EntreContos

Literatura que desafia.

Chips (Cilas Medi)

chips

Um leve ruído que fez, o comparsa deu-lhe um cascudo, no sombrio entrar daquele local, escuro e com bastante possibilidade de serem descoberto, já que o laboratório continha tudo fora do lugar, ao passar da luz das lanternas poderosas – profissionais do risco – e com a pouca luz de fora, pelo amplo espaço das janelas, abertas, com frescor do vento noturno em suas faces, cobertas por máscaras, pretas, simbolizando uma águia nele e no outro, mais um jeito de ouriço, ou o que valha. Basta ver um e outro e foi motivo de gargalhada pelas escolhas. Agora, nesse exato momento, estão atentos depois desse pequeno entrevero.

— Vou te matar, falou cochichando.

— Desculpa, cara, foi sem querer.

— Tudo bem, lagartixa…. parou e segurou o parceiro pelo braço esquerdo, apertando… desculpa, Léo, não quis dizer isso. E pôs o foco de luz nele, perscrutando a possibilidade de ele reagir ao apelido, que detesta. Ainda mais sorrindo, que procurava disfarçar todas as vezes que a turma dizia assim, passando a mão na bunda, dele, se defendendo e sendo seviciado por mais um e depois mais outro e assim…Foi mal, tudo bem?

— Tudo bem, depois eu te fodo e ficamos bem, falou e um sorriso que o fez gelar.

— Caralho! Quer dizer, olhe lá, achamos o cofre. E a luz voltou-se para o apontamento, seguindo o braço, no escuro e depois no claro do cofre. Achegaram-se e verificaram que era mesmo o que o idiota do Chico Coceira havia dito. Ele sentou-se na frente e respirou fundo.

— Então Jofre? Como é, vai fazer ou não, não temos todo tempo para isso, olhando o relógio, de ponteiros coloridos, verde para a marcação da hora e vermelho para os minutos. Um de segundos, nessa mistura de que tem de ter tudo em um mínimo espaço. De pontos coloridos, todos verde, quando apontava, via eletrônica, o tempo passando, rapidíssimo para os segundos, nesse momento de aflição.

— Tudo bem, pensa forte, falou sorrindo, com os lábios tremendo e apontando, novamente, para os lados e depois de volta para o cofre. Sentiu um leve frescor em seu pescoço e não fez menção para o amigo, mas percebeu que ele fez um gesto rápido, colocando a mão direita no pescoço e soltou a lanterna, soltando um gritinho que o fez pensar depois não quer ser chamado de bichinha louca mas voltou célere para o cuidado com a abertura do cofre. E duas voltas para a direita, mais uma para a esquerda e zero. Pensou e uma volta para a direita parando no quarenta, duas voltas para a esquerda passando pelo zero e depois no noventa e oito. Respirou fundo novamente, passou pelo zero à direita, e chegou no vinte e sete. Baixou a alavanca e a porta não abriu. Havia esquecido a chave, pendurada no pescoço. Puxou e sentiu, além do frescor no pescoço, uma picada ou semelhante.

— O que foi? Está sentindo algo?

— Porra, parece que me picaram e não foi o que gostamos de picar na veia, falou baixo e soltou um gritinho, também, de dor. A chave funcionou e a porta abriu. Vários pacotes de notas e o Léo se encarregou de empurrar o parceiro e abrir o saco de lixo, preto e jogar, atabalhoadamente, todo o conteúdo do cofre dentro dele. Levantaram-se, olharam para os lados, uma pequena biblioteca, uma máquina de escrever, um armário de aço velho como a consciência do proprietário, um ranzinza e puto que os colocava e humilhava sempre no meio da rua, quando os chamavam de desocupados.

— Vamos embora, logo.

— Tudo bem, vamos, devagar para não tropeçar nesse monte de merda espalhado. O velhote é um filho…. o que foi? O que foi, cacete? E o amigo largou o saco, batendo no pescoço, depois nas costas, com esforço, com a mão direita e depois com as duas. Eles começaram a fazer o mesmo e tudo degringolou com a exasperação de estarem sendo atacados por algo que não saberiam dizer, já que o escuro voltou total, com as duas lanternas iluminando o chão para um compartimento e depois, pelo movimento, encontrou um par de botas, sujas e escorrendo alguma meleca. E o batimento deles contra, acabou no exato segundo da luz no ambiente, total, clareando fortemente e tirando o sentido deles, totalmente.

— Muito bem, seus putos, falou o velho, ranzinza, parecendo uma taturana peluda e sujo por todos os poros, com as roupas rasgadas e furadas em toda a superfície, fazendo malabarismos para cobrir as suas partes. Na mão, um machado, ensanguentado. Eles se apavoraram, agora sem algo mais que os aborrecesse.

— Perdão, falou o Léo, mais do que apavorado.

— Vá se fuder, velho, pode matar a gente, falou ele, tentando parecer forte. O velho, nariz adunco, olhos grandes, começou a rir. Tirou a máscara, atrás dela, o puto do Nivaldo.

— Filho da puta, o que você está fazendo aqui? Apaga essa luz, falou mais alto e puxou, novamente, o saco de lixo para si e foi tentando sair. O machado foi para cima e parou. — O que vai fazer, vai me matar?

— Já matei um, faltam dois, com o riso debochado e encrenqueiro. Passa para cá o saco, o dinheiro é todo meu. E o machado fez o roteiro de descer, com violência, batendo no chão de madeira e fazendo barulho surdo, mas potente.

— Você matou o velho!?

— Quem você acha. E bateu com a mão esquerda no pescoço, atrás e novamente, novamente, começando a ficar desesperado, largando o machado que ficou enterrado no solo. Eles dois acompanharam a situação dele ao sentir o mesmo, batendo no pescoço, nos braços, nas pernas e a dor aumentando. — O que está acontecendo aqui? Vamos embora, me dá o saco.

— Eu levo, pode deixar, vamos embora. Saíram do pequeno porão, devagar, a escada rangendo, mas rápidos no subir, já que o velho estava morto. Estava? Não. No alto da escada, a porta para o mesmo escancarada, um velho viu o seu igual, jovem, na sua frente. A cabeça estourada ou era impressão?

— Vocês estão com pressa? E a voz era cavernosa, mas não saia da boca, parecia mais um som em volta daquele pedaço humano, com braços, pernas, tronco e uma face se formando, puxando para os pontos devidos e retornando aos traços copiados da máscara que o puto do Nivaldo trouxe e que estava perto do cofre, largada e esquecida no momento de tortura. — Esperem um pouco, por favor, falou ele, agora, depois de refeita a construção facial, que temos novidades. Estalou os dedos indicador e polegar da mão direita e lhes pareceu que estavam começando a chegar ao conhecido ou reconhecido como sendo assim, inferno. Algo lhes queimava a pele em todo o corpo e o saco, com dinheiro, foi abandonado, a histeria os fez se despir aos poucos, sendo o Nivaldo o primeiro com os andrajos, depois a camiseta por baixo, a calça jeans, dos três fazendo o mesmo roteiro e se batendo. Algo corria por eles, sem que soubessem o que seria. Um novo estalo dos dedos e tudo parou. Eles pararam, exaustos e machucados.

— O que você fez, velho, o que está acontecendo com a gente? Falou bravo e pensou vou matar esse velho dessa vez empurrando os outros dois e se aventurando, só de cuecas, escada acima. O velho aguardou ele bater e o esmurrou de volta, fazendo o Treco Escuro voltar de costas, batendo no penúltimo degrau da escada com as costas e a cabeça no último, um estalo e um desmaio.

— Mais alguém? E foi descendo as escadas, passou por cima do meliante, puxou pelo pescoço e colocou à frente deles dois.

— O que é isso, falou o Léo, apontando para si, vermelho nos pontos em que se machucou e arranhou.

— O que, isso? E novo estalo e novos momentos de tortura, mesmo com o Treco meio zonzo, fazendo o mesmo, com menos força, mas algo os atacavam e eles tentavam responder para aliviar. Esperou a agonia durante todo o tempo que levou para tirar o dinheiro do saco, dois relógios, um apontado de lápis, dourado, uma faca que brilhava na cor prata – talvez honesta como a própria cor – com a ponta finíssima – que ele fez questão de mostrar antes de entrar com tudo, fechar, rodar para direita e esquerda o segredo e se colocar de pé, vendo o estrago deles três se arrastando no chão, pegando uma e outra farpa e ficando com elas para dentro de suas peles, já com vários lanhos e o sangue aparecendo, vermelho e vivo no ambiente iluminado com fortes luzes que não poderiam supor existir. Quente e essa situação piorava ainda mais as feridas. O velho estalou os dedos, direito e esquerdo, várias vezes e algo absurdo aconteceu.

— O que é isso, gritou o Treco? O que é, olhando para os dois, só de cuecas, abrindo e fechando para olhar o que poderia ser estrago nas suas partes consideradas sagradas. Sentiram, mas não viam o que era, parecendo água escorrendo por seus poros, no meio do sangue e do suor. Estavam totalmente vencidos, ainda mais que o velho não lhes iria dar condição de bater nele novamente.

— Vocês são mesmo três imprestáveis, passando pelo cofre, abrindo uma porta atrás da biblioteca e um quarto escuro após. Vou fugir foi o pensamento e o gesto de pegar as roupas, mas o velho levantou os dois braços e ameaçou. Eles pararam. — Entrem, agora, falou forte. Eles o fizeram, com o famoso rabo entre as penas com as roupas nas mãos e o homem, depois desse ato e na escuridão, acendeu a luz, mais forte ainda do que a anterior. Sentiram na pele a brutalidade e o ambiente ficando quente demais.

— O que o senhor – falou pausado e com respeito – no fundo do quarto de cinco metros por quatro, cheio de equipamentos, uma grande bancada, uma espécie de ataúde de vidro, embaçado, que não se poderia ver o interior, o que o senhor, repetiu, pretende fazer?

— Uma pequena experiência, vou aproveitar e ver o resultado, falando e andando, a porta trancando com um clique que lhes pareceu aterrador, pesado e movimento de morte, se é que uma porta possa transmitir esse sentimento. Abriu a porta de vidro e ali estava o que os deixou aterrorizados de vez. O amigo que havia informado dos detalhes para o assalto.

— Ele?! O que ele tem?

— Está morto, falou o velho, desdenhando, mas a pele parece que melhorou, continuou e sorrindo satisfeito. Estalou os dedos e eles perceberam, claramente, um punhado de pequenos bichinhos correndo para o ataúde. E o amigo começou a desaparecer, aos poucos, começando pelos cabelos, fartos, nojentos, gordurosos, na face sempre com a condição maquiavélica de fazer mal e ser mau para os outros. Era, pensando bem, o líder deles, uns metidos a uma teoria punk de viver, que nem mesmo eles sabiam como deveria ser. Basta ser do contra, viver o dia a dia, fumando, mascando, se corrompendo, se masturbando, correndo atrás de dinheiro fácil, roubando celular, dinheiro dos incautos.

— Que nojo, falou o Léo, se afastando e fechando o rosto. E a meleca acontecendo dentro do espaço, consumindo, rosto, pescoço, olhos, pedaço por pedaço e a cada uma parte, aquelas estranhas criaturinhas tomavam forma maior, maior e atingindo um espaço onde comiam e vomitavam uma gosma branca. O velho passou o dedo indicador naquele molho de sangue e colocou nos lábios, sugando, abrindo a boca para eles três verificarem que o fizera, com gosto e saboreando devagar as duas outras passadas, agora com os dois dedos, anular e indicador.

— Assim é que eu renovo as minhas energias, falou sorrindo, os dentes voltando a um aspecto correto, depois de lhes mostrar um tom esverdeado inicialmente. Eles se seguraram, tentando se proteger e vendo todo o consumo do amigo se concretizar, peito, órgãos, estômago onde alguns se perderam com o ácido dele, mas o restante continuava, pedaço por pedaço. O velho se empertigou, sentou-se em uma poltrona e fechou os olhos.

— E agora? Foi a pergunta feita pelos mesmos segundos deles três. Parados, sem ação.

— Agora é só esperar a vez de vocês, falou o velho, rindo e debochando. Ele fez o trabalho direitinho não foi? Informou vocês corretamente, não é? Gostaram das minhas maquininhas? Depois que consegui dar vida a esses chips, tudo se resolveu. Então, quem quer ser o primeiro? Eles gritaram, mas ninguém poderia lhes ouvir. E o estalar dos dedos do velho fez parar aquelas máquinas assassinas, ou, melhor dizendo, necrófilas. O velho não as deixa participar da sua maior alegria. Levantado, com o machado na mão que eles não puderam ver ao entrar, ele levantou e bateu no solo, de aço, tirando uma pequena lasca de faísca. E apontou para um, que empurrou o segundo e empurrou o terceiro. O velho resolveu e o machado girou e abateu o Léo. Pareceu que os chips gritavam de prazer, mas seria somente um sentimento deles dois, no famoso estamos fodidos.

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40 comentários em “Chips (Cilas Medi)

  1. Leonardo Jardim
    16 de dezembro de 2016

    Minhas impressões de cada aspecto do conto:

    📜 Trama (⭐⭐⭐▫▫): é bem simples, mas bastante estranha e contada de forma bem confusa. Muitas imagens não formaram bem na minha mente, mesmo numa releitura. Entendi que eram três ladrões na casa de um velho que tinha chips (!) que comiam carne humana (tipo piranhas eletrônicas). É isso? Se não for, me desculpe. Só um detalhe: chips são componentes de máquinas eletrônicas, eles puros não possuem braços nem bocas. Provavelmente seria melhor dizer que são microrrobôs e, dentro deles, com certeza teríamos vários chips.

    📝 Técnica (⭐⭐▫▫▫): a pontuação no diálogo sem travessão atrapalha compreensão do texto. Frases com muita ação, pouca organização, muito difícil de entender o que está acontecendo. Precisa, além de melhorar a pontuação, cadenciar mais o ritmo e caprichar mais nas descrições.

    💡 Criatividade (⭐⭐▫): ganha pontos pelo inusitado da ideia.

    🎯 Tema (⭐▫): a existências de chips comedores de gente não transforma o texto num cyberpunk.

    🎭 Impacto (⭐▫▫▫▫): desculpe-me novamente, mas infelizmente não gostei do texto. A forma confusa de narrar e a trama bizarra não me atingiram como desejado pelo autor. Recomendo, porém, que o autor continue trabalhando e lendo bastante para melhorar a descrição de cenas. Talvez essa mesma trama contada de outra forma, com mais cadência e clareza, possa resultar num bom conto. Boa sorte.

    ⚠️ Nota 5,5

  2. Leandro B.
    16 de dezembro de 2016

    Oi, construtor.

    Parabéns pelo trabalho. Achei o estilo de escrita bastante original, ou, pelo menos, distante do que costumo ler. Em contrapartida, fiquei perdido em algumas frases enormes, que não são bem um problema, já que representam um estilo seu.

    As cenas de horror ficaram bem fortes, e o uso da nanotecnologia na formação desse feiticeiro futurista foi uma ótima sacada.

    Fico um pouco perdido aqui com a adequação ao tema, mesmo com a citação na meiuca do texto.

    Vale a pena tb aprofundar a revisão. Algumas coisas bobas acabaram passando, como uma concordância ou uma palavra suprimida.

    Enfim, parabéns pelo trabalho. Um bom texto de horror.

  3. Renato Silva
    16 de dezembro de 2016

    Olá.

    Gosto de textos recheados de diálogos e essa conversa cheia de gírias, bem informal, deixa a leitura divertida e fluída. O enredo em si não me agradou muito, ficou com aquela cara de “Jogos Mortais”. O conto não pareceu se encaixar em alguma categoria “punk”, mais parecendo uma estória de terror “soft gore” (se é que isso existe).

    Boa sorte.

  4. Bia Machado
    16 de dezembro de 2016

    Hum? Depois desse primeiro parágrafo fiquei pensando o que viria pela frente nos próximos. Um primeiro parágrafo que me desesperou, porque longo, confuso, com muitos erros. Respirei fundo antes de continuar. E infelizmente digo que segui até o final por motivo de força maior, porque não me animei mesmo, apesar de ter tentado, pois a ideia era interessante, não se vê muito terror desse estilo por aqui. Muito, muito confuso, principalmente a segunda metade, talvez porque eu não queria continuar mesmo, de verdade… Desculpa, mas estou sendo sincera. Boa sorte no concurso.

  5. Thiago de Melo
    16 de dezembro de 2016

    23. Chips (Construtor): Nota 5
    Amigo Construtor,
    Vamos ao seu conto.
    Infelizmente os nossos santos não bateram. Tive muita dificuldade em acompanhar a sua narrativa. Imagino que, talvez, a sua intenção era deixar o leitor mais ou menos tão perdido quanto os assaltantes no escuro, mas foi um pouco demais. Eu não estava entendendo nada enquanto a luz se apagava e a porrada comia solta, depois acendia de novo e tudo recomeçava. Fiquei completamente perdido e não consegui aproveitar muito bem a sua história.
    Achei que os diálogos não funcionaram muito bem. A frases estavam bastante próximas do registro falado que temos assimilado como sendo de assaltantes, mas foi um pouco demais no realismo sem muito a acrescentar para o desenvolvimento da história.
    Apesar de eu não ter curtido muito, ainda acho que seu texto tem seus méritos.
    Boa sorte no desafio.

  6. Wender Lemes
    15 de dezembro de 2016

    Olá! Dividi meus comentários em três tópicos principais: estrutura (ortografia, enredo), criatividade (tanto técnica, quanto temática) e carisma (identificação com o texto):

    Estrutura: em questões de trama, o conto se sustenta bem, como um terror que parte ao escrachado, mas que também tenta inovar no estilo, no modo de narrar. Particularmente, os parágrafos tão longos como escolheu me cansam um pouco. Imagino, justamente pelos parágrafos longos e pela predileção por vírgulas, que a intenção seria causar a sensação de euforia no leitor – até certo ponto, funcionou.

    Criatividade: trazer um conto de terror para o desafio foi uma boa alternativa de sair da caixa. Por outro lado, se o conto inova pela opção e pela técnica, os clichês da temática não foram lá tão criativos.

    Carisma: infelizmente, não consegui sentir medo durante as passagens, fiquei com a sensação daqueles filmes B, com cenas quase cômicas. Talvez não fosse realmente a intenção. Em todo caso, parabéns pelo trabalho.

    Boa sorte.

  7. Luis Guilherme
    15 de dezembro de 2016

    Boa tarde, querido(a) amigo(a) escritor(a)!
    Primeiramente, parabéns pela participação no desafio e pelo esforço. Bom, vamos ao conto, né?
    Cara, desculpa ser sincero, mas não gostei do conto. A escrita tá muito truncada e com excesso de erros de pontuação, o que torna difícil compreender o que se quer dizer.
    Além disso, não entendi muito bem a historia. Por um lado, é legal essa pegada sádica, eu curto mesmo. Mas os problemas da escrita acabaram estragando o efeito que a historia deveria causar.
    Dá pra ver que tem criatividade, mas infelizmente nesse conto não me ganhou.
    De qualquer forma, boa sorte e parabéns!

  8. Waldo Gomes
    15 de dezembro de 2016

    Diálogos grandes, trama meio forçada, faltou uma pegada mais profissional no texto, porque a idéia não é ruim, só a condução da coisa.

    Personagens meio fracos e superficiais.

  9. rsollberg
    15 de dezembro de 2016

    Chips (Construtor)

    Caro (a), Construtor. (

    Infelizmente no primeiro parágrafo já dei uma “brochada”. Uma frase interminável e confusa, com direito a “de serem descoberto”. Na sequência do conto, foi possível perceber que trata-se de um escritor em formação. A história toda contada nos diálogos e forma claramente equivocada.

    A coisa toda fica muito atropelada, creio que o autor não leu após escrever, caso contrário teria percebido que em alguns trechos a história fica praticamente ininteligível.

    Bem, não tenho muito mais a acrescentar ou comentar. Apenas sugiro um pouquinho mais de maturação e, obviamente, continuar lendo bastante para aperfeiçoar a narrativa.

    De qualquer modo, parabéns e boa sorte.

  10. Amanda Gomez
    14 de dezembro de 2016

    Oi?

    Olha, esse foi o último conto que li, até tinha esquecido dele e vi agora que ainda não tinha lido. Mas confesso que não esperava por isso…

    O conto tem muitos erros, o primeiro parágrafo me deixou sem fôlego – Literalmente. A pontuação está toda bagunçada, assim como as separações de diálogos x narrador ( Cadê os travessões?) Não deu pra entender nada, confesso que acabei desistido de fazê-lo no meio do caminho.

    Passei a ler automaticamente as palavras sem absorver muita coisa. Sei que te um assalto a um cofre, rola um ladrão rouba ladrão, e um velho só de cuecas – e se não me engano, chips carnívoros.

    Foi o que consegui assimilar. Talvez tenha sido vítima do conto de ultima hora e não conseguiu fazer uma revisão, ou pelo menos ler a história.

    Desculpe, não gostei do que foi apresentado aqui.

    Boa sorte!

  11. Pedro Luna
    14 de dezembro de 2016

    Um conto que desperta sentimentos antagônicos. Por um lado, a escrita diferente e os diálogos montados de uma forma não convencional trazem um ritmo próprio a trama e chegam a impressionar. Por outro, esses mesmos elementos cansam a leitura e não me permitiram entender bem história. Só sei que estão roubando algo, mas do meio pro fim me perdi total. Veja, parabéns pela ousadia, mas não consegui ser fisgado. A impressão que tive é que o texto é de um raciocínio rápido demais para a minha leitura empacada. Gostei apenas de trechos bem humorados e foi só (apesar de que esses trechos me fizeram rir muito).

    ” Vá se fuder, velho, pode matar a gente, falou ele, tentando parecer forte. O velho, nariz adunco, olhos grandes, começou a rir. Tirou a máscara, atrás dela, o puto do Nivaldo.”

    Meio surreal e muito bom. Parece muito o roteiro de um desenho animado. kkk.. pena que não posso mentir para mim mesmo e dizer que gostei do conto, pois cheguei ao fim boiando.

  12. Daniel Reis
    13 de dezembro de 2016

    Meu caro Construtor, eis o que tenho sobre o seu texto:
    PREMISSA: um grande roubo, num ambiente sujo e levemente cyberpunk.
    DESENVOLVIMENTO: a habilidade do autor é notável, principalmente na construção de diálogos rubemfonsequianos, uso de itálico para pensamentos ocultos, etc. Mas, no geral, a história desenvolveu-se de maneira bastante previsível.
    RESULTADO: pouco memorável. Desculpe.

  13. Fil Felix
    13 de dezembro de 2016

    GERAL

    A história não me conquistou muito. O formato do texto, acho, foi o que me afastou mais. A mescla entre diálogo e descrição gera uma confusão se não usar muito bem, acabam atropelando um ao outro. As ações vão acontecendo uma por cima da outra. Os jovens invadem a casa de um velho, são atacados pelos chips e acabam sucumbindo ao final. Quando o velho está na escada, esse formato de diálogo + descrição do que está acontecendo, deixou um pouco confuso. Acredito que se fizesse uma limpa, ficaria melhor e mais bonito!

    O X DA QUESTÃO

    Não sei se foi só eu, mas não to conseguindo associar o conto ao tema. Nem ao X nem ao Punk. Okay, os garotos são metido a punxs, mas todo o estilo da história (se retirassem os palavrões) daria pra se encaixar em algo infanto-juvenil, com toque de ficção científica.

  14. Ricardo de Lohem
    13 de dezembro de 2016

    Olá, como vai? Vamos ao conto! Sem dúvida um dos piores do desafio. Em contos assim não dá pra pegar leve, o autor tem que perceber que, de duas uma: a) O autor sabe escrever, e o conto horrível que produziu é apenas uma brincadeira sem graça; b) o autor não sabe escrever mesmo, de verdade. Se a opção “a” for a verdadeira, saiba que a brincadeira não teve graça, só está prejudicando a sua imagem publicar histórias como essa. Se a verdadeira for a “b”… Bom, saiba que ficou horrível, uma história não se escreve assim, não tem nexo ou graça nenhuma. E também nada tem a ver com X-Punk, é surrealismo do mais baixo nível. Sugiro que leia mais antes de ler, não dá pra escrever histórias decentes se suas únicas referências narrativas são telenovelas. Vá ler! E tenha boa sorte na leitura!

  15. angst447
    12 de dezembro de 2016

    Olá, autor.

    Antes de mais nada, esclareço que não levarei em conta a adequação ou não do conto ao tema proposto. Não me considero apta para tal.

    A ideia pareceu-me interessante e até original dentro dos seus limites. O assalto, as picadas misteriosas, os chips necrófilos. Uma mistureba que até funcionou para a criação de um enredo que prende a atenção.

    O conto tem um ritmo mais lento no começo, acelerando da metade para o final. Há ação e algum suspense, mas as imagens confundem um pouco. Senti um clima de filme de terror.

    Alguns lapsos de revisão:
    serem descoberto > serem descobertos
    que detesta > que detestava
    deixa participar > deixava participar
    Há também problemas com a pontuação. Convém dar uma olhada nisso.

    Boa sorte.

  16. Rubem Cabral
    11 de dezembro de 2016

    Olá, Construtor.

    Então, é bem difícil comentar esse conto… Está muito mal escrito: pontuação, concordância, etc. Há mistura de diálogos e narração e outros detalhes que atravancam a leitura.

    Os personagens são apenas esboços, estereótipos. O tema do desafio também foi apenas tocado de leve: não consigo classificar o texto em alguma das vertentes x-punk.

    Sugiro que releia, que coloque as ideias do conto com mais clareza.

    Nota: 4.

  17. Anorkinda Neide
    11 de dezembro de 2016

    Olá, autor!
    Olha, não entendi muito não… Só saquei os chips no final, eram vivos.. rsrs
    Bem, tinha um fodão fudido lá q enganou e matou os rapazes.
    É tudo o q entendi.
    Parece q eles estavam dentro de um mundo informático, digamos assim.
    O texto tem muitas e muitas e muitas frases imensas, além de perder o fôlego elas colaboraram pra não deixar clara a trama q vc montou ae.
    Uma pena
    Boa sorte e abraço

  18. Jowilton Amaral da Costa
    10 de dezembro de 2016

    Um bom conto. A narrativa é bem peculiar e me lembra os textos do Cilas. O início é um pouco truncado, mas, depois flui a contento, e se pode captar uma grande dose de ironia e habilidade do autor durante a narrativa. A história é boa e prende a atenção. Boa sorte no desafio.

  19. Marco Aurélio Saraiva
    9 de dezembro de 2016

    Olha, desculpa. Tentei começar a ler o conto três vezes, mas o esforço para tentar extrair algum significado nesta disposição caótica de palavras é muito grande. Eu me pegava, todas as vezes, gastando toda a minha energia tentando entender o que você queria dizer, e ignorando enredo, personagens e afins.

    O texto soa como se você tivesse prendido a respiração e começado a escrever, e só pudesse respirar de novo quando terminasse de redigir o conto. As vírgulas estão espalhadas a esmo; metade delas não fazendo sentido algum. Diálogos estão mesclados com ações e narrativas. Tudo está muito confuso.

    Na quarta tentativa de leitura, pesquei que a intenção era fazer uma espécie de conto de terror. O “velho” é realmente uma entidade chocante. Mas não consegui entender muito bem quem é quem na história. Os personagens aparecem e somem e não soube identificar direito qual ação era de quem e qual fala pertencia a quem.

    Você tem um bom vocabulário. No meio da confusão de ideias, notei diversas construções que seriam interessantes, caso não estivessem jogadas de qualquer forma no texto. Sugiro revisar o conto, prestando atenção nos seguintes detalhes:

    1) Disposição das ideias. Não existe regra definida para isso, mas cada parágrafo costuma conter uma ideia. Quando a narrativa muda o foco, um novo parágrafo tem início.

    2) Separar, com um travessão, as falas dos personagens de suas ações. Quando tudo está misturado, fica difícil entender o que o personagem faz e o que fala.

    3) Separar falas e ações das narrativas. É um bom costume iniciar um novo parágrafo para iniciar uma narrativa que acontece após um diálogo.

    4) Corte metade das vírgulas e adicione pontos finais. Vírgulas em excesso não deixam o leitor respirar. Pausas são sempre bem vindas.

    5) Aplique vírgulas com parcimônia. A maioria das vírgulas no texto que você apresentou quebram o processo da leitura. As vírgulas devem ser usadas para ligar uma oração a outra, e não quebrar uma oração em diferentes partes.

    6) Revise até cansar de ler o seu próprio conto. Nas minhas leituras notei diversos erros de digitação que seriam facilmente corrigidos com algumas releituras.

    Boa sorte!

  20. catarinacunha2015
    9 de dezembro de 2016

    A narrativa, confundindo os tempos verbais e pessoais, prejudicou a fluidez do texto. Vejo um apanhado de boas construções sem um encadeamento sólido de ideias. Até o punk exige técnica de si mesmo. Vejo um ensaio para um conto.

  21. vitormcleite
    8 de dezembro de 2016

    Texto bem escrito descrevendo um mundo ficcionado, mas que dá para acreditar que existe mesmo e fica bem perto da nossa cabeça. O resultado é bom de ler e até dá vontade de continuar a ler. Muitos parabéns

  22. Davenir Viganon
    7 de dezembro de 2016

    Olá Construtor
    O texto não fluiu bem. Teve umas ocorrências de falas não separadas da narração, que travam muito a leitura. O conto que deveria ter uma ação frenética acabou sendo um quebra-cabeças de coisas simples e ainda assim fiquei sem entender os motivos de tudo que acontecia. Se entendi direito, uns punks [no sentido simples de bandidos] estão assaltando um lugar [?] mas um velho, que não ficou claro se fazia parte do bando ou não se revelou que queria matar todos usado robôs que se alimentam de carne. É isso? Acho que a aprte que melhor entendi foi a dos chips carnívoros.

    “Você teria um minuto para falar de Philip K. Dick?”
    [Eu estou indicando contos do mestre Philip K. Dick em todos os comentários.]
    Com certeza você irá gostar de ler (se já não leu) o conto “A Segunda Variedade” de Philip K. Dick. A primeira cena com os drones assassinos combina bastante com a estória.

  23. Bruna Francielle
    6 de dezembro de 2016

    Tema: a princípio, não me parece punk. Vi que tinha algo d chips, q eu não entendi nada, e por isso, continua não parecendo nada punk.

    Pontos fortes: Eu até gostei da intercalação dos diálogos, com pensamentos, ações e/ou detalhes, só precisava melhorar a pontuação.

    Pontos fracos: – precisa trabalhar muito na pontuação. Passar a utilizar as regras corretas.
    – Precisa descrever melhor as cenas de ação. Claro que na cabeça do autor a cena pode estar clara, mas é importante que tente se colocar no lugar de quem vai ler a história. Teve partes extremamente confusas. Se essa foi a intenção, também não aprovei.
    – Muitas partes incompreensíveis. Não entendo o que adianta escrever uma história assim. Seria para o leitor tentar entender no meio da confusão toda o que é que se passa? Se for isso, é preciso melhorar bastante ainda na construção do conto, caso contrário, pedir para achar algo no meio da bagunça, pontuações de qualquer jeito, linhas de raciocínio quebradas ou incompletas, descrições defasadas, é pedir demais.

  24. Sick Mind
    6 de dezembro de 2016

    A escolha de algumas palavras foram mal feitas, como se o autor estivesse a pesquisar sinônimos que já estão fora de uso. Os erros de pontuação geram vários incômodos durante a leitura, assim como o uso do itálico. A descrição das ações são muito confusas. Achei o conto muito mais voltado ao terror com um elemento tecnológico “surpresa” no final, do que propriamente um cyberpunk.

  25. Evandro Furtado
    6 de dezembro de 2016

    Gênero – Average

    O mais próximo que conseguiu se aproximar foi de um splatterpunk, mesmo assim tenho minhas dúvidas.

    Narrativa – Weak

    Alguém precisa, desesperadamente, tirar os pontos e os travessões da carteira. A narrativa fica confusa, não se sabe onde começa ou termina os diálogos, os períodos ficam longos demais, as vírgulas, colocadas em lugares errados, separam sujeitos e predicados e eu perdi o ar umas quinze vezes ao longo do conto.

    Personagens – Average

    No meio da confusão, parecem sombras no escuro.

    Trama – Average

    Parece que há algo de concreto aqui, em algum lugar, mas também está perdido nesse mar de vírgulas.

    Balanceamento – Weak

    Uma história promissora se perde em um conto confuso, prejudicado pela má pontuação.

    Resultado Final – Weak

  26. Fabio Baptista
    5 de dezembro de 2016

    Olha, autor(a), me desculpe, mas não gostei quase nada desse conto.
    A narrativa baseada quase 100% em diálogos é confusa, tempos verbais são misturados, a trama evolui meio que do nada para algo tipo “O Albergue” e do elemento punk, não vi praticamente nada (e eu estou sendo bem flexível quanto a adequação ao tema).

    Um ponto positivo é que os diálogos soam naturais em sua maior parte. Acredito que se fossem intercalados com cenas mais descritivas, o conto ficaria melhor.

    – serem descoberto / todos verde / algo os atacavam
    >>> concordância

    — Vou te matar, falou cochichando.
    >>> melhor usar outro travessão para marcar o fim do diálogo.
    >>> – Vou te matar – falou cochichando.

    NOTA: 6,5

  27. Eduardo Selga
    5 de dezembro de 2016

    O texto tem uma construção caótica, com seriíssimos problemas de coesão e coerência, que o tornam inviável enquanto narrativa literária. Não basta um enredo supostamente bom, cheio de clichês, como adolescentes ansiosos por ação e machado ensanguentado: é preciso dominar minimamente a Língua Portuguesa. Não falo tanto de vocabulário, e sim de sintaxe, ou seja, da posição da palavra na frase tendo em vista a função que ocupa, de modo que o sentido pretendido pelo autor seja alcançado pelo leitor.

  28. Pedro Teixeira
    4 de dezembro de 2016

    Tive a impressão de que a intenção aqui era fazer um splatterpunk, mas ao meu ver não funcionou bem. Explico: a ação se desenrola de uma forma confusa, com frases muito longas, vírgulas fora de lugar e várias repetições que deixam o texto um tanto truncado, fazendo com que na em alguns momentos a gente não saiba quem está fazendo o quê. Apesar de algumas boas cenas, como a da abertura do cofre, não há nada realmente impactante. Os momentos seguintes não transmitem horror,, ap e em alguns momentos dão até a impressão de que se pretendia produzir um texto cômico, como na cena das roupas. As frases não soam naturais. Desculpe, mas no geral não curti, apesar de a ideia do enredo ser boa.

  29. Gustavo Castro Araujo
    3 de dezembro de 2016

    Um conto de terror com dois garotos que terminam, digamos assim, abduzidos por máquinas necrófilas. Os diálogos estão bons e é possível rir em diversos momentos. O suspense com o velho e o machado também foi bem construído. O problema – e para mim devo confessar, é um grande problema – é a revisão, ou melhor a completa ausência de revisão. Não é tão incomum que a narração se misture a diálogos, mas isso precisa ser feito com certa perícia e de modo consciente, o que não me pareceu ocorrer aqui. Os diálogos se misturam às descrições provocando estranhamento, travando a leitura. Enfim, é um conto divertido, mas cuja execução deixa muito a desejar.

  30. Priscila Pereira
    3 de dezembro de 2016

    Oi Construtor… o que falar do seu texto… primeiro, as falas não estão separadas corretamente do resto do texto, então eu não sabia nunca o que era fala e o que era a narração… recomendo que separe bem as falas com travessão…fica muito menos confuso…. achei tudo muito confuso, quase impossível de ler… tenho certeza que com todas as dicas do pessoal, você pode melhorar muito.

  31. mariasantino1
    2 de dezembro de 2016

    Cara! O que foi isso??? KKKKK. Que coisa! 😛

    Autor(a) eu tenho que dizer que ri a beça do seu texto, ri e ri com gosto de tudo isso aqui. Olha, não está dentro do tema porque não se encaixa (assim, certinho) nos estilos propostos. Talvez um cyberpunk possa surgir a partir dessas maquininhas necrófilas e dominar o mundo, mas da forma que está o texto fica mais para o terror mesmo. Bem, descontarei uns pontos por isso. Agora vamos falar da sua narrativa. Cara, sério, que gostoso! Achei uma delícia o vocabulário e os diálogos. Você não se repete, ou melhor dizendo, você usa bem os sinônimos e evita que haja repetição de palavras em um curto intervalo de espaço. Os diálogos conseguem ser naturais devido aos xingamentos e alcançam o cômico em muitas passagens. Eu ri de todas as piadinhas (e, acredite, para contos eu sou chata pra caraio com piadinhas). Algumas coisinhas acerca da revisão aí trava um cadinho e vc usa vírgula algumas vezes, quando acredito que o travessão para separar a fala do narrador onisciente do personagem seria mais indicado, porque facilitaria a vida do leitor ( são os fluxos de pensamentos que vc insere no meio da fala e depois retorna a fala causando uma confusãozinha momentânea.). Fora isso eu achei boa a ideia como um conto de terror.

    Então é isso, não está adequado à proposta do desafio (minha visão), não traz grandes reflexões e nem tem belas metáforas para abrilhantar a narrativa, mas entretém e faz rir.

    Boa sorte no desafio.

    Nota provisória: 7

  32. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    1 de dezembro de 2016

    Olá, Construtor,

    Tudo bem?

    Seu conto nos apresenta uma “história de terror”. A premissa é interessante, porém o texto em si precisa ser um pouquinho mais desenvolvido, em minha opinião.

    Quando postamos um trabalho, seja em um desafio, seja em nosso próprio blog ou página do facebook, é sempre bom tomar um certo cuidado e fazer antes uma pequena revisão. Erros de concordância, por exemplo, prejudicam a leitura e às vezes fazem seu leitor abandonar sua história antes do final.

    Não foi o meu caso. Li até o fim e achei interessante a história dos chips insetos carnívoros no inferno.

    Parabéns por escrever e boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

  33. tatiane mara
    1 de dezembro de 2016

    Todo mundo era bandido na história rsrsrsr…. legal…

    Narrativa boa, li devagar pra não ir perdendo nada e deu certo.

    Acho que a trama é circular e agrada.

    É isso.

  34. Fheluany Nogueira
    29 de novembro de 2016

    Um conto terrorpunk, com máquinas necrófilas, velho bebedor de sangue e até uma explicação sobre o significado do que é ser punk (“… metidos a uma teoria punk de viver, que nem mesmo eles sabiam como deveria ser. Basta ser do contra, viver o dia a dia, fumando, mascando, se corrompendo, se masturbando, correndo atrás de dinheiro fácil, roubando celular, dinheiro dos incautos.”).

    Portanto, o TEMA está bem explorado com uma TRAMA composta de uma só cena – o assalto, que pelo que entendi foi planejado pelo velho para atrair vítimas para o seu regalo. Os PERSONAGENS são rasos em um texto estruturado mais em diálogos.

    Não há deslizes gramaticais graves, apenas algumas trocas de tempos verbais na na narração, como: ” E pôs o foco de luz nele, perscrutando a possibilidade de ele reagir ao apelido, que detesta.” (detestava, ficaria melhor).

    Por fim, temos aqui uma boa história, criativa e interessante, fluente, apesar de que no início , o exagero de expressões em ordem inversa tenham dificultado a LEITURA. Parabéns pela participação. Abraços.

  35. Brian Oliveira Lancaster
    29 de novembro de 2016

    TREM (Temática, Reação, Estrutura, Maneirismos)
    T: Uma mistura de terror com sci-fi. Tem seu clima instigante, curioso. Mas o tema, apesar de apresentar nanomáquinas, está bastante simples. Não existe vapor, eletricidade, energia solar, corporações ou humanos cibernéticos. Somente as máquinas, que por si só, são do gênero FC “comum”. – 6,0
    R: A atmosfera sombria percorre a trama e isso ficou muito bom. Mas são muitas ideias jogadas, sem coesão. Sugiro ler em voz alta. Você verá que muitas frases podem ser melhor condensadas e algumas passagens precisam de uma ambientação maior, para dar fôlego ao leitor. No final das contas, consegui entender que se trata de um roubo a um cofre, que deu errado devido à uma força alheia ao seu controle. Mas o miolo precisa de mais detalhes, como parágrafos explicando a situação ao redor, antes de entrar nos diálogos. – 7,0
    E: A estrutura é simples, mas eficiente. Há a introdução do roubo, há a intromissão do vilão e depois temos a conclusão, com certo tom de ironia. – 8,0
    M: O excesso de vírgulas cansa um pouco. E os diálogos precisam de um melhor apontamento (quem está falando o quê). Pode-se resumir muita coisa ali em cima. E as descrições podem vir num parágrafo à parte, conforme sugeri. Mas não desista! Você está no caminho certo, porque a história tem seu brilho. Falta apenas um pouquinho mais de treino no aspecto de reunião e foco de ideias. – 7,0
    [7,0]

  36. olisomar pires
    27 de novembro de 2016

    É um texto confuso. Essa foi minha primeira impressão. As personagens não se firmaram e tudo pareceu meio um sonho atropelado.

    Uma revisão com separação melhor dos diálogos, ajudaria.

    Boa sorte.

  37. Zé Ronaldo
    27 de novembro de 2016

    Texto de suspense e terror muito bem elaborado. Fluido, leitura fácil, as ações fazem o texto andar sozinho.
    Ideia bem bolada e trabalhada, a linha condutora da trama está bem firme e não se rompe em momento algum.
    Personagens fortes e marcantes, principalmente a do velho.
    Diálogos bons, bem construídos.

  38. Dävïd Msf
    27 de novembro de 2016

    A vontade humana sempre tentando ser controlada por aqueles que acham que sabem o que é o “certo”, e grupos isolados sempre reagindo. Ainda bem que esta parece ser a regra, que a uniformidade nunca vai conseguir imperar…

  39. Evelyn Postali
    25 de novembro de 2016

    Oi, Construtor…
    Primeiramente, revisão, revisão, revisão. Eu sofri muita falta de ar lendo o primeiro parágrafo interminável do caramba. Revisão também nos diálogos, porque a mistura da fala com a explicação/descrição de quem falava ficou confusa e travou tudo e mais um pouco.Travou até o final. Reli. Para ver se ia. Não foi. E não sei.
    Pareceu engraçado, mas não teve graça. Então, é isso.
    Talvez seja eu. Talvez não seja.
    Boa sorte no desafio.

  40. Zé Ronaldo
    25 de novembro de 2016

    Muito bom! Terror punk, bem legal….totalmente sem possibilidades de se vislumbrar o final. Muito, mas muito bacana!

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Publicado às 25 de novembro de 2016 por em X-Punk e marcado .