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Detox Literário.

A beleza romântica de um cogumelo da explosão de uma arma nuclear, ou simplesmente, adeus para todos (Vitor Leite)

No meio do oceano Atlântico, numa ilha com um nome qualquer, um casal passa a tarde na praia deserta. Depois de muito sol, de idas à água, de namoro e sexo, deitam-se a olhar o céu. Comentam os traços brancos deixados por estranhos objectos, fecham os olhos e o tempo pára, o sol não.

De regresso a casa, ouvem notícias que o Donald e o Vladimir, zangados, enviaram fortes dispositivos atómicos…

– Carregaram no botão vermelho?!

Com os pés na piscina, na sexta cerveja riam com aquelas imagens da morte que corriam na tela, como se vissem um filme.

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87 comentários em “A beleza romântica de um cogumelo da explosão de uma arma nuclear, ou simplesmente, adeus para todos (Vitor Leite)

  1. Lohan Lage
    27 de janeiro de 2017

    Bom!
    Atual, e chega a despertar um certo temor, sabe? Isso é bem possível nos dias de hoje de nossa sociedade, esse mundo louco.
    Boa sorte!

  2. Lídia
    27 de janeiro de 2017

    Não duvido que uma coisa dessas aconteça, viu? Só tem cara doido no poder…
    Mas acho que na Guerra do Vietña, as imagens televisivas já causavam empatia nos espectadores… não acho que isso seria perdido…
    Boa sorte!

  3. Thayná Afonso
    27 de janeiro de 2017

    A ideia é boa, mas acho que ele podia ser trabalhado melhor. A ideia de apreciar uma catástrofe em um momento romântico fez todo o sentido com o título. Consegui apreciar bastantes as poucas palavras escritas, mesmo desejando um pouco mais de desenvolvimento. Boa sorte!

  4. Gustavo Henrique
    27 de janeiro de 2017

    Gostei do título, me chamou muito a atenção, e o conto também ficou bom. Parabéns e boa sorte no desafio!

  5. Andreza Araujo
    27 de janeiro de 2017

    A perspectiva do início de uma Guerra Mundial aos olhos de um casal alheio ao próprio mundo. A cena deles olhando a catástrofe na tela (tv?) pode ser interpretada como muitos de nós vivemos, ou seja, ignorando as dores do mundo. Tem uma boa premissa o texto, achei original, mas não me comoveu.

  6. Sra Datti
    27 de janeiro de 2017

    Primeiramente, o título: foi o que mais me chamou a atenção após uma rápida olhadela pelos contos. Sim, bem ousado.
    A bonança antes da tempestade. Se um dia a terra parasse, seria um bom fim para aguardar esse final derradeiro. Na verdade, apertando bem os olhos, é esse nosso momento. Alienados: pão e circo e a vida fluindo para o nada. EUA e Rússia novamente – fora os outro loucos bélicos – deixando nossas vidas na ponta de um indicador.
    Só me deixa em aberto se ambos seriam mortos, ou se a ilha, por algum motivo, seria poupada…
    Boa narrativa. Leva-nos à reflexão com certo pesar: é uma realidade, a nossa.
    Assustador.
    Parabéns!

  7. Sidney Muniz
    27 de janeiro de 2017

    Achei razoável, penso que sei essa autoria. Um bom enredo, mas que precisa em minha opinião de um pouco mais de espaço para ser trabalhado, bem como precisão. No mais algumas palavras com a forma escrita um pouco antiquada mas que não é um erro. Parabéns!

  8. Pedro Luna
    26 de janeiro de 2017

    A alienação dos personagens é o ponto alto do conto, ainda que o modo como isso foi explorado me pareceu explícito demais, uma ironia que mais parecia um outdoor brilhante. Prefiro ironia mais discreta, que você precisa suar pra pegar, mas isso é minha preferência. Vladimir e Donald apontados como causadores do fim, será que vão ser mesmo? rs. Quem sabe lembremos desse conto no futuro. Espero que não.

    No geral, bom.

  9. Simoni Dário
    26 de janeiro de 2017

    Uma história estranha com fundo politico. Ganha pontos pela ironia e entendo eu que o autor deixou para o leitor algumas lacunas a serem preenchidas, como o casal que desperta curiosidade, queremos saber quem são. Bem escrito e com um toque de humor negro.

    Bom desafio!

  10. juliana calafange da costa ribeiro
    26 de janeiro de 2017

    Q ilha é essa q não sofreu nenhuma rebarba das bombas??? Quero comprar um terreno lá… rsrs Gostei do seu conto. Original e bem atual! Espero q não seja um presságio. Mas se eu estivesse nesse lugar utópico e paradisíaco, também tomaria umas cervejas na beira da piscina, rindo e contando umas piadas sobre a guerra fria… Só não entendi o final, quando vc diz “aquelas imagens da morte que corriam na tela, como se vissem um filme”. Percebi uma alusão ao 11/09, quando o mundo viu boquiaberto o ataque às torres gêmeas q mais parecia cena de Hollywood. Mas aqui, fiquei pensando: Q tela é essa? Tela de TV? De computador? A transmissão de TV e a internet sobreviveram ao ataque nuclear? Enfim. Acho q essa frase aí podia ser revista. Fora isso, muito bom trabalho, parabéns!

  11. Jowilton Amaral da Costa
    26 de janeiro de 2017

    Bom conto. Uma boa forma de esperar a morte, não? Tomando uma breja na beira da piscina, com a pessoa amada do lado. Isso me fez lembrar quando eu era moleque em Brasília e se discutia muito sobre quando se apertaria o botão. Lembro que eu e meus amigos dizíamos que se realmente acontecesse, nós deveríamos reunir nossas famílias no parquinho da quadra e esperarmos todos juntos pelo fim. Boa sorte no desafio.

  12. rsollberg
    26 de janeiro de 2017

    Esse título só perde para o do livro da Marisha Pessl “Tópicos especiais em física das calamidades”. Mas como adoro o cheiro de Napalm pela manhã, curti o texto.
    A crítica é certeira e o cenário não mais irreal.
    Certamente haverá gente que não mais é impacto com esse tipo de coisa, não mais que um blockbuster da vida.
    Parabéns e boa sorte.

  13. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    26 de janeiro de 2017

    Olá, Silencioso,

    Seu título é quase um microconto à parte, não? Gostei.

    Sobre o conto em si, o mote é muito interessante e me lembrou um livro do Marcelo Rubens Paiva, o “Blackout”. Em sua história, o mundo termina e o casal vive sua vida paralela, sem se dar conta disso. Na dele, eram amigos, mas a ideia é bem similar. A premissa rende um romance, com certeza.

    Parabéns por seu trabalho e boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

  14. Douglas Moreira Costa
    25 de janeiro de 2017

    Parece um bom começo para um conto distópico. Essa ilha bem que poderia ser o futuro maralto kkkk. Eu gostei bastante, tem um contexto bastante atual e uma crítica à direção que a política internacional tomará com o jogo entre os atores acima citados. É um tema que eu gosto muito, e inclusive é meu objeto de estudo (ta ai um motivo bom para eu ter gostado bastante do texto). O casal seria a elite privilegiada? Acho que sim, faz bastante sentido.
    Parabéns pelo texto e pelo tema escolhido.

  15. Tiago Menezes
    25 de janeiro de 2017

    O texto tem forte opinião sobre uma possível/provável 3° Guerra Mundial, em que os ricos talvez não sofram nada, como muitas vezes ocorre. Para eles, não passaria de notícias ou de um filme. Gostei das descrições e do final, que realmente nos atinge de cheio. Parabéns.

  16. Renato Silva
    25 de janeiro de 2017

    Entendi em seu conto uma forte crítica. A guerra mundial, que irá devastar o mundo, mas que poupará os mais ricos e ocupantes de posições socais mais privilegiadas. Chego até a cogitar que esse casal já sabia do que iria acontecer, ao contrário da maioria das pessoas (óbvio!). Curtiram umas férias e sua ilha paradisíaca e bem longe de onde a guerra ocorreria. Votaram para casa, em lugar também bem distante. Era uma guerra dos outros e não sua, por isso não haveria com o que se preocupar. A insensibilidade, a indiferença diante do sofrimento alheio. Aquela distância passa a ideia de que não é real, é só mais um filme na TV.

    Isso até me lembrou uma coisa. Com grande frequência, é mostrado nos grandes meios de comunicação massacres com grande número de pessoas (chegando a centenas) em países que vivem situações de guerra civil. São massacres em escolas, bombardeios em campos de refugiados, estupros coletivos, todo tipo de barbárie e que envolve um número absurdo de vítimas. sinto uma certa indiferença da população. Quando um maluca entra num café em Paris e mata meia dúzia de pessoas, a comoção parece muito maior. É bandeirinha com as cores da França no Facebook e textões emocionados de gente que não tinha nenhuma ligação com as vítimas; mas parece que os 150 estudantes mortos no Paquistão nunca existiram. Esse microconto me fez relembrar e refletir sobre isso.

    nada contra um título grande, mas ele poderia ter sido usado de modo a complementar mais o texto ou, como já foi dito aqui, ser o próprio microconto, deixando apenas uma frase para causar aquele (bom) impacto.

    Boa sorte.

  17. Daniel Reis
    25 de janeiro de 2017

    Recordista absoluto na categoria título extenso, este conto lusitano com certeza utiliza as referências da atualidade para criar um contexto para seu personagens. Mas fica a dúvida: quem seriam eles, para tanta despreocupação? Por que no Atlântico, e não no Pacífico? E por que eles não foram atingidos pela hecatombe? A conferir.

  18. Victória
    24 de janeiro de 2017

    Poxa, achei muito bacana o título e também consegui apreciar o conto. Gostei da ideia de uma guerra nuclear e da ideia dos personagens em como aproveitar a beleza romântica de um cogumelo da explosão de uma arma nuclear, hehe. Casal inteligente. Parabéns pelo conto

  19. Wender Lemes
    24 de janeiro de 2017

    Olá. Percebo como ponto alto do conto a quebra de humores que acontece da metade para baixo. De um episódio plenamente descritivo, com as aventuras do casal na ilha paradisíaca, passamos à sugestão incisiva do ataque nuclear. Esperaria-se como reação dos protagonistas algum tipo de revolta ou aversão ao ataque, mas o que ocorre é justamente o contrário: um deleite, que reforça o clichê do “rico insensível”, mas, ainda assim, provoca algum incômodo no leitor.
    Parabéns e boa sorte.

  20. Srgio Ferrari
    24 de janeiro de 2017

    Sabe o que fica super legal quando se coloca um titulo gigantesco num microconto? O próprio microconto ter apenas 01 frase de impacto.

  21. Srgio Ferrari
    24 de janeiro de 2017

    Ficou tudo aberto demais, solto demais. Legal o link com o nosso tempo, mas não deu liga.

  22. Fil Felix
    24 de janeiro de 2017

    Outro conto que o título entrega mais do que devia. Acho um pouco chato você ler já sabendo de algo que vai ter ali (nesse caso, a bomba). Acaba tirando uma possível surpresa no leitor. A narrativa, apesar do português, é tranquila e consegue criar boas imagens. A grande questão que o conto traz é sobre a indiferença da guerra, da morte, do sofrimento alheio. Uma crítica sempre atual, disfarçada pelo tom mais humorístico.

  23. Gustavo Aquino Dos Reis
    24 de janeiro de 2017

    Silencioso,

    a trama da tua obra é boa, mas (exclusivamente se tratando de minha opinião) acho que faltou mais apuro nas construções. A maneira como a narrativa foi discorrida ficou, como posso dizer, caricata… Não sei, mas me lembrou o início de uma história infantil.
    Enfim, é um trabalho de peso.
    Mas, infelizmente, não me agradou em tudo.
    No mais, lhe deixo os parabéns.

  24. catarinacunha2015
    24 de janeiro de 2017

    MERGULHO antes do apito da largada gera desclassificação para meus padrões de nadadora. Um titulo + pseudônimo gigantesco (19 palavras) prejudicou mais do que ajudou na trama. Salvo pelo interessante IMPACTO de que a guerra não atinge os ricos e poderosos.

  25. Tom Lima
    24 de janeiro de 2017

    Uma ideia interessante, mas não gostei da forma. Talvez muita coisa para um micro.

    Eles riem, mas de quê? Estão a salvo? Ou riem da morte inevitável? Essa segunda é uma ideia que gosto, mas não é a que o conto me passa. Ficou parecendo mais um distanciamento deles do sofrimento alheio.

    Boa sorte.
    Abraços.

  26. Felipe Teodoro
    23 de janeiro de 2017

    Uma ideia muito interessante e a cena final, com o casal rindo da desgraça possui um sentindo muito forte. Acho que o fechamento é a melhor parte do texto. Já o início, a narrativa não desperta muito interesse, parece que falta algo. Ainda assim, devo dizer que gostei bastante do título. Parabéns pelo trabalho.

  27. Mariana
    23 de janeiro de 2017

    A maior distopia é a nossa realidade. Muito bom, apesar de incomodar… Enquanto digito alegremente, quantos não estão morrendo alvejados por drones e afins? É tudo um filme…

  28. Fabio Baptista
    22 de janeiro de 2017

    É uma história bem diferente, bem fora do lugar comum, sobretudo aqui do desafio. Ganha pontos por essa criatividade.

    A frase final não tem o impacto de uma boa reviravolta, mas traz algo talvez até mais interessante – o silêncio contemplativo de um anticlimax bem pensado.

    Gostei.

    Abraço!

  29. Cilas Medi
    22 de janeiro de 2017

    O final dos tempos, o mundo se acabando, a morte chegando. Cansei de ler sobre a morte, como se nada mais houvesse a explorar, mesmo tentando colocar algo idílico, romântico, sensual e ainda, fazer humor na tragédia. Não sou favorável ao título que faz mais do que o texto, explicando tudo e, portanto, não deixando espaço para uma até possível e esperada surpresa. Boa sorte!

  30. Estela Menezes
    22 de janeiro de 2017

    A gente vai lendo, curioso, o título é insólito e ajuda a criar um clima, mas… no fim, senti aquela sensação de que prometeu mais do que cumpriu. Tem criatividade, sacadas interessantes como a alusão aos políticos citados, mas tem também alguns errinhos de pontuação e pelo menos um de ortografia…

  31. Bia Machado
    21 de janeiro de 2017

    Achei mais bacana o título que o conto, gajo silencioso. Talvez seja alienação demais pra minha cabeça, fez-me antipatizar com esse casalzinho. Serve como crítica, claro, certeza há gente assim a rodo no mundo, mas não me empolgou. Ou: me empolguei com o título, mas o texto não era isso tudo que eu esperava.

  32. Leo Jardim
    21 de janeiro de 2017

    Minhas impressões de cada aspecto do microconto:

    📜 História (⭐⭐▫): é bem insólita essa situação de serem os únicos sobreviventes e sorrirem da desgraça do fim do mundo. Um tanto bizarro também.

    📝 Técnica (⭐⭐▫): boa, parece ser de escritor da terrinha. O título é quase uma trapaça com limite de palavras.

    💡 Criatividade (⭐⭐): achei criativo.

    ✂ Concisão (⭐⭐): texto bem fechado.

    🎭 Impacto (⭐⭐▫): acabei rindo da situação insólita.

  33. Andre Luiz
    20 de janeiro de 2017

    Um conto impactante de uma perspectiva diferente, que faz com que o leitor volte para entender as entrelinhas.

    -Originalidade(8,0): Poderia ser nota 9, porém eu tirei 1 ponto pelo título. Para mim, a ideia foi válida, mas não gostei, visto que revelou tudo quando o conto em si não acrescentou muito.

    -Construção(6,0): Como disse, o título poderia ser introduzido no próprio corpo do texto. Da forma como foi feito, para mim, estragou a beleza da crítica que você quis passar.

    -Apego(7,0): Gostei da menção a Trump e Putin.

    Boa sorte!

  34. Marco Aurélio Saraiva
    20 de janeiro de 2017

    Acho verídico. Talvez não as risadas, mas esse distanciamento que o conto narra. Pessoas rindo da tragédia suprema, apenas por que estão longe dela. Acontece no nosso dia a dia: falamos sobre os problemas do mundo, fazemos piadas sobre a situação alheia, apenas por quê a conhecemos apenas pela TV.

    O casal do conto é um casal esperto; fugiu a tempo. O conto ressuscita o antigo medo da guerra nuclear, rei da guerra fria. Acho improvável nos dias de hoje, mas vá lá, o texto serve como uma espécie de critica a ambos os presidentes polêmicos citados.

    Uma boa leitura.

  35. Fheluany Nogueira
    20 de janeiro de 2017

    Fiquei na dúvida se o casal de protagonistas do conto é alienado ou se estão conscientes da impotência deles diante da guerra inevitável. De certa forma é um texto realista, crítico e reflexivo, principalmente com a personalidade do novo presidente Donald Trump. Texto bem escrito e estruturado, título interessante, chamativo e pseudônimo sugestivo (Não tem o que falar?) Parabéns, abraços.

  36. Evandro Furtado
    20 de janeiro de 2017

    Um futuro meio distópico bastante interessante, talvez resquício de nosso último desafio? A única coisa que lamento é que a linguagem empregada no texto não faz juz ao fantástico título (provavelmente, o melhor do desafio).

    Resultado – Average

  37. waldo gomes
    19 de janeiro de 2017

    Conto “Ki-se-foda, eu quero é participar”, fala sobre um casal em férias bem na hora que o mundo está prestes a se acabar.

    Leve, divertido, mas sem muito a dizer.

  38. Amanda Gomez
    19 de janeiro de 2017

    Olá,

    Um bom retrato da alienação humana diante das questão importantes. Achei uma boa sacada usar esse artificio.. Não ficou chocante a indiferença dos casal ao que estava acontecendo, porque a violência está banalizada, as notícias estão banalizadas, nada do que é importante tem o peso que merece, enquanto futilidades são os grandes destaques.

    Gostei da forma como construída essa crítica.. tá tudo exagerado, desde o título até as ações dos personagens, e isso é um ponto positivo, porque realmente tudo está uma merd@. As vezes é bom escancarar com ironia e sacarmos, do que optar por sutilezas, as pessoas estão precisando serem chacolhadas, pra dizer o mínimo.

    Enfim, muito boa sorte no desafio.

  39. Iolandinha Pinheiro
    19 de janeiro de 2017

    Lembrei dos testes nucleares na ílha de Bikini, e achei que o casal ia ser explodido, mas daí eles voltam para casa e assistem os primeiros movimentos de guerra, supostamente nuclear, de maneira indiferente. Será que perdi alguma coisa? Achei engraçado o conto ter um nome gigantesco e o nome do autor ser Silencioso. O texto não me ganhou. Faltou ligação entre as partes, emoção, surpresa… Vou indo. Boa sorte.

  40. mariasantino1
    19 de janeiro de 2017

    Olá, autor (a)!

    Olha, infelizmente eu não curti muito, tem um ar de nem aí pra nada, mas achei até bacana pensar que nada importa (nem uma explosão atômica) quando se está com alguém. Remeteu-me àquela frase Facebookana”namore alguém que tenha os mesmos problemas mentais que você”

    Boa sorte no desafio.

  41. Priscila Pereira
    19 de janeiro de 2017

    Oi Silencioso, seu texto é bem interessante… um casal assistindo o fim do mundo como se fosse um filme… a que ponto a alienação chegou, não é mesmo? Parabéns e boa sorte!

  42. Juliano Gadêlha
    19 de janeiro de 2017

    Bem interessante. Um retrato de alguns aspectos dos tempos atuais. A ironia de um título longo em um microconto é ótima. Percebi por algumas palavras (objectos, atómicos) que o texto está escrito em português de Portugal. Proposital?

    Enfim, parabéns!

  43. Laís Helena Serra Ramalho
    19 de janeiro de 2017

    O título longo me chamou a atenção, me fazendo esperar por uma história com um tom irônico (e nesse quesito não me decepcionei). Imaginei que ironia seria a ilha sofrer um ataque de bombas, sendo que eles estariam em um lugar assim justamente para fugir do mundo. Mas no fim o conto não foi sobre isso e essa quebra de expectativa me agradou.

    Mas, no fim, achei que faltou impacto na frase onde a notícia é revelada (mesmo porque, pelo título, já é possível saber que se trata de uma bomba atômica). Também não entendi o que você quis dizer com “fecham os olhos e o tempo pára, o sol não”. O trecho me intrigou, e fiquei esperando uma explicação que não veio (ou, ao menos, eu não a percebi).

  44. Leandro B.
    18 de janeiro de 2017

    Oi, silencioso.

    Gostei do recurso utilizado no título que, de um lado, premedita a ironia da história e, por outro, brinca com o limite de palavras característico dos microcontos.

    O início também é muito bem feito, relatando com certa sutileza o casal idiota (que se perde em si).

    O que me incomodou é que essa mesma sutileza foi descartada no meio e no final da história, com palavras e cenas um pouco mais brutas, que destoou um pouco da pegada do inicio.

  45. Givago Domingues Thimoti
    18 de janeiro de 2017

    A possível crítica do conto é o grande ponto positivo. Fora isso, eu não fiquei muito impressionado pelo conteúdo. Talvez se tivesse um pouquinho mais de lirismo, eu teria gostado mais do conto
    Boa sorte!

  46. Thiago de Melo
    18 de janeiro de 2017

    Amigo autor,

    Que texto, hein? Parabéns!
    no início eu fiquei pensando que ele estavam lá na ilha deserta e a bomba ia cair na cabeça deles. Depois ainda passou pela minha cabeça: “será que esse casal no meio do nada, fazendo amor e vendo o mundo ser destruído, são na verdade os próprios Donald e o Vladimir?” (seria no mínimo inusitado hehehehehe)
    Mas depois vi que esse seu casal é um microcosmo (dentro de um microconto) que representa a esmagadora maioria da população do planeta, mais preocupada com o próximo meme do que com a possibilidade de uma terceira guerra mundial. Parabéns!

  47. Vitor De Lerbo
    18 de janeiro de 2017

    Ao contrário de outros que comentaram aqui, eu gostei desse título. Chama a atenção e tem leveza ao mesmo tempo. Pela extensão, me lembrou a música “You probably couldn’t see for the lights but you were staring straight at me”.
    A crítica social é clara e o palpável temor em relação a uma segunda Guerra Fria é mais ainda.
    As palavras “objecto” e “atómicos” indicam que o autor é português. Logo, esses casos não são erros gramaticais.
    Boa sorte!

  48. Gustavo Castro Araujo
    17 de janeiro de 2017

    É um ótimo micro conto porque oferece diversas abordagens. Podemos ver o casal apaixonado que, ensimesmado, pouco liga se o mundo está acabando. Ou podemos ver a alienação ante à cultura do espetáculo midiático. Cheguei a pensar, no início, que se tratava de um teste nuclear em alguma ilha remota, apenas para me ver enganado – o que é ótimo em termos literários. Enfim, um trabalho interessante e que deixa as lacunas nos lugares certos.

  49. Lee Rodrigues
    17 de janeiro de 2017

    Caro Silencioso;

    A mensagem é forte, indivíduos desvinculados da realidade que não se reconhecem participantes da sociedade, o que não diferi muito de alguns conceitos – embora não tão alienados – onde se imputa a outrem o que também nos cabe.

    Apesar de gostar da crítica embutida na ironia, achei linear, o texto está claro, redondinho, mas como conto não me cativou.

  50. Thata Pereira
    17 de janeiro de 2017

    O título extenso me incomodou, tanto que reparei a falta de uma vírgula lá e costumo passar direto nos erros. Imagina se não fosse escrito por alguém silencioso… rsrs’

    O cenário do início foi importante para justificar o desinteresse pelo que estava acontecendo no mundo.

    Apesar do título, o conto é simples e direto, não cria empatia, mas acredito que tenha sido a intenção do autor.

    Boa sorte!

  51. Miquéias Dell'Orti
    17 de janeiro de 2017

    O contexto e a crítica presentes na história são o grande trunfo. A diferença de classes nua e crua, uns poucos bebendo champanhe enquanto o sangue jorra de outros milhões que não fizeram nada além de nascer sob circunstâncias diferentes.
    Li nos comentários que a falta de sensibilidade do casal é inverossímil, mas ao meu ver pensar assim é agir com ingenuidade diante da complexa natureza humana. Para mim, é um bom conto.

  52. ROSELAINE HAHN
    17 de janeiro de 2017

    Olá Silencioso, sem querer fazer barulho, tens um bom mote de história, gosto da ironia, do sarcasmo em textos, o que encontrei no seu, apenas sugeriria uma maior carga dramática, por assim dizer, nas palavras, como exemplo “depois de muito sol, de idas a água”, acho que enfraqueceu a frase. Gostei da menção ao pato Donald e ao tio Vlad. Bom conto. Abçs. Psiiiuuu !!!

  53. Luis Guilherme
    17 de janeiro de 2017

    Olha, não gostei tanto da construção do texto. Acho que tá truncado e a linguagem não tá tao bem aproveitada. Fica um pouco confuso.

    Mas tem uma mensagem legal. Alienação social e tal. Gostei da ideia transmitida.

    Dá pra perceber que o autor tem talento e criatividade, talvez aprimorando um pouco a parte técnica, o texto ficasse ainda mais legal.

    Gostei. Boa sorte e parabéns!

    • Luis Guilherme
      17 de janeiro de 2017

      Ah, gostei do título! Dá um peso e uma curiosidade pro texto.

  54. Anderson Henrique
    17 de janeiro de 2017

    Gostei mais da mensagem do que da construção. Achei que faltou fluidez e alguns ajustes na pontuação. Talvez trabalhar o texto de maneira mais estilística ajude.

  55. Brian Oliveira Lancaster
    17 de janeiro de 2017

    GOD (Gosto, Originalidade, Desenvolvimento)
    G: Curioso. Pensei também em utilizar um título gigante, depois desisti. O seu texto lusitano tem um ar de humor negro bastante intrigante. Temos o cotidiano descrito de uma forma diferente, como se bombas atômicas fossem algo normal do dia a dia. Isso soou bastante diferente. – 9,0
    O: O humor é o que aumenta os pontos desse texto. Tirando isso, poderia até ser considerado uma FC “comum”, mas que traria mais reflexões. Do jeito que você escreveu, parece até uma distopia, se não é. O texto deixa uma sensação bizarra ao final e creio que isso seja bom, pois atingiu o objetivo do “estranhamento”. – 8,0
    D: Bem tranquilo de acompanhar. Apesar de certas palavras de origem portuguesa, mas o texto flui muito bem. – 8,0
    Fator “Oh my”: um texto curioso, de gênero indefinido.

  56. Davenir Viganon
    17 de janeiro de 2017

    Bom conto, tem uma mensagem rápida, relevante mas fechada, acho que fechada até demais. O casal representa bem a alienação frente a situação mundial usando um exemplo extremo.

  57. Victor F. Miranda
    17 de janeiro de 2017

    Olha, eu até entendi, só que não consegui me importar. Fora isso, está bem escrito e não me deixou nenhuma dúvida. Mas também não levantou nenhuma pergunta.

  58. Tatiane Mara
    16 de janeiro de 2017

    Olá…

    Texto sem pretensão alguma, com mensagem hedonista elevada ao extremo.

    Infelizmente, não convence e não transmite muita coisa.

    Boa sorte.

  59. Sabrina Dalbelo
    16 de janeiro de 2017

    Olá,
    A tua narrativa é trágica e cômica.
    Quanta frieza, não é!? Super razoável e verossímil, infelizmente para a humanidade.

    Apenas não entendi se essa frase: “Comentam os traços brancos deixados por estranhos objectos” indica que a ilha onde estavam pode ter relação com a bomba atômica, mas isso não me arredou do foco do texto: a desumanidade, a falta de amor ao próximo.

    E, claro, percebe-se, pela ortografia, que é um conto escrito por um querido(a) amigo(a) que se utiliza da língua portuguesa de Portugal.

  60. Rubem Cabral
    16 de janeiro de 2017

    Olá, Silencioso.

    Gostei do conto. Lembrou um texto da Antologia “!” da Editora Caligo: “Nao ligo”, onde um casal almoçava num bar, vendo tevê, enquanto o mundo acabava. A ironia da situação é o forte do seu texto.

    A escrita revela que o autor é possivelmente português, então não vou reclamar do “pára” com acento, pois não sei se em Portugal valem as mesmas regras acordadas no Brasil.

    Nota: 8

  61. Matheus Pacheco
    15 de janeiro de 2017

    Eu tive uma duvida, é atômico ou atómicos? Mas o conto demonstra a frieza daqueles que só veem os trágicos ataques nucleares.
    Um ótimo conto e um abração.

  62. Ceres Marcon
    15 de janeiro de 2017

    Espero que tua imaginação fique nisso, viu?
    Você retratou bem a alienação do mundo diante dos acontecimentos, sejam quais sejam. Muitos nem vão se importar se dois loucos explodirem o planeta. São incapazes de ter emoção, de se colocarem na pele daqueles que nada possuem.
    Bom o teu texto.

  63. Glória W. de Oliveira Souza
    15 de janeiro de 2017

    A descrição da narrativa remeteu-me imediatamente a incredulidade do ocorrido em 11 de setembro com as torres gêmeas. Senti falta de dramaticidade. Pareceu-me querer ter um cunho de crítica política-comportamental. Mas os elementos do texto não me levaram para esse caminho. Desta vez fui eu quem ficou como barata tonta numa praia deserta. Sem rumo.

  64. Antonio Stegues Batista
    15 de janeiro de 2017

    Nenhuma explosão nuclear é bonita,é terrível, assustadora, portanto, no lugar do “da” deveria se “na”, porque é uma opinião. O casal rico, passa férias num ilha particular, a terceira guerra mundial começa e eles nem estão aí, continuam bebendo champanha e comendo caviar. O conto faz menção ao erro das pessoas se apegarem ao material e não espiritual. Você se apega tanto as coisas materiais e ilusórias, que se torna um mero espectro, atomato, desprovido de sentimentos.

  65. Remisson Aniceto (@RemissonA)
    15 de janeiro de 2017

    Que suas impressões não ultrapassem as linhas da imaginação. Bom.

  66. Vanessa Oliveira
    15 de janeiro de 2017

    Achei o tema interessante, primeiro mc que leio com essa temática. É pertinente escrever sobre o egoísmo e a falta de empatia do ser humano, algo que todos, sem reservas, temos. Ao mesmo tempo, gostei da representação da mídia, e o descaso dos personagens, enfim, bem construído, e, apesar de fechado, é instigante. Boa sorte!

  67. Tiago Volpato
    15 de janeiro de 2017

    Ótimo texto. Uma boa reflexão dos dias de hoje. Me recuso a crer que existam pessoas tão insensíveis a esse tipo de coisa. Mas se não houvessem, não estaríamos nesse ponto, não é mesmo?
    Abraços.

  68. Edson Carvalho dos Santos Filho
    14 de janeiro de 2017

    Um bom exemplo de como o ser humano pode ser indiferente à dor do próximo. Poderia ter colocado mais lirismo para contrastar com a destruição, mais poesia.

  69. Anorkinda Neide
    14 de janeiro de 2017

    Contextualmente errado, pois Hillary estaria mais próxima d euma guerra nuclear e não Donald..hehe mas vamos lá
    o texto é bom, flui sem entraves e confesso q me peguei rindo como o casal q assistia à tv, nao sei pq, acho q sou alienada!
    Acho que ri pq o texto é leve, é cômico e afinal, o casal enamorado tem o direito de usufruir do que pode enquanto pode, né não?
    parabens pelo conto, é atual e atemporal ao mesmo tempo. abraço

  70. José Leonardo
    14 de janeiro de 2017

    Olá, O. Silencioso.

    (Esplêndido pseudônimo.)

    Texto direto, que não exige do leitor a montagem de cenários e outras possibilidades (como no caso dos micro contos abertos). Eu gostei. É um fotograma de um filme bem maior, com seus pretextos e atitudes, os quais não necessitaram vir à tona pois o enredo se explica.

    Muito válida a questão da indiferença. Eles se encontram num lugar que julgam ser seguros, por isso nem se dão ao trabalho ou ao sentimento de lamentar a catástrofe que os cerca e (ainda) não os atinge. Tão nem aí, digamos, por se imaginarem numa redoma indestrutível.

    No tocante à verossimilhança, creio haver um porém: conforme as tratativas diplomáticas, os bastidores que conhecemos, pontos convergentes, enfim, seria meio cômico imaginar um cataclismo nuclear entre os EUA de Trump e a Rússia de Putin, ao menos NESTE MOMENTO. Estão indo é para o caminho oposto, o que parece irritar os opositores de ambos. Para o futuro, quem sabe? Um rompimento tão dramático a ponto de?

    Boa sorte neste desafio.

  71. angst447
    14 de janeiro de 2017

    Digamos assim: tá certinho, explicadinho e tudo, mas não criou a empatia necessária. Fiquei com aquele ar de “e daí?”. O descaso com o fim do mundo (como se fosse mais um programa chato na TV) não me fisgou.
    No entanto, há uma boa composição de frases e caracterização bem feita do cenário.
    Boa sorte!

  72. Zé Ronaldo
    14 de janeiro de 2017

    Mais um conto fechado, não tem a consistência do microconto, pois o leitor não se esforça para enxergar o que está velado no texto. Interpretei de outra forma a apatia do casal na cena final: o que não tem solução, solucionado está, o que eles poderiam fazer, assistindo ao fim do mundo pela televisão? Nada, apenas esperar pelo pior e rir, quem sabe.

  73. Bruna Francielle
    14 de janeiro de 2017

    Entendi como o casal sendo um casal de pessoas muito ricas, que puderam se salvar dos cogumelos atômicos enviados por Donald e Vladimir, e agora davam risadas de quem ficou pra trás!
    Talvez haja algum sentimento de medo por trás deste conto! Um medo coletivo de que Donald presidente vai criar uma guerra. Particularmente acho um pensamento prematuro.
    Fora os drones destruindo países e vidas que não foram enviados por Donald, mas pelo outro, o “santo”.
    Mas tirando isso, eu gostei bastante do conto, porque acredito que existem pessoas assim, ricas e inescrupulosas e que fariam exatamente isso que você descreveu !
    A escrita é simples, direta e sarcástica!
    Gostei, parabéns.

  74. Luiz Eduardo
    14 de janeiro de 2017

    Achei a proposta interessante, um tema atual, porém acho que faltou um pouco de trato , de profundidade. Senti os personagens pouco humanos apesar de achar que talvez a proposta seja mais ou menos essa, mesmo. É um texto irônico, tragicômico, poderia ter sido melhor, mas achei bom. Parabéns

  75. Patricia Marguê Cana Verde Silva
    14 de janeiro de 2017

    Cena bem descrita. Inova no contraste. Personagens totalmente abstraídos da realidade…

  76. Fernando Cyrino
    14 de janeiro de 2017

    Uma ideia bacana, uma possibilidade real a partir da realidade louca que vivemos. Fiquei com a impressão, ressalvada a liberdade poética da arte, que nesse tempo entre a volta para casa desde a ilha e o tempo para se saborear a sexta bebida a realidade já teria se escafedido. Talvez então valesse a pena investir na verossimilhança. Mas aqui é mera opinião de leigo. Releve, por favor. Parabéns pelo conto e sucesso.

  77. Olisomar Pires
    14 de janeiro de 2017

    Suposição de que Trump e Putin iniciariam uma guerra nuclear, o que é totalmente improvável, visto a evolução política recente, seria muito mais perigoso com os loucos e hipócritas Obama e Hillary continuando no poder, enquanto um casal apaixonado não dá a mínima para o fato.

    A idéia é boa, mas a apresentação peca pela crueza da narração.

    Ponto positivo é que o amor supera tudo.

  78. elicio santos
    13 de janeiro de 2017

    Apesar da construção simples, vale a reflexão. A narrativa poderia ter sido mais estruturada sintática e linguisticamente, mas passou o recado a que se propusera.

  79. andré souto
    13 de janeiro de 2017

    Será que foi no atol de Bikini?Valeu pelo toque de hmor negro,tipo Dr Fantástico.

  80. Evelyn Postali
    13 de janeiro de 2017

    Se não fosse trágico, seria cômico pensar em duas pessoas alienadas do mundo e, nesse caso, assistindo a destruição dele como se fosse algum programa qualquer. O conto é bem escrito. As personagens estão bem representadas e o cenário, bom… Esse cenário é o sonho de consumo de todos ou quase. Enfim. um bom conto.

  81. Guilherme de Oliveira Paes
    13 de janeiro de 2017

    Achei bem estruturado e propõe uma reflexão interessante, mas me pareceu faltar um pouco de brilho.

  82. Virgílio Gabriel
    13 de janeiro de 2017

    Gostei. O texto faz um paradigma entre os problemas reais (guerra) e a nossa vida egoísta do dia a dia (piscina, cerveja). Porém é nessa vida egoísta que somos felizes, pois se a pararmos para observar o além, estaríamos, talvez, desperdiçando fios de cabelo a toa. Já que o mundo vai acabar, que me traga mais uma cerveja para eu assistir. Parabéns.

  83. Eduardo Selga
    13 de janeiro de 2017

    Falta sutileza, trabalho linguístico. Construção literária, enfim. Ni entanto, há um dado que merece ser destacado: a referência à alienação social, especificamente da elite econômica, o que é possível depreender pelo fato de o casal passar uma “tarde na praia deserta” de uma ilha isolada no oceano. O mundo indo para a vala e eles assistindo ao “espetáculo” como quem se delicia com um desfile na Marquês de Sapucaí. É uma denúncia muito pertinente nos dias que correm, mas literatura não é apenas isso.

  84. Eduardo Selga
    13 de janeiro de 2017

    Falta sutileza, trabalho linguístico. Construção literária, enfim. Ni entanto, há um dado que merece ser destacado: a referência à alienação social, especificamente da elite economica, o

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Publicado às 13 de janeiro de 2017 por em Microcontos 2017 e marcado .