EntreContos

Detox Literário.

Escarlate, amarelo (Angelo Dias)

Estava com uma chave inglesa nas mãos quando senti o puxão. O gerador de gravidade da nave falhou por um segundo quando as luzes piscaram. Tinha algo errado. “O que?”, disse Ana, e disparou em direção à ponte de comando. Eu segui, claro, qualquer assistente faria.

Passei pela porta e vi todos em suas posições, inclusive Ana, do mesmo jeito da partida da Terra. Nem lembro mais quanto tempo faz, a passagem pela fenda espacial me deixou muito desorientada. Mal cheguei na porta e já gritavam comigo.

“Ana, manda a Marina sentar logo! A gente tá caindo”, gritou um dos meus companheiros, que mesmo após meses de viagem ainda não tinha decorado o nome.

Não entendi de prontidão como uma nave espacial consegue cair desse jeito, já que a gravidade no espaço é ínfima. Meu corpo, porém, recusou os pensamentos lógicos e seguiu a ordem do colega, me levando até minha cadeira e me pondo defronte ao monitor. Ao meu lado, Ana apertava botões e puxava alavancas. “Engenheira Chefe”, dizia o letreiro atrás da cadeira dela.

“O que tá pegando?” Ana perguntou ao imediato.

“Alguma coisa deu errado, a órbita foi interrompida, estamos em processo de entrada”, respondeu.

Poderia duvidar de suas palavras mas o monitor não mente. As luzes piscantes mostravam que os foguetes auxiliares pifaram e os sensores de pressão davam leituras incongruentes. Algo estava errado e a combinação de alarme, sons estridentes e gritos de minha chefe deixavam isso muito claro.

***

Alguns meses se passaram desde a queda e nossa colonização voluntária se tornou forçada. Já sabíamos que o planeta era habitável, afinal, décadas de pesquisa antecederam nossa viagem e sondas já haviam sido enviadas. A anomalia gravitacional que puxou nossa nave não foi detectada pelas sondas e este problema não nos deixava partir ou chamar ajuda. Os inúmeros pesquisadores e cientistas faziam o máximo para descobrir a razão da queda.

O planeta Auros-B38 era parecido com a Terra. É claro que a grama amarela e as árvores de folhas transparentes deixavam claro que o cenário era alienígena, mas só de poder respirar sem capacete já me aproximava do planeta natal. Os biólogos e agrônomos já testavam as primeiras plantações e transformavam o barro insosso em terra fértil. Alguns deles insistiam em plantar comida da Terra e outros queriam estudar as plantas locais.

Ana não se interessava com essas besteiras. Mesmo perdendo muitos auxiliares com a queda, eu continuava sendo a primeira assistente de engenheira da expedição. Ela projetou e organizou o que seria nosso novo acampamento, que acabou sendo construído com tecidos e placas tiradas da nave decrépita. Tínhamos ferramentas básicas e dois geradores hidrelétricos, a água era abundante, mesmo esverdeada e com gosto estranho. A engenheira surgiu com uma maneira genial de encaná-la e purificá-la com alguns filtros que trazíamos. Ela não era a chefe à toa. Ana era a melhor pessoa em sua função, qualquer que fosse ela.

Jorge era um dos químicos responsáveis pela catalogação do que encontrávamos em nossa nova morada. Antes da viagem, ele e Ana eram somente colegas, mas eu percebia que era só ele chegar que ela me mandava descansar ou buscar algo em outro compartimento. Não estranhei quando todos começaram a chamá-los de marido e mulher mesmo sem um anel dourado nos dedos.

Eu não queria relacionamentos. É claro que Walter, assistente de Jorge, era bonito e me dava atenção, mas eu não queria nada com ele.

Jorge foi chamado por um geólogo que encontrou uma fonte de ferro nas redondezas. O mineral seria muito bem vindo para a fabricação de ferramentas e outros utensílios. Ana foi conversar com ele e eu, obviamente, a acompanhei.

“Jorge, veja isso, é ferro mesmo”, disse um dos geólogos.

“É sim, Abreu. Mas o que são essas marcas?”, perguntou Jorge.

“Esse é o problema. Esse material roxo não saiu na fundição. Tentamos várias técnicas e nada.”

Ana arrancou a pedra da mão de Abreu e observou com cuidado. Ela não gostava do jeito que os homens da colônia a tratavam, como se não merecesse seu posto.

“Vamos levar o minério para a casa e fazer uma análise. Avisamos vocês se descobrirmos algo”, disse Ana. Jorge consentiu. Ele parecia confiar muito na mulher.

De tanto trabalhar com Ana acabei conhecendo Jorge e ganhando sua amizade. Ele, em um momento embriagado, chegou a dizer que eu era como uma filha. Isso aliviou um pouco da clara tensão que havia entre nós três, afinal, sou quase quinze anos mais nova que Ana. Walter, por sua vez, não negava suas intenções e eu… bem, eu gostava de me sentir desejada, mesmo por alguém que não me atraia.

Percebi que o ferro com manchas roxas se tornou a obsessão de Jorge. Tudo o que ele queria era descobrir o que aquilo era, qual a composição, se havia uso prático ou se dava para ser eliminado. O via todos os dias, com Walter, já que minha barraca ficava em frente ao laboratório improvisado. Ana o ajudava com a pesquisa, mas eram eles que passavam as noites lá.

Em uma das madrugadas vi Jorge e Walter discutindo. Walter gritava e gesticulava de um modo agressivo. Jorge abriu os braços, pedindo calma, mas observou uma reação diferente do que esperava. Eu vi, com meus próprios olhos, os dois olharem para  o minério de ferro e se assustarem. Vi um vulto e não acreditei. As manchas da pedra voaram, como um animal que busca a presa, em direção ao rosto de Walter. Jorge tentou empurrá-lo mas não conseguiu.

A expressão de Walter mudou imediatamente. Além das manchas em seu rosto, sua expressão era feroz e animalesca, como se possuído por um demônio. Em um pulo, Walter agarrou Jorge e, correndo, o arrastou para a mata fechada que cercava o local de pouso. A cena só não me deixou mais arrepiada que o grito de Ana. Ela havia dito que aquela era a noite em que traria o marido de volta para a barraca que chamavam de casa.

A mulher estava com roupas de dormir mas não hesitou. Foi em direção à barraca de ferramentas e eu a segui sem pestanejar.

“O que você está fazendo aqui?”, ela perguntou.

“Vim te ajudar”, respondeu.

Ana ponderou por alguns instantes. Seus olhos arregalados mostravam uma mulher que não conhecia. O modo como ela segurava o facão, feito com um pedaço afiado do casco da nave, mostrava seu nervosismo.

“Tá bom, pega uma lanterna e me segue”, respondeu Ana.

Ela saiu andando à minha frente, sem me dar tempo de buscar uma das lanternas na barraca de ferramentas. Quando vi, ela já estava entre duas árvores, na entrada da floresta.

“Vai logo, porra”, gritou. “Tá esperando o que, menina?”

Os golpes que Ana dava nas plantas para abrir caminho não eram da mulher que conhecia. Ela sempre foi rígida, mas contida. Ela parecia revidar sua raiva nos cipós azuis, nas flores translúcidas e nas plantas transparentes como plástico. Ela não olhava para trás e não ligava para o feixe de luz de minha lanterna, só seguia por instinto, encontrando vestígios de onde Walter podia ter passado.

Nós nunca havíamos entrado na floresta, exceto um ou outro biólogo. Um dia desses um pesquisador seguiu uma borboleta e nunca mais voltou, ficamos com medo desde então. Ana era uma das principais ativistas que um muro bem construído era mais importante que a exploração das redondezas. A construção começaria na próxima semana.

Meu coração batia tão forte que talvez fosse possível escutá-lo. Nem mesmo durante a queda estive com tanta adrenalina. Estávamos no lugar proibido, no desconhecido e inexplorado. Mesmo assim Ana golpeava e golpeava sem observar, sem medo de tocar nas árvores que a circundavam. Seus golpes só pararam quando ela ouviu os barulhos. Pareciam grunhidos animalescos mas dava para perceber que eram humanos.

À nossa frente, uma clareira e um riacho. Apaguei a lanterna já que a luz dos dois satélites iluminavam o planeta. Víamos um vulto, agachado, e escutávamos os sons que ele fazia. Tive medo, de verdade, mas só tive mais medo quando vi a reação de Ana.

Ela não pensou duas vezes e avançou sobre o homem-animal. O facão acertou as costas de Walter, abrindo um rasgo em sua roupa branca de laboratório e fazendo um bocado de sangue jorrar, manchando a grama amarela. Pequenos insetos fluorescentes nos observavam e deixava a cena ainda mais surreal.

Walter atacou Ana com suas mãos, como se tivesse garras, e arranhou a face da mulher. Eu assistia, paralisada. Ana se afastou dele e viu o corpo de seu marido, no chão, com as entranhas desalojadas, rasgadas e mastigadas. Walter rosnava, mas seu ferimento o incapacitara. Claramente não conseguiria desferir mais um ataque contra Ana.

“Vamos prendê-lo”, eu disse. “Ele matou um homem, deve ser julgado.”

“Cala a boca, menina, ele é um bicho e vai morrer como um animal”, disse Ana.

“Não sabemos o que causou esse comportamento, Ana. Vamos prendê-lo e levá-lo de volta para o acampamento.”

Walter deitou no chão e seus rosnados já se tornavam mais agudos, como o som de um cão machucado. Seu sangue vertia.

“Não, ele merece morrer e ponto. Matou meu marido”, disse Ana, antes de soltar um grito que afugentou a maioria da vida selvagem do local.

Liguei minha lanterna e apontei para Ana. Sua feição, sempre fixa, estava embaralhada. Seus cabelos embaraçados e os dentes à mostra me deixaram ainda mais nervosa. Só então, com a lanterna ligada, que percebi as pequenas manchas roxas em sua pele.

Walter rosnou mais uma vez. Tentava ficar em pé, retomar a postura ameaçadora, mas Ana não deixou. Deu alguns passos e, em um sucinto golpe de facão, separou a cabeça de Walter do corpo.

Gritei. Ana não estava bem. Talvez a coisa que pulou em Walter tenha pulado nela durante a briga. Não sei o que aconteceu mas sua raiva só parecia aumentar. Dei dois passos para trás e ela deu dois para frente. Minha lanterna estava fixa em seu rosto, que agora sorria com uma feição aterrorizante. O sangue de Walter ainda pingava de seu facão. Tentei correr mas minhas pernas travaram. Os gritos não estavam mais saindo e meu corpo começou a tremer.

Olhei para a paisagem ao meu redor. Os insetos fluorescentes, as plantas coloridas e diferentes. Duas luas, já pensou nisso? A água esverdeada caía da cachoeira atrás de nós e uma leve brisa fazia com que a grama se mexesse levemente. Tudo era lindo e novo, tudo era fascinante. E eu contemplava aquilo tudo em câmera lenta.

Ana correu em minha direção e enterrou sua arma em meu peito. A expressão do seu rosto se confundia com as manchas roxas que ocupavam sua pele. Elas se mexiam.

Meu corpo caiu para trás e atingiu o chão. Vi meu sangue vermelho se misturar com a vegetação amarela e vi Ana correr em direção ao acampamento, com facão em punho. Ana estava pronta para ser a melhor em sua função, qualquer que fosse ela.

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47 comentários em “Escarlate, amarelo (Angelo Dias)

  1. Bia Machado (@euBiaMachado)
    11 de agosto de 2015

    Poxa, eu estava gostando do conto, mas achei esse final meio estranho, parece que não combina com o restante que eu li. O começo também achei meio atropelado, achei que não ia curtir o conto, mas do desenvolvimento eu gostei, apesar de necessitar de alguns ajustes. Boa sorte!

  2. Cácia Leal
    11 de agosto de 2015

    Achei a história muito boa, mas em 2.000 palavras não caberia jamais tudo! A técnica utilizada, de frases sem muita conexão com a anterior, sem ligação, não ajudou muito na leitura. Provavelmente foi com a intenção de causar suspense, mas creio que não funcionou. Não gostei do final, pois a narradora morre. É diferente e inusitado. Há muitos erros de português e seu conto mereceria ser bem revisado, pois a trama é muito boa. Merece um romance mais longo. Se encaixa no tema ficção científica sim, embora o terror pese um pouco mais.

  3. Wilson Barros Júnior
    11 de agosto de 2015

    Cenas em naves espaciais, ricos em detalhes como o presente, aliados a planetas desconhecidos e misteriosos, são uma receita para o sucesso, desde Star Trek. Colonizações e posssessões são mais o estilo de Ray Bradbury, nos frutos marcianos dourados de sol. Aqui a história recebeu o componente da intriga amorosa, e ficou muito bem. Uma mistura que deu certo, em um conto semelhante a um episódio da segunda geração startrekiana.

  4. Luan do Nascimento Corrêa
    11 de agosto de 2015

    → Avaliação Geral: 7/10

    → Criatividade: 7/10 – Não há muita criatividade, pois foi abordado um tema comum e não se acrescentou nada a ele.

    → Enredo: 6/10 – Na minha opinião, não houve muito esforço para tornar a experiência crível, algo fundamental em ficção científica.

    → Técnica: 8/10 – Alguns erros, mas nada de muito relevante.

    → Adequação ao tema: 10/10 – É ficção científica. E incrivelmente, tendo em vista as circunstâncias, isso te dá pontos, rs.

  5. Renato Silva
    11 de agosto de 2015

    Olá.

    Gostei do conto, começou como uma típica história de viagens espaciais e terminou como uma daqueles filmes de terror que estamos acostumados a ver. Não há nada de muito original, não explicou muita coisa (e nem sempre isso é necessário), mas divertiu.

    Boa sorte

  6. Pedro Luna
    11 de agosto de 2015

    Não gostei muito. A história começa interessante, com a nave caindo, mas depois cai no lugar comum. As explicações sobre a nova forma de vida soaram um pouco desnecessárias e cansaram a leitura. Também não gostei dos diálogos, por exemplo, após a caçada e a ação, foi meio difícil de engolir essa parte: ‘“Vamos prendê-lo”, eu disse. “Ele matou um homem, deve ser julgado.””. Isso em outro planeta, aparentemente perigoso e sem presença de uma sociedade dominante.

  7. Gustavo Castro Araujo
    11 de agosto de 2015

    O conto me parece um relato adolescente modificado para se adaptar ao tema do desafio. Ou seja, podia se passar em Marte, em Kepler, em Roma ou no interior de Minas. O local de ambientação é irrelevante para a história – sim, há o início, com a nave sugada pela gravidade, mas isso, aposto, foi escrito depois do texto principal. Claro, posso estar errado, mas é o que me parece.
    Apesar dessa adaptação um tanto forçada, a história não é ruim. Voltada para o público adolescente, é capaz de angariar muitos admiradores. Infelizmente, porém, não me incluo nesse rol. Para mim os personagens são muito rasos e a ação se desenrola sem motivos aparentes. Só o que temos é uma mistura de ingenuidade e auto afirmação de Marina(?), que admira ou talvez goste de Ana e que se vê, de repente, envolvida numa pequena perseguição entre os demais integrantes da tripulação que, não se sabe bem o motivo, resolveram se transformar em bestas. Ou seja, faltou mergulhar profundamente na psicologia dos personagens. Claro que em um conto de 2000 palavras isso é difícil. Porém, diminuindo a ação frenética, é possível obter esse resultado. De todo modo, o conto tem seu público e o fato de ter sido bem escrito não pode ser ignorado.

    Nota: 6

  8. Fábio Almeida
    11 de agosto de 2015

    Um conto de ficção + terror. Gostei. Um tanto cliché, mas plausível. A matéria roxa é lixada, eheh. Preferia que fosse a narradora a tomar contacto com a matéria roxa. Testemunhar a evolução de pensamento e de comportamento. No entanto, para o propósito da história, serviu. Para a próxima aconselho que o autor use mais as duas personagens que interagem (sendo uma delas o narrador) e não tanto pondo três na trama. Acabam sendo pouco aprofundadas o que pode levar o leitor a não criar tanta empatia com elas.

    Bem jogado =) 7

  9. William de Oliveira
    11 de agosto de 2015

    Legal a história, mesmo no tema que a maioria abordou foi surpreendente.

  10. Fil Felix
    11 de agosto de 2015

    Ana praticamente se transformou no Wolverine: “o melhor naquilo que faz”. A narrativa é boa e a leitura tranquila, sem travamentos. A história também é fechada, mostra como foram parar lá e no que aconteceu. Gostei do detalhe sobre a construção do muro, ampliou melhor a ideia de sobrevivência. Só me incomodou um pouco as descrições do ambiente, parecendo forçar a barra pra criar algo diferente.

  11. Fabio D'Oliveira
    11 de agosto de 2015

    Escarlate, amarelo
    Gaal Edison

    ஒ Habilidade & Talento: Bem, não poderia dizer se o autor é talentoso, mas com certeza deixa a desejar na habilidade. Narrativa um pouco travada e frases ruins. Em todo caso, oriento que escreva mais e procure estudar mais sobre como escrever. Sim, no início da jornada como escritor, estudar é necessário, nem que seja lendo outros livros ou procurando técnicas e ajudas de outros escritores. Procure a diferença entre Contar X Mostrar.

    ண Criatividade: Poderia dizer que a criatividade é promissora. Não está completamente ruim, apesar da história não ser original, sequer a situação. Tente fazer personagens mais reais, com vida própria, e organizar as ideias de forma que atraia o leitor.

    ٩۶ Tema: É difícil não considerar, nem que seja um pouco, um texto com viagem ou colonização espacial como ficção científica. Como a tecnologia está sempre presente, sempre tem um pé dentro. A ciência não tem muito foco, mas tudo bem.

    இ Egocentrismo: Não apreciei o texto. A ideia não é original e a forma como tudo foi contado não impressiona.

    Ω Final: O Talento talvez exista. A Habilidade precisa frequentar a escola. A Criatividade não está totalmente perdida. O Tema está presente. E o Egocentrismo não gostou.

  12. Thales Soares
    11 de agosto de 2015

    Gaal Edison… seu conto foi interessante.

    Muito bem escrito, narração fluida e bem construída. A parte técnica está de parabéns.

    Quanto à história… bom… no início, eu pensei que seria algo bem clichezão e sem graça. Depois, quando começou a aparecer umas cenas de amor entre os cientistas e os assistentes de cientistas, pensei que o conto seguiria por caminho piegas e ainda mais sem graça do que eu inicialmente havia imaginado. Porém, quando surgiu a pedra com marcas estranhas, a história mudou drasticamente de rumo… o que foi muito bom! Ufa… o conto não foi sem graça.

    Gostei principalmente da cena do final, onde a personagem observa todo o cenário antes de ser brutalmente assassinada por sua amiga… isso foi interessante.

    “Ana estava pronta para ser a melhor em sua função, qualquer que fosse ela.”

    Gostei da forma que a história fechou. Eu gosto muuuuito dessa técnica, quando algo, aparentemente irrelevante, é passado discretamente para o leitor no início da história. O leitor armazena aquela informação em seu cérebro mas passa batido, pois não é nada demais. Porém, no finalzinho, o conto retoma aquela peça chave que estava guardada na mente do leitor, e aí as peças do quebra-cabeça parecem se encaixar, e tudo faz sentido. Também fiz algo assim em meu conto. O Sentido da Vida também. E vários outros exemplos também. Mas isso é algo que nunca fica cansativo, e é uma ferramenta que eu acho realmente fantástico para finalizar histórias!

  13. vitormcleite
    10 de agosto de 2015

    Gostei muito desta história até ao meio, depois, parece que foi escrita por outra pessoa ou terá sido a ânsia de encontrar um fim e perdeu todo o brilho. Lamento pois estava a adorar a descrição daquele ambiente todo até consegui visualizar as folhas transparentes…

  14. Laís Helena
    10 de agosto de 2015

    1 – Narrativa, gramática e estrutura (4/4)

    A narrativa, assim como o mistério, me prendeu do início ao fim, fazendo o conto parecer menor do que é. Sua escrita é boa: nenhum erro me saltou aos olhos.

    2 – Enredo e personagens (2/3)

    Gostei da decisão de manter a parte sobre as manchas roxas sem explicação: deu um ar de mistério interessante ao conto, e serviu para trabalhar uma das personagens. Apenas achei que a parte inicial poderia ter sido suprimida, deixando mais palavras para trabalhar em cima desse mistério e para construir o suspense no final.

    3 – Criatividade (2/3)

    Achei sua abordagem diferente, apesar de o tema “procura por novos planetas” tenha sido bastante recorrente neste desafio.

  15. mariasantino1
    9 de agosto de 2015

    Oi.

    Legal a ideia desse conto. Esse lance do material modificar as pessoas, se assemelha a roupa alienígena da HQ do HOMEM-ARANHA, que acaba deixando-o mais violento (estou falando da HQ e não do filme. Aquela coisa emo lá é… Aff!)Bem, a ideia é boa, a narrativa é clara e acessível e acho que casou com a trama. Sobre os personagens eu não me liguei a nenhum e tão pouco curti essa frase final para casar com a outra.

    Obs: Acho que em algumas partes o verbo no passado casaria melhor com o fato ocorrido. Ex: Não entendi de prontidão como uma nave espacial consegue cair desse jeito (conseguia cair)… Poderia duvidar de suas palavras mas o monitor não mente (mentia)… alguém que não me atraia (acento)… “vim te ajudar, respondeu” (respondi?, afinal era a narradora –Marina– que falava aqui, não?)… Acho que faltou algumas vírgulas antes de “mas” e também o uso do “que” e “quê” me pareceu equivocado em algumas passagens.

    Boa sorte no desafio.

    Nota: 7

  16. Alberto Lima
    9 de agosto de 2015

    Achei o começo empolgante, mas depois foi ficando cansativo, e depois veio a melhor parte do conto. Gostei muito do desfecho, principalmente a frase final, que você ligou à uma frase que se encontra um pouco na metade do conto. As cenas foram bem descritas e o enredo inteligente.

  17. Tiago Volpato
    7 de agosto de 2015

    Gostei do texto. Você escreve bem, tem boas descrições e o enredo foi interessante. Gostei do clima de filme B trash no final. Algumas coisas que me incomodaram:

    “já que a gravidade no espaço é ínfima”
    Não seria inexistente? No espaço não existe gravidade, ou estou errado?

    “Ana arrancou a pedra da mão de Abreu e observou com cuidado. Ela não gostava do jeito que os homens da colônia a tratavam, como se não merecesse seu posto.”

    Só que não aconteceu nada antes disso para justificar essa fala, nem no decorrer do texto. Não vi Ana ser tratada com descaso por ninguém e logo em seguida essa frase contradiz o que você acabou de dizer.
    “disse Ana. Jorge consentiu. Ele parecia confiar muito na mulher.”
    Eu sei que é o marido dela, mesmo assim.

    Foi um bom texto. Apesar da ficção cientifica ter sido usada apenas para estabelecer o cenário da história, achei satisfatório.
    Abraços!

  18. Phillip Klem
    7 de agosto de 2015

    Boa noite.
    Seu conto não é ruim de todo. A história é bastante criativa e a ideia da simbiose é bem legal. Porém não gostei da forma superficial que os personagens foram retratados, tão pouco humanos. Principalmente Ana.
    Outra coisa que não ficou bem foi um conto escrito em primeira pessoa onde a narradora morre no final. A não ser em romances espíritas, onde o narrador é, supostamente, alguém que não vive mais entre nós e pode retratar sua própria morte, quando você lê algo em primeira pessoa pressupõe que quem conta a história sobreviveu para fazê-lo.
    Mas, enfim, na ficção tudo é possível.
    Experimente oferecer um pouco mais de carisma em seus personagens e, se planejar matá-los, tente não os fazer narradores.
    Boa sorte e continue escrevendo.

  19. Marcos Miasson
    6 de agosto de 2015

    Bom título… Senti falta de um ritmo clássico na estória, que começa brando, vai crescendo, tem o ápice e depois acalma para encerrar… Acredito que com a prática, possa ser melhorado sim 😉

  20. Mariza de Campos
    6 de agosto de 2015

    Olá! o//
    Eu gostei do jeito que a história foi escrita, mas sinto que faltou uma certa emoção por parte da Marina, tanto quando a nave caiu, quando ela viu o Walter virando um bicho e quando ela morreu.
    Eu gostei do enredo e de como era esse planeta, mas queria que tivesse sido explicado, de alguma maneira, o que eram essa manchas. Algum bicho tentando expulsá-los ou uma doença do lugar?
    Acho que deveria ter mostrado mais competência da Marina, ela me pareceu uma daquelas protagonistas que não sabe fazer nada e nem decidir nada, sinto que faltou mais personalidade por parte dela também, já que está em primeira pessoa.
    Bom, é isso.
    Abraços! \\o

  21. catarinacunha2015
    5 de agosto de 2015

    TÍTULO remetendo às cores da morte na grama de forma sutil. Gostei.
    TEMA. FC arrebentando na vibração TRASH!
    FLUXO intenso como todo bom e velho trash de ação. Não é meu estilo predileto de leitura, mas não tenho nada contra essa linguagem de roteiro de cinema.
    TRAMA. Suspense, ação e uma pitada de romance adolescente.
    FINAL honrando o derramamento de sangue, ameaça com “Escarlate, amarelo – parte 2”. Tá valendo.

  22. Anorkinda Neide
    5 de agosto de 2015

    Olha, o texto está um tanto imaturo… uma maior lapidação no desenvolvimento da historia ficaria ótimo. Mas a técnica vem com o tempo…

    Acho que é o único ‘terror’ deste desafio e eu gostei disto. A cena final com a louca correndo em direção ao acampamento foi ótima! hahaha
    A frase final tb.

    Parabens pela criatividade!
    Abraço

  23. Evandro Furtado
    4 de agosto de 2015

    Tema – 10/10 – adequou-se à proposta;
    Linguagem – 5/10 – tivemos alguns problemas: “Eu segui, claro, qualquer assistente faria.” – tem alguma coisa faltando aqui, não? Além disso, tem uma certa repetição desnecessária de pronomes em alguns pontos do texto;
    História – 10/10 – bem interessante, a queda foi bem descrita assim como os acontecimentos posteriores, ficou com cara daqueles filmes de horror B;
    Personagens – 7/10 – os principais foram bem descritos, mas há um número relativamente grande em um momento que você tenta apresentar todos e a coisa fica meio confusa;
    Entretenimento – 7/10 – a coisa começa a ficar interessante mesmo do meio para o final;
    Estética – 5/10 – a narrativa em primeira pessoa funciona até o momento em que a personagem-narradora é mortalmente ferida no final, isso incomodou um pouco, afinal, de onde ela está contando isso?

  24. Lucas
    4 de agosto de 2015

    Olá,
    Gostei da pegada de terror que o conto teve do meio pra frente. Mas não gerou tensão, o texto parece meio “cru”.
    A história ficou boa, tente trabalhar um pouco mais nas emoções dos personagens, fazer com que elas sejam mais críveis. Fazer com que o leitor se importe com a história. Acho que se o conto fosse no ponto de vista de Ana e explorasse seus sentimentos por Jorge e sua loucura no fim do conto, ficaria bem legal.
    Parabéns e boa sorte.

  25. Rubem Cabral
    4 de agosto de 2015

    Olá, Gaal.

    Então, não gostei muito do conto. A narradora tem uma personalidade estranha, parece ausente e desligada do mundo ao redor o tempo todo. Está prestes a morrer esfaqueada pela capitã que enlouqueceu e fica apreciando o exótico cenário ao redor.

    O conto parece de início “namorar” com FC “hard”, mas a parte científica apresenta algumas incongruências: por exemplo, por que o material roxo dos minérios não afetou os geólogos que já o manipulavam e fundiam antes da análise química? Se o planeta tinha uma anomalia gravitacional tão forte que forçou a queda da nave que estava em órbita, como eles sobreviveram à queda?

    Achei, contudo, bem interessantes as descrições do ambiente do planeta.

    Boa sorte no desafio e abraços.

  26. Pedro Teixeira
    4 de agosto de 2015

    Olá autor(a). Proposta interessante, mas foi apresentada de forma um tanto apressada, acho. É um enredo que poderia ser bem desenvolvido em um conto mais longo ou em uma noveleta. Acredito que isso diminuiria o estranhamento com a reviravolta na trama. Ana é uma personagem bem construída e convincente, e o texto, no geral é bom. Mas ao final a impressão com que fiquei é que muitos dos personagens e das situações apresentadas foram desperdiçadas, pela forma acelerada com que a conclusão foi conduzida,e de que faltou emoção na narrativa.

  27. Andre Luiz
    2 de agosto de 2015

    Achei curiosa a trama que você desenvolveu neste conto. Foi criativo nesta ‘possessão’ criada no planeta Auros B-38. É interessante como Ana, Walter, Jorge e a narradora são afetados pela atmosfera do planeta já no início, principalmente quando há apreensão na hora do pouso. O clima de mistério sobre o que teria causado o comportamento animalesco por parte dos ‘colonizadores’ também me agradou. Boa sorte com o desafio!

  28. Felipe Moreira
    1 de agosto de 2015

    Sensação de ter lido um prólogo. Não é a primeira vez no desafio. A ideia foi interessante, a abordagem desse novo ecossistema explorado, eu gostei. A ação também foi válida, mas correu muito no final e causou aquele impacto de mistério por falta de espaço e não por mistério realmente.

    Num todo, eu gostei da história, mas acho que poderia ser melhor explorada. Ela não é cansativa, com exceção dos primeiros parágrafos que foram bem mornos quanto ao que acontecia.

    Parabéns pelo trabalho e boa sorte no desafio.

  29. Claudia Roberta Angst
    29 de julho de 2015

    Ficção científica com muita ação e toques de terror. O começo do conto revela um ritmo mais lento, e aos poucos, a narrativa vai ganhando mais velocidade.
    Não entendi muito bem o lance do ferro e das manchas roxas, mas acho que faz parte de uma descoberta importante. Vou reler essa parte.
    Não me senti muito atraída pela estória em si, mas o final ficou interessante, justificando o título.
    Não encontrei erros que atrapalhassem a leitura.
    Boa sorte!

  30. Leonardo Jardim
    28 de julho de 2015

    ♒ Trama: (3/5) é boa e prende. Num determinado momento, já imaginava o que ia acontecer e não fui surpreendido. É eficaz no suspense e tensão, mas um pouco pobre na história. De qualquer forma, diverte.

    ✍ Técnica: (3/5) é boa, narra bem, sem nenhum tropeço que incomodasse. Mas numa linguagem simples. Boa para a agilidade da trama, mas poderia trabalhar mais a linguagem na próxima.

    ➵ Tema: (2/2) colonização espacial (✔), mais uma vez marcando presença.

    ☀ Criatividade: (1/3) não vi nenhum elemento novo, apenas um reuso de vários já consolidados.

    ☯ Emoção/Impacto: (3/5) o texto criou a tensão no momento certo e fiquei apreensivo pelos personagens. Mas o desenvolvimento comum, dentro do previsto, diminuiu um pouco o impacto do texto.

    Problemas que encontrei:
    ● Ana era uma das principais ativistas *de* que um muro bem construído era mais importante que a exploração das redondezas
    ● Pequenos insetos fluorescentes nos observavam e *deixavam* a cena ainda mais surreal

  31. Leonardo Stockler
    27 de julho de 2015

    Não sei se peguei a brisa. É um conto de terror, claro está, ou suspense, que seja, num ambiente exótico, um planeta distante, mais ou menos como já vimos em alguns filmes com roteiro semelhante. Gostei de como você começou descrevendo o início da colonização forçada. Talvez enveredar-se por aí fosse uma melhor ideia, já que foi o momento do texto em que sua escrita pareceu estar mais à vontade, porque achei que a qualidade cai um pouco quando a perseguição começa. Os detalhes das relações entre os personagens, talvez fosse mais interessante focar-se neles, tão breve e pouco aproveitada foi a aparição de alguns. Os momentos altos são para mim justamente aqueles em que você se preocupa com o planeta e com o cenário que criou – por exemplo o pesquisador que sumiu caçando borboletas. É foda quando um detalhe desses acaba me parecendo mais interessante do que a história central.

  32. Renan Bernardo
    25 de julho de 2015

    Interessante o conto. Senti um ambiente parecido com Stargate (série de TV). Curti que a protagonista é uma mulher. Uma crítica que tenho é que há uma tentativa de desenvolver vários personagens em um conto muito curto. No fim, eles não são tão bem aproveitados devido ao tamanho. O final não achei tão interessante quanto o decorrer da história, mas, ainda assim, é uma boa história.

  33. Antonio Stegues Batista
    24 de julho de 2015

    Nota-6

  34. Kleber
    24 de julho de 2015

    Muito bom!

    Texto fluido e que desperta a curiosidade. No quesito emoção, nota dez.
    Bem escrito, com boa estrutura e desenvolvimento. Organização de ideias e sentenças com boa qualidade.

    Daria uns 8,5 para este conto.

  35. Daniel I. Dutra
    24 de julho de 2015

    No geral gostei da história. Porém, achei o desenvolvimento um tanto apressada. A narrativa funcionaria melhor se houvesse uma construção de suspense maior. Mas também não posso culpar o autor. O concurso tem um limite de palavras (não é uma crítica ao site, apenas uma constatação das regras).

  36. Davenir da Silveira Viganon
    23 de julho de 2015

    Tem momentos que ficou estranha a narração em primeira pessoa, acho que a Ana ficaria mais bacana se narrada na primeira pessoa. O narrador era um coadjuvante na história mas ficou legal, “matá-lo” no final, surpreendeu. Gostei.

  37. Fabio Baptista
    21 de julho de 2015

    Uma aventura bem narrada, mas que não me convenceu.

    Achei que a história ficou meio “template”, com os elementos de FC entrando aí por mera necessidade de adequação ao tema. Lembrou bastante filmes em que adolescentes vão para o acampamento e começam a morrer, tipo Sexta-Feira 13. As duas luas, as plantas transparentes, etc., não foram o suficiente para ambienteção.

    Os eventos também vão ocorrendo de forma linear, sem muita emoção ou surpresa.

    Não gostei, desculpe.

    NOTA: 6

  38. Brian Oliveira Lancaster
    20 de julho de 2015

    EGUA (Essência, Gosto, Unidade, Adequação)

    E: Gostei do clima de colonização, sob o ponto de vista da protagonista. >> 8
    G: Algumas passagens precisam ser melhoradas, mas como um todo, o clima retratado é bem descrito, visível e vivo. A explicação para a queda também foi convincente, apesar do corte um tanto brusco. O autor(a) está se saindo bem. Mais um pouco de treino e teremos ótimos textos, como esse, (mesmo com seus devidos problemas). >> 7.
    U: A escrita é bem cuidada, mas certas trocas de tempo nos verbos incomodaram um pouco. Algumas frases soaram estranhas, mas nada que outra revisão não dê conta. >> 7.
    A: A atmosfera transmite a angústia dos personagens, apesar de um tanto rasos. O final foi muito bom. >> 7.

    Nota final: 7.

  39. José Marcos Costa
    20 de julho de 2015

    Clássica historia de ficção a la Alien e outros, ja imaginava o final no quarto paragrafo, não me surpreendeu, não vi nenhum elemento novo na narrativa, nem mesmo na sua forma de escrever, sinceramente, um dos piores que já li até agora. nota: Ruim

  40. piscies
    19 de julho de 2015

    Curti o terror/suspense/ficção científica. Achei o clima do final bem legal, e a transição de uma mera viagem de colonização para um cenário de terror foi suave;

    imperceptível.

    Achei duas falhas de lógica:

    1) Se eles estavam indo para o planeta já com o objetivo de colonizá-lo, por que não tinham todo o material necessario para tal? Tiveram que criar barracas e ferramentas

    improvisadas com as peças da nave que quebrou, quando uma verdadeira equipe de colonização já teria tudo isso guardado.

    2) Uma equipe de exploração que se preze jamais levaria para o cerne do acampamento principal um material que não conhecem nem sabem a origem. Seria no mínimo irresponsável.

    É isso. Abraço!

  41. Alan Machado de Almeida
    19 de julho de 2015

    O início do conto, se referindo à coisas como gerador de gravidade, me lembrou um cenário meio Star Trek já a parte final ficou mais próximo à Prometheus. No início havia alguns termos científicos de ficção cientifica que ficariam legais se fossem povoados em toda história. De qualquer modo, merece um 8.

  42. Anderson Souza
    19 de julho de 2015

    Acredito que o grande prêmio deste concurso é a avaliação sincera dos textos, com críticas construtivas e opiniões de leitores que são apaixonados por Ficção Científica.

    Uma boa FC. Um tema desgastado. Estilos de “Zumbis” já estão cansando. Mas possui talento na narrativa.

  43. Rogério Germani
    19 de julho de 2015

    Olá, Gaal!

    Ficou interessante esta mistura de colônia terráquea com o suspense de “A experiência”. O texto flui bem, não fica preso em descrições exageradas de termos científicos, os diálogos estão na medida exata. Só esperava algo inovador na trama…

    Boa sorte no desafio!

  44. Jefferson Lemos
    19 de julho de 2015

    Olá, autor (a)!

    Visualmente, o conto é bem legal. A história, o enredo principal, é bem interessante também, mas não sei se funcionou aqui.
    O texto necessita de uma revisão minuciosa. Há alguns erros bem visíveis e que prejudicaram bastante o conto.
    As personagens também não ficaram bem construídas, e a frase final não causou nenhum efeito.

    A história correu bastante e isso prejudicou, Acho que o maior erro esse mês é querer criar universos com todas as explicações detalhadas, pois o limite não permite isso. Ai está ficando uma coisa “ou conta a história pela metade, ou descreve bem o ambiente e esquece um pouco da história”. :/

    De qualquer forma, parabéns e boa sorte!

  45. Antonio Stegues Batista
    19 de julho de 2015

    Narrativa coerente, perfeita. Um suspense que me prendeu até o fim, eu esperava alguma revelação surpreendente, pois a nava havia entrado numa fenda espacial, mas eles acabaram caindo num planeta conhecido, mas pouco explorado. A fenda espacial foi irrelevante. No sexto parágrafo você usou a palavra claro duas vezes. Uma vez só bastava. Não gostei do final, muito abrupto e me deixou frustrado.

  46. Marcel Beliene
    18 de julho de 2015

    Olá. Gostei muito do conto, principalmente das descrições do cenário. O enredo em si também é muito bom e foi bem narrado. Parabéns e boa sorte 🙂

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Publicado às 18 de julho de 2015 por em Ficção Científica e marcado .