EntreContos

Literatura que desafia.

Os sonhos não morrem (Waldo Gomes)

sonhos

“- Não sabemos bem o que o aconteceu, estávamos tranquilos, trabalhando normalmente;  Aí do nada veio essa explosão surda que chamou o prédio inteiro pra dançar, dança rápida, um passo ou dois e parou… nos olhamos meio assustados, mais pela surpresa do movimento do que com a origem do mesmo e seguimos na lida, afinal nada tinha mudado, pensamos na hora.”

Relatos semelhantes apareciam em vários jornais, delegacias, entrevistas, hospitais, nas conversas mútuas – houvera uma valsa por todo o país, não seria exagero dizer que em todo o mundo conhecido.

Mas naquele dia ninguém sequer imaginaria a causa desse efeito, isso só viria a ser descoberto muito depois, quando não fazia mais diferença, sendo que  durante algum tempo não se ouviu muito mais sobre o ocorrido que trouxesse alguma luz, apenas as repetições do fato, com mais ou menos entusiasmo, até que…

……………………………………………..

– Eu já disse Srª Carmen, é impossível ! Não há como seu automóvel ter sido trocado em minha oficina, a senhora o deixou aqui ontem e hoje ele continua aí, inclusive no mesmo lugar, nem mexemos nele ainda – disse o dono da oficina à sua cliente.

– O senhor deve me achar maluca, mas suas palavras falam uma coisa e eu vejo outra, meu carro, que deixei aqui ontem é preto e esse que o senhor insiste em dizer que é meu, é vermelho, entenda isso, por favor – respondeu a srª Carmen indignada.

……………………..

– Alô, eu gostaria de falar com a Dona Estépsia – anunciou a voz ao telefone.

– Sim, pois não, é ela.

– Que alívio falar com a senhora, estamos procurando seu número e contato há horas.

– Posso ajudar em algo, qual o assunto, quem está falando mesmo ?

– Sou a Diretora Mirna do colégio de sua filha, ela a está esperando para busca-la, acredito que a senhora teve seus motivos, mas precisamos que   venha o mais rapidamente possível pois precisamos fechar o local.

– Diretora Mirna, lamento informar, há algum engano aqui, eu não tenho filhos, pelo menos não os tenho mais, morreram em um acidente há 03 anos, se foi uma brincadeira, saiba que é de muito mal gosto e muito, muito cruel, passe bem – disse indignada e já desligando o aparelho com força.

´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´

Poderíamos exemplificar aqui milhares de casos parecidos, dos mais diversos, coisas que sumiram e coisas que voltaram, elementos  que mudaram, nomes de pessoas foram alterados, casais que nunca se viram apesar de casados há anos, filhos surgidos do nada, parentes mortos que nunca morreram ou parentes vivos que estavam mortos… a realidade parecia ter sido alterada.

Com o passar dos dias, dos anos, a situação foi se normalizando, as alterações foram sendo incorporadas nas vidas, no comércio, na rotina das pessoas e tudo entrou na mais perfeita normalidade, livros de história foram adaptados, o que era mentira virou verdade e o que era certo se tornou errado, as pessoas se acostumaram e a vida seguiu sua linha.

…………….

– Não deu certo ! – disse o Comandante Martin. – Eles não acordaram, continuam no seu estado vegetativo como se nada houvesse ocorrido, todos eles, à exceção de um ou outro, aqui e ali,  não sabemos mais o que fazer.

Do alto de sua posição, o Grão Chanceler Atios Publius, cientista chefe responsável pela operação,  não demonstrava preocupação pois sabia que esse fora apenas o primeiro de muitos testes que viriam, eles haveriam de conseguir acordar a todos e trazê-los para a convivência de seu mundo,  precisavam disso, a sobrevivência da espécie exigia isso.

A implantação em escala global de reguladores do sono nos cérebros das pessoas jogou a quase todos num transe sem fim, onde as pessoas se imaginavam ativas enquanto apenas sonhavam.

Seus corpos, em estado inanimado, não carecia de alimentação pois que a mente, por caminhos só dela, aproveitava os nutrientes oníricos ingeridos, embora envelhecessem naturalmente.

O mundo real estava praticamente abandonado, mesmo que bilhões de pessoas ainda vivessem na Terra.

A próxima geração não existiria se os implantes não fossem destruídos ou anulados.

…………………………………

“ – Foi como uma brisa forte, sabe? Balançou e tremeu, nada demais, nós continuamos com o que estávamos fazendo…”

Relatos assim estouraram em todo o mundo, mas aparentemente nada tinha mudado, até que…

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86 comentários em “Os sonhos não morrem (Waldo Gomes)

  1. Iolandinha Pinheiro
    18 de dezembro de 2016

    Olá, Fátima. Um dos motivos para não entrar neste desafio foi a minha dificuldade em criar novos mundos sem ter que sair explicando como foi que a humanidade chegou naquele ponto, ou quais as modificações produzidas ao longo dos anos, ou apelar para ambientações futuristas que me obrigassem a uma monotonia preambular que me faria perder a atenção do leitor, trocando em miúdos, não sou boa nisso. Admiro quem consegue tirar leite de pedra e ter criatividade para desenhar um mundo novo, eu não tenho (ainda). Então. O seu conto me remeteu a duas obras, o que é bom, porque gosto de ter referências. Matrix (por motivos óbvios) e a Odisseia por causa de um trecho em que Ulisses e seus companheiros ficam presos numa ilha sob o feitiço da flor de lótus que na obra é uma planta hipnótica, como a droga que aprisionava a mente de seu protagonista. O pecado do seu conto já foi mencionado aqui: muita explicação, pouco mergulho. Uma vez, ouvindo um audio do João Pedro, aprendi uma lição que sempre tento aproveitar. Conto é uma fotografia de um instante. Se a fotografia tem detalhes demais, o superficial prevalece. Muito detalhe fica apropriado para um romance. Abraços.

  2. Leonardo Jardim
    16 de dezembro de 2016

    Minhas impressões de cada aspecto do conto:

    📜 Trama (⭐⭐⭐▫▫): a premissa é muito boa, mas parece uma sinopse ou primeiro capítulo. Essa ideia de vivermos num sonho e não sabermos disso me lembrou muito Matrix e fiquei empolgado, mas o texto termina deliberadamente antes de começar. Esse “até que…” pode gerar expectativa quando existe uma continuação, mas num conto, que deveria possuir início, meio e fim, só criou é muita frustração.

    📝 Técnica (⭐⭐⭐▫▫): boa, com metáforas interessantes, mas com alguns problemas enjoados para um texto tão curto:

    ▪ seguimos na *lida*, afinal nada tinha mudado (vida?)

    ▪ respondeu a srª Carmen *vírgula* indignada

    ▪ não carecia de alimentação pois *que* a mente, por caminhos só dela, aproveitava os nutrientes oníricos ingeridos (sobrou o “que”)

    💡 Criatividade (⭐⭐▫): como eu disse, não é um mote muito novo, mas a novidade ficou por conta das “pequenas” alterações na vida das pessoas.

    🎯 Tema (▫▫): estava considerando adequado, mas no fim o texto diz que estavam assim por causa dos inibidores de sono e que se alimentavam de nutrientes oníricos. Se estivessem numa máquina que os alimentasse e os colocasse em uma realidade virtual parecida com sonhos, como em Matrix, estaria mais adequado.

    🎭 Impacto (⭐⭐▫▫▫): o fim exageradamente aberto me deixou muito frustrado, com vontade de xingar o autor. Nunca mais envie um texto pela metade para um desafio, ok?

    ⚠️ Nota 6,0

    OBS.: linda imagem.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      No próximo enviarei somente um terço do conto. Obg pelo comentário gentil.

  3. Leandro B.
    16 de dezembro de 2016

    Oi, Fauno.

    Achei a ideia interessante, mas tive a impressão de que a execução foi meio apressada ou preguiçososa. Você diz que poderia explorar n coisas no texto, ao invés de realmente explorar, o que seria bem mais interessante.

    Além disso, é sempre meio frustrante um texto que apresenta um realismo fantástico e ele se justifica pq os personagens estão sonhando.. Acho que devemos buscar alternativas a isso.

    Também achei meio fora do tema. Não percebi muita temática punk. Enfim, um conto com boas cenas que suspendem bem a realidade, mas que ficou devendo um pouco na execução.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil.

  4. Renato Silva
    16 de dezembro de 2016

    Olá.

    Quando li a primeira vez, eu achei seu conto completamente “sem noção”. Numa segunda leitura, acho que entendi, acho… Por acaso é sobre um distúrbio na Matrix ou algo do tipo? Usar isso como enredo daria um ótimo conto, mas, infelizmente, você apenas colou fragmentos descontextualizados e não apresentou um personagem, uma história. Você usou poucas palavras, deixando de desenvolver melhor sua argumentação. Uma pena.

    Boa sorte.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil.

  5. Bia Machado
    16 de dezembro de 2016

    Quando pensei “pô, que bom, um texto curto!”, me vem um conto que foi difícil de compreender em uma primeira leitura (era um sonho que não terminava, que se repetia?). Acho que li umas três ou quatro vezes. Durante as leituras pensei na Matrix, mesmo assim me perguntei se seria isso mesmo, pois a ideia é muito boa seguindo por esse caminho. Infelizmente, faltou desenvolvimento, um plot twist que nos desse algo mais elaborado.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil.

  6. Thiago de Melo
    16 de dezembro de 2016

    24. Os sonhos não morrem (Fauno): Nota 6,5
    Olá, Fauno,
    Acho que você vai receber muitos comentários dizendo que o seu texto não é “punk”, por isso não vou me alongar nessa parte. (mas tmb não achei muito “punk” hheeheheh).
    Achei a sua ideia muito interessante. Concordo com você que, se o mundo pudesse ficar apenas sonhando, dificilmente acordaríamos, e viveríamos para sempre nossas vidas imaginadas em sonhos infinitos. Achei bonita a ideia e gostei.
    Quanto ao texto, achei que ficou meio truncado. Apesar de curto, seu texto mostrou várias realidades diferentes ao mesmo tempo e foi difícil conseguir me situar em relação ao que estava sendo narrado.
    Acho que você poderia ter explorado um pouco mais a sua ideia e aproveitado o espaço de palavras que você ainda tinha disponível. De qualquer forma, parabéns pela iniciativa!
    Um abraço

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil.

  7. Wender Lemes
    15 de dezembro de 2016

    Olá! Dividi meus comentários em três tópicos principais: estrutura (ortografia, enredo), criatividade (tanto técnica, quanto temática) e carisma (identificação com o texto):

    Estrutura: apesar de curto, o conto é bastante denso e nos faz aceitar sua premissa piamente. Notei apenas uma ou outra falha na ortografia, mas nada que prejudicasse. Acho que a tecnologia usada nos implantes caracteriza satisfatoriamente o tema.

    Criatividade: entre os contos mais curtos, foi um dos poucos até agora que conseguiu realmente compensar com conteúdo e estilo. Há poesia na própria ideia proposta: quem não preferiria viver em um mundo de sonhos?

    Carisma: seja pelo estilo, ou pela ideia, esse conto me agradou mais do que muitos outros que quase estouraram o limite de palavras.

    Parabéns e boa sorte.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Aleluia e Obg pelo comentário gentil ( esse agradecimento é real). 🙂

  8. Luis Guilherme
    15 de dezembro de 2016

    Boa tarde, querido(a) amigo(a) escritor(a)!
    Primeiramente, parabéns pela participação no desafio e pelo esforço. Bom, vamos ao conto, né?
    Cara, legal teu conto! Conciso, direto, e interessante.
    O enredo é bem desenvolvido e gostei do vai e vem da história.
    A escrita também tá boa, sem grandes poréns.
    Gostei da imagem também, combinou bastante!
    Enfim, gostei do trabalho, parabéns!

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil ( de coração mesmo).

  9. Pedro Luna
    15 de dezembro de 2016

    Bom, eu estava achando muito interessante, o lance das súbitas mudanças na vida das pessoas, e como elas se incorporaram a isso. Porém, quando surgiu o trecho dos reguladores de sono, cientistas, transe sem fim, aí o conto decaiu. Infelizmente ele deixa tudo em aberto e eu tenho que adivinhar o que aconteceu. Só que não sei se consigo. Afinal, todos estavam dormindo e a explosão surda era algo que os acordou do transe, deixando a realidade misturada com os sonhos? Sinceramente, acho que viajei. rs. Não gostei muito da situação não ter sido explicada, mas a primeira parte do conto garante uma boa leitura.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil ( de verdade).

  10. Waldo Gomes
    15 de dezembro de 2016

    Cara, um texto despretensioso, até meio bobinho, só que não … tem tanta coisa por trás, uma crítica ácida sobre a humanidade, tão anestesiada que não acorda nem com mil bombas na cabeça.

    A coisa da realidade mudar e as pessoas aceitarem os maiores absurdos e se acomodarem é sensacional.

    Bem escrito, leve, fluido, no final solta outra bomba.

    Parab[éns.

    • Waldo Gomes
      15 de dezembro de 2016

      Obrigado, sabia que vcs entenderiam. 🙂

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Esse sou eu mesmo com meu ego meio inflado.

  11. rsollberg
    15 de dezembro de 2016

    Os sonhos não morrem (Fauno)

    Caro (a), Fauno.

    Bem, a ideia do conto parece ser bastante interessante. Os casos exemplificados dão um tom meio “além da imaginação” que casa de forma sublime com o tipo de história escolhida. Contudo, creio que o autor não teve tempo de elaborar melhor a história central e apresentá-la da melhor forma.

    O conto soou como apenas um prólogo, um recorte de algo bem maior. Adoro texto lacônicos, mas aqui faltaram inclusive os pontinhos das lacunas que devemos preencher. Ficou curto.

    De qualquer modo, parabéns e boa sorte no desafio.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil ( de verdade).

  12. mariasantino1
    14 de dezembro de 2016

    Olá, autor (a)!

    Seu texto é curto e me lembrou MATRIX. Gostei do lance de fatos desconexos, porque traz a ideia de multiuniversos, ou universos paralelos. Temos a sensação de que contos curtos não são bons ou que faltam algo, mas eu não senti isso com o seu texto. É ágil, enfim.

    Boa sorte no desafio.

    Nota: 8

    • mariasantino1
      16 de dezembro de 2016

      Oi, voltei. Fiz algumas ponderações e para ser mais justa com os outros contos que mostraram elementos mais inovadores, baixei a nota para o seu texto, infelizmente.

      Nova nota: 7,5

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil ( de verdade).

  13. Daniel Reis
    13 de dezembro de 2016

    Prezado Fauno, meus critérios de análise foram:
    PREMISSA: tudo não passa de um sonho. Ruim, portanto, punk.
    DESENVOLVIMENTO: o conto é curto demais para se desenvolver. Promete, mas não entrega.
    RESULTADO: poderia ser uma história boa, se houvesse um ponto de virada – mas o que fica na memória é um loop infinito.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil.

  14. cilasmedi
    13 de dezembro de 2016

    Concordância verbal: Seus corpos, em estado inanimado, não careciam… Um conto inusitado, bem construído e com um final surpreendente. Nota 8,0.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil ( real)

  15. Ricardo de Lohem
    13 de dezembro de 2016

    Olá, como vai? Vamos ao conto! Pelo que percebi, a história é uma variante da que vimos no filme “Matrix” (1999): pessoas mergulhadas em um mundo virtual. Aqui, temos um grupo que tenta acordá-las, mas não consegue. O tema é rico, excelente para um conto longo ou para um romance, mas difícil de ser explorado numa história tão curta. Acabou ficando tudo muito superficial, o conto se tornou muito menos do que poderia ser. Seria melhor ter se focado em alguns poucos personagens em uma situação nesse mundo, tentando acordar, mas sem conseguir: teria ficado bem melhor. Como está, tentou abarcar demais em poucas palavras e perdeu o rumo. Uma boa ideia, pena que o conto ficou fraco pelos problemas já expostos. Apesar disso, tem bastante originalidade e um tema fascinante, o que sem dúvida conto pontos. Parabéns por ter escolhido um bom tema e não ter caído nos clichês de sempre. Desejo para você muito Boa Sorte no Desafio!

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil ( de verdade) e concordo com sua análise, escrevi meio às pressas, queria muito participar e o prazo estava acabando.

  16. Fil Felix
    12 de dezembro de 2016

    GERAL

    Acho que poderíamos considerar este conto como um spin-off de Matrix. A ideia das pessoas inativas, “sonhando” com uma realidade alterada, os ciclos de mudanças (como o looping no final sugere). A escrita está ótima, o primeiro parágrafo é excelente e prende a atenção, toda a narrativa é sensacional, com as pequenas mudanças. Mas não vai muito além disso, quando esperamos algo arrebatador.

    O X DA QUESTÃO

    No desafio de FC, se não me engano, fiz um conto baseado em Matrix e me dei mal, ficou curto e não consegui passar minha ideia para o leitor. Seu conto, pelo contrário, consegue mandar a mensagem e é muito bom, mas vejo muito mais de Ficção Cientifica que algo punk ou marginal ou retrô-futurista ou algo do tipo. É redondinho, bom de ler, no entanto! Adorei as tremidas na realidade (apesar de preferir uma dança ao som do Olodum em vez da valsa ^^)

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil (verdade).

  17. Anorkinda Neide
    11 de dezembro de 2016

    Guria! (sim, acho q é um autora procedente dos palcos.. hehe)
    Isto é uma peça de teatro, ok?
    A viagem de dançar involuntariamente me pareceu um exercício de teatro, gostei muito, apesar do nonsense. E o restante pude ouvir um narrador falando! ‘até que…’ bem agora começaria o espetáculo. quero assistir!! 🙂
    Por isso digo que gostei, mas incompletamente, pq a historia está incompleta, nao consegui preencher a lacuna fiquei esperando pelos acontecimentos.
    Considero q vc abordou ficção cientifica e nao algum punk,mas disso eu tao pouco entendo rsrs
    Boa sorte ae, guria
    abração
    (sei q se for outro autor, serei perdoada!!!!)

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil.(verdade) Perdoada.

  18. Rubem Cabral
    11 de dezembro de 2016

    Olá, Fauno.

    Temos aqui um esboço do que poderia ser um conto muito bom. Contudo, ficou muito curto, apresentou algumas ideias muito instigantes, mas faltou mais…

    Não há desenvolvimento de personagens ou maiores desdobramentos da trama. Imagina que coisa incrível seria seguir o enredo pelos muitos impactos que o “acontecimento” teria causado na vida de tantas pessoas: quanto potencial de dramas pessoais!

    Você tenta impactar somente com a revelação final, mas isso é pouco, infelizmente.

    Há alguns escorregões na revisão, feito em “Seus corpos, em estado inanimado, não carecia de alimentação…”.

    Nota: 6.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil.

  19. Jowilton Amaral da Costa
    10 de dezembro de 2016

    Achei o conto mediano. A ´premissa é muito boa, acho que o autor deveria ter se alongado mais no assunto; Um mundo onde as pessoas vivem dormindo e pensam que seus sonhos são a realidade.também é uma boa metáfora. Mas, achei muito curto e, para mim, contos curtos assim devem ter um grande impacto no final, o que não aconteceu aqui. Boa sorte no desafio.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil.

  20. Marco Aurélio Saraiva
    9 de dezembro de 2016

    Um conto bem interessante! Um tanto original e muito bem escrito. Pena que foge um bocado do tema (é um conto de Ficção Científica sem elementos punk).

    Gostei muito da ideia. Minha cabeça “explodiu”. A escrita é leve, bem feita e com raros erros. O conto é curto, mas faz pensar. Me lembra um pouco “Vanilla Sky”, só que em escala mais ampla. Interessante como a nossa adaptatividade é abordada: nossa mente encontra sentido mesmo em mudanças tão radicais como as narradas. Isso é bem verdade. Nos faz pensar no que é real e o que não é; na própria definição do “real”.

    Ops, estou indo longe demais. =)

    Parabéns e boa sorte!

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil. ( de verdade).

  21. catarinacunha2015
    9 de dezembro de 2016

    Gostei da premissa. Um rápido abalo representar uma mudança radical na humanidade. Já a execução poderia ser mais cuidadosa, já que percebo que o (a) autor (a) possui capacidade para tanto. As histórias descompensadas têm muito potencial e podem ser mais exploradas. Não falo do tamanho e sim da intensidade. Faltou gás.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil.

  22. vitormcleite
    8 de dezembro de 2016

    Não gostei do teu final. Apesar de ser uma pequena história, gostei da trama e da envolvência, mas esperava um outro final, até percebo que precisasses de um fim abrupto, mas esperava algo que melhorasse mais o texto, que trouxesse algo para o leitor ficar a pensar nas tuas palavras.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil.

  23. Amanda Gomez
    7 de dezembro de 2016

    Olá, autor(a)

    Deixa eu ver se entendi… é acho que entendi.

    Gostei, e é uma pena que o conto seja curto e nos mostre apenas um esboço da construção desse mundo. A ideia principal, das pessoas dormindo e envelhecendo sem ter a consciência disso, e viverem um mundo de ficção nas próprias mentes, achei essa ideia realmente instigante. A confusão que cada teste causa na ‘’vida’’ deles também e um ponto bem interessante. Restou algumas explicações que seria muito bem vindas, como como exatamente isso veio acontecer e quem são esses que tentam reverter.

    Um mundo que não dá mais frutos…e os que existem apenas morrem sem ter a consciência disso. É, o autor foi criativo. Não sei como se adequa ao X da questão…mas estou começando a parar de indagar sobre isso, visto que muitos tem esse mesmo ‘’ problema’’ rs.

    Não sei quais seriam as pretensões do autor neste desafio, não sei se o tamanho e a forma quase vaga que foi contada a história foi por falta de tempo, ou era apenas isso. Enfim, agora não importa mais. O resultado foi positivo!

    Muito boa sorte no desafio.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil (de verdade)

  24. Evandro Furtado
    7 de dezembro de 2016

    Gênero – Average

    A linha foi tênue, mas, ao que parece, o conto se encaixa no tema. Há certos aspectos interessantes que poderiam ser melhor desenvolvidos, no entanto, tivesse o autor aproveitado melhor o espaço.

    Narrativa – Average

    A narrativa em terceira pessoa é simples e cumpre o seu papel. Os diálogos sem muito desenvolvimento, servem para fornecem informação importantes à trama.

    Personagens – Average

    Passam rápido demais para que se possa fazer uma análise mais detalhada acerca deles.

    Trama – Average

    A premissa é fantástica e, à primeira vista, bem desenvolvida. Creio que a falha consista na falta de um desenvolvimento maior sobre o que causou o abalo nessa realidade virtual. Se o autor tivesse se dado ao tempo de desenvolver melhor a história, teríamos o melhor conto do desafio.

    Balanceamento – Average

    Um conto que parte de uma premissa maravilhosa, mas cuja economia do autor prejudica um resultado melhor.

    Resultado Final – Average

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil.( de verdade)

  25. angst447
    7 de dezembro de 2016

    Olá,autor!

    Antes de mais nada,esclareço que não levarei em conta a adequação ou não do conto ao tema proposto pelo desafio.Não me considero apta para tal.

    A premissa do conto é bem interessante, além do tamanho do texto facilitar muito a compreensão. Talvez, fosse melhor desenvolver um pouco mais a narrativa para que a ideia ficasse ainda mais clara.

    Alguns poucos lapsos de revisão:
    busca-la > buscá-la
    muito mal gosto > muito mau gosto

    O ritmo do conto é muito bom, ágil e sem entraves.A leitura foi prazerosa, embora eu tenha sentido falta de mais um pouco de conteúdo. O final abre novas possibilidades. O que virá depois?

    Boa sorte!

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil ( de verdade).

  26. Davenir Viganon
    7 de dezembro de 2016

    Olá Fauno
    Nunca suspeitaria que um conto pequeno me impressionasse tanto. Uma realidade manipulada por sonhos. A ideia não é original, mas foi trabalhada de modo simples, eficiente e deixou um bom espaço para a imaginação. O que mais me intrigou foi o nome do doutor, que observava a nossa realidade “de cima”, por assim dizer, ter um nome romano. Talvez você conheça a estória ou seja uma coincidência. Philip K. Dick, acreditava realmente que todos nós vivemos numa realidade criada por computador. Existe um vídeo dele dizendo isso nos anos 60, décadas antes de Matrix, e que, na verdade, tudo era controlado pelo Império Romano, que alterou a história dizendo que havia caído. Entende a viagem que fiz no teu conto?

    “Você teria um minuto para falar de Philip K. Dick?”
    [Eu estou indicando contos do mestre Philip K. Dick em todos os comentários.]
    Vou indicar um conto clássico do PKD: “Podemos recordar para você por um preço razoável”, que tem uma estória envolvendo manipulação de lembranças. Se já não conhece, acho que vai gostar.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil ( de verdade). Não foi uma simples coincidência, claro que aproveitei somente a idéia geral do PKD, principalmente na questão romana. Parabéns pela percepção. Infelizmente, não tive tempo para ampliar a estória, mas o farei.

  27. Bruna Francielle
    6 de dezembro de 2016

    Tema: Me pareceu mais ficção científica

    Pontos fortes: escreve bem e claramente.
    – o ‘mote’ da história foi bacana, “a realidade havia sido alterada”, aliás, entendi que se tratava de sonhos. Mas penso que poderia ser melhor aproveitado
    – Deu pistas aqui e ali, demonstrou e acho que deu para entender, pelo menos mais ou menos, do que se tratava.

    Pontos fracos: – como disse anteriormente, acho que o enredo foi mal aproveitado. Poderia ter colocado mais coisas, dessa forma, a história poderia até ter ficado marcante.
    – Mostrou algumas cenas, mas a história terminou sem um final. Apenas mostrou como era a situação que estavam vivendo. É como ver apenas um vislumbre de um local, como uma foto, mas não um filme.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil ( de verdade). Realmente era pra ser um vislumbre.

  28. Sick Mind
    6 de dezembro de 2016

    Mais um conto que vejo uma tentativa de fazer um cyberpunk colocando somente um elemento no final da trama, a modo de tentar justificar todo o texto em um quase-plot-twist, que inclusive já está bem batido (no final era tudo um sonho). A forma irregular de separação do conto em partes, deixou o texto muito feio. A subjetividade com que é descrito o mundo “abalado” ficou tão sútil, como se fosse um prólogo para um mundo de fantasia onde nada mais aconteceria do que um romance entre jovens. Essa descrição deveria tomar o leitor pela mão e jogá-lo com força em meio a essa nova realidade turbulenta, mas não foi o que aconteceu. Colocar o nome em dois personagens antes de acabar o conto, sequer era necessário, pois passamos por toda a trama sem saber que existiam, e assim que aparecem o conto acaba.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil.

  29. Fabio Baptista
    5 de dezembro de 2016

    O conto tem uma boa premissa, mas o(a) autor(a) errou a mão na execução, na minha opinião.

    Essa coisa de a realidade ser alterada e depois de um tempo tudo seguir na mesma, essa questão da adaptação, da novidade se tornar cotidiano, mesmo que a tal novidade seja bizarra… é bem interessante. Fiquei bem interessado nesse ponto da história. Mas a alegria durou pouco (até porque o conto é bem curto rsrs)… quando o foco mudou para o Comandante Martin e essa questão de despertar, a empolgação passou, infelizmente.

    – bem o que o aconteceu
    >>> sobrou um “o”

    – respondeu a srª Carmen indignada
    >>> respondeu a srª Carmen, indignada

    – busca-la
    >>> buscá-la

    – muito mal gosto
    >>> mau

    NOTA: 7

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil ( de verdade).

  30. Eduardo Selga
    5 de dezembro de 2016

    Assim como o texto postado imediatamente anterior a este, possui uma grande e irritante quantidade de erros de coesão e coerência, embora a sintaxe esteja um pouco menos ruim. Os muitos erros de pontuação, mormente o ponto e vírgula, comprometem muito uma ideia inicial que até poderia ser interessante, mas faltou costura adequada entre as partes constituintes do texto.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil.

  31. Pedro Teixeira
    4 de dezembro de 2016

    Olha só, o conto até tem elementos “punk”, mas não gostei não. Não consegui visualizar uma trama se desenrolando, parece apenas uma ideia de enredo com algumas imagens bacanas, um esboço, um trecho de uma obra inacabada com bastante potencial- considerando aquele trecho explicativo no meio — mas só isso, apesar de bem redigido, e um início que prometia. Desculpe.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil.

  32. Priscila Pereira
    3 de dezembro de 2016

    Oi Fauno, tenho uma coisa muito grave pra falar sobre o seu texto… é muito curto! Eu queria ler mais!!! A história é interessante, está muito bem escrito, achei bem original, como já disse… pena que é tão curto!! Parabéns!!

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil ( de verdade). Vou desenvolver. Obg.

  33. Gustavo Castro Araujo
    3 de dezembro de 2016

    Lembrei daquela teoria maluca que defende a ideia de que todos estamos mortos nesta realidade, e que nossos atos decorrem de uma espécie de delírio coletivo. É uma ideia bem instigante e que dá muito para manga – Matrix e derivados que o digam. Essa possibilidade dá a tônica aqui, mas o autor preferiu um mergulho raso, apenas arranhando a superfície, o que é uma pena. Apresentam-se situações particulares em que a realidade foi alterada, causando estranhamento. Logo depois, as pessoas se conformam com as mudanças e a vida segue. Há certa crítica social aí porque isso demonstra nossa natureza bovina de aceitação. Novamente, uma ótima ideia que foi desperdiçada. Creio que o resultado teria sido mais interessante se o autor utilizasse esse pano de fundo para tratar de uma situação específica, com personagens bem definidos e com questões desconfortáveis a serem solucionadas ou não. Do jeito que está temos apenas a promessa. Interessante mas também decepcionante.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil.

  34. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    1 de dezembro de 2016

    Olá, Fauno,

    Tudo bem?

    Seu conto é quase um microconto, mas disso você já deve saber.
    A premissa é muito boa e o formato também é bem interessante, com um tipo de narrador câmera, passeando entre as situações criadas a partir do “evento”. E o final aberto, como em um ciclo também é legal.

    Acordar o “sonhador” de seu sono em vida funciona não só como metáfora, mas é, também, um tema vastíssimo para ser desenvolvido.

    Entretanto, devo confessar, senti falta de um desenvolvimento maior, um algo a mais. Ficou o gostinho de quero mais.

    Parabéns por escrever e boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

  35. tatiane mara
    1 de dezembro de 2016

    Puxa, um estilo diferente, a estória fica pra gente imaginar: bilhões de pessoas dormindo, um centro de comando com acesso ao “virtual” de cada um… gostei.

    E com uma metáfora poderosa sobre a nossa humanidade – ” o mundo estava abandonado … mesmo que bilhões vivessem na Terra.”

    O que mais achei bacana é que não veio com lições de moral, é um conto curto, mas profundo.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil ( de verdade).

  36. Fheluany Nogueira
    29 de novembro de 2016

    Ah! Esqueci de dizer que gostei do título e amei a ilustração. O pseudônimo sugere a beleza e sedução que foram dados a Fauno para conquistar Safo; talvez fosse isto que estivesse faltando no mundo que nos apresentou para que todos despertassem do torpor. Mais abraços.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil ( de verdade). O pseudônimo é mérito da administração porque esqueci de enviar rsrsrs

  37. Fheluany Nogueira
    29 de novembro de 2016

    Curiosa.. “até que…”? Parece-me que aqui temos apenas a introdução de um conto. Mini? E a estrutura: começo, meio e fim? Acredito que seria uma boa narrativa, dentro do tema, ambientação e elementos adequados; faltou desenvolver mais.

    Texto bem curto, mas deu para notar um deslize ortográfico: “muito mal gosto” (MAU, que é antônimo de bom.)

    Não sei mais o que comentar, não há personagens centrais, não há um enredo propriamente, mas trabalhando mais , a ideia renderá. Parabéns pela participação. Abraços.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil ( de verdade).

  38. Brian Oliveira Lancaster
    29 de novembro de 2016

    TREM (Temática, Reação, Estrutura, Maneirismos)
    T: Gostei. Rápido e rasteiro, com elementos cibernéticos inspirados em Matrix (implantes) e momentos-mistério bem colocados. – 8,0
    R: Obviamente, preferia que fosse desenvolvido mais a parte dos sonhos, sem tanta urgência contida. Não estava encontrando o tema no parágrafo inicial, mas depois comecei a entender o que viria – e foi exatamente o que esperava. Não é ruim se utilizar de clichês, mas quando se acrescentam novidades a eles. Neste caso, achei interessante o uso da “dança” como gatilho – que no final se mostrou uma espécie de chacoalhada nas pessoas. A imagem foi muito bem escolhida também. Se por um lado, gostei da objetividade, do outro, achei simples demais. – 8,0
    E: Não tem muito o que se dizer sobre a estrutura. São passagens rápidas, mas suficientes para o leitor entender o que está acontecendo. O final conciso combinou com o restante. – 8,0
    M: A escrita é tranquila, e não precisa de muitos reparos. Flui bem, sem grandes floreios, mas eficiente em transmitir o cenário e emoções. – 8,0
    [8,0]

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil ( de verdade).

  39. olisomar pires
    27 de novembro de 2016

    Apesar do tamanho reduzido, o conto abre ou deixa subentendido a situação: implantes neurais colocaram a humanidade em hibernação e um grupo luta para reverter o caos.

    Criativo e instigante, as entrelinhas falam mais que o expresso.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil ( de verdade).

  40. Zé Ronaldo
    27 de novembro de 2016

    Outro texto que me remeteu a um filme “Matrix”, isso é bacana, quer dizer, afinal, existe tema ou assunto inédito? Pois então, ainda mais com o tema Punk, isso vai acontecer a rodo, pois é um tema mais assistido do que lido.
    O texto tem fluência, é rápido e rasteiro. Leitura fácil.
    As personagens, não tão profundas, até porque é um texto curto (graças a Deus!) tem seu papel bem definido, são bem idealizadas e realizadas.
    A ideia é boa (não tem problema já ser manjada) e a forma como foi trabalhada, essa sim, original, muito bom. É mais um texto em que o como se diz é mais importante do que o que se diz.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil ( de verdade).

  41. Dävïd Msf
    27 de novembro de 2016

    Gostei! Relato breve, mas descrevendo algo fora do comum. E a situação perene… Poderosos no controle, comandando tudo sem que ninguém desconfie…
    Espero do fundo da alma que seja só uma história mesmo.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil ( de verdade).

  42. Evelyn Postali
    26 de novembro de 2016

    Oi, Fauno,
    Eu gostei do que li, e entendi o propósito. Está bem escrito. Não notei erros gritantes. Talvez essas quebras de histórias se juntem em algo maior depois? Eu senti falta de uma ligação, de uma explicação melhor, talvez, ou menos sutil. Mas me remeteu à Matrix, então, deve ser esse o caminho certo para fazer o desafio ser positivo. Será que uma sociedade inteira concordaria em viver sonhos ao invés de viver a realidade?
    Parabéns pelo conto.

    • Waldo Gomes
      17 de dezembro de 2016

      Obg pelo comentário gentil ( de verdade).

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Publicado às 25 de novembro de 2016 por em X-Punk e marcado .