EntreContos

Detox Literário.

Morgax (Marcel Junior)

morgax

Negro. Tudo era negro, e então uma linha de luz tênue foi rasgando o breu, desabrochando numa fresta turva que foi crescendo e crescendo, ficando cada vez mais nítida. Pronto, abrira os olhos.

Estava deitado. Sentia uma placa metálica sob o corpo na horizontal. Trajava apenas um short bem leve. Ao redor, perambulavam pessoas acinzentadas.

Sim, acinzentadas mesmo, de pele totalmente lívida. Tentou levantar-se, mas foi impedido pela chapa de metal que estava completamente aderida às suas costas. Já ia gritar quando apareceu alguém.

— Joaquim de Oliveira Barbosa, é esse o nome do senhor? — um daqueles homens lívidos parou diante da mesa. Trajava, além das roupas habituais, um jaleco branco.

— É, é isso mesmo… Mas que diabos de lugar é isso aqui?

A princípio, o cientista acinzentado não dera atenção à pergunta de Joaquim, pois observava algo num equipamento eletrônico.

— Senhor Joaquim — o cientista enfiou o aparelho no bolso —, fiquei incumbido de informar-lhe que é o último terráqueo vivo, ou seja, toda a humanidade fora por nós aniquilada. Trouxemos, entretanto, o senhor conosco.

— Hum… Eaí? — Joaquim se mostrava indiferente, obviamente estava cético quanto ao que dizia o outro — Tá bom, homem — retornou ele, depois de uma breve pausa —, eu não caio nessas pegadinhas de televisão. Olha lá a câmera, tô vendo. — apontou para um aparelho no alto de um armário branco, que de fato parecia uma câmera.

— O senhor está enganado. Não há nenhuma pegadinha aqui, aliás, eu nem sei a que se refere esse termo.

Joaquim outra vez tentou erguer as costas da superfície metálica; debalde.

— Ei, esquisitão…

O cientista, que olhava para o outro lado, virou-se outra vez para Joaquim.

— Senhor?

— E essa mesa aqui? Quase que me arranca as carnes das costas.

— Ainda não obtive permissões para soltá-lo. Veja, o chefe está chegando.

Um homem também acinzentado entrou pela porta, era esguio e atrapalhado. Aproximou-se da mesa e pressionou um botão ao lado, liberando Joaquim.

— Senhor — anunciou ele —, me chamo Drek Hans, sou o diretor do Centro de Pesquisas de Verter.

Joaquim nem deu ideia. Sentou-se e fitou o ambiente ao redor. Era amplo, predominantemente alvo, cheio de drones e cientistas perambulando. De fato era um lugar esquisito. Olhava para os aparelhos em volta: monitores enormes nas duas extremidades do cômodo retangular; ao longo das paredes maiores enfeiravam-se outras mesas como a dele e, entre elas, um nicho na parede onde se instalava, em cada, um computador.

— Então, Senhor Joaquim, já deve ter sido avisado sobre o que aconteceu ao seu planeta. Estou certo? — Drek Hans retomou a fala, proferindo as palavras com certa frieza.

Não obteve resposta. Joaquim permanecia carrancudo.

— Venha comigo, suas roupas estão ali.

Joaquim vestiu-se e saiu junto a Drek Hans, esperando dar de cara com o pátio de alguma emissora de TV. Não foi o que aconteceu.

Perplexo, já do lado de fora, Joaquim cessou o passo e vislumbrou o cenário ao redor. Altos prédios erguiam-se furando as nuvens; nas ruas, que eram bem limpas, pessoas acinzentadas caminhavam e no céu, cortando os ares, veículos aéreos iam apressados.

Diante daquele cenário, Joaquim viu o seu ceticismo desmoronar e desesperou-se. Estaria a humanidade realmente morta? E sua família, seus amigos? Sua cidade, o Rio, como estaria? Seus olhos estavam marejados, e então Drek tomou a palavra:

— Está vendo? Acredita agora? Este é outro planeta, Joaquim, estamos em Verter, a quatrocentos kenys de distância, o que no sistema de medida terráqueo equivale a 0,0049956 anos-luz.

O outro nada disse, não compreendia aqueles termos. Apenas sabia que estava sozinho naquele outro mundo. Verter? Era esse o nome? Toda aquela tecnologia em volta, os edifícios, as pessoas, tudo se aglutinava como uma massa impassível, comprimindo lhe o coração. Era uma terrível angústia subindo pela garganta. Não aguentou, rompeu em prantos.

Drek Hans não demonstrou nenhum tipo de consolo ao terráqueo, mas cingiu-o pelos ombros e retomou a caminhada levando-o consigo. Passaram por quarteirões, muitos quarteirões de edifícios. Joaquim parara de chorar, mas tinha o olhar triste e vago pelo chão de pedra negra da calçada.

Chegaram ao destino. Formada por blocos alvos e límpidos, uma construção, que consistia num grande cubo, tomava bom espaço da região. Do teto, levantavam-se várias antenas; numa das laterais havia uma porta gradeada. Drek retirou um pino metálico do bolso e acoplou-o num orifício ao lado da porta, que se abriu.

Adentraram o recinto, que era repleto de fios de todos os tamanhos, os quais obstruíam um pouco a passagem. Ouvia-se por toda a parte o som de bips, símbolos desconhecidos corriam pelos muitos monitores e, fixado na parede oposta, tomando quase toda a extensão da mesma, localizava-se o elemento principal: um enorme painel, cheio de botões.

— Eis aqui, meu amigo Joaquim — disse Drek, referindo-se a todo aquele aparato —, a central de controle da Morgax.

Outra vez o terráqueo estava deslumbrado, mas era tomado por dura melancolia.

— Quê? O que é Morgax, homem? — Joaquim disse por fim, enxugando algumas lágrimas remanescentes com a manga do seu paletó branco.

— Não sou homem! Nunca fui! — Drek Hans demonstrou certa ira ao ser comparado com um humano.

Se não estivesse tão triste, Joaquim teria rido à toa com o que o outro dissera. Como assim não era homem?

— Eu sou — Drek prosseguiu — um verteriano. Entendeu bem?   — passou a mão pelos cabelos ralos e negros — Tá bom… Morgax é tudo. Ela é o que vocês chamavam de Estado, mas sem nenhuma daquelas típicas falhas. Morgax planeja e calcula tudo antes da execução de qualquer decisão que vise o coletivo, a qual é feita por nós. Ela também presta serviços, controlando robôs em trabalhos práticos, desde os lixeiros até os enfermeiros.

Saíram de lá e voltaram às calçadas negras. Enquanto caminhavam, Drek Hans continuava falando:

— Por exemplo: você deve estar se perguntado como é que nos comunicamos tão bem, sendo que eu não falo português e você não fala verteriano. Quem promove esta comunicação é a Morgax. — Drek proferiu a palavra “Morgax” com certa ênfase, quase que idolatrando a máquina —Através de nano-robôs controlados por ela, que alteram as ondas sonoras do que dizemos, nossos idiomas são traduzidos imediatamente, no breve período em que as nossas falas ainda são ondas no ar.

Enquanto o outro tagarelava, Joaquim olhou para aquele rosto esquisito e percebeu que a boca movia-se em desacordo com as palavras que dizia, o que comprovava a afirmação do verteriano.

— Mas o que eu quero mesmo saber — Joaquim dava sinais de resignação — é por que vocês fizeram aquilo. Por que abateram todos os humanos?

— Joaquim, para que você entenda as nossas razões, é necessário que eu lhe explique algumas coisas. — o verteriano cumprimentou um androide que passava ao lado — Bem, todos os alimentos de Verter são produzidos a partir de uma planta, a Zeva. Podemos criar qualquer tipo de comida, desde carnes até outras espécies de legumes e verduras. Tudo, é claro, controlado pela Morgax, que formula as receitas desses alimentos.

Por sorte, passavam em frente a uma espécie de quitanda e Drek mostrou a planta a Joaquim.

Consistia num maço de folhas marrons ligadas a um talo, com aspecto de secas, bem ásperas e rígidas. O verteriano arrancou uma folha e comeu, aprovando o sabor. Ofereceu ao terráqueo, mas ele recusou agradecido.

— E o que isso tem a ver com a matança que fizeram?

— Estamos planejando fazer uma plantação de Zeva numa das luas de Verter, pois a demanda está crescendo muito. O solo de lá é bem fértil, mas precisa ser adubado. A matéria orgânica dos humanos servirá para isso.

Joaquim entristeceu-se outra vez. Que espécie de gente era aquela? Exterminar todo um planeta para esse fim?

— E eu, por que me trouxeram? — Joaquim segurava-se para não avançar sobre aquele homem.

— Durante os planejamentos de invasão a Terra, estudamos os hábitos das pessoas de lá, de cada continente, de cada país. Ficamos maravilhados pela cultura do Brasil, pelas pessoas e pelas paisagens, bem diferentes das daqui. E Então, após resgatarmos toda a arte brasileira possível, trouxemos um representante desse povo para cá, a fim de estudá-lo. E foi você o escolhido. Veja, olhe aquilo.

Uma roda de acinzentados empunhando violões, pandeiros e bandolim cantava alegremente.

“Se você jurar que me tem amor…” ¹

Cantavam em português, Joaquim nem precisava de tecnologia para entendê-los. Aquilo o animou de tal forma que lágrimas de alegria brotaram de seus olhos. Juntou-se a eles e pôs-se a cantar.

*

Caminhava taciturno pelas calçadas negras. Havia voltado de uma visita a Terra, que agora estava pura e sem vida. Naves drenavam a água para a irrigação das plantações de Zeva. Pisara o solo lamacento do oceano pacífico, com lagoas rasas aqui e acolá. Haviam roubado quase toda a água do planeta. Peixes inertes pelo chão.

Ali, de vez em quando uma nave passava rasgando o céu ruidosamente. O sol de Verter se punha entre os prédios. Ao longe, alguém entoava:

“Nada consigo fazer quando a saudade aperta…”²

Andava olhando para o chão quando dois androides agarraram-no por trás.

*

— Joaquim, acorda! — Drek Hans despertava o outro, irritado.

O brasileiro acordou. Uma lâmpada pendia do teto de uma sala decadente. Estava amarrado a uma cadeira.

— Hein?… O que foi?

— O que foi é que você arruinou o nosso planeta! Ninguém mais quer trabalhar, só pensam em samba e mais nada! Não há ninguém para fazer os ajustes na Morgax, está indo tudo pelos ares!

— Não… Mas eu não tenho culpa…

— Tem, tem sim. — Drek Hans recurvou-se, aproximando o rosto para Joaquim — Tem culpa e vai pagar por isso. Sua execução acontecerá daqui a pouco. — disse secamente, virando-se para a porta.

Joaquim foi levado para o alto de uma plataforma rústica, rodeada de verterianos, onde havia um apoio para a cabeça. Fora posicionado lá, com o corpo amarrado. Notou quando se aproximou o carrasco: um acinzentado gordo, de capuz negro, empunhando um machado. O contraste que havia ali entre a tecnologia ao redor e aqueles elementos obsoletos era assustador. Nesse sentido, ambos eram iguais, terráqueos e verterianos.

Drek Hans posicionou-se diante dele e proferiu:

— Senhor Joaquim de Oliveira Barbosa, está condenado à morte por subverter o povo de Verter e gruty treepui aviuria arconyupi rezeriu…

As palavras do verteriano não estavam sendo traduzidas. Teriam os nano-robôs sofrido algum defeito? Pensava naquilo quando ouviu um estrondo. Ao longe, entre os prédios, uma coluna de fumaça erguia-se. Todos se viraram naquela direção. Era o centro de controle da Morgax. Antes de soltarem uma interjeição de pasmo, os corpos dos verterianos começaram a faiscar e eles desabaram no chão, inclusive Drek e o carrasco. Também Joaquim. Todos estavam mortos.

*

Era isso… Os verterianos já estavam sendo mais máquina do que orgânicos; a Morgax estava neles, ela era eles. Era eles na forma de um microchip implantado em algum local, também na forma de nano-robôs que corriam pelos seus corpos, como plugs incorporados à pele… Tudo isso era comandado por uma só fonte, eram derivações de uma só máquina central.

Achavam-se seguros nas mãos da Máquina e deram tanto valor a esta segurança que se fizeram dependentes. Uma vez que a Máquina fora destruída, eles também se aniquilaram.

………………………………….

¹ “Se você jurar” — Ismael Silva

² “Peito Vazio” — Cartola

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47 comentários em “Morgax (Marcel Junior)

  1. Renato Silva
    11 de agosto de 2015

    Olá.

    O conto ficou bem legal. Achei-o bem divertido e original. O mesmo samba que deu alegria ao povo Verter foi, também, sua ruína; deixou todo mundo preguiçoso. E no meio de tudo isso, um tipo de Matrix. Mistura maluca que deu um toque único. Parabéns pela originalidade.

    Boa sorte.

  2. William de Oliveira
    11 de agosto de 2015

    Que viagem, eu aqui que gosto tanto de samba, mal poderia imaginar que ele destruiria planetas um dia.

  3. Thales Soares
    11 de agosto de 2015

    Áureo Ferraz, me desculpe… mas seu conto não me agradou.

    A narração está bem conduzida, e me prendeu até o final. Porém, as atitudes das personagens são completamente absurdas e ilógicas!! O conto todo sobre de uma falta de lógica na história… os acontecimentos parecem meio aleatórios demais! Algumas ações são demasiadamente forçadas e pouco convincentes… as coisas parecem acontecer porque… bom, porque o autor quis, e pronto!

    Bom… quanto a escrita, achei que deixou a desejar também. Não sou um mestre na escrita, então, neste quesito, pouco posso lhe ajudar. Uma coisa que eu posso te aconselhar é o seguinte: nunca escreva os sentimentos que seu personagem está sentindo do jeito como você fez! “Tal personagem ficou triste”. Bom, ao invés de fazer isso, experimente descrever como a personagem está, sem entregar de bandeja os seus sentimentos. Descreva o espanto em seus olhos, a expressão horrorizada em seu rosto, e faça com que o leitor perceba por si mesmo que a personagem está triste. Assim fica mais convincente, e menos forçado. Apenas uma dica, que me ajudou bastante ao longo do meu trajeto como escritor.

  4. Bia Machado (@euBiaMachado)
    11 de agosto de 2015

    A internet travou e eu perdi meu comentário, então… Vamos de novo! Tinha dito que o conto não me cativou, não senti empatia pelas personagens. Peço que o autor me perdoe, porque isso pode ser devido a tantas leituras de uma vez só. Do final eu não gostei mesmo, achei um tom meio que “passando uma bronca” na Humanidade, rs… Enfim, boa sorte!

  5. Cácia Leal
    11 de agosto de 2015

    Legal a história, meio zombeteiro com o brasileiro e o samba (povo preguiçoso etc e tal!…rs). Está bem escrita e com poucos erros. Se encaixa no tema do desafio, mas achei o final extremamente corrido. Tudo acabou em 4 ou 5 parágrafos!!!! No geral, achei a linguagem muito despojada, acho que deveria ter sido mais trabalhada.

  6. Wilson Barros Júnior
    11 de agosto de 2015

    Incrível a quantidade de Multivacs asimovianos que tivemos neste desafio. Mas para mim, o ponto alto do conto é que desta vez o homem foi usado como adubo. Bom, eu noto entre os escritores uma busca incessante por uma razão para nossa existência, e essa parece tão boa quanto outra qualquer. É claro, deixa-nos tristes, como deixou ao Joaquim. O conto é muito criativo, a história é tão boa que poderia até ser usada em histórias em quadrinhos, sema o morticínio, claro, e com Zé Carioca no lugar do xará do Ex-Ministro.

  7. Luan do Nascimento Corrêa
    11 de agosto de 2015

    → Avaliação Geral: 7/10

    → Criatividade: 7/10 – A um tema comum, foi adicionado um detalhe (a questão do samba e tudo o mais) que sinceramente foi irrelevante.

    → Enredo: 6/10 – A história como um todo me causou incômodo e estranhamento. Pareceu bastante forçada. Os pontos principais foram a reação dele à roda de samba e o fato de a história parecer corrida.

    → Técnica: 8/10 – Há alguns erros irrelevantes, mas foi muito bem escrito.

    → Adequação ao tema: 10/10 – Enquadra-se em ficção científica.

  8. Pedro Luna
    11 de agosto de 2015

    Oi, infelizmente não gostei. A trama tem pitadas de bom humor e o lance do Samba enlouquecendo a galera foi bem comédia. Mas a trama soa bem artificial, diálogos com muita explicação, e falta de alguns personagens que criassem identificação. Outro detalhe que não gostei foi a simplicidade de algumas cenas, como a da execução. Joaquim acorda e logo é informado da merda que deu e que vai morrer. Sei lá, não passou emoção. Ficou um conto um pouco frio.

  9. Gustavo Castro Araujo
    11 de agosto de 2015

    Gostei muito do tom descompromissado, da maneira dinâmica como está escrito o conto. A prosa flui fácil, gostosa, com gosto de “causo”, o que revela a perícia de quem concebeu o texto. Acredito que o autor se daria muito bem bolando textos com temática regionalista – algo que a mim de afigura muito difícil. Contudo, creio que o conto deveria ter terminado quando os alienígenas começam a se comportar como os terráqueos. Dentro da proposta, uma quase-crônica, seria o melhor arremate. O último trecho, que lembra uma voz em off explicando tudo tim-tim-por-tim-tim foi totalmente desnecessário, roubando do leitor qualquer interpretação diversa que ele ou ela pudessem ter. Minha sugestão é que numa revisão futura, esse trecho seja suprimido. Apostar na inteligência do leitor é sempre o melhor a fazer.

    Nota: 7

  10. Fábio Almeida
    11 de agosto de 2015

    Conto demasiado cliché. Aliens obviamente mais fortes matam todos os humanos sem olhar a meios; trazem um para o “estudar”; acabam aniquilados por terem trazido o dito cujo; entretanto, para infortúnio de todos, há máquinas maléficas no meio que tudo controlam. Receio não ter sido arrebatado com esta trama que, apesar de coerente, peca em demasia por ser demasiado batida. Esperava algo mais original. E outra coisa, o Joaquim pareceu ser um mero espectador da destruição de um planeta desconhecido. Eu preferia ter lido sobre o tio ou o irmão do Joaquim que ficaram no Brasil, naqueles últimos momentos, agarrados enquanto viam o seu ente querido ser sugado pelos extraterrestres para o tal “estudo”.
    =) 4

  11. Fil Felix
    11 de agosto de 2015

    Tava levando muito a sério no começo e me perguntando como esses alienígenas se parecem com a gente, podem falar e mantém uma civilização parecida. Depois caí na magia e passei a achar mais cômico. Não sei se foi uma crítica ao jeitinho brasileiro, mas ficou engraçado de certa maneira! O trecho da primeira música poderia ser “o bonde das maravilhas é a nova sensação”, ia dar todo um novo contexto pra historia! Haha

  12. Fabio D'Oliveira
    11 de agosto de 2015

    Morgax
    Áureo Ferraz

    ஒ Habilidade & Talento: Cara, quanto talento! Quanta habilidade! Toda a narrativa flui naturalmente. Frases belas e impactantes podem ser encontradas aqui e acolá. Parabéns!

    ண Criatividade: Sim, o texto tem sua parcela grande de criatividade. De fato, o poder criativo está nisso, pegar um assunto um pouco desgastado e dar uma nova roupagem para ele. Os personagens são muito bons e a situação intrigante.

    ٩۶ Tema: Acredito que esteja dentro dos conformes, apesar de que a ciência não se mostrou tão presente quanto deveria.

    இ Egocentrismo: Amei o texto, sem mais!

    Ω Final: A Habilidade está de bem com o Talento. A Criatividade adora um bom samba. O Tema canta junto com ela. E o Egocentrismo dança feliz ao belo som.

  13. vitormcleite
    10 de agosto de 2015

    Bom texto, embora parece-me que perde por não apresentar uma novidade, algo que marque. Peço desculpa mas não encontrei esse elemento diferenciador. Parece-me uma história muito boa e que pode muito bem ser desenvolvida para se transformar em mais que um conto e aí sim apresentar acontecimentos marcantes, é só uma opinião. Peço desculpa.

  14. Laís Helena
    10 de agosto de 2015

    1 – Narrativa, gramática e estrutura (3/4)

    Sua escrita é boa e a narrativa me prendeu. Notei apenas um ou outro erro de revisão.

    2 – Enredo e personagens (1/3)

    A história, entretanto, não me agradou. No início o mistério me interessou, mas, a partir do final (mais especificamente, quando foi anunciado que Joaquim seria executado), a história desandou. A história da Morgax foi interessante, mas achei que a explosão repentina foi um final estranho para o conto, deixou a história meio sem propósito.

    3 – Criatividade (1/3)

    Não achei a ideia exatamente original, mas a tal da Morgax foi interessante. Apenas poderia ter sido melhor trabalhada.

  15. mariasantino1
    9 de agosto de 2015

    Olá!
    Que dó! Matar toda humanidade para servir de adubo! Isso não se faz. Hehehe (algo me lembrou O Guia do Mochileiro das Galáxias, talvez seja o lance de destuição da Terra). Achei o conto sagaz, agradável e não tem proposta de falar sobre nossas atutudes maléficas. As pitadas instigantes do universo me instigou e fisgou a minha atenção. O lance de inserir o samba deu clima daquela fábula do Esopo e todo ar despojado aqui e ali foi o manteve o termômetro pra cima, porém, nesse último trecho, o ar didático fez decrescer a temperatura. A forma que o conto terminou (você criou, adubou e mandou tudo pelos ares, que pena 😦 ) não agradou meu EU leitor.
    Obs: — O senhor está enganado. Não há pegadinha alguma aqui, aliás, eu nem sei a que se refere esse termo (então como ele nega, se não sabe do que se trata o termo? Pra mim destoa. Outro ponto que destoa é ele ir pra roda de samba depois de saber do desaparecimento de toda humanidade. Faltou algo aí)… você deve estar se perguntado (perguntando)…
    Boa sorte no desafio.
    Nota: 8

  16. Alberto Lima
    9 de agosto de 2015

    Ideias um tanto criativas, admito. Só achei que deveria ter explorado um pouco mais o motivo da pena de morte do personagem. Particularmente não gostei da ideia, poderia ter criado uma outra ideia, ou se não só ter explorado a sua ideia mesmo, porque o pouco descrito não me convenceu. Mas de tudo, o que só me incomodou foi isso. Achei bem peculiar a história.

  17. Phillip Klem
    7 de agosto de 2015

    Boa tarde.
    Seus conto não é ruim, porém achei toda a história pouco coerente e pouco natural.
    Os diálogos não enriqueceram, pelo contrário. A maioria deles foi superficial e pouco desenvolvido.
    As razões dos Verterianos para manter Joaquim vivo, e depois para matá-lo foram, por falta de outra palavra, bobas.
    A unica coisa interessante foi o próprio Morgax, e mesmo assim, uma máquina tão inteligente não deixaria que o povo de Verter se auto destruísse assim.
    Enfim, boa sorte amigo, e continue escrevendo.

  18. Marcos Miasson
    7 de agosto de 2015

    Interessante a mistura do humor com a calamidade… Acredito que apenas a reação do Joaquim ao ouvir o samba pela primeira vez tenha quebrado um pouco o clima, já que a mesma raça que aniquilou todos seus semelhantes fazia uma paródia do ser humano, naquele momento. Acredito que ele ficaria furioso, ou pelo menos catatônico.
    O conto tem ótimos momentos. O final pode ser menos explicativo, sem problema algum.
    Boa sorte!

  19. Tiago Volpato
    7 de agosto de 2015

    Legal o conto. A mistura do samba com a ficção cientifica é algo inusitado e que jamais iremos ver, ponto positivo para você. Achei meio forçado o fascínio dos ets pela cultura brasileira, mas embarquei na viagem. Em um dado momento fiquei pensando como a história se daria se alguma figura famosa brasileira fosse o protagonista da história… Enfim…
    Achei o conto bom, bem escrito e interessante. Parabéns.

  20. Mariza de Campos
    6 de agosto de 2015

    Olá! o//
    Achei a ideia interessante e o enredo foi bom e também foi muito bem escrito. Gostei do fato do Joaquim ter ficado abalado com a morte da humanidade, só achei que ele deveria ter ficado mais, praticamente vazio, eu diria.
    Para os verterianos começarem a só pensar em samba, então eles não deveriam ter nada de lazer, o que faz sentido, se eles eram tão frios a ponto de aniquilar um planeta só para usá-lo.
    Não fiquei muito triste pela morte dos verterianos, já que eles acabaram com a Terra também, mas fico triste pela morte do Joaquim, embora não seria muito bom viver sozinho.
    Bom, é isso.
    Abraços! \\o

  21. Anderson Souza
    5 de agosto de 2015

    Acredito que o grande prêmio deste concurso é a avaliação sincera dos textos, com críticas construtivas e opiniões de leitores que são apaixonados por Ficção Científica.

    Muito bom! As plantas verterianas gostam de uma dieta nada saudável… nossos corpos contaminados não dariam um bom adubo. haha parabéns!

  22. Evandro Furtado
    5 de agosto de 2015

    Tema – 10/10 – adequou-se à proposta;
    Linguagem – 10/10 – não encontrei problemas;
    História – 10/10 – no mínimo criativa, se me dissessem por aí que o samba destruiu um planeta eu não acreditaria, kkk;
    Personagens – 10/10 – os verterianos muito bem trabalhados física e psicologicamente, o Joaquim nem se fala;
    Entretenimento – 10/10 – começou meio monótono mas as coisas foram ganhando força no final;
    Estética – 7/10 – você usou uma narrativa em terceira pessoa e inovou nos diálogos, cuja linguagem difere do resto do texto.

  23. Piscies
    5 de agosto de 2015

    Sinto que esse conto tenta dizer muita coisa em pouco tempo, e acaba não se aprofundando em nada. Vi o óbvio escárnio com a “cultura preguiçosa” brasileira; vi a crítica à nossa dependência da tecnologia; vi a dominação do planeta terra por uma espécie alienígena. Tudo isso foi legal de ver, mas nada disso parecia ser o foco do conto.

    Mesmo assim o texto é legal de ler. Tem um ar de comédia divertido e elementos interessantes de ficção científica. Poucos erros na escrita: notei uma vírgula faltando aqui, um erro de digitação ali… que já esqueci onde estavam então não faziam tanta diferença assim.

    Boa sorte!

  24. catarinacunha2015
    5 de agosto de 2015

    TÍTULO. Nomes próprios em títulos não me seduzem.
    TEMA bem criativo para FC.
    FLUXO. O estilo é meio travado e o texto frio e úmido. Enxugaria com muitas toalhas quentes.
    TRAMA. A ideia é muito criativa. A inclusão dos sambas contaminando a cultura verteriana deu leveza ao texto. Prometia.
    FINAL. Tenho uma frase que norteia minha vida pessoal e profissional: Se você precisa dizer “Eu te amo” é porque não sabe demonstrar. Esse “Era isso…”, a necessidade de explicar o conto, apenas baliza a ineficiência da narrativa. Lamento.

  25. Pedro Teixeira
    4 de agosto de 2015

    Olá autor(a). O texto é bom, tem humor, personagens bem construídos… Mas alguns elementos não ficaram bem encaixados, como o motivo para a matança na Terra. Não fez sentido eles precisarem de algo assim, considerando a tecnologia de que dispunham. O final também me pareceu apressado e mal explicado. Ainda, assim, gostei da leveza do texto e do tom de humor empregado, e só aquela cena dos alienígenas cantando e tocando já valeu a leitura, hehe.

  26. Lucas
    4 de agosto de 2015

    Olá,
    O começo do conto é muito repentino e difícil de acreditar. Ele acordou em um lugar estranho com seres estranhos e ficou numa boa. Depois de repente ele descobre que era verdade e se apavora. Descobre que tem samba onde está e esquece a tristeza. Ficou muito superficial.
    E então no final, todo mundo simplesmente morre. O último parágrafo veio para explicar o que aconteceu, o que poderia ter sido dito de forma implícita durante o conto. Para que o leitor chegasse a essa conclusão. Não me agradou a história.
    Boa sorte.

  27. Rubem Cabral
    4 de agosto de 2015

    Olá, Aureo.

    Então, achei o início muito engraçado, com jeitão de O Guia do Mochileiro das Galáxias, pela sequência de absurdos e bizarrices, mas o final eu considerei muito fraco.

    À propósito, 0,0049956 anos-luz é uma bela distância, mas ainda dentro do nosso sistema solar, bem além de Plutão, mas muito antes da Nuvem de Oort, por exemplo.

    Então, reformule o o final e acho que você terá um conto muito bom em mãos.

    Abraço e boa sorte no desafio.

  28. Anorkinda Neide
    3 de agosto de 2015

    Ai ai achei tudo meio fora dos esquemas.. rsrsrs
    Joaquim Barbosa? poxa, coitado do véio!
    mas vamu lá…
    os diálogos dele com os ETs estão estranhos, superficiais. Acontecimentos sucedem-se rápido demais para ser verossímil a estadia do personagem neste planeta estranho..
    Samba? huahiuha isso foi hilário.
    Tá certo que a intenção era fazer uma coisa maluca, mas acho que pisou o pé demais na maluquice.
    Todavia eu gostei do planeta Verter, retirando-se é claro o samba… não engoli esse samba ae!

    É isso, boa sorte!

  29. Andre Luiz
    2 de agosto de 2015

    Primeiramente: Fantástica introdução do conto. Adorei o ‘plot’ apresentado; o conto me fez refletir sobre a necessidade de ‘colonização’ e ‘extermínio’ que permeia contos e outras narrativas da literatura de ficção científica. Acredito que a ideia da Morgax por parte do autor foi muito bem explorada, e concatenou com algo que eu já havia pensado sobre, a periculosidade inerente à conexão global de dispositivos eletrônicos por meio de internet e outros sistemas de rede. Assim, uma falha(bem como é o caso dos clones)que seria comum a todos os indivíduos poderia dizimar toda uma geração de indivíduos. Você conseguiu traduzir este pensamento em palavras e mais, em emoções. Senti-me conectado a história e tive pena de Joaquim. Parabéns pelo belíssimo conto!

  30. Felipe Moreira
    1 de agosto de 2015

    Caramba, que viagem. haha

    O texto tem um teor bem humorado, mas não sei se ele me conquistou.

    No início achei estranho que o cientista diz pra Joaquim que não sabe o que é uma “pegadinha”, mas garante que não estava promovendo uma. Como ele saberia se desconhece o termo, afinal?

    Daí temos uma história comprida, envolvendo raças distintas, onde uma exterminou a outra por adubo, estilo Guerra dos Mundos. Mas acheis os diálogos entre Joaquim e o líder verteriano muito vazio, sem graça. Esse tipo de diálogo em geral deveria carregar mais informações relevantes, quando os verterianos se mostraram tão humanos quanto Joaquim. A única diferença foi na linguagem.

    O comportamento, o sentimento de vingança, a frustração e o pensamento coletivo fizeram dessa espécie dominante muito parecida com os primatas que aqui corroem o ambiente.

    De qualquer forma, está de parabéns pelo seu trabalho e boa sorte no desafio. E estão todos mortos. Martin aprova. haha

  31. Leonardo Jardim
    28 de julho de 2015

    ♒ Trama: (2/5) estava gostando até que a máquina explodiu. Dali o texto perdeu o sentido: quem explodiu a máquina? Por quê? Por que Joaquim morreu também? Enfim, o final infelizmente estragou a história 😦

    ✍ Técnica: (2/5) tem muito potencial, já que narra com muita eficiência. Mas tive que seguir os critérios que estou adotando durante o desafio de descontar pontos pelo excesso de problemas. Deve tomar cuidado com o uso do pretérito mais-que-perfeito, que funciona quando se quer dizer alguma coisa em um tempo anterior ao tempo normal do texto. Abaixo estão alguns casos onde o uso não soou legal (ficaria melhor o pretérito perfeito ou imperfeito).

    ➵ Tema: (2/2) extinção da humanidade e vida alienígena (✔).

    ☀ Criatividade: (2/3) a máquina que tudo controla, mais pela forma como o faz, é o único elemento criativo do texto.

    ☯ Emoção/Impacto: (2/5) o texto causou estranhamento no início, mas passei a gostar no meio. O final, porém, foi brochante demais.

    Exemplos de uso estranho do pretérito mais-que-perfeito (em nenhum desses casos a ação ocorreu antes do tempo da narrativa):
    ● Pronto, abrira os olhos
    ● o cientista acinzentado não dera atenção
    ● toda a humanidade fora por nós aniquilada
    ● Fora posicionado lá
    ● Uma vez que a Máquina fora destruída

    Outros problemas que encontrei:
    ● Olha lá a câmera, tô vendo. — *Apontou* para um aparelho
    ● *comprimindo-lhe* o coração
    ● quase que idolatrando a máquina *ponto* — Através de nano-robôs
    ● explique algumas coisas. — *O* verteriano cumprimentou um androide que passava ao lado *ponto* — Bem, todos os alimentos de Verter são
    ● E *então*, após resgatarmos
    ● Ali, de vez em quando *vírgula* uma nave passava
    ● aproximando o rosto para Joaquim *ponto* — Tem culpa e vai pagar por isso. Sua execução acontecerá daqui a pouco *sem ponto* — disse secamente

  32. Angelo Dias
    27 de julho de 2015

    O começo e meio estavam ótimos! Mas… que final estranho. Levou as expectativas lá no alto e decepcionou de verdade. Até precisou de dois parágrafos de explicação pra não ficar confuso (o que não ajudou em nada). Que pena!

  33. Kleber
    27 de julho de 2015

    Surreal, mas interessante.

    Uma abordagem completamente diferente. Só acho que não abraçou por completo o tema da ficção cientfífica. Seja como for, está bem escrito. Só o final ficou um pouco além do convencional. Mas, gostei de qualquer forma.

  34. Leonardo Stockler
    26 de julho de 2015

    Não sei se essa explicação final ficou boa, e acho que o conto teria até ficado melhor sem ela. Sério, você criou um personagem principal engraçado e cativante, narrou bem uma cena que considero difícil de ser narrada, e inseriu um elemento totalmente inesperado e exótico ao contexto, que são as rodas de samba. Isso me fez dar uma gargalhada na hora em que li a coisa. É o único defeito que tenho para apontar mesmo. Se houvesse um limite maior do que o de 2 mil palavras, eu adoraria ver essa temática do samba alienígena sendo ainda mais explorado. Demais, hahaha.

  35. Renan Bernardo
    26 de julho de 2015

    Muito bom o seu conto! Parabéns. Gostei das referências à cultura brasileira, o texto é fluído e o enredo envolvente, com uma escrita boa. Você soube aproveitar bem a temática e o final ficou bem legal.

  36. Jefferson Lemos
    24 de julho de 2015

    Olá, autor(a).

    Pois bem, eu não curti muito.
    O aparato que você criou é muito massa. Fiquei imaginando as diversas possibilidades com um cérebro daquele, o quanto poderia ser útil em um cyberpunk bem anárquico… Mas achei que você desandou com história!

    Os diálogos, apesar de um pouco superficiais, ainda estavam colaborando com a trama, mas quando você colocou que o samba destruiu a civilização, meio que deixei de levar a sério. A cena em que o Joaquim chama ele de humano também ficou um pouco forçada, assim como usar humanos para adubar a lua.

    O ambiente que você criou é bem interessante, mas achei que pecou nas motivações para o que ocorreu.

    De qualquer forma, parabéns e boa sorte!

  37. Davenir da Silveira Viganon
    24 de julho de 2015

    Gostei da história, mas o final podia ter sido melhor trabalhado. Não sei se era porque o tempo para enviar o conto estava acabando, talvez.
    O samba serviu só para desagregar a sociedade perfeita ou par dar aquela alegria que a vida racionalizada não pode oferecer? Eu gosto de ver o Samba como uma música de resistência, de boemia, ao menos quando foi criado… senti falta deste aspecto no conto.
    Contudo gostei de ver um brasileiro no espaço. (esse elogio vale para os outros contos que contaram histórias de brasileiros) porque não devia ser mais fácil imagina a nós na FC do que um estadunidense wasp.

  38. Antonio Stegues Batista
    24 de julho de 2015

    Nota- 6

  39. Daniel I. Dutra
    24 de julho de 2015

    Muito bom o conto. É sarcástico e bem-humorado na medida certa.

    Gostei particularmente da reação do protagonista quando ele “isso deve ser uma pegadinha de TV”. Esse recurso de negação é muito útil em histórias fantásticas e aqui foi usado de forma bem criativa.

  40. Claudia Roberta Angst
    23 de julho de 2015

    Conto bem trabalhado, sem deslizes gramaticais notáveis. Gostei do enredo, pois apesar de longa, a narrativa prendeu minha atenção. No entanto, o final me confundiu um pouco. Também acredito que o parágrafo final não fez jus ao resto do texto. Não foi um final legal, ficou faltando algo. Assim como deixou, parece mais uma explicação, uma lição de moral no final de um ditado.
    Mas no geral, eu gostei do conto, sim. Bem caracterizado, respeitando o tema proposto. Só mudaria mesmo o final. Boa sorte!

  41. Antonio Stegues Batista
    21 de julho de 2015

    Meio dramático, meio cômico seu conto Àureo. Mas, foi um argumento regular eu diria. Pena que Joaquim morreu. Mas, serviu como aviso; nunca se deve confiar numa máquina…

  42. Fabio Baptista
    21 de julho de 2015

    Então…

    O texto está bem escrito, mas é a única coisa boa que posso dizer a respeito dele.

    Não vi graça nas piadas, a trama é completamente inverossímil (mesmo considerando-se o aspecto insólito)… não entendi a referência a Joaquim Barbosa, não consigo imaginar nenhum desses eventos ocorrendo, nem de brincadeira.

    E o final consegue aumentar o sentimento de decepção.

    NOTA: 5

  43. Alan Machado de Almeida
    20 de julho de 2015

    Os alienígenas estão muito humanos o que deixou a história estranha. Falando português e se vestindo como médicos da Terra? Se ainda houvesse uma justificativa para isso. Alienígenas humanizados combinam melhor com histórias de aventura como MIB, Star Wars, Doctor Who, Star Trek ou de comédias como Guardiões da Galáxia e O Guia do Mochileiro das Galáxias. Os etês do Arquivo-X não falam nossa língua e no episódio que falavam tinha uma desculpa para tanto (era um infiltrado se não me engano). Devido ao etê conversando em tom coloquial no início eu aguardei um tom mais descontraído do conto e o final me deu algo muito carregado. Nota 7.

  44. Rogerio Germani
    20 de julho de 2015

    Olá, Áureo!
    Parabéns pelo estilo de humor apurado nas entrelinhas: o samba vencendo as máquinas ficou show! srsrrs
    Só não gostei deste final apressado, talvez pelo limite de palavras do desafio.

    Boa sorte no desafio!

  45. Brian Oliveira Lancaster
    20 de julho de 2015

    EGUA (Essência, Gosto, Unidade, Adequação)

    E: O tom bem humorado chamou a atenção logo de cara. >> 8.
    G: Curti o estilo debochado e o Fim do Mundo através do Samba, o que foi bem engraçado. Dito isso, algumas passagens soaram estranhas. As construções do enredo são legais, mas talvez se fosse um pouco mais intimista, ficaria melhor. O final cortou “todo o barato”, não condizendo muito com o restante cômico. >> 8.
    U: Então. A escrita flui bem. Mas algumas frases incomodaram, não sei bem dizer o que houve. Talvez não soaram tão naturais ou robóticas, por sua vez. >> 8.
    A: De um jeito bem hilário, me fez lembrar certas passagens dos livros de Douglas Adams. >> 8.

    Nota Final: 8.

  46. José Marcos Costa
    20 de julho de 2015

    Bom, vamos começar. Acho que faltou um enredo mais criativo, você escreve bem mas precisa evitar o uso demasiado de algumas preposições, isso deixa o texto chato, sua história não cativa nem desperta curiosidade, acho que você poderia criar elementos narrativos um pouco mais emocionantes, a gente vai lendo esperando chegar ao fim porque a narrativa é cansativa. sinceramente, eu não gostei.

E Então? O que achou?

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Informação

Publicado às 19 de julho de 2015 por em Ficção Científica e marcado .