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Detox Literário.

Ela já foi feliz (Matheus Pacheco)

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Vê aquela garota chorando no canto da sala?

Ela já se entregou de corpo e alma para mim, repleta de solidão e desamparo.

Em mim ela encontrou o conforto digno de uma religião, mas não durou muito, pois no caminho que Deus traçou para nós a felicidade não estava lá.

Perdi-me na tristeza, nas dores da perda. Deixei-a sozinha com seus pensamentos enquanto me distanciava sem perceber.

Ela se afundou em sua mente, chorando e gemendo, lembro-me que dá última vez que a vi sorrindo, foi a última vez que estive ao seu lado, a última vez que sorri.

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87 comentários em “Ela já foi feliz (Matheus Pacheco)

  1. Lohan Lage
    27 de janeiro de 2017

    Poxa… não rolou a química. Não me cativou, infelizmente. Mas valeu pela proposta. Boa sorte!

  2. Lídia
    27 de janeiro de 2017

    Não entendi direito quem são os personagens.
    Se for um casal, o cara tá sendo bem sacana por colocar Deus no meio da separação dele… parece uma desculpa sem fundamento, sabe?
    Boa sorte!

  3. Andreza Araujo
    27 de janeiro de 2017

    O texto pode ser interpretado como sendo uma separação de um casal. Mas eu entendi mais como um conto sobre um Santo que perdeu uma fiel. A moça perdeu a fé, saiu do caminho de Deus. Eu gostei da narração, mas o conto em si não é impactante.

  4. Felipe Alves
    27 de janeiro de 2017

    Muito sentimento no que foi apresentado. Isso é interessante, mas o todo não me cativou. Talvez pelo elemento surpresa (ou a falta dele). Boa sorte!

  5. andressa
    27 de janeiro de 2017

    Que conto sensível, muito bonito e adorei a poesia da frase ” no caminho que Deus traçou para nós a felicidade não estava lá” muito poético. Parabéns. Boa sorte!

  6. Luiz Eduardo
    27 de janeiro de 2017

    A escrita é boa, mas o texto não conseguiu me envolver, boa sorte.

  7. Jowilton Amaral da Costa
    27 de janeiro de 2017

    Um conto médio. É uma história triste de fim de relacionamento, que não me emocionou o suficiente. A narrativa poderia ser melhor trabalhada. Boa sorte no desafio.

  8. Sidney Muniz
    27 de janeiro de 2017

    E la estava com a felicidade, pelo visto. E o texto trata de depressão. De como a pessoa se perdeu no caminho.

    Li o texto, achei ele interessante e a proposta/mensagem é bonita, porém o conto não causou o efeito que eu queria.

    A inda assim dou os parabéns ao autor (a) que o escreveu.

  9. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    26 de janeiro de 2017

    Oi, Sandro,

    Tudo bem?

    Seu texto tem um quê de lirismo e mescla amor e morte. Um bonito trabalho, no qual conseguimos, de fato, enxergar a imagem da garota triste.

    Parabéns e boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

  10. Gustavo Henrique
    26 de janeiro de 2017

    Achei bem depressivo, mas não ficou ruim não! Boa sorte

  11. Douglas Moreira Costa
    26 de janeiro de 2017

    Um conto muito bonito, com uma história forte, bastante clara pra mim, com coisas que deixa para o leitor preencher. É muito bem escrito, não só a estrutura do texto mas também o vocabulário usado. Tem muita força a forma como descreve a tristeza dos dois, o fato de o último sorriso dela ter sido acompanhado do último dele, muito bem transmitido. Parabéns.

  12. Andre Luiz
    26 de janeiro de 2017

    -Originalidade(8,0): Uma temática abordada de forma pouco usual.

    -Construção(6,0): Não curti o texto como um todo, pois senti que faltou um pouco de personalidade na escrita. Digo isto porque os primeiros parágrafos foram bons, porém o final ficou perdido nas letras. Infelizmente perdeu-se o ritmo ao longo do texto.

    -Apego(6,0): Senti falta de mais características que me fizessem conectar com a personagem ao que o narrador tanto fala.

    Boa sorte!

  13. Renato Silva
    26 de janeiro de 2017

    Li algumas vezes, mas não consegui entender muito bem. Não me parece ser algo sobre morte, os dois parecem bem vivos. Que distanciamento é esse? Pode ser um relacionamento desgastado, aquele situação onde um casal mora na mesma casa, mas vivem como se estivessem sós, um ignorando o outro. E se a moça sofre, o rapaz também. Viver assim é pior do que estar separado. é uma situação angustiante.

    Boa narrativa, pena que faltou aquele frase de efeito no final. Boa sorte.

  14. Tiago Menezes
    26 de janeiro de 2017

    Sinto, mas não gostei muito. O “dá” ao invés de “da” nem me incomodou muito, mas o sentimento que ocorreu entre eles não me pareceu crível. Achei a história meio rasa.

  15. Poly
    25 de janeiro de 2017

    Precisei de uma segunda leitura para apreender o discurso do narrador, alguns errinhos dificultaram um pouco o entendimento.
    Não me identifiquei tanto com a menina que sofre, talvez pelo fato de tudo ter sido narrado por esse personagem que prefere ficar distante. Tentei entender o que ele seria, se um espírito, uma consciência, mas não cheguei a nenhuma conclusão.
    Boa sorte com o desafio!

  16. vitormcleite
    25 de janeiro de 2017

    pareceu-me que faltou uma revisão final neste texto, a trama é interessante, mas perde por mostrares os acontecimentos vistos só por um lado, não sei se foi isso, mas faltou qualquer coisa neste texto

  17. Wender Lemes
    25 de janeiro de 2017

    Olá! Fora uma pequena revisão para sanar os detalhes gramaticais, acredito que tenha faltado algum detalhe como diferencial. Confesso que reli algumas vezes em busca de uma nuance perdida, mas o que pude ver ao final foi apenas um protagonista infeliz, que também fez infeliz a garota de quem gostava, além da sugestão do que teria feito para chegar a esse ponto.
    Parabéns e boa sorte.

  18. Marco Aurélio Saraiva
    25 de janeiro de 2017

    Um conto bem direto para mim: fala sobre o romance momentâneo; temporário. O romance usado para esquecer outro romance. Suas palavras expressam bem as dores de alguém que entra de cabeça em um relacionamento onde a outra pessoa quer apenas “nada muito sério”.

    Há alguns problemas na pontuação, especialmente com as vírgulas no último parágrafo. De resto, a escrita é bem sucinta e direta, mas sem muito brilho.

  19. Daniel Reis
    25 de janeiro de 2017

    Gostei muito da técnica narrativa, mas a construção da história me pareceu muito hermética, de difícil compreensão. Acho que só o escritor poderia dizer o que quis dizer com seu texto, o que é bem diferente de um final aberto, em que qualquer um pode ler o que quiser. Aqui, seria essencial que o autor desambiguasse por que foi a última vez que o narrador sorriu. Boa sorte!

  20. rsollberg
    24 de janeiro de 2017

    Esse é o tipo de conto que os personagens precisam muito despertar empatia no leitor. O problema é que em tão curto espaço, essa tarefa é hercúlea. Aqui, apesar de bem escrito, o autor não logrou exito nessa ação, no meu entendimento, é claro.
    Em determinado momento, me fez lembrar um pouco do filme “Encontro Marcado – Meet Joe Black”, principalmente em razão da primeira frase.
    Bem, o acerto aqui foi deixar uma margem para o leitor elaborar teorias, seria ele um fantasma narrando? Alguém visitando a paciente no manicômio?

    Parabéns e boa sorte.

  21. catarinacunha2015
    24 de janeiro de 2017

    Apenas uma intensão de MERGULHO. Ficou ali, mexendo os dedos na água. Descreveu um entrave amoroso que poderia ser uma conversa ouvida aos pedaços no ônibus. Construiu umas frases de efeito e ficou por isso mesmo. Sinto que o autor poderia ir além, mas deixou o IMPACTO para o próximo conto.

  22. Evandro Furtado
    24 de janeiro de 2017

    A grande dificuldade do microconto – e tô me incluindo nessa – é desenvolver todos os aspectos bem o suficiente para criar um clímax no curto espaço de tempo. Sinto que esse conto é mais um que falhou nesse aspecto. Há elementos interessantes, mas que necessitam de um espaço maior para causarem impacto.

    Resultado – Average

  23. Pedro Luna
    24 de janeiro de 2017

    Infelizmente não gostei muito. A única questão que martelou em minha cabeça foi o “chorando no canto da sala”. Isso intriga. Que sala? Talvez o personagem esteja contando a história para alguém (que não seja o leitor) e apontando para a moça. Ou talvez eu tenha deixado passar algo. O resto traz ele falando sobre como a mulher sofria e encontrou nele um porto seguro, mas no fim sabemos que ele também provavelmente não é nada feliz. É isso. Texto tranquilo, mas não me trouxe nada de novo.

  24. Victória Cardoso
    23 de janeiro de 2017

    O texto me remete a uma separação amorosa e, se for isso, entendi bem o personagem, inclusive a ideia que ele tem de si mesmo de ser capaz de confortar uma pessoa/fazê-la feliz/ser responsável por alguém. Boa sorte

  25. Mariana
    23 de janeiro de 2017

    Admito que eu não conseguir ler o conto sem lembrar de um sertanejo universitário que tem uma letra bastante parecida. Malditas associações, mas ele está bem escrito e bonito

  26. Anorkinda Neide
    23 de janeiro de 2017

    Nossa, pode ser mil coisas e nenhuma!
    Gostaria q a imagem ajudasse… se fosse um confessionário…^^
    pode ser um padre, ele mostrando a um pároco a moça triste, em vez de sala poderia ser sentada na igreja..enfim… vc deixou nebuloso demais
    tb pode ser qualquer outro tipo de relcionamento
    mas nao dá pra inferir nada,
    uma pena, abraço

  27. Leo Jardim
    23 de janeiro de 2017

    Minhas impressões de cada aspecto do microconto:

    📜 História (⭐▫▫): é bonita a ideia do casal que não sorriu mais depois de separarem. Mas por que não voltam, então? Por que terminaram? O texto fica na consequência, mas esta fica solta sem as causas.

    📝 Técnica (⭐▫▫): um problema do corretor do celular: “lembro-me que dá (da) última vez”. Tem acontecido muito comigo nos comentários do desafio (comentando só pelo celular). Fora isso, algumas frases não ficaram bem construída.

    💡 Criatividade (⭐▫): tema bastante batido, sem novidades.

    ✂ Concisão (⭐▫): o texto precisava explicar melhor, mesmo que em poucas palavras, o fim do relacionamento. Culpar apenas Deus não funcionou comigo.

    🎭 Impacto (⭐▫▫): peço desculpas, mas não curti muito, depressão assim, sem motivos, sem saber o que os levaram a ela, fica forçado…

  28. Fabio Baptista
    23 de janeiro de 2017

    A primeira impressão que tive foi de algo meio “Amigos para sempre” com um demônio/espírito maligno narrando as peripécias da profissão de “encosto”.

    Mas nas frases finais essa ideia passou, pareceu uma tristeza mútua, quando, se fosse demônio mesmo, provavelmente ele estaria satisfeito com a tristeza. Sei lá…

    Ou talvez, ele a tenha feito sorrir uma última vez, incentivando um vício, um último pico de heroína, uma última transa no banheiro sujo de um posto de gasolina de beira de estrada, algo assim. E depois, se afastou, retornando ao estado de tristeza de seu caminho sem felicidade.

    Viajei… HAUAHUAHUA.

    Abraço!

  29. Fheluany Nogueira
    23 de janeiro de 2017

    Narrativa em tom conversacional sobre um caso amoroso que não deu certo. Pelo título, já foram felizes, pelo pseudônimo e relato, ambos estão amargurados; estão no mesmo ambiente, sem condições de se aproximarem. Parece-me um desabafo do narrador. É preciso rever vários pequenos deslizes na construção das frases. Bom trabalho. Abraços.

  30. juliana calafange da costa ribeiro
    22 de janeiro de 2017

    não sei quem é o seu narrador. Mas sei q ele me comoveu. Não sei se me identifiquei com ele ou com a garota q chora. Talvez sejam dois lados da mesma moeda, da mesma pessoa, que eu Tb vejo como dois lados de mim… Muito bom, parabéns!

  31. Eduardo Selga
    21 de janeiro de 2017

    O primeiro parágrafo dá o que pensar. Em seu todo, a narrativa nos dá conta de um narrador-personagem que conta a outrem, brevemente, a relação amorosa que o uniu à personagem, e também a separação, causa do definhamento dela. No entanto, quando lemos “vê aquela garota chorando no canto da sala?”, há uma informação relevante para a compreensão do conto: o narrador está no mesmo espaço ficcional que a personagem, porém distante e junto à pessoa com quem conversa. É o que indica o pronome demonstrativo “aquela”.

    Esse posicionamento, entretanto, contradiz o discurso algo saudosista do narrador, pois se ele está no mesmo ambiente que ela, por qual motivo não se aproxima, preferindo conversa sobre ela com alguém? Talvez por sentir culpa pela separação, mas o texto não fornece elementos para sustentarmos isso com alguma certeza.

    A contradição desaparece se um dos dois personagens for de ordem espiritual, e se essa condição for a do narrador, também nela está inclusa seu interlocutor. Nesse caso, ainda que estejam no mesmo espaço físico, suas naturezas distintas determinam a distância e o não diálogo.

    Está no primeiro parágrafo, acredito, a chave para a compreensão desse conto literariamente bom.

  32. Thayná Afonso
    21 de janeiro de 2017

    Tive a impressão de que ele acha que a felicidade dela depende dele, que pensamento egocêntrico. Além disso, culpou Deus por algo que seria de sua responsabilidade? Bom, não gostei do personagem. E acho que o conto merecia uma edição melhor. De qualquer maneira, boa sorte.

  33. chrisdatti
    21 de janeiro de 2017

    Retrato triste de uma separação. Parece-me que o protagonista foi deixando aquele amor partir sem dar-se conta do quanto lhe era importante, do quanto o fazia feliz.
    (e agora? Sai do micro, que engessa, e parte para o canto. Seque as lágrimas que caem e construam uma vida nova, rs!)

    Quanto à forma, senti falta de alguma pontuação no segundo parágrafo e do acento no artigo “a” contraído com a preposição “de”.

    (o autor deixou escorrer um bocadim de sua religiosidade pela fala do narrador)
    Boa sorte! 🙂

  34. Bia Machado
    21 de janeiro de 2017

    Só consigo pensar que o cara está contando a história dos dois na versão dele. E uma versão que a princípio o deixa “por cima”, mas que no final vemos que não é bem assim. Não me empolgou o texto, sinceramente, não consegui criar uma imagem para esse enredo.

  35. Estela Menezes
    20 de janeiro de 2017

    Puxa, Santo, você não foi cuidadoso com a sua ideia tão bonitinha e delicada e ela acabou triste… Faltou uma revisão que eliminasse uma repetição de palavras que sempre embaraça o andamento (mim, última), um acento inexistente em “dá”,
    que, aliás, era também palava dispensável na frase em que aparece, assim como o “lá” em frase anterior, e vai por aí a fora…

  36. Priscila Pereira
    20 de janeiro de 2017

    Oi Santo, não sei se entendi o sentido do seu conto. Era mesmo um padre? Não consegui entender tudo. Eu mudaria essa frase, pra mim, não ficou legal: “pois no caminho que Deus traçou para nós a felicidade não estava lá.” Que tal: “pois no caminho que Deus traçou para nós não havia felicidade” ? Ainda economizaria uma palavra… Boa sorte no desafio.

  37. Cilas Medi
    19 de janeiro de 2017

    Um conto de abstração, de resmungos e de infelicidade, do qual, infelizmente, não me faz gosto ou sentido. Boa sorte!

  38. Srgio Ferrari
    19 de janeiro de 2017

    Pois é…. ela tá chorando no canto da sala pq vc é imensamente chato e devia ficar mandando essas baladas de sofrência todo dia no whats up! E agora tá mandando pra gente aqui no EC. Enfim, não tem construção, não tem nada de curioso neste. Primordial ter “algo”, qualquer coisa, menos sofrência hehehe

  39. Simoni Dário
    19 de janeiro de 2017

    Fiquei curiosa pelo que aconteceu com eles, já que eram apaixonados. Será que ele morreu? Daí o destino traçado sem a felicidade para eles? Se foi o que entendi, gostei muito, história simples e cheia de sentimentos.
    Bom desafio!

  40. Felipe Teodoro
    19 de janeiro de 2017

    Opa! Blz?

    Um relato sofrido. Pelo jeito não só ela já foi feliz, como o próprio narrador, não? Acho que você descreveu os detalhes suficientes para dar força e depois quebrar a relação, porém senti falta de mais informações. Assim tudo fica vago demais, e na minha concepção de micro-conto, não vejo uma história aqui. Infelizmente. Soa apenas como um breve fluxo de pensamento de um coração partido. Mas eu posso estar errado, claro. De qualquer forma, sorte no desafio!

  41. Amanda Gomez
    19 de janeiro de 2017

    Olá,

    bem dá pra imaginar várias coisas, de imediado entendi que o narrador é uma espirito que observa a pessoa que amou em vida. Talvez ele tenha tido uma vida triste, ou tido uma doença e mesmo com o amor dela, não foi o suficiente para que ele seguisse vivendo… quem sabe ele tirou a própria vida? Não sei…

    Ou pode ser um anjo da guarda, desacreditado de si mesmo, diante da incapacidade de fazer sua protegida que outrora já foi feliz.

    Não sei, eu gosto de contos abertos, mas as vezes o autor escancara demais,

    No geral eu gostei sim.

    Boa sorte no desafio.

  42. Iolandinha Pinheiro
    19 de janeiro de 2017

    O narrador é uma entidade espiritual, um santo ou o próprio Jesus. Ele fala da relação de fé que tiveram – adorador e adorado e que foi rompida por alguma tragédia na vida dela (Em mim ela encontrou o conforto digno de uma religião, mas não durou muito, pois no caminho que Deus traçou para nós a felicidade não estava lá.) Achei interessante o seu texto ter dado vazão a tantas interpretações. Isso só nos mostra que o autor soube espalhar pistas nas entrelinhas. Parabéns.

  43. Tom Lima
    19 de janeiro de 2017

    Não ficou claro pra mim o que aconteceu ali.
    Se fosse só um casal separado temos um narrador contando a história que aconteceu com ele, criando imagens, e isso é bem interessante. Mas fiquei mesmo sem saber. Como não há indícios do motivo da separação (a não ser a vontade de Deus, que me faria gostar menos ainda) não rola empatia.

    Boa sorte.

    Abraços.

  44. mariasantino1
    18 de janeiro de 2017

    Oi!

    Entendi que a pessoa narradora não foi mais feliz depois do rompimento do relacionamento com a moça que ele aponta para o leitor . É melancólico, mas senti um incômodo com os adjetivos aos pares (solidão e desamparo… chorando e gemendo).
    Fora isso o conto segue plano, na média, sem alarde.

    Queria ter gostado mais.

    Boa sorte no desafio.

  45. Brian Oliveira Lancaster
    18 de janeiro de 2017

    GOD (Gosto, Originalidade, Desenvolvimento)
    G: Nossa, triste. As emoções são bem descritas e transmitem de forma completa a melancolia. O texto fala de destino, o qual muitos creem, mas aqui o autor deu uma camada mais complexa. No fundo parece culpar a própria sorte, em vez de seguir em frente ou lutar pela reconquista. Um discurso um tanto derrotista, mas se essa era a intenção, conseguiu atingir o objetivo. – 9,0
    O: A única diferença visível, que achei interessante, é existir dois personagens oniscientes: o narrador e o ouvinte. Utilizou-se de um recurso incomum, mas que torna o texto mais intimista. – 8,5
    D: Escrita suave, bem pontuada. Flui que é uma beleza. Palavras bem escolhidas. – 9,0
    Fator “Oh my”: já disse que melancolia é meu fraco? Esse é bem mais triste pelo que poderia ser e não foi (história).

  46. Roselaine Hahn
    17 de janeiro de 2017

    Achei impactante a composição …”a felicidade não estava lá”. Um belo texto, sem firulas,mais um caso de amores perdidos, bem narrado, enxuto.

  47. Gustavo Aquino Dos Reis
    17 de janeiro de 2017

    Santo Triste,

    tua obra é bem executada, triste mesmo, mas ela não brilha pela novidade. Na minha pobre interpretação, temos um fim de relacionamento, o drama de um casal recém-separado e as ponderações de um deles. Apenas. Sei que são apenas 99 palavras, porém senti falta de algo mais arrebatador.

    No entanto, temos uma boa escrita aqui. Faltou mesmo apenas um enredo mais encorpado que fizesse jus a tua maneira de escrever.

    Parabéns.

  48. Fil Felix
    17 de janeiro de 2017

    O canto da sala meio que frustrou minhas interpretações, mas vamos lá. Gostei e não gostei do conto. Ao meu ver, imaginei um término de relacionamento. Que são sempre complicados e cheio de dramas, o que achei interessante e bonito. Mas o canto da sala não entra na imagem gerada. Dando uma olhada nos outros comentários, surgiram outras interpretações interessantes (como um santo, um padre, um espírito). Isso é um ponto positivo, abre para a imaginação. Mas também tem seu ponto negativo, fica flutuando.

  49. Leandro B.
    17 de janeiro de 2017

    Oi, Santo.

    De certa forma achei o conto aberto demais para apostar em alguma interpretação com propriedade.

    O local é genérico (canto da sala), a entrega ao romance e seu término também são bem abrangentes (no caminho que Deus traçou para nós a felicidade não estava lá).

    Li algumas interpretações interessantes dos colegas, mas simplesmente não consegui reafirmá-las, diante da escolha de palavras, diferente do que ocorreu em outros contos.

    Mencionar que Deus traçou o destino deles não me pareceu implicar em um personagem-padre, e o “enquanto me distanciava sem perceber” faz parece que não foi uma decisão de seguir o celibato que ocasionou a tristeza, mas sim a indiferença que frequentemente vem com o tempo de casais.

    Em tempo, gostei do uso de certas expressões e da melancolia embutida, mas, novamente, infelizmente não consegui captar nenhuma pista para a centralidade da história.

  50. Miquéias Dell'Orti
    17 de janeiro de 2017

    O conto tem um toque de sensibilidade e não usa palavras desnecessárias. Não sou muito fã desse tipo de história, mas a premissa é interessante.

  51. Luis Guilherme
    16 de janeiro de 2017

    Boa noite, tudo bem?

    Olha, não gostei muito.
    Apesar de ter uma premissa legal, tem várias questões técnicas que acabaram prejudicando.

    A repetição de ideias já é algo complicado, e isso se acentua num conto tão curto.
    Além disso, tem alguns erros de revisão/gramaticais, como “lembro-me dá última vez”

    Enfim, acho que uns cuidados técnicos valorizariam seu trabalho, afinal, dá pra notar qualidade e criatividade.

    Boa sorte e parabéns!

  52. Victor F. Miranda
    16 de janeiro de 2017

    É consistente e você contou a história sem palavras desnecessárias ou excesso de carga dramática. Gostei.

  53. waldo gomes
    16 de janeiro de 2017

    Outro conto de desabafo: algo ou alguém se julga o bambambam da coisa toda e fica se lamentando pelo outro alguém estar distante.

    Não sei o que é esse algo ou alguém, então vamos ao estilo: uma simplicidade romântica, sem grandes vôos. Conta os fatos e pronto.

    Não sei, não me agradou ainda, enquanto leitor.

  54. Thata Pereira
    16 de janeiro de 2017

    Na minha interpretação, um espírito observava a mulher amada, que lamentava sua morte. Apesar disso, a interpretação do Gustavo se enquadra bem, e é condizente com o pseudônimo do autor. Bom, mas ainda não sabemos se é a verdadeira. No início do conto, inclusive, “canto da sala” me lembrou sala de aula e comecei imaginando um cenário escolar.

    Citar a religião e Deus não foram o suficiente para eu pensar em um romance envolvendo um padre, pois achei a construção da frase bastante coerente em qualquer tipo de relação. Relacionamentos trazem confortos que podem ser comparados com os oferecidos pela religião.

    Gostaria de ter visto mais elementos que indicassem se era mesmo um padre, caso seja.

    Boa sorte!

  55. Lee Rodrigues
    16 de janeiro de 2017

    Uai, Santo Triste!
    O infortúnio desse romance seria o celibato?
    A lei da natureza costuma ser muito mais forte que a dos homens.

  56. Anderson Henrique
    16 de janeiro de 2017

    Tenho percebido algo recorrente na leitura dos contos: deixar em aberto não quer dizer não criar uma trama, um enredo. Diversos texto estão sem elementos que dão vida ao conto. Neste aqui faltou o motivo da separação. Porque se distanciaram? Uma perda é mencionada, mas o que foi perdido? Não acho que esse seja o elemento que o leitor tenha de preencher. É uma pena, pois o texto não está ruim. Talvez eu mudasse apenas uma construção, apenas para tirar o “lá” (sugestão: pois a felicidade não estava no caminho que Deus traçou para nós). E corrigir esse dá.

  57. Juliano Gadêlha
    16 de janeiro de 2017

    Um tema aparentemente simples, mas cheio de nuances e passível de diferentes interpretações, o que é bem condizente com o gênero. É interessante deixar que o leitor possa viajar e imaginar dentro da narrativa, mas talvez aqui ela tenho sido deixada muito aberta. Ainda assim, um bom texto. Parabéns!

  58. Tatiane Mara
    15 de janeiro de 2017

    Olá…

    Alguém lamenta a perda de alguma coisa e a dor causa em terceiros.

    Texto confuso, não gerou empatia ou cumplicidade, além de ser extremamente nebuloso.

    Boa sorte.

  59. Nina Novaes
    15 de janeiro de 2017

    Ótimo conto.

    Um ex-casal que se perdeu dentro de uma relação que, embora tenha chegado ao fim, permaneceu viva e dolorida eternamente dentro de si.

    Mostra um pouco de como a vida é de fato. Das pessoas que enlouquecem por amor ou pela falta dele. Das que não superam perdas e rupturas da vida.

    É triste, é tocante e é belo.

    Parabéns. 🙂

    • Nina Novaes
      16 de janeiro de 2017

      Eu li nos comentários uma excelente interpretação e agora minha cabeça tá super presa a essa ideia: É um padre! Faz todo sentido, hahaha. ❤

  60. Laís Helena Serra Ramalho
    15 de janeiro de 2017

    Não sou muito fã de narrativas de romance e talvez por isso não tenha me conectado aos personagens e à história. No entanto, o microconto contém uma história completa e bem escrita (exceto pelo “da” em que seu corretor colocou acento), que até me deixou curiosa quanto ao motivo da tristeza da moça, e um tanto em dúvida se ela morreu ou só enlouqueceu.

    Só achei que a reação do protagonista no final (“a última vez que eu sorri”) ficou um pouquinho exagerada (ou ele morreu também?). Mas, no geral, foi um bom microconto, apesar de não ser o tipo de história que eu curto.

  61. Thiago de Melo
    15 de janeiro de 2017

    Amigo autor,

    Esse tipo de fluxo de consciência não me agrada muito. Não há nada de errado com isso, claro, é apenas uma questão de gosto pessoal mesmo. A impressão que dá é que o personagem principal está se lamentando quando poderia ter feito algo a respeito. Não há indícios de porque eles não puderam ficar juntos… Aconteceu por acontecer.
    Volto a dizer, o texto está coeso, não tem nada de errado, mas não é um estilo com o qual eu simpatizo muito.

    Boa sorte no desafio.

  62. Davenir Viganon
    15 de janeiro de 2017

    Conto em primeira pessoa tem um ritmo carregado com melancolia do personagem, acho isso bom. Tem um pouco de orgulho bobo do personagem, o que o deixou patético e humanizado. Parece que ele está falando com alguém, mas fico com a impressão é é uma conversa na mente do protagonista, já que o conto todo é ele remoendo o passado até aquele ponto. Não e o tipo de estória que me agrada, mas os méritos são perceptíveis.

  63. angst447
    15 de janeiro de 2017

    Ao ler o começo do seu texto, surgiu em minha mente uma música – Cuida bem dela (Henrique & Juliano) :
    “Sabe aquela menina sentada ali?
    Com olhar desconfiado, tão inocente
    Eu já fui doente naquela mulher”
    Um amor impossível, talvez perdido na indiferença que o tempo provocou no coração do homem – que a deixou com os próprios pensamentos.
    Ao mesmo tempo, o homem confessa que não conseguiu mais sorrir depois que se afastou da amada.
    O conto deixa esse gosto agridoce, um misto de saudade e desapego forçado.
    De erro, só encontrei – que dá última > que da última vez – mas isso é típico de corretor de celular.
    Boa sorte!

  64. Remisson Aniceto (@RemissonA)
    15 de janeiro de 2017

    Um conto muito bem alinhavado, onde amor e morte se entrelaçam. Como já disse em outro conto, há uma acentuação errada (se eu estiver enganado, perdoe-me) no final da penúltima linha, coisinha que de forma alguma compromete a qualidade, boa qualidade do texto.

  65. Zé Ronaldo
    15 de janeiro de 2017

    Ótimo microconto! Final aberto, o leitor tem que buscar entender quem é o narrador, peça fundamental para se elucidar toda a trama do conto, por conta própria, sem auxílio explícito do texto. Muito bem elaborado e engendrado. Parabéns!

  66. Gustavo Castro Araujo
    15 de janeiro de 2017

    Um microconto que acerta nas entrelinhas. A interpretação que fiz foi de um padre que, no intuito de ajudar uma garota, acabou apaixonando-se por ela; exatamente por isso, viu-se obrigado a deixá-la. É uma história triste, pois a paixão ou o amor são sentimentos incontroláveis. Aqui, contudo, foram sufocados por um dever de ofício. Daria para discorrer linhas e linhas sobre a legitimidade do celibato, mas não me parece ser essa a intenção do texto. Antes, refere-se a escolhas e, por isso mesmo, a renúncias. Ao desistir de amar, o padre tornou duas vidas infelizes. Triste fim, mas totalmente condizente com a ideia da trama.

  67. Glória W. de Oliveira Souza
    14 de janeiro de 2017

    Temática com início machista, de homem com empáfia e esnobador. No meio do texto, demonstra toda a sua insegurança, seu medo e desalojado da realidade. O final, para mim, sem dramaticidade e insonsa. Entretanto, a narrativa é correta.

  68. Edson Carvalho dos Santos Filho
    14 de janeiro de 2017

    Tudo é uma questão de gosto. Eu, particularmente, não gosto desse tema excessivamente melodramático. A personagens demonstra sérios problemas psicológicos, já que só consegue sorrir com o sorriso do amante. Porém, o texto passa uma ideia de abandono, por parte dele, que soou exagerada.

  69. Antonio Stegues Batista
    14 de janeiro de 2017

    Duas pessoas que se amaram e que não deu certo, eles estão numa sala, talvez de um advogado para fazer o divórcio. Ficou confuso a situação deles, pois me parece que os dois se lamentam por terem fracassado. E o tom do narrador sugere que a culpa é dela! Acho que é uma cena comum e sem impacto.

  70. Fernando Cyrino
    14 de janeiro de 2017

    Uma história bem narrada, bem costurada. Bastante direto. A dificuldades das relações humanas se encontra bem mostrada. Bacana. Acho que sobra um acento agudo nesse da, que não é verbo. Abraços de sucesso

  71. José Leonardo
    14 de janeiro de 2017

    Olá, Santo Triste.

    É a efemeridade. As maiores estrelas do Universo “queimam” mais rápido e vivem menos que as menores. Seu conto abre lacunas para pensarmos como pode ter sido esse relacionamento curto, a intensidade, motivos para o distanciamento… Sabemos, também, que as condições do narrador eram as mesmas da garota: solidão e desamparo.

    Achei demasiado simples na forma, nas palavras, mas é um tema sempre interessante.

    Boa sorte neste desafio.

  72. Evelyn Postali
    14 de janeiro de 2017

    O texto tem uma linguagem que deixa a leitura confortável. Não percebi erros de escrita. O tema é o amor que não aconteceu ou que aconteceu e deixou de acontecer. Achei meio confusa a ação da personagem que narra. Amar e deixar de amar? Não sei se é possível. Me incomodou essa coisa de ele ter sorrido pela última vez junto dela e ela junto dele. Se existia amor, onde ele foi parar?
    Em tempo dá=da.

  73. Olisomar Pires
    13 de janeiro de 2017

    O conto narra algo, a perda de um amor e a culpa por se achar responsável pela felicidade, todavia, é muito vago, sem paixão.

    Não me emocionou, se fosse essa a intenção para com o leitor, parece um desabafo de bêbado para os amigos: exagero e vitimismo.

  74. Vitor De Lerbo
    13 de janeiro de 2017

    Duas almas que, ao perceberem que não ficarão juntas, acreditam que jamais encontrarão a felicidade. Situação real para diversos casais e atual em qualquer época.
    O último parágrafo me parece um pouco confuso.
    Boa sorte!

  75. Patricia Marguê Cana Verde Silva
    13 de janeiro de 2017

    Quanto poder para um homem só… responsável pelo sorriso e conforto de alguém. Seria curioso existir felicidade neste conto…

  76. Ceres Marcon
    13 de janeiro de 2017

    Oi, Santo Triste!
    Quem pode mandar nos sentimentos, não é? Escolhemos A, quando gostaríamos de ser o B.
    Parabéns pelo texto e pelo tema.

  77. Guilherme de Oliveira Paes
    13 de janeiro de 2017

    Achei a composição do último parágrafo um pouco confusa. Parece se apoiar muito no lirismo também, o que acaba fragilizando o texto.

  78. Guilherme
    13 de janeiro de 2017

    Parabéns, gostei bastante. Confesso que no começo achei meio meloso RSS, mas me convenceu no final. Bo sorte

  79. Vanessa Oliveira
    13 de janeiro de 2017

    Achei interessante. É uma história que mistura amor, tristeza, alegria, solidão, tudo de uma vez só, como só uma história de amor pode ter. Está completa, mostrando, com poucas palavras, o inicio, o meio e o fim. Boa sorte!

  80. Tiago Volpato
    13 de janeiro de 2017

    O texto está bem escrito, foi bem construído. Traz uma grande história em poucas palavras. Não sei o motivo, mas mesmo sendo um texto curto, senti como se ele tivesse um ritmo lento. Não me leve a mal, não quero dizer que é um texto ruim, apenas não me agradou tanto.
    Abraços.

  81. Sabrina Dalbelo
    13 de janeiro de 2017

    A última vez em que foram felizes, eles estavam juntos, mas se não é para ser, não será. O conto deixa claro isso.
    Não interessa por quê. Não deu.
    Não precisa explicar.

    Parabéns!

  82. elicio santos
    13 de janeiro de 2017

    Um amor intenso que se esfacela aos poucos e deixa enormes vazios. Boa abordagem. Não é um dos melhores microcontos que li, mas ao menos preenche os requisitos minimalistas. Boa sorte!

  83. Rubem Cabral
    13 de janeiro de 2017

    Olá, Santo Triste.

    Um bom conto. Curioso um amor tão grande ter acabado tão rápido.
    Achei a escrita simples, mas eficiente. Há um erro em “lembro-me que dá…” (não há acento aqui).

    Nota: 7.5

  84. andré souto
    13 de janeiro de 2017

    Expectativas…mas quem não as tem?Até chegar á entrega da religião,mas estamos na vida real.Muito bom tema e bem desenvolvido.

  85. Bruna Francielle
    13 de janeiro de 2017

    Gostei bastante da abordagem do tema.
    O autor conseguiu criar colocações eficientes, passar emoção, fazer o leitor imaginar a situação. A separação de um casal, e o lamento de um deles, que também vê o sofrimento na outra pessoa.
    Não ficou exagerado, porém ficou tocante.
    Parabéns

  86. Virgílio Gabriel
    13 de janeiro de 2017

    Olha, gostei. É um tema simples, mas exposto de forma concreta sem firulas. Você não enrolou no abstrato, e soube personificar sentimentos. Nem tudo que começa feliz, tende a permanecer assim. Isso está aquém das nossas vontades. Parabéns.

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Informação

Publicado às 13 de janeiro de 2017 por em Microcontos 2017 e marcado .