EntreContos

Literatura que desafia.

Fura Tripa (Cilas Medi)

Um gritinho de felicidades e muita alegria, sábado e domingo comemorativos e o rebuliço vai começar na casa da dona Laura.

“Senhor Saci, senhor Saci Tinhorão” – exclamou espevitada e nervosa, colocando-se no meio da reunião, cujos programadores estão eufóricos, também, com a possibilidade de haver humanos entre eles que os podem ver. “Senhor Saci, não…”

— As crianças – falou e pensou rápido, abrindo os olhos e lembrando do que programou para o dia, assim, em milésimos de segundos. Foi para o banheiro.

“Não riam não, vai sobrar para mim”, falou ela, apontando para cada um deles, encarapitados na pedra, na árvore, na relva, unidos em abraços, se cutucando…. “não, eu não, ainda preciso…”

— Querido?! As crianças – lamentou, sorriu, esclarecida do dia e viu o marido sair do banheiro, com os braços abertos e tudo sobrando. Olhou para ele e depois para o outro ele, rindo e apontando.

“Vamos, pessoal, agora somos nós. Um de cada vez para não botar fogo na casa”, explicou corretamente, ordenando, com simples gestos, fazer a fila. “Você, Nairinha, minha razão de viver, falou o esclarecido Iucã, uma forma simples entre batráquio e Louva-a-Deus, ali misturado entre eles, mas firme entre ir e vir nas ordens do Saci Tinhorão.

— Você vai ficar firme? Perguntou  apontando novamente e afirmando, sem palavras, a cabeça girando para a direita e esquerda, com a voz melosa e o fazendo compreender que não funcionaria mais.

“Vamos, pessoal, devagar”, afirmou e aquele levante de elementares, agitados, reassumindo as suas formas femininas e masculinas, no plano para o qual vão tentar ver aqueles que irão ficar. Até para coordenar melhor o Dia do Saci.

— Pode deixar, tudo no controle – colocando a cueca, a bermuda, a camiseta ornada com uma mancha enorme de negro e vermelho, destacando um Saci parrudo e mostrando os músculos, ladeado por dois cachimbos e uma caveira. Ela sacudiu a cabeça, agora na negativa das bobagens que têm que aturar, nesse dia, especialmente, com a festa e, em outros longos tempos, para afirmar, para os pais, que ele não era insano, quando aparecia com trajes totalmente fora de estilo, cabelos longos, barba, às vezes curta (lembrou-se de um dia, a cara raspada pela metade, dizendo que a era a sua cara metade) provocando mais e mais reações adversas dos futuros sogro e sogra.

“Agora, atenção, vocês que ficaram…. esses diabinhos precisam gritar desse jeito? ” – Foi a pergunta para todos os outros que olharam para trás e viram a enorme quantidade de elementais: Caipora, Matinta Perera – lúgubre, mostrando-se e mudando rapidamente na sua forma de Coruja e Anciã -, Araci, Iaras em início e na puberdade, Icamiabas – fortes e guerreiras -, Alamoa com seu séquito e uma sempre benvinda convidada. Os tenebrosos Jururá-Açu, afastados, mas integrados no mesmo sentimento.  

— Que bagunça – ouviu a expressão agoniada da mãe. — Maurício, meu filho do coração, porque você ainda apronta – larga meu velho, vou reclamar sim, – porque você faz isso, não lhe demos educação suficiente!? – Apertando a bochecha e puxando várias vezes. E aperto de mãe dói alguma coisa? Recebendo o carinho.

“Tudo acertado, Iucã famoso chefe – tripudiou Tupi. Ele não respondeu, esperando o último da fila gritar e desaparecer.

— Mamãe, mamãe, gritou a pequena Rafaela – Rafa, espevitada e sempre na condição de estar alarmada com alguma coisa. Abriu a porta do quarto, viu o tio, os avós e passou correndo, entrando no quarto da tia. Atrás dela, o primo que adora a sua presença.

“Tudo, sou suficiente e eficiente com todos eles”, falou bravo e estendeu a fina garra apontando para todos, em nítida ameaça. Todos riram, sorriram, gritaram fininho, uivaram, característica de cada uma das formas.

“Posso assumir, senhor Iucã!?”, falou a sua formosa, Inhansã, que na falta do Tupã, faz-se de secretária para esses assuntos nos dias festivos, como hoje, ou, nesse tempo, já que eles são diferentes quando em uma e outra forma.

— Mamãe, está tudo bem, não precisa nada – falou firme e colocou o fone de ouvido e transmitiu a primeira ordem, comandando: — Batalhão Curupira!!!

— Sim, senhor, a postos. Ele deixou os pais ouvirem, porque já sabia da gritaria do outro lado, os filhos Márcio, Maura e o pequeno Maurício – Miro – sete anos, um temporão, depois do Márcio – quinze anos e a Maura – treze anos. Não precisariam dos fones, já que os gritos se fez ouvir da cozinha e agora uma enxurrada de sons, considerados estranhos para quem não sabe.

— O que é isso, Maurício – ralhou a mãe.

— Dona Virtude – rindo – eles estão se servindo e mastigando. — Melhor se apressar, – puxando e abraçando os pais. — Cuidado com o Betinho, ele não pode tomar leite.

— Minha nossa, é verdade – aliando a preocupação com a saída rápida entre os dois.

— Você continua uma praga – falou, rindo, o velho e atencioso pai (desconfiam, que foi ele o autor de todo esse início de brincadeiras, afinal, é uma mistura de indigenista e autor de livros sobre o folclore das nações, evidente, mas com o forte controle sobre os nacionais), um emérito contador de histórias, entre elas o início do mundo, com os deuses Yamandú, Iara, Abaçai, Angra – tórrida -, Rudá, Chandoré.  

“Podem se acomodar, por favor”, salientou Inhansã, formosa, gentil, coerente, apesar de saber controlar os raios e trovões, apontando para o enorme jardim da casa dos Alencar, onde irão festejar mais esse momento de puro prazer, entre os que saem da companhia deles para desfrutar o prazer de voltar a ser mortal. “Vou lhes trazer o néctar”, mais gentil ainda, girando por si, agradando e sendo agradada por lufadas dos primos Brisa e Vento. A dona Ventania e o senhor Tufão estão viajando, para outras plagas e mandaram lembranças (afinal, basta pensar e saber de todas as novidades no mundo) e ela agradeceu gentil, em nome de todos.  

Os dois chegaram à cozinha, no momento certo de ver o Betinho sair correndo, atrás dos outros, com uma banana de primeira mordida, eufórico, para montar as barracas. A mãe sentou-se em uma das cadeiras, colocando os braços em cima da mesa, uma verdadeira bagunça. Ele ia chamar os filhos, mas ela declinou.

— Deixa, querido, eu arrumo tudo, só faltou um pouco de ar, confirmou sorrindo. Todos os primos de uma vez? Sua irmã não vem? Estou com saudades dela.

A Beatriz e o Flávio foram viajar a negócios. Ele foi porque ela não queria ir sozinha, estava um pouco aflita com a apresentação. — Eu disse para levar um Saci para dar sorte. A mãe abriu os olhos, já antecipando, mas o velho pai confirmou com aquele sorrisinho conhecido há quarenta e dois anos, exatamente, se não quiser contar os meses.

— O que vocês dois aprontaram!? Eles disfarçaram, mas não conseguiram fazer mais nada porque ela os proibia com a sua presença, evitando pegar frutas, café, leite, cereais – com pequenos conjuntos dele espalhados por um amplo granito – central –, com oito cadeiras, já que os pais, proprietários da casa, os fez vir morar ali e mudaram para um apartamento menor, perto e longe ao mesmo tempo, da agitação e barulho das crianças. — Querem fazer o favor!?.

Na pergunta a presença da “dona da casa”, com a pequena nos braços e o menino Bruno, neto da cunhada da sogra, também longe de todas essas confusões.

— O que foi? Entre perguntar por causa do clima e prestar atenção neles dois, os pequenos. — Senta, Bruninho, filhote, falou amorosa, vamos comer depois vai brincar, – salientou, segurando o garoto, colocando a menina sentada e voltando a atenção para eles três. — Quero saber, alguma outra novidade? O questionamento “outra” foi mais do que evidenciado. A sogra apontando para os dois e ainda evitando que pegassem   as xícaras no guarda-louça antiga, retrato dos restantes móveis da velha casa, relíquia de família e evitada ir embora quando da imensa reforma que atualizou tudo, dos canos de ferro para plástico, de azulejos azuis para brancos, de pia esmaltada para granito. — Então!? Para os dois, enquanto servia as crianças.

— Está bem, está bem, senta papai, eu falo – rindo antecipadamente. — Eu coloquei um Saci, quer dizer, sacizinho, pequenino, na mala dela e uma foto de nós dois, fantasiados, para dar sorte. O velho começou a rir, satisfeito, ele também.

“Não falei que iríamos nos divertir? Você é muito cheia de melindres, Iara.

“Ela pode não compreender o gesto, achando que é uma praga”. “Vamos lá, vamos viajar” – voando e rindo, majestosa – puxando a filha da Akuanduba, que está treinando na harmonia e do gesto carinhoso.

— Olha só, Flávio, o meu pai e o meu irmão – mostrando a foto e rindo. Ele viu e sorriu.

— Boa sorte?!

— Com certeza. Já devem estar se divertindo e muito. Eu estou melhor, não precisa fazer essa cara e ficar nervoso.

— Está bem, preciso concordar com um cunhado maluco que quase me mata de susto com aquelas brincadeiras idiotas. Ela riu, lembrando-se e concordando.

— Era para testar o seu amor, no entender dele e do meu pai. Ou ama ou morre. Riram os dois. Ela, pela diferença de horário do exterior, a postos no hotel. Na saída do quarto para o ambiente entre festivo e nervoso dos conferencistas. Será a segunda a falar. Apertou a foto na mão esquerda, com força e sentou-se na primeira fila de cadeiras depois que o marido a beijou carinhosamente, mostrando o pequeno saci – descoberto – na mão direita.

— Está bem, podem tomar a sua refeição matinal – falou ela, a matriarca. — Você…. ameaçou e ele se retirou, sorrateiro, de perto dela.

— Querida, foi só uma brincadeira séria. O filho confirmou.

— Rezamos antes, brincou. Ela avançou agora no filho, que deu a volta na mesa granito e ela parou. Sentou-se novamente, puxando o marido. A pequena já está habituada em ficar com eles e o pequeno também. Após refeição os dois para o quintal e a bagunça confirmada. Ajudar na armação das vinte barracas, para mais crianças do condomínio. Qual o sentido de sofrer sozinho?

“Larga, seu chato”. Cutucou com a pequena varetinha.

— Aí, porque você me cutucou, criticou ela contra o irmão.

— Não fiz nada disso.

— Pai, olha o Márcio.

“Não é legal?! Eles podem sentir, não falei para você! ”. Olharam em volta para ver se não havia nenhum superior e fez novamente.

— Aí, agora foi você.

— Não fiz nada disso, reclamou. A confusão vai começar, como se não fosse o suficiente o número de crianças que já estão e as que virão. Os pequenos capetinhas existem em todos os lados e cantos.

“Para, é melhor. Eles podem nos ver?!

“Claro que sim. Vou ensinar. A gente se concentra, assim, fazendo força na mente e no corpo….

“Que corpo? … nós não temos, somos fumaça, nuvem, invisíveis…”

“…. e vamos ajuntando….”

“…. e é por isso que eles não nos veem… quer saber, pode falar, pronto”

“…. as partículas do nosso pensamento…. obrigado, sem educação”.

”Não sou não, você é que é” – bateu, cutucou com a varetinha e levou de volta um empurrão. Juntou mais Curupiras, Mula sem Cabeça, Caiporas, Cabi, Acutipuru – agitado como ele só -, vistos de longe pela enorme e plácida Cobra Grande, majestosa em seu tamanho e conhecimento da psique, sabedora que nada irá acontecer depois de rusgas, tapas, correrias e pancadas.

— Vocês têm que dar o exemplo, olha as crianças menores. Afinal, não são a patrulha Curupira?

— Batalhão – afirmou o Márcio e a irmã concordando. Saíram de perto um do outro e o pequeno Miro veio até ele.

— Papai, vovô, vai ser bem legal essa festa, não é? Eles passaram a mão na vasta cabeleira do garoto, que só vai cortar quanto tiver a idade do avô e ficar careca para sempre, foi a firme vontade dele. — Até lá, embaralhamos, eles pensam – fazendo o pequeno rir, próprio para a ocasião.

— Seu fura tripa – comentou ele, rindo para o pai. — Seu fura tripa – repetiu. O garoto saiu correndo e eles ouviram vindo da casa.

— Vamos trabalhar!?

“Vamos embora, antes que eles nos vejam e tenhamos que trabalhar”. A turma se dispersou, célere.

———————————-

Nota do Autor: Um pai de família, feliz, adepto do Saci por ser um deles no mundo mágico. A esposa Laura o é também, quando no primeiro diálogo interromper a reunião dos elementais. O Maurício acorda ao fugir da reunião sendo ele o Saci Tinhorão. Ela a seguida, ao ser puxada pelo agito dele na cama e lembrando-se das crianças para a festa do Dia do Saci. A sobrinha Rafa foi o último Elemental que saiu e chegou gritando. Esse é o fio principal do conto, uma festa do Dia do Saci e o início turbulento em uma família nos preparativos para um fim de semana. O restante do conto é o aparecimento desse mundo enorme de elementais que foram convidados. A mãe dele repreendendo e o pai um feliz folclorista. Finalmente, o “Fura Tripa” é uma criação pessoal e é o sinônimo devido para um garotão: esperto, inteligente, capeta, extrovertido, divertido e com o mesmo senso de humor do pai e avô.

Texto atualizado em 05/04/2017

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39 comentários em “Fura Tripa (Cilas Medi)

  1. Wender Lemes
    31 de março de 2017

    Olá! Para organizar melhor, dividirei minha avaliação em três partes: a técnica, o apelo e o conjunto da obra.

    Técnica: esse é um exemplo de conto que merece uma segunda leitura para esclarecimento. Pela primeira vez que o li, não havia entendido praticamente nada. Ao repetir, percebi mais claramente a divisão de marcações que fez entre as duas histórias, sendo uma delas inspirada na vida do célebre Maurício de Sousa, aparentemente.

    Apelo: não foi um conto que me ganhou de início, como pode supor. A releitura foi providencial também para explicitar o que me causou a confusão – e não foi simplesmente o fato de misturar as duas linhas narrativas. Há algo que passa pelo estilo de quem escreveu (uma desordem intencional), assim como há certa confusão aparentemente involuntária quanto aos tempos verbais durante a narrativa.

    Conjunto: passei a gostar mais do texto quando lhe dei a segunda chance. Entretanto, a junção de todo o pagode de cara quase me fez desistir. Antes que eu me esqueça, foi legal a homenagem ao cartunista.

  2. mitou
    31 de março de 2017

    o conto esta um pouco mal estruturado , a narrativa permanece confusa o que dificulta a compreensão da história. outro ponto importante é que tem alguns erros de português e erros de pontuação

  3. Priscila Pereira
    31 de março de 2017

    Oi sonhador, desculpe, mas não consegui entender nada do seu conto, li várias vezes as frases, mas não fazem sentido, ou se fazem, não dão melhor entendimento para o texto. Tenho certeza que os outros participantes vão apontar cada erro de concordância, e tudo o mais que está errado. Infelizmente, pra mim, ficou muito confuso e sem nexo. Boa sorte!!

  4. felipe rodrigues
    30 de março de 2017

    nossa, que confusão, em certas partes fiquei sem compreender absolutamente nada do que estava acontecendo, são muitos personagens, referências, um caldeirão. essas inúmeras frases pequenas colocadas após os diálogos, os seres folclóricos amontoados na festa, enfim, fiquei boiando mesmo. parabenizo o autor por conhecer tantas lendas e ter a coragem de costura-las dessa forma na festa de Dona Laura.

  5. Ricardo de Lohem
    30 de março de 2017

    Olá, como vai? Vamos ao conto! Cada edição de um desafio literário tem seus problemas. Um que ocorre frequentemente é os autores não saberem abordar um tema e inventarem uma fórmula mágica que supostamente os salvaria mas acaba afundando de ver a história. Neste desafio, o de Folclore Brasileiro, a fórumula foi pegar tudo que aparecesse numa rápida googada sobre o assunto e misturar tudo numa salada insossa. Um bom exemplo é este conto, que nos mostra uma monte de criaturas folclóricas juntas, como se fosse numa versão brazuco-folclórica da academia de mutantes do professor Charles Xavier. Nem sequer enredo há, nem personagens, pois são todos estereótipos toscos. Bom, pelo menos é um excelente exemplo de como NÃO se deve escrever uma história com o tema “Folclore Brasileiro”. Desejo para você muito Boa Sorte no Desafio!

  6. Marsal
    30 de março de 2017

    Olá, autor (a). Parabéns pelo seu conto. Vamos aos comentários:
    a) Adequação ao tema: a julgar pelos elementos presentes no conto, com certeza.
    b) Enredo: a ideia e boa, mas tive alguns problemas para entender o enredo deste conto e o desenrolar dos fatos. Veja meu comentário abaixo sobre o estilo.
    c) Estilo: Não sei…a leitura deste conto foi bastante difícil para mim. Há uma certa confusão dos tempos verbais da narrativa (na primeira sentença, usa-se o futuro do presente, já no segundo paragrafo adota-se o tempo passado, que persiste durante quase todo o conto). As falas, especialmente no começo do conto, estão um pouco misturadas (não há padrão em relação ao uso de travessões, aspas, e as vezes nem um nem outro). No começo do conto, há varias falas e não fica claro quem e a pessoa que esta falando (assume-se que seja dona Laura, mas não da pra ter certeza…). Não acho que um conto tenha que ser sempre “quadrado” e se manter preso a regras gramaticais e de estilo, acho que licença poética permite de tudo, mas realmente sinto que a fluência da leitura foi prejudicada aqui.
    d) Impressão geral: Acredito que o trabalho precise de uma certa revisão em relação ao estilo e gostaria muito de poder le-lo novamente no futuro. Boa sorte no desafio!

  7. Gustavo Castro Araujo
    29 de março de 2017

    A trama é simpática, com um leve apelo juvenil revelado na maneira de escrever. No entanto, tudo é muito confuso, com diálogos se intercalando entre travessões e aspas e com mudanças de rumo que eu, sinceramente, não consegui acompanhar. O mais intrigante, contudo, é perceber que foi exatamente essa a intenção do autor que, vê-se, é alguém que conhece a arte de escrever. Não sei o motivo, mas a mim parece existir certa preferência por causar esse estranhamento, esse desconforto no leitor, quase como uma assinatura pessoal. Imagino que há quem goste disso, desse quase nonsense, mas para mim não funciona. Sou o que se pode chamar de leitor reacionário-conservador haha Prefiro contos que vão de A para B, não necessariamente de forma linear, mas que contenham unidade de raciocínio. Experimentalismos ou algo fora desse padrão não costumam funcionar comigo.

  8. Pedro Luna
    29 de março de 2017

    Olha, perdão, mas foi difícil chegar ao fim. Não creio que entendi muita coisa. A todo momento foi difícil saber quem estava falando, e o entra e sai de personagens deixou tudo mais confuso. Ajudado pela imagem, posso crer que se tratava de uma reunião de criaturas, mas nem isso tenho certeza pois boiei em muitos momentos. Realmente foi difícil de ler e o texto parece ter bem mais que o limite do desafio. Não sei nem o que dizer de positivo. Se esse é o estilo do escritor, bom, então o problema sou eu, que não sou o seu leitor ideal. Sinto dizer que não gostei, desculpa.

  9. danielreis1973 (@danielreis1973)
    28 de março de 2017

    Uma salada de frutas descritiva, integrando vários mitos e lendas numa situação bastante corriqueira, caseira até, mas que para mim ficou confusa. Destaque para o bom uso dos diálogos como elementos de apresentação das personagens, com uma construção bem coloquial.

  10. Bia Machado
    28 de março de 2017

    Fluidez da narrativa: (2/4) – Desculpa, mas por pouco não deu pra concluir. O texto não fluiu, foi uma leitura muito travada.

    Construção das personagens: (1/3) – Não me conquistaram. A impressão que me passaram foi a de que foram criadas meio que às pressas, sem pensar muito.

    Adequação ao Tema: (1/1) – Hum, tem mito, tem orixá, deuses. Estará adequado ao desafio? É…

    Emoção: (0/1) – Desculpe, mas não gostei, não me transmitiu qualquer emoção. Foi apenas uma leitura.

    Estética/revisão: (0,5/1) Pontuação que causa confusão, tem aspas e travessão sendo usado para fala. Atrapalhou a leitura.

  11. Marco Aurélio Saraiva
    27 de março de 2017

    Seguindo o padrão, eis o conto ininteligível do desafio, rs. Sempre tem um.

    Sério. Não consigo julgar o conto corretamente por quê não entendi BULHUFAS. E olha que eu me esforço. Geralmente volto na leitura, como fiz neste contos duas vezes, e depois de três leituras consigo pescar alguma coisa… mas aqui, nada. O máximo que pesquei foi que as “lendas” do folclore iriam se reunir junto com várias crianças e que, finalmente, poderiam ser vistos e sentidos por elas.

    Sua escrita é (ou está) confusa demais! Não vi nenhuma ideia sendo explorada do início ao fim: tudo me parecia palavras jogadas ao vento, com um sentido que apenas você, como autor, deve entender. Ideias desenvolvidas pela metade. A pontuação não ajuda. Há ação misturada com diálogo, pontuação faltando, pontuação demasiada, etc. Nunca sei quem está falando, nem quando o personagem pára de falar e realiza uma ação.

    Ou sou muito lerdo, ou o seu conto realmente padece de um bom roteiro para contar o que você queria contar.

    Tentando ser de alguma forma útil, sugiro que você exprima melhor as suas ideias, de forma mais lógica. Sugiro começar por separar ações de diálogos, de preferência em parágrafos diferentes (apesar disso ser mais do estilo do que uma regra).

    Boa sorte!

  12. Rsollberg
    27 de março de 2017

    Então, Sonhador!
    Cara, infelizmente não gostei.
    Foi difícil embarcar na história, tudo muito confuso. Bem, creio que o autor fez essa confusão de forma proposita, mas para meu gosto passou um pouco do ponto. São muitos personagens para pouco espaço, os diálogos sem marcação reforçaram essa confusão. Tive que ir e voltar várias vezes para tentar compreender esse furacão.

    Voltarei aqui após o desafio terminar para tentar entender melhor esse enredo.
    De qualquer modo, parabéns e boa sorte.

  13. Vitor De Lerbo
    27 de março de 2017

    Achei o texto confuso. Algo que contribuiu para isso foi a diversidade de estilos usados quando há diálogo. Em alguns momentos, foram usados travessões. Outros, aspas que se abriam e fechavam. Em outros, ainda, aspas que se abriam e não se fechavam. Isso tira o ritmo da leitura, pois o leitor gasta energias tentando decifrar tais símbolos e perde um pouco o foco na história.
    Boa sorte!

  14. Rafael Luiz
    27 de março de 2017

    Texto por demais confuso. Uma infinidade de nomes é citada sem qualquer introdução aos personagens, e da mesma forma como entram, saem. Enredo confuso, fiquei desmotivado de entender o que se passava. A idéia é boa, mas a execução abordou coisas demais num espaço muito pequeno.

  15. jggouvea
    26 de março de 2017

    Esse foi o texto mais frustrante do desafio até agora. Simplesmente não funcionou para mim. Li duas vezes (hoje foi a segunda) e não consegui me identificar com nenhum personagem e nem entender de que se trata a história.

    Média 4,97
    Introdução 6,00
    Enredo 4,00
    Peronsagens 4,00
    Cenário 5,00
    Língua/Forma 7,50
    Coerência 4,00

  16. Elias Paixão
    26 de março de 2017

    “Que bagunça” – diz uma personagem do conto e chego a imaginar se ela não o fez para todo o texto. É possível que o autor tenha pensado em inovar na estrutura, mas aconteceu que, ao meu ver, ficou uma grande bagunça na qual eu não consegui me aprofundar. Não identifiquei o protagonista e também não consegui acompanhar qualquer outra personagem. Tudo acontece muito rápido e uma enxurrada de elementos acaba poluindo as cenas.

  17. Iolandinha Pinheiro
    25 de março de 2017

    Eu só queria uma bandinha desse negócio aí que você tomou antes de escrever o conto, viu? Que viagem! Não foi só a mistureba de seres mitológicos no texto, mas a maneira sem coerência de escrever que fez deste, um dos textos mais difíceis deste desafio. Praticamente, um desafio dentro do outro. Aqui o problema foi de foco, ou falta dele. Personagens demais, explicações de menos, e a pobre leitora penando para arrumar este quebra-cabeças. Juro que tentei, mas não gostei do seu conto não, em compensação adorei o título, mas foi só. Não tendo mais nada a dizer, fico por aqui, boa sorte no desafio.

  18. Evelyn Postali
    24 de março de 2017

    Oi, Sonhador,
    Eu consegui me encontrar dentro da história depois de algum tempo. No começo eu me confundi muito porque não sabia quem é que falava o que. Mas foi bem criativo misturar os personagens da mitologia com o dia-a-dia de uma família (se é que foi isso mesmo que você escreveu)
    O conto está adequado ao tema, mas tem alguns entraves na gramática.

  19. Miquéias Dell'Orti
    23 de março de 2017

    Olá,

    Li pelo menos três vezes sua história para tentar entender o que acontece durante a narrativa, devido ao seu teor carregado e confuso.

    Estava acontecendo uma festa onde as criaturas mágicas podiam interagir com as crianças? ou talvez as crianças também fossem criaturas mágicas? Por que diabos chamavam o moleque de Fura Tripa, meu Deus?… enfim… as passagens se tornaram uma confusão na minha cabeça e não consegui distinguir direito o que acontecia e nem o sentido que você quis passar com toda a história. Me desculpe 😦

  20. Olá, Sonhador,

    Tudo bem?

    Famílias são todas iguais, não? Sim. Até no folclore. Ao menos assim o é em seu conto.

    Você retratou uma reunião entre gerações de famílias de mitos folclóricos, traçando (ainda que no besteirol), um paralelo entre a vida dos simples mortais e o cotidiano das lendas. Por que não? Dentro de um microcosmos onde a realidade é o diferente, é justamente a diferença que torna o todo normal e cotidiano.

    Parabéns e boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

  21. Elisa Ribeiro
    22 de março de 2017

    Desculpe, mas não consegui entender sua história. Profusão de personagens, muitos diálogos na maioria das vezes intercalados com descrições. Tentava ler e me perdia. Períodos longos, pontuação que eu não usaria e parágrafos extensos também não me ajudaram a destrinchar a narrativa. Boa sorte no desafio!

  22. Eduardo Selga
    22 de março de 2017

    Um elemento muito importante na produção de texto ficcional é o ritmo. Tem de haver como que uma musicalidade, e isso se faz com a arquitetura das frases, com a escolha vocabular. Não é construir extravagâncias, e sim pensar o texto como uma orquestração. Se um bom ritmo não for alcançado, o texto pode até estar perfeito gramaticalmente, mas não o estará enquanto literatura.

    Esse conto peca muito no citado item. A ponto de parecer confuso, pois o ritmo é muito truncado, por causa, dentre outras coisas, de uma pontuação equivocada e uma organização de parágrafos meio caótica, em que dois sinais são usados para identificar uma mesma situação, qual seja, a fala de algum personagem: o travessão e as aspas.

    A ideia de uma reunião de entidades, que funcionou relativamente bem em “Conspiração folclórica”, aqui me parece ter contribuído para uma desorganização do enredo.

    Algumas questões gramaticais.

    Em “[…] exclamou espevitada e nervosa, se colocando no meio da reunião […]’ o correto seria COLOCANDO-SE.

    Em “[…] cabelos longos, barba, as vezes curta […]” deveria haver CRASE antes da palavra VEZES.

    Em “os dois chegaram na cozinha […]” a regência verbal pede À COZINHA.

    Em “[…] no plano, para o qual, vão tentar ver […]” o trecho que está ENTRE VIRGULAS não deveria estar.

    Em “a Beatriz e o Flávio foram viajar, a negócios, dela” algo similar acontece, pois o A NEGÓCIOS não deveria estar ENTRE VÍRGULAS. Ainda assim, o trecho fica sem muito sentido por causa do DELA.

    Em “[…] exclamou espevitada e nervosa, se colocando no meio da reunião, cujos programadores estão eufóricos […]” há um problema de TEMPO VERBAL. Uma mesma situação apresenta PRETÉRITO PERFEITO e PRESENTE.

    Em “[…] falou ela, apontando a cada um deles, encarapitados na pedra […]” há um problema de construção. Ela está APONTANDO O QUÊ a cada um deles? Se não existe esse objeto, a construção deve ser APONTANDO PARA CADA UM DELES.

    Em “você vai ficar firme, perguntou e tripudiou ela – apontando novamente e afirmando, sem palavras, a cabeça girando para a direita e esquerda, com a voz melosa e o fazendo compreender que não funcionaria mais” o verbo TRIPUDIAR não cabe adequadamente, acredito. ele significa supervalorizar uma vitória individual, ignorando a força que tentou impedir essa vitória. Se entendi bem, não se encaixa no contexto da oração.

    Em “ele foi porque ela não queria ir sozinha, estava um pouco aflita com a apresentação. — Eu disse para ela levar um Saci para dar sorte. A mãe abriu os olhos, já antecipando, mas o velho pai confirmou com aquele sorrisinho que ela já conhece há quarenta e dois anos, exatamente, se não quiser contar os meses”, a quantidade de ELE / ELA e derivados é enorme, causando a sensação de pobreza vocabular.

  23. Evandro Furtado
    22 de março de 2017

    Resultado – Very Weak

    Duas palavras: confusão total! Onde começam e terminam os diálogos? Quem está dizendo o que? Aonde eles estão? O que diabos está acontecendo? Fica difícil avaliar quando é impossível responder a essas perguntas básicas.

  24. Rubem Cabral
    22 de março de 2017

    Olá, Sonhador.

    Infelizmente, achei o conto um bocado confuso. A mistura de marcações de diálogos com “—” e aspas, ficou esquisita. O excesso de nomes citados também.

    Entendi que eram entes invisíveis implicando com crianças e causando confusão, mas foi só o que eu compreendi.

    A variação temporal me incomodou também. Às vezes, na mesma frase há verbos no presente e no passado, sem justificativa.

    Nota: 5.

  25. Bruna Francielle
    21 de março de 2017

    tema; adequado

    muito confuso, a impressão é que o autor tinha a cena na mente, mas não conseguiu passar pro conto o que ”via”. Olha, eu vou ser bem sincera, eu mal consegui compreender a história. Uma festa de criança, foi o que identifiquei. Parece que algumas crianças conseguiam ver ‘monstros’ do folclore de verdade. Mas a maior parte do conto pra mim foi como um borrão, os diálogos se interpelando, quem tá falando o que? Não faço a menor ideia. Infelizmente não me cativou. Até dei uma relida, mas adiantou pouco. Penso que faltou organização.

  26. Anderson Henrique
    21 de março de 2017

    Os diálogos são confusos. Tem descrição/narração misturada à fala dos personagens. Faltou mostrar melhor o cenário. Até boa parte do texto, eu não fazia ideia do que estava acontecendo. Ele terminou e eu não entendi bem. Achei o texto desordenado e de difícil leitura. Uma última dúvida: elementares ou elementais?

  27. Olisomar Pires
    20 de março de 2017

    Então… conto animado !

    Bastante confuso, não sei se casou bem com a intenção do autor.

    Lerei novamente e se mudar de opinião, posto outro comentário.

  28. Matheus Pacheco
    20 de março de 2017

    Que loucura cara, batalhões de curupiras e mulas-sem-cabeças, sem falar que a imagem, para mim, foi muito bem escolhida, porque me lembrou realmente das historias de mauricio de Souza.
    Abração ao autor.

  29. Fabio Baptista
    20 de março de 2017

    Então, autor(a)… sendo bem direto: não entendi nada. Pareceu mais um amontoado de nomes (meu Deus, quantos nomes!) e descrições do que um conto. Não consegui visualizar um fiapo de trama para amarrar essa sequência desconexa de diálogos.

    Num conto, em geral é melhor focar em poucos eventos e poucos personagens, senão a coisa fica bem dispersa como ocorreu aqui, infelizmente.

    Abração!

    NOTA: 6

  30. Neusa Maria Fontolan
    18 de março de 2017

    Tive que ler e ler novamente para entender que é uma reunião de seres folclóricos que vão, escondidos, a uma festa onde crianças participam.
    São muitas interrupções dentro dos diálogos, o que atrapalha demais a leitura. Sem contar que eu tive a impressão que tem travessões faltando onde precisava e sobrando onde não deveria ter, isso em vários lugares. Vou dar um ex:
    “— Você vai ficar firme, perguntou e tripudiou ela – apontando…”
    Só se eu estiver muito enganada, acho que o correto seria assim.
    — Você vai ficar firme? – Perguntou e tripudiou ela, apontando…
    Boa sorte.
    Destaque: “Podem se acomodar, por favor”, salientou Inhansã, formosa, gentil, coerente, apesar de saber controlar os raios e trovões, apontando para o enorme jardim da casa dos Alencar, onde irão festejar mais esse momento de puro prazer, entre os que saem da companhia deles para desfrutar o prazer de voltar a ser mortal. “Vou lhes trazer o néctar”, mais gentil ainda, girando por si, agradando e sendo agradada por lufadas dos primos Brisa e Vento. A dona Ventania e o senhor Tufão estão viajando, para outras plagas e mandaram lembranças”

  31. Antonio Stegues Batista
    17 de março de 2017

    Achei o conto confuso, embaralhado, uma história sobre crianças , não sei se fantasiadas de personagens lendários, ou os mesmos se transformando em gente! Alguns diálogos são separados da narrativa por uma vírgula, que deixa tudo emendado, não consegui entender, o que era narrativa o que era fala dos personagens. A palavra tripudiou repetida ficou chato. O enredo ficou nebuloso, a narrativa confusa, parece que é um bando de crianças fazendo bagunça e é só.

  32. G. S. Willy
    17 de março de 2017

    Olha, que conto difícil de terminar de ler, tive realmente que me esforçar. É um tipo de leitura que não é meu estilo, e por isso mesmo senti tanta dificuldade, mas tentarei explicar os motivos aqui.

    Primeiro os diálogos. Raramente sabia quem estava falando, e também quem eram os personagens, mal apresentados. Segundo, sobre o tempo da narrativa. Em boa parte está no passado, em outras no presente, e pesquei até uma situação ocorrendo no tempo futuro. E por último, as mudanças de ponto de vista, constantes no conto e difíceis de serem distinguidas.

    No todo, não consegui entender com certeza qual era a história, e se o folclore entrou de verdade ou apenas de forma figurativa. Acredito que a primeira opção, mas não teria coragem de apostar…

  33. marcilenecardoso2000
    17 de março de 2017

    Conto longo e confuso. Não consegui entender a ideia central do colega. Não tenho como comentar por não ter entendido nada.

  34. Roselaine Hahn
    16 de março de 2017

    Sonhador, que conto fofo, parece uma festa de Cosme e Damião. Vc. optou por uma linha mais kids para a contação do folclore, o que é uma aposta bastante arriscada em meio a um desafio por deveras denso. Confesso que bagunçou a minha cabeça, acho que foi por causa dos pestinhas que não paravam quietos. Observei alguns problemas estruturais no texto e de clareza, por conta, principalmente, de problemas de pontuação, diálogos emendados com a voz do narrador, e muita alegria, faltou conflito, drama, a história seguiu linear. Mas não descanse a pena, continue escrevendo, a cada texto caminhamos ao encontro da nossa voz de escritor.

  35. catarinacunha2015
    16 de março de 2017

    Uma história infantil feita só para adultos entenderem. Complicado e confuso, embora a ideia da festa seja uma gracinha.
    Há travamento por excesso de vírgulas. Se dermos uma leve parada, na leitura do 9º parágrafo, toda vez que encontramos uma vírgula perderemos o fluxo do raciocínio. Sugiro ler em voz alta e também rever a gordura no texto; exemplo: “Ele pensando e recebendo o carinho.”; sugestão: apenas “recebendo o carinho”, afinal você já sugeriu o pensamento dele em itálico. O texto ficou carregado também por conter detalhes sem importância para a trama, exemplo “troca de cano de ferro para plástico”, etc, etc, etc.

  36. M. A. Thompson
    16 de março de 2017

    Olá “Sonhador”. Parabéns pelo seu conto. Não foi um dos que caíram no meu gosto pessoal, precisei de vários parágrafos para entender e me interessar pela história. A nota foi dada por gosto pessoal, gostei mais ou menos. Abçs.

  37. Fheluany Nogueira
    15 de março de 2017

    Uma narrativa divertida, com desfile de famílias de entidades folclóricas em reunião com humanos. São tantos personagens, nomes e ações que acaba ficando tudo confuso. Mas é um texto bem escrito, em tom infantil, diálogos bem estruturados e convincentes; parece um capítulo do “Sítio do Pica-Pau Amarelo”.

    Parabéns pela criatividade. Abraços.

  38. angst447
    12 de março de 2017

    Olá, autor, tudo bem? Pois, então, cá estou eu bem confusa no meio desse vendaval pós leitura. O que foi isso? Por Iansã, que loucura toda foi essa? Misturou tudo e mais um pouco, lenda daqui, lenda dali, criança a dar nó na cabeça de qualquer um.
    A sua escolha para definir as falas dos personagens não foi das melhores. Ora tinha aspas,ora travessão, ora nenhum sinal que nos mostrasse que eram as palavras de um ou de outro. Acho que aspas foram usadas para definir a fala da sacizada, e travessão para os mortais. Confuso, moço(a). No caso, eu penso que menos é mais e que a simplicidade é tudo de bom. Simplifica, pelo amor do Saci!
    A falta de definição de tempo/espaço dificultou minha leitura. O ritmo da narrativa é bastante frenético e as palavras saem atropelando qualquer tentativa de compreender.
    Projeto ousado, uma boa ideia, mas de difícil execução. Os riscos valeram a pena?
    O tema proposto pelo desafio foi abordado, sem dúvida.
    Boa sorte nas próximas tentativas. Abraço.

  39. Fernando Cyrino
    10 de março de 2017

    Dá para imaginar o seu tempo de pesquisa para construir esses personagens. Admirável isto. No entanto, no meu modo de ver, as coisas não funcionaram como estava previsto. Achei seu conto um tanto confuso. As cenas meio soltas, na minha avaliação precisadas de arranjo, de acertos, de serem melhor costuradas. Várias vezes me perdi e tive que retornar para pegar o fio da meada e, agora que terminei, me pergunto se há mesmo um fio condutor? Se pudesse lhe sugerir algo lhe diria para providenciar umas amarras na história. A impressão que fiquei foi que gastou mais tempo no estudo e planejamento do que na execução. Ou seja, esta ficou a desejar. Nesse sentido devo sugerir também que invista um novo olhar sobre alguns problemas que ainda persistem no conto. abraços.

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Publicado às 10 de março de 2017 por em Folclore Brasileiro e marcado .