EntreContos

Literatura que desafia.

Um homem mau (Pedro Crivello)

Existem coisas no nosso mundo que não conseguimos explicar, um fenômeno da natureza ou segredo entre a vida e a morte, mas as vezes o que realmente parece inexplicável é a maldade de algumas pessoas…

O dia já estava findando, e o vaqueiro levava seu singelo rebanho de volta ao curral. Ao todo seu gado contava com apenas 20 cabeças de gado, pouco para um homem com tantas ambições.

Sua fazenda era um casarão velho, quase decadente, tinha uma arquitetura típica do começo do século XX. Em muitos lugares do curral a madeira era podre, arame farpado em alguns pontos falhos impediam que as vacas saíssem, uma maneira cruel e barata de manter o gado dentro.

Ao terminar de colocar o ultimo boi dentro da cerca o vaqueiro cuspiu um xingamento e amarrou seu cavalo em um palanque ao lado da soleira da casa grande. O homem era uma figura pitoresca, tinha lá para os seus 50 e poucos anos, seu corpo era esquelético mas as mãos firmes, calejadas pelo trabalho na roça.

Era odiado por muitos. Rude até com quem o trata-se bem, chutava cachorros na rua quando ia para a cidade e implicava com as mulheres. As crianças tinham medo de sua barba e as velhas fechavam as janelas das casas quando ele passava.

Era pôr do sol quando o padre chegou montado em um alazão branco. Ao contrário do vaqueiro o padre era jovem e belo, com um cabelo loiro e liso e um rosto liso como de um bebe, mas sua característica mais marcante era ser gentil com todos, motivo pelo qual o homem o invejava e o desprezava.

-O que o traz aqui? Sinhô padre – disse o fazendeiro enquanto ele mascava um capim seco e tirava a lama de suas botas.

-Noite, sinhô – o padre disse com cortesia forçada, já tivera vários atritos com o homem e não buscava simpatia do mesmo. – estava passando de fazenda em fazenda para avisar, algum bicho selvagem matando os animais de fazenda.

-Que tipo de bicho? – o outro respondeu preocupado somente com sua propriedade.

-Não sabemo, só achamo algumas vacas, cachorros e até cavalo morto, com só a língua arrancada.

-Bem, se qualquer bicho aparecer eu dou um tiro nele que nem vai tempo de pensar – o vaqueiro disse pegando sua espingarda e tirando a trava em sinal de ameaça, ele completou com um sorriso – agora pode se retirar sinhô padre.

-Na verdade eu queria falar mais um negócio com ocê- o jovem desceu do cavalo sua batina roçava no barro e a pesada cruz de prata em seu pescoço balançava- queria mais uma ajudinha pra igreja, para poder encontrar as mulheres sumidas…

As narinas do vaqueiro inflamaram de raiva, ele apontou a espingarda para o padre e começou a bravejar:

-Eu dei todo o meu dinheiro, não sei quantos cruzeiros para a igreja falar que não conseguiu nada – a cada nova palavra o padre chegava para trás com medo – sabe que minha mãe é uma das sumida, a sua capelinha não fez nada e quer mais dinheiro?!

O homem deu um tiro para o alto, uma maneira de evitar atirar no rosto do padre, este caiu no chão sentado, com as pernas tremendo de susto, enquanto seu cavalo branco corria em disparada para longe. O vaqueiro simplesmente se virou e murmurou.

-Preferia o padre veio que ocê – então voltou para dentro de sua casa pronunciando entredentes um silencioso “vá embora”.

***

A Igreja tinha poucas terras em seu domínio, apenas o bastante para uma capela aos arredores do vilarejo e ao pé da serra. O jovem padre só conseguiu voltar para lá a noite, guiado apenas por uma tocha improvisada.

Ao adentrar na igreja o padre fez o sinal da cruz e acendeu as velas para iluminar o santuário. Era um lugar escuro e só havia missa aos domingos de manhã por ser quase impossível receber visitantes a noite.

O jovem se ajoelhou perante ao altar, diante a imagem de jesus cristo na cruz e rezou pelas mulheres desaparecidas.

Há algum tempo algumas moças do vilarejo e de fazendas vizinhas, sobretudo viúvas e mulheres mais velhas, estavam sumindo. Suas famílias não queriam acreditar que estivessem mortas pois nunca encontraram um único corpo.

A preocupação aumentava quando o relato do bicho comedor de línguas rondava a região (por sorte parecia que o bicho não se interessava por pessoas).

O padre então pediu ajuda para a arquidiocese na capital de Minas Gerias, mandando suprimentos para as famílias desamparadas e ajuda para poder rastrear essas mulheres. Tudo porem parecia ser em vão.

Após rezar dez ave Marias e vinte pai nossos o jovem sacerdote fitou a imagem do cristo na cruz por algum tempo, pegou uma vela e foi até o porão da igreja. Ele desceu as escadas em espiral feitas de pedras mal lapidadas e era fundo.

O acolito acendeu outras velas em pedestais no escuro porão, logo as trevas deram lugar a luz bruxuleante do fogo. As correntes enferrujadas pareciam brilhar refletindo a luz da vela, e os rosto antes cobertos por sombras foram revelados por uma penumbra triste.

– a sinhora confortável? – ele levou a vela até o rosto de uma velha que mal parecia acordada, o cabelo dela estava desgrenhado e sua roupa reduzida a trapos, quando a senhora o viu ela tremeu de medo. – hoje fui ver seu fio, sabia? Ela muito preocupado, deve me odiar, talvez desconfie de mim.

Entretanto ninguém jamais desconfiaria do jovem e inocente padre, quando o antigo morreu a arquidiocese enviou um sacerdote de um município muito longe. O que ninguém sabia era que o padre que fora enviado foi assassinado na estrada, e aquele que o matou pegou suas roupas e roubou sua identidade.

O gatuno aproveitou sua semelhança com o acolito que havia matado e conseguiu até enganar alguns representantes da igreja.

-então qual das sinhoras querem fazer a graça hoje? – o homem perguntou com um sorriso maníaco, olhando para todas as suas vítimas encarceradas, somavam ao todos 20 mulheres, na sua maioria velhas, tendo apenas uma jovem viúva, que perderá o marido no ano interior. – pode ser ocê.

O maníaco foi logo na mais jovem, sua pele era bronzeada pelo sol e os cabelos volumosos, negros e brilhantes. Porem ela tinha sido a primeira mulher a ser capturada e pelo tempo que passará no porão da igreja seu rosto empalideceu, ao ponto dela parecer um fantasma e o cabelo perdeu o brilho ficando quebradiço.

O homem pegou a mulher pelos braços e tirou as correntes que prendiam seus pulsos e a posicionou em cima de uma mesa de madeira. O farsante tirou a pesada crus de seu pescoço e depois ariou a batina.

Ocê lembra minha mãe sabia – o jovem disse beijando o pescoço da moça que pouco reagiu, apenas tremeu de medo – sabe eu gostava muito dela e sempre queria dormir com ela, mas ela disse que meninos de verdade não dormem com a mãe. Ela não quis o meu amor e me batia pra eu voltar pra minha cama, quando cresci fui eu quem comecei a bater nela.

O homem começou a morder a moça violentamente, ele raspou-lhe os trapos e começou a chupar o mamilo como um bebe suga o peito da mãe. Ele arriou mais a batina, pronto para viola-la como geralmente fazia, com todas as outras olhando.

Os mal tratos e a falta de comida as deixavam fracas e debilitadas e sem forças para reagir. Porém o que é impressionante, é que alguns homens e mulheres podem tirar forças do fundo de sua alma em uma situação desesperadora.

De repente ele gritou, sua visão falhou por um minuto e veio a dor.  Enquanto ele estava distraído a jovem viúva pegou o crucifico jogado no canto da mesma e enfiou no olho esquerdo dele com muita força.

O homem cambaleou para trás e caiu, sua cabeça fez um baque no chão, ele não se contorceu, foi perdendo a consciência aos poucos e acabou assim, seminu e sangrando.

***

Ele acordou não sabia muito bem onde estava, havia perdido a visão do olho esquerdo, mas pelo que parecia era um lugar cheio de lama e mato. Tinha muitas pedras ao redor e a vegetação era de grama até surgir algumas arvores retorcidas que subiam um cume, era algum lugar na serra.

Estava chovendo. O homem sentiu a cabeça girar, se esforçou muito a ficar de pé, parecia que tinha alguma coisa errada com suas pernas, como se já não fossem mais suas, entretanto ele se assustou realmente quando viu suas mãos.

Estavam secas, a pele se tornará branca, quase transparente, os ossos quase saltavam das costas de sua mão e 3 dedos da mão esquerda estavam literalmente com os ossos à mostra.

Assim ele percebeu o rosto do corpo. Estava nu, mas não faria diferença, seu pênis fora arrancado, deixando um sangrento buraco no lugar. As costelas apareciam por baixo da carne quase aparecendo, a barriga findara até não parecer mais que um tronco de uma fina arvore, e as pernas pareciam não mais do que dois galhos. O lado esquerdo de seu ombro estava carcomido com sinais de mordida, estampados com sangue seco.

Ele então cambaleou até chegar em uma poça d’agua e olhou seu rosto. Por um momento não pode acreditar, ele já não tinha o olho esquerdo, seu cabelo raleará até sobrar apenas alguns fios, ele também tinha poucos dentes na boca, que pareciam ter se tornado mais afiados, seus lábios estavam repuxados e a pele estica e cheia de manchas.

Colocou a mão sobre o peito, e não sentiu nada, logo ele perceberá estava morto. Havia sangrado até a morte no fundo da catedral, mas ele não acordará no inferno, pareia que tinha sido expulso de lá.

Ele era tão repulsivo nem a própria terra quis engoli-lo, e ficou decompondo ao relento, sem poder ir para o mundo dos mortos.

O corpo seco teve vontade de chorar, quando viu que não conseguia mais produzir uma única lagrima tentou fingir que o céu estivesse chorando por ele, entretanto, por mais que visse a chuva não conseguia sentir as frias gotas em sua pele.

Sem poder expressar sua dor de outra maneira, ele gritou.

***

A história do Maníaco de Ituiutaba ficou muito conhecida. Muito tempo depois de acharem todas as mulheres desaparecidas no porão da igreja (vivas ou mortas), muito tempo depois de sua morte, e principalmente mesmo muito tempo depois de terem arrastado seu cadáver linchado até à serra.

Nenhum dos moradores acreditou que o homem teria encontrado a paz, Os que o enterrarão no pé da serra dizem que viram a cova revirada e nunca acharam o corpo, os mais pessimista dizem que ele ainda vaga por ai, como um cadáver ambulante, procurando saciar sua sede de sangue sede que nem a morte pode conter.

 Entretanto as fontes mais confiáveis são aquelas que contam, se você passar pela serra do corpo seco (como ficou conhecida popularmente) poderá ouvir os gritos de dor e fúria de uma alma destinada a vagar sem rumo até o fim dos tempos.

E ainda advertem, homem que bate em mulher fica com a mão seca.

 

Lenda que inspirou o conto: https://pt.wikipedia.org/wiki/Corpo-seco

Anúncios

41 comentários em “Um homem mau (Pedro Crivello)

  1. Wender Lemes
    31 de março de 2017

    Olá! Para organizar melhor, dividirei minha avaliação em três partes: a técnica, o apelo e o conjunto da obra.

    Técnica: particularmente, não gosto de desmerecer o conto por detalhes gramaticais quando eles não afetam a leitura. Infelizmente, a falta de revisão aqui acabou incomodando, com duas, ou mais derrapadas na maior parte dos parágrafos. Uma dica básica seria se atentar mais aos tempos verbais. Fechar o conto com o link da Wikipedia talvez não tenha sido a melhor opção também – não era necessário, ao menos.

    Apelo: é realmente uma pena que tenha se prejudicado na execução, pois a ideia era bem legal. Inclusive, o eixo narrativo não fica atrás. Soube controlar a expectativa do início ao fim, até brincando com o leitor – refiro-me a isso de jogar um personagem aparentemente mau logo de cara para esconder outro que tinha a malignidade na essência, virando o jogo em seguida.

    Conjunto: como expliquei, acho que esse conto tinha um grande potencial – infelizmente, ofuscado pelo que transpareceu como certa inexperiência com a ortografia. Peço que não se aborreça com minha crítica, gostaria realmente de rever seu talento narrativo explorado com mais afinco nos próximos desafios.

    Parabéns e boa sorte!

  2. felipe rodrigues
    30 de março de 2017

    gostei do conto. a história em que se baseia ajuda muito, mas o autor apontou talento suficiente para criar através da história original, ou seja, não somente contou com suas palavras a lenda, mas fez uso de bons personagens, com uma trama bastante rica. achei desnecessária a explicação final, pois o trabalho já ficaria bem arrematado com o tal grito final. já vou correndo ler mais sobre o assunto.

  3. jggouvea
    30 de março de 2017

    Bem, temos aqui um belo exemplo de um personagem que poderia render um bom caldo, que foi muito bem inserido como um psicopata sertanejo e toda essa torrente de bons fluidos foi miseravelmente desperdiçada.

    Como em outro dos contos do desafio, que agora não me recordo, o problema aqui é o didatismo exagerado, cuja culminação foi inserir o link da wikipedia no fim do texto. Uma das primeiras, e mais importantes, das qualidades que um texto deve ter é a sua autossuficiência. Você não pode escrever um conto e esperar que o leitor o entenda por ter lido outro conto ou visitado a wikipedia, antes ou depois. O autor tem que ter a competência de construir a narrativa com suas proprias forças.

    Isso dito, vamos às notas:

    Média 7,58
    Introdução: 9,0 — começar bem é uma qualidade que o conto moderno tem que ter.
    Enredo: 10,0 — a história aqui contada É BOA, o autor achou uma coisa muito legal para contar, mas… comprometeu na execução
    Personagens 7,0 — o vaqueiro (cuja presença na história é totalmente supérflua) é melhor construído que o padre (protagonista)
    Cenário 9,0 — só tirei um ponto pela necessidade de identificar o lugar. Lenda não tem endereço.
    Forma 4,0 — o ponto mais fraco do texto é a sua execução falha.
    Coerência 6,0 — apesar da introdução estar boa, ela é supérflua ao texto.

  4. Bia Machado
    30 de março de 2017

    “E então? O que achou?” Me pergunta o site aqui na caixa de comentários. Deixando os critérios de lado, só posso dizer que o autor/a autora precisa amadurecer muito. Erros muito simples de serem corrigidos passaram. Repetições desnecessárias, erros de continuidade, narrativa fraca e a parte em que o padre encontra o rapaz também bem desnecessária. Até porque o que tem a ver um padre fazendo essa tarefa? Talvez a intenção do autor/da autora fosse criar um suspense, fazer a gente pensar que o homem mau do título era outro, mas poxa… Não funcionou. Do meio para o final o texto até melhora um pouco, mas… Espero que na próxima pense melhor, revise bem, construa melhor o texto, com mais segurança e até lá continue escrevendo tudo o que puder. Minha nota é 5 para o seu conto, prometi que não dou menos que isso pelo esforço da tentativa. Você mandou um texto, já eu não consegui nem isso. Parabéns pelo esforço, agora é continuar tentando.

  5. Marsal
    30 de março de 2017

    Olá, autor (a). Parabéns pelo seu conto. Vamos aos comentários:
    a) Adequação ao tema: sem duvida
    b) Enredo: A ideia e’ interessante. Esta e’ uma lenda que eu não conhecia. Acho dispensável incluir no final o link para a pagina da Wikipédia que inspirou o conto. A estória em si e’ um pouco pesada, fiquei com o estomago um pouco embrulhado enquanto a lia, mas acho que um texto que consegue gerar emoções no leitor (ainda que emoções ruins) atingiu seu objetivo.
    c) Estilo: O autor escreve bem. Notei uma certa falta de uma maior homogeneização sobre o ponto de vista do qual o conto e’ narrado. O narrador parece ser onipresente, e nestes casos e’ bom ter um certo cuidado em relação a como fazer as revelações para não estragar o suspense. Em alguns momentos, o tom da narrativa se torna quase jornalístico (“Porém o que é impressionante, é que alguns homens e mulheres podem tirar forças do fundo de sua alma em uma situação desesperadora.”)
    d) Impressão geral: Um conto com bastante potencial; veja as ressalvas acima. Boa sorte no desafio!

  6. Cilas Medi
    29 de março de 2017

    1) Rude até com quem o trata-se bem = tratasse.
    Não consegui gostar do conto, por causa dos erros de português (que não vou enumerar porque são facilmente percebidos, mas citei um, acima) e um estilo realmente truncado, sem pontuação adequada. Um conto de terror e não do folclórico.
    Na explicação sobre a lenda que inspirou o conto, outras incongruências. Por ordem:
    1. As mulheres o mataram na igreja, é o que se pode deduzir pelo texto.
    2. Elas foram encontradas muito tempo depois da sua morte, foi a explicação.
    3. Quando foi linchado já sabiam delas?
    4. Se sabiam porque elas foram resgatadas muito tempo depois de sua morte?
    Bem, chega por enquanto.

  7. Gustavo Castro Araujo
    29 de março de 2017

    A ideia contida no texto é muito boa: o padre que se esconde sob a aura de bom rapaz, de enviado de Deus, mas que na verdade sequestra as mulheres do povoado para seu próprio prazer. No fim, já morto, revela-se o monstro Corpo-Seco. Bem, apesar da premissa interessante, a execução ficou muito a desejar. Não só pelos incontáveis erros de português, que revelam certa pressa ao enviar o texto, mas também pelo caráter didático conferido à narrativa. São poucos os momentos em que o autor criou algo por si, preferindo, na maior parte do tempo, manter-se atrelado ao estilo de relatório, típico de wikipedia, o que se faz perceber, em especial, pelo parágrafo explicativo no fim, algo totalmente desnecessário. Enfim, é preciso ler mais, escrever mais, embora inspiração não lhe falte, o que o mais importante.

  8. Pedro Luna
    29 de março de 2017

    Bom, o conto tem aspectos positivos e negativos, mas no geral foi uma leitura agradável. Acho que o escritor não se decidiu aqui no estilo da narrativa, não acho que as cenas descritas combinaram com alguns trechos “jornalísticos”. Acho que ficaria melhor o formato de conto mesmo, apenas contando a história, sem o trato com o leitor (como no final, onde eu visualizei o apresentador do Linha Direta encerrando o programa..kk.)

    Algumas coisas na construção poderiam ser revistas, como aqui: “Ao todo seu gado contava com apenas 20 cabeças de gado, pouco para um homem com tantas ambições.” O segundo gado poderia sair.

    A situação também do padre mantendo as mulheres prisioneiras ficaram um pouquinho forçadas. Bom, apesar de tudo isso, gostei, cara. Deu para ler de boa, foi um conto divertido e com cenas bem descritas de crueldade, justificando o título.

  9. danielreis1973 (@danielreis1973)
    28 de março de 2017

    A história, inspirada na lenda, traz elementos novos e criativos. Só por isso, merece já uma atenção especial. Mas, para ser sincero, a história não me cativou – o psicopata que sequestra é um personagem bem comum no mundo do cinema e dos romances de horror, sem contar que não consegui entender como ele deixava essas mulheres todas em silêncio lá no cativeiro (sem machismo, é pela quantidade delas mesmo)… Boa sorte!

  10. rsollberg
    27 de março de 2017

    Fala José!
    Então, gostei da lenda, o conto tem algumas partes boas, mas infelizmente a falta de revisão prejudicou muito o texto. A história começa com um personagem caricato, daqueles que chutam cachorro e implicam com as mulheres, mas logo sua perspectiva é abandonada e ele já não tem tanta importância para a história, Uma mudança abrupta de protagonismo, o que fica bastante estranho em um texto curtinho, Logo no inicio é possível perceber que faltou um pouco de maturação:”Ao todo seu gado contava com apenas 20 cabeças de gado”, isso ficou meio estranho. Algumas palavras foram repetidas em demasia.
    Gostei dessa passagem, apesar do “que” comido “Ele era tão repulsivo nem a própria terra quis engoli-lo, e ficou decompondo ao relento, sem poder ir para o mundo dos mortos.”

    Particularmente não curto muito esse tipo de abordagem, informação solta, dando pouco crédito para o leitor, “O que ninguém sabia era que o padre que fora enviado foi assassinado na estrada, e aquele que o matou pegou suas roupas e roubou sua identidade”, às vezes é melhor deixar algo mais lacônico, ou uma leve sugestão. Certamente uma questão de gosto.

    De qualquer modo, parabéns e boa sorte!

  11. Rafael Luiz
    27 de março de 2017

    A história é interessante, apesar de contada sem qualquer lógica. Há personagem inútil, histórias inúteis. O enredo faz prosseguir até o fim, mas os erros gramaticais tornam penosa a leitura. Apesar da boa idéia, não progride muito e entrega um final inesperado, mas sem qualquer impacto

  12. Vitor De Lerbo
    27 de março de 2017

    Uma revisão faria bem a esse texto. Os erros gramaticais e de concordância tiram a atenção do leitor.
    Interessante o uso de uma lenda mais obscura.
    Boa sorte!

  13. Ricardo de Lohem
    26 de março de 2017

    Olá, como vai? Vamos ao conto! Uma adaptação correta e digna da lenda do Corpo-seco, um morto vivo similar a um zumbi ou um vampiro. História bem feita, que soube explorar o tema com eficiência. Faltou tornar os personagens mais interessantes, mas isso às vezes é difícil de se conseguir com limitações de palavras e tema que não seja do gosto do escritor. Uma coisa que não gostei foi a mania de colocar gírias, regionalismos e modos populares de falar em itálico. Nunca faça isso! Que fazemos essa aberração, é como se negássemos o direito daquela fala ser legítima ao personagem. É como se você dissesse “Não sou eu que escrevo assim, é ele, o meu personagem ignorante que fala assim!”. Não faça mais isso, é horrível… De resto, uma boa história, e totalmente pertinente com o tema, gostei, desejo para você muito Boa Sorte

  14. Elias Paixão
    26 de março de 2017

    A quantidade de erros ortográficos, gramaticais e de digitação são gritantes. Além de coisas como “crus” (cruz) a história foi escrita de forma a contar a origem de um folclore, mas acabou reduzindo-o a uma lenda urbana. A reviravolta também poderia ser interessante, mas a indefinição do protagonismo acabou não emocionando ou provocando qualquer empatia.

  15. Iolandinha Pinheiro
    25 de março de 2017

    Não conhecia a lenda do corpo seco, mas sabia da história que filho que bate em mãe fica com a mão seca. Enfim. O autor precisa reler o texto e depois de fazer uma minuciosa revisão gramatical, tentar investir em uma melhor coerência do texto, uma construção mais instigante (já que desde o começo a gente sabe quem é o sequestrador das mulheres). Não entendi a necessidade da introdução do personagem do fazendeiro no início da trama, já que o único papel dele é confundir o leitor, que pensa, de início, que o homem mau é ele. Um conto que tem muito para ser trabalhado. Sorte para vc no desafio.

  16. Marco Aurélio Saraiva
    25 de março de 2017

    Foi um esforço um tanto original para dar corpo à lenda do corpo-seco. Sua imaginação é boa, mas o conto perdeu muito com a falta de revisão e erros de português e pontuação.

    No início você parece ter escrito as palavras com mais esmero, mas do meio para o final a quantidade de erros fica gritante, incluindo diversos erros de acentuação que mudam o tempo verbal das suas frases (para exemplificar apenas um dos casos, em certo momento do texto você quis dizer “ficara” mas escreveu “ficará”).

    A história é boa. Ela pede um clima de suspense e horror, especialmente na descida do padre até o calabouço. Notei que você tentou emular este clima, mas infelizmente ele se perdeu nos erros de digitação e português, e na escolha simples de palavras.

    Outra coisa que me incomodou muito no seu conto foi a quantidade excessiva de “contar” e pouquísimos “mostrar”. O vaqueiro do início, por exemplo, só é pintado de mal e arrogante por que você conta as coisas que ele fez e faz, mas eu não o vejo fazer nada de ruim durante o conto inteiro. Na verdade, a ira dele direcionada ao padre me pareceu um tanto justificada. O mesmo acontece com o padre: você nos conta que ele é bom e amado, mas tudo o que eu vejo ele fazer no conto é maldade. Por mostrar pouco destas características e contar muito sobre elas, o leitor não cria uma conexão com os personagens.

    Por fim, fiquei também um pouco incomodado com os dialogos. Vi que você se esforçou para criar alguns regionalismos, mas eles pareciam selecionados a dedo. Numa hora o vaqueiro pecava no plural, noutra hora ele usava o plural perfeitamente. Por quê os personagens falam “sinhô” e “dá”, mas falam “aparecer” e “dou” ao inves de “aparecê” e “dô”? Isso acabou atrapalhando um pouco a experiência por deixar os diálogos bem superficiais.

    Resumindo: boa história, boa imaginação, mas um conto que precisa de muita revisão e mais carinho na escolha das palavras.

  17. Anderson Henrique
    24 de março de 2017

    Faltou revisão. Algumas passagens são muito apressadas como a cena em que o padre acorda depois de ter um crucifixo cravado no olho.
    “o trata-se bem”. O texto tá todo meio bagunçado e a narrativa é apressada. Tem tempo verbal colocado indevidamente, singular que deverias ser plural… É preciso revisar todo o conto e dar uma boa arrumada. Valeu como resgate dessa história trágica, mas precisa de trabalho.

    Pontos a observar (tem mais):
    “hoje fui ver seu fio, sabia? Ela tá muito preocupado, deve me odiar, talvez”
    “tirou a pesada crus de seu pescoço e depois ariou a batina.”
    “seu cabelo raleará até sobrar apenas alguns fios,”
    “Os que o enterrarão no pé da serra diz”

  18. Evelyn Postali
    24 de março de 2017

    Oi, José,
    Corpo-seco é uma lenda urbana. Gosto dela. Gosto de como ela aproxima o que é nacional do internacional, porque, acredito que corpo-seco seja uma espécie de zumbi. Tem algumas coisas para corrigir, não muito, não. Linguagem e roteiro ok, mas me pareceu que poderia dar um pouco mais de ênfase ao corpo-seco propriamente.

  19. Miquéias Dell'Orti
    23 de março de 2017

    Olá,

    A história que você escreveu tem um enredo interessante, um desenvolvimento bacana de reviravoltas e um ótimo final. Tem todas as características de uma boa história, mas achei que você pecou em alguns aspectos básicos que fizeram-na perder a credibilidade. Alguns erros ortográficos e gramaticais sem revisão enfraqueceram muito o texto e em certas passagens (e aqui coloco minha opinião pessoal) há explicação demais sobre o que está acontecendo ou sobre o que os personagens estão pensando; não dar margem para o leitor supor algo ou tomar suas próprias conclusões tira a magia do conto.

    mas acredito que com uma revisão mais atenta e algumas modificações finais você terá um ótimo trabalho em mãos. 🙂

  20. Olá, José de Anchieta,

    Tudo bem?

    O mito do Corpo Seco é forte e digno de nota. Um personagem pouco explorado do folclore nacional digno de grandes histórias do gênero terror e que em nada deixa a dever a Zumbis e vampiros.

    A maldade embutida na lenda em si foi muito bem “apimentada” por você e a reviravolta de o homem mau ser o pretenso padre é uma boa ideia para a trama.

    Esta história é uma saga que poderia merecer narrativas de maior fôlego, contando toda a história do padre, da cidade, do vaqueiro que perdeu a mãe, das mulheres prisioneiras, enfim.

    Parabéns por seu trabalho e boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

  21. Elisa Ribeiro
    23 de março de 2017

    Não conhecia a lenda do Corpo-Seco. Sou grata por você tê-la me apresentado. É uma criatura bem boa para enredos de terror. A história já é suficientemente forte e para o meu gosto você poderia ter narrado de forma mais sutil a cena de estupro. Seu texto tem alguns deslizes gramaticais e de digitação e precisa de uma revisão. Boa sorte!

  22. Fabio Baptista
    22 de março de 2017

    Mais um conto puxando para o lado macabro, dessa vez com uma lenda que eu desconhecia completamente.

    O começo é bom, há tensão no diálogo entre o novo padre e o fazendeiro e o conto parecia que iria render um bom suspense.
    Porém, na segunda parte, essa tensão se perde e tudo é entregue de modo gratuito, mostrando o cativeiro e tal. Eu não entendi a

    encenação toda do padre, rezando pelas mulheres e tal… ele estava sozinho ali, não estava? Além da psicopatia ele tinha um

    transtorno de múltiplas personalidades a ponto de ter que fingir para si mesmo?

    Enfim…

    Isso não conta na avaliação, mas também preciso comentar que essa imagem não tem absolutamente nada a ver com o texto. Pensei que

    fosse um conto de zumbis.

    A parte técnica (essa sim entra na avaliação) também não ajudou muito, foram muitos erros que acabaram comprometendo:

    – que perderá o marido no ano interior
    >>> perdera (com acento o verbo vai para o futuro)

    – Porem ela tinha
    >>> Porém
    >>> “ela tinha” é uma cacofonia. Melhor evitar.

    – tirou a pesada crus
    >>> cruz

    – e os rosto antes
    >>> rostos

    – como um bebe suga
    >>> bebê

    – pegou o crucifico
    >>> crucifixo

    – arvores / lagrima
    >>> árvores / lágrima

    – a pele se tornará branca
    >>> mesmo problema do verbo que vai para o futuro com o acento

    – pareia que tinha sido
    >>> parecia

    – Os que o enterrarão
    >>> enterraram (enterrarão é futuro)

    Abraço!

    NOTA: 6

  23. Olisomar Pires
    21 de março de 2017

    A condução do texto não ficou boa. Os quadros se sobrepondo quase automaticamente, o “padre” personagem não convence, mesmo sendo um farsante, não houve suspensão da descrença nesse aspecto.

    No mais, assim que o padre surgiu, ficou claro quem era o “culpado”, por assim dizer.

  24. Priscila Pereira
    21 de março de 2017

    Oi José, seu conto é muito interessante, no começo parece que o vilão é o vaqueiro, rude, malvado, feio, mas na verdade é o padre novinho, gentil e bonitão, ótima jogada. Pena que esteja tão mal escrito, nada irremediável, só uma boa revisão já elevaria o seu conto a outro nível, tem muitas palavras erradas ou mal empregadas, outros participantes com certeza vão apontar cada erro. Uma coisa que me chamou a atenção foi que você escreveu Jesus Cristo com letra minúscula, espero que tenha sido um lapso, porque independente de suas crenças, nome próprio é sempre com maiúscula. Boa sorte!

  25. Rubem Cabral
    21 de março de 2017

    Olá, José de Anchieta.

    Então, não gostei muito do conto. O enredo não me fisgou e o texto tem muitos problemas: acentos errados, palavras com erros (“crus”, por exemplo), e outros.

    Achei que o personagem do vaqueiro foi mal aproveitado e que a conclusão foi um bocado abrupta.

    Nota: 5

  26. Matheus Pacheco
    20 de março de 2017

    E assim nasceu corpo seco, matador sequestrador e estuprador, ótimas qualidades para ser rejeitado pela terra em que foi enterra, devo dizer que o corpo seco é um dos unicos do folclore brasileiro que eu só sei uma de suas origens.
    Excelente conto e um abraço ao escritor

  27. G. S. Willy
    20 de março de 2017

    É bem visível que o(a) autor(a) não revisou seu texto. Há diversos erros de ortografia, de falta de acento e também de acento indevido, como ‘perderá’, ‘passará’, ‘tornará’, ‘porem’, ‘crus’ entre muitos outros. Há erros de construção de frases e de repetições de palavras. Enfim, foi bem difícil ler até o fim e impossível se conectar com a história.

    Adoro a lenda do Corpo seco, como você verá, e já conhecia essa variante, portanto o conto está de acordo com o desafio.

    Agora focando apenas na história, o animal que estava matando e roubando as línguas foi parar aonde? Digo, qual é o propósito de inserir um mistério esquecido logo depois ou, se houve uma explicação, eu não peguei. As explicações estão muito jogadas, sem suspense algum, e o início do texto é simplesmente inútil pra todo o resto da narrativa, não fazendo diferença alguma para o desfecho, que aliás, mal existiu.

    Uma reescrita profunda, uma lapidação da estrutura e uma elaboração da caraterização dos personagens poderia fazer desse um dos melhores textos…

  28. Evandro Furtado
    20 de março de 2017

    Resultado – Average

    O aspecto mais gritante aqui é a quantidade de problemas com a ortografia. Parece que o autor esqueceu de passar uma revisão mais profunda. Isso é uma pena, porque, no geral, a impressão é que existe uma competência descritiva muito forte escondida em algum lugar por aqui. Os diálogos também são um pouco inconsistentes. Seria legal dar uniformidade. Se for usar traços dialetais locais, que se use na totalidade e não em palavras específicas como foi o caso. Por fim, gostei da trama, apesar do final não ser tão bom quanto poderia.

  29. Bruna Francielle
    19 de março de 2017

    Tema: adequado

    Pontos fortes: Um bom conto, bem contado. A história pode até não ser das mais criativas ou interessantes, sendo muito semelhante a lenda, porém a forma como foi contada deu carisma e importância ao conto. Eu gostei do personagem padre, que parecia tão bonzinho e inofensivo na primeira parte do conto, me surpreendeu na segunda. Conseguiu enganar bem. Parabéns

    Pontos fracos: no começo até achei que a lenda fosse ser aquela do vaqueiro que vence sempre.. A história começou sendo contada do ponto de vista, viés do vaqueiro grosseiro. E depois ele foi completamente apagado da história, o que achei estranho, pois ele parecia ser um personagem interessante.

    • Bruna Francielle
      19 de março de 2017

      personagem importante* quis dizer na última linha, parecia ser o protagonista.

    • Bruna Francielle
      19 de março de 2017

      ah, acho que entendi um pouco tardiamente o objetivo. O título,’um homem mau’, o começo com o vaqueiro ‘grosseiro’, foi feito pra parecer que o título se referia ao vaqueiro. Porém mesmo assim, não deixa de ser um tanto desconcertante que o personagem que tinha tanta enfase tenha sumido da história, apesar da parte do padre ser boa.

  30. Neusa Maria Fontolan
    18 de março de 2017

    Quem diria… Todos se incomodando com o rude fazendeiro, quando na verdade o vilão era o gentil padre. Além de louco devia ter uma enorme tara por mulheres velhas e viúvas.
    Boa sorte.
    Destaque: “Era pôr do sol quando o padre chegou montado em um alazão branco. Ao contrário do vaqueiro o padre era jovem e belo, com um cabelo loiro e liso e um rosto liso como de um bebe, mas sua característica mais marcante era ser gentil com todos, motivo pelo qual o homem o invejava e o desprezava.”

  31. Antonio Stegues Batista
    18 de março de 2017

    O enredo não é ruim, os personagens bem construídos, o conto tem mistério e terror. É uma nova visão da lenda, uma versão válida. Mas, o problema do conto são as frases, algumas mal construídas, outras´com palavras erradas, e erro de digitação. Exemplo de um frase com problema: “Ao todo seu gado contava apenas com 20 cabeças de gado.” Aqui a palavra gado se repete, coisa que se deve evitar pelo menos num mesmo parágrafo. O certo seria: Ao todo seu gado contava apenas com 20 cabeças”. Cabeça quando se refere a gado, ou reses.

  32. Roselaine Hahn
    17 de março de 2017

    Engraçado esse negócio de dar pitaco no conto dos outros, mas acho que essa é a graça da coisa, eu te ajudo com o seu, vc. ajuda no meu, e todo o mundo fica feliz. José de Anchieta, um homem tão bom falando de outro tão mau, corajoso hein! A escolha das palavras certas é um grande desafio a cada texto, ler em voz alta ajuda bastante. Na frase “O dia já estava findando, e o vaqueiro levava seu singelo rebanho de volta ao curral”, acho que nenhum rebanho é singelo, soou estranho pra mim. E em “Ao todo seu gado contava com apenas 20 cabeças de gado, pouco para um homem com tantas ambições”, o gado ficou repetitivo, poderia ousar e dizer algo como mirrado comboio, seria uma analogia e quebraria a narrativa linear. Cuidar letra maiúscula após diálogos, se não houver verbos “Dicendi”. Dá uma olhada na técnica Show Don´t Tell (mostre, não diga), pois o exercício dessa técnica enriquece o texto; ao invés de contarmos os fatos a gente mostra ao leitor e ele toma as suas conclusões, quanto ao tamanho, por exemplo, da maldade do protagonista. Buenas, são as minhas sugestões, espero que as aceite de bom grado, o intuito é de ajudá-lo, pois para mim, não há escritor melhor ou pior, cada um está em momentos diferentes de sua escrita, em uma caminhada de crescimento, assim como na vida pessoal. Abçs.

  33. catarinacunha2015
    17 de março de 2017

    A trama poderia ser melhor trabalhada, já que a ideia é muito boa. A personalidade do padre se confunde com a do fazendeiro; e quem estava arrancando as línguas dos bichos? A maioria das construções do texto implora por revisão urgente. Exemplo: “com um cabelo loiro e liso e um rosto liso como de um bebe,” ou “quando a senhora o viu ela tremeu”, etc, etc… Escrever é um exercício complicado porque exige ler, reler, reescrever e, quando achamos que está pronto, pode não estar.

  34. marcilenecardoso2000
    17 de março de 2017

    Texto confuso. Palavras incompletas e erros gramaticais que dificultam a compreensão do enredo. o vaqueiro do começo da estória ficou flutuando no texto, e o bicho que comia língua também.

  35. M. A. Thompson
    17 de março de 2017

    Olá “José de Anchieta”. Parabéns pelo seu conto. Tive uns probleminhas para aceitar a ortografia de algumas palavras como “enterrarão” que deveria ser “enterraram”, fruto de um possível descuido com a revisão, já que em alguns outros trechos aparecem palavras perdidas ou duplicadas e mais descuidos ortográficos. Nada que o corretor do Word não resolvesse. Quanto a narrativa eu gostei mais ou menos. Sucesso.

  36. Fheluany Nogueira
    16 de março de 2017

    Releitura de “O Corpo Seco”; de início, o narrador parece incriminar o fazendeiro feio e grosseiro, já que segundo uma lenda, o amaldiçoado era assim. Em outra versão é um homem que passou a vida batendo e respondendo para a mãe. Aqui é um falso padre, assassino, sequestrador e que abusava de diversas mulheres, inclusive sua mãe.

    A narrativa está bem construída, tem leitura fluente, mas não me conquistou.

    Algumas questões gramaticais precisam ser revistas:

    • “mas as vezes o que realmente parece” — faltam vírgulas e crase;
    • “Ao todo seu gado contava com apenas 20 cabeças de gado” — repetições próximas;
    • quem o trata-se (TRATASSE) bem, “perderá “, “raleará” (perdera, raleara) – pretérito mais que perfeito) enterrarão (ENTERRARAM) —ortografia e conjugação dos tempos verbais;
    • “acolito “,porem “,”bebe”, viola-la, arvores — acentuação;
    • “ crus “ (cruz), “mal tratos” (maus tratos),”3 dedos “(três).

    Parabéns pela participação. Abraços.

  37. Eduardo Selga
    13 de março de 2017

    O conto tem alguns problemas graves. O principal deles parece ter sido uma indecisão do(a) autor(a) quanto à fidelidade à lenda. A narrativa mítica fala de um fazendeiro ou, quando não diz isso, não afirma tratar-se de um padre. Ocorre que o conto monta um fazendeiro bem maligno, mas não é ele o corpo-seco do conto. Não há obrigatoriedade em sê-lo, mas ao não fazê-lo o personagem perdeu um pouco sua função no texto. A narrativa prescinde dele, completamente. Tanto que ele não retorna à trama, ao fim.

    Outro problema sério é a quantidade de erros gramaticais, principalmente relativos à grafia dos verbos no pretérito mais-que-perfeito, como em passará (PASSARA), tornará (TORNARA), raleará (RALEARA), perceberá (PERCEBERA), acordará (ACORDARA).
    Outras infrações gramaticais:

    Em “rude até com quem o trata-se bem […]” (TRATASSE).

    Em “jesus cristo” (iniciais maiúsculas).

    Em “ave Marias” (hífen e inicial maiúscula em AVE).

    Em “pai nossos” (hífen e iniciais maiúsculas).

    Em “tudo porem parecia ser em vão” (VÍRGULA após TUDO e ACENTO AGUDO EM PORÉM).

    Em “o acolito acendeu” (ACÓLITO).

    Em “Ocê lembra minha mãe sabia” (a pontuação está errada, possivelmente o correto é INTERROGAÇÃO após a palavra LEMBRA.

    Em “como um bebe suga o peito da mãe” (BEBÊ).

    Em “e a pele estica e cheia de manchas” (ESTICADA).

    Em “ele era tão repulsivo nem a própria terra quis engoli-lo […]” (há um QUE após REPULSIVO).

    Em “[…] tentou fingir que o céu estivesse chorando por ele […]” (ESTAVA).

    Em “[…] pareia que tinha sido expulso de lá […]” (PARECIA).

    Em “sabe eu gostava muito dela e sempre queria dormir com ela, mas ela disse que meninos de verdade não dormem com a mãe. Ela não quis o meu amor e me batia pra eu voltar pra minha cama, quando cresci fui eu quem comecei a bater nela” (excesso de ELA-DELA-NELA e ausência de vírgula após SABE).

  38. angst447
    13 de março de 2017

    Olá, autor. Interessante o enredo do seu conto, baseado na lenda do Corpo Seco. Eu não conhecia essa história.
    O tema proposto pelo desafio – folclore brasileiro – foi abordado e, portanto, o autor atingiu esse primeiro objetivo.
    Acredito que o autor seja jovem e ainda pouco experiente nessa coisa de “escrevinhar” suas ideias. Há inúmeras falhas quanto à gramática e o vocabulário precisa ser enriquecido. Anotei apenas alguns deslizes para exemplificar o que falo:
    mas as vezes > mas às vezes
    quem o trata-se bem> quem o tratava bem
    como de um bebe > como de um bebê
    voltar para lá a noite> voltar para lá à noite
    receber visitantes a noite. > receber visitantes à noite
    a imagem de jesus cristo > a imagem de Jesus Cristo
    Tudo porem parecia > Tudo porém parecia
    e os rosto antes cobertos > e os rostos antes cobertos
    Há confusão no uso dos tempos verbais. Note que FICARA (no Pretérito mais que perfeito) é diferente de FICARÁ (Futuro do Presente). O primeiro indica um passado remoto, algo que aconteceu antes. Já o segundo verbo aponta para algo que ainda acontecerá. O mesmo ocorre com OLHARAM (Pretérito Perfeito) e OLHARÃO (Futuro do Presente). ‘É uma falha grave?Sim, é. Tem remédio? Claro que sim. Leia, leia muito e quando cansar, leia um pouco mais. Romances, gibis, o que for, mas que tenha alguma qualidade.
    O lado positivo é que você realmente parece gostar de escrever e cria um clima de suspense bem interessante. Continue experimentando técnicas e aprimorando sua escrita. Boa sorte!

  39. Fernando Cyrino
    10 de março de 2017

    uma história interessante, uma boa narrativa, mas que peca por uma série de problemas que se tornam bem visíveis em seu acabamento. Tive, cá com os meus botões, mas posso ter me enganado, que faltou tempo para a elaboração da história e que teve que correr para terminar de escrever o conto. Outrossim, faltou ainda mais prazo para realizar as necessárias revisões na sua escrita. Abraços

E Então? O que achou?

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Informação

Publicado às 10 de março de 2017 por em Folclore Brasileiro e marcado .