EntreContos

Literatura que desafia.

Na praia (Pedro Luna)

mar

Acostumados a acordar antes do sol e a acompanhar os pais nas jangadas, os três meninos ignoravam o vento frio do início da manhã e andavam lado a lado, seguindo praia acima, na faixa de areia molhada que facilitava o pisar. O mar secava, e dali eles podiam ver as jangadas na risca do horizonte. Paco segurava a caixa, Ramón seguia calado, e Cação, o maior deles, praguejava.

– É um fi de uma égua – dizia. – Um burro.

– Ele não teve culpa, Cação – atreveu-se Ramón.

 

* * *

Este conto faz parte da coletânea “Devaneios Improváveis“, Quarta Antologia EntreContos, cujo download gratuito pode ser feito AQUI.

Anúncios

46 comentários em “Na praia (Pedro Luna)

  1. rubemcabral
    18 de outubro de 2016

    Conto maravilhoso, Pedro! Simples e cheio de camadas ao mesmo tempo: como pode?

    Minha única sugestão de melhoria: algumas falas dos meninos poderiam ser um pouquinho mais coloquiais, “estamos”, por exemplo, não soa muito natural.

    O nome “garoupa”, da cadelinha, evocou memórias de outros textos. É uma crença antiga, se não me engano, que dar nomes de peixes aos cães os protegeria de pegar raiva.

  2. Fil Felix
    14 de outubro de 2016

    4 amigos e um funeral

    GERAL

    O conto consegue passar imagens muito bem, nos fazendo conhecer e até afeiçoar à cadelinha. A quantidade de personagens e poucas descrições não ajudam muito a criar essa mesma empatia pelos meninos, mas o clima de amizade e intriga da história é bom, dá aquela sensação de nostalgia, de ler contos infanto-juvenis.

    ERROR

    Percebi algumas vírgulas em lugares errados, mas nada de mais. Apesar de carismático, senti que faltou alguma coisa ao conto. Ele termina em si mesmo, sem nenhuma surpresa ou grande reviravolta ou reflexão. Até mesmo o final, que traz a questão do misticismo, fica meio que por isso mesmo.

  3. Daniel Reis
    14 de outubro de 2016

    20. Na praia (Poseidon)
    COMENTÁRIO GERAL (PARA TODOS OS AUTORES): Olá, Autor! Neste desafio, estou procurando fazer uma avaliação apreciativa como parte de um processo particular de aprendizagem. Espero que meu comentário possa ajudá-lo.
    O QUE EU APRENDI COM O SEU CONTO: um capítulo de história maior, reminiscências do autor? Personagens bem construídos, com uma dinâmica interna de relacionamento muito interessante. Sou suspeito para falar, adoro o livro Os Meninos da Rua Paulo, e esse conto tem um sabor de infância como o dos meninos de Budapest.
    MINHA PRIMEIRA IMPRESSÃO SUBJETIVA DO SEU CONTO, EM UMA PALAVRA: Gregário.

  4. Marcia Saito
    13 de outubro de 2016

    Olá. Como estás?
    Contos onde os protagonistas são crianças, geralmente o autor tem que teruma certa experiência no lidar com elas, para que estas não se tornem caricaturas de adultos em miniatura. Achei-os muito bem utilizados, sem exageros e com toques de uma realidade diferentes das que conhecemos ou que já fomos um dia.
    Ele transcorre fluido e sem grandes reviravoltas.
    PArticionaria melhor os primeiros parágrafos, que achei-os um tanto extensos. MAs que ao longo do texto ficou adequado.
    Não sei se saberia escrever algo com crianças como protagonistas, apesar de ser mãe de três, mas o autor fez-se de forma competente e sem exageros.
    Parabéns e bos sorte no Desafio.

  5. Bia Machado
    13 de outubro de 2016

    Tema: Totalmente adequado e fugindo do lugar comum.

    Enredo: Muito singelo, mas muito bem desenvolvido. Talvez porque eu goste de histórias do tipo, onde aparecem crianças sem serem estereotipadas. Foi impossível não me envolver com o que aconteceu na vida desses meninos.

    Personagens: E o que parecia algo tão comum, a morte de um animal, mesmo que de estimação, toma uma proporção ainda mais importante, ou seja, como se aquelas personagens fossem reais, fossem próximas, fossem meus alunos, por exemplo. Como se morassem aqui na rua de casa.

    Emoção: Adorei, não preciso dizer mais nada.

    Alguns toques: Da minha leitura enlevada só consegui pegar aqui: “Suspirou e voltou a sua misSsão.” É, só um S triplo aí sobrando, percebi só pelo incomum da coisa. O que mais há no conto não prejudicou minha leitura e dá para acertar na revisão. É isso, fechando as leituras com chave de ouro! Muito obrigada!

  6. catarinacunha2015
    13 de outubro de 2016

    QUERO CONTINUAR LENDO? TÍTULO + 1º PARÁGRAFO:
    O que esses 3 moleques vão aprontar com uma caixa? Quero continuar sim.

    TRAMA muito bem escrita e com domínio total da narrativa. Embora não seja obrigatório, senti falta do clímax e/ou surpresa. Acho importante em contos curtos.

    AMBIENTE perfeito. Cemitérios à beira-mar são lindos. Tão nordestino isso. Os nomes próprios estão ótimos.

    EFEITO mini sonho de padaria. A gente come numa bocada só e depois se arrepende de não ter comido aos poucos para sentir o gosto por mais tempo.

  7. Anderson Henrique
    13 de outubro de 2016

    Achei bem parecido com outro conto da disputa. Texto simples, direto e singelo. Rico também nas construções. Colocou a molecada no pódio. Gostei.

  8. Felipe T.S
    13 de outubro de 2016

    Olá Poseidon!

    Um conto sincero, que peca em alguns deslizes durante a narrativa, mas que no geral, é bem escrito e tem uma carga emocional muito interessante. Acho legal como as coisas são apresentadas aos poucos, como as personalidades são delineadas de forma delicada.

    Vi que muitos não gostaram do final, na espera de uma reviravolta, mas a vida é assim, nem sempre ela nos surpreende, na maioria das vezes temos medo de tomar certas atitudes e acabamos por deixar de sermos nós mesmos e seguirmos aquilo que parece ser mais seguro, mesmo que pra isso seja preciso abandonar nossa alma.

    Enfim, uma leitura gostosa, que deixa algumas reflexões sobre a própria história no ar. Não tenho mais o que dizer, pois acredito que os colegas já passaram muito das sensações que aqui senti.

    Continue escrevendo, você faz isso muito bem.

    Abraço.

  9. Eduardo Selga
    11 de outubro de 2016

    Não é exatamente a literariedade do conto que me chama a atenção, pois, não obstante construído de modo até certo ponto competente, há nele a mesma simplicidade de trama e personagens comuns a certas narrativas cujo enredo gira em torno de personagens que representam a infância e/ou a adolescência. Não uso o termo literatura infanto-juvenil para este conto porque ele pode perfeitamente ser bem interpretado por um leitor adulto, em função do tema abordado.

    A simplicidade de que falo, é preciso dizer, não é uma necessidade intrínseca a textos incluídos na chamada literatura infanto-juvenil, e muitos dos melhores textos desse gênero, em língua portuguesa, escapam a essa fórmula. E aqui gostaria de mencionar duas obras, à guisa de exemplo: “Bisa Bia, bisa Bel” (Ana Maria Machado) e “O gato e o escuro” (Mia Couto), nas quais há um grande enredamento narrativo sem que isso se traduza em textos emaranhados do ponto de vista sintático. Ao contrário, são livros cuja tessitura sintático-semântica é bastante simples. A complexidade das obras citadas está numa aparente e enganosa simplicidade, no interior de seus significados transmitidos por essa tessitura. Neste conto, entretanto, o tecido narrativo é simples mesmo.

    Essa característica, porém, não se aplica ao subtexto de “Na praia”. Aí, sim, existem pelo menos dois aspectos muito curiosos. O primeiro está nos personagens enquanto representação esquemática de certos discursos sociais e políticos, mas não partidários; o segundo, é uma sutilíssima abordagem da homoafetividade (veja: não falo de homossexualidade, não há qualquer indicativo disso).

    O personagem Cação é o discurso autoritário; Ramón, o pacifista; Paco, o discurso fincado na neutralidade, real ou suposta. Quanto ao personagem Cação, a representação me parece óbvia, mesmo porque o autoritarismo sempre o é, embora nem sempre seja evidente para alguns. As frases e a postura do personagem demonstram sobejamente o que ele é, para além de personagem. Acho mesmo que a escolha do nome de batismo não foi à toa: cação, o peixe, é da mesma família do feroz tubarão, se não for o mesmo animal.

    O discurso pacifista de Ramón muitas vezes resvala na passividade, é importante ressaltar. É um personagem que, ao invés de ameaçar e usar a força física, argumenta, pondera, de modo a enfrentar a truculência e a falta de sensibilidade, e até de inteligência, de Cação. Diante da ameaça física, ora reage timidamente, ora demonstra tibieza. No primeiro caso, no início do texto, temos que ele “[…] se sacudiu e conseguiu se soltar do amigo [Cação]”; no segundo, temos que “[…] Cação fingiu que ia lhe dar um soco e riu quando o amigo [Ramón] se encolheu”.

    No mundo real empírico, basta observarmos em torno, muitas vezes a barbárie sobrepuja a civilidade na medida em que o discurso pacifista se acovarda diante do discurso autoritário, talvez porque os instrumentos de ambos não sejam plenamente intercambiáveis. O comportamento autoritário até consegue esconder suas garras quando lhe é útil, até consegue se fingir cordeiro, mas o discurso verdadeiramente pacifista não consegue se travestir de autoritarismo. No conto, esse acovardamento fica muito claro em “[…] intrometeu-se Ramón, em um raro momento de coragem, pois normalmente calava-se quando Cação estava enfurecido” e em “Ramón suspirou, claramente com medo”.

    Ainda me detendo no representante do discurso pacifista, gostaria de destacar “Cação foi até ele [Ramón] e o agarrou pela nuca, num gesto a que era habituado”, trecho no qual, inclusive é mostrada a facilidade com que o autoritarismo subjuga o comportamento civilizado. Também é interessante o fato de a parte do corpo atingida ser o sustentáculo da cabeça, morada da inteligência, característica do discurso pacifista, pouco presente no discurso autoritário e por ele desvalorizado.

    Quem nunca ouviu no cotidiano, a respeito de certas questões, frases do tipo “nisso eu não me meto” proferidas por quem vivencia o fato e até é vítima dele? Quem, numa questão política ou religiosa, nunca testemunhou alguém procurar um caminho que agrade a gregos e troianos, ou melhor, que não desagrade a ninguém? Situações assim são exemplos de discurso aparentemente neutro, mas que, de fato, se filia a algum lado, não raro ao autoritarismo, funcionando, assim, como um braço auxiliar dele. E nem é difícil perceber isso: na medida em que o neutro é uma espécie de ponto morto, ele não provoca movimento, como o faz o pacifismo e o autoritarismo. Se não gera qualquer marcha, é fatalmente conduzido por ela, pelo discurso que esteja mais forte social e politicamente.

    Vamos ao Paco. É sintomático os fatos de ele carregar o caixão e ser o pertinaz coveiro, pois normalmente é esse o papel que a neutralidade desempenha nos campos político e social. Ela enterra os cadáveres produzidos pelo autoritarismo quando dá de ombros ou se abstém. E o faz obstinadamente, de modo a não permitir o nauseabundo cheiro espalhar-se por aí. A suposta neutralidade costuma ser o fiel da balança na disputa narrativa e ideológica presente em todas as sociedades, e a frase de Paco “Vai, ou deixo o Cação te bater” é representativa disso.

    No entanto, pode-se afirmar haver um equívoco nessa análise que faço, pois não foi Cação quem matou a cadela. Muito pelo contrário, ele lamenta muito sua morte. É verdade. Quem matou foi a ingenuidade, representada por Miguel, mas o fez premido por um discurso de autoridade, enunciado por sua mãe. Ainda que ela tenha somente “pedido” para Miguel pôr o raticida, isso é interpretado como uma ordem, é claro. E uma autoridade tem um discurso necessariamente autoritário, embora possa não parecer, disfarçando-se com características afáveis.

    A cena final, embora não satisfaça a ideia de “chave de ouro”, cuja importância num conto eu acredito que precise ser relativizada, ainda assim ele é emblemático. Fica clara, simbolicamente, a proximidade cúmplice que há entre os discursos autoritário e neutro, quando “Cação e Paco se entreolharam e riram, terminando de pular a cerca”, menosprezando a fala de Ramón, o personagem (representante do discurso pacifista) que, sempre politicamente correto e sem muita vontade de romper as regras, diz “eu vou sair pela porta […]. Não brinco com essas coisas”. É como se dissesse “eu vou seguir as regras”. O resultado é que também Ramón segue o autoritarismo de Cação e a subserviência de Paco: “Sem olhar para trás, Ramón correu, desviando das cruzes, e saltou por cima da cerca”.

    É impossível entrar na cabeça do(a) autor(a), de modo que não há como saber se houve intenção ao sugerir homoafetividade, até mesmo porque a intencionalidade autoral não interessa se o fato for devidamente constatado no texto, desde que, é claro, ao se interpretar o texto não haja a chamada superinterpretação, ou seja, ver chifre em cabeça de cavalo.

    O iracundo Cação diz algo que pode parecer inconsequente do ponto de vista da narrativa, mas que quando anexamos sua fala a outras do texto, o cenário de que falo se evidencia. Ele pergunta a Ramón: “E como você sabe, heim? Você é o namorado dele? Por que está defendendo?”. A presença do artigo definido antes da palavra “namorado” indica que existe alguém ocupando essa função ou é possível que haja, na opinião do personagem que faz a pergunta. Cação não usou um termo generalista e vago, não disse algo como “você é namorado dele?”. É de se supor que esse namorado exista, embora Cação desconheça se é ou não Ramón.

    A narrativa prossegue e encontramos “Paco continuava introspectivo, e agora que Cação trouxera Miguel à tona, não conseguia parar de pensar nele”, em que “pensar nele” demonstra um misto de carinho e raiva, sentimento comum na homoafetividade “mal resolvida”. Mais adiante temos “então vamos ver se é homem”, outra fala de Cação, dessa vez dirigindo-se a Miguel, que poderia passar despercebida se não a conectássemos com a primeira dele que citei antes, mencionada no parágrafo anterior. As referências aumentam com “ver Miguel ali despertara várias sensações”, aumentando o sentimento ambíguo. O último trecho que anoto é “[…] sentia que também enterrava algo mais, provavelmente Miguel”, em que o destino do carinho sentido pelo “assassino” é selado.

    Quanto à estrutura, entendo que o texto peca em algumas partes pela assonância indesejável em vários trechos, como em “Ramón se sacudiu e conseguiu […]”, em “[…] ele não sabia que ela ia […]”, e em “[…] prestava plena atenção ao caixão […]”; há mal uso da vírgula em “[…] fuçar um lixo — disse, Cação”, pois ela não existe onde foi colocada, do mesmo modo que em “[…] ou deixo o Cação te bater — finalizou, Paco”; faltou crase em “A medida que enterrava a cadela […]”; em “Ramón se sacudiu e conseguiu se soltar do amigo”, deveria ser SOLTAR-SE. O uso do pronome fora da normatização também é encontrado em “você matou ela”, mas aqui não é erro, pois está dentro do coloquial demonstrado pelos personagens do texto.

    Coesão textual: bastante prejudicada pelo exposto no parágrafo anterior.

    Coerência narrativa: a considerar apenas a primeira camada de interpretação, ou seja, a estória “em si” (as aspas é porque em narrativa tudo é correlacional, não existe estória em si), não vi incoerências. Porém, a coisa muda quando o cenário é lido pelas entrelinhas, como eu fiz. Faltaram algumas ligações. Por isso sugeri anteriormente que talvez não tenha sido a intenção do(a) autor(a) a construção dessas entrelinhas.

    Personagens: o fato de serem representações de discursos seria um caminho aberto para torná-los estereotipados, mas houve, felizmente, alguma fuga a essa facilidade que costuma ser uma arapuca. Paco, por exemplo, ao mesmo tempo em que representa a neutralidade, tem sentimentos carinhosos e agressivos quanto a Miguel; Cação, por sua vez, se representa o discurso autoritário, não é nenhum monstro, conforme se pode observar pelo sentimento dele quanto à cadela.

    Enredo: aparentemente simples, ele se revela complexo, mas faltou melhor amarração para que ele rendesse tudo o que poderia.

    Linguagem: o narrador segue a norma padrão, alguns personagens nem sempre. Até aí, nenhum problema, mas não houve uma continuidade no uso da variante linguística. Em certos momentos, o(a) autor(a) como que se esquece de que os personagens não seguem a norma padrão. E não me refiro de palavras, apenas: muito mais de ordenamento das palavras na frase.

    • Eduardo Selga
      12 de outubro de 2016

      concertando o final: e não me refiro às palavras, apenas: muito mais ao ordenamento das palavras na frase.

  10. Luis Guilherme
    11 de outubro de 2016

    Boa taarrrde, tudo bem?

    Primeiramente, o texto tá muito bonito e bem escrito. A parte estética tá muito caprichada, e dá pra notar claramente seu talento.
    O enredo tava bem rico e legal, mas achei que o desfecho não correspondeu ao restante.
    Achei que o texto perde um pouco pela falta de clímax, levando a um fim abaixo do esperado.
    Apesar disso, gostei do cenário (primeiro cemitério na praia que vi no desafio), dos personagens e da carga sentimental.
    Enfim, o balanço é positivo, mas achei que tinha potencial pra pelo menos top 5.

    Boa sorte!

  11. Gustavo Castro Araujo
    9 de outubro de 2016

    Muito bacana o conto. A amizade dos meninos, incluindo a raiva que somente quem é amigo de verdade pode demonstrar em relação ao outro foi muito bem retratada. Impossível não se afeiçoar aos garotos e mais impossível ainda não sentir uma pontinha de tristeza pela partida prematura da Garoupa. Bacana o regionalismo empregado e também muito competente a construção das características dos meninos. Mesmo num espaço tão curto (1500 palavras somente), o autor foi capaz de produzir personagens cativantes e singulares, cada qual com seus medos e anseios. Só não curti muito o final. Creio que um arremate com Miguel seria mais interessante. De todo modo, o resultado geral é positivo. Posso apostar que este conto estará entre os mais lembrados do desafio. Parabéns!

  12. Pedro Teixeira
    9 de outubro de 2016

    Olá, Poseidon! Um conto bacana e bem escrito, com uma trama simples. A construção dos personagens foi bastante eficiente, as poucas palavras e descrições nos convencem de que eles são reais. A perda do bichinho e a burrada do amigo estabelecem a empatia do leitor com os garotos. No entanto, ficou faltando alguma coisa, algo com mais impacto, não sei dizer ao certo. Ainda assim, é um bom conto. Parabéns e boa sorte no desafio!

  13. Jowilton Amaral da Costa
    9 de outubro de 2016

    A leitura fluiu bem, sem entraves e é bem escrito. Bons diálogos. O enredo é simples, sem surpresas e não me causou impacto ou emoção. Um conto correto, como se diz por aí, não mais que isso. Boa sorte.

  14. Maria Flora
    9 de outubro de 2016

    Olá. Gostei de seu conto. A história simples é deliciosa. O ambiente: a praia, o cemitério abandonado. Ideia legal. E os garotos, personagens em quem se percebe o conflito, amizade, a tristeza. Narrativa leve, que nos traz de volta o gosto da infância. Parabéns. Boa sorte no desafio.

  15. vitormcleite
    8 de outubro de 2016

    Bom conto, bem escrito e com boa técnica, apesar de não apresentar nenhuma novidade, a leitura entusiasma e resta deixar parabéns a quem escreveu este conto. Parabéns (lamento que tenha um limite de textos a pontuar)

  16. phillipklem
    6 de outubro de 2016

    Boa noite Poseidon.
    Achei o conto simples e direto… e foi isso que o tornou perfeito.
    Enquanto lia seu conto, não pude deixar de me lembrar de minha própria infância e da perda do meu primeiro cachorro.
    Gostei bastante da construção do ambiente e dos personagens… e a escrita leve tornou o conto ainda mais marcante. Me manteve concentrado do início ao fim e, quando terminou, desejei que não tivesse acabado.
    O final foi inesperado. Gosto de finais marcantes que nos deixam boquiabertos… mas, nesse caso, a conclusão simples caiu como uma luva. Eu não mudaria nada.
    Parabéns e boa sorte.

  17. Marcelo Nunes
    6 de outubro de 2016

    Olá Poseidon.
    Um texto infantil simples, com uma boa escrita e leitura agradável. Achei os diálogos sem força, não consegui ver os personagens. O tema está presente de uma forma bem original. A foto já dava uma boa ideia do cenário. Muito boa por sinal, parabéns.

    Fiquei esperando um final com uma reviravolta e impacto, mas para minha surpresa não aconteceu. Se o impacto foi com a “Garoupinha” logo no início do texto, com nome de peixe e um animal que gostava de fuçar no lixo. Acho que logo entregou o final do seu conto. Mesmo assim, parabéns pelo seu texto.

    Boa sorte no desafio.
    Abraço.

  18. Simoni Dário
    6 de outubro de 2016

    Olá Poseidon

    Confesso que quando comecei a leitura achei que seria um texto chatinho.

    O conto não só surpreendeu pela simplicidade, mas também pelo nível de emoção diante de uma história tão simples, simpática e de muita credibilidade.

    Poderia ter acontecido na infância de qualquer um. Fiquei até buscando na memória o que teria acontecido na minha, que lembraria, em alguns momentos, o conto. Veio uma imagem na mente de alguém gritando: “Corre, pessoal!”, com direito a pulada de muro e tudo! Mas isso, é uma outra história…

    Você escreve bem, parabéns por ter feito com poucos ingredientes, um bolo gostoso!

    Bom desafio.
    Abraço.

  19. Pétrya Bischoff
    6 de outubro de 2016

    Olá, Poseidon! Esse conto remeteu-me Outono da Inocência e o cachorro lembrou, ainda, Baleia. Aliás, ambos nomes de animais marinhos…
    A escrita não apresenta erros gramaticais ou de pontuação, sendo clara e auxiliando na fluidez da narrativa. Esta, por sua vez, embotada de sentimentos de outras épocas, tala qual a referida história do mestre King.
    Creio que a ambientação seja o ponto forte, pondo o leitor nessa vila costeira a praia, dando, inclusive, essa sensação de brisa ao entardecer.
    O conto é doce, cheio de sentimentos e lembranças de infância. A tristeza dos personagens é transmitida com sucesso e gostei, principalmente (apesar de ficar com pena do Miguel), de eles não terem perdoado. Pelo menos não hoje, enquanto a dor é tão recente. Sem essa de bondade e ingenuidade infantis; eles são seres humanos e estão experimentando os sentimentos de perda, raiva, tristeza, angústia, remorso…
    Um baita conto, parabéns e boa sorte!

  20. Pedro Luna
    5 de outubro de 2016

    Gostei do conto. Acho que os personagens ficaram com suas personalidades bem definidas e isso ajuda na identificação do leitor com o texto. A trama é simples, mas dá para visualizar passagens bem feitas que remetem a vida real, como grupos de crianças, um enterro do animal de estimação, brigas e ingenuidade.

    Tenho dois gatos e pensar em enterrá-los dá logo um embrulho no estômago. O texto atinge esse lado de quem gosta de bicho. O cemitério na praia também foi algo diferente. No geral, um bom conto.

    Abraços

  21. Rodrigues
    4 de outubro de 2016

    Gostei desse conto, achei a história bem narrada, os personagens são três moleques – no melhor sentido da palavra moleque – e a história da cadelinha me lembrou em muito alguns momentos da minha infância. O que esse escritor fez foi algo muito bom, pois evoca uma série de memórias nos leitores, memórias que muitas pessoas têm com animais na infância. O final simples também caiu bem, parabéns.

  22. Gustavo Aquino Dos Reis
    4 de outubro de 2016

    Puxa, me odeio por não amar esse conto nesse preciso instante.

    Ele possui tudo o que eu mais admiro na literatura: uma boa dose de regionalismo, nomes criativos de personagens , amizades aparentemente indissolúveis, e uma escrita muito bem empregada.

    A descrição do cenário praiano me caiu muito bem e o sentimentalismo oriundo da morte de Garoupinha também.

    Porém, infelizmente, faltou algo mais. Faltou um impacto, algo desencadeado pela morte da cachorra. Uma mudança na amizade…

    Não sei dizer.

    No entanto, parabéns, de verdade, pelo conto. Eu falhei com ele, e não ele comigo.

  23. mariasantino1
    3 de outubro de 2016

    Olá!

    Você foi muito feliz em repassar essa tensão no diálogo dos guris, e eles ficaram bem demarcados. O argumento é bom, crível, narrativa equilibrada e tudo soa muito natural. Porém no final, quando se espera algo a mais o conto acaba, mas você consegue nos conduzir até ele sem prometer nada. Acho que aqui sim cabe a denominação “Conto simpático”.

    Parabéns, um cemitério diferente do usual, mesmo com um desfecho um tanto sem sal.

    Boa sorte no desafio.

  24. Thiago Amaral
    3 de outubro de 2016

    Olá!

    Texto bacana, com um tema que se adequa facilmente ao gosto geral. Contudo, não percebi nada que mexesse comigo, de forma que o resultado é bom, mas nada que vá ficar na memória por muito tempo.

    “finalizou, Paco.” Por que as vírgulas entre o verbo e o sujeito, feitas o tempo todo? Achei desnecessário. Mas tudo bem.

    De qualquer forma, uma boa história. Até!

  25. Evandro Furtado
    2 de outubro de 2016

    Fluídez – Outstanding

    Texto corre super bem. A leitura flui de forma natural. Não encontrei problemas com a sintaxe ou com a ortografia.

    Personagens – Outstanding

    Paco – o líder do grupo. Valente, corajoso, leal. Se coloca à frente das situações de perigo para ajudar os outros.
    Cação – o valentão. Sempre disposto a arrumar uma briga. Provoca os amigos, mas nos fundo gosta bastante deles.
    Ramón – o engraçado, ainda que nesse conto não pudemos ver sua faceta. É o cara que conta piadas e cai nas maiores confusões. Pilar do grupo.
    Miguel – o outsider. O cara que nunca se encaixou de fato. Apesar de membro permanente do grupo, passa a maior parte do tempo sozinho, mesmo que no meio dos amigos.

    Trama – Outstanding

    Desenvolvimento no melhor estilo Stand By Me. Quatro amigos inseparáveis que tem por conflito a morte de sua mascote. Isso, sem dúvida, abala a estrutura do grupo e deve gerar consequências para o futuro.

    Verossimilhança (Personagens + Trama) – Outstanding

    Estilo – Outstanding

    A narrativa em terceira pessoa nos permite ter uma visão interessante dos quatro amigos e suas relações. É como se estivéssemos flutuando por um cenário, enxergando tudo o que está acontecendo.

    Efeito Catártico – Outstanding

    O autor é capaz de nos fazer importar com os personagens e com seu drama. É claro que a premissa da morte da cachorra ajuda. Quem, afinal de contas, ficaria insensível a tamanho conflito?

    Resultado Final – Outstanding

  26. Davenir Viganon
    1 de outubro de 2016

    Olá Poseidon
    O título é simples, como um recorte de memória. É possível imaginar os personagens adultos se lembrando do que aconteceu, apenas dizendo que foi “na praia”.
    O conto é um recorte da juventude, aquela primeira vez em que se perde alguém querido, aqui é uma cachorra, foi feito com muita sensibilidade e habilidade. O final não mostra o desfecho da briga dos guris, mas a simbologia de pular a cerca e a estória da avó, deixam a entender o quanto aquilo será marcante na vida adulta daqueles indivíduos. Fiquei imaginando a estória seguindo, talvez os guris se perdoando e tocando a vida… deve ser porque os personagens ficaram bem construídos. A ambientação na praia, foi excelente, mais rica que a imagem que usaste para ilustração.
    Gostei bastante.
    Um abraço.

  27. Fheluany Nogueira
    29 de setembro de 2016

    Narrativa carismática, linguagem perfeita, personagens simpáticos (Fiquei com peninha do Miguel.) Trama leve, o cotidiano. Todos temos uma história de cães para ser contada. Meus filhos um cão perdigueiro que… (Ops, vou tentar escrever depois.)

    Gostei muito, é uma das minhas favoritas; a descrição do cemitério e, no final, a situação com a cerca foram construídas com maestria. Parabéns, abraços.

  28. Gilson Raimundo
    28 de setembro de 2016

    É mesmo muito estranho a opinião alheia…. o conto é tudo o que foi dito. Encantador, simples, bem estruturado, mas sem uma pegada que o diferencie dos outros, é muito água com açúcar, igual o conto “Belinha” , não sei pqa preferência dos contos com enredos simplistas. .. talvez sejam mais fáceis de entender … faltou uma pegada mais agressiva …. a cachorrinha do conto me lembrou outra …. a cachorrinha baleia. … parecem a mesma.

    • Gilson Raimundo
      28 de setembro de 2016

      Baleia era a cachorrinha de “Vidas Secas” também teve um fim triste

  29. Ana Paula Giannini Rydlewski
    28 de setembro de 2016

    Oi, Poseidon,

    Seu conto é encantador.

    Cachorro, praia, meninos, amizade… Não tem como não dar certo quando bem escrito. E você o fez com extrema delicadeza. A história me prendeu e cativou, apertando o coração pelo símbolo da perda da amizade em um momento da vida em que é ainda tão difícil lidar com a morte.

    Gosto de histórias que contenham outras dentro de si, e esta aqui tem isso. Dá para imaginar as aventuras dos meninos com a cadelinha, as traquinagens dentro do cemitério, suas vidas além do conto, enfim.

    Parabéns por seu talento.

    Boa sorte no desafio.

  30. Claudia Roberta Angst
    27 de setembro de 2016

    Não sei se foi por causa da ambientação em uma praia e os personagens serem meninos, mas o conto me fez lembrar de Capitães da Areia, de Jorge Amado.

    A trama apresentada é simples, mas nem por isso mais fácil de ser escrita. Pelo contrário, chegar a uma simplicidade que emocione sem pieguice requer uma habilidade que poucos escritores possuem.

    O tema proposto pelo desafio está aí, um cemitério de areia, esquecido.

    A leitura é bastante fluida e o ritmo bastante cadenciado e agradável. Os diálogos entre os meninos agilizam a leitura e tornam o texto mais curto, o que é sempre bom (pelo menos para mim).

    Boa sorte!

  31. Wender Lemes
    26 de setembro de 2016

    Olá! História simples, mas cativante. Acabei comprando a tristeza de Miguel por seu ato e torcendo para que os amigos o perdoassem. Uma reflexão específica me saltou aos olhos: “Talvez por isso o cemitério fora abandonado: ninguém lembrava mais em qual tumba havia enterrado o ente querido. Elas eram assustadoramente iguais em sua decadência.”. O significado disso vai além dos túmulos convencionais. Há coisas que nos parecem tão importantes em determinadas épocas… com o tempo, tornam-se “iguais em decadência” e, belo dia, nos perguntamos onde foi que as enterramos em nossos passados. Outra parte que se destacou (esta negativamente), para mim, foi a oração em que descreve o caixão, que era a caixa de papelão, que era da cadela deles – muita correlação em cascata. No mais, belo conto. Boa sorte e parabéns.

  32. Amanda Gomez
    26 de setembro de 2016

    Ah. Que conto encantador, sem rodeios, sem forçar a barra, tanto para emocionar, quanto para impressionar. Uma narrativa simples e cativante que faz o leitor ler e, se identificar com cada palavra.

    Me coloquei sem perceber, no lugar dos quatro amigos, cada um com sua pessoalidade definida. Fiquei impressionada em como o autor conseguiu mostrar tanto, desenvolver tão bem a história em tão poucas palavras, admirável.

    Cenas que foram contadas vagamente, como o menino distraído obedecemos a mãe, e colocado o veneno, a cachorrinha chafurdando o lixo e logo mais à reação de todos diante do fatídico fim.

    A ambientação também, mesmo que modesta é bem feita, da pra ver os pés dos meninos no chão, andando lado a lado, cada um absorvendo como pode aquela situação.

    Enfim, gostei muito, você está de parabéns!!

    Obs: coitado do burro, do miguel…. rs, ele ficou com tudo, em dobro, a culpa, a tristeza e provavelmente a perda dos amigos. 😔😔

  33. Anorkinda Neide
    26 de setembro de 2016

    Buenas! Que delicia!
    Outro conto de cotidiano em cemitério.. gostei demais. Na primeira vez q li, dias atrás, me fez chorar..hehe novidade.
    (entao já sabe qual é a minha desconfiança de autoria aqui, né?)
    ahh, ‘ver’ a cadelinha ali, sem peso, dentro da caixa foi bem tocante.
    Hj voltei pra ler observando o texto, a técnica. E confirmei a excelência. Por ler textos assim é q vale a pena estar compartilhando neste site com os colegas amantes da escrita.
    Vc conta o acontecido de forma fluida com o desenrolar da caminhada dos meninos, é isso q a gente quer ver qd critica textos q ‘contam’ os fatos de forma enfadonha, didática e/ou prolixa.
    Mas, por estes dias todos eu fiquei com um ‘senão’ me incomodando, repetia assim: o conto não tem final!! o conto não tem final!!
    ao mesmo tempo, eu pensava neste final, na pulada de cerca (kkk) e cada vez me convencia mais de que estava certo assim… ficou terno, ficou meigo divertido :p
    Realmente, não faltou o final. Está lindo, está Tudo!
    Obrigada por esta aula e por esta leitura.
    Abraço

  34. Fabio Baptista
    26 de setembro de 2016

    Um belo conto.

    O diálogo dos amigos, cheio de um regionalismo bem empregado, foi cativante. A trama singela mostra que não é preciso grandes viradas, revelações e malabarismos para se contar uma boa história.

    Na parte técnica, só não curti “– Eu não vou – obedeceu, Miguel.”… esse “obedeceu” não combinou com o contexto (onde Miguel justamente desobedecia).

    O final seguiu a simplicidade do conto e fechou bem. Gostei!

    Abraço!

  35. Brian Oliveira Lancaster
    26 de setembro de 2016

    VERME (Versão, Método)
    VER: Construção de clima infantil excelente. Ideia simples, mas bem executada. Cotidiano também pode trazer histórias interessantes, como essa. O autor conseguiu focar em apenas um evento específico, o que foi ótimo.
    ME: O desenvolvimento transcorre bem, mas demorei a entender que Garoupa era um cãozinho; só quando eles falam fica mais claro. Achei que ia acontecer algo fantástico no final, mas vejo que preferiu manter o pé no chão. O que foi bom, pois deu o tom cômico pretendido e ainda cativou com a nostalgia de uma infância perdida.

  36. jggouvea
    25 de setembro de 2016

    Outro belo e impactante conto que resolveu testar minha determinação de votar no “Sem Título”. O que marca este texto é a simplicidade. Não existe nele a mais remota pretensão de impressionar. O autor simplesmente conta uma boa história, constrói bons personagens, recorta corretamente o tempo da narrativa, comete seus pequenos erros de pontuação e nos leva até o final sem nada que nos ofenda. Talvez seja isso que falte ao texto: ofender alguém. E talvez seja o único ponto que ainda o coloca abaixo do “Sem Título”.

  37. Iolandinha Pinheiro
    25 de setembro de 2016

    Acho que este foi o conto mais honesto que li até agora no desafio. Um conto direto com personagens que parecem existir. Achei bacana que alguns dos personagens tivessem nomes de peixe, como cação e garoupa, gostei do desenho da ambientação feita, e como sou menina de beira de praia (nasci e me criei no litoral cearense) eu identifiquei com extrema facilidade os meninos que vc criou. Quando eu tinha uns catorze anos, fui passar férias no Aracati, em uma praia vizinha à famosa praia de Canoa Quebrada, que nesse tem era naturista. Havia lá um cemitério. Um dia, rebelde que era, andei seis quilômetros até chegar em Canoa, e e embora não tenha visto ninguém nu, adorei ter desobedecido ordens expressas do meu pai. O seu conto me remeteu a estas lembranças. Adorei também os diálogos, o arame da cerca do cemitério enterrado na areia… Conto maravilhoso. Abraços e sorte no desafio.

  38. Priscila Pereira
    23 de setembro de 2016

    Oi Poseidon, eu gostei do seu conto, tão meigo e fofo… rsrsrs. Está bem escrito, os personagens são muito bons, gostei do cemitério na praia. Me pareceu uma história para crianças. Boa sorte!!

  39. Ricardo Gnecco Falco
    23 de setembro de 2016

    Olá, autor(a)!
    Vou utilizar o método “3 EUS” para tecer os comentários referentes ao seu texto.
    – São eles:

    EU LEITOR (o mais importante!) –> Uma história bem simples, porém com profundidade sentimental. A leitura segue sem entraves e termina como começou, sem grandes sobressaltos ou reviravoltas. Bem morninho, embora bonitinho. De 1 a 10, daria nota 6, pela falta de impacto, principalmente no final da história.

    EU ESCRITOR (o mais chato!) –> Escrita simples, história singela. Bem escrito, embora sem os quesitos que julgo eu (o EU ESCRITOR) fundamentais para um conto marcante.

    EU EDITOR (o lado negro da Força) –> Se ilustrado e enxuto, vira um (bom) livro infantojuvenil.

    Boa sorte,
    Paz e Bem!

  40. Evelyn
    22 de setembro de 2016

    Querido Poseidon…
    Arrancou lágrima de mim. Pela poesia que a linguagem esconde, pela simplicidade desse pedacinho da vida dos personagens, pela Garoupa (já enterrei os meus mortos e sei que dói um mar), por não ter outras histórias desse quarteto. Vai para o topo da lista.
    Abraço!

  41. Ricardo de Lohem
    22 de setembro de 2016

    Olá, como vai? Vamos ao conto! Uma história toda baseada em mostrar um instantâneo da vida dos personagens, um Slice of Life com, de certa forma, um tom de Coming of Age. A poesia deu o tom aqui, é um conto bastante belo. Não há muito de cemitério, mas acho que tudo bem, há o suficiente. Também não há enredo ou reviravoltas de nenhum tipo, mas esse é um tipo de história diferente. Parabéns! Desejo para Você muito Boa Sorte no Desafio!

  42. Taty
    22 de setembro de 2016

    Que personagens lindos, uma escrita tão fluente, poderia ficar lendo as aventuras dessa turma por horas.

    Sem grandes surpresas, o que, de certa forma, dificulta ainda mais avaliar o texto, esse tem que ser bom mesmo, acho que é o caso desse aqui.

    Parabéns.

  43. mostruarioblog
    22 de setembro de 2016

    gostei. o autor esta de parabens

  44. Olisomar Pires
    22 de setembro de 2016

    Belo conto. Não sei porque, mas lembrei-me de Jorge Amado e Hemingway, coisas do inconsciente literário.

    Não tem uma ação ou reviravolta triunfante, mas é um texto cativante, poderia facilmente fazer parte de um romance, os personagens foram bem identificados com suas naturezas distintas – há um bom material humano para o trabalho.

    Boa sorte.

E Então? O que achou?

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Informação

Publicado às 21 de setembro de 2016 por em Retrô Cemitérios e marcado .