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Detox Literário.

A Canção (Rogério Germani)

aaaa

À bordo de um transatlântico, um casal, de mãos dadas, comemorava bodas de ouro embriagando-se com a  beleza de uma noite de escassas estrelas e suave melodia de violinos.

– Ouça… estão tocando nossa música!- ela disse enquanto o navio lentamente afundava.

Debaixo d’água, um de frente para o outro, ele a abraçou para sempre com seu mais sincero olhar marejado e profundo.

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58 comentários em “A Canção (Rogério Germani)

  1. Fabio D'Oliveira
    29 de janeiro de 2016

    ௫ A Canção (Waters Di Caprio)

    ஒ Estrutura: Simples, e apenas isso. Waters precisa fortificar seu estilo e sua narrativa, para brilhar, pois parece ter potencial para isso.

    ஜ Essência: Mais uma estória de amor. E uma das mais solenes. Lembramos imediatamente do filme Titanic.

    ஆ Egocentrismo: Não gostei tanto do conto. Achei muito fraco e senti que o autor poderia fazer melhor.

    ண Nota: 7.

  2. Tamara Padilha
    29 de janeiro de 2016

    Titanic? Gostei bastante, curto impactante, bem escrito. Nisso dá para imaginar muita coisa, e se não se refere ao titanic é bem parecido, e eu gosto muito de saber sobre a história desse navio, mesmo que pela ficção

  3. Matheus Pacheco
    29 de janeiro de 2016

    Eu gostei do texto, mas (eu detesto usar essa palavra”Mas”) realmente parece que foi tirado de titanic.

  4. Nijair
    29 de janeiro de 2016

    .:.
    A Canção (Waters Di Caprio)
    1. Temática: tragédia amorosa.
    2. Desenvolvimento: Fiz comparações óbvias com o Titanic.
    3. Texto: – Ouça… Estão tocando nossa música! – ela disse, enquanto o navio lentamente afundava.
    4. Desfecho: Melancólico e previsível. Poderia ter buscado alternativas.

  5. mkalves
    28 de janeiro de 2016

    o revival do Titanic até poderia funcionar, mas a forma como tudo foi apresentado parece a sinopse de obra maior e não um conto em si. Sinto muito, mas não me fisgou.

  6. Thales Soares
    28 de janeiro de 2016

    A primeira coisa que pensei ao ver este conto foi “WOW!!! QUE IMAGEM IRADA!!!!””

    Eu estava altamente empolgado para lê-lo. A leitura durou cerca de 15 segundos. O impacto que tive foi algo próximo de zero. Apesar do conto estar bem escrito e com leitura extremamente fluida, achei que faltou algo. A história em si me pareceu muito vazia…

    A falta de impacto se deve à falta de conexão do leitor com os personagens. Eles se amavam, e então morreram. Ok, beleza… mas quem eram eles? O resultado final me pareceu apenas um amor água com açúcar com um final clichê.

    Espero não ter sido muito duro em minha crítica. Estou apenas tentando apontar os pontos fracos do texto para que o autor, no próximo desafio, tente me surpreender.

    Boa sorte no desafio!

  7. Swylmar Ferreira
    27 de janeiro de 2016

    O texto traz um enredo muito simples, mesmo remetendo a um filme famoso. Tem pouca criatividade. Muito boa a técnica de escrita. Talvez devesse contextualizar melhor.
    Boa sorte.

  8. Nijair
    27 de janeiro de 2016

    Titanic voltou, bravo!

  9. Wilson Barros Júnior
    27 de janeiro de 2016

    Haha, gostei da veia tragicômica deste titanic. A hilaridade, para mim, ficou por conta de podermos interpretar que a mulher era daquelas que não prestam atenção no que acontece, que ficam meio tontas quando estão apaixonadas, e nem percebeu que o navio estava afundando. Claro, pode haver outras interpretações, talvez seja impressão minha… Tocando nossa música, hahaha. Gostei muito.

  10. Kleber
    27 de janeiro de 2016

    Olá, Waters.

    Um desafio e tanto! São 150 palavras mortais.
    E tal a proposta, qual a avaliação alheia! É oito ou oitenta, sem meio termo…
    Acho que faltou criatividade. A alusão direta ou indireta ao Titanic está bastante batida. O “roteiro” até que foi bem escrito, com alusões criativas às lágrimas na iminência do fim, e sua relação com o oceano. Mas no geral não me pegou, justamente por explorar tal tema.

    Sucesso!

  11. Fil Felix
    27 de janeiro de 2016

    Acho que o tendão de Aquiles do seu conto está em, propositadamente ou não, remeter ao Titanic. Desde a parte em que afunda, aos violinos e pseudônimo. Isso acaba tirando um pouco da própria identidade do texto e do autor, como se fosse uma recriação do filme.

    Senti que faltou um pouco mais de simpatia nas personagens. São 150 palavras, mas dá pra criar um minicontexto onde podemos sentir a morte do casal, pra não ficar muito artificial.

    Gostei da parte final. Os olhos marejados e profundos, molhados como o mar e tão submersos quanto o mesmo, salgado até. Uma boa alegoria aos afogados.

  12. Pedro Luna
    26 de janeiro de 2016

    Infelizmente não gostei nem um pouco.

    Você jogou em nosso colo dois personagens que se amam durante um naufrágio. Não senti nada por eles, além de que a imagem das pessoas se afogando com sorrisos, beijos, abraços não me desce, coisa de filme. Afogar é desespero.

  13. Daniel Reis
    26 de janeiro de 2016

    Olha, Di Caprio, meu comentário é breve:

    TEMÁTICA: não me atraiu, ficou muito próxima do clímax do Titanic. Só que os personagens são passivos, não tem culpa nem reação… nem tentam sobreviver…

    TÉCNICA: razoável. Uma vírgula que faltou depois de “ela disse”, para facilitar a leitura, mas nada que dificultasse o entendimento da mensagem.

    TRANSCENDÊNCIA: para mim, não impressionou nem surpreendeu. Boa sorte, siga em frente!

  14. Miguel Bernardi
    26 de janeiro de 2016

    E aí, Waters. Tudo bem?

    Então, é bem escrito, nenhum deslize, mas nada que surpreenda. O título e o pseudônimo denunciaram o final, e faltou empatia… não me agradou pois não consegui sentir nada. Desculpe =(

    Um abraço e boa sorte.

  15. Tom Lima
    24 de janeiro de 2016

    O que faltou foi identificação com as personagens. Isso é a coisa mais importante para quem escreve (e talvez mais difícil), fazer o leitor se importar. Em 150 palavras isso fica ainda mais difícil. A pesar de estar bonito e bem escrito, fica difícil se importar com o casal desconhecido.

    São bodas de ouro, mas como foram essas anos juntos? Pacíficos? Conturbados? Ele teve uma amante? Várias? Ela teve um avante? Uma amante? Várias? O cruzeiro é de reconciliação e, tragicamente, de ponto final? Sem respostas e sem pistas, só mais um casal num navio afundando.

  16. Mariana G
    24 de janeiro de 2016

    É bem escrito, mas nada marcante, talvez seja pela surpresa retirada prematuramente pela imagem escolhida, que já deu a noção de algo prestes a fundar ou afundando realmente.
    Boa sorte!

  17. Renato Silva
    23 de janeiro de 2016

    Trecho muito bonito e inspirado, mas ficou com cara de “chupinhaço”, já que descreve uma cena do filme Titanic literalmente. Eu poderia considerar que foi algo inspirado no filme, se tivesse mais algo para ler, no entanto, seu micro conto ficou micro demais.

    A escrita está impecável, mas a questão da originalidade pecou feio.

    Boa sorte.

  18. Rsollberg
    23 de janeiro de 2016

    Pois é, faltou algo… mas não sei dizer.
    Parece uma história que a gente já conhece o final. Na verdade, uma pequena cena da história. Penso que se desse margem para um duplo sentido, “casamento afundando”, “olhos marejados”, sem precisar dizer onde estavam – no barco, debaixo d´água – esse conto poderia ir além,

    De qualquer modo, o pouco que há traz uma mensagem bacana, é bonito.
    Parabéns e boa sorte no desafio.

  19. vitor leite
    21 de janeiro de 2016

    olá, tens aqui uma história bem contada mas lamento a falta de novidade, não houve nada que me prendesse no desenrolar da trama, e do modo como escreves era fácil conseguires um ponto de entusiasmo uma inflexão qualquer. Boa sorte e desejo-te as maiores felicidades neste desafio.

  20. Laís Helena
    20 de janeiro de 2016

    Não gostei do conto. Foi tudo rápido demais, não houve desenvolvimento dos personagens ou do cenário. O naufrágio, que deveria ser um acontecimento desesperador, foi resumido em uma única frase, quase como se não tivesse importância. A canção, que inclusive dá nome ao conto, também ficou apagada.

  21. Pedro Henrique Cezar
    20 de janeiro de 2016

    O conto é interessante, mas não conseguiu me capturar. Precisava de um pouco mais de desenvolvimento para poder me cativar. Eu sei a dificuldade de usar poucas palavras, mas da forma como foi apresentada parece que as ideias foram jogadas, sem compromisso de serem desenvolvidas, mesmo fazendo parte do mesmo quebra-cabeças. Com um melhor desenvolvimento conseguirá surtir o efeito desejado. Parabéns!

  22. Jef Lemos
    19 de janeiro de 2016

    Olá, Di Caprio.

    Não consegui me conectar com a história. Não tem o espaço que deveria para se desenvolver, e a trama em si não me agrada muito. É bem escrito, mas nada além disso.

    De qualquer forma, parabéns e boa sorte!

  23. Marcelo Porto
    19 de janeiro de 2016

    Oxe! Tive que largar o meu oxe.

    Mesmo velhinhos, não dá pra manter um clima desse num naufrágio.

    Ainda tinha espaço para desenvolver mais a trama, talvez uma alucinação, uma motivação para acabarem juntos.

    O “marejado e profundo” do final foi infame.

  24. Evandro Furtado
    19 de janeiro de 2016

    Fluídez – 10/10 – pontuação bem colocada, frases bem escritas;
    Estilo – 10/10 – foi rápido e direto, sem grandes problemas;
    Verossimilhança – 7.5/10 – você tinha mais espaço, talvez nos fazer importar mais com os personagens;
    Efeito Catártico – 8/10 – o final foi bacana, deu aquela arranhada, sabe? Eu quase fui atingido.

  25. Piscies
    19 de janeiro de 2016

    Que bonito!

    Um conto feliz. A história dos casamentos que dão certo sempre me emocionam. Explico-me: entendo a dificuldade que deve ser manter-se unido a alguém por cinquenta anos e continuarem felizes um com o outro! São duas vidas entrelaçadas, cheias de histórias mútuas sem fim.

    O navio naufragando, por mais que pareça trágico (apesar de ser), tem conotação muito bela: o casal de velhinhos indo rumo ao fim da vida de mãos dadas, os sorrisos estampados no rosto, sem remorsos e sem arrependimentos.

    Muito bonito! Parabéns!

  26. Antonio Stegues Batista
    19 de janeiro de 2016

    É claro que me lembrei do afundamento do Titanic! Um conto triste, bem escrito. Só não achei legal os olhos marejados. (debaixo d’ água!)De qualquer modo, uma boa ideia.

  27. Daniel
    19 de janeiro de 2016

    Achei legal o contraste entre a tranquilidade do casal e a tragédia do momento. Mas achei que o autor perdeu a chance de usar mais algumas linhas para criar uma atmosfera mais adequada e, então, valorizar ainda mais o contraste que já está lá no texto. Mesmo assim, bom texto, parabéns!

  28. Marina
    18 de janeiro de 2016

    Assisti a Titanic anteontem e pude ver aqui toda a trama do conto em cores claras. Houve um casal, no filme, que se abraçou e se conformou com o fim, uma cena que aconteceu antes da água subir. Minha opinião: na hora da morte, o desespero do afogamento não é assim tão bonito.

    Foi uma cena bonita. Acho que podia ter dito menos e deixado algo subentendido, então brincado mais com as palavras, para combinar com a cena. Mas, num todo, achei bonito.

  29. Eduardo Selga
    18 de janeiro de 2016

    Há uma mescla de romantismo clichê com o nonsense que, em minha opinião, não está bom. A paixão sem limites junto à tranquilidade completamente inverossímil diante do afundamento do navio fica parecendo gratuito em demasia.

    Não sei se a intenção foi copiar o filme, mas se foi é lamentável porque um chavão exaurido perde quase completamente a força de impacto, exceto se retrabalhado.

  30. Catarina
    18 de janeiro de 2016

    Parece que o conto não tem INÍCIO, só meio e FIM. ESTILO simplório, TRAMA básica, PERSONAGENS rasos. Poderia nos ofertar mais.

  31. mariasantino1
    18 de janeiro de 2016

    Oi.

    Poxa, não funcionou não. Achei um recorte somente, e bem semelhante ao filme, porém com pouca emoção. Talvez o meu julgamento esteja ligado ao fato de saber que você poderia usar mais palavras.

    Contudo, desejo sorte no desafio.

    Abraço.

  32. Leonardo Jardim
    18 de janeiro de 2016

    Minhas impressões de cada aspecto do conto antes de ler os demais comentários:

    📜 História (⭐▫▫): achei simples, faltam maiores informações. É inverossímil também, difícil imaginar essa situação: quem morte feliz? Existem formas mais reais de contar uma morte romântica.

    📝 Técnica (⭐⭐▫): não vi problemas.

    💡 Criatividade (▫▫▫): Titanic 2.

    🎭 Impacto (⭐▫▫): como já citei, o conto poderia ter explorado mais o romance de idosos sem tornar isso inverossímil. Algo como, sendo a morte inevitável, entregar-se à última dança. Como ficou, não curti.

  33. elicio santos
    18 de janeiro de 2016

    Um microconto de verdade deve atrair mais pelo não dito, pela reflexão produzida no leitor mediante as lacunas do texto. Este conto não tem nada disso. Melhor se adequaria como uma cena duma obra extensa, pois os personagens poderiam ser mais trabalhados a fim de produzir o efeito desejado. Não gostei.

  34. Brian Oliveira Lancaster
    18 de janeiro de 2016

    BODE (Base, Ortografia, Desenvolvimento, Essência)

    B: Um pouquinho clichê, mas o que não é hoje em dia? Ponto por abordar outro casal do Titanic. – 8
    O: Bem escrito, tranquilo de se ler. Eficiente em transmitir as emoções. – 9
    D: Podia ter colocado algum diferencial no entremeio. A construção é bonita, a figura mais ainda, mas faltou aquele impacto para torná-lo memorável. É bem poético, mesmo com final trágico. – 7
    E: Melancólico e ‘infelizes para sempre’ ao extremo. É bem açucarado, mas há quem goste (particularmente sou mais de textos sentimentais). – 8

  35. Simoni Dário
    17 de janeiro de 2016

    Um trecho do filme TITANIC? Sem novidades, “A Canção” não tocou. Ainda assim o conto transmite alguma beleza, talvez um desejo seu de que o casal de protagonistas do filme, Jack e Rose comemorassem bodas de ouro a bordo do transatlântico e morressem naufragados e abraçados depois do viveram felizes para sempre. Assim até pode ter certo charme.
    Bom desafio!

  36. Andre Luiz
    17 de janeiro de 2016

    Concordarei com outros comentaristas quando dizem que o conto foi muito bom no que se propôs a fazer, belo na história de amor do casal, porém sem muito de novo a trazer. Lembrou-me também a trama de Titanic, talvez a intenção tenha mesmo sido essa. Boa sorte!

  37. Cilas Medi
    17 de janeiro de 2016

    Curto e decisivo. Não poderiam fazer nada diferente do que o abraço final, para demonstrar a paixão. Gostei!

  38. Gustavo Castro Araujo
    17 de janeiro de 2016

    Jack e Rose to the rescue!
    Claro, nada confirma que são os protagonistas do Titanic (filme), mas é difícil não imaginar o Di Caprio (principalmente por conta do pseudônimo do autor) e a Kate Winslet nessa cena.
    O conto em si é bonitinho (com tudo o que essa palavra significa), mas não tem nada de mais. Não provoca reflexões e nem deixa lacunas. O navio afunda e o casal apaixonado se vai com ele. Fora o trocadilho do “marejado e profundo” do olhar do Jack Dawson, nada há que conecte o leitor com o relato.

  39. Bruno Eleres
    16 de janeiro de 2016

    Gosto da ideia de relacionar a morte com a plenitude ou infinitude, mas não senti profundidade no enredo. Gostei da óbvia utilização do Titanic ao fazer esse microconto, mas a falta de profundidade impediu maior conexão.

  40. Bia
    16 de janeiro de 2016

    Faltou empatia, ao menos eu não consegui ter. Poderia ter usado um pouco mais de palavras, pois deve ter ficado abaixo das 150, não sei… Bonito, mas sem me empolgar muito. Não se usa crase antes de palavra masculina.

  41. Rogério Germani
    15 de janeiro de 2016

    Pelo que entendi, o casal de idosos ou cenário de fundo estilo Titanic não são o foco da trama- percebi isto ao ver que nenhum dos dois possui nome e também porque nenhuma Rose deixou seu amado morrer sozinho nas águas geladas rsrsrs .
    É a canção ( título) o sentimento protagonista; é com a ajuda destas notas amorosas que as pessoas, com sincera entrega, conseguem uma cumplicidade capaz de enfrentar todos os obstáculos. Na vida e na morte.
    Como já disseram antes, não usasse crase na expressão “a bordo”, mesmo que isto seja para causar um efeito mais meloso…srrs

    • Rogério Germani
      16 de janeiro de 2016

      * errata= usa-se

  42. Murim
    15 de janeiro de 2016

    Narrou um momento belo e emocionate, mas não conseguiu passar tão bem ao leitor essa emoção. Acho que faltar trabalhar mais o sentimento entre os dois. O primeiro parágrafo, excessivamente descritivo, atrapalhou o clima que se pretendia criar.

  43. Sidney Rocha
    15 de janeiro de 2016

    Não me comoveu. Como já disseram, me lembrei de Titanic e não consegui comprar a história. Boa sorte!

  44. Ricardo de Lohem
    15 de janeiro de 2016

    Miniconto bem arranjado, passou uma história com poucas palavras, Mas não se pode negar que foi um clichê titanítico já muito usado, de diversas maneiras. Mas gostei, teve mesmo uma certa estrutura narrativa, o que alguns têm dificuldade de conseguir com poucos caracteres. Um bom conto.

  45. Leda Spenassatto
    15 de janeiro de 2016

    E foram felizes junto.
    A primeira linha de um conto deve remeter o leitor a curiosidade, isso, não aconteceu no seu texto.
    Infelizmente, nem no começo, meio e fim. Ficou tudo muito monótono.

  46. Thata Pereira
    15 de janeiro de 2016

    Ah, tinha um pouquinho mais de palavras para tentar desenvolver o vínculo leitor/personagens. Acho que esses finais tristes pedem por isso, para que a história seja mais que uma história e acabe deixando sua marca.

    Boa sorte!!

  47. Rubem Cabral
    15 de janeiro de 2016

    Olá.

    Então, não gostei do conto. Está bem escrito, a cena descrita namora com o trágico-romântico de séculos atrás e de alguns romances ainda populares, mas não consegui me ligar, fosse ao enredo, fosse aos personagens; tudo foi muito rápido. Penso que talvez não tenha sido uma escolha feliz para o formato de miniconto.

    Abraço e boa sorte.

  48. Fabio Baptista
    14 de janeiro de 2016

    Acredito que para algo assim funcionar, deveria haver uma empatia com os personagens que não se consegue em 150 palavras.

    Ouviram a música, afogaram-se num final meloso… e não senti nada por eles, infelizmente.

    Abraço!

  49. Anorkinda Neide
    14 de janeiro de 2016

    Achei uma boa construção para um mini conto, podia ter usado mais palavras para estacar algum pormenor desta cena e criar em cima. Assim como está valeu pelo exercício de escrever uma cena bonita, apenas.
    Abraço

  50. Sidney Muniz
    14 de janeiro de 2016

    Mais um conto despretensioso que abdica da originalidade para construir algo singelo e muito bem executado.

    É de se parabenizar, ao mesmo tempo que não nos apresenta o “novo” e isso também é ruim.

    Desejo sorte a você!

  51. Davenir Viganon
    14 de janeiro de 2016

    Me lembrou o filme, principalmente numa das cenas em que mostra um casal de velhinhos abraçados dentro de sua cabine enquanto a água entra. Essa memória do filme me fez gostar do conto.

  52. José Leonardo
    14 de janeiro de 2016

    Olá, Waters Di Caprio.

    Com todo respeito devido a você, mas seu microconto é o suprassumo do clichê desde Titanic sobre a eternidade do amor e etc. Infelizmente, não gostei. O navio afundando na água (“waters”?). Infelizmente, não fui tocado pela beleza do texto, mas sei que muitos sentirão o impacto dele e congratularão com você.

    Sucesso neste desafio.

  53. Jowilton Amaral da Costa
    14 de janeiro de 2016

    Não tem como não lembrar de Titanic, além da narrativa, o pseudônimo do autor também nos remete ao filme. Não curti muito, por achar que faltou criatividade. Boa sorte.

  54. Claudia Roberta Angst
    14 de janeiro de 2016

    Amor maduro e trágico. A vida naufragando em poucos minutos, mas o elo ainda preservado.Romântico, em poucas palavras, o conto faz o leitor viajar e afundar.
    A bordo não leva crase, pois é é uma locução prepositiva, cujo núcleo é uma palavra masculina.
    Boa sorte!

  55. Daniel Vianna
    14 de janeiro de 2016

    Muitos contos de morte e outros tantos de amor. Este, felizmente, está do último lado. No entanto, infelizmente, senti falta de algo mais. Ficou apenas como a descrição de um final. Mesmo num miniconto, a meu ver, pode haver algum desenvolvimento, que, na minha impressão, faltou aqui. De todo modo, leitura agradável. Boa sorte e sucesso.

  56. Renata Rothstein
    14 de janeiro de 2016

    Bodas de ouro, amor..e fim. Ou recomeço. A aparente superficialidade esconde grande significado.

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Publicado às 14 de janeiro de 2016 por em Micro Contos e marcado .