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Literatura que desafia.

Cândido Verso – Poesia (Rogério Germani)

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Humilde, ele pede a graça dos dedos
um leve aceno
esteio na primeira brisa que o abraça
não traz consigo os delírios do parto;
antes, é fagulha que canta no peito
colírio que floresce nos olhos
e se joga, livre arbítrio da palavra
revelando os selos humanos.

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5 comentários em “Cândido Verso – Poesia (Rogério Germani)

  1. Brian Oliveira Lancaster
    4 de fevereiro de 2016

    Poesia sempre preza pelos sentimentos. Aqui, notei bastante melancolia disfarçada de contemplação, apesar de não existir uma história propriamente dita.

  2. Lucas Lopes
    21 de janeiro de 2016

    Só vejo beleza.

  3. JULIANA CALAFANGE
    13 de janeiro de 2016

    não entendo de falar de poesia. mas se poesia é sentimento, emoção, acertou em cheio. veio à pele o nascimento de um bebê, sua pele sensível e ainda cheia de mãe, seu berro pela vida, ou pela morte. não me lembro se o parto é a maior das liberdades ou nossos primeiros respiros na prisão… Parabéns!

  4. Rogério Germani
    12 de janeiro de 2016

    Olá, Fábio!
    Que bom que o poema foi do seu agrado!
    Quanto à última estrofe, usei um termo bíblico – selos- para desvendar o início da bondade humana.
    Selos significa, neste caso, os segredos mais profundos.

    Grato pela leitura!
    Abraço!

  5. Fabio Baptista
    12 de janeiro de 2016

    Gostei da foto escolhida e do ritmo do poema… até a última frase.
    Achei que ali deu uma desandada… kkkkkk

    Mas valeu!

    Abraço!

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Informação

Publicado às 11 de janeiro de 2016 por em Poesias e marcado .