EntreContos

Literatura que desafia.

Atemporal (Bia Machado)

rosa-conto-atemporal

O primeiro voluntário de uma viagem ao passado recebeu muitas homenagens em seu retorno.

Perguntaram-lhe se tinha valido a pena, o que tinha visto de mais impressionante, para quais lugares e tempos tinha ido. O homem deu todos os detalhes, surpreendendo a todos.

Perguntaram também se tinha mudado algo em seu passado, apesar do perigo disso. Ele disse que tinha feito uma pequena, mas importante mudança. Depois foi para casa descansar.

De manhã, no cemitério, depositou uma rosa no túmulo de Elise, sua esposa. Uma rosa que já não era mais a primeira, muito menos a única.

Anúncios

92 comentários em “Atemporal (Bia Machado)

  1. Leandro CT
    28 de janeiro de 2017

    RealMENTE (sempre vou frisar estes advérbios kkkkkkk) trabalhar a viagem no tempo é um desafio! Não pensei em assassinato, seria muito. Pensei que ele tivesse tentado impedir a morte dela, mas sem sucesso e por isso teve de sempre depositar uma flor no tumulo da amada. =D

    Ainda assim é um ótimo conto. Adorei! =D

    • Bia Machado
      28 de janeiro de 2017

      hahahaha, sabe que isso é meio que sazonal, né? Tem época que dá-lhe MENTE em tudo, sem pensar, às vezes a gente exagera em outras coisas, como pronomes, ou o famigerado QUE, rs… Escrever nem é a complicação. Complicação é o que vem depois! 😉 Obrigada pela leitura! =)

  2. Bia Machado
    28 de janeiro de 2017

    Olá! Como disse no grupo, deixo aqui um post sobre os “bastidores” desse conto, dentro de alguns dias prometo responder a todos que comentaram.

    Depois do desafio X-Punk, eu disse a mim mesma que no próximo desafio corrigiria algumas coisas que estavam me prejudicando:
    1 – Eu tinha várias ideias, começava a escrever uma, parava, começava outra, parava…
    2 – Por conta do problema 1, eu escrevia correndo, em cima da hora, ficava muito insegura.
    3 – A revisão saía de qualquer jeito também, às vezes nem fazia.

    Aí veio o desafio de escrever um conto em menos de 100 palavras. Caí da cadeira quase, pois esse é um outro desespero meu: minhas ideias nunca cabem no limite! Então fui obrigada a acrescentar o item 4:

    4 – Escrever um texto com começo, meio e fim em 99 palavras.

    E foi justamente o item 4 que não consegui cumprir…

    Maria Santino me perguntou no grupo: “Eu queria saber mais ou menos se é aquilo mesmo que eu disse: o cara voltou no tempo pra dar uma flor para a esposa que morreu sem receber algo assim dele.”

    E eu respondi:

    “Exatamente! Pena que deixei o final “daquele jeito” enigmático ao extremo, sem dar muita pista disso. Como eu disse que aquela rosa já não era a primeira (porque ao voltar ele tinha dado outras) e nem a única (pois teriam existido outras antes e outras depois daquela), achei que iriam entender do meu jeito, rsss… Mas como dificultei o “enigma”, não culpo quem pensou que o cara tinha assassinado a mulher. Devo ter falhado na construção da personagem, pois achei que dizendo que ele era sensato, não haveria dúvidas ao menos quanto a isso, rs…”

    Quando eu disse “achei que iriam entender do meu jeito”, quis dizer: achei que mesmo não dizendo abertamente o que tinha acontecido, iam conseguir compreender. E ao comentar que disse que ele era sensato, coloquei a sensatez em suas palavras, pois como ele sabia que era perigoso fazer uma mudança muito radical no passado, disse que tinha feito uma pequena mas importante mudança. Depois de tantos comentários achando que ele tinha matado etc. etc., fiquei surpresa, mas entendi que deixei a coisa realmente misteriosa demais, aberta demais. Por isso assumo total culpa a respeito da estrutura do meu conto e principalmente do final dele. Desculpem mesmo ter dificultado tanto, não era a minha intenção, rs…

    Então:
    – Viagem no tempo é um dos meus temas preferidos;
    – Foi a primeira ideia que tive, logo que o post do desafio foi lançado;
    – A ideia foi essa: Um homem nunca deu flores à esposa antes de morrer. E se ele voltasse no tempo e mudasse esse detalhe, a princípio tão bobo, mas que faria uma diferença enorme pra ele, que tinha se arrependido de não fazer isso antes?

    Mantive essa ideia, mas escrevi e reescrevi várias vezes. Até deixar essa versão que enviei. na primeira versão, a narrativa começava com ele no passado, se encontrando com a esposa ainda jovem, entregando uma flor pra ela, dizendo que era do namorado dela, mas que ele não sabia ainda… Aí pensei: “não, tá novelesco demais.” E depois, não seria estranho? Ela não contaria ao namorado, a versão do cara jovem, ainda, e ela não consideraria como sendo uma flor do namorado… E se mesmo com isso acontecendo, o homem ainda jovem nem ligasse pra isso e continuasse com a intenção de nunca dar flores a ela? Enfim, como disseram aí, não é fácil mesmo fazer caber uma história de viagem no tempo nesse espaço minúsculo, hehe, mas no final, valeu a pena. Vai ver minha alma não é pequena… 😉

    • Brian Oliveira Lancaster
      28 de janeiro de 2017

      Pois é, acho que fui o único a “sacar” de primeira. Mas também vim de viagem no tempo, então…

      • Bia Machado
        28 de janeiro de 2017

        Vou dar um tempo nessas viagens aí… Saturei, com série (duas, pois Scarlet Heart também acaba tratando de viagem no tempo), microconto, algumas leituras que fiz aqui… Mas abandonar, jamais. Meu tema favorito. 😉

  3. Lohan Lage
    27 de janeiro de 2017

    Brilhante. Outro que vai pras cabeças aqui. Viagem no tempo, temática que aqui foi tratada com delicadeza ímpar, remetendo a um relacionamento que mistura amor, arrependimento… lindo mesmo!

  4. Gustavo Henrique
    27 de janeiro de 2017

    Boa, eu curto bastante ”viagem no tempo”, esse conto ficou muito bom. Parabéns e boa sorte no desafio.

  5. Simoni Dário
    27 de janeiro de 2017

    Um bom conto, sensível e delicado. Lembrou-me o antigo filme “Em Algum Lugar do Passado” . Não entendi o final.

    Bom desafio.

  6. Thayná Afonso
    27 de janeiro de 2017

    Gostei muito do conto, o tema em si costuma me agradar e gostei que tenha sido aberto a interpretações. O final trouxe uma carga dramática bem bonita. Parabéns!

  7. Sra Datti
    27 de janeiro de 2017

    Toda brincadeira de viagem no tempo é um exercício difícil, pois atitudes diferentes afetariam o presente de uma forma até catastrófica. Alguma escolha nessa viagem o fez perder (não vi pista alguma que me levasse a pensar em assassinato) a esposa antes do tempo (?!) e, pelo jeito, viajaria outras vezes, e voltaria várias vezes (presente, futuro??) ao cemitério (deixou a ideia de algo cíclico).
    Histórias de viagens no tempo são muito complexas para caberem em 99 caracteres.
    Boa sorte.

  8. Pedro Luna
    27 de janeiro de 2017

    Infelizmente o final ficou um pouquinho confuso. Acredito que pelo fato de não ser mais a primeira rosa, ele voltou no passado e a presentou com alguma. Fiquei pensando dos desdobramentos desse ato, será mesmo que não houve nenhum? Não sei, não consegui me ligar ao texto. Tem uma bonita mensagem mas a impressão é de que nada aconteceu realmente.

  9. Remisson Aniceto (@RemissonA)
    27 de janeiro de 2017

    Gostei muito. Escrito com fluência, tem um enredo interessante, aberto, bom para a análise. abrindo um leque de opções para a interpretação. Mas viagem no tempo, onde? Soente pelo reencontro com a esposa falecida, presenteando-a com as rosas, o que ele não fazia quando ela era viva. Vê-se um arrependimento do homem que viaja nas lembranças tentando se redimir com a ex-esposa. Boa sorte.

  10. Leandro B.
    27 de janeiro de 2017

    Sem Loops e paradoxos, assassinato de genocidas ou uma espiada no nariz de Cleopatra. É ruim? Não. O conto, afinal, não é sobre viagem no tempo, mas sobre arrependimento e, para variar, a chance de consertar um erro, enquanto é tempo.

    Quanto a forma, achei bastante competente. De início achei a frase final confusa. Mas relendo percebi seu significado.

    Bom trabalho.

  11. Victória
    27 de janeiro de 2017

    Eu adoro histórias de viagem no tempo, mas infelizmente não consegui entender direito o final. Ele voltou no tempo para presenteá-la em vida? Dar uma rosa? Tratá-la melhor? O problema é que, por ser um texto aberto, fico pensando se não seria possível evitar a morte da moça, ou a questão de não ser a primeira e única rosa…Enfim, boa sorte.

  12. rsollberg
    26 de janeiro de 2017

    Belíssimo conto. Tocante.
    O viajante usou o recurso para tratar melhor sua esposa. Quem não gostaria de voltar ao passado para consertar algumas coisas. Afinal, só imbecis e psicopatas não se arrependem de nada. Ocorre que aqui, a grande sacada é que ele não fez algo que mudasse a vida de todos, como de costume nessas histórias. Ao contrário, transformou apenas o seu comportamento e deu o tratamento merecido a sua conjugue. Muito legal.
    Parabéns!!!!

  13. Fil Felix
    26 de janeiro de 2017

    Não sou muito fã de viagens no tempo (assim como histórias com clones). Como fã de HQs, tenho trauma disso. Li seu conto já na ansiedade de ver o que teria mudado no passado, esperando aquela surpresa que daria um TCHAN na gente e no público dele. Muito bem escrito, todo o início convence e nos coloca na história. Mas o final ficou meio xoxo.

  14. Gustavo Aquino Dos Reis
    26 de janeiro de 2017

    Uma obra sensível e que, embora debruce sobre a premissa clichê da viagem no tempo, nos brinda com outro approach.
    Bom trabalho.
    Só senti falta de mais apuro e ousadia na escrita. Mais vida na narrativa.

  15. Felipe Teodoro
    26 de janeiro de 2017

    Gostei bastante do conto. Achei ele bem escrito e com um enredo que abre espaço para muitas questões, mesmo com a narração soando tão redonda, fechadinha. Isso é muito legal. Gostei tbm do título e do pseudônimo que complementam a história. O que podemos entender é que após a mudança ele deposita a primeira rosa no túmulo da esposa (já que antes nem ele e nem mais ninguém faziam isso). Uma possibilidade doida que me passou pela cabeça, foi de que ele voltou no tempo e encontrou o corpo da esposa e lhe deu um enterro digno, a partir dai, ele e tbm outras pessoas, começaram a visitar o túmulo e deixar rosas para ela. Não sei se fui claro, mas acredito que essa interpretação é possível. Bom, eu gostei demais. Parabéns pelo trabalho!

  16. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    25 de janeiro de 2017

    Olá, Soon,

    Tudo bem?

    Arrependido de nunca haver presenteado sua amada com uma rosa, o homem, que não pode trazê-la de volta à vida, consegue presenteá-la no passado.

    Um conto romântico e com um quê de melancolia.

    É bem escrito, leve e daria pano para narrativas mais longas.

    Parabéns por seu trabalho e boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

  17. Andreza Araujo
    25 de janeiro de 2017

    Fiquei com a sensação de que o conto poderia ser ótimo, mas é apenas bom. Viagens no tempo é um assunto que rende bastante, e aqui nesta história ele estava sendo bem explorado. A melhor parte do conto pra mim é a primeira frase, pois logo de cara nos joga infinitas possibilidades, além da vontade de prosseguir com a leitura. E então veio o final… que mudança ele fez? Ele matou a esposa, ele foi visitar a esposa quando viva? Li e reli algumas vezes, pensando nestas e em outras possibilidades, e infelizmente não consegui entender o que o autor quis dizer. A rosa não era a primeira nem a única, ok, mas isto só diz que o personagem pode ter visitado o túmulo da esposa antes. Talvez uma pequena mudança conseguiria apagar essas dúvidas a fim de deixar o conto mais claro, não gostei da sensação de final aberto neste conto 😦 mas a premissa de sua história é muito boa e eu apreciei a leitura.

  18. vitormcleite
    25 de janeiro de 2017

    Uma boa ideia mas que me pareceu mal contada, principalmente na parte final do texto. Penso que podias ter dado um desfecho muito mais interessante ao teu conto.

  19. Estela Menezes
    25 de janeiro de 2017

    É correto, bem escrito, poético, um ponto de vista que torna mais original um tema nem tanto, também não tive dificuldade de entender o final (pelo menos o que eu acho que foi o que vc pretendeu atingir) … No entanto…

  20. Srgio Ferrari
    25 de janeiro de 2017

    Não entendi o final. Que pena. Não tenho o que falar mais. Fazê u q, né?

  21. Rubem Cabral
    25 de janeiro de 2017

    Olá, Soon.

    Gostei do conto, mas não muito do desfecho. A falta de clareza das ações do viajante me frustrou um pouco.

    A escrita foi correta e a ideia por trás do conto, foi bastante interessante.

    Nota: 7.

  22. Daniel Reis
    25 de janeiro de 2017

    Viagem no tempo e mudança de história – gostei de como isso foi colocado pelo autor na narrativa. Apenas a imprecisão se “já não era a primeira, muito menos a única” se refere ao fato dele já tê-la homenageado no passado, ou no presente (antes de ir), ou se houveram outras Elises homenageadas por ele. Um bom conto.

  23. Tom Lima
    24 de janeiro de 2017

    Como a maioria das histórias de viagem no tempo, tem o problema da causalidade.

    O final aberto deixou duas interpretações. Uma é a que ele matou a esposa no passado, a outra é que ele colocou flores no túmulo dela. Não consigo decidir se uma é mais forte que a outra, mas prefiro a segunda, é mais bonita.

    A forma é muito boa, flui muito bem a história. Consegui até ignorar o problema da causalidade durante a leitura.

    Boa sorte.

    Abraços.

  24. Renato Silva
    24 de janeiro de 2017

    Um conto sobre viagem no tempo; legal. Assim como os demais colegas, não entendi o final. Li muitas vezes, mas não compreendi. A última frase ficou até estranha.

    “Uma rosa que já não era mais a primeira, muito menos a única.”, E porque deveria ser a primeira? também não entendi “a única”. Cheguei a pensa que ali estivesse mais alguém enterrado com sua esposa.

    Boa sorte.

  25. Laís Helena Serra Ramalho
    24 de janeiro de 2017

    Eu gosto de viagens no tempo, especialmente se são aquelas motivadas por um arrependimento passado.

    No entanto, achei que o seu conto deixou pontas soltas demais. Faz o leitor ficar se perguntando o que realmente aconteceu, mas de uma forma um pouco frustrante, porque parece que está inacabado.

    Além disso, o fato de ele ter matado a mulher antes da data de sua morte original (se foi isso mesmo que aconteceu) não parece um detalhe tão pequeno. Dependendo de quem ela fosse e quantos familiares e amigos tivesse, a vida de muitas pessoas seria pelo menos um pouco afetada.

  26. Miquéias Dell'Orti
    23 de janeiro de 2017

    Olá,

    Seu conto me trouxe duas impressões, duas interpretações possíveis dentro do contexto:
    1. O homem voltou no tempo e matou a mulher antes, por um motivo que, inclusive, poder nobre (não sabemos) ou;
    2. O homem voltou no tempo e se redimiu sobre não ter feito uma homenagem à esposa em seu túmulo, onde antes nunca havia colocado sequer uma flor.

    De qualquer forma, a narrativa prende e nos deixa com essa dúvida grandiosa. Eu, particularmente, prefiro essa última interpretação.

    Parabéns.

  27. Vitor De Lerbo
    23 de janeiro de 2017

    Um conto abertíssimo, tanto no final quanto em todo o resto. Não temos detalhe algum sobre o que ele faz no passado – a não ser, talvez, deduzir que ele tenha visitado o túmulo de sua esposa repetidas vezes.
    Boa sorte!

  28. Mariana
    23 de janeiro de 2017

    Ele matou a mulher? É o terceiro conto com temática de viagem no tempo, talvez, por isso, não me impactou tanto. Boa sorte

  29. Givago Domingues Thimoti
    23 de janeiro de 2017

    Eu demorei para comentar esse.
    Gostei, mas acho que poderia ter amado.
    Isso aconteceu, provavelmente, pelo fato de ficado com a sensação de que faltou algo a mais.
    Soon, perdoe-me, mas é a minha opinião.

  30. catarinacunha2015
    23 de janeiro de 2017

    Um MERGULHO que não é o primeiro jamais será o único. Poético isso. Mas o importante não é a catastrófica frase final e seu IMPACTO chinfrim e sim os detalhes inexistentes da pequena alteração no tempo. O subtendido fincou suas garras no tempo e ficamos ali elucubrando o imensurável. Uma finalização mais atenta me devoraria. Pena.

  31. Cilas Medi
    23 de janeiro de 2017

    Singelo, elegante, atraente e muito bonita a imagem do amor do passado. Um conto bem definido e realizado corretamente. Parabéns!

  32. angst447
    23 de janeiro de 2017

    Depois você me conta o que quis dizer esse final? Na sua concepção, claro, porque há duas ou três possibilidades de interpretação. O homem voltou ao passado para quë? Matar? Ou ficar revivendo a dor da perda?
    Bem escrito, com um tom romântico e lírico. Ai, ai… suspiros.
    Ritmo apropriado à trama desenvolvida.
    Boa sorte!

  33. Wender Lemes
    23 de janeiro de 2017

    Olá! Singelo e bonito. Com o advento da viagem no tempo, qualquer um pensaria em salvar a companheira, tentar impedir que morresse, mas a subserviência, ao que parece, lhe permitiu só a menor das mudanças. Talvez não fosse subserviência, e sim a percepção última de que a morte é incontornável, mas nada impede que se viva em paz.
    Parabéns e boa sorte.

  34. Jowilton Amaral da Costa
    23 de janeiro de 2017

    Rapaz, acho que não entendi essa viagem ao passado. A mulher dele já estava morta antes dele viajar? Ele viajou para matar a mulher? São dúvidas importantes, com elas, ficou difícil de viajar no conto. Boa sorte.

  35. Tiago Menezes
    22 de janeiro de 2017

    Um belo conto. A viagem ao passado o fez repensar algumas atitudes, e o fez colocar rosas no túmulo da esposa falecida. Agora, já no presente, colocou mais uma rosa de muitas que virão. Um belo texto, parabéns!

E Então? O que achou?

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Informação

Publicado às 13 de janeiro de 2017 por em Microcontos 2017 e marcado .