EntreContos

Literatura que desafia.

Eles não gostam de porcos (Victor Lachowski)

I

Dor. No início era apenas dor, e escuridão. Tentou mover o braço direito, tamanho foi o rasgo que sentiu que parou. Onde, quando e por que eram apenas perguntas fantasmas que assombravam seus relapsos de consciência. Sentia um gosto ferroso em sua boca. Algo quente escorria em sua testa e começou a entrar em seu olho esquerdo e turvar sua visão. Sangue? Era sangue. Então tudo virou sombras novamente. Quando recobrou os sentidos não sabia quanto tempo tinha se passado, minutos? Horas? Dias? Sua visão embaçada indicava muita luz, deve ser dia, o odor nojento que emanava fez ele repensar se gostaria mesmo de saber onde estava. Usou toda sua força consciente para se lembrar como foi parar ali, seja lá aonde “ali” fosse, antes que apagasse novamente. E com grande esforço mental começou a se lembrar…

…Eles não gostam de porcos, não me pergunte o porque. Simplesmente não gostam, quando um suíno chega perto eles começam a guinchar, berrar e a fazer sons gorgorejantes tão grotescos que me lembram vísceras, não aquelas organizadas e bonitinhas das aulas de anatomia, se parecem mais como os filmes de terror gore que os americanos curtem, cheios de tripas voando e se espalhando, intestinos e cérebros tão misturados que mal da para distinguir os dois, muitos litros de sangue, etc. Mas voltando aos porcos, são o único método de chegar perto deles sem ser destroçado, essa é uma daquelas regras de monstros da literatura que não precisam fazer sentido, o vampiro é alérgico a alho, o lobisomen só morre com prata, esse tipo de tosquice, me lembro de quando…

O resto da carta estava rasgada.

“Merda” pensou o velho, tantos anos de busca por informações e no primeiro viés de esperança se deparar com algo que já sabia, que todos os que sobreviveram deveriam saber, é desconcertante. O velho então se levantou da cadeira decrépita que protestou com rangidos, seus ossos doloridos e juntas desgastadas soltando lampejos de dor a cada movimento por conta do frio e do esforço acumulado dos anos de vida nômade, ele então deu uma última vislumbrada na cabana e no corpo de seu antigo dono que, mesmo restando uma carcaça já putrefante, ainda dava para identificar a causa de sua morte precoce, “Deus não vai perdoar você” sussurou o Velho olhando para o buraco de bala que atravessava o crânio do cadáver e testando a Glock 9mm que o morto segurava, a ação do frio e do tempo tornara a arma inútil, o Velhor então pegou sua mala de couro e saiu da choupana, não sem antes olhar para o quadro em que estava escrito “Aqui mora uma família feliz”.

“Pumba” chamou o Velho, seu único amigo nos últimos anos então apareceu, um javali castanho-escuro de 90 cm de altura, o nome, referente a um desenho cujo dono guarda lapsos de recordação nas penumbras de suas lembranças da infância, pareceu ser bem apropriado. Ambos seguiram pelos caminhos escuros daquela floresta ancestral, uma atmosfera tão opressora que até mesmo o ar parecia denso, quase palpável. Após algumas horas de caminhada encontraram uma cabana, parecia ter no máximo 50 anos, uma estrutura recente, porém com um aspecto de ruína impresso em sua aura, fazendo-a parecer abandonada havia eras. A fome começou a castigar os estômagos e ânimos da dupla de amigos, o Velho então soltou o suíno de sua corrente e foi adentrar na nova/velha moradia.

II

Depois da quarta tentativa a porta cedeu, e o invasor foi ao chão junto dela. Ao se levantar, a primeira coisa que notou foi que o ambiente interno estava muito bem preservado, ao contrário do exterior que apenas indicava decadência. A sala de estar/jantar/cozinha tinha móveis antigos porém intactos, o cheiro do pó e dos anos enchia o lugar, seus olhos então caíram direto no armário, de carvalho ou semelhante, ao abrir veio a decepção, apenas um óculos e sobretudo de aviador, o Velho então preferiu ignorar os questionamentos internos, ele parou de questionar o modo como as coisas são desde que Eles chegaram, pegou as suas novas vestes e as provou, se mostraram ótimas para o frio, ele então se permitiu escapar um leve sorriso, um fiapo de sorte em meio a um mar de morte e azar. O resto da casa estava vazia, por excessão de duas latas de feijão conservados esquecidas, que o Velho e Pumba dividiram vorazmente, os conservantes fizeram seu trabalho. A noite estava chegando e com ela a escuridão e o medo, primitivo e ansioso por vitímas, o Velho não queria passar a noite na penumbra, decidiu então que passariamessa noite naquela propriedade, Pumba, porém, dormiria fora da cabana, como forma de proteção, o senhor sobrevivente então bloqueou a porta com um sofá pesado e foi dormir. O sono do Velho era leve, fruto dos anos de sentinela e estado de alerta em que vivia, porém isso não o impedia de sonhar.

Sonhou que era a escrita, e que ganhava vida, indo para cima e para baixo no horizonte da imaginação, e então foi para baixo, muito baixo, para o fundo, tão fundo que chegou em cantos abissais do universo, lugares povoados por criaturas escamosas e peludas, cósmicas em sua essência, cujos olhos pálidos necrosados aspiravam a morte, a escrita então foi mais fundo, fugindo das criaturas perversas de olhos lunares, e no limiar do universo ela quebrou a barreira da realidade, encontrando assim o lar da luz e da vida, tão imensurável em sua beleza que nunca seria permitido sua mera concepção para seres não-transcedentais, e então a escrita foi  explorar essa outra noção de realidade, porém em sua contemplação ficou distraida e foi puxada pelos seres irreais da escuridão de volta para aquele canto galático de infinita profanação mortal e necrofilía espacial. Lutou para se libertar daquela fossa intergalática maldita, e após milhões de anos de luta se viu livre da escuridão, e subiu novamente até encontrar a humanidade e foi ao encontro daqueles seres primitivos e lhes deu um pedaço de seu dom, criando assim…

Ele ouviu algo abaixo de si.

III

Acordou num salto e sentiu lágrimas escorrendo em sua face, “eu sonhei?” se perguntava, mas não recordava de nada, perdendo para sempre sua única lembrança de sua forma ancestral.

Com grande força para a idade ele moveu a geladeira de lugar para bloquear a porta, descobrindo assim uma espécie de passagem para o porão, uma pequena “porta” de um metro quadrado com uma corda para levantar. Meditou se deveria descer, depois de discutir muito consigo mesmo e perder a discussão decidiu investigar. Pegou sua velha pistola na maleta e suas duas úlltimas balas, carregou a arma, puxou  a corda que levantava a abertura e sentiu.

O cheiro que invadiu suas narinas era de morte, não a morte que ele estava acostumado, de corpos nausabundos apodrecidos esquecidos pelo tempo, o cheiro de morte subterrâneo que fez o Velho vomitar questiona o próprio conceito de vida e morte, como se essa dualidade fosse tão complexa quanto uma criança que chora clamando pelo amor de sua mãe após ralar o joelho. A essência obscura da morte estava lá, cheia de ódio, deseperança e do vazio, o vazio que te faz sentir como nada em relação ao tudo, um vazio que não pode ser preenchido, um vazio que fez o Velho ter certeza de que não existe um Deus.

Ele começou a descer os degraus podres que levavam ao subsolo, não era uma descida longa, mas a escuridão e o medo fazem tudo ficar virtigioso, Pumba não poderia acompanha-lo, pois a escada reta não fora projetada para suínos. Degrau após degrau ele chegou no porão, o odor ficando cada vez mais penetrante em suas entranhas, o náusea correndo do seu estômago ao seu cérebro. No final da escada tinha um corredor com uma porta aberta no final, a penumbra intensa só não era completa por causa dos fósforos que ele levava no bolso da calça por precaução.

Ao tentar abrir a porta ela desprendeu do trinco e caiu, viu a silhueta de três abominações amórficas e algo gosmento foi jogado em seus olhos. “Esse é o pior cenário possível” pensou o Velho tirando o poderoso alucinógeno dos olhos e se virando para correr, e ao limpar completamente os olhos enquanto corria percebeu que a escada parecia estar a 100 metros de distância, a distração causada por essa alteração da realidade o fez tropeçar e cair no escuro, bateu forte a cabeça no chão, viu estrelas de dor e sentiu o sangue escorrendo, retirou rapidamente sua arma do bolso do sobretudo e apontou para a escuridão, percebeu estar logo abaixo da abertura. “Mas como?” se perguntava, antes que pudesse tentar a escalada foi puxado pelos tornozelos, atirou duas vezes e ouviu um grito de dor animalesco e um deles caiu em cima dele, seu corpo negro tapou sua visão e com força ele jogou o corpo de lado, não sem antes sentir a pele da criatura, era escamosa e fétida, cheirava como uma mistura maldita de necrose e sangue, antes de perceber o que se passava sentiu grossas garras grudarem em seu ombro direito, atravessando carne, nervos e ossos, as bestiais unhas então subiram e saíram do corpo enrugado do Velho, uma dor tão infernal que fez sua mandíbula se contrair tão forte que quebrou vários dentes, olhou para o seu ombro e viu seu braço direito pendurado por um resquício de ombro e uma grande poça de sangue se formando ao seu redor. Em um estado de semiconsciência o Velho já havia desistido, a fim dessa jornada era inevitável, ele sentiu uma serenidade quase religiosa ao ver a dupla de entidades restantes se aproximando.

Pumba sentiu o perigo, ao ouvir a barulheira subterrânea ele se jogou contra a porta várias vezes, forçando com cada vez mais desespero, ele sabia que seu amigo precisava de ajuda, e batia e batia na porta, a dor e as feridas que abriam em seu focinho não iriam impedi-lo, sentia a porta se mover até que finalmente a brecha ficou larga o bastante para ele passar, sua cabeça rodava e sentiu um relaxamente nas pernas, ele não sabia como funcionavam danos ao sistema nervoso, cambaleante, seguiu seu olfato apurado que indicava algo muito forte e odioso a sua frente.

Ele sabia que ia morrer, apenas desejava que fosse rápido, que não ficasse assistindo horrorizado ser despedaçado e devorado. Um guincho agudo rompeu o ar, as criaturas recuraram temerosas. Pumba surgiu na beirada da abertura, se jogou no porão e caiu pesadamente, se levantou com muita valentia, se arrastou até o corpo de seu irmão de vida nômade e se aconchegou nele, enquanto os seres apocalípticos, que, estando incapazes de fugir pela única saída, começaram a berrar, como se estivessem sendo torturadas com óleo fervente, como se uma dor diabólica estivesse rasgando seus órgãos internos e cuspindo fogo em suas feridas abertas, e enquanto observava essa cena extasiado, o Velho nem notou que desmaiava…

E foi de tudo isso que o Velho se lembrava, moveu o braço esquerdo para o lado e sentiu o corpo peludo de seu salvador que estava dormindo, sua visão estava mais nítida agora e apenas viu três montes de poeira no corredor do porão, “Foi Pumba que os matou? Foi a luz?” perguntava com amargor, seu braço direito permanecia precariamente pendurado, a poça de sangue estava seca, pouco sangue saia da quase amputação, o Velho sabia que iria morrer, apenas queria não ter sido de uma forma tão desgastante, passaram-se algumas horas de dor agonizante até que a morte chegasse, descobriu que eram falsas as alegações de que a vida passava diante dos olhos nos segundos finais e, mais importante, que existia uma luz do outro lado. Pumba sentiu fome, o cadáver ainda quente de seu amigo estava delicioso, provar carne humana foi uma experiência muito saborosa, e serviu para que o suíno-selvagem vivesse mais alguns dias antes de a sede o abater.

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56 comentários em “Eles não gostam de porcos (Victor Lachowski)

  1. Daniel Reis
    23 de junho de 2017

    (Prezado Autor: antes dos comentários, alerto que minha análise deve se restringir aos pontos que, na minha percepção, podem ser mais trabalhados, sem intenção de passar uma crítica literária, mas uma impressão de leitor. Espero que essas observações possam ajudá-lo a se aprimorar, assim com a leitura de seu conto também me ajudou. Um grande abraço).

    Eles não gostam de porcos (Friedrich Norstand)

    ADEQUAÇÃO AO TEMA: sim, está presente.

    ASPECTOS TÉCNICOS: na parte técnica, me incomodou um pouco o uso de frases longas, intercaladas com vírgulas. Muitas delas poderiam ter sido transformadas em pontos, para abrir novo período. Na parte do enredo, acho que o “acorda e dorme” faz com que o leitor perca um pouco da credibilidade na história que está lendo. Acho também que a revisão poderia melhorar muito a legibilidade, mas a reescrita poderia melhor a trama e os personagens.

    EFEITO: confusão com o que era da história, o que era sonho.

  2. Wilson Barros
    22 de junho de 2017

    O conto tem aquele tom amargo dos mundos pós-apocalípticos, em que se pode ouvir o vento soprando irritantemente a poeira. Expressões mordazes, como “este é o pior cenário possível”, dão um toque de humor cáustico ao conto. A atmosfera umbrosa, o terror estilo Blackwood, e o estilo pós-moderno, tudo isso me impressionou favoravelmente. Parabéns.

  3. Wender Lemes
    22 de junho de 2017

    Olá! Para organizar melhor, dividirei minha avaliação entre aspectos técnicos (ortografia, organização, estética), aspectos subjetivos (criatividade, apelo emocional) e minha compreensão geral sobre o conto. Tentarei comentar sem conferir antes a opinião dos colegas, mantendo meu feedback o mais natural possível. Peço desculpas prévias se acabar “chovendo no molhado” em algum ponto.

    ****

    Aspectos técnicos: é uma pena que a revisão tenha deixado passar uma quantidade notável de erros de ortografia, uma vez que a história é muito boa e a narrativa prende com facilidade. Há um estilo firme ao narrar, entremeado por poesia de vez em quando. O viés de terror, quando explorado de modo a valorizar a linguagem, cria bons resultados, como aqui.

    Aspectos subjetivos: a relação entre o Velho e o Javali aqui tem um apelo legal, prático. Trata-se da vida em busca de sua própria manutenção. Assim, por mais que fossem amigos horas atrás, parece-me natural que a fera devore o Velho ao final – uma maneira de postergar o laço de auxílio mútuo mesmo quando a consciência de um deles já não estava mais lá.

    Compreensão geral: embora tenha pecado em questões de revisão, é uma das narrativas que mais gostei de ler até agora. Fui envolvido pela tensão implícita do ambiente desde o primeiro parágrafo, e não consegui parar a leitura até o final. Aliás, tive que voltar ao começo para apreciá-lo devidamente. Só então percebi o ponto em que passamos do sofrimento efetivo à memória do que o causou.

    Parabéns e boa sorte!

    P.S.: acho que não alcancei o nível de abstração necessário para entender aquele sonho maluco, não sei o que era a tal essência do humano… paciência.

  4. Thiago de Melo
    22 de junho de 2017

    Amigo Friedrich,
    Achei que o seu conto foi mal elaborado. Parece que tudo ficou muito de repente, o leitor não tem tempo de se identificar com os personagens e, de repente, já estamos numa luta sangrenta de vida ou morte. Achei que ficou muito rápida a progressão da história para esse ponto, ao mesmo tempo em que ficaram muito longas as descrições. É como se o seu texto fosse uma cena de uma narrativa maior. É legal como cena, mas fica faltando alguma coisa se for considerada como um conto independente. Apesar de não ter muitas falas, acho que esse seria um recurso interessante para aprofundar um pouco mais os seus personagens. Às vezes o cara poderia conversar mais com o javali e assim, aos poucos, você poderia ir moldando a personalidade dele. Acho que seria um caminho interessante.
    Boa sorte no desafio.
    Abraço

  5. Fil Felix
    21 de junho de 2017

    Os erros gramaticais não me incomodaram tanto. Alguns, comentados por aqui, passei até despercebido. Algo que notei, sim, foi a falta de vírgula em diversos momentos, deixando as frases estranhas. Mas não achei algo de outro mundo. Gostei de dois pontos na história, o primeiro é a questão alienígena, o parágrafo em negrito é o fundamental pra tentar entender quem é o Velho, já que o autor diz ser sua lembrança “real”, por assim dizer. E a outra é em não dar razão nenhuma pras criaturas temerem porcos (e javalis), que pareceria absurdo e forçado para caber no desafio, mas que é justificável de uma ótima maneira. Afinal de contas, alho também é trash. Essa coisa meio “Eu sou a Lenda” ficou divertido, mas acho que poderia ter “clareado” melhor as situações, pra não ficar tão atropeladas.

  6. Matheus Pacheco
    20 de junho de 2017

    Brother, foi um conto estranho, não ruim, mas estranho, tem uma coisa que eu gosto bastante de reclamar, e que fatalmente fiz no meu conto, é em relação ao tamanho dos parágrafos, estão um pouco grandes para o que você queria dizer.
    Tem uns errinhos que todos já apontaram mas isso não me incomodou muito.
    Bom conto, um abração ao escritor.

  7. Felipe Moreira
    20 de junho de 2017

    Esse texto confunde bastante. Não estou certo se captei algo além da premissa, fatalista. É também rico em simbolismo. É bem escrito, embora tenha lá sua carência enorme de revisão, mas não poderia falar muito além disso. O clímax na hora pareceu forçado, mas quando deixei uns instantes assimilarem o desfecho, achei impactante. Razoável.

    Parabéns pelo trabalho.

  8. Fabio Baptista
    20 de junho de 2017

    Bom, acredito que nessa altura do campeonato os apontamentos gramaticais já foram feitos (e não foram poucos). A técnica deixou a desejar: muitas frases sem pontuação adequada, frases mal construídas, palavras mal utilizadas (logo de cara tem um “relapso” no lugar de lapso… curioso que pouco à frente o autor utiliza lapso da maneira correta).

    A trama até que consegue manter o interesse, com o mistério de quem são os tais “eles” que não gostam de porcos. Esse lance me lembrou um pouco aquele filme do Shyamalan, que os aliens não gostam de água. Enfim… esse mistério foi se sustentando e a cena de luta foi narrada com competência.

    Apesar de ter floreado além da conta com o gosto da carne humana, gostei do final, seco, com o javali ali sozinho, esperando a morte que viria pela sede.

    Em resumo, a trama foi interessante, mas infelizmente a parte técnica comprometeu.

    Abraço!

  9. Sabrina Dalbelo
    19 de junho de 2017

    Olá autor(a),

    Caraca! Estou sem fôlego, seja pela narrativa cheia de informações, seja pelo enredo cheio de emoções.
    Eu confesso que gostei, o conto me prendeu, mais do meio para o final, pois eu achei o início um pouco enrolado e com muitas informações no estilo mundo das ideias.
    Mas não foi mal, foi bem.
    Sobre a escrita, nos outros comentários suponho que já tenham te dito que cabe uma revisão, principalmente nas vírgulas.
    Eu sinceramente não olhei muito para esse quesito. Eu vejo mais o impacto.
    O teu conto é bastante criativo, o cenário é pós-apocalíptico e os personagens Velho e Pumba formam uma boa dupla.
    Um abraço,

  10. Bia Machado
    18 de junho de 2017

    Moço ou moça, que conto é esse?

    Sobre o desenvolvimento, complicado! Muitas coisas a arrumar, muitas mesmo, tanto que atrapalharam a minha leitura, tendo que voltar várias vezes, com a sensação de que “será que perdi alguma coisa?”. E nisso já estou comentando a parte da gramática, ela realmente atrapalhou minha leitura. Apesar disso, gostei da história, tem umas partes meio “ughhh!”, das quais não sou muito fã, mas foi uma narrativa que deixou a coisa bem vívida pra mim, eu gostei disso, dessa agonia. Quanto às personagens, gostei também. Me convenceram e acho que merecem que você invista em uma boa reestruturação desse texto. O conto está, sim, adequado ao desafio, tem todos os elementos. Espero que você trabalhe mais nesse texto para melhorá-lo.

  11. Andreza Araujo
    16 de junho de 2017

    Pra mim, o ponto alto do conto é a própria narrativa, o modo como as cenas foram descritas é bem envolvente (e dá certa tensão em algumas cenas, imagino que tenha sido de propósito hahaah).

    Falta uma revisão mais atenta, nada que não possa ser consertado. O principal e o mais difícil é a estrutura do conto, e no caso da sua história está impecável. Acho que o texto fecha dentro de si, mas não entendi por completo o que seriam os outros seres, eram alienígenas? Também não entendi a cena da carta (logo no início do conto), que carta era aquela? Por coincidência do destino ele encontrou exatamente os tais seres que a carta cita? Ou melhor, se o conto tivesse ambientado um pouco mais, como dizer que o planeta havia sido dominado por alienígenas no passado, aí deixa de ser coincidência e passa ser o cerne da história.

    É um ótimo conto, mas deixou algumas dúvidas, mesmo que a história esteja fechada. É irônico o final, onde o porco não apenas salva seu companheiro como também se alimenta dele para sobreviver por mais alguns dias já que infelizmente porcos não sobem escadas verticais 😛 interpretei como o instinto animal dele falando mais alto que a amizade, mas bem que o corpo do velho poderia ter esfriado um pouco primeiro, hein? Que porquinho traíra hahaah

  12. M. A. Thompson
    15 de junho de 2017

    Olá!

    Usarei o padrão de avaliação sugerido pelo EntreContos, assim garanto o mesmo critério para todos:

    * Adequação ao tema: houve,

    * Qualidade da escrita (gramática, pontuação): o pior até agora e olhe que não sou de implicar com uma coisa ou outra mas aqui o autor (ou autora) parece que escreveu no fim do prazo e mandou de qualquer jeito. Tamanha quantidade de erros gramaticais é um desrespeito com o leitor.

    * Desenvolvimento de personagens, qualidade literária (figuras de linguagem, descrições, diálogos): confuso.

    * Enredo (coerência, criatividade): criativo sem qualitativo.

    De modo geral foi um conto que não valeu a leitura.

    Parabéns e boa sorte no Desafio!

  13. Gustavo Araujo
    13 de junho de 2017

    Este é um conto em estado bruto, que merece ser reescrito. Lembra, de fato, um rascunho, uma ideia metralhada no computador à medida que o autor se inspirava. O enredo, especialmente no início, me lembrou do livro “A Estada”, do Cormac McCarthy, por causa do ambiente desolado e pós-apocalíptico, em que o homem se vê obrigado a invadir residências para encontrar o que comer. Até a cena em que encontra o alçapão que dá para o porão é parecida. Tanto lá como aqui o que se acha é o terror. Lá a pegada é mais realista; aqui apela-se ao fantástico, à ficção científica, ao terror. Nesse aspecto, o conto é bem eficaz, isto é, o autor consegue construir uma atmosfera de tensão. Some-se a isso a ótima viagem proporcionada pelos sonhos. São esses os pontos altos do texto. No entanto, o conto peca – demais – no quesito revisão e também nas descrições exageradas, repletas de clichês, especialmente na cena do porão. A impressão geral que tive foi de que o autor leva muito jeito para escrever, ou melhor, tem ótimas ideias, mas falha, um tanto, ao transpô-las para o papel. Nada que um pouco de prática de escrita não resolva.

  14. Givago Domingues Thimoti
    13 de junho de 2017

    Adequação ao tema proposto: Alto
    Criatividade: Média
    Emoção: O impacto do conto foi baixo. Eu não curto muito o horror e, aliado aos erros gramaticais, tornaram a leitura muito difícil.
    Enredo: Achei um tanto quanto confuso, principalmente a parte do sonho, mas uma ideia boa, no geral.
    Gramática: Muitos erros de ortografia e colocação de vírgulas. Uma revisão teria ajudado muito.

    PS: Não desanime, Friedrich. Acho que você tem talento. Se você melhorar a questão gramatical, seu texto evoluirá exponencialmente.

    Boa sorte!

  15. Cilas Medi
    13 de junho de 2017

    1. Gorgorejantes = gorgolejantes.
    2. ….não me pergunte o porque (porquê).
    3. lobisomen = lobisomem.
    4. putrefante = putrefata.
    5. sussurou = sussurrou.
    6. excessão = exceção.
    7. passariamessa = passariam essa.
    8. não-transcedentais = não-transcendentais.
    9. distraida = distraída.
    10. galático = galáctico.
    11. intergalática = intergaláctica.
    12. nausabundo = nauseabundo.
    13. ulltimas= ultimas.
    14. deseperança = desesperança.
    15. virtigioso = vertiginoso.
    16. o náusea = a náusea.
    17. relaxamente = relaxamento.
    18. recuraram = recuaram.
    Eu achei um total despreparo e um sentimento de desprezo pelo leitor com tantos erros. Em uma primeira leitura somente o levantamento dos erros, sem querer chegar aos detalhes da gramática porque seria demais. Depois consegui ler o texto com mais acuidade para tentar entender, com frases e parágrafos massacrantes, sem pontuação adequada e mudanças bruscas de ação. Sonho e devaneios no meio de um caos literário absurdo. Finalmente, consegui chegar a um acordo e aqui tem o que penso e acho: eu também não gostei dos porcos.

  16. maziveblog
    13 de junho de 2017

    Os primeiros dois parágrafos são interessantes, em grande medida por causa das frases curtas e certeiras. Mas depois surgem frases longas, que dizem muito sobre o aviador, mas pouco sobre o cenário apocalíptico.
    As frases longas surgem na companhia de vírgulas, que algumas vezes não foram utilizadas da forma adequada.

  17. Rubem Cabral
    12 de junho de 2017

    Olá, Friedrich.

    Resolvi adotar um padrão de avaliação. Como sugerido pelo EntreContos. Vamos lá:

    Adequação ao tema:
    O conto tem todos os elementos da imagem-tema: homem encasacado, javali, floresta.

    Qualidade da escrita (gramática, pontuação):
    O conto precisa de alguma revisão: “Velhor”, palavras grudadas, trocas de palavras “lapso” x “relapso”, “excessão”, etc.

    Desenvolvimento de personagens, qualidade literária (figuras de linguagem, descrições, diálogos):
    O conto consegue passar bem a história a contar. Não há diálogos. Algumas descrições foram inspiradas, feito o pesadelo e as descrições das criaturas. O velho foi razoavelmente bem desenvolvido, Pumba também.

    Enredo (coerência, criatividade):
    A história é criativa e um bocado tensa. Acho que foi o segundo conto a associar alienígenas e javalis.
    Penso que quando o velho resolve explorar o porão sozinho, que o ato foi um tipo de “plot device”, algo feito para a história andar, ligar “A” a “B”, pois embora o texto explique que o javali não pudesse descer escadas, o Velho agiu de forma muito, muito pouco inteligente para alguém que já sobrevivia há tanto tempo. O javali morrer de sede foi algo um tanto forçado também.

    Abraços e boa sorte no desafio.

  18. Claudia Roberta Angst
    11 de junho de 2017

    Olá, autor, tudo bem?
    O título do conto revela que o javali já ganhou inimigos. Quem são eles?
    O tema proposto pelo desafio foi abordado, no meio do caos, mas foi.
    Quanto à revisão… Vamos pular esse assunto? Não pode? Então, tá… vamos lá. Os colegas já apontaram as (inúmeras) falhas no seu texto. Não repetirei a mesma ladainha, mas acredite: existe vida após a revisão. Vá para a luz e limpe essa bagunça já. Grata!
    O enredo do conto é bem denso, tipo sangue grosso. Suspense e horror escorregando e rolando a escada.
    Você parece dominar bem esse estilo de texto, mas acredito que possa melhorar a narrativa com as dicas de todos e com uma inspiração que já deve estar cutucando as suas costelas.
    Há criatividade aqui. Há vontade de escrever e expor as ideias. Então, anime-se e crie mais histórias assim, evoluindo sempre a sua escrita.
    Boa sorte!

  19. Lucas F. Maziero (@lfmlucas)
    10 de junho de 2017

    Este conto é um bom exemplo de como o correto uso da vírgula é importante.

    Então vamos lá! Eu não pretendia desfiar os erros de pontuação e ortográficos, mas, no intuito de prestar ajuda, aqui vamos nós:

    O primeiro parágrafo já apresenta alguns erros. Vou tentar reescrevê-lo de modo que eu considero correto (não que eu seja o Senhor dos Anéis do bom escrever ou um Rocha Lima):

    Dor. No início era apenas dor e escuridão. Tentou mover o braço direito. Tamanho era o rasgo, que a dor que sentiu fê-lo parar. Onde, quando e por que eram apenas perguntas fantasmas que assombravam seus relapsos de consciência. Sentia um gosto ferroso na boca. Algo quente escorria de sua testa e começou a entrar em seu olho esquerdo, turvando a visão. Sangue? Era sangue. Então tudo virou sombras novamente. Quando recobrou os sentidos, não sabia quanto tempo tinha se passado. Minutos? Horas? Dias? Mesmo com a visão embaçada, percebia que havia muita luz. Devia ser de dia. O odor nojento que ali emanava fê-lo repensar se gostaria mesmo de saber onde estava. Usou toda a sua força consciente para se lembrar de como foi parar ali, seja lá onde era, antes que apagasse novamente. E com grande esforço mental começou a se lembrar…

    … Eles não gostam de porcos, não me pergunte o por quê. Simplesmente não gostam. Quando um suíno chega perto, eles começam a guinchar, a berrar e a fazer sons gorgorejantes tão grotescos que me lembram vísceras; não aquelas organizadas e bonitinhas das aulas de anatomia, parecem-se mais como nos filmes de terror gore que os americanos curtem, cheios de tripas voando e se espalhando,
    intestinos e cérebros tão misturados que mal dá para distinguir os dois; muitos litros de sangue etc. Mas voltando aos porcos, é o único método para se chegar perto deles sem ser destroçado. É uma daquelas regras de monstros da literatura que não precisam fazer sentido: o vampiro é alérgico a alho, o lobisomen só morre com prata, esse tipo de tosquice (podemos aceitar essa palavra, inexistente nos dicionários, por se tratar de fala do personagem, porém seria melhor usar baboseira ou tolice). Lembro-me de quando…

    Putrefante não existe…

    Bom, vou parar por aqui com essa minha “correção”. O conto carece de uma boa revisão.

    Agora, vamos falar da história em si. Gostei, achei um tanto original, os alienígenas com medo do javali. E aquele parágrafo todo? Aquele que começa com “Sonhou que era a escrita…”, salvou todo o conto. Adorei a ideia contida aqui.

    O final ficou prosaico. Poxa, depois de tudo o javali ainda devorou o companheiro?

    Mais uma coisa: pode ser que eu tenha me equivocado na minha pretensa correção dos dois primeiros parágrafos, o telhado é de vidro, vai-se saber! Porém, quero dizer que mesmo um bom conto como este, mas carente de revisão, estraga a leitura. Repetindo: é um bom conto que pode ser melhorado no quesito gramática.

    Parabéns!

  20. Evandro Furtado
    9 de junho de 2017

    Olá, autor. Sigamos com a avaliação. Trarei três aspectos que considero essenciais para o conto: Elementos de gênero (em que gênero literário o conto de encaixa e como ele trabalha/transgride/satiriza ele), Conteúdo (a história em si e como ela é construída) e Forma (a narrativa, a linguagem utilizada).

    EG: O conto tenta se encaixar em um horror/sci-fi pós apocalíptico. Há lá seus resquícios de Eu Sou a Lenda e mesmo de Salem’s Lot, mas faltou desenvolver com mais afinco a ambientação, revelar o background, apresentar o mundo ao leitor.

    C: A história acaba se prejudicando em razão da falta de empatia para com os personagens. Não há nada neles que desperte algum tipo de interesse por seus conflitos.

    F: Os problemas no texto passam por três aspectos. Não há uniformidade nos tempos verbais: às vezes, em uma mesma sentença, vai-se do passado para o presente e, de novo, para o passado, sem motivos. Há problemas com a pontuação: vírgula onde deveria ser ponto. Há problemas com a ortografia: várias palavrinhas com letras trocadas. Mas todas essas questões podem ser corrigidas depois de uma boa revisão.

  21. Gilson Raimundo
    8 de junho de 2017

    Gosto muito de histórias de terror, principalmente as mais bagunçadas, mas está foi demais pra mim. Não entendi o enredo proposto. A história conta que um viajante e seu amigo javali procuram abrigo numa casa que parecia abandonada e encontram criaturas assassinas. Até aí beleza. Mas que ambientação é esta, mundo apocalíptico, outra dimensão, realidade alternativa? Quem era o viajante, qual seu objetivo? As criaturas me parecem ser apenas ilusões. Não encontrei o fio condutor da trama, o objetivo de tudo aquilo. E o que significa o título? No fim tenho mais dúvidas que certezas.

  22. Catarina
    7 de junho de 2017

    INÍCIO já anunciando, senta que lá vem sangue, as elucubrações existenciais encharcaram o texto dividindo espaço com uma pontuação cansativa, cheia de vírgulas no lugar de pontos, deixando a TRADUÇÃO DA IMAGEM confusa, o sangue não me incomodou, achei até engraçado, mas o efeito do estilo com pouca fluidez não me conquistou, você acha que se eu tivesse colocado alguns pontos neste comentário ficaria melhor de entender ou não, fica a dica.

  23. Marco Aurélio Saraiva
    7 de junho de 2017

    Um conto bem visceral. Foi o único até agora que me fez ficar com verdadeiro asco. Parabéns por isso.

    ===TRAMA===

    A trama é simples, sem muito o que dizer. O homem está tentando buscar informações, não encontra nada, vai viajando de casa em casa, encontra em uma delas as criaturas das quais ele foge, e morre. Parece uma cena de algo muito – mas muito – maior.

    O cenário de horror que você pintou é fantástico. Incrível. Fiquei muito curioso, a ponto de querer ler um livro sobre ele. No conto, porém, pareceu incompleto pelos mesmos motivos. No fim o conto fala sobre amizade entre Javali e Velho, deixando um gosto de “quero mais”.

    Agora, a cena do sonho do Velho foi completamente desnecessária. Poderia ter sido usada para contar um pouco mais do que eu realmente queria ver, e que me parece muito mais interessante, que é o cenário descrito na história.

    ===TÉCNICA===

    Foi um horror bem escrito, que me deu enjoo. as cenas são fortes e você sabe usar as palavras muito bem para descrevê-las.

    Infelizmente, a pontuação e a falta de revisão não ajudam estas mesmas palavras, tão bem escolhidas, a brilhar. Você economizou muito nos pontos finais, gerando frases gigantes, tornando a leitura muito cansativa. Há uma série de erros de digitação também, que atrapalham a leitura da mesma forma.

    Acho que o sentimento deste texto ficou no “autor bom pra caramba, mas que escreveu tudo rápido demais”.

    ===SALDO===

    Médio. Uma história fraca em um cenário maravilhoso; uma habilidade incrível com as palavras, em meio a uma chuva de erros de pontuação e digitação.

  24. Brian Oliveira Lancaster
    6 de junho de 2017

    EGO (Essência, Gosto, Organização)
    E: A introdução desperta o interesse e, felizmente, volta ao final. Achei que ficaria sem uma explicação. Uma versão mórbida de Coragem o Cão Covarde. Lembra muito o clima cotidiano/terror daquele desenho e isto é um ponto alto. A atmosfera sombria e tensa é bem presente.
    G: No entanto, a coerência está um pouco fora do compasso. Há “pulos” espaciais em pouco tempo (de lugares a outros) sem gerar grandes consequências. O enredo precisaria estar um pouquinho mais cadenciado, não apenas uma sequência de cenas de ação. A explicação e a carta ficaram sobrando. O que ela significava? De onde veio esta carta? No final fiquei com a sensação de que se tratava de um culto escondido das criaturas – essa parte realmente está bem interessante, devia focar mais nessa sensação de desespero e de não ter consciência do que está acontecendo ao redor. Quanto ao clima em geral, gostei bastante.
    O: Tem alguns probleminhas em certas construções, mas outras com metáforas bem aplicadas compensam.

  25. Afonso Elva
    6 de junho de 2017

    Algumas descrições se alongaram, enquanto outras, que deveriam formar o suspense, foram súbitas, como a apresentação dos seres e a abertura da porta do porão. Esperava que o sonho do protagonista (gostei dessa parte 🙂 ) tivesse algum peso na hora de sua morte ou em algum outro momento, o que não aconteceu e, apesar disso não ser um problema, gostaria de ver.
    Forte abraço

  26. Evelyn Postali
    5 de junho de 2017

    Oi, Friedrich Norstand,
    Gramática – Parágrafos longos e frases longas cansam o leitor. Talvez isso não fosso problema tamanho se houvesse uma construção adequada, sem entraves. As repetições de ideia tiram o prazer da leitura porque o novo demora a vir.
    Criatividade – A ideia é boa. Essa coisa de misturar a reflexão no meio do terror, do suspense. Gosto disso.
    Adequação ao tema proposto – Está adequado ao tema.
    Emoção – Eu detestei o final. Não porque o javali comeu o dono, mas também por isso agregado ao que me pareceu inadequado a toda a situação que você descreve antes. Não fecha com as coisas de antes, entende? Se o javali é realmente fiel, se ele tem essa consciência de salvação do seu amigo, companheiro – nem tanto por ser dono – não sei se haveria uma situação realmente instintiva a ponto de ele comer o sujeito. O javali não ficaria ao lado do homem por tanto tempo sendo ele um animal, não é? Bem… Não sei também se me explico bem.
    Enredo – Começo, meio e fim se desenvolvendo com percalços. O meio é confuso em algumas passagens.
    Boa sorte no desafio.
    Abraços!

  27. Anorkinda Neide
    5 de junho de 2017

    Bem…
    Não entendi.. rsrs
    O quarto paragrafo por mais q eu relesse, eu me perdia a cada vez, me distraía… Acho que vc,autor(a) divagou em algumas partes, talvez para recear a historia e dae me fez perder o fio da meada, talvez vc tb tenha perdido.
    Nao entendi o sonho do homem, o que entendi foi q eles encontraram uma cabana, onde foi encontrado tb as roupas de aviador, assim, formando a imagem solicitada. Dae o homem foi dormir, fechou o javali do lado de fora colocando um sofá em frente a porta, (pq?!!) dae sonhou aquele sonho q a meu ver nada acrescenta à historia , acorda e afastando a geladeira, encontra a porta do porão, desce e é morto por monstros q nao consegui distinguir como eram nem quem eram nem pq apareceram.. rsrs mas sei q eles morreram ao ver o javali, o q deixou mais insólito o fato de o pobre bichinho ter dormido fora da casa. O javali nao poderia descer a escada, mas depois desceu, ou caiu, entao deveria ter quebrado as perninhas, nao? rsrs Bem, dae os dois morrem la dentro pq nao dava pra sair de lá. fim.
    Não captei o universo do conto, onde eles estavam? mundo apocaliptico? lugar inóspito? nao sei se tem a informação e eu a perdi ou nao a encontrei, nao sei, se penso muito me perco de novo rsrs.
    A dica é q vc escreva de forma mais direta e simples.. dae se quiser dar um trato ao texto, trabalhe em cima, mas primeiro tenha um esqueleto do conto.
    Boa sorte, abraços

  28. Elisa Ribeiro
    4 de junho de 2017

    Olá autor. Uma história confusa com elementos de terror e suspense. Algumas partes não se conectam bem com o todo, principalmente o sonho do personagem. Não entendi nada. Algumas cenas de terror assustadoras salvam a história. Os problemas de revisão fazem a leitura penosa. Boa sorte! Um abraço.

  29. Antonio Stegues Batista
    4 de junho de 2017

    Acho que você quis dizer “lapsos de consciência” (falha) e não “relapsos” (negligente). Existem outros erros também e acho que vc não teve tempo de fazer uma revisão. O enredo até que não é ruim, mas aquele sonho do velho foi meio esquisito, parece uma outra história, ou algo que você queria dizer e não disse. O final ficou decepcionante, o impacto foi negativo.

  30. Fernando Cyrino
    4 de junho de 2017

    Um conto que designo aqui como complexo. Uma história que quer ser de terror (ou de suspense meio aterrorizante?), mas que se perde no meio do caminho. Chego a pensar que teve a ideia para cumprir o desafio, arrumou um nome interessante, tirado de um desenho animado, para o Javali e a partir daí saiu célere escada abaixo para deixar rapidamente concluída a tarefa. Sim, está feita, mas pudesse lhe oferecer alguma dica diria que são vários os sinais de que possa ter lhe faltado tempo para uma faxina geral na sua narrativa. Um tempo a ser investido numa boa revisão em todo o seu texto. Além dessa tão necessária revisão, sugiro rever a história enquanto enredo. Ela não está fluida, há solavancos na escrita que precisam ser melhor clareados. abraços e boa sorte.

  31. juliana calafange da costa ribeiro
    3 de junho de 2017

    O texto começa já com muitos erros de ortografia e gramática, o q desanima a leitura. A impressão que se tem é q vc terminou de escrever em cima da hora e não deu tempo de reler e revisar. Parágrafos quase inteiros de uma só frase, e ainda com erros de ortografia, atrapalham até a compreensão da história. Por exemplo: “O velho então se levantou da cadeira decrépita que protestou com rangidos, seus ossos doloridos e juntas desgastadas soltando lampejos de dor a cada movimento por conta do frio e do esforço acumulado dos anos de vida nômade, ele então deu uma última vislumbrada na cabana e no corpo de seu antigo dono que, mesmo restando uma carcaça já putrefante, ainda dava para identificar a causa de sua morte precoce, “Deus não vai perdoar você” sussurou o Velho olhando para o buraco de bala que atravessava o crânio do cadáver e testando a Glock 9mm que o morto segurava, a ação do frio e do tempo tornara a arma inútil, o Velhor então pegou sua mala de couro e saiu da choupana, não sem antes olhar para o quadro em que estava escrito “Aqui mora uma família feliz”.”
    Eu, pessoalmente, não curto esse gênero de horror sanguinolento. Mas, ok, cada um tem seu gosto pessoal. O problema é que vc construiu personagens superficiais demais pra que o leitor se envolva na história. Falta foco narrativo, em minha opinião. Mesmo com as cenas de ação e suspense que vc tentou criar, a história não prende o leitor. Talvez por causa também desses erros todos de ortografia e gramática. De qualquer forma, acho que vc tem uma mente bastante criativa, precisa praticar mais, pesquisar mais, ler mais, escrever e reescrever mais, enfim, desenvolver todo esse potencial. Boa sorte!

  32. Jorge Santos
    3 de junho de 2017

    E, depois de muito javali, sigo, pela primeira vez as indicações do Administrador.
    Gramática
    O conto tem diversos erros de ortografia, bem como frases grandes que mereciam uma pontuação mais cuidada.
    Criatividade
    Todo o conto parece imitar um filme de M. Night Shyamalan. Sentimos a tensão crescente do desconhecido e ficamos desconcertados com a conclusão.
    Adequação ao tema
    Faltam alguns elementos da fotografia, que no meu entender não devem ser seguidos à regra. O ambiente é mais importante e esse é seguido.
    Emoção
    Sentimos uma grande tensão e inquietação ao longo do conto. O final é particularmente angustiante, muito gore.
    Enredo
    Seguindo a lógica da comparação feita com os filmes de M. Night Shyamalan, o que pode não ser considerado como algo positivo na grande maioria deles, temos tensão e desenvolvimento, mas muita confusão pelo meio. E esta confusão distrai e pode resultar como algo entediante para o leitor. A acrescer a isto temos algumas faltas de ortografia que me tiraram muito do prazer da leitura.

  33. Fátima Heluany AntunesNogueira
    2 de junho de 2017

    Uma história pós-apocalíptica com trama criativa e curiosa, boa dose de suspense e com cenas de terror assustadoras.

    Porém, a leitura tornou-se um desafio, com desvios de pontuação, regência e concordância, sentido das palavras, repetições de palavras (“No final da escada tinha um corredor com uma porta aberta no final”, por exemplo) e informações desnecessárias.

    Uma ideia bastante interessante, com algumas falhas de execução. Você tem potencial, continue a escrever. Parabéns pela participação. Abraços.

  34. Leo Jardim
    2 de junho de 2017

    Eles não gostam de porcos (Friedrich Norstand)

    Minhas impressões de cada aspecto do conto:

    📜 Trama (⭐⭐⭐▫▫): a ambientação criada e os personagens são interessantes. O mundo pós-apocalíptico e a amizade do homem com o animal fizeram com que a história prendesse a atenção. Depois que o Velho desce até o porão, o texto ganha bons ares de ação e desespero. O fim, porém, embora realista, quebra todo o clima criado até ali.

    📝 Técnica (⭐⭐▫▫▫): apesar de prender a atenção, o texto contém diversos problemas ortográficos e estruturais. Anotei alguns abaixo:

    ▪ Sua visão embaçada indicava muita luz, deve ser dia, o odor nojento que emanava (ficaria melhor separar essas três orações em três frases diferentes)

    ▪ não me pergunte o *porque* (porquê)

    ▪ Simplesmente não gostam *ponto* Quando um suíno chega perto

    ▪ que mal *da* para distinguir os dois (dá)

    ▪ *são* o único método (é)

    ▪ Esse parágrafo que começa com “Merda” tem várias orações (verbos) e só uma frase (ponto). Dá pra colocar um ponto antes de “ele então deu uma última vislumbrada”, de “Deus não vai perdoar você” e de “a ação do frio e do tempo tornara a arma inútil”, no mínimo. Vários outros pontos do texto possuem o mesmo problema.

    ▪ decidiu então que passariam *espaço* essa noite

    ▪ *No final* da escada tinha um corredor com uma porta aberta *no final* (repetição). Esse problema aconteceu em outros lugares. Para evitar esse tipo de coisa, eu costumo sempre passar meus textos por um detector de repetições (ex.: http://www.repetition-detector.com/?p=online).

    ▪ *a* fim dessa jornada era inevitável (o fim)

    ▪ sentiu um *relaxamente* nas pernas (relaxamento)

    ▪ a divisão em capítulos (I, II e II) também se mostrou desnecessária, já que a cena seguinte ocorria imediatamente depois. Essas quebras de texto são usadas quando mudamos a cena, seja para um tempo no futuro ou para outro lugar ou personagem.

    💡 Criatividade (⭐⭐▫): embora use o padrão pós-apocalíptico tem suas doses de criatividade.

    🎯 Tema (⭐⭐): está adequado ao tema do desafio.

    🎭 Impacto (⭐⭐▫▫▫): estava gostando bastante do texto e das cenas de ação (apesar dos problemas textuais que citei acima). As últimas frases, porém, quando o javali resolve comer o corpo do “amigo” e morrer logo em seguida são bem broxantes e tiram todo o impacto do texto. Ficaria bem melhor, por exemplo, se o texto terminasse com o porco deitado ao lado do amigo até o fim e terminar ali. Ficaria subentendido que ele morreria depois, mas terminaria, pelo menos, com uma imagem bonita.

    Obs.: caso o autor seja iniciante, gostaria que usasse as críticas para crescer e evoluir na técnica narrativa. Ele tem uma boa imaginação e capacidade de contar histórias. Basta trabalhar melhor a técnica e treinar bastante que terá futuro.

  35. Roselaine Hahn
    1 de junho de 2017

    Olá Friedrich, a ideia aqui é o exercício da escrita como um laboratório, eu dou pitacos no seu conto, você dá no meu, e todos evoluímos no ofício. Confesso que foi bastante difícil a leitura, galopante, por assim dizer. Revise, principalmente, a pontuação. Parágrafos muito longos, o leitor tende a se dispersar. Você tem o mote do suspense, terror. O final, do Pumba se servindo do amigo, me lembrou Stephen King, e nem o mister King nasceu pronto, prova disso está no livro dele “Sobre a escrita”, que recomendo. No mais, continue lapidando a sua escrita, como se não houvesse amanhã. Abçs.

  36. Sick Mind
    31 de maio de 2017

    Não sei se o autor(a) está iniciando agora sua carreira pela escrita, mas essa foi a impressão que tive ao ler o conto. Parte disso é culpa dos mtos erros que escaparam de uma revisão. Mas a maneira como a história é contada também causa essa impressão. E por fim, a forma de descrever a maioria das coisas, como: floresta ancestral, carcaça putrefante, penumbras da lembrança, noite que traz junto a escuridão e o medo, etc.
    Pumba, do filme O Rei Leão, está tão presente na cultura pop, que não acho que era preciso explicar a referência a infância do Velho. Os leitores sacariam isso sozinhos facilmente. Da mesma maneira que, se fosse um cachorro com o nome de Coragem, a associação seria automática.
    As atitudes do Velho não condizem com a de alguém que está há anos sobrevivendo nesse cenário apocalíptico que o autor(a) criou. A prova disso é saber que as criaturas morrem na presença de um suíno e mesma assim ir dormir sozinho, fechando o porco para fora e colocando 2 obstáculos que o impedisse de entrar. Ora, seria mto mais seguro dormir abraçado com o javali!
    Reconhecer pelo cheiro a presença das criaturas e ainda assim escolher descer sozinho, sabendo que do lado de fora tem um javali que mata essas criaturas, é suicídio.
    A cabana com cerca de 50 anos é considerada recente num momento e em seguida, detalhada como velha. É uma descrição que confunde.
    O sonho, que não se parece com um sonho, tenta impressionar pelas imagens cósmicas e até certo ponto elas dão certo, mas tem que saber dosar isso melhor, para não fazer um necrofilia no infinito da mente do leitor.
    Acho que o final pessimista combinou bem com o resto do conto. Só senti que o autor(a) podia ter investido mais num drama para o javali a partir do momento que seu companheiro morre. Isso mexeria com o sentimental do leitor, afinal, quem não sente dó de um animal que perdeu tudo o que tinha? Por mais triste que seja, acrescentaria uma camada a mais de desenvolvimento a história.

  37. Iolandinha Pinheiro
    31 de maio de 2017

    O primeiro parágrafo, apesar da pontuação caótica, chamou muito minha atenção, fui pescada por ele. Gosto de contos de suspense (mentira, adoro) e o seu. com um começo que dizia sem dizer, atraiu a minha curiosidade. Continuar lendo o conto, entretanto, foi um desafio para a minha paciência. Felizmente, chegou um momento que o conto deixou de ser confuso e a história voltou a ser compreensível. Para concluir, eu acho que você teve uma ideia genial nas mãos e, com mais calma e investimento numa boa revisão, o seu conto ia brilhar no desafio. Você tem talento, só falta aprimorar a técnica.

  38. Jowilton Amaral da Costa
    30 de maio de 2017

    Não gostei, desculpe. Achei a trama confusa e a narrativa bem ruim. Como já falaram, tem muitos erros, isso atrapalha muito na leitura e no entendimento da estória. Continue praticando. Boa sorte.

  39. Neusa Maria Fontolan
    29 de maio de 2017

    Uma história que me deixou com algumas perguntas.
    O homem tinha um medo notório das criaturas que infestavam aquele mundo,(era isso, não era?) ao ponto de bloquear a porta com um sofá (Porque arrastar a geladeira?) Quando abriu a porta que a geladeira bloqueava, e sentiu o cheiro da morte, foi burro o bastante para descer ao porão? (porque não voltou a geladeira no lugar e botou fogo em tudo aquilo?)
    a história é boa, só tem que ser melhor trabalhada
    parabéns pela ideia.
    um abraço.

  40. Luis Guilherme
    27 de maio de 2017

    Olaaa amigo, tudo bom por ai?

    Desculpa se sair zoado meu comentário, escrevo muito mal no cel.

    Vamos ao conto: gostei do enredo, mas tenho ressalvas.

    Vamos começar pelos pontos positivos. O conto tem um enredo criativo e curioso. Gosto de histórias pós-apocalípticas, entao de cara ja gsnhou minha atençao. A atençao virou curiosidade, pontos por isso.

    Porém, a escrita tem problemas de fluência, especialmente ligados à pontuação, que atrapalham um pouco. Em especial, cuidado com alguns momentos em que você utiliza vírgula en vez de ponto. Isso acaba fazendo com que a história perca seu ritmo e cansa o leitor.

    Achei Tambem que a última frase foi pensada pra causar um efeito, mas nao causou legal. Nada na construção da personalidade do javali indicava que ele comeria o cadáver do amigo.

    Enfim, é interessante e criativo, e isso é o que conta mais, mas um cuidado maior com a pontuação e revisão sempee agregam.

    Parabens e boa sorte!

  41. Olisomar Pires
    27 de maio de 2017

    1. Tema: Adequação presente.

    2. Criatividade: boa. Sujeito e javali sobrevivem num mundo difícil e assombrado por seres fantásticos, até que morrem.

    3. Enredo: A trama em si é simples. Relata o episódio final da vida dos personagens. Dessa forma, as partes do texto se ajustam.

    4. Escrita: É o grande problema do texto. Uma revisão criteriosa ajudaria muito.

    Não vejo que seja questão de estilo.

    Nem são palavras grafadas erroneamente, essas até passariam, acontece o tempo todo.O problema é de pontuação mesmo. Vírgulas sobram a todo momento.

    Digo isso para que o autor perceba o fato e o corrija. Isso aconteceu comigo quando iniciei aqui no Entrecontos e graças às críticas venho me policiando na questão “vírgulas”, acho que tenho conseguido, o certo é que já melhorei bastante.

    Além disso, existem algumas construções estranhas. Separei algumas e ratifico outras que foram feitas pelo colega Ricardo Falco:

    – “Sua visão embaçada indicava muita luz, deve ser dia”, o verbo está incoerente com o restante da oração. “deveria” ou “era” dia ficariam melhores de ler;

    – “ele então se permitiu escapar um leve sorriso” – A manter essa construção, o verbo escapar está sobrando : “… se permitiu um leve sorriso” ou “ele então permitiu que um leve sorriso escapasse” ou corta-se o termo “se”: “Ele então permitiu escapar um leve sorriso”;

    – “fazer sons gorgorejantes tão grotescos que me lembram vísceras” – aqui uma comparação estranha: sons lembram vísceras ? Talvez tenha desejado dizer que “lembram o movimento de vísceras”, não sei;

    – “ele então deu uma última vislumbrada na cabana e no corpo de seu antigo dono que, mesmo restando uma carcaça já putrefante, ainda dava para identificar a causa de sua morte precoce” – Nesse ponto há dois verbos deslocados para o sentido: “deu uma última vislumbrada na cabana” ? esquisito, não soa bem e “restando uma carcaça” não tem sentido dentro do período. Leia em voz alta essa parte e notará o que pretendo apontar.

    – “pegou as suas novas vestes e as provou” – Ficou repetitivo “as suas novas vestes e as provou” – eu sugeriria “Pegou suas novas vestes e as provou” ou mais direto “provou suas novas vestes”;

    – “a fim dessa jornada” – seria “o” fim desse jornada – separei só essa, mas existem outras com o mesmo problema do artigo;

    -Os termos “e” como conectivo e o termo “se” como partícula apassivadora abundam no texto e esses termos se não usados bem, confundem o leitor, além de travarem a leitura.

    5. Impacto: Baixo

    O texto é criativo, mas o episódio narrado nada explica, não empolga. Os personagens encontram a morte de uma forma infantil. Além, claro, das dificuldades já apontadas que chamam muito a atenção.

    Espero que o autor não se desanime e continue estudando e escrevendo.

    Boa sorte.

    • Olisomar Pires
      27 de maio de 2017

      Detalhe: A questão dos vampiros não gostarem de alho ou do lobisomem ser morto por prata não são “tosquices”.

      Existem razões de ser que remontam séculos de folclore.

      O alho era usado na antiguidade, e ainda hoje, como medicamento, por consequência, ele teria o poder de afastar a morte. Sendo o vampiro um morto-vivo, a explicação é óbvia.

      A prata para o lobisomem, de acordo com algumas narrativas, faz parte da maldição lançada sobre Judas, traidor de Cristo, o primeiro lobisomem, em função das 30 moedas de prata.

      Em outras lendas, a prata representa a luz vinda da lua, a qual nos período pré-históricos, afugentava os predadores na noite e desse modo mataria o monstro também.

      Enfim, o ponto é que nada é por acaso.

      Não havia necessidade de justificar o “medo dos porcos” dizendo que outros amuletos também não tinham sentido, porque ao se saber que esse amuletos – alho e prata – possuem sentido, a questão fica neutralizada e enfraquece o argumento.

      • Friedrich Norstand
        28 de maio de 2017

        Obrigado pela avaliação Olisomar.
        Apenas gostaria de apontar que a questão das fraquezas de seres sobrenaturais serem apontadas como “tosquices” vem da nossa concepção moderna. Como você apontou, fazem sentido histórico, porém, na cultura pop atual não fazem. Boa parte das pessoas sabem dessas fraquezas e não sabem onde surgiram ou porque, e foi isso que eu quis transmitir.

  42. Vitor De Lerbo
    27 de maio de 2017

    A história é interessante. Um velho badass que, ao que parece, é mais do que os nossos olhos podem ver, caça as criaturas com sua arma perfeita: um javali.

    É uma pena que os erros gramaticais e a confusão presente em diversas frases distanciem o leitor da trama. Uma dica é diminuir bastante essas frases, pra que o leitor não perca o fôlego, e revisar bem o texto todo; não apenas palavra por palavra, mas sim o significado das frases.

    Boa sorte!

  43. Ricardo Gnecco Falco
    27 de maio de 2017

    Olá autor/autora! 🙂
    Obrigado por me presentear com a sua criação,
    permitindo-me ampliar meus horizontes literários e,
    assim, favorecendo meu próprio crescimento enquanto
    criativa criatura criadora! Gratidão! 😉
    Seguindo a sugestão de nosso Anfitrião, moderador e
    administrador deste Certame, avaliarei seu trabalho — e
    todos os demais — conforme o mesmo padrão, que segue
    abaixo, ao final.
    Desde já, desejo-lhe boa sorte no Desafio e um longo e
    próspero caminhar nesta prazerosa ‘labuta’ que é a arte
    da escrita!

    Grande abraço,

    Paz e Bem!

    *************************************************
    Avaliação da Obra:

    – GRAMÁTICA
    Muitos, muitos, muitos, muitos… Já disse ‘muitos’? Ok. Muitos(!) erros, gramaticais e de pontuação, acentuação, concordância, entre outros, foram encontrados durante a leitura, o que dificultou bastante a mesma. Vou marcar abaixo apenas alguns (dos muitos, muitos, muitos e muitos…) encontrados, os mais sérios, para que o autor possa percebê-los (é normal ficarem ‘invisíveis’ para nós, enquanto criadores, pois lemos o próprio texto com o 6º sentido, que é a visualização das cenas existentes apenas em nossa mente, e não com a visão dos nossos olhos) e, além de consertá-los, (re)conhecer a importância de uma (boa) revisão na obra pós-finalizada. Esse ‘esculpir’ do texto vem com o tempo, com muita leitura e com muita prática, escrevendo e, sobretudo, reescrevendo muito. Faz parte do crescimento de qualquer escritor/a. O importante é termos humildade para aceitar que (ainda) não somos tão bons quanto pensamos ser, mas que, aproveitando as dicas e a ajuda de colegas escritores mais experientes (e sempre os teremos, pois estamos eternamente evoluindo, se formos humildes, é claro), vamos melhorar a cada dia. Então, humildemente, vou explicitar por aqui alguns deles (dos muitos e muitos e muitos e muitos e muitos e muitos…), que percebi apenas no primeiro parágrafo, deixando os demais, nos parágrafos seguintes, como sugestão de exercício para o/a autor/a já ir treinando para o próximo Desafio (e para eu também poder dar sequência às demais leituras e avaliações, tentando ajudar aos demais colegas): 😉
    “Tentou mover o braço direito, tamanho foi o rasgo que sentiu que parou.” –> Correto seria [Tentou mover o braço direito. Tamanho foi o rasgo que sentiu, que parou.] ; “…que assombravam seus relapsos de consciência. “–> Correto seria [lapsos] ; “Então tudo virou sombras novamente.” –> Melhor seria [Então, tudo virou sombras novamente.], ou ainda [Então tudo virou sombras, novamente.] ; “Quando recobrou os sentidos não sabia quanto tempo tinha se passado, minutos? Horas? Dias?” –> Correto seria [Quando recobrou os sentidos, não sabia quanto tempo tinha se passado. Minutos? Horas? Dias?] ; “Sua visão embaçada indicava muita luz, deve ser dia, o odor nojento que emanava…” –> Melhor seria [Sua visão embaçada indicava muita luz, devia ser dia… O odor nojento que emanava…] ; “Usou toda sua força consciente para se lembrar como foi parar ali, seja lá aonde “ali” fosse, antes que apagasse novamente.” –> Melhor seria [Usou toda sua força consciente para se lembrar como havia parado ali, seja lá aonde “ali” fosse, antes que apagasse novamente.], ou melhor ainda [Usou toda sua força consciente para se lembrar como havia parado ali, sendo “ali” onde fosse, antes que apagasse novamente.] ; “E com grande esforço mental começou a se lembrar…” –> Melhor seria [E, com grande esforço mental, começou a se lembrar…] … Espero ter ajudado! 🙂

    – CRIATIVIDADE
    Boa. A história é bem criativa e, sendo melhor ajustada na parte da escrita (conforme colocado acima), ficará bem fácil acompanhar o fluxo criativo do/a autor/a.

    – ADEQUAÇÃO AO TEMA PROPOSTO
    100%. Temos javali, trajes e mala.

    – EMOÇÃO
    Deixando a parte da construção textual de lado (pois já foi abordada acima), a história desperta bastante interesse no leitor e, após ajustadas as partes que precisam ser ajustadas, será um conto bem interessante, com um final impactante como uma boa história curta deve possuir!

    – ENREDO
    Num futuro apocalíptico, sobrevivente e seu companheiro javali tentam resistir, em vão, ao próprio extermínio.

    *************************************************

    • Friedrich Norstand
      1 de junho de 2017

      Muito obrigado pela avaliação e pelas dicas, ajudaram demais.
      Boa sorte no desafio,
      Abraço.

  44. Lee Rodrigues
    27 de maio de 2017

    Caro autor, andei mergulhando na sua criação.

    “Sonhou que era a escrita, e que ganhava vida, indo para cima e para baixo no horizonte da imaginação, e então foi para baixo, muito baixo, para o fundo, tão fundo que chegou em cantos abissais do universo, lugares povoados por criaturas escamosas e peludas, cósmicas em sua essência, cujos olhos pálidos necrosados aspiravam a morte, a escrita então foi mais fundo, fugindo das criaturas perversas de olhos lunares.”

    No sonho o autor trabalha a analepse descrevendo a criação do mundo, não do barro, e sim nas profundezas do mar, “linkando” com o início do texto: “Dor. No início era apenas dor, e escuridão”, fazendo uma alusão a gênesis, antes da separação de terra e água.

    Conforme as escrituras sagradas, tudo se fez através da palavra, aqui, apesar de demorar para entender o significado das repetições – ainda no sonho – da palavra “escrita”, entendi como uma reafirmação que nada havia, antes de ser escrito pelo dedo de Deus, que apesar de não estar explicito o nome de quem escreve, Percebe-se os valores religiosos pincelados no persona, quando retruca para o defunto que “Deus não iria perdoa-lo (por ter cometido suicídio)”.

    Eu gostei disso, mas puxar esse fio deu trabalho.

    “ele parou de questionar o modo como as coisas são desde que Eles chegaram”
    O “Eles” grafado com inicial maiúscula chama a atenção, ao mesmo tempo que abre caminho para a ambiguidade, pois pode estar se referindo a chegada dele junto com o amigo-porco, enfatizando que são viajantes, ou se referir aos seres de sons gorgorejantes, até levantando a hipótese de se tratar de aliens, ou quem sabe, de terem emergido da Fossa das Marianas.

    A premissa é muito boa, eu realmente gostei da leitura da imagem do desafio, o que ofuscou a beleza do texto, na mina opinião, foi a narrativa e alguns ruídos semânticos

  45. Olá, Friedrich,
    Tudo bem?
    Você criou um conto apocalíptico, estruturado em 3 capítulos e dando a impressão de que sabia bem que história contar. Sua premissa é interessante, assim como a narrativa. A ideia de que as criaturas do mal, não gostam de porcos – no caso aqui javalis -, bem como a de que seu personagem, por este motivo, caminha errante a fim de se proteger é bem interessante.
    Entendi que a referência ao personagem do Rei Leão na vida do protagonista é, justamente, para mostrar ao leitor que a trama se passa em um futuro próximo. Mas, ainda assim, arrisco dizer que você seja um(a) jovem autor. Digo isto porque gostaria de tocar aqui em um assunto muito importante para todos nós escritores. Todo profissional precisa conhecer bem seu instrumento de trabalho. Em nosso caso aqui, profissionais ou não (já que submetemos nossos textos à leitura de outros), as palavras.
    Percebi em seu texto (não me leve a mal – só escrevo aqui para trocar experiências – no Entre Contos todos aprendemos e ensinamos) que algumas palavras estão utilizadas fora de contexto. Quer dizer, elas não significam exatamente aquilo que você queria dizer. Um exemplo: relapsos de consciência (*lapsos). Esse trecho, bem poderia ser uma brincadeira, e, esse lapso, pode até ter sido obra do corretor de texto, mas, ainda assim, quis deixar registrada a importância da semântica na vida de um autor.
    Sobre a trama em si. Como já disse. Gostei. Você consegue manter seu leitor atento e ainda cria cenários muito bons, densos e interessantes.
    O porco comer o amigo no final foi bem forte e nada inverossímil. É sabido que até cachorros comem-se uns aos outros e mesmo a seus donos, depois de mortos, caso precisem se alimentar e não encontrem outras fontes. A lei da natureza é cruel.
    Parabéns por escrever e boa sorte no desafio.
    Beijos
    Paula Giannini

  46. Priscila Pereira
    25 de maio de 2017

    Oi Autor(a), seu conto tem uma pegada interessante, um tom de suspense bem legal. Acho que é o terceiro que leio sobre o fim do mundo… essa imagem inspirou o apocalipse mesmo… achei o sonho do personagem desnecessario para a trama, e o final totalmente desiludido foi meio que um balde de agua fria. Precisa de uma boa revisão, leia lentamente em voz alta, com certeza você achará os outros erros. Boa sorte!!

  47. Milton Meier Junior
    25 de maio de 2017

    De início o conto desperta interesse, mas no seu decorrer os erros gramaticais e especialmente de digitação são tantos que acabam tirando a atenção do leitor. A história em si já é um pouco confusa e exige uma certa atenção, mas com tantos erros o leitor acaba perdendo a paciência. Pelo menos, foi o meu caso. Revise melhor da próxima vez, prezado autor.

    • Friedrich Norstand
      25 de maio de 2017

      Obrigado pela avaliação Milton.
      Eu revisei o conto e encontrei dois erros, não é o bastante para como o seu comentário descreve, outro comentário também se referiu aos erros gramaticais, sendo que não encontrei todos esses erros, eu encontrei “nausabundos” e “passriamessa”

  48. Ana Monteiro
    24 de maio de 2017

    Olá Friedrich. Fiquei com a ideia de que o seu conto não foi revisto, tem muitos erros e provavelmente são todos de digitação. Não irei enumerá-los a menos que mo peça, mas aconselho a que reveja pois são em alguma quantidade. Um pormenor que também notei, embora considere de somenos, foi o facto do velho chamar Pumba ao amigo em virtude duma qualquer memória de infância. Pumba é um personagem com pouco mais de 20 anos, incompatível com memórias infantis de idosos. Como digo é de somenos, mas eu própria já cometi erros deste tipo e isso prejudicou a qualidade da minha escrita perante terceiros – algo que passei a evitar e que, sempre que vir, tentarei também ajudar a que não suceda a outros. O conto está bem, desenvolve os personagens, cria algum suspense e tem um final amoral, tal como aprecio. Adequa-se ao tema proposto, sem colar, mas o suficiente. Torna-se credível dentro dum universo imaginário. Obrigada pela leitura. Boa sorte.

    • Friedrich Norstand
      24 de maio de 2017

      Muito obrigado pela sua avaliação Ana.
      Só gostaria de apontar que o Pumba ser parte das memórias de infância do velho é para demonstrar que a estória se passa num futuro consideravelmente distante

  49. Pedro Luna
    21 de maio de 2017

    No geral, achei um conto bacana.

    O ponto alto é essa ideia de criatura que teme o javali. Então a figura do personagem me veio como a de um van helsing, um caçador de criaturas, com a sua arma secreta ao lado. Uma ideia que permite muitas possibilidades de estorias.

    Agora, de ponto fraco só vi o final. A reviravolta com Pumba e o cadáver não foi uma boa sacada, na minha opinião. Destrói a imagem do companheiro fiel que tinha sido criada, e mesmo que seja possível, pois é instinto do bicho, quebrou um pouco o clima e achei meio forçado para criar impacto.

    Também notei algumas coisinhas, como: “Com grande força para a idade ele moveu a geladeira de lugar para bloquear a porta”, mas ele já não tinha bloqueado a porta com um sofá ou entendi errado?

    Bom, no geral, boa leitura.

    • Friedrich Norstand
      22 de maio de 2017

      Muito obrigado pela sua avaliação, o intuito do final deveria mostrar que não existe drama na morte e que quando se morre simplesmente acaba. A reviravolta não era para ser bem uma reviravolta, era a única saída possível, animais fazem isso, segundo estudos, bastariam alguns dias para um cão-guia devorar seu dono se estivesse na mesma situação, mas entendo sua crítica.
      A parte da geladeira foi realmente um deslize meu que, muito bem apontado.
      Obrigado pela avaliação.

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Publicado às 20 de maio de 2017 por em Imagem - 2017 e marcado .