele enxergava sensualidade, provocação onde não havia. Um ano, ele pensava, um ano que aquilo acontecia. Será que o ciúmes que ele sentia era do próprio filho? Ou como na maioria dos casos, ele não suportou a separação e decidiu que se ela não pudesse ser dele não seria de mais ninguém? Nunca entenderei alguns homens. Não à toa existem muito mais presídios masculinos. Voltando ao conto: uma cena corriqueira num país de machistas, a narrativa ficou um tanto truncada Se o autor não tivesse dito, na última frase, que ia matar a família teria ficado melhor. Afinal ele carregou o revólver, não precisava dar mais pistas. Abraços e boa sorte.

  37. Felipe Teodoro
    19 de janeiro de 2017

    Oi!

    Conto pesado, porém a construção dele não carrega a mesma emoção que a descrição da história. Outra questão, por que ele “saiu para assassinar a família” ele vai matar o filho também? Acho que a ideia foi boa, só faltou imprimir um pouco mais de sentimento. O título e o pseudônimo relacionados a história quebram muita da possível expectativa.

  38. Fil Felix
    18 de janeiro de 2017

    Aqui o conto já se entrega por completo no título e pseudônimo. Por eles já fica claro o que vamos encontrar na história: alguém que irá matar/ abusar de alguma criança num parquinho. E é exatamente isso, um pai (talvez irritado por perder a guarda do filho ou algo assim?) e irritado com a esposa (até pelas roupas que está usando) resolve matar a família. Não muito diferente do que aconteceu recentemente no país. Só que a narrativa fica sem força (e sem surpresa) porque, como comentei, já está claro o que vai acontecer. Não há reviravolta.

  39. Amanda Gomez
    18 de janeiro de 2017

    Oi, Assassino.

    A cronologia ficou um pouco prejudicada, o texto ficou um tanto travado. Não é algo fácil de ler , pois é algo real demais, recente demais.

    A composição do personagem ficou boa, não sei se ele volta ao passado com a lembrança de como conheceu a esposa, mas acho que não, acredito que ele veja todas as mulheres dessa forma, como seres indignos que devem ser exterminados. Tal como pensava a inspiração para esse conto.

    Apesar de algumas probleminhas o conto é interessante, atual e real.

    Boa sorte no desafio.

  40. Gustavo Aquino Dos Reis
    18 de janeiro de 2017

    Assassino,

    triste saber que a inspiração veio de um evento real e macabro. Não achei ruim ele ter se baseado em tal ocorrência, porém a condução da narrativa não ficou tão boa. Talvez, se a abordagem houvesse sido diferente, o conto funcionasse melhor.

    Entretanto, é um bom trabalho.

  41. Roselaine Hahn
    17 de janeiro de 2017

    Olá, o texto são retalhos, cenas de minissérie, bem apresentados, ao meu ver não apresentou surpresas, o que não invalida bons créditos ao autor.

  42. Anorkinda Neide
    17 de janeiro de 2017

    é… leva muito a crer q o autor precisou escrever ‘sobre’ o assassinato da familia ocorrido no fim do ano.
    talvez a emoção aflorada tenha atrapalhado a montar as frases neste micro conto ja dificil por si só ao ter q encaixar as 99 palavras.
    Também eu achei de inicio que o protagonista estava numa pracinha observando e a mulher deu em cima dele… pq nada mostra, nenhuma palavra mostra q era a sua esposa e q ela se insinuava para outros… percebemos isto depois. na real, ele,, ciumento doentio, viu a situação assim… muito provavelmente durante o ano decorrido eles se separaram e no momento presente do conto, o homem tentava falar com ex-esposa e ela nao atendia as ligações.
    Este foi o estopim para a barbárie análoga àquela q vimos na televisao (quer dizer, eu nao vi pq nao vejo televisao). enfim, foi uma pena o texto ter ficado truncado, pq tem potencial, abraço

  43. Pedro Luna
    17 de janeiro de 2017

    Então, preciso dizer que a primeira leitura foi travada. Acho que a estrutura não está tão boa e o texto ficou confuso a primeira vista. Acho que seria mesmo o caso de reestruturar algumas coisas, como, por exemplo:

    “Olhava para uma criança, que estava no balanço de pneu do parquinho, enquanto fazia mais uma ligação.”

    Poderia ser: Enquanto fazia mais uma ligação, olhava para uma criança que estava no balanço de pneu do parquinho.

    É minha opinião. No entanto, lendo com mais atenção, consegue-se encontrar o sentido.

    Quanto a trama. Caso típico de ódio entre familiares, envolvendo os filhos. Casos assim surgem todos os dias e nos chocam. É bem pesado. Eu achei a ideia boa, só não gostei do texto em si.

  44. mariasantino1
    17 de janeiro de 2017

    Oi!

    Conto baseado no caso recente (Maníaco de Piracicaba) onde o cara mata é deixa uma cartinha cheia de ódio a ofensas. Peguei isso rapidamente, vi as cenas também, porém, por ser recente o fato, achei que ficou muito igual, sem surpresas.

    Boa sorte no desafio

  45. juliana calafange da costa ribeiro
    17 de janeiro de 2017

    não sei se gostei, Assassino… Achei meio confusa a coisa do retrato… mas dá pra sentir a maluquice na cabeça do personagem, que mistura retrato, ligação e realidade. Se é q eu entendi direito… Enfim, conto intrigante… Parabéns!

  46. Leandro B.
    17 de janeiro de 2017

    Oi assassino.

    O conto parece baseado em um recente massacre que ganhou a mídia, embora casos assim não sejam tão incomuns, infelizmente.

    Particularmente, acredito que boa dose da diversão dos microcontos está no subtexto, naquela história que não está necessariamente explicitada no conto, já que não há muito espaço para construir empatia pelos personagens ou impactar pela ação.

    Dessa forma, achei o texto explicado demais. O início me pareceu um pouco confuso, mas é o final que mais me incomoda, pois deixa mais do que claro a intenção do personagem.

    Boa sorte

  47. Claudia Roberta Angst
    17 de janeiro de 2017

    Um observador de uma cena que a princípio não sabemos se é ao vivo ou uma fotografia. Aí, somos informados que o homem segurava uma foto, que lhe provocava sentimentos obscuros. Por algum motivo, ele se sentia traído, seduzido e enganado pela mulher. Provavelmente, um maluco, ciumento mórbido.
    Bem escrito, sem entraves, mas acredito que poderia ter só sugerido a intenção de matar a mulher e não explicitar que iria matar a família. Isso me lembrou aquele filme – Matou a família e foi ao cinema (1991).
    Um conto tenso, pesado pelo tema, mas que contou a que veio.
    Boa sorte!

  48. Brian Oliveira Lancaster
    17 de janeiro de 2017

    GOD (Gosto, Originalidade, Desenvolvimento)
    G: Texto bastante denso. O título já dá a entender o que vai ocorrer e tira um pouco da surpresa. O que fica interessante é o meio, onde entendemos que se trata de sua própria família. O final deixa aquela sensação de ‘sem saída’. – 8,0
    O: Um cotidiano de traição, com uma pitada à mais de eventos. O tom intimista funciona, bem como a reviravolta ao fim. É simples em sua essência, mas tem pequenas surpresas dentro das nuances. – 8,0
    D: Seria melhor se a introdução, ou o pseudônimo não entregassem o que iria acontecer. O impacto seria muito maior. A escrita é tranquila, sem entraves, sem grandes floreios, mas eficiente. – 8,0
    Fator “Oh my”: um texto que ganharia muito mais se tivesse optado por camuflar os fatos, desde a primeira linha.

  49. Simoni Dário
    17 de janeiro de 2017

    Conto direto com tentativa de criar um suspense que nào existiu, ou existiu no início e acabou se perdendo no nada. História comum, sem muita novidade. Bem escrito, contudo.
    Bom desafio!

  50. Vitor De Lerbo
    16 de janeiro de 2017

    O texto simples e direto simboliza bem a mente do matador, que nesse momento, só enxerga uma coisa.
    No começo, há uma leve confusão, que não sei se foi acidental ou proposital.
    É impactante e, infelizmente, remete a casos do nosso cotidiano.
    Boa sorte!

  51. Victor F. Miranda
    16 de janeiro de 2017

    Acho que a estrutura ficou confusa. Talvez a ordem dos elementos expostos. O final eu achei previsível.

  52. Luis Guilherme
    16 de janeiro de 2017

    Boa noite!

    Olha, dos q li até agora, o seu foi um dos q mais gostei do enredo, mas infelizmente pecou um pouco na realização.

    Por exemplo, o texto tá confuso na escrita, é difícil saber a quem as ações se referem, em alguns momentos.
    Além disso, achei uma pena o fim ficar tão explícito.

    Por outro lado, como falei, achei a trama bem boa. Por exemplo, demorei pra perceber que a cena do parquinho era uma foto. Achei que gerou um suspense legal.

    Enfim, foi interessante a leitura, mas acho que poderia aprimorar umas técnicas citadas acima, que valorizariam ainda mais o trabalho.

    Parabens e boa sorte

  53. Thata Pereira
    16 de janeiro de 2017

    Não sei como estão as últimas notícias aí no estado de vocês, mas aqui foi muito citado um fato de um pai que matou a esposa e o(s) filho(s) (não lembro se era mais de um). Foi uma associação que fiz imediatamente, não sei se teve algo a ver ou não com esse microconto.

    A secura passa o sentimento do marido e achei isso coerente. Apenas não gostei do fato de citado que a mulher se insinuava e usava uma roupa provocante, pois pareceu que isso justificou o assassinato. Talvez o marido estivesse enxergando assim, por estar fora de si, mas da forma como o conto foi narrado, passa a impressão que a mulher estava realmente vestida assim. E tudo bem estar, mas no contexto inserido, parece que foi um dos motivos do ato.

    Boa sorte!

  54. Lee Rodrigues
    16 de janeiro de 2017

    Se a intenção do autor era mostrar que para quem tá com fome qualquer farelo de pão basta, conseguiu.

    Na frase “guardou a foto do filho no bolso da camisa, checou o carregador da pistola e saiu para assassinar a família”. Poderia parar na palavra “saiu”, teria mais palavras para usar no desenvolvimento e ainda deixaria para o leitor imaginar alguma coisinha.

    Não estou querendo mudar seu conto, apenas achei um desperdício onde cada palavrinha é importante. rs

  55. Eduardo Selga
    16 de janeiro de 2017

    Tenho a sensação de que houve a tentativa de escrever um conto seco, surpreendente, cujo impacto estivesse em seu desfecho, recurso muito utilizado em narrativas curtas e quase obrigatório nos mini-micro-nano-contos. O problema, assim entendo, é que do modo como se deu a execução, houve uma ambiguidade prejudicial à compreensão do texto.

    Aqui, parênteses. A ambiguidade é muito bem vinda em narrativas ficcionais, desde que ele agregue possibilidades interpretativas, ou seja, que o leitor fique com a sensação de que pode ser isso ou pode ser aquilo, mais ou menos na mesma proporção. No entanto, há ambiguidades desagregadoras, por meio das quais o leitor não enxerga direito nem uma possibilidade nem outra, passando a considerar que o texto faz pouco sentido e que, portanto, está ruim. Ressalve-se que isso depende muito da destreza interpretativa do leitor, motivo pelo qual eu estou falando de um modo mais genérico.

    A ambiguidade, no conto, é a seguinte, do modo como interpretei: pelas primeiras linhas o leitor infere claramente que o protagonista está em um parque assistindo a uma criança balançar-se num brinquedo, enquanto ele faz uma ligação telefônica; logo adiante, a dúvida: há a informação de que ele está vociferando contra a mulher enquanto analisa um retrato. Assim, as palavras iniciais não estariam se referindo a essa fotografia e não a uma criança “real’? Não há a segurança de que podem ser ambas as coisas, e sim a insegurança quanto à interpretação, ou seja, aquela hora em que o leitor se pergunta: “o que está escrito aqui?”.

    A ambiguidade é um limite sutil entre o dito, o não dito, o interdito e o sugerido.

  56. Anderson Henrique
    16 de janeiro de 2017

    Acho que podemos melhorar a arrumação do texto. Narrativas breves devem se valer das lacunas, mas os elementos não estão tão bem encaixados. Além disso, acho que faltou precisão ao usar os marcadores de diálogos, pensamentos e flashbacks. Há autores que não usam qualquer recurso gráfico para traçar esses limtes, mas isso requer uma técnica muito apurada. Com uma arrumada, acho que dá pra dar consistência maior. Pensando ao fim da leitura: não sei se o assassino foi matar a própria família ou uma outra qualquer que considerou não matar e decidiu de última hora ao relembrar sua própria trajetória.

  57. Rubem Cabral
    16 de janeiro de 2017

    Olá, Assassino.

    É um bom conto. Apresenta um cenário, deixa nas entrelinhas a interpretação do contexto e apresenta uma conclusão (esperada) depois.

    Achei que ficou um pouco confuso, às vezes, saber quem fazia o quê.

    Nota: 7.5

  58. Juliano Gadêlha
    16 de janeiro de 2017

    Um texto cru, intenso. Confuso em um primeira leitura, mas um pouco mais claro depois. Não entendo algumas pessoas criticarem o texto pela temática ou pela suposta falta de correspondência dos eventos com a nossa realidade, já que algo muito semelhante aconteceu no Brasil recentemente. Talvez essa até tenha sido a inspiração do autor, o que eu particularmente já não gosto, mas entendo que deve-se focar na história que foi contada e na qualidade do texto em si. Creio que nisso ele se saiu bem. Parabéns!

  59. Gustavo Castro Araujo
    15 de janeiro de 2017

    É um conto pungente, direto como um tiro na mosca. A depender a interpretação, é fechado, já que o rapaz, ao ver-se ignorado, parte para a solução final, o aniquilamento da ex-mulher e da criança. No entanto, pode ser também aberto, pois permite que se indague sobre os motivos pelos quais o casal se separou, por que a mulher manteve a guarda da criança, etc. É um contexto bem construído, mas receio que seja direto demais.

  60. Tatiane Mara
    15 de janeiro de 2017

    Olá …

    Homem resolve matar a família por um motivo bobo qualquer.

    Pelo menos é o que entendi, porque o texto é meio bruto, as coisas não se ligam como deveriam, é feito de saltos. Não facilitou.

    Boa sorte

  61. Laís Helena Serra Ramalho
    15 de janeiro de 2017

    A história é interessante, ainda que o enredo não seja exatamente inovador. Mas encontrei alguns problemas na execução.

    O primeiro é a relação entre o flashback e a narrativa no presente. Não há problema em haver um flashback, mas a transição para a narrativa presente foi feita de uma forma confusa, além do fato de você o descrever fazendo uma ligação enquanto observa a criança, para depois no fim descobrirmos que ele estava fazendo a ligação no presente.

    Além disso, a fala poderia estar em outro parágrafo (e achei que você usou as aspas de forma confusa, acho que vale a pena revisar essa parte). Também tive problema com a frase “Perguntou-se avaliando o retrato.” Esse “perguntou-se” me tirou um pouco da leitura, já que a fala deixa claro que ele estava se perguntando. Apenas “Avaliou o retrato” ficaria mais interessante, e também indicaria a transição do flashback para o presente (depois de corrigido o problema do telefonema).

    Além disso, achei que as descrições deixaram as coisas muito “na cara”, muito contadas, em vez de mostradas. Se a descrição da mãe fosse mais sutil (se você tivesse dado um detalhe ou outro sobre ela que o personagem pudesse julgar indecente), já ficaria óbvio que a opinião explicitada é do personagem, o que dispensaria a frase “assim ele lembrava” (que também me tirou um pouco da leitura).

  62. Davenir Viganon
    15 de janeiro de 2017

    Penso que faltou habilidade para conduzir o suspense ao leitor, pois causa umas confusões desnecessárias. Ainda que no final entendamos tudo, fica esse desconforto na leitura. Fora isso o conto consegue causar mal estar e a linguagem crua e seca me agrada.

  63. Thiago de Melo
    15 de janeiro de 2017

    Olá autor,

    Sua história é bastante impactante e tristo, o que, para um texto de no máximo 99 palavras, já é um grande êxito.
    Achei que você captou bem o pensamento por trás de alguém desesperado/desequilibrado.

    Seu texto é bastante direto e seco. Contei apenas 4 adjetivos, sendo que dois deles foram “vadia” e “vagabunda”. Achei que essa característica também combinou com a proposta do seu texto.

    Parabéns.

  64. Remisson Aniceto (@RemissonA)
    15 de janeiro de 2017

    Lembrei, com tristeza, do assassinato daquela família de Campinas, no finalzinho do ano. Nada de muito diferente para um conto, mas tem o meu apreço assim mesmo. Quem sabe não consegui ver, apesar de ter lido duas vezes, o que o autor quer dizer?

  65. Zé Ronaldo
    15 de janeiro de 2017

    Conto fechado, não força o leitor a buscar a verdade do texto. Essa é a característica mais marcante do microconto: o desfecho em aberto, para podermos encontrar o final. Porém, o final surpreendente, nos faz pensar se a vida imita a arte ou o contrário.

  66. Miquéias Dell'Orti
    14 de janeiro de 2017

    Olá,

    Um homem que tem como destino o fim do seu relacionamento. Ele enxerga a companheira como um poço de promiscuidade e a culpa pelo fim é maqueada pelo ódio. Certamente, algum traço de psicopatia o fez tomar a decisão de matar a todos.
    Temática profunda e bastante atual. O final conclui o que já imaginávamos.
    Só achei a construção do texto truncada, com sequências de descrição, ação e fala que para mim fizeram a narrativa perder potência.

  67. Glória W. de Oliveira Souza
    14 de janeiro de 2017

    Novamente aparece aqui a temática da morte e do conflito familiar. Como nos últimos noticiários, homens resolvem suas desavenças e frustrações a bala. No princípio, pensei tratar-se de um pedófilo, mas depois enxerguei mais um frustado. Texto correto. Há dramaticidade na narrativa.

  68. Edson Carvalho dos Santos Filho
    14 de janeiro de 2017

    A motivação do assassino ficou clara: Ele está apenas sendo pago para isso, já que ele precisou da foto da criança. Só ficou vago pra mim o porquê de matar a família inteira e não somente a mãe. Vejo que esse ponto poderia ter ficado mais claro.

  69. Bruna Francielle
    14 de janeiro de 2017

    Aqui tem um enredo, uma história, que apesar de não mostrar o final, diz o que vai acontecer e qual será o final.
    Eu particularmente gostei sim, os pensamentos do personagem, a raiva que ele sentia. Talvez seja uma alusão ao recente acontecimento tenebroso de assassinato de uma família inteira.
    Mas penso que poderia ter botado ainda mais da personalidade do personagem no conto. Ficou um pouco superficial, mas entendível.

  70. Fernando Cyrino
    14 de janeiro de 2017

    Achei a narrativa um tanto solta demais. Senti que a primeira frase me soou um tanto pesada, quem sabe não tenha palavras desnecessárias. Esse “que estava”, por exemplo, não ajuda, torna o estilo pesado. Uma boa ideia. Um conto que tem tudo para ficar mesmo muito bacana. Grande abraço e votos d sucesso.

  71. Evelyn Postali
    13 de janeiro de 2017

    O primeiro parágrafo é confuso. Talvez a construção devesse ser revista. O tema é perturbador. Machista, foi a primeira palavra que veio à mente. O tom do texto é bem tenso. E o final, aquele que ainda não aconteceu, deverá ser trágico. É um bom conto.

  72. Olisomar Pires
    13 de janeiro de 2017

    A narração é confusa, como já disseram outros, embora o tema seja interessante: homem disposto a matar por algum motivo passional.

    Infelizmente, não foi bem tratada a história.

  73. Patricia Marguê Cana Verde Silva
    13 de janeiro de 2017

    Traição reflete dor e agressividade ao mesmo tempo. Assassinar é tentar matar estes sentimentos dentro de si mesmo. A frequência do texto é pesada. O tema é recorrente.

  74. Ceres Marcon
    13 de janeiro de 2017

    Assassino!
    O imprevisível acontece.
    Um homem transtornado pode chegar a matar a família, sem dúvida. Não se se começaria com uma foto, com uma imagem, enfim…
    Tem um pouco de confusão na escrita.
    De toda forma, parabéns!

  75. Anderson Goes
    13 de janeiro de 2017

    Muito interessante esse conto, mas não gosto muito desse retrato do que acontece nos dias de hoje em histórias. “… e saiu para assassinar a família”, incluindo o filho? Se for achei pesado demais, mas como conto o enredo é muito bom! Tenha uma boa sorte!

  76. Guilherme de Oliveira Paes
    13 de janeiro de 2017

    Tema contundente e super atual, achei uma boa escolha. O final poderia ficar mais na insinuação, achei um pouco forçado.

  77. Matheus Pacheco
    13 de janeiro de 2017

    Olha lá, de novo tiveram que “mastigar” um pouco o conto para mim, mas eu peguei a premissa quase inteira, das recordações de um futuro homicida que acabou de “explodir” emocionalmente.
    Bom conto, um abração.

  78. Vanessa Oliveira
    13 de janeiro de 2017

    É interessante ver as coisas na visão do agressor – apesar de não gostar de ler coisas assim. O texto foi bem sucinto, confuso, no inicio, mas as coisas vão se encaixando conforme lemos. Acredito que tenha sido inspirado nos vários casos que acontecem todos os dias, em que homens se acham donos da mulher, e, por isso, podem fazer o que quiserem, inclusive tirar suas vidas. Boa sorte!

  79. Sabrina Dalbelo
    13 de janeiro de 2017

    Amigo Assassino, o personagem é interessante, mas tem coisa demais. Acho que ficou um pouco confuso a quem o personagem se referia em certas vezes.
    Particularmente – mas aí é coisa minha, então releve e nem leve em conta – eu não gosto de uma história que acaba com alguém saindo para matar todo mundo.

  80. Guilherme
    13 de janeiro de 2017

    Achei inteligente. Um pouco exagerado e acho que poderia ter ocultado a personalidade do assassino no começo. Mesmo assim, o fato de a cena do parquinho ser, na verdade, uma fotografia, eu achei interessante. Gostei como um todo, parabéns.

  81. Tiago Volpato
    13 de janeiro de 2017

    Pouco tempo aconteceu isso. Muito triste que tanto tempo de vida humana ainda existam monstros. Muito bom o texto, parabéns.

  82. Virgílio Gabriel
    13 de janeiro de 2017

    Achei de certa forma exagerado. Sei que homens matando mulheres por ciumes acontece sim, porém o ápice cer uma foto no parquinho não me parece razoável. Talvez, para um homem violento, isso fosse motivo para uns tabefes no máximo.

  83. elicio santos
    13 de janeiro de 2017

    As ambiguidades desse texto o tornam confuso. Além da frase inicial não deixar claro quem fazia a ligação (se a criança ou quem a olhava), o mesmo ocorre quando o autor descreve as insinuações da mãe do menino. Quando li a primeira vez me pareceu que ela estava se insinuando para o futuro assassino, mas depois percebi que ela o fazia para terceiros. Muito difícil a leitura. Em: “o dia era ensolarado” penso que o correto seria: “o dia estava ensolarado”. Desculpe, mas não gostei. Boa sorte!

  84. José Leonardo
    13 de janeiro de 2017

    Olá, Assassino.

    Um fragmento antes da catástrofe. Quando um indivíduo se arroja em algo, consegue até indícios em derredor (coisas simples e banais) que parecem atiçá-lo e convulsioná-lo até o estágio da loucura desenfreada. Nesse sentido, creio que o micro conto obteve êxito. Uma explosão de sentimentos ruins que culminarão naquilo que imaginamos.

    Boa sorte neste desafio.

  85. Antonio Stegues Batista
    13 de janeiro de 2017

    Uma história do cotidiano. Homem que mata a ex-esposa porque foi desprezado. Acontece diariamente.É uma história comum, que não se destaca como original. Não ha´nada que me impressionou nesse momento, antes do crime. Apenas deixou um suspense.

  86. andré souto
    13 de janeiro de 2017

    Entendi que a visão acionou um”gatilho” emocional para matar.Se fosse a família do suposto assassino, a ação começaria na praça.Há uma ambivalência inicial que “posterioriza” a compreensão do evento.

  87. Fabio Baptista
    13 de janeiro de 2017

    É sempre bom evitar ambiguidades, em narrativas de qualquer tamanho. Nas menores, porém, acredito que o cuidado deva ser ainda maior, porque qualquer coisinha já pode comprometer o texto, sem que tenhamos chance de nos recuperar.

    Aqui, a primeira frase já apresenta uma ambiguidade:
    “Olhava para uma criança, que estava no balanço de pneu do parquinho, enquanto fazia mais uma ligação”.

    Quem fazia a ligação? A criança, ou quem a estava observando? Claro, pelo contexto podemos perfeitamente concluir que é o pai, mas é o tipo de coisa que dá uma travada na leitura, saca? Outra coisa que não ajudou muito foi o excesso de aspas, tornando difícil delimitar onde cada pensamento se encerrava.

    No final, há impacto, impulsionado pela memória fresca da barbaridade ocorrida no final do ano.

    Abraço!

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Publicado às 13 de janeiro de 2017 por em Microcontos 2017 e marcado .