EntreContos

Detox Literário.

Trigger/Gatilho (Tiago Volpato)

trigger

I. C01sas Entr3z

Uma das coisas que menos gostava de fazer, era quando estava sentado no banheiro e precisava dar uma olhada nas notícias. Ele abominava qualquer tipo/espécie de informação que não estivesse relacionada com tecnologia. Especialmente naqueles dias, onde a maioria das coisas falavam sobre a porcaria da república.

Ainda não acreditava que tinham desativado os mainframes responsáveis por controlar os sistemas sociais e trouxeram de volta aquela coisa arcaica da república. Era típico dos seres humanos essas atitudes ilógicas, mas eram o que eram, criaturas mergulhadas em misticismo, ainda crentes na possibilidade de alguma estrela influenciar suas vidas. As vezes ele achava ser alguém que escorregou de outra realidade pra cá.

Teve que reler outra vez uma notícia sobre um surto na cidade baixa, pois tinha passado por todo o texto sem entender uma vírgula. Bem, ele odiava notícias, e o único motivo que o fazia ler aquelas coisas todas as manhãs era o seu emprego.

Joseph, trabalhava no mega conglomerado mais famoso do planeta. A 3-25/6ª era o que havia de melhor em tecnologia. A revolução da realidade aumentada e os attorôbos pessoais lançados pela empresa no último ano, tornou seu sócio fundador, Benjamin Hidler, no homem mais famoso (e rico) do mundo. A função de Joseph na empresa, era a de supervisionar a bioweb, a rede de nanocomputadores que fornecia a infraestrutura necessária para a internet das coisas. Por isso, ele precisava de toda a informação social disponível, para prever o comportamento mercadológico das pessoas. Não era o melhor dos trabalhos, mas apenas a chance de trabalhar na 3-25/6ª fazia tudo valer a pena.

Ele tinha um esquema, tinha ativado um trigger que alimentava um banco de dados sempre que uma notícia era disponibilizada no feed, assim, através de uma interface, ele podia ler aos poucos. Fazia principalmente no banheiro, o melhor lugar para esse tipo de coisa.

Leu uma matéria sobre como os terroristas da C.I.A tinham desativado as conexões do mercado financeiro. Eles estavam ficando cada vez mais ousados e as autoridades competentes não conseguiam pará-los.

“Autoridades competentes”, Joseph riu de descaso. São todos adoradores de antiguidades.

A notícia seguinte era da semana passada e tinha o título “Albert Einstein está vivo”.

 

II. O Castelo de Hidler

Durante toda a viagem pelo aeromóvel público, ficou pensando em como tinha perdido aquilo. Era a maior notícia de toda sua vida e tinha deixado escapar.

Em uma pequena ilha, que não tinha sido registrada por nenhum mapa e muito menos pelos satélites de monitoração territorial, foi encontrado uma velha casa de palha. Tudo aconteceu por acaso, um cruzeiro teve seus equipamentos desconectados de todos os servidores, o que fez o barco navegar à deriva por alguns dias. Por fim bateram nessa pequena ilha onde encontraram um homem, beirando os sessenta anos, vivendo sozinho.

“Quando por fim o sistema voltou a funcionar, os equipamentos de identificação não trouxeram nenhum resultado”, disse uma das testemunhas, “então eu tive a ideia de fazer uma busca no banco de dados do museu do DNA e o resultado foi surpreendente”.

“Albert Einstein foi um físico teórico alemão muito famoso por ter desenvolvido a teoria da relatividade geral, que era um dos pilares da física do milênio passado”, continuava a matéria, “Ainda não se sabe como ele reverteu sua pretensa morte em 1955, nem como conseguiu sobreviver todo esse tempo, ele desapareceu do local antes que as autoridades competentes pudessem interrogá-lo”.

— Ainda não acredito que perdi essa história — disse Joseph para talvez seu único amigo nessa vida, Byako. Os dois trabalhavam juntos, uma mesa do lado da outra.

— Como assim? Só se falou disso semana passada, você tava do meu lado quando a gente discutiu o caso com o pessoal do financeiro.

— Eu? — Joseph estava verdadeiramente surpreso, ele não lembrava de nada — Não lembro de nada!

— Não lembra? Implantou algum chip alucinógeno no seu sistema? Você mesmo disse que isso era um complô da C.I.A pra implantar essa história no sistema, minando assim nossa sociedade atual e mostrando a superioridade do povo antigo.

— Eu disse isso?

— Disse, aí nessa mesa, sou testemunha.

— Faz sentido — Joseph disse depois de pensar um pouco — Realmente essa é uma história muito mal contada, muito conveniente ele ter desaparecido assim do nada. Meu eu do passado tinha razão.

— Foi a conclusão que você chegou. Sério? Que isso? Ecos do passado? Você está brincando, certo?

Mas Joseph não respondeu nada, o que ele tinha naqueles dias? Amnésia? Aquilo era ridículo, tentou puxar as lembranças do que tinha feito semana passada e não havia nenhum vestígio daquela conversa. Loucura. Provavelmente tudo não passava de uma brincadeira de Byako, o amigo era dado àquele tipo de humor desagradável, brincadeiras que Joseph jamais entenderia.

Eram dezesseis, zero, zero, quando uma movimentação estranha invadiu o escritório. Homens vestidos de preto invadiram o local. Eles carregavam bastões energéticos que pulsavam no ar. Joseph reconheceu a insígnia da república e torceu o rosto.

— O que é isso? — bravou o encarregado do turno da tarde — Com que direito vocês fazem essa algazarra?

— Nós temos um mandado — gritou um dos homens — onde está Benjamin Hidler?

— Não seja ridículo — respondeu o encarregado com desprezo — O senhor Hidler é um homem muito ocupado, ele embarcou para a Venezuela esta manhã.

O homem de preto se aproximou segurando o colarinho da blusa do encarregado com ameaça.

— Agora escuta aqui seu imbecil, não me venha com essa merda. Nós sabemos que ele está aqui.

O encarregado gaguejou alguma coisa. Então uma porta se abriu e Benjamin Hidler apareceu. Joseph mesmo nunca o tinha visto, apenas em imagens holográficas. Hidler era um homem muito alto, tinha uma excelente postura, que o fazia se destacar das pessoas comuns. Possuía cabelos curtos, bem arrumados. Seus olhos azuis pareciam brilhar quando ele observou em silêncio o ambiente. Ele tinha uma presença arrebatadora, todos ficaram em silêncio.

— Pois não? — ele por fim disse — Em que posso ajudá-los?

— Senhor Hidler — disse o homem projetando um documento no visor de todos daquela sala — Você está preso por conspiração e por disseminar ideias racistas por nossa sociedade.

— Isso é ridículo! — berrou o encarregado.

— Ridículo? — respondeu o homem com desprezo — Benjamin Hidler é um dos fundadores do partido para a Evolução Humana, encontramos nos seus attorôbos rotinas para a manipulação genética, secretamente ele estava retirando do dna humano tudo aquilo que sua visão doentia não achava ser certo.

Todos olharam para Benjamin Hidler, esperando uma explicação, mas o homem permanecia em silêncio, com um sorriso perfeito no rosto. O homem de preto se aproximou.

— Benjamin Hidler — balbuciou enquanto tirava uma caneta do bolso, ele apontou para Hidler que continuava impassível — ou seria, Adolf Hitler?

A luz tremeu por um segundo e havia um outro homem ali. Ele era mais baixo do que Hidler, bastante pálido e tinha um corte de cabelo horrível. A única coisa que lembrava o homem de outrora eram os olhos azuis que brilhavam em fúria.

— Imbecil — Hidler explodiu — com que direito você vem aqui me encarar desse jeito, seu macaco inútil?

— Adolf Hitler, você tem o direito de permanecer em silêncio…

Joseph observou a tudo chocado. Que porcaria de mundo era aquele em que vivia?

 

III. Albert Einstein está vivo

A investigação durou a noite toda e até lhe chamarem para depor demorou um bom tempo. Ele ficou lá, sentado em sua mesa, esperando. Não ousava falar com Byako, os homens de preto olhavam por todo o lugar.

Primeiro Albert Einstein, depois Adolf Hitler, aquilo não podia ser real. Talvez a resposta estivesse no comentário que Byako tinha feito, um chip alucinógeno faria mais sentido. Ou talvez estivesse em alguma espécie de experimento, vivendo uma realidade virtual fictícia.

Talvez, talvez.

Byako foi primeiro. Joseph ficou sozinho, esperando. Passaram mais algumas horas até que lhe chamaram. Foi tudo muito rápido, basicamente respondeu perguntas sobre quem ele era e seu papel na empresa. Negou qualquer envolvimento nos atos de Hidler e foi liberado.

Chegou em casa se sentindo nu, os attorôbos tinham sido desligados e ele não tinha nenhum acesso a rede. Aquilo era alarmante, teria que resgatar alguma máquina antiga do depósito. Sua porta fez um scanner da sua estrutura biológica e liberou a trava.

— Seja bem vindo, Joseph Hollow. Agora são cinco e três — soou a voz suave e feminina da I.A de sua casa. Em seguida outra voz chamou seu nome, e mais uma, e mais uma…

Logo incontáveis vozes chamavam seu nome.

Sua cabeça fervilhava. Sentiu dor. As vozes lhe faziam girar.

Quando tudo voltou ao normal, abriu os olhos e viu um homem. Não tinha como não reconhece-lo, viu sua foto naquela manhã.

Albert Einstein lhe estendeu a mão e o ajudou a se levantar.

— Seja bem vindo — disse.

Joseph estava em cima de uma plataforma com um fio que a ligava até um console. Ao lado de Einstein havia um homem que brilhava em um dourado intenso. Joseph percebeu que ele mesmo brilhava, com uma cor branca fantasmagórica.

— Que? — conseguiu dizer diante do conflito que se formava em sua mente.

— Você foi invocado para a batalha — disse Einstein.

— Oi? — conseguiu dizer.

O homem dourado se aproximou.

— Que tipo de treinamento você teve? — falou autoritário.

— Como?

O homem dourado lhe entregou um artefato retangular, com um buraco em uma das extremidades.

— Você sabe atirar? — perguntou.

Joseph fez que não com a cabeça. O homem praguejou.

— Escuta. Só aponta esse lado e puxa o gatilho.

— Ainda temos tempo de chamar mais um — disse Einstein indo até o console. Ele digitou em um teclado e a plataforma começou a brilhar. Uma luz esférica se formou e foi aumentando aos poucos, até se transformar em uma mulher dourada.

Ela e o homem se saudaram e saíram correndo.

Einstein se aproximou de Joseph.

— Vem — disse.

— Espera — gritou Joseph — porque eles parecem fantasmas?

— Rôbos fantasmas. Você também.

— E porque você é o único normal? — mas Albert Einstein já estava correndo por um corredor de pedra. Joseph não teve escolha e foi atrás. O corredor parecia não ter fim, demorou um bom tempo até eles saírem em uma sala.

O homem e a mulher lutavam contra um gigante. Era uma espécie de armadura que golpeava com um machado enorme. Joseph ficou paralisado sem entender porra nenhuma.

Albert Einstein puxou um cajado e balbuciou algumas palavras estranhas. A ponta do cajado se acendeu e um raio violento atingiu a armadura gigante que caiu no chão.

Einstein se aproximou de Joseph que ainda estava congelado.

— Ei cara, — gritou — não esquece. Aponta e aperta o gatilho. Vamos porra!

Foi uma batalha violenta, mas não difícil. Os três fizeram todo o trabalho. Joseph estava assustado demais e não conseguiu apertar o gatilho. O gigante se desfez em um pó branco.

Einstein se aproximou de Joseph colocando as mãos no seu ombro.

— Bom trabalho — disse.

— Você é o…? — tentou perguntar, mas sua visão começava a falhar e a escuridão tomou conta.

Quando voltou estava outra vez na porta de casa.

— Seja bem vindo, Joseph Hollow. Agora são cinco e doze — disse a voz feminina.

Ele entrou em casa e se jogou no sofá. Não fazia ideia do que tinha acontecido. Ainda segurava aquela estranha arma retangular.

— Que merda foi essa?

— Olha a língua, Joseph — bradou a I.A.

Joseph permaneceu sentado no sofá sem saber o que fazer. Definitivamente se tornara um homem perdido. Não tinha mais emprego, vivia situações inexplicáveis e agora, sem os attorôbos, já começava a se sentir terrivelmente sozinho. Estava confuso. Depois daquela situação com Albert Einstein estava mais forte e isso lhe deixava um pouco melhor.

Ainda assim, confuso.

57 comentários em “Trigger/Gatilho (Tiago Volpato)

  1. Luan do Nascimento Corrêa
    11 de agosto de 2015

    → Avaliação Geral: 5/10

    → Criatividade: 5/10 – A história não é muito criativa, esperava mais.

    → Enredo: 5/10 – Não gostei. A história não me cativou e diversas vezes não deu vontade de seguir.

    → Técnica: 6/10 – O texto merece uma revisão. Achei diversos erros.

    → Adequação ao tema: 8/10 – Está adequado, mas poderia ter sido melhor.

  2. Fábio Santos Almeida
    11 de agosto de 2015

    “Depois daquela situação com Albert Einstein estava mais forte e isso lhe deixava um pouco melhor.

    Ainda assim, confuso.” Confuso fiquei eu. Hitler e Einstein e evolução… Compreendi a premissa do conto, mas acho que o autor tentou imprimir demasiados eventos no limite de palavras. Os diálogos são bons, no entanto, coisa que eu aprecio =P. A linguagem é fluída, mas sugiro ao autor que, numa próxima ocasião, se tente refrear de deambular tanto e concentrar mais num sentido para o conto. Que moralidade maior consigo retirar? etc. Mexer com coisas genéticas é lixado, porém, nisso tamos de acordo xD

    Bem jogado! 7 =P

  3. Wilson Barros Júnior
    11 de agosto de 2015

    Interessante como as ideias de Asimov influenciaram a ficção científica. O governo social através do “Multivac”, presente em inúmeros dos seus contos, ficou no “subconsciente coletivo”. Bem sugestivo o fato de a CIA ter virado terrorismo. O conto é curioso, eu pelo menos gosto de personagens históricos que ressuscitam, tema recorrente nos contos da “Asimov Magazine”. Entretanto, o drama é bastante original, incluindo um inédito Hollow do “hueco mundo”.

  4. Gustavo Castro Araujo
    11 de agosto de 2015

    Gostei muito do início, dessa atmosfera futurística e ao mesmo tempo realista, tão próxima de nós. Dá para imaginar que o futuro será assim mesmo. Achei bacana também a maneira como os personagens se relacionam e o modo como Hitler/Hidler e Einstein foram inseridos na história. Só torci o nariz para essa batalha – imaginária ou real – que Joseph protagonizou. Achei corrida e desnecessária, um apego um tanto injustificável à cultura hollywoodiana. No geral, porém, um conto interessante.

    Nota: 6

  5. Bia Machado (@euBiaMachado)
    10 de agosto de 2015

    Um conto interessante em sua estrutura, mas que pra mim não funcionou. Acho que se você tivesse escolhido uma das partes pra desenvolver, teria sido melhor, em minha opinião. Não sei quantas palavras usou, mas me pareceu ter ficado no limite, foi a impressão que tive, ou seja, precisava de um espaço maior pra desenvolver da forma como parece que você queria.

  6. Marcel Beliene
    10 de agosto de 2015

    Esse final ficou meio zoado… Eistein lutando contra um robô gigante? Mas isso foi muito legal, sério! Criatividade não faltou e você escreve bem. Parabéns!

  7. Renato Silva
    10 de agosto de 2015

    Olá.

    Tive que ler mais uma vez para entender, achei o texto confuso. Li mais uma vez. Entendi boa parte, até ele entrar no apartamento e ver Albert Einstein. Depois disso, não consegui mais entender o que passava.

    O conto tinha tudo para ser legal e divertido, mas não sei explicar o que não me agradou. Penso que seja por algumas situações “forçadas”, como aquela de associar Hidler ao Hitler. Adolf Hitler foi responsável por um dos governos mais sanguinários do século XX (Stalin, Pol Pot e Mao Tsé-Tung não ficavam atrás), mas Joseph Mengele era quem realmente cometia as atrocidades em terríveis experiências envolvendo prisioneiros de guerra, crianças e outras “criaturas inferiores” (hoje só fazemos isso com animais e não vemos problema algum). Percebi alguns pequenos erros de pontuação, mas nada que comprometa o texto.

    Apesar de tudo, você fez um bom trabalho e peço desculpas pela ignorância em não ter compreendido o texto por não notar algumas referências que você tenha feito. A única que vi foi o seu pseudônimo, “homenageando” um grande nome da ficção científica. Presumo que tenha se inspirado em sua obra para compor o conto. Conheço vários de suas adaptações para o cinema, mas ainda não consegui ler seus contos (tenho vários baixados, só falta o tempo para leituras).

    Boa sorte.

  8. Cácia Leal
    9 de agosto de 2015

    Não gostei muito do conto. O tipo de narrativa não me atraiu, nem a trama, que achei pobre e sem muitos atrativos. A linguagem utilizada também não me agradou. Encontrei erros de português que mereceriam uma boa revisão.

  9. Alberto Lima
    9 de agosto de 2015

    “Joseph ficou paralisado sem entender porra nenhuma.” Essa é a minha situação, hahaha. Muito legal e o enredo bem construído.

  10. vitormcleite
    7 de agosto de 2015

    O texto pareceu-me um pouco confuso com a viagem no tempo, parece-me que algumas partes podem ser limpas, e, devia ser mais rápido, ao ler gostava de ter sentido a velocidade da luz, não?

  11. josé marcos costa
    4 de agosto de 2015

    Bom, eu pensei que você estava escrevendo sobre viagens dimensionais e ai quando fui ver era uma história de viagem no tempo, ou algo do tipo, sabe, sua história foi boa, mas não convenceu, também não me fez acreditar no seu argumento, mas como disse: A história foi boa, talvez ficaria melhor se vc não tivesse tentado explicar tudo e tambem não tentasse fazer uma conto tão pretencioso e ao mesmo tempo tão fantasiosa.

  12. Fil Felix
    3 de agosto de 2015

    As sentenças estão rápidas demais, muito bruscas, acaba dificultando um pouco o entendimento. Até ele ir pra outra dimensão/ realidade/ sonho, estava caminhando de maneira interessante, despertando alguns questionamentos. Algo como realidades cruzadas, mas acho que desandou quando entrou em Matrix/ Senhor dos Anéis, ficando bem confuso e fora do ritmo (principalmente com o primeiro palavrão, dito pelo narrador). Acabou prejudicando o conto, um final bem ex machina =/

  13. Fabio D'Oliveira
    2 de agosto de 2015

    Trigger/Gatilho
    Felipe K. Pinto

    ஒ Habilidade & Talento: Podemos ver, nesse conto, um grande talento. Mas ele ainda está adormecido. Sobre a habilidade, vemos um pouco de deficiência, porém, isso pode ser solucionado com muita determinação e foco. Conselho: escreva com calma, muita calma, releia quantas vezes puder e lapide a jóia bruta o máximo.

    ண Criatividade: Aqui encontramos um jovem escritor que resolveu atirar no escuro. Às vezes, acerta o alvo, no entanto, na maioria das vezes, não acerta. Essa é a criatividade dele. Incerta e desajeitada. Existe algo além na criatividade, onde o texto precisa se relacionar com o escritor e com o leitor, ao mesmo tempo. Pratique isso!

    ٩۶ Tema: Mesmo no meio de tantos erros, encontramos acertos. A vida é assim. Se o texto fosse mais refinado, poderia ser melhor ainda.

    இ Egocentrismo: Meu ego encontra dificuldade em ler textos assim, onde a imaginação inunda o texto e acaba afogando tudo e todos. Querendo ou não, o ser humano procura um pouco de segurança em tudo que vivencia, inclusive nas histórias.

    Ω Final: O Talento está de mal com a Habilidade. Enquanto isso, a Criatividade se torna onipresente e invade a privacidade de todos. Que mal! O Tema está ali, exercendo o único papel de sábio naquele mundo. E o Egocentrismo preferiu ficar do lado de fora, só observando. Desenvolva melhor a ideia, com calma, e procure dar ao leitor um terreno seguro.

  14. Pedro Luna
    30 de julho de 2015

    Vale dizer que o conto é agradável de ler, mas não entendi muito e por isso não gostei? Vale. rs.. não consegui pegar a ideia e se isso for culpa minha, perdoe-me, mas o conto se mostra uma sucessão de cenas insanas que no fim não me fizeram sentido.

  15. Anorkinda Neide
    30 de julho de 2015

    Bom,tb fiquei confusa…mas uma confusão boa! 🙂
    .
    Eu acho que ficou solto demais o enredo, pra minha perspicácia, que é pouca, precisaria de algumas explicações e um espaço maior para desenvolvê-las a contento.
    Mas vc fez um belo trabalho aqui. Parabens,

    Não gostei do título com essa barra ae… não ornou…rsrsrs

    Abração

  16. Laís Helena
    26 de julho de 2015

    1 – Narrativa, gramática e estrutura (1/4)

    A Narrativa no início foi envolvente, mas se tornou muito apressada na parte 3. Há um excesso de vírgulas e muitas repetições. Exemplo: “— Eu? — Joseph estava verdadeiramente surpreso, ele não lembrava de nada — Não lembro de nada!”, que ficaria muito melhor se fosse: “— Eu? — Joseph estava verdadeiramente surpreso — Não lembro de nada!”. Como ele disse que não se lembrava, colocar essa informação no inciso se torna desnecessário, já é possível inferir isso a partir do diálogo.

    2 – Enredo e personagens (1/3)

    O enredo foi confuso, e no final não chegou a lugar nenhum. A primeira parte se revelou uma introdução desnecessária, e no final não houve ligação entre Hidler/Hitler e a pequena missão comandada por Einstein. Não há problema deixar um final em aberto, entretanto, algumas coisas precisam ser explicadas para que a trama faça sentido.

    3 – Criatividade (1/3)

    Foi interessante a ideia de trazer de volta pessoas famosas, entretanto, isso não foi bem explicado, o que acabou fazendo que seu conto não ficasse interessante.

  17. Alan Machado de Almeida
    24 de julho de 2015

    Agora que eu entendi a piada do apelido do autor. Dããã da minha parte. Só pelo trocadilho você mereceria um ponto extra.

  18. Renan Bernardo
    24 de julho de 2015

    Gostei do conto! O início foi particularmente interessante. Ao contrário do final, que eu realmente não curti tanto. Ainda assim, você soube aproveitar bem o tema. Seus diálogos são bons e seu texto flui naturalmente.

  19. Antonio Stegues Batista
    24 de julho de 2015

    Nota=6

  20. Thales Soares
    24 de julho de 2015

    Caro Felipe K. Pinto, seu conto é muito estranho…
    Mas isso é bom!! Eu queria mesmo encontrar histórias estranhas por aqui, ainda mais com o tema deste desafio!!

    Albert Einstein? Hitler? Gostei disso kkkkkk
    A escrita presente nesta história, porém, não me encantou muito. Não sei bem…. achei que faltou um pouco de descrição e detalhes em alguns momentos. A linha de narração também acabou por me deixar meio confuso…. não sei se entendi perfeitamente o final…. ou, se entendi mesmo, fiquei meio decepcionado, pois eu esperava algo a mais, sei lá… Tudo estava se desenrolando de uma forma, como se fosse ocorrer algo fantástico e mirabolante no desfecho!!

    Gostei da divisão em capítulos…. ajudou a fazer o conto fluir melhor.
    Seu conto, no geral, foi bom. Acima da média. Parabéns

  21. Felipe Moreira
    23 de julho de 2015

    Gostei do conto num geral. Joseph passou por muitas coisas num espaço curto de texto, por isso que essa narrativa não trouxe muita densidade pra ele. Realmente, é o que vem sendo o maior desafio desse certame: Explorar o ambiente ou as personagens.

    Gostei da ideia, todo o escopo criado foi muito interessante, desde o tempo à função do Joseph com a bioweb.

    Parabéns pelo trabalho e boa sorte no desafio.

  22. mariasantino1
    22 de julho de 2015

    Olá, Philip K. Dick!
    Então, eu gostei da escrtia firme, gostei também da ambientação do começo do conto e de como os dois caras ficaram bem edificados (a propósito, Byako é um vilão de mangá? Cavaleiros do Zoodíaco? Ai ai… essa minha cabeça de merd@). Bem, até a parte das reportagens eu acompanhei e curti, mas depois do Hitler e da convocação, do Golen no fim… hum… Eu não entendi mais nadica. Enfim, preciso de uma tecla SAP.
    Bom, nota: 06
    Abraço!

    • mariasantino1
      10 de agosto de 2015

      Oi, voltei aqui, porque o conto é bem criativo e acho que a falha foi minha por questão de gosto e talvez base maior para assimilar o restante.

      A nota será 7

    • Tiago Volpato
      12 de agosto de 2015

      Yuyu hakusho 😊

  23. Mariza de Campos
    22 de julho de 2015

    Olá! o//
    Mesmo que o final fale que o Joseph acha confuso, o leitor não deveria achar, isso foi o que mais me incomodou na história. O português é muito bom e bem colocado, entretanto há graves problemas de compreensão no enredo, a ideia no começo é interessante, mas essa analogia é dispersada no decorrer dos fatos. Sem contar que a história não teve um fim, daria uma ótima história se esse fosse o primeiro capítulo, mas como é pra ser um conto, deveria ter um final.
    Bom, se um dia você der uma continuidade para essa história, vou querer ler. 🙂
    Até mais. \\o

  24. Antonio Stegues Batista
    21 de julho de 2015

    Li até o fim e fiquei confuso, não entendi muito bem a estória. Ficou parecendo o capítulo de um conto que o final ainda não foi escrito.

  25. Marcellus
    21 de julho de 2015

    Confuso. Exatamente.

    Comecei a enumerar os pequenos erros e deslizes, mas acabei desistindo. A história não tem pé nem cabeça, o autor não fez o menor esforço para revisá-la, o vocabulário é pobre… enfim, não me prendeu.

    Boa sorte na próxima.

  26. Piscies
    20 de julho de 2015

    Concordo. Confuso, bem confuso, rs. Não entendi nada. E olha que li o conto três vezes para tentar pegar qualquer pegadinha ou dica que você tenha deixado no decorrer da trama que explicasse tudo o que eu li.

    Só que eu não entendi nada então fiquei bem frustrado. Se essa história tem algum sentido, ou eu sou muito lerdo mesmo, ou tem algo de errado na forma como você apresentou os fatos.

    A escrita está muito boa. O conto é de fácil leitura e flui muito bem. Só achei alguns problemas que listo abaixo:

    – “Joseph, trabalhava no …” – Virgula ruim. Ela não deveria existir.

    – “A função de Joseph na empresa, era a de…” – Vírgula ruim de novo. Novamente, não deveria existir.

    – “…foi encontrado uma velha casa…” – encontradO ou encontradA?

    – “Mas Joseph não respondeu nada, o que ele tinha naqueles dias?” – Outra vírgula ruim. Acredito que, neste caso, o melhor seria substituí-la por um ponto final.

    – “Rôbos fantasmas” – RobÔs.

    Boa sorte no desafio!

  27. Angelo Dias
    20 de julho de 2015

    “Joseph ficou paralisado sem entender porra nenhuma.” Essa frase resume meu sentimento após ler o texto.
    Há a necessidade de revisão já que algumas vírgulas são desnecessárias e algumas frases estão confusas.
    Mas devo dizer que gostei mais do que imaginava. Essa coisa louca, com cara de Monty Python, com Hitler, Einstein, alucinações e/ou sonhos… não entendi direito o que li mas devo dizer que gostei bastante. Uma leve revisão e esse conto pode ficar ainda melhor.

  28. Leonardo Stockler
    18 de julho de 2015

    Confesso que ao terminar uma grande sensação de “o que foi isso que eu acabei de ler?” invadiu minha cabeça. Você escolheu narrar uma história propositalmente confusa sem transmitir com isso aquele sabor gostoso de quando nos vemos perdidos em uma trama maluca. A trama é, de fato, maluca, mas as surpresas não têm aquele efeito de surpresa. O que eu sugeriria? Uma narrativa que não evidenciasse tanto as sensações e os pensamentos do personagem principal. Por exemplo: você não vai deixar o seu leitor confuso só dizendo que o personagem se sente confuso. Também não sei nem se era essa a sua intenção – na verdade sua intenção não está tão clara assim. A figura do Einstein, estranhamente, não é tão impactante, assim como a do Hitler também soa meio pífia diante de tudo. O que eu mais gostei, na verdade, é esse ar de cachorro perdido do personagem principal, de alguém que não faz a menor ideia do que tá acontecendo, algo que ficou evidente nesse trecho aqui:
    “— Que? — conseguiu dizer diante do conflito que se formava em sua mente.

    — Você foi invocado para a batalha — disse Einstein.

    — Oi? — conseguiu dizer.

    O homem dourado se aproximou.

    — Que tipo de treinamento você teve? — falou autoritário.

    — Como?”

    Ahahahahaha, as três perguntas dele são: “Quê? Oi? Como?”, diante daquele que parece ser um momento decisivo pra história desse mundo. Não sei se foi proposital, mas é genial o efeito que isso teve. Na verdade, acabou até me lembrando o Thomas Pynchon, guardadas as devidas proporções. Os personagens principais dele nunca sabem muito bem o que está acontecendo, se esquecem das coisas, e não conseguem juntar os pontos.

  29. Marcos Miasson
    18 de julho de 2015

    Bom, não sei bem por onde começar, mas acredito que a estória seja parte de algo maior, não? Fiquei um pouco perdido depois do raio do cajado, acredito que falte um pouco mais de descrições.
    Boa sorte!

  30. Leonardo Jardim
    13 de julho de 2015

    ♒ Trama: (3/5) o desenho da trama é interessante e conseguiu me prender para entender o que estava acontecendo, mas parece que ficou somente no rascunho. No fim, foram muitas pontas soltas.

    ✍ Técnica: (2/5) narra bem e constrói algumas imagens e cenas legais, mas é imatura em outros pontos. Um grande potencial, sem dívidas.

    ➵ Tema: (2/2) vários elementos tecnológicos (✔).

    ☀ Criatividade: (3/3) ok, trazer ícones foi passado de volta à vida no futuro foi uma sacada bem legal. Pena que não foi bem explicado.

    ☯ Emoção/Impacto: (3/5) gostei muito do início e meio, principalmente com o efeito da dúvida. Fiquei triste no final quando vi que nada seria explicado.

    Problemas em pontuação no diálogo, como em:
    ● bravou o encarregado do turno da tarde *ponto* — Com que direito

  31. Daniel I. Dutra
    11 de julho de 2015

    Conto com toques de PKD (pseudônimo também entrega, rsrs). Gostei.

    Por coincidência, tenho um conto no prelo da editora Draco, “Uma Sombra do Passado”, que trabalha com a questão do nome verdadeiro de Htiler (Hiedler). No

    Não entendi bem porque o nome Benjamin Hiedler no lugar de Adolf mesmo. Imagino que o motivo tenha sido não deixar óbvio demais para o leitor. Mas se for esta a razão, considero desnecessário. A graça de se utilizar o nome Adolf Hiedler está justamente em deixar o leitor na dúvida se é “aquele” Adolf. Foi o que fiz no meu conto.

  32. Anderson Souza
    11 de julho de 2015

    Acredito que o grande prêmio deste concurso é a avaliação sincera dos textos, com críticas construtivas e opiniões de leitores que são apaixonados por Ficção Científica.

    KKKK gostei bastante. O conto tem personalidade. Está muito bem escrito. Você é talentoso. Parabéns!

  33. catarinacunha2015
    10 de julho de 2015

    TÍTULO. Demorei a entender que “trigger” é “gatilho” em inglês. Mas não entendi o objetivo bilíngue.
    TEMA. Viagem no tempo ou pesadelo. Sei lá, FC é assim mesmo.
    FLUXO bom. Direto e bem construído. Ideias bacanas prejudicadas pela torrente de pontas soltas.
    TRAMA. Olha, Pinto, achei confuso pra caramba. Não consegui ligar o trabalho de Joseph ao patrão Hitler, muito menos a guerra contra o gigante com a galera dourada e Einstein com seu cajado de raios. Se o personagem ficou confuso, imagine eu!
    FINAL adequado, explica todo o texto.

  34. Andre Luiz
    9 de julho de 2015

    Achei interessantíssima a evolução de um conceito de ficção científica aliado à nanotecnologia, visto que pouco leio acerca desta vertente. Gostei da forma como Hidler conduzia experimentos genéticos e um desejo de purificação da raça humana que passou pela história. Feitas as analogias, tenho que te dizer que tudo desandou na terceira parte do texto. Toda esta história de Einstein e robôs fantasmas não me convenceu, principalmente por não ser explicado no conto como Einstein e Hitler viveram todos estes anos(isso se a história se passar em um tempo futuro ao nosso). No mais, gostei da premissa do conto. Boa sorte!

  35. Evandro Furtado
    9 de julho de 2015

    Tema – 10/10: adequou-se inteiramente à proposta;

    Linguagem – 10/10: clara e bem colocada, as utilização de certos termos se adequou bem ao gênero ficção científica;

    História – 10/10: muito interessante, desde o início, ter colocado figuras históricas conhecidas contribuiu bastante;

    Personagens – 10/10: muito bem construídos e verossímeis;

    Entretenimento – 10/10: prende muito bem o leitor, uma ótima dica pra quem estiver entediado;

    Estética – 7/10: você fez uso de uma narrativa em terceira pessoa repleta de diálogos, o que tornou o texto bem fluido, talvez faltasse um final um pouco mais forte.

  36. Ferreira Silvio
    9 de julho de 2015

    O leitor vê a história a partir dos acontecimentos que perturbam a cabeça do Joseph e achei que faltou enriquecer isso, o ponto central do seu texto. Quando o protagonista empunhou a arma e vi que a ação ia começar de vez, me animei, mas tudo se resolveu tão rápido. Queria ir um pouco mais fundo nessa ”viagem” dele, mas o conto não vai.

    Li duas vezes para tentar descobrir de onde veio essas visões e não acho que foi falha sua, porque, como disse, temos o ponto de vista de uma pessoa que não está vendo coisa com coisa, mas acho que pude apreender que alguém mexeu na programação no cérebro das pessoas.

    Gostei de algumas opiniões suas na primeira parte do texto sobre os humanos:”criaturas mergulhadas em misticismo, ainda crentes na possibilidade de alguma estrela influenciar suas vidas” e ”comportamento mercadológico”.

    Você insere alguns nome que são fáceis de intuir ”mainframes responsáveis por controlar os sistemas sociais” e ”realidade aumentada” e isso nem sempre acontece no gênero, por vezes, jogam vários termos impossíveis de serem assimilados para dar a ideia de futuro. Você fez isso de forma simples e eficiente.

    Concluindo, acho que faltou você aprofundar as imagens desconexas, que era algo que prometia ser instigante, mas não se confirmou.

    Abraços e Boa Sorte.

  37. Davenir da Silveira Viganon
    6 de julho de 2015

    Adorei a viagem. Adorei o pseudônimo, apesar do conto se bem mais original kkk
    Fiquei querendo saber o que acontecia no final e gostei do resultado. Parabéns!

  38. Jefferson Lemos
    6 de julho de 2015

    Olá, autor (a)!

    Devo dizer que Joseph não foi o único a ficar confuso. Ao final, não consegui entender em nada o enredo. A narração é boa, mas a trama pareceu nublada demais. Porque Eistein e Hitler? O que aconteceu com Hitler? O que aconteceu com Joseph? O que aconteceu com Eistein? Faltou muita explicação e isso comprometeu bastante o texto.

    No final, não gostei por achar que faltou muito.

    De qualquer forma, parabéns pelo texto. Boa sorte!

  39. Michel M.
    6 de julho de 2015

    Não sei se um conto com menos de duas mil palavra precisa ser dividido em três partes. A ideia dos attorobôs parece interessante e merecia ter sido melhor explorada. Até mesmo para tornar a trama mais clara para o leitor, pois eles parecem essenciais para entender o ambiente da trama.

    Um coisa que não ficou clara é se o personagem principal é um ser humano, um alienígena ou alguma espécie de transhumano. A dúvida surge em um momento no texto, onde é afirmado:
    “Era típico dos seres humanos essas atitudes ilógicas, mas eram o que eram, criaturas mergulhadas em misticismo, ainda crentes na possibilidade de alguma estrela influenciar suas vidas. As vezes ele achava ser alguém que escorregou de outra realidade pra cá.”

  40. Pedro Teixeira
    5 de julho de 2015

    Olá autor(a). O texto tem passagens interessantes, bem escritas, mas a estória não fez muito sentido pra mim. Alguns diálogos não soaram naturais, outros ficaram bons. A narrativa, a meu ver, oscila muito, e não deixou nada muito claro.De qualquer forma, parabéns pela participação e boa sorte no desafio.

  41. William de Oliveira
    5 de julho de 2015

    Pode vender essa aventura pra Marvel. Bem legal e inesperado essa mistura que você fez.

  42. Rogério Germani
    5 de julho de 2015

    Olá, Felipe!

    Conto mirabolante! Lembra muito as estórias que minha filha inventa com as bonecas dela que morrem e ressuscitam do nada…rsrs
    O fato de Einstein ser um cientista atemporal dá-lhe crédito para uma possível ressurreição, mas Hitler? Ficou forçado, até porque o Einstein, em seu conto, luta contra Adolf Hitler. Dificilmente ele iria compartilhar seu segredo de como reviver para um inimigo…

    Boa sorte no desafio!

  43. Phillip Klem
    4 de julho de 2015

    Boa noite. Definitivamente você escreve bem. Uma escrita simples, mas gostosa de se ler. Os diálogos são convincentes e bem estruturados.
    Tiro o chapéu para a sua criatividade. Definitivamente uma história bem imaginada.
    Contudo, o final não fez o mínimo sentido para mim. Talvez, se você tivesse a oportunidade de continuar o conto, as pontas soltas poderiam ser explicadas. Sem dúvidas sua criatividade daria conta do recado.
    Gostei muito das partes um e dois. Fiquei bastante ansioso para saber o final e, confesso, fiquei um pouco decepcionado.
    Meus parabéns pelo conto e continue escrevendo. Você tem potencial.
    Boa sorte amigo.

  44. Sandro Vita
    4 de julho de 2015

    Gostei muito da elaboração da história. Os diálogos foram muito bem usados e apesar de algumas expressões ou palavras que eu desconheço do universo da história, conseguiu me manter fiel a leitura até o fim. Eu apenas não entendi o porquê de criar três mini capítulos, uma vez que a estrutura do texto ficaria ainda melhor se contada diretamente, usando talvez um salto temporal para avançar no enredo sem perder a coesão dos fatos. Um detalhe importante é que existem alguns micro erros, tal como usar a palavra “estava” na forma “TAVA”, mas nada que comprometa a leitura. Mesmo assim um texto rico em criatividade onde falta apenas técnica para ir mais além. Parabéns.

  45. L E Peret
    3 de julho de 2015

    Esse conto está mais para ficção bizarra do que SciFi. Interessante e articulado, mas pouco autoexplicativo e com muitas pontas soltas. Também há alguns problemas gramaticais, especialmente o excesso de vírgulas em locais inapropriados.

  46. Felipe T.S
    3 de julho de 2015

    Caraca, esse foi louco! huauha

    Eu gostei da narrativa, achei muito engraçada, sensacional até metade do texto. Depois, acho que o autor acelerou demais as coisas e para um leitor mais desatento, até parece que não há uma linearidade na confusão que acontece, mas ainda assim, o fim é interessante e faz a gente querer reler o conto, pra ver se não deixamos passar nada.

    Parabéns homem do castelo alto e boa sorte no desafio!

  47. Claudia Roberta Angst
    3 de julho de 2015

    Ah, também ainda estou confusa. O engraçado é que logo lembrei de Hitler quando li Hidler. Acho que foi natural, trocar o d pelo t e pronto. Até aí, tudo bem, entendi. A parte do Einstein ficou um pouco mais complicada para mim. Não alcanço essas ideias muito futurísticas misturadas ao passado. Falha minha. No entanto, achei interessante juntar um nazista e o seu contraponto um físico judeu na trama, alucinógena ou não.
    Vou reler novamente alguns trechos para tentar assimilar a ideia geral. Percebo que o autor teve o trabalho de tentar não deixar pontas soltas e caracterizar ambiente e personagens. O conto está bem escrito, embora não tenha sido uma leitura fácil para mim.
    — Seja bem vindo = BEM-VINDO
    (…) já estava correndo por um corredor de pedra = correndo/corredor – ficou bem estranho isso.
    Boa sorte!

  48. Lucas
    3 de julho de 2015

    Olá,
    Então, eu acho que você saiu muito da caixinha haha. Não sei muito bem onde a história pode melhorar, acho que alguns diálogos poderiam ser cortados e as coisas mais bem explicadas. Ficou sem pé nem cabeça o conto.
    Uma coisa que gostei foi dos terroristas da CIA. Achei uma inversão interessante. Ai está um lugar pra se investir.
    Boa sorte.

  49. rubemcabral
    3 de julho de 2015

    Olá, Felipe.

    Então, sendo sincero, não gostei muito. E olha que eu aprecio essas maluquices sobre percepção da realidade a la Philip K. Dick. Acho que faltou principalmente mais capricho na escrita, que está confusa e com vários erros. Talvez com mais espaço e planejamento este conto possa voar. Do jeito que foi apresentado, contudo, terminei a leitura feito o Joseph.

    Boa sorte no desafio e abraço.

  50. Brian Oliveira Lancaster
    3 de julho de 2015

    EGUA (Essência, Gosto, Unidade, Adequação)

    E: Um tom bem humorado para uma distopia maluca. >> 8.
    G: O texto tem um “Q” de sarcasmo, que caiu muito bem. A divisão em capítulos ajudou muito no entendimento do enredo. Mas, particularmente, não gostei do final – foi uma sucessão de eventos malucos, para depois descobrirmos que tudo não passava de… Uma sucessão de eventos malucos. Nem sempre o texto precisa recompensar o leitor, mas me senti enganado nesta parte. No entanto, ganha muitos pontos pela construção da esquizofrenia associada aos chips e a atmosfera como um todo. >> 8.
    U: Pequenos deslizes, mas que não comprometeram a leitura. Talvez, mais uma revisão retirasse o estranhamento de algumas frases. >> 7.
    A: Uma abordagem bem diferente, com pé no Cyberpunk. Curti. >> 8.

    Nota Final: 8.

  51. Fabio Baptista
    2 de julho de 2015

    Meu, que viagem!

    Em alguns momentos senti que estava lendo aquele tópico daquela brincadeira no grupo do facebook, onde cada um postava uma frase e ia formando uma história. kkkkkkkk

    Gostei da escrita informal. Alguns apontamentos:

    – onde a maioria das coisas falavam
    >>> Concordância (maioria falava)

    – reverteu sua pretensa morte
    >>> Creio que “suposta” seria melhor que “pretensa”

    No saldo geral, terminei igual o Joseph: confuso!

    NOTA: 6

  52. Alan Machado de Almeida
    2 de julho de 2015

    O final do conto foi meio confuso para mim, poderia ser melhorado, mas a parte 1 e 2 correram bem. Gostei de sua ficção científica misturada à fantasia. Acho inclusive que seu universo poderia ser expandido em outras histórias, tipo uma série de vários capítulos. Mas aí eu já estaria viajando agora. Ao meu ver merece um 8.

  53. Ed Hartmann
    2 de julho de 2015

    Ideia interessante, mas acho que o desenrolar do conto ficou um tanto truncado, com um ou outro personagem sobrando na trama. Algumas coisas ficaram sem explicação, e não contribuíram para o desfecho.

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Informação

Publicado às 1 de julho de 2015 por em Ficção Científica e marcado .