EntreContos

Detox Literário.

Beterraba (Leonardo Jardim)

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Chegou ao seu apartamento de decoração minimalista e localização privilegiada. Retirou o terno Armani e vestiu um pijama confortável. Dirigiu-se à cozinha – decidira dispensar a empregada naquele dia. Entre goles de uísque e após jogar as cenouras cortadas em cubos na água fervente, observou a mensagem recém-chegada: “Operação concluída”.

Sorriu ao constatar que, numa só jogada, eliminou seus inimigos, os obstáculos ao seu negócio e deu algo sangrento para a mídia e população se ocuparem.

Cortou uma beterraba.

E então, sujou as mãos.

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83 comentários em “Beterraba (Leonardo Jardim)

  1. Leo Jardim
    30 de janeiro de 2017

    🎬 Bastidores: Beterraba

    Naquela dificuldade absurda de ter uma boa ideia que coubesse no espaço tão reduzido, estava vendo as notícias ruins do início de ano e pensei como tem gente poderosa que mata direta ou indiretamente e nunca suja as mãos… eram os primeiros dias do prazo e essa ideia chegou com tudo e eliminou a chance de qualquer outra.

    Desde então, fiquei naquele trabalho que todo mundo deve ter tido: como contar isso em 99 palavras? Como criar uma frase final impactante? E, num grande estalo, quando eu caminhava na rua para o trabalho, veio a ideia da beterraba. No instante infinitesimal seguinte, meu cérebro já associou com o conto “Motivo” (mais conhecido como “Cebola”) de Fabio Baptista. Era uma ideia muito boa, mas muito parecida. Escrevi e reescrevi as malditas palavrinhas n vezes de forma a não ficar muito igual, mas desisti. Se era pra ficar igual, que fosse explícito. Procurei o conto do Fábio e copiei a estrutura. Seria, então, uma homenagem (ou pastiche, como bem o professor Selga ensinou).

    Faltavam ainda vários dias para o fim do prazo e fiquei mastigando meu cérebro pra ver se saía outra ideia. Mas o trabalho da beterraba tinha sido muito bem feito: nenhuma outra ideia havia sobrevivido (será que ela ao menos sujou as mãos?)

    Chegou o prazo e tive que mandar aquele mesmo, com um cagaço imenso das porradas que ia tomar por “copiar” outro texto. (Acho que é o que eu criticaria se não fosse meu). E, adivinha quem foi o primeiro comentarista? Sim, o próprio FB, dizendo que o texto era uma cópia do dele… 😦

    Mas não foi bem só isso que li. A grande maioria gostou da ideia, mesmo perdendo pontos por não ser 100% original (o que acho muito justo). Legal que muita gente que tinha lido “Motivo” conseguiu ver que fiz um trabalho em cima do dele e não apenas uma cópia. Alguns chegaram a ter a audácia de dizer que tinha ficado melhor 😮

    Enfim, gostei muito de ter participado e ter escrito esse conto. Um grande abraço a todos e até o próximo desafio.

  2. Gustavo Henrique
    27 de janeiro de 2017

    Haha gostei bastante, um conto diferente. Parabéns e boa sorte!

  3. Sra Datti
    27 de janeiro de 2017

    Essa mescla de cotidiano, de hábitos, do cortar em cubos e cozinhar os alimentos, de beber seu uisque, de ter dispensado a empregada (de forma natural, e sem mais intervenções do narrador) após um crime foi bárbaro, em ambos os sentidos (e nos outros também se houver mais). O ato de cortar a beterraba e então ter as mãos sujas foi um surpreendente impacto.
    Sinto que o tempo não me permite me aprofundar mais.
    Parabéns!

  4. Remisson Aniceto (@RemissonA)
    27 de janeiro de 2017

    Muito bom, saindo da infinidade de temas surrados (mesmo que a maioria bem escritos) dos muitos contos deste desafio. Muito interessante e bem construído. Tem muita chance. Abraço.

  5. Leandro B.
    27 de janeiro de 2017

    Interessantíssimo como é possível reutilizar a estrutura de um conto e ainda assim escrever algo bom e, de certa forma, original.

    Texto muito bem escrito. Se fosse possível olhar a história de forma isolada, diria que o personagem lembra bastante Wilson Fisk.

    Enfim, parabens pelo texto. Talvez entre no meu top 20.

  6. Lohan Lage
    27 de janeiro de 2017

    Gostei! 🙂
    Bem construído, bom desfecho.

  7. Victória
    27 de janeiro de 2017

    Gostei muito. Não li o tal conto da Cebola que andam falando nos comentários, mas achei genial a ideia do protagonista sujar as mãos de beterraba, já que não sujou, literalmente, as mãos de sangue ao ordenar a tal operação concluída. Acho bacana também o “jogo de poder” que o conto envolve, retratando um homem poderoso e provavelmente inteligente. Parabéns!

  8. rsollberg
    26 de janeiro de 2017

    É uma releitura do clássico “Cebola” do Fábio Baptista, um dos meus preferidos do último desafio de microcontos.
    Nesse sentido, o impacto e a surpresa ficaram em segundo plano.
    Ocorre que aqui, o autor foi muito habilidoso em criar uma história com a mesma estrutura, mas com um enredo absolutamente original. Em determinados pontos, superior ao modelo.
    Invejável a capacidade do autor em enquadrar tudo no mesmo molde sem nem de longe parecer uma cópia mal feita.
    Por todo o exposto, parabéns pela coragem e boa sorte

  9. Simoni Dário
    26 de janeiro de 2017

    Esse conto me remete diretamente ao conto “Cebola”, de outro desafio. Mesmo a comparação sendo inevitável, não deixa de estar bem escrito e bem finalizado. Chego a suspeitar que tenha sido escrito pela mesma pessoa do outro conto. A metáfora das mãos sujas me agradou bastante.
    Bom desafio!

  10. Fil Felix
    26 de janeiro de 2017

    Algo bem 007niano, jogo de política ou de agentes ou da máfia? Gosto desse tom. O grande destaque fica pro jogo de palavras, muito bem utilizado e que marca no final, mostrando-o sujando as mãos de verdade. Um bom conto!

  11. Gustavo Aquino Dos Reis
    26 de janeiro de 2017

    Acho que a grande infelicidade do conto foi ter sido escrito pós “Motivo”
    Ligar essa obra àquela é uma coisa que se dá naturalmente.
    Ele está bem escrito, tem uma narrativa própria, mas estruturalmente ficou similar demais. Requentado demais.
    Parabéns.

  12. Felipe Teodoro
    26 de janeiro de 2017

    Olá.

    O conto é interessante e no geral bem escrito. Achei apenas que o uso de “Operação concluída” não ficou muito legal, parece até legenda de filme de Hollywood. O melhor momento com certeza e o desfecho, a relação sangue nas mãos, a consciência que pesa (ou não). Enfim, um trabalho na média.

  13. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    25 de janeiro de 2017

    Olá, Bloody,

    Adorei seu pseudônimo.

    Li no grupo que este conto tem relação com o vencedor do ano passado. Intertextualidade. Buscarei o conto mas prefiro comentá-lo aqui antes de o fazer.
    Gosto de comentar imaginando o leitor desavisado. O que ele sente ao ler uma história, o que entende, enfim. A intertextualidade certamente acrescentará mais uma camada ao texto. E isso é ótimo.

    Quanto ao conto em si, gostei demais. O jogo de palavras com a beterraba e sua cor, a sujeira nas mãos e o mau caráter do personagem, são, certamente artifícios usados por um escritor maduro, consciente de suas escolhas e que se diverte com o que faz.

    Parabéns por sua verve.

    Muito boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

  14. Lídia
    25 de janeiro de 2017

    Paródia do micro da cebola! Adorei! kkkkk
    Lembrou-me muito Narcos e esses outros esquemas políticos da atualidade e históricos.
    O que mais me interessou foi que o personagem só sujou as mãos de vermelho quando cortou as beterrabas, ou seja, a “operação” jamais seria vinculada a ele.
    Achei muito bem escrito! Gostei bastante!
    Boa sorte!

  15. vitormcleite
    25 de janeiro de 2017

    bem escrito e mostras um ambiente muito interessante. Gostei da ironia, muitos parabéns. Quase quase entravas na minha lista dos vinte! Lamento

  16. Estela Menezes
    25 de janeiro de 2017

    Até o momento em que ele corta a beterraba, seria apenas mais uma cena muito bem descrita e que a gente vai lendo com curiosidade, embora sem grandes impactos. Com a chamada recebida, a temperatura sobe um pouquinho, mas é na virada “curta e grossa” que a gente recebe o banho de água fervente. Sensacional a construção!

  17. Srgio Ferrari
    25 de janeiro de 2017

    O poder só suja as mãos assim mesmo, de resto o dinheiro compra tudo…suspiro. Bom microconto. Parabéns.

  18. Daniel Reis
    25 de janeiro de 2017

    Bom, chegamos a ele. O famigerado texto da cebola ao contrário. Não vou negar que o autor teve uma puta sacada, quase publicitária eu diria, com uma ponta de inveja. Mas, infelizmente, como história em si o resultado foi mais de pastiche que de homenagem. Para quem não sabe de onde veio o conceito original, o texto não tem significado claro – a referência ao conto vencedor “Cebola”, do último desafio microcontos. Funciona como brincadeira interna entre os iniciados no Entrecontos, mas não se sustenta fora do ambiente. Sinto muito, não estará entre os meus favoritos.

  19. Tom Lima
    25 de janeiro de 2017

    É bem interessante que ele só suja as mãos com a beterraba. Nada antes deixa ele com essa sensação. Ou ele não acha errado o que fez, ou realmente não fez nada errado com sua jogada. Essa dúvida é gostosa, pra mim. Final aberto na medida certa.

    Muito bom. Parabéns.

    Abraços.

  20. Rubem Cabral
    24 de janeiro de 2017

    Olá, Beetroot.

    Curiosidade “nada a ver”: meu nome, em alemão, parece “beterraba”: Rübe. 😉
    O conto é uma óbvia homenagem ao conto da cebola, do Fabio Baptista. No entanto, apesar de usar uma “fórmula” parecida, conseguiu um efeito muito bom, ao associar manchar as mãos com beterraba ao sujar com sangue.

    Nota: 8.5

  21. Laís Helena Serra Ramalho
    24 de janeiro de 2017

    O conto tem uma ideia interessante por trás e o final, com a beterraba, trouxe uma imagem impactante. Um final inesperado, dado o título.

    Mas fiquei um pouco decepcionada por não saber o que exatamente ele fez. Ter deixado isso como uma ponta solta tirou um pouco do impacto, me privou de saber qual foi a sacada genial dele. Além disso, não entendi a relação da empregada com isso tudo.

    A escrita não foi muito imersiva. Achei que faltou um detalhe aqui e ali (quem sabe o celular apitando para anunciar a mensagem ou uma música de fundo) para realmente me sentir imersa.

  22. Tiago Menezes
    24 de janeiro de 2017

    Achei bem diferente a estrutura desse conto. O homem era bastante ambicioso, não mediu esforços para conseguir o que queria, e a utilização da beterraba para citar a sequência das “mãos sujas” foi muito boa. Parabéns!

  23. Renato Silva
    24 de janeiro de 2017

    Gostei da referência ao conto vencedor do último desafio de microcontos, mas ao mesmo tempo, não achei legal usar o “esqueleto” de um conto vencedor para escrever outra estória numa competição. Poderia ter sido enviada para a temporada OFF do Entre Contos. Mesmo assim, gostei do seu microconto e você soube utilizar bem as palavras.

    Boa sorte

  24. Miquéias Dell'Orti
    23 de janeiro de 2017

    Oi Beterraba Sangrenta,

    Sua história tem um “quê’ de protesto contra homens ambiciosos que não medem esforços ou princípios para aumentar ainda mais seu poder e influência.

    O ambiente onde se passa o conto foi bem descrito e me eu senti lá, com ele, um sociopata maluco, com muito dinheiro, e tendências vegetarianas cortando beterrabas depois de mais um dia bem sucedido.

  25. Vitor De Lerbo
    23 de janeiro de 2017

    Um conto que mais parece um relato de algo que pode ter acontecido há poucos dias. Pontual e bem escrito, com uma ótima analogia no final.
    Parabéns e boa sorte!

  26. Givago Domingues Thimoti
    23 de janeiro de 2017

    Não gostei muito, mas a temática foi um ponto positivo, assim como a metáfora do final do texto.
    Boa sorte!

  27. Cilas Medi
    23 de janeiro de 2017

    Um bom conto, com final correto. Boa sorte!

  28. Jowilton Amaral da Costa
    23 de janeiro de 2017

    É um bom conto. Mas, a lembrança do conto da cebola do desafio passado de micro contos ainda fica na cabeça, a estrutura é bem parecida e quase impossível não fazer a comparação, o que enfraquece o texto, na minha opinião. Em termos de impacto o da cebola é mais impactante. Boa sorte.

  29. catarinacunha2015
    23 de janeiro de 2017

    MERGULHO no mar de lama vermelha. Quantos personagens reais podemos encaixar nesta salada de beterraba com cebola (adooooro!!!). É tão triste e realista que quase choro com o IMPACTO das mãos sujas.

  30. Amanda Gomez
    23 de janeiro de 2017

    Oi,

    Bem fui lá ler o conto Cebola pra entender a jogadinha aqui. Achei muito bacana a ” homenagem” ficou bem legal.

    Analisando o conto somente, eu gostei.. fez uma alusão as mãos sujas de sangue, que de fato estão. O homem rico e poderoso, se desfez dos seus inimigos de forma sangrenta. A metáfora da cor da beterraba com o sangue em suas mãos foi uma ótima sacada.

    Gostei, está bem escrito.

    Boa sorte no desafio.

  31. Wender Lemes
    22 de janeiro de 2017

    Olá! Curioso… é o segundo conto sobre beterrabas que leio no desafio, ambos muito criativos, mas com abordagens totalmente diferentes. Focando no atual, uma maneira inteligente de subentender um empresário despudorado que usa/provoca uma tragédia a seu favor. Os detalhes ficam na mente do leitor, o que é sempre bom, e é possível deduzir o que acontece de forma relativamente direta. A ambiguidade ao final fecha bem a narrativa.
    Parabéns e boa sorte.

  32. Davenir Viganon
    22 de janeiro de 2017

    O conto tem a mesma estrutura do famoso campeão do desafio de micros passado, “Cebola”. Trocando os personagens e situações. Sinceramente eu gostaria mais de uma releitura da personagem daquele com uma estrutura diferente que a reutilização da estrutura. Ainda sim, o resultado é bom.

  33. Thayná Afonso
    22 de janeiro de 2017

    O conto me lembrou muito a recente queda do avião, que tirou o foco das investigações, deu algo sangrento para mídia e ainda alguns ainda tiveram obstáculos e inimigos eliminados. Conto muito bem escrito, parabéns!

  34. Lee Rodrigues
    21 de janeiro de 2017

    Caro autor, Já tem uns dias que li seu micro e o tardar do comentário se deu a minha resistência à comparações.

    Veja, não sei se a sua intenção foi criar um espelho com outra moldura (se foi, percebe-se o bom gosto rs), nem se já havia lido o texto ao qual o seu está sendo comparado.

    O trem é que a coleção hierarquizada de traços semânticos foi a mesmo utilizada no plano de expressão do “Motivos”, isso sem excluir a ilustração.

    De toda forma, respeito o seu trabalho e claro, foi muito boa a sacada.

  35. Glória W. de Oliveira Souza
    21 de janeiro de 2017

    Narrativa com pitadas policialescas. Bela descrição inicial e vinculação com a temática alimentar. Jogo interessante entre cortes/facadas/sangue/beterraba/ inimigos/mídia/mãos. Mandou matar, mas não sujou as mãos de sangue, mas de beterrabas. Gostei da forma como tratou o tema. Há dramaticidade com apresentação, desenvolvimento e conclusão. Gostei.

  36. Juliano Gadêlha
    21 de janeiro de 2017

    Muito bem escrito, e com uma temática bastante atual. Impossível não associar à situação política brasileira e ao recentíssimo acidente que vitimou Teori Zavascki. Em termos de teorias conspiratórias, um microconto quase premonitório.

    Bom trabalho. Parabéns!

  37. Gustavo Castro Araujo
    21 de janeiro de 2017

    É clara a alusão ao “Motivo”, do Fabio Baptista, vencedor do Microcontos de 2016. Todavia, ao contrário do que se poderia esperar, a homenagem tem vida própria, na medida em que confere à trama um subtexto completamente diverso, aludindo à corrupção e à eliminação de inimigos. Numa realidade como a que vivemos atualmente, é impossível não relacionar este conto com a morte do Teori Zavascki, em termos sensacionalistas. Mas, voltando, como eu disse, a narrativa tem méritos próprios e caminha sozinha. O fato de se assemelhar em estrutura à campeã do ano passado só eleva os méritos. É como uma nova letra para uma música conhecida. Bom trabalho.

  38. waldo gomes
    20 de janeiro de 2017

    Conto “avião com chuva é caixão” mostra um mafioso que se alegra com a morte dos inimigos.

    Bem escrito e coisa e tal, embora a idéia seja chatíssima.

    Não tem estória, não tem charme, é só um rasgo, um vislumbre na vida do sujeito.

  39. Douglas Moreira Costa
    20 de janeiro de 2017

    Que texto maravilhoso. Primeiro que me prendeu bastante durante a leitura, as descrições da vida abastada do homem e tudo mais. Mas o ponto alto é a critica que se pode estender aos mais diversos setores da sociedade, a ideia de que as pessoas, por meios maquiavélicos (diretamente influenciado por ele, pode-se dizer) atingem objetivos individualistas para saciarem a ambição por poder, dinheiro (PETRÓLEO kkkkkk) e tudo que se pode imaginar. Eu consigo encaixar seu conto tanto aqui na imagem de empresários quanto na figura imponente que ostenta o título de presidente ESTADUNIDENSE (ou qualquer presidente que faz jus à real politik).
    Muito boa a metáfora com a beterraba. Uma pena que eles não sujem as mãos nem assim.

  40. Mariana
    20 de janeiro de 2017

    Gostei do que li. Não conheço o outro conto, mas a história desse me prendeu. Cozinhar é um ato de amor, ele cozinha para ninguém, apenas ele come. Interessante

  41. Matheus Pacheco
    20 de janeiro de 2017

    Olha, eu percebi que a memoria de todos aqui é muito boa, mas a minha não é porque eu não faço ideia do conto que as pessoas estão comentando que foi escrito a “sátira”, apesar de eu ter participado e ter sido desclassificado por esquecer de comentar.
    Mas eu gostei bastante do texto, imaginando que seria um tipo de atentado terrorista que o protagonista ordenou.
    Abração para o escritor.

  42. Patricia Marguê Cana Verde Silva
    19 de janeiro de 2017

    Temática atual e final ótimo. Boa sorte!

  43. Luis Guilherme
    19 de janeiro de 2017

    Haahhahahaha cara, você é ousado! huahahua

    Que daora, adoro esse tipo de maluquice.

    Além da ousadia em si, o texto tá bem bom, também.

    Bem escrito, bela trama.

    Boa sorte!

  44. Anderson Henrique
    19 de janeiro de 2017

    Tá bem escrito. A relação entre a matança e a beterraba é boa. Não vi deslizes ou problemas no texto. Gostei, mas não achei arrebatador.

  45. Luiz Eduardo
    19 de janeiro de 2017

    Tive que ler duas vezes para poder compreender bem, mas consgeui captar a metáfora. Não cehga a ter um “ponto alto” ou uma grande surpresa, mas se destaca por ser um conto bem escrito e que soube cumprir o papel ao qual se propôs. Parabéns e boa sorte!

  46. Thata Pereira
    19 de janeiro de 2017

    Que tristeza o fator surpresa desse conto ter sido quebrado. A metáfora com a beterraba foi melhor do que a da cebola (desculpe-me o Fabio, mas é rsrs’), porque com a cebola é comum chorar, mas a ideia das mãos sujas de beterraba, fazendo ligação com as mãos sujas de sangue é uma ideia fenomenal.

    Não houve surpresa, nenhuma. Mas é um ótimo conto.

    Boa sorte!

  47. Tatiane Mara
    18 de janeiro de 2017

    Olá…

    Texto fala de crime em massa e do malandro feliz com o resultado.

    Bem escrito, mas e infelizmente, não me disse nada, vi como um relato sem muito significado, perdão.

    Boa sorte.

  48. Marco Aurélio Saraiva
    18 de janeiro de 2017

    Todo mundo aí falando do conto Motivo do Fábio Baptista (tem uma galera chamando de Cebola, rs rs rs). Não vejo como uma releitura do conto, por que a trama não tem nada a ver com o Motivos. Mas a estrutura é idêntica, isso sim.

    Mas, pra galera que acha que foi o próprio Fábio Baptista que escreveu este conto: ele JAMAIS faria isso! Esse desafio vai dar muita XP pra ele ignorar e fazer um conto-sósia do seu primeiro conto campeão, rs rs rs.

    Analisando o conto: escrita mui bela e temática interessante, diferente de todas que li até agora. Conforme já comentado anteriormente: a analogia do homem só ter sujado as mãos com a beterraba foi interessante, já que ele já havia sujado as mãos há muito tempo atrás com tudo o que havia feito.

    Será que ele não se considerava realmente um homem “sujo” por ter comandado uma matança, já que sua mão não puxou o gatilho? Me pergunto isso por que às vezes imagino como os políticos corruptos brasileiros dormem à noite, sabendo que milhões de pessoas sofrem por causa do dinheiro que roubaram. A única forma que penso que conseguem dormir tranquilos é: eles não se consideram culpados por nada. Só se sentiriam culpados caso tivessem segurado uma arma e matado cada pessoa que morreu de fome por culpa sua.

    Mas enfim, a semelhança gritante com Motivos acabou jogando o conto mais abaixo no meu conceito.

  49. Vanessa Oliveira
    18 de janeiro de 2017

    Achei legal ele sujar as mãos que já estavam sujas. No entanto, beterraba tem uma coloração rosada, não vermelha hahahahaha, brincadeira! Interessante, não me instigou muito, nem me fez pensar. Deu a resposta do que poderia ter acontecido, apesar de não ter sido direto. O cara mandou alguém matar outra pessoa, para não sujar as próprias mãos. Ok. Boa sorte!

  50. mariasantino1
    18 de janeiro de 2017

    Teorias, teorias…

    1-O autor quis homenagear o conto do FB (Motivos).

    2- O próprio FB se homenageou e vai dizer a qualquer momento: Rá! Pegadinha do malandro!
    Se o autor nem souber do que eu estou falando (acho difícil) peço que me perdoe, mas é bem semelhante.

    Bem, achei bacana, mas as coisas perdem um pouco de força quando já temos uma referência de algo parecido (acho que fui redundante), mas o fato de usar a mesma fórmula quebra um pouco o impacto, não que o texto seja menos interessante e bem estruturado, mas, de certa forma, não tem como terminar de ler e não dizer, ah! Já vi isso antes.

    Parabéns e boa sorte no desafio.

  51. Fheluany Nogueira
    17 de janeiro de 2017

    Uma narrativa interessante que está causando bastante polêmica. Está bem escrita, carregada de carga significativa. Outro texto com o mesmo título neste Desafio e outro texto com a mesma estrutura e metáforas em Desafio anterior. Que confusão! Não sei mais como avaliar. Abraços!

  52. Sabrina Dalbelo
    17 de janeiro de 2017

    Annnnn, na segunda leitura entendi tudo. E aí gostei.
    O magnata que terceiriza a sua sujeira, é!?
    Muito bem sacada a metáfora de apenas sujar as mãos na hora que corta a beterraba. Muito domínio do que quer escrever.
    Parabéns!

  53. Antonio Stegues Batista
    17 de janeiro de 2017

    Creio que o personagem é um chefe mafioso que manda os capangas fazerem o trabalho “sujo” (sangrento). As primeiras frases me lembra algo que já li em algum lugar. Creio que é uma homenagem. Uma boa ideia e um bom texto.

  54. Evandro Furtado
    17 de janeiro de 2017

    A brincadeira do sujou as mãos dão uma complexidade interessante ao personagem principal. Mostra que não tem qualquer tipo de empatia por seus semelhantes e que fará qualquer coisa para alcançar seus objetivos. O texto sugere que ele causou dano a diversas pessoas, mas, é somente quando corta a beterraba, que suja de fato as mãos.

    Resultado – Average

  55. Iolandinha Pinheiro
    17 de janeiro de 2017

    Achei fraquinho. Gostei muito mais da cebola do Cebola. Um cara rico e preocupado com decoração, chega em casa e vai fazer algo para comer com cenoura, aí recebe mensagem de que a matança foi concluída e corta uma beterraba, que é vermelha,como alusão aos seus atos criminosos. Imagino que ele vá comer a beterraba crua, porque demora mais tempo do que cenoura para cozinhar. É impossível não comparar com o texto do Fabio e não achar que este é bem mais sem graça. Uma ideia requentada. Mas muita gente está curtindo, e deve figurar entre muitas listas dos escritores daqui. Sorte no desafio. Abraços.

  56. Victor F. Miranda
    17 de janeiro de 2017

    O “então” no final meio que duplicou o sentido que o texto poderia ter ganhado, ao meu ver. Mas foi uma boa ideia.

  57. Bianca Machado
    16 de janeiro de 2017

    Gostei. Se é uma homenagem ao Fabio Baptista não sei, mas ficou bem construído e fez uso da metáfora da beterraba tão bem quanto o Fabio fez da cebola. Eu gostei disso. Em uma rápida leitura inicial não deu para pegar. Mas na segunda leitura, fazendo uma conexão entre um parágrafo e outro, está muito bom, parabéns!

  58. ROSELAINE HAHN
    16 de janeiro de 2017

    Conto Master chef Bloody, talvez um tanto narrativo, algumas partes poderiam ser suprimidas, como a da empregada, e mostrar mais do que contar. Mas esqueça o que eu disse, a beterraba no final redimiu qualquer mal entendido. Abçs.

  59. juliana calafange da costa ribeiro
    16 de janeiro de 2017

    Bom, bem escrito. Leva o leitor tranquilamente a conhecer o personagem e a situação, até o frio e implacável final, que finalmente nos leva ao título. Parabéns!

  60. Priscila Pereira
    16 de janeiro de 2017

    Oi Beterraba sangrenta (graças ao google, descobri que é uma banda, ou coisa do gênero), eu gostei do seu conto, depois de ser o responsável por tantos crimes, o sujeito só suja as mãos com a beterraba, (que alias é a segunda vez que é o título de um conto nesse desafio). Boa sorte!!

  61. elicio santos
    16 de janeiro de 2017

    Metáforas culinárias. Um microconto sem grandes surpresas, mas eficaz. Boa sorte!

  62. Brian Oliveira Lancaster
    16 de janeiro de 2017

    GOD (Gosto, Originalidade, Desenvolvimento)
    G: Legal. Uma homenagem ao Cebola do desafio anterior. Gostei das subjetividades, apesar do cotidiano se fazer presente. – 9,0
    O: Foge um pouco do lugar-comum ao aplicar um contexto de espionagem ou algo assim. Mas o que mais me chamou a atenção foi a situação final. Fica aberto a interpretações, mas dá a entender que as manchas de beterraba são um eufemismo para manchas de sangue. Excelente. No entanto, peca por, lá no fundo, ser apenas mais do mesmo. – 8,0
    D: Sem sombra de dúvida, o autor utilizou todo o espaço de forma sábia, escolhendo bem o que dizer e o que não dizer. – 9,0
    Fator “Oh my”: não leva o trono porque já vi isso por aqui, mas a construção final foi a melhor parte e isso faz o texto ganhar muitos pontos.

  63. Ceres Marcon
    15 de janeiro de 2017

    Uma boa metáfora para o sangue e a beterraba.
    Sem dúvida bem escrito. Um texto enxuto. Na medida.
    Parabéns!

  64. Tiago Volpato
    15 de janeiro de 2017

    Bom texto, bem instigante e bem escrito. Vi o pessoal falando do texto do Fábio então fui procurar. Realmente ficou bem parecido, o que pra mim tirou um pouco do brilho do seu texto. Mesmo assim, um ótimo conto.
    Abraços.

  65. Andre Luiz
    15 de janeiro de 2017

    Gostei do conto como um todo, principalmente porque utilizou da beterraba como forma de representar o sangue que escorreria de suas mãos. Mesmo que tenha bebido na mesma fonte que o Fabio no desafio passado, não acho que foi cópia.

    -Originalidade(8,0): Difícil avaliar essa categoria. Você conseguiu utilizar uma estrutura diferente no conto, que acabou por construir aos poucos a trama e culminou num desfecho ambínguo. Isto foi original em certo ponto.

    -Construção(7,0): Tirei alguns pontos pela semelhança com o conto do Fábio, infelizmente. Também acho que ficou faltando um algo mais, talvez uma explicação do que teria levado o homem a fazer isto, o fato concreto que ele tenha planejado antes de chegar em casa.

    -Apego(7,0): Como disse acima, faltou para mim este motivo do conto.

    Boa sorte!

  66. Fernando Cyrino
    15 de janeiro de 2017

    Um conto interessante. Faz uma bela alegoria da sujeira que temos em volta. Um conto bem escrito, frases curtas dão o ritmo. Talvez valesse a pena cortar pronomes possessivos tal qual o foi a beterraba. Fiquei em dúvida quanto ao final. Ele não havia já colocado cubos da beterraba no fogo? Ah, esse último cortou a beterraba é extremamente metafórico. Como se houvesse cortado um corpo. Caso esse cortou a beterraba estivesse antes de sorriu teria ficado legal com esse sentido que previ. Aí então o final ficaria mais bacana. Mas são minhas ideias na tentativa de entender a história. Claro, releve isto tudo. Abraços e sucesso.

  67. Guilherme de Oliveira Paes
    15 de janeiro de 2017

    Acho boa a reflexão proposta; é bem construído, bem concluído.

  68. Edson Carvalho dos Santos Filho
    14 de janeiro de 2017

    A metáfora no final “então sujou as mãos” destoou do fato dele já ter sujado as mãos antes. Digo isso pois essa última frase soou metafórica. Se não foi essa sua intenção, seria mais grave ainda. Alguns detalhes de vírgula e usa das palavras também poderiam ter sido mais lapidados.

  69. andré souto
    14 de janeiro de 2017

    Há os que fazem e os que mandam fazer.O conto é sobre a segunda categoria,presumo.O início foi muito bom.mas no final, a ambiguidade esvaiu-se em si mesma,a meu ver.

  70. Anorkinda Neide
    14 de janeiro de 2017

    Olha.. é bem executado.. pegar a formula já vencedora foi uma boa ideia.. há quem faça isso em poesia.. enfia palavras novas dentro de um esquema de versos.. poupa muito trabalho e suor, que afinal seriam a essência da criação. Entao vc pulou uma etapa.
    gostei do ‘sujar as maos’ em comparação com o crime, se nao estivesse no esquema engessado, acredito criado pelo Fabio, eu avaliaria melhor a sua criação.
    em tempo: há a possibilidade de o proprio Fabio ter se apossado de sua propria formula e repetido a dose… malandragem..kkk

  71. olisomar pires
    14 de janeiro de 2017

    Bem escrito, sem dúvida, mas vago: “eliminou seus inimigos”, “obstáculos ao seu negócio”, “numa s[o jogada”… desculpe, mas não me convenceu.

    Gostei da duas últimas frases. Só.

  72. angst447
    14 de janeiro de 2017

    Uma homenagem ao Fabio Baptista. Quem diria?
    Beterraba no lugar da cebola. Sangue ao invés de lágrimas.
    Achei bem construído, palavras bem costuradas, seguindo o modelo original, mas só o esqueleto, o resto foi inédito.
    Uma releitura que acabou revelando outro personagem – um homem que cometeu algum crime e se suja com o sangue. Lavará as mãos como Pilatos?
    Boa sorte!

  73. Andreza Araujo
    14 de janeiro de 2017

    Nossa, amigo, achei simplesmente genial a sua releitura do conto do nosso amigo Fabio (foi o que me pareceu, inclusive na formatação do texto). Não há como não comparar, mas é como se o seu conto fosse ainda melhor que o dele, só que isto só ocorre porque existe o microconto original, entende? Rsrs O texto deixa claro o que aconteceu, que ele foi o mandante de algum crime. E o fato do personagem sujar as mãos com beterraba, fazendo alusão ao vermelho de sangue, foi uma boa jogada também. Conto muito divertido por causa da brincadeira, mas no fundo é um microconto bacana por si só e não depende de nenhum outro conto ou microconto pra ser bom, pois conta uma história única. Parabéns pela criatividade, mesmo que tenha sido de carona!

  74. Eduardo Selga
    14 de janeiro de 2017

    Lendo alguns comentários, acho importante tentar esclarecer o seguinte: essa narrativa não é uma sátira em relação ao conto “Motivo”, do desafio de microcontos do ano passado. A sátira faz referência a um texto anterior (intertextualidade) mas é uma tentativa de depreciar esse texto ou a circunstância nele narrada. Nesse segundo sentido, a paródia tem um viés fortemente político.

    Não me parece terem sido essas as intenções do presente conto. Ao contrário, ele se aproxima muito do texto original, sem nenhuma vontade de ridicularizá-lo. Por isso se trata na verdade de um pastiche, que se caracteriza pela imitação pura e simples de um estilo, sem tentar esconder isso. Usando uma palavra que circula muito em certos meios literários, o autor do pastiche pretende emular outro texto.

    Isso não significa plágio, pois não é uma cópia literal, e sim do estilo e da estrutura, sobre a qual se desenvolve outra narrativa, normalmente muito parecida com a original.

    A dinâmica narrativa de “Beterraba” é praticamente idêntica à de “Motivo”, e poderia ser planificada assim: personagem entra em casa; recebe uma informação relevante e vai à cozinha (em “Beterraba essa ordem se inverte); há uma reação emocional ao recado, o que se torna “palpável” na figura da verdura (lá, cebola; aqui, beterraba), cuja escolha tem um valor simbólico que é essencial ao texto (cebola é igual a lágrima; beterraba significa sangue alheio derramado).

  75. Virgílio Gabriel
    13 de janeiro de 2017

    Cebola, beterraba, cenoura… vamos todos comer uma sopa e dar risada. Não li o conto do Fabio, mas analisando esse em separado, achei muito bom. O trunfo foi o final, no fato de se sentir sujo com a beterraba, mas não com as situações baixas que cometera. Gostei, boa sorte.

  76. Evelyn Postali
    13 de janeiro de 2017

    Bem escrito. Bem ambientado. Personagem bem claro para mim. Gostei muito da maneira como tudo vai sendo construído. Do sujar as mãos com a cor da beterraba, mas não se sentir sujo com as falcatruas dos negócios e relacionamentos. Isso é bem o retrato do que temos hoje, não?
    Em tempo: não li o conto da cebola. Se li, não me lembro.

  77. Keynes Aynaud
    13 de janeiro de 2017

    Uma história simples, mas com um final bem satírico, fazendo o leitor rir da situação, mesmo sendo ela “sangrenta”. Ótimo trabalho! Boa sorte com o desafio.

  78. Zé Ronaldo
    13 de janeiro de 2017

    O micro é fechado, pois conta-se das “operações”, se houvesse omitido isso, seria um ótimo exemplar de microconto. Apesar da sátira escrachada ao conto da cebola, é sublime também. Espero que o Fabio não se incomode. Pode dar pepino. (fui obrigado a postar essa piadinha infame aqui….hahahahahahahahaha).

  79. José Leonardo
    13 de janeiro de 2017

    Olá, Bloody Beetroot.

    Não é apenas uma “sátira” ao conto da cebola do ano passado (como já imaginamos nas primeiras linhas). O ápice também faz alusão semelhante: se, no conto do Fabio Baptista, as lágrimas no ato real do corte da cebola é símbolo e (de certa forma) “consequência” do sentimento precedente (a vontade de chorar), aqui, em “Beterraba”, o personagem suja as mãos literalmente após ter se “sujado” com seus atos.

    Boa sorte neste desafio.

  80. Pedro Luna
    13 de janeiro de 2017

    Achei interessante a sátira ao outro conto. Até dei risadas logo que comecei a ler. Bom, não posso mentir e dizer que gostei muito, mas está bem escrito e cumpriu o seu propósito. A cena do cara cozinhando e recebendo apenas a mensagem com a confirmação do sucesso do plano provavelmente violento me lembrou Breaking Bad. No fim, se outros tinham feito o serviço sujo, será mesmo que ele sujou as mãos? kk

    Outro detalhe interessante é como as primeiras palavras dizem muito sobre o personagem, sem necessidade de muito aprofundo: “Chegou ao seu apartamento de decoração minimalista e localização privilegiada”

  81. Bruna Francielle
    13 de janeiro de 2017

    No final, uma tirada inteligente e engraçada.
    Gostei bastante do conto, ele apenas insinua o que ocorreu, qual o papel do protagonista nos acontecimentos, dá a entender que se trata de alguém importante, rico, um empresário.
    Puxa, eu gosto de decoração minimalista, será que tenho gosto de ”rico”? Risos
    Mas achei bem legal, vem a mente a existência de pessoas inescrupulosas que fazem tudo por dinheiro. Uma boa crítica

  82. Thiago de Melo
    13 de janeiro de 2017

    Olá, Bloody,

    Eu disse que tinha escrito uma versão do conto Cebola do Fábio Baptista envolvendo vampiros. Kkkkk

    Ainda bem de desisti de mandar a minha versão, a sua ficou bem melhor. Parabéns!

  83. Fabio Baptista
    13 de janeiro de 2017

    Pô… já vi algo parecido em algum lugar! HAUHUAUHA

    Sem erros gramaticais, mas pra mim o impacto foi só de ter visto uma releitura da cebola, com um político/mafioso ou algo do tipo substituindo a esposa amargurada.

    Abraço!

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Informação

Publicado às 13 de janeiro de 2017 por em Microcontos 2017 e marcado .