EntreContos

Literatura que desafia.

Pensar (Wilson Barros Júnior)

O Moderador Final Nauro-Andrel moveu sua taça de cristal curdo um milímetro para a direita. Só então levantou os olhos e dirigiu-se a Massif-Sornel, Arquentólogo Sênior.

– O que o senhor diz não é possível.

Massif-Sornel perturbou-se um pouco.

– Moderador, todos os testes de laboratório conduzem à mesma conclusão.

Nauro-Andrel  respondeu, um pouco irritado.

***

Este conto faz parte da coletânea “Devaneios Improváveis“, Terceira Antologia EntreContos, cujo download completo e gratuito pode ser feito AQUI.

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77 comentários em “Pensar (Wilson Barros Júnior)

  1. Fabio D'Oliveira
    5 de janeiro de 2016

    ௫ Pensar (Bruse-Tansel)

    ஒ Físico: Bruse escreve muito bem. Seu estilo é simples, tem um pequeno toque poético, mas nada impactante. Sua narrativa é natural, sendo fácil ler seu texto. Não está isento de falha, claro, mas está no caminho certo.

    ண Intelecto: A estória está recheada de subtramas. E são tantas que deixa o leitor comum um pouco perdido. O enredo é digno de um romance distópico. Não é muito original, tampouco trás uma mensagem nova, mas não é descartável. É sempre bom ter várias versões em cima de uma mensagem atemporal, pois cada leitor se identifica com um estilo, um enredo em específico, etc. Uma pequena incongruência é o fato de Final desconhecer as bibliotecas e livros, sendo basicamente um líder numa sociedade controlada. E o fato de terem profissões que permitam a investigação do passado. Se o pensamento não é livre, então porque existem arquentólogos? Não é verossímil, entendem?

    ஜ Alma: A mensagem da estória é a importância do pensamento livre. E é uma mensagem belíssima! Mas não é uma estória sobre livros ou bibliotecas. É apenas um cenário, um local para justificar e sustentar o verdadeiro enredo. Faltou foco. A biblioteca praticamente não existe. O autor é bem talentoso, mas tem muito o que melhorar.

    ஆ Egocentrismo: Não gosto muito de contos de FC. Na maioria das vezes, os autores querem inserir muitas subtramas, termos da realidade ficcional, personagens e situações clichês demais, etc, etc, etc. No caso desse conto, repete tudo isso. Fica chato, sabem? Admirei o talento de Bruse, mas não consegui admirar o texto em si. Como um romance com todas as pontas amarradas, talvez.

    • Wilson Barros Júnior
      6 de janeiro de 2016

      Muito obrigado pelas suas ideias, sempre interessantes, caro Fábio. Como alguém já disse, todo mundo estava sentindo falta do seu estilo tão original para comentar.

  2. Pedro Luna
    2 de janeiro de 2016

    Eu achei interessante a situação de existir uma realidade onde seria impossível ter segredos sobre os outros. Foi uma distopia bacana, um conto sem muita ação e acontecimentos, mas gostoso de ler. Sempre acho um pouco forçado a situação de uma humanidade futura desconhecer livros, mas aqui foi uma boa jogada visto a tecnologia que a cada dia nos sufoca mais.

    • Wilson Barros Júnior
      4 de janeiro de 2016

      Valeu, Pedro Luna. Interessante você ter falado sobre uma humanidade sem sem segredos, na verdade hoje já está quase assim…

  3. Rubem Cabral
    2 de janeiro de 2016

    Olá, Bruse.

    Gostei bastante da sua distopia: pareceu-me bem bolada e diferente. A escrita, embora simples, é correta, e o uso de neologismos foi na medida certa: não sobrecarregam quem lê, não deixam de causar um estranhamento bem vindo.

    Só não gostei muito como o final foi apresentado: esperava algo mais “orgânico” e não tão descritivo quanto foi.

    De qq forma, um conto muito bom!

    Abraços.

    • Wilson Barros Júnior
      4 de janeiro de 2016

      Excelente toque, Rubem, vou melhorar o final.

  4. Jowilton Amaral da Costa
    2 de janeiro de 2016

    Gostei muito. A narrativa é muito boa, os diálogos são bem trabalhados e absolutamente críveis em relação a atmosfera criada pelo autor(a). Um texto bem reflexivo, um conto de Ficção Científica com muita qualidade. Parabéns.

    • Wilson Barros Júnior
      4 de janeiro de 2016

      Agradeço, Jowilton, até o próximo desafio.

  5. Bia Machado
    1 de janeiro de 2016

    Bem bacana! Gostei bastante e não foi de difícil leitura, não. Só achei o final corrido (por conta de caber no limite?), tem coisas a serem arrumadas na revisão, que o pessoal já deve ter apontado. E uma coisa que me incomodou: aquela taça de cristal curdo movida um milímetro para o lado (não lembro qual agora, rs). Pra que isso, moço? Rssss… No mais, muito bom. 😉

    • Wilson Barros Júnior
      4 de janeiro de 2016

      Obrigado pelos comentários Bia. Mover a taça de “cristal curdo” (seja lá que cristal seja esse…) foi uma tentativa de dar um “toque militar” no personagem, ao que parece, mal-sucedida. O final corrido, os erros, bom, nossas vidas são muito corridas mesmo… Muito obrigado pelas ponderações. Como já falei, seu conto ficou perfeito graças a economicidade com que você o escreveu, parabéns.

      • Bia Machado
        4 de janeiro de 2016

        Obrigada, Wilson, embora não concorde de forma alguma com o “perfeito”. Já fiz uma segunda versão dele, tirando um pouco mais, em um exercício bem difícil pra mim, que sempre fui acostumada a escrever e não ver o fim, rs… Espero que faça o mesmo com o seu texto, que faça uma nova versão, aproveitando as dicas aqui, embora eu ache que esse texto precisa mesmo de mais espaço. Por favor, se fizer isso, me avise para eu ler! 😉

  6. Philip Klem
    1 de janeiro de 2016

    Boa tarde.
    Simplesmente adorei o seu conto.
    Sua escrita me encantou. Os personagens são vivos demais, e credíveis.
    Amei o Fernando e sua missão, com suas rodinhas adoráveis rangendo pelo caminho.
    Também gostei do mundo e da degradação da sociedade que você criou tão bem.
    O final foi a cereja no topo do bolo. Saber que tudo que o Fernando fez com tanta dificuldade e simplicidade trouxe sabedoria a toda uma nova sociedade foi gratificante.
    Enfim. Gostei de tudo no seu conto.
    Meus parabéns e boa sorte!

  7. phillipklem
    1 de janeiro de 2016

    Boa tarde.
    Caaaaaaaaara que conto bom!!!
    Mesmo muuuito bom!
    Em apenas um conto com o limite pequenininho como esse você conseguiu estabelecer toda uma nova sociedade credível, personagens verossímeis e uma pitadinha de rebelião pra fechar com chave de ouro.
    Tudo isso com uma escrita maravilhosa.
    Que baita criatividade você tem.
    Acho difícil algum conto neste certame me agradar mais que esse.
    Meus parabéns.

    • Wilson Barros Júnior
      4 de janeiro de 2016

      Obrigado, Philip. A propósito, seu conto foi o que eu mais gostei e era meu candidato ao título.

  8. Wilson Barros Júnior
    1 de janeiro de 2016

    Um bom conto, de leitura divertida. Evidentemente, não tem pretensões de uma obra-prima literária, mas acho que deu seu recado, apesar de alguns erros de digitação. No final, se eu fosse editor das antigas revistas de ficção científica, acho que o aprovaria para publicação, rsrs. Boa sorte.

  9. Evie Dutra
    31 de dezembro de 2015

    Esse conto me fez pensar.. hehe
    Foi uma leitura surpreendente!
    Conhecimento é uma arma poderosa, não é?
    Amei a mensagem que você passou com o seu conto. Sua escrita é fascinante.. tão fluída e fácil de ler!
    Amei principalmente o final… costuma ser a parte mais difícil.. mas não foi problema para você. Ficou perfeito!
    Foi o conto mais criativo que li até agora. Parabéns!

    • Wilson Barros Júnior
      4 de janeiro de 2016

      Obrigado, Evie. Reitero que gostei muito do seu conto, reflexivo, profundo. Aguardo você no próximo desafio!

  10. Anorkinda Neide
    30 de dezembro de 2015

    Olha, posso falar quase nada, pois pouco entendo ou leio FC…
    mas o texto funcionou comigo! 🙂
    .
    Gostei da rebelião e da fuga da Nuvem! É isso ae!! Pensar fora da caixinha!! \o/
    .
    Por mais FC que seja o enredo e o desenvolvimento, ainda conseguiu prender minha atenção e não me enfastiar! eeee
    (posso estar feliz pela proximidade da hora 0 de 2015.. ^^)
    .
    Enfim, o texto é competente, a história é boa e vc tá de parabéns!
    Abraço

    • Bruse-Tansel
      1 de janeiro de 2016

      Que bom, minha querida, feliz ano novo!

  11. G. S. Willy
    30 de dezembro de 2015

    A ideia do conto é boa, a escrita flui bem e os diálogos estão ótimos, sendo usados muito bem como recursos de narrativa. Porém a ideia foi tratada de uma maneira um pouco superficial, sei que há um limite de palavras no desafio, mas tem espaço para muito mais aqui, ou talvez seja apenas o eu leitor querendo ler mais desse mundo.

    O(a) autor(a) deve se atentar para os espaçamentos duplos, e até triplo em um caso, para o uso de travessão e espaço “-Tenho “, entre outros errinhos bobos de revisão.

    • Bruse-Tansel
      1 de janeiro de 2016

      Grato, Willy, vou verificar esse tipo de erro.

  12. Leandro B.
    29 de dezembro de 2015

    Oi, Bruse.

    Vou ser sincero. Tenho uma grande dificuldade para apreciar leitura de ficção científica. Geralmente acho a coisa muito confusa e presa demais a aspectos tecnicos que, pelo menos eu, não curto muito em narrativas.

    Foi o que eu estava sentindo no inicio do conto. Em três linhas temos Moderador Final Nauro-Andrel, Massif-Sornel, Arquentólogo… Fiquei um pouco sobrecarregado ali.

    Mas até o final do conto me acostumei e entendi os termos, o que ajudou na leitura. Aliás, até agora vi pouca ênfase nos diálogos no desafio, e aqui ela ficou bem feita e dinamizou o texto.

    Sobre a mensagem… em História se costuma dizer que o que buscamos no passado são respostas para os problemas do presente. Assim é também quando olhamos para o futuro (criado pelo autor, claro, mas há quem diga que o passado também é criado). A sociedade apresentada é um rumo caricato (espero) que pode acontecer se nosso mundo continuar intolerante, exterminando a crítica da maneira mais direta possível. Particularmente acho que seguimos para o caminho contrário. Cada vez mais queremos expor os nossos sentimentos e diante do mundo das redes sociais, ninguém liga. Ao invés da censura, temo que teremos a indiferença.

    Uma coisa que me incomodou um pouco no texto foi, em meio a todos os neologismos, a continuidade do termo civilização para definir a sociedade do futuro. Ora, este termo é antigo e a sua noção é fundamental no conto. Aqui sim eu gostaria de ter visto um neologismo, como se a própria noção de civilização de nossa época tivesse sido ”superada”.

    Bom conto, Bruse.

    • Bruse-Tansel
      30 de dezembro de 2015

      Agradeço e sinto-me honrado por meu conto ter levado um historiador da sua linhagem a Pensar.

  13. Piscies
    29 de dezembro de 2015

    Gostei demais do conto!!

    Diferente do que muitos falaram nos comentários, achei a escrita primorosa. Simples, claro, mas a simplicidade parece ser proposital. Na verdade, o seu estilo me lembra muito Asimov!

    Este é um autêntico conto de FC, muito bem engendrado e que me segurou de forma sublime. Mantive os olhos fixos na tela e, quando percebi que o conto estava acabando, fiquei triste. Queria mais!!

    É claro que a ideia não é assim tão original. Muitas histórias distópicas flertam com a proibição do livre pensamento como ferramenta para domínio das massas. Mas gostei da forma como o tema foi abordado, inclusive o paralelo simples entre a descoberta de Massif e o próprio Entre Contos, onde expomos nossos “pensamentos” para a livre crítica alheia.

    A mensagem é bonita, a leitura é leve e fluida, e o conto é divertido. Gostei!!!

    • Bruse-Tansel
      1 de janeiro de 2016

      Muito obrigado pelo incentivo, Piscies.

  14. Neusa Maria Fontolan
    28 de dezembro de 2015

    Oi, voltei como prometi e reli seu conto.
    “Os dois entrelaçaram seus pensamentos lentamente, em um ritmo mágico, encantatório, até que suas mentes se tornassem uma só.” Lindo isso, seria divino se acontecesse, mas é inteiramente dispensável se o preço a pagar for a liberdade de pensamentos.
    Vivas ao pensamento livre!
    Como disse antes gostei muito do conto, parabéns e boa sorte.

    • Bruse-Tansel
      1 de janeiro de 2016

      Valeu, Neusa! A “Tanyele” da vida real gostou muito dessa parte, também…

  15. JULIANA CALAFANGE
    27 de dezembro de 2015

    Gostei muito do conto e da forma como vc contextualizou a imagem proposta. Claro q lembra o maravilhoso 1984, mas com um toque criativo especial e singular, com essa ironia sutil do ‘Arquentólogo’ e do ‘Moderador Final’: “Senhor, naquela período semi-anárquico as pessoas estavam habituadas a receber críticas. Absorviam-nas, mesmo com algo essencial à auto-evolução”, imagino q isso se refira a algum lugar ainda no ido século XX, uma vez que essa capacidade de fazer e receber críticas me parece hoje já restrita a pequenos grupos da sociedade… rs. Gosto da sua linguagem, leve e instigante, gosto do senso de humor e de como vc resolveu alguns dos problemas de verossimilhança, apesar de eu achar que num conto de ficção isso nem sempre importa muito. Parabéns!

    • Bruse-Tansel
      30 de dezembro de 2015

      Obrigado, Juliana, fico feliz por você ter gostado.

  16. Thiago Lee
    27 de dezembro de 2015

    Gostei no geral, mas achei a escrita um pouco travada, um pouco simplória demais. Não houve atrativos que me prendessem a atenção e me guiassem através do conto. De qualquer maneira, a premissa é bem interessante e o futuro distópico ficou convincente.

    • Bruse-Tansel
      29 de dezembro de 2015

      Grato, Thiago. Obrigado pelas sugestões.

  17. Antonio Stegues Batista
    26 de dezembro de 2015

    Achei que foi um bom argumento. Num futuro distante as pessoas se comunicando telepaticamente e se locomovendo e trabalhando através de instrumentos e aparelhos de alta tecnologia. Só levei um susto quando o Moderador falou em faca. Acho que esse instrumento “primitivo”, ficou mal na estória. Só se é uma faca-laser. Parece que, mesmo nesse futuro distante, pensar ainda é um perigo.
    As denominações e nomenclatura ficaram perfeitas.

    • Bruse-Tansel
      29 de dezembro de 2015

      Comentários como o seu, Stegues, mostram a utilidade dos desafios. Realmente, faca-laser seria bem melhor. Caso eu vá reescrever o conto, ou em outros, a dica de revisar e criar mais neologismos será sempre válida. Obrigado.

  18. Simoni Dário
    24 de dezembro de 2015

    Simplesmente maravilhoso e penso que reconheço a autoria. Leitura fluída e agradável, divertida e que faz pensar mesmo. Acho que tenho parentesco de longe com o sub-moderador geral,..e achei que o final fechou com chave de ouro.
    Texto impecável, gosto da maneira como escreve e aprecio teu nível de criatividade, autor. Parabéns!
    * Rindo muito com o primeiro parágrafo do comentário do Fábio Baptista lá em cima. Tem momentos que valem a pena a submissão às críticas. Aproveitemos, vai que o texto seja do tipo profético!!
    Bom desafio!

    • Bruse-Tansel
      29 de dezembro de 2015

      Obrigado, Simoni. Reconheceu mesmo a autoria?

      • Simoni Dário
        4 de janeiro de 2016

        Pior é que errei e nem por isso me surpreendeu. O brilhantismo do autor aparece até mesmo nos comentários, assim como a generosidade nas notas. Obrigada pelo excelente texto, e pela minha nota! Parabéns!

  19. Fil Felix
    24 de dezembro de 2015

    Da metade pra frente, gostei bastante do embate entre o Arquentólogo (?) e do Moderador, de como relacionou o armazenando em nuvem atual com essa visão apocalíptica do recurso, dá uma maior consistência ao conto. A ambientação também está boa, criou um cenário futurista apenas com diálogos e poucas descrições. Não se preocupou em explicar o que é o que, quem é o que. Uma maneira interessante de ir mostrando as situações.

    Porém, não gostei muito de como o livro foi tratado. Como em alguns outros contos, pega a ideia de que no futuro ninguém saberá o que é um livro, como escrever ou até mesmo ler. Não que seja algo inacreditável, mas a maneira como é posta fica um pouco forçado, além de tratar o livro como algo absolutamente mágico e transformador.

    • Bruse-Tansel
      29 de dezembro de 2015

      Muito obrigado pela participação, Fil. A questão do livro realmente é muito polêmica. Até mesmo quando se fala que os e-books vão substituir os livros de papel dá muito pano para as mangas…

  20. Rogério Germani
    24 de dezembro de 2015

    Olá, Bruse-Tansel!

    Senti o texto como uma paródia futurística sobre a dificuldade de algumas pessoas em aceitar críticas. A extinção dos livros assusta…rsrs

    Ponto positivo para as descrições tecnológicas e diálogos objetivos. Até a citação de Nirso-Machavel (Homenagem a Maquiavel?) ficou interessante na trama.

    O que afugenta em seu conto: personagens idênticos, trama minimalista.

    Boa sorte!

    • Bruse-Tansel
      29 de dezembro de 2015

      Obrigado, Rogério. Realmente, “Machavel” e os nomes terminados em “el” são uma homenagem ao grande pensador italiano, embora tenha sido bastante exagerado “romantizar” o seu papel como fundador de ditaduras.

  21. Daniel Reis
    23 de dezembro de 2015

    Gostei da ambientação, da agilidade dos diálogos e da premissa. A história foi bem exposta, de maneira congruente, com dilema e clímax coerentes. Destaque para o neologismo dos cargos/funções. Uma coisinha ou outra de revisão, mas nada que comprometa a leitura. Acho o último parágrafo perfeitamente dispensável! Ainda mais com três exclamações! Ficou muito enfático!

    • Bruse-Tansel
      23 de dezembro de 2015

      Valeu, Daniel, muito obrigado. Fico feliz com os elogios e as críticas. Cara, estão massacrando meu último parágrafo, haha.

      • Daniel Reis
        29 de dezembro de 2015

        Não liga não… usa como impulso…

  22. Lucas Rezende de Paula
    22 de dezembro de 2015

    Achei bem legal o olhar que temos com tempos passados sobre nós mesmos.
    Geralmente não gosto muito de contos que fazem referência direta ao certame, mas esse conseguiu se sair bem.
    Os diálogos deram uma agilidade boa ao texto. Acho que o final poderia ser tirado, as últimas linhas de lição de moral. No geral é um conto muito divertido.
    Boa sorte.

    • Bruse-Tansel
      23 de dezembro de 2015

      Valeu, grande Lucas, fico honrado de ter-lhe proporcionado “diversão”.

  23. Andre Luiz
    22 de dezembro de 2015

    Foi muito bem pensado o cenário do conto, principalmente a tecnologização que você soube desenvolver durante toda a narrativa. Achei muito interessante esta questão da “Nuvem”, e do controle inclusive do pensamento individual. Seria um horror viver assim! Boa história, uma reflexão sobre os “limites da moderação e da censura”. Boa sorte!

    • Bruse-Tansel
      23 de dezembro de 2015

      Obrigado, André, fico contente que você tenha gostado.

  24. Eduardo Selga
    22 de dezembro de 2015

    Uma característica comum em ficções científicas é o fato de o autor vislumbrar um futuro tecnológico para a espécie humana, mas quase sempre com a estrutura ideológica hoje dominante. O mundo construído é, ao fim e ao cabo, o mesmo mundo de hoje naquilo que realmente importa, a estrutura ideológica da sociedade. O mundo futuro não passa de uma projeção do atual, com grande tecnologização.

    O presente conto segue a regra. Em pelo menos duas passagens podemos ver claramente a ideologia atual. Em “aquele que solicita a opinião alheia sobre seus pensamentos, é como o cordeiro que ousa perguntar ao leão o que ele pensa de sua carne” temos a ideia de que o outro é sempre um inimigo real ou potencial, e que devemos manter-nos sempre pensando o que consideramos adequado, desconsiderando a opinião do outro. Ora, para que o atual mundo se modifique no futuro não é necessária uma substancial mudança na forma de pensar das pessoas? Como mudar o pensamento se não nos abrimos ao outro? Esse fechamento é extremamente contemporâneo e ocorre no conto.

    Em “e através das pontas dos dedos, eu sei, teorias, teorias, sempre teorias – o Moderador interrompeu” temos outra característica dos dias atuais, o desprezo pelo pensamento considerado não utilitário (útil para quem?), a teoria supostamente vã. Mesmo aqui e no perfil do Facebook é perfeitamente visível certo asco e até constrangimento com essa coisa que não serve para nada, a teoria. Claro, a ideia de que uma teoria é inútil segue uma teoria, mas quem se importa?

    Não obstante, o conto propõe uma subversão por meio do conhecimento não adestrado, o que me faz lembrar o antagonismo entre o saber acadêmico e o saber popular, oralizado. De um modo geral, é comum o segundo ser menosprezado pelo primeiro e, quando é levado em conta é como uma espécie de cadáver em dissecação ou animal exótico em laboratório, não como um saber que tenha valor. Lamentavelmente.

    Em função desses aspectos pinçados pela narrativa, ela é interessante, mas é corriqueira, no sentido de não apresentar uma utilização original de ferramentas da narração. O(a) autor (a) certamente confia demasiado no diálogo como elemento dinâmico do conto, conforme asseveram os manuais. Com isso, deixa de usar outras ferramentas menos óbvias, e que poderiam ter dado outra atmosfera à narrativa.

    • Bruse-Tansel
      22 de dezembro de 2015

      Muito obrigado pela participação, Selga. Concordo inteiramente que os chamados “recursos literários” sempre são bem-vindos, e enriquecem os contos, mesmo os de ficção científica. No entanto, sempre tive também a visão que você, muito perspicazmente, notou, de que em contos de ficção científica as metáforas, as frases filosóficas e poéticas são dispensáveis. Entretanto, vou analisar mais detidamente o que você disse. Grato pelos comentários e pela sugestão.

  25. Leonardo Jardim
    20 de dezembro de 2015

    Caro autor, seguem minhas impressões de cada aspecto do conto antes de ler os demais comentários:

    📜 Trama (⭐⭐⭐⭐▫): muito interessante a ideia de um mundo onde as pessoas se comunicam pelo pensamento e estes são monitorados. Embora um pouco esperado, o fim agrada pois vemos que o protagonista participa de uma revolução daqueles que desejam pensar de forma livre. Bem legal.

    📝 Técnica (⭐⭐⭐▫▫): boa, sem tropeços, poucos erros aparentes (peguei apenas um) e conduz a história com facilidade, mostrando um mundo complexo sem precisar nos cansar com longas explicações. Como tenho dito nos outros textos, para ganhar mais estrelas pecisaria de um maior trabalho linguístico, como metáforas elaboradas.

    🎯 Tema (⭐⭐): a imagem da biblioteca é o estopim para o desenrolar da trama.

    💡 Criatividade (⭐⭐⭐): muito criativo esse mundo criado.

    🎭 Emoção/Impacto (⭐⭐⭐▫▫): gostei do texto. A parte em que ele fala das avaliações, de como não ficamos nervosos com as críticas (existem exceções) e que os próprios moderadores se colocam para análise, referências sem fim ao EC, me arrancou vários sorrisos. O fim, já meio previsto, não empolgou, mas foi eficiente. Um bom texto.

    💬 Trecho de destaque: “Aquele que solicita a opinião alheia sobre seus pensamentos, é como o cordeiro que ousa perguntar ao leão o que ele pensa de sua carne.”

    🔎 Problemas que encontrei:
    ◾ preferiu arriscar a reputação *que* a cabeça

    • Bruse-Tansel
      21 de dezembro de 2015

      Caro Leonardo, obrigado pelos comentários e pela correção. Quando eu estava escrevendo o conto, ia realmente colocar que havia exceções, e às vezes as pessoas não “sentiam-se muito à vontade” com as críticas, mas você sabe que às vezes, inadvertidamente, esquecemos de escrever algumas coisas que pensamos. Valeu, realmente.

  26. Gustavo Castro Araujo
    20 de dezembro de 2015

    Assim como outros contos do desafio, também este se apega a uma realidade distópica como pano de fundo para uma história de ficção científica. Pessoalmente, gostei do resultado. Penso (!!) que o mundo criado foi verossímil dentro da lógica que o permeia. Dá para imaginar perfeitamente um futuro em que as pessoas se conectem telepaticamente por meio de uma nuvem — uns aproveitando os pensamentos dos outros. Nesse sentido, é perfeitamente crível imaginar que essa nuvem seria controlada pelo grupo que estivesse no poder. Em verdade, trata-se de uma progressão geométrica da realidade atual: independentemente de quem controla o Governo, desta ou daquela ideologia, o controle de informações sempre será a arma mais eficiente para a doutrinação.

    Nesse aspecto, a descoberta de uma antiga biblioteca por um arqueólogo-paleontólogo (um arqueontólogo –> parabéns pela denominação inteligente) surge como esperança de fuga ao controle do Grande Irmão.

    Creio que foi uma maneira bastante criativa de utilizar a imagem da biblioteca. Trata-se, em suma, de uma visão de lá para cá, do futuro em direção ao passado. Tenho minhas dúvidas, porém, se a existência de livros seria apagada da nuvem, ou melhor, se livros poderiam, no futuro, ser considerados subversivos a ponto de sumirem do conhecimento ordinário. Talvez alguns livros fossem — como o são hoje — mas achei um pouco exagerada essa premissa.

    Também achei a conclusão um tanto apressada, especialmente a frase que arremata o texto, dando a ele um jeitão de redação com moral da história.

    De todo modo, o conto cativa pela inteligência, por ligar os pontos de forma lógica e criativa. Um trabalho muito bom que resultou numa leitura prazerosa. Obrigado e parabéns!

    • Bruse-Tansel
      21 de dezembro de 2015

      Obrigado, Gustavo, fico feliz que você tenha apreciado.

  27. Davenir Viganon
    18 de dezembro de 2015

    Gostei do mundo que criaste. Na condução da história, senti falta de uma surpresa. Quando o final chegou havia tantos indícios do que viria que não impactou. A forma como abordavam os conceitos que repudiavam não ficou convincente para mim. O ponto forte foi a criação de um mundo onde a ignorância a respeito do passado caracterizou esse mundo distopico. Acho que gostará – caso já não conheça – de Úrsula Le Guin que brinca bastante com a linguística nos seus livros. Os personagens dela mostram o seu mundo, pelo modo que falam, tanto ou mais do que pelo conteúdo de suas falas. Aproveito para fazer uma propaganda das minhas resenhas que sairão em breve neste blog sobre dois livros dela muito bacanas. Voltando ao seu conto, eu achei redondinho e o balanço é positivo.

    • Bruse-Tansel
      21 de dezembro de 2015

      Davenir, li quase todos os livros da Ursula Le Guin, “Os despossuídos”, ” A mão esquerda da escuridão”, “Terramar (vi o filme no hallmark também)”, “O Flagelo dos Céus” “Floresta é o nome do Mundo”, “Tembreabrezi”, “Rocannon”, “Planeta do Exílio”, “Cidade das Ilusões”, “O olho da Garça” e seus contos. Para falar a verdade, creio que Ursula Le guin é a primeira ou segunda melhor escritora de ficção científica de todos os tempos. Um abraçõ de irmão, obrigado.

  28. Cleber Duarte de Lara
    16 de dezembro de 2015

    CRITICA
    Fora pequenos erros corriqueiros de digitação, e uns momentos em que as coisas ficam meio confusas (achei meio difícil imaginar os cenários, deslocamentos de uma localidade pra outra, etc) e a personalidade dos personagens fica meio indefinida, não tenho nada pra acrescentar ou tirar.

    PONTOS POSITIVOS
    Asimov é uma paixão minha, acredito que como de muitos aqui. Nunca me arrisquei em conto de ficção científica, uma novela minha que vai pra esse lado está abandonada em dezenas de notas e rascunhos, pois acho que o gênero exige maturidade e pesquisa que me faltam pra não ficar ininteligível ou repetir fabuletas sem sentido com algumas que já vi e que pensam ser digno do título. Mas você honrou a tradição aqui, a meu ver.
    De execução intrinsecamente difícil, essas narrativas que lidam com os conceitos de pós-humanidade constituem terreno complicadíssimo devido a natural falta de referências na experiencia cotidiana. Brinca-se justamente com essa transcendência e estranhamento, aliás.
    Parabéns bela corajosa execução, boa sorte!

    • Bruse-Tansel
      16 de dezembro de 2015

      Cleber, muito obrigado, principalmente pelas críticas. Quem sabe talvez, um dia, poderíamos fundar um clube de leitores/escritores de ficção científica?

      • Cleber Duarte de Lara
        16 de dezembro de 2015

        Seria interessante. Tenho que melhorar um bocado até poder fazer algo que possa chamar sem peso na consciência de Sci-Fi, mas estou estudando pra conseguir. Pode ser que reunir pessoas com pretensões semelhantes ajude a acelerar mesmo este processo.

      • Davenir Viganon
        18 de dezembro de 2015

        tô nessa kkk

  29. catarinacunha2015
    16 de dezembro de 2015

    O TÍTULO é obvio. O FLUXO demonstra domínio de diálogos com um estilo simples de contador de histórias. Gosto de neologismos desde que o texto deixe claro o seu significado. O que é arquentólogo? E Shredak? TRAMA arrastada. Faltou agilidade ou enxugar o texto. Os PERSONAGENS são parecidos um com os outros e não há diferenciação nítida a não ser nas discordâncias nos diálogos. O FINAL não precisava explicar.

    • Bruse-Tansel
      16 de dezembro de 2015

      Grato pelas críticas, Catarina, vou levar em consideração.

  30. Brian Oliveira Lancaster
    14 de dezembro de 2015

    MULA (Motivação, Unidade, Leitura, Adequação)

    M: Um texto bem corajoso em sua abordagem, visto que a maioria (daqui) não curte FC de raiz, com seus neologismos e significados mirabolantes. No entanto, esse é meu ponto fraco e devo dizer que a atmosfera criada foi perfeita e intrigante.
    U: Escrita simples, sem floreios, transmitindo ideias complexas através de comparações contemporâneas, o que foi excelente para se criar o vínculo com o leitor.
    L: Gostei do clima, da ironia escondida e dos pretextos utilizados. Não curti muito o final, acho que ficaria melhor deixar no ar o que havia acontecido – mas, no entanto, porém… muitos preferem tudo explicadinho. É a vida… Mas curti toda a construção, mesmo sem um cenário muito específico.
    A: Confuso. Faz sentido em sua essência. Há textos por aqui que, se não mencionarem a palavra biblioteca, são acusados de “fora do tema”. Não encaro assim. A imagem consegue transmitir o que você escreveu. Isso será levado em conta.

    • Bruse-Tansel
      14 de dezembro de 2015

      Muito legal, de escritor de ficção científica para escritor de ficção científica. Gostei muito do seu “robô andy” também, tudo “em família”…

      • Brian Oliveira Lancaster
        15 de dezembro de 2015

        Por curiosidade, onde você leu essas histórias? Não costumo divulgar muito…

      • Bruse-Tansel
        16 de dezembro de 2015

        Aqui mesmo no site, no desafio “Ficção Científica”

  31. Claudia Roberta Angst
    14 de dezembro de 2015

    Geralmente essa coisa futurística não me agrada. Só eu sei como penei para participar do desafio FC. No entanto,aqui,o autor foi hábil o suficiente para deixar o texto fluir sem que eu me desse conta do volume de informação.

    Achei interessante a discussão entre o Moderador e o arquentólogo. Será que no futuro nos verão assim – uns doidos que aceitavam(há controvérsia aqui como vimos neste desafio) críticas alheias?

    A leitura flui fácil, sem entraves e principalmente sem cansar o leitor.(Olha só que beleza a minha inveja…rs).

    Não senti desta vez o tom de lição de moral. Aliás, gostei bastante da frase final. Pode não ter sido uma finalização perfeita, mas cumpriu a meta.

    Boa sorte!

    • Bruse-Tansel
      14 de dezembro de 2015

      Vindo de você, Claudia…

      Realmente, diante dos recentes fatos, é bem possível que no futuro a crítica seja proibida, hahaha.

      Gostei muito do seu comentário, obrigado.

  32. Daniel I. Dutra
    14 de dezembro de 2015

    Excelente conto.

    O personagem do Moderador me lembrou alguns moderadores de grupos que frequento no facebook. São ególatras que não toleram serem questionados. Me pergunto se não há, por parte do autor, uma crítica aos fóruns de internet.

    No mais, para o conto ficar perfeito, seria interessante remover a frase final, onde diz:”Pensar! O que distingue o homem de outras criaturas! Mas o pensamento só pode ser verdadeiro quando livre!”

    Explico: essa conclusão já está implícita e, portanto, não é necessário o narrador entregá-la “mastigadinha” ao leitor.

    Ao meu ver, esse é um erro comum em muitos autores, incluindo os consagrados. Tememos tanto que o leitor não vá compreender a ideia que se deseja passar que tendemos a sermos muito explícitos, até mesmo redundantes.

    • Bruse-Tansel
      14 de dezembro de 2015

      A respeito da frase final, você é o segundo comentarista que fala isso, logo deve ser certo. Vou pensar seriamente em parar de fazer isso. Muito obrigado pelas sugestões. Quantos as intenções, bom, aí é como você disse. No conto moderno, o leitor exerce um papel dinâmico. Muito obrigado pela leitura e sugestões, valeu mesmo.

  33. Neusa Maria Fontolan
    13 de dezembro de 2015

    Adorei o conto, deu até vontade de ler novamente e acho que farei isso depois. Meus parabéns. Boa sorte no desafio.

    • Bruse-Tansel
      14 de dezembro de 2015

      Haha, obrigado, Neusa, você é um charme.

  34. André Lima dos Santos
    11 de dezembro de 2015

    Olá autor!

    Que conto legal de ler! Que conto divertido, dinâmico… A leitura fluiu perfeitamente.

    Você teve uma ideia muito legal. Para mim, esse conto teria tudo para estar entre os 3 melhores, se não fosse pelos erros de digitação, as vírgulas fora do lugar e uma narração mais “simplificada”. Acho que sua ideia, muito boa por sinal, poderia ganhar um capricho maior na narrativa (Até mesmo nos diálogos), sabe?

    Mas é assim mesmo, lendo muito e escrevendo mais ainda que nós nos aperfeiçoamos!

    Adorei ler seu conto, adorei a ideia. Fica aí até uma sugestão:

    O que acha de transformar esse conto em uma novela? Dar um trato maior nos diálogos e na narrativa e usar umas construções frasais mais caprichadas. O que acha? Creio que faria bastante sucesso!

    Abraços!

    • André Lima dos Santos
      11 de dezembro de 2015

      Caso eu não tenha sido claro:

      O conto é bom! Vou dar uma boa nota para ele. Espero que figure no top 10.

      Abraços e boa sorte!

      • Bruse-Tansel
        11 de dezembro de 2015

        André, fico muito feliz. Você tem toda razão, o conto merecia uma revisão mais apurada. Muito obrigado pelas ponderações, foram muito úteis, comentários como o seu fazem valer a pena o Desafio Entrecontos.

  35. Fabio Baptista
    10 de dezembro de 2015

    Misturou Entrecontos, com Matrix, com sexo virtual e nuvem e futuro distópico… e, por incrível que pareça, resultou num conto simpático 😀

    Não vou dizer que adorei, pois tanto escrita quanto trama são muito simplificadas aqui, mas foi uma leitura rápida e prazerosa. Acho que o que o que me atraiu foram os diálogos… ficou um climão de conto do Asimov.

    Esse final cheio de exclamações e principalmente, com “lição de moral”, eu não curti muito não.

    Apontamentos:

    – preferiu arriscar a reputação que a cabeça
    >>> seria “e a cabeça” ?

    – arquentólogo
    >>> ora aparece com maiúscula, ora minúscula

    – Massif dedicou-se a pensar seus pensamentos
    >>> Meio redundante…
    >>> Na sequência dessa frase, a palavra “pensamentos” (e também “mente”) aparece seguidas vezes. Repetição de palavras com proximidade pode tornar o texto cansativo, melhor evitar.

    – Nessa caso, arquentólogo
    >>> neste

    – Senhor, naquela período
    >>> naquele…

    – Mas do que isso
    >>> Mais

    Abraço!

    • Bruse-Tansel
      10 de dezembro de 2015

      Primeiro, Fábio, obrigado por seus comentários. Lamento pelos erros de digitação que você apontou, não descobrir ainda como evitá-los. Mas esses não são erros:

      “preferiu arriscar a reputação que a cabeça”, realmente. melhor perder o emprego que sofrer coisa pior nas mãos de um ditador.

      arquentólogo aparece em minúscula quando se refere à profissão, e em maiúscula quando se refere ao título de “Arquentólogo Chefe”

      pensar pensamentos, mente, são gírias em um mundo futurístico.

      o resto foi erro de digitação mesmo, desculpe.

      o final com lições de moral muita gente critica, mas eu gosto, não consigo evitar às vezes. mais vale um gosto que 2 pontos…

      obrigado também pela maneira elegante como apontou as falhas, e não se meta mais em confusão (hahahahahahahahahaha, brincadeira…)

      • Fabio Baptista
        11 de dezembro de 2015

        Como dizia minha vó: “mais vale um gosto que um dinheiro no bolso!”, ou algo assim! kkkkk

        Na verdade, meus apontamentos nem sempre se referem a erros, mas a coisas que achei estranhas, ou onde acho que se poderia melhorar (com base no meu gosto pessoal, é claro).

        Agora entendi o significado de “preferiu arriscar a reputação que a cabeça”. pensei em sugerir: “afinal, era melhor se arriscar a perder a reputação do que acabar perdendo a cabeça”, mas acho que o que me fez torcer o nariz para essa frase foi o “perder a cabeça” que sempre me remete a “fazer uma loucura” antes de “morrer na guilhotina”.

        Sem confusões! Fabinho paz e amor! 😀

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Publicado às 9 de dezembro de 2015 por em Imagem e marcado .