EntreContos

Detox Literário.

Incomum (Tiago Volpato)

incomum

Dorival, mais conhecido como Dori, se espreguiçou na cadeira branca de plástico do clube. Coçou os olhos por baixo do seu Ray-Ban de quatrocentas pratas, bocejando. Não sabia por quanto tempo tinha dormido. Consultou o relógio, mas os ponteiros não se mexiam. Xingou mentalmente. Pegou o celular, que estava sem bateria.

— … que pariu — disse em voz alta. Levantou, alheio às marcas vermelhas que a cadeira tinha deixado nas suas costas.

Ansiava por um refrigerante, mas não viu nenhum garçom. As pessoas também tinham desaparecido.

“Diabos”, pensou, “pra onde foram todos?”

Começou a se vestir quando um casal de idosos se aproximou lentamente. O sol ainda brilhava, mas já não fazia tanto calor. Dorival calculou ser umas cinco da tarde.

— Com licença — disse a senhora já sentada — essa cadeira está vaga?

— Acho que não — respondeu meio apatetado de sono.

— Você não adora esse silêncio? Essa brisa fresca batendo no seu rosto, o reflexo da piscina cobrindo sua pele?

Dorival não respondeu. Ele pensava na melhor forma de se afastar dali sem parecer mal educado. Odiava velhos intrometidos que puxavam conversa. Isso sempre o deixava numa posição desconfortável.

— Você trabalha em que? — continuou a senhora.

— Hum.. Sou tradutor.

— É? — disse a senhora, admirada — deve ser maravilhoso trabalhar com grandes obras literárias. É fácil entrar na mente do autor?

— Na verdade — respondeu Dorival — sou tradutor de filmes. Normalmente o título.

— Ah! — disse a senhora, perdendo o interesse.

— Sim, sim. Modéstia à parte sou muito bom no que faço — Dorival inflou o peito com orgulho — Meu último trabalho foi genial: “Um milhão de maneiras de pegar na pistola”, foi preciso muita presença de espírito para fazer esse trocadilho. É um trabalho difícil, precisamos considerar uma série de coisas como o público alvo, as colocações do mercado, eticétera. Por exemplo, no…

— Que legal — a senhora interrompeu — Você é casado?

O velho, que até o momento não tinha se pronunciado, finalmente mostrou que ainda estava vivo:

— Querida, por favor, não se intrometa na vida do rapaz.

— O que é que tem? Ele não se importa. Você se importa?

— Mil perdões, preciso ir — respondeu Dorival —  já está ficando muito tarde. Vocês por acaso teriam horas?

— Não — disse a senhora.

— Aliás — disse o senhor — não devemos conversar com a comida. Não é bom se apegar.

Os velhos pularam na direção de Dorival que, com o susto, tropeçou na cadeira. A senhora que estava mais próxima o seguiu e deu de cara no chão. O velho se aproximou, agora parecia figurante de um filme de terror. Seus dentes estavam triturados como se uma granada tivesse explodido na sua boca.

— Cara… — Dorival se levantou, chutando a mulher para longe. O Ray-Ban caiu e se espatifou sob seus pés. Sem olhar pra trás, correu.

#

Percorreu todo o prédio administrativo do clube, soltando um palavrão a cada sala vazia que entrava. Tentou vários telefones, mas nenhum tinha linha. Era tudo muito estranho.

Pensou no casal de idosos, nos rostos transfigurados e sedentos por vandalismo.

“Malditos velhos”, se irritou.

Pareciam com os zumbis daquele filme, Todo mundo quase morto. Não tinha sido ele o responsável pela tradução, mas era uma de suas favoritas. Considerava o título original Shaun of the dead estúpido. Um trocadilho que só serve pra inglês.

Foi até o estacionamento e deu partida no carro, que teve um ataque epilético fazendo um barulho estranho. Lembrou-se de quando colocava pedaços de plástico na roda da sua bicicleta, uma tentativa patética (que funcionava) de ser uma criança descolada. Tentou outra vez e o veículo não respondeu. Xingou e gritou feito um maluco para liberar o ódio acumulado.

Teria que encarar uma longa caminhada, com sorte pegaria um taxi, um ônibus ou algo do tipo, mas não viu nada. Apenas o vazio. E a cada passo que dava, cada rua desbravada, a teoria de um apocalipse zumbi ganhava força.

“Zumbis. Não existe coisa mais enlatada do que um zumbi. Se o fim do mundo for assim, vai ser um grande tiro no peito da cultura nacional”, pensou enquanto dobrava mais uma esquina tranquila.

Depois de uns dez quilômetros, encontrou uma garota que mexia no lixo.

— Olá! — disse a garota casualmente. Ela tinha olhos cor de amêndoas, cabelos da cor de cobre e uma pele de amarelo queimado.

“Uma figura exótica”, pensou.

— Oi — respondeu — tudo bem?

— Depende. Tem algum motivo especial pra você invadir meu território? Ou você só está querendo o título de babaca do ano?

— Como é? — Dorival se assustou com tamanha hostilidade.

— É isso mesmo — respondeu a garota com ódio — e também, somente os idiotas respondem uma pergunta com outra pergunta. Não sabe disso? Achei que era de domínio público.

Dorival coçou a cabeça, olhou pro chão, olhou naqueles olhos grandes e felinos. Não sabia o que dizer.

— Como é?

A garota deu um suspiro forte. Decepcionada, sentou-se apoiada na lixeira.

— Muito bem, o meu estado de espírito vai depender do que acontecer agora. Você invadiu meu território, então não posso deixar você ir facilmente. Vai manchar minha reputação. Também não sou nenhuma psicopata, não vou simplesmente abrir seu peito e comer seu coração. Justiça seja feita, vou te dar uma chance. Vou te fazer uma charada e se você for capaz de responde-la, poderá sair daqui. Caso falhe, poderei fazer o que quiser com o seu corpo, entendeu?

— Não.

— Pois bem — a garota disse, limpando a garganta — abre bem os ouvidos, porque não gosto de me repetir.

#

Coincidências à parte, Dorival leu um texto sobre o Enigma da Esfinge alguns anos atrás, quando teve que traduzir o filme Riddles of the Sphinx (não confundir com o filme feminista de Laura Mulvey). Por se tratar de um filme feito diretamente para a TV, a tradução literal foi a que ficou, para seu desgosto que sonhava com um Esfinge: o mal caminha sobre nós.

Devaneios à parte, o texto sobre a esfinge começava da forma mais bizarra possível. Segundo o autor, a chance de uma mulher se casar, ao passar dos trinta anos de idade, era bem reduzida. Pior ainda, ao chegar aos quarenta e cinco, a chance de se casar era menor do que acertar na loteria. Dorival não sabia se aquilo era para ser uma piada, ou se o autor tinha algum tipo de transtorno psicológico.

O texto seguia falando de como Édipo decidiu enfrentar a esfinge. Na lenda, aquele que vencesse a criatura, se casaria com a bela rainha Jocasta. Segundo o autor, assim que Édipo colocou os olhos nela, teve uma ereção que se recusava a cessar. A única cura para ele, era vencer a esfinge e dormir com Jocasta.

Eis a motivação de Édipo para arriscar sua vida e derrotar a terrível esfinge.

No dia do duelo, a esfinge fez a clássica pergunta, “qual animal caminha com quatro patas de dia, dois ao meio dia e três a tarde?”. Édipo respondeu conforme o esperado e venceu. Agora, o fato inédito que o autor nos apresenta: Édipo levanta as calças e mostra sua perna do meio para a esfinge, explicando sua resposta. A esfinge, chocada, se joga do penhasco.

Édipo se casa com Jocasta, que descobre ser sua mãe e se mata. Aí o autor, se achando espertinho, afirma que por isso as mulheres com mais de quarenta não conseguem casamento. Culpa de Jocasta, que condenou os homens a gostarem apenas de mulheres mais novas.

Tudo isso passou pela cabeça de Dorival assim que aquela mocinha, com menos de trinta anos, lhe fazia a pergunta.

— Oi? Você ainda está nesse mundo? — a garota o trouxe de volta dos seus devaneios.

— Hum… Sim, estou aqui. O que você dizia?

— A pergunta. Decifra ou te devoro!

Sem pestanejar, respondeu o homem. A garota ficou pensativa por um tempo.

— Tá vendo, é disso que tô falando. Típico pensamento dessa sociedade machista. O homem isso, o homem aquilo, quando as mulheres terão vez?

— Falei do homem como espécie não como gênero.

— Que nada, que falasse humano então. Vocês homens são uma desgraça.

A garota voltou a remexer o lixo, tirando um garfo e uma faca de dentro. Depois colocou um lenço sobre o pescoço, dando um sorriso faminto.

— Só estava brincando com você, até parece que eu te deixaria sair daqui respondendo uma pergunta tão inútil. Diz uma coisa, que tipo de vinho você acha que mais combina com a sua carne?

#

Enquanto corria pela sua vida, percebeu que aquela seria uma ótima cena para um filme. A criatura era uma perfeita alusão à sua ex-mulher, que durante os dias finais do casamento tornou da sua vida um inferno. O objetivo das duas era um só: servir seu coração numa bandeja de prata.

Cortou caminho por um posto de gasolina quando bateu numa parede. De início não entendeu o que tinha acontecido, a parede tinha aparecido de lugar nenhum. Aos poucos, enquanto o mundo parava de girar, percebeu que tinha batido naquele senhor do clube

— Minha nossa! — disse a senhora se aproximando — esses jovens de hoje sempre apressados, fazendo tudo tão rápido, não consigo entender.

Dori se levantou cambaleando e tentou fugir. O senhor se apressou e  o agarrou com força.

— Sua mãe não te ensinou bons modos? — continuou a senhora — Não é educado ignorar os mais velhos.

Dorival se debateu desferindo golpes, tentando escapar, mas o senhor parecia mais um trator de reboque.

— Por favor, preciso ir — implorou em vão.

— Aí é que tá — disse a senhora — não precisa não.

A jovem esfinge chegou.

— Ei, Matusalém, solta o meu jantar — gritou.

— Veja só que garota mais criativa, essa piada é mais velha do que o rascunho da bíblia — disse a senhora. E o senhor caiu na gargalhada.

— Sai fora, nós vimos ele primeiro – continuou.

— Meu rabo — disse a garota e Dorival percebeu que ela realmente tinha um rabo — já estou correndo atrás dele faz um tempão. Já estava quase no ponto certo da adrenalina deixar a carne dele do meu gosto.

— Pois é. Achado não é roubado, quem perdeu é retardado.

O velho caiu na gargalhada.

— Foi namorar, perdeu o jantar.

Dorival achou que o velho ia ter um treco e se desfazer ali mesmo.

A garota deu um grunhido e correu para cima, com um golpe certeiro jogou a cabeça da senhora pra longe. Imediatamente o senhor parou de rir.

— Vadia — gritou a cabeça da senhora na sarjeta — acaba com essa desgraçada Tonhão.

O velho largou Dorival e partiu pra cima da garota, que estava imobilizada pelo corpo da senhora em um abraço de urso. O velho derrubou as duas e ficou tentando arrancar a cabeça da garota com uma mordida. Ela, por sua vez, realizou diversos rolamentos e os três giraram em uma cena cartunesca e bizarra pelo chão do posto.

Dorival observava congelado.

Da sarjeta, a cabeça da senhora desferia infinitos palavrões.

Uma nova dose de adrenalina percorreu o corpo de Dorival, que voltou a correr.

#

Exausto, sentou-se em um banco que ficava de frente para o horizonte. Respirando fundo, observou o pôr do sol. Começava a se conformar que o mundo tinha acabado, aquelas criaturas bizarras deviam ter matado todas as pessoas do mundo. Talvez ele fosse o último humano da terra. Igual àquele filme Eu sou a Lenda, onde criaturas fantásticas caminhavam sobre a terra e ele, o último ser humano, era a lenda. Mais uma tradução literal.

Sentiu vontade de chorar e o banco se mexeu.

Era um cara fedorento, de aspecto sujo, usando roupas rasgadas, ele tinha barba e cabelos grandes, ambos oleosos. Dorival se levantou, se preparando para correr.

— Demorou — disse o mendigo.

— O que foi agora? Você é algum vampiro? Feiticeiro negro? Quer aprisionar minha alma para fins escusos?

— Nada do tipo. Eu sou o escritor.

— Quem?

— O escritor dessa história.

— Quem?

— Eu sou o cara que está escrevendo sua história. Eu me inseri nela, bem legal né?

Dorival não respondeu.

— Eu ia fazer um lance com os sete anões e a branca de neve, mas fiquei sem paciência. Então resolvi fazer uma coisa mais Morrisoniana, eles chamam de metalinguagem.

— Hum — fez Dorival, voltando a admirar o pôr do sol.

O mendigo se ajeitou e deu uma bela cuspida no chão.

— Genial não acha?

— Não — respondeu Dorival, meio aéreo.

— Como não? Estou escrevendo uma história sobre criaturas fantásticas. Existe criatura mais fantástica do que aquele que inventa todas essas coisas? O sopro da criatividade, todos os pulsos elétricos que, combinados, criam esses universos maravilhosos. Tem algo mais fantástico do que isso?

Dorival deu de ombros. No fundo já não se importava. O mendigo se levantou, desconfortável.

— Vamos cara, você está diante do seu criador, é a oportunidade perfeita para tirar a limpo qualquer coisa da sua vida. Você não quer me perguntar nada?

— Realmente não. Só quero voltar pro meu caminho e acabar logo com isso.

O mendigo se levantou suspirando. Visivelmente decepcionado, ele se afastou.

— Bom, não podem me culpar por tentar.

#

Quando o sol se foi, o resto de esperança foi junto. Parecia que ele tinha mudado o canal da televisão para um programa triste e deprimente. Assim que toda a luz acabou, o frio tomou conta. Ele dobrou os braços, tremendo.

Ainda usava a bermuda e a camiseta que vestiu para ir ao clube. Aquela manhã que parecia ter ficado tão longe, em outro universo. Sabia que ia morrer de hipotermia antes do sol voltar. Desistiu de chegar no seu apartamento.

“Pra que me dar o trabalho de tentar?”.

Via o ar quente que saía do seu pulmão se condensar no ar gelado. Já tinha assistido o clássico de M. Night Shyamalan vezes o suficiente pra saber o que aquilo significava. Se deitou no banco em posição fetal, fechando os olhos.

“Quem vai me pegar primeiro? O frio ou as criaturas?”.

— Ei moço — ouviu gritarem.

“Que título eu colocaria se esse fosse um filme? Deu a louca no mundo? Deu a louca no Dorival? Corra que o monstro vem aí?”.

Tentou rir, mas o frio fez seu peito doer e tossiu.

— Moço? — a voz perguntou mais perto.

Dorival abriu os olhos e viu uma criança na sua frente. Ela usava uma daquelas fantasias de princesas que as crianças tanto gostam.

— Você ainda está vivo? — ela perguntou.

— Cai fora, menina.

— Você precisa me ajudar.

A contra gosto se levantou. Sentiu seu corpo se aquecer de leve.

— Que foi? — disse, mal humorado.

— Meu irmão, ele estragou tudo. Tentei consertar, mas não deu muito certo. Por favor, você é a minha última esperança.

“O que vem agora? Duas crianças brincando com um tabuleiro ouija que acidentalmente abrem os portões do inferno?”

— Vem comigo — disse a menina e um portal se abriu.

#

Através de uma grande janela de vidro ele viu a terra na sua frente. Ficou de boca aberta por um tempo.

— Ainda bem que veio, você é minha última esperança. Tentei colocar o universo de volta ao normal, mas me falta conhecimento prático e não consegui deixar as coisas do jeito que eram. Sou uma idiota.

— Como assim?

— Meu irmão, ele surtou. Teve uma crise de identidade e destruiu tudo. Tô tentando recriar as coisas.

Dorival ficou calado observando a terra flutuar na imensidão do espaço.

— Vocês dois são os últimos — ela disse.

— Dois?

Então um homem entrou. Era Dorival, só que de bigode.

Dorival, o que não tinha bigode, começou a rir.

— Definitivamente estou louco.

— Você não está louco — disse o de bigode — só é vítima do capricho de um Deus insano.

— Essa é sua versão de outro universo — disse a garota —  ou você é a versão do outro universo, enfim, são os últimos.

Dorival não entendeu se os dois eram as últimas versões ou os últimos seres humanos. O Dorival de bigode estendeu a mão. O outro começou o movimento de saudação mecanicamente, mas parou no meio.

— Eu sei no que você está pensando — disse o de bigode — o clássico de Alan Moore, Para o Homem que tem tudo. Eu também achei que estava mergulhado num transe alucinógeno.

— Não. Time Cop – O Guardião do Tempo. Se duas versões de uma mesma pessoa se tocarem, elas se destruirão.

— Van Damme? — perguntou o Dorival de bigode fazendo uma careta.

— Eu criei dois quartos novos para vocês — interrompeu a garota — Descansem um pouco e depois vamos começar.

#

De dentro do seu novo quarto, ficou admirando o infinito.

“Os dois últimos seres humanos, trabalhando juntos para recriar o universo. Que coisa mais idiota”.

“Os dois últimos ou os dois primeiros?”.

— Nem a pau que vou ser a Eva — disse em voz alta.

Deitou-se na cama olhando para o teto. Fingindo ser o personagem de um de seus filmes, falou para uma câmera imaginária:

— Este é um dia deveras incomum.

Virou-se, adormecendo aos poucos.

Não era o ideal, mas estava satisfeito. Pelo menos aquela loucura tinha acabado.

38 comentários em “Incomum (Tiago Volpato)

  1. Marcellus
    11 de janeiro de 2015

    Muito bom conto. Absurdo, surreal… não é a minha praia, mas há qualidades notáveis. Talvez um quê de Douglas Adams.

    Contei poucas coisas que escaparam da revisão, o que mostra que o autor dedicou-se.

    Boa sorte no desafio!

  2. Miguel Bernardi
    11 de janeiro de 2015

    O conto cai bem para sua proposta, é divertido, atraente… no começo, achei um pouco sem nexo. Depois, começou a fluir melhor. Os diálogos poderiam ser melhorados… Mas, fora isso, eu gostei. Trabalhou bem as surpresas que o conto apresentou, as partes engraçadas.
    No geral, não gosto muito de histórias sobre zumbis e fim do mundo, mas gostei dessa. Ri em algumas partes, até!

    Bem, parabéns e boa sorte!

  3. Pétrya Bischoff
    11 de janeiro de 2015

    Quando comecei e ler esse conto, pensei no ato: era disso que eu sentia falta! Essa narrativa não só prende o leitor como o insere na estória, é intimista ao passo que envolve. Na primeira parte já imaginei O Livro de Eli, quando nos velhos zumbis ou canibais (não ficou muito claro para mim). O personagem em si pareceu-me muito com alguém daqui, não ouso arriscar pq teria ficado muito na cara o autor inserir-se dessa maneira no texto, mas, quem sabe… Quando na reviravolta do autor realmente aparecer como mendigo e, depois, como o outro, o Deus, ou tudo… gostei pra caralho, entrou em uma frequência bem zoada, penso que poderias ter desenvolvido mais essa parte, com imagens fantásticas. O fim pareceu-me meio fraco, como um adormecer, e eu esperava algo mais explosivo, talvez. De maneira geral, gostei bastante, achei engraçado, envolvente e bem louco, com várias estórias simultâneas que, de alguma maneira, encaixam-se. Como em Movie 43. 😛 Parabéns e boa sorte.

  4. Sidney Muniz
    10 de janeiro de 2015

    Não é um conto incrível, mas dentro da proposta caiu muito bem.

    Gostei da técnica e o enredo, ainda que nada fantástico foi ago interessante.

    Desejo muita sorte. Parabéns!

  5. Letícia Oliveira
    10 de janeiro de 2015

    Muito louco! Achei muito legal. Esse é um daqueles contos que ou você gosta muito ou gosta nem um pouco. Tenho uma mente meio estranha e gosto dessas loucuras. Confesso que fiquei desconfiada em algumas partes mas no geral o conto foi divertido, teve um bom ritmo (apesar de alguns errinhos) e bem escrito. O fato de os zumbis falarem foi muito legal, deu originalidade necessária já que essas criaturas já estão gastas na mídia e mesmo não fazendo sentido foi bom de se acompanhar. Gostei particularmente dos pensamentos do personagem sobre os filmes que traduziu e aqueles que não traduziu. Boa Sorte!

  6. Swylmar Ferreira
    10 de janeiro de 2015

    Nossa! O conto é rápido, ritmo forte, com muitas nuances.
    Bem trata-se de um bom conto de ficção, Tem trama imaginativa e muito bem engendrada.
    A ideia do conto e as reviravoltas foram uma boa ideia. Parabéns!

  7. Fil Felix
    10 de janeiro de 2015

    Esquema do comentário + nota: 50% Estética/ Tema e 50% Questões Pessoais

    = ESTÉTICA/ TEMA = 3/5

    A história se desenvolve rápida, não é cansativa e nem cheia de floreios, o que funciona bem para a proposta. Em relação ao tema, há vários fragmentos de criaturas fantásticas (como os zumbis e a esfinge), que no todo ficaram interessantes. Só não curti algumas quebras de cenas.

    = PESSOAL = 4/5

    De início, pensei que fosse uma porcaria por causa das coisas clichês e forçadas, mas quando entrei no clima, fiquei curioso com o que estaria por vir e caí de cabeça. A parte da Esfinge, com a terceira perna, morri de rir (coisa rara de acontecer lendo), assim como a cena do “domínio público”, entre outras, que são realmente engraçadas, apoiadas pelo nonsense. Só acho que teve referências demais, algumas desnecessárias. No meio do conto, quando chega o autor, também acho que deu uma quebrada (a parte que menos gostei). Fora isso, o climão trash me agradou (y).

  8. Anorkinda Neide
    10 de janeiro de 2015

    Bem nonsense demais.. hehehe
    Mas dá pra embarcar na brincadeira e se divertir, depois q vc descobre o que esperar de tamanha loucura.
    É preciso viajar com o autor, sugiro um aviso logo no inicio do conto ou no titulo: siga o coelho e mergulhe fundo! :p

    Parabens pela criatividade!

  9. JC Lemos
    5 de janeiro de 2015

    Sobre a técnica.
    É boa, oscila em alguns momentos, mas no geral cumpre bem a função. Descreve algumas boas cenas, complica outras e diverte em certos trechos. No apanhado total, é uma narrativa bem concisa.

    Sobre o enredo.
    Talvez um pouco louco demais para mim. Até certo ponto estava indo bem, mas quando começou a história da esfinge, a coisa mudou de linguagem. Não gostei das milhares de referências espalhadas pelo conto. Deixa muito propaganda. E a metalinguagem empregada confundiu também. Acho que, assim como já foi dito, a forma de narração do meado do texto acaba competindo a história, que já não é muito certa das ideias.

    Aconselho que tente trabalhar um pouco mais na coisa centrada e esquecer um pouco essa loucura toda. Quando fica psicodélico demais, acaba ficando muita coisa na cabeça do autor.
    De qualquer forma, o conto é bom e tem seu público.

    Parabéns e boa sorte!

  10. Laís Helena
    4 de janeiro de 2015

    Gostei do texto. No início ele me pareceu um pouco sem nexo, e fiquei imaginando se Dorival não teria dormido durante mais tempo do que supunha para acordar e perceber que o mundo teria acabado. Depois cheguei à parte em que ele encontra o escritor (foi uma sacada muito interessante), e imagino, por isso, que toda essa loucura estava acontecendo era devida ao que ele estava escrevendo, tudo invenção dele.
    A narrativa, apesar de algumas pequenas falhas técnicas, é bem fluída, e as referências a filmes (ainda que eu não tenha assistido à maioria deles) também foram uma boa sacada. Apenas achei que o final ficou um tanto apressado; algumas coisas poderiam ter sido melhor explicadas. A questão do irmão que destruiu o mundo ficou um pouco confusa.

  11. rsollberg
    2 de janeiro de 2015

    Achei muito divertido!
    Adoro contos sobre “fim do mundo”.

    Gostei de praticamente todas as referências.
    Acabei de ver o filme ´”É o fim”, do Seth Rogen e do James Franco e, talvez, por isso tenha gostado ainda mais do texto.

    Sei lá, senti até uma pitada de Monty Python, quando a “criatura fantástica” aparece. Penso que o tom bem humorado funcionou, bem como a linguagem mais coloquial dos diálogos.

    Fico com medo só de pensar que em um universo paralelo, um outro “eu” pode estar por ai desfilando só de bigode.

    Estava ansioso para ler essa estória – duas pessoas vieram em sondar no facebook – e posso dizer que minha expectativa foi mantida.

    Parabéns e boa sorte no desafio.

  12. williansmarc
    30 de dezembro de 2014

    Olá, autor(a). Primeiro, segue abaixo os meus critérios:

    Trama: Qualidade da narrativa em si.
    Ortografia/Revisão: Erros de português, falhas de digitação, etc.
    Técnica: Habilidade de escrita do autor(a), ou seja, capacidade de fazer bons diálogos, descrições, cenários, etc.
    Impacto: Efeito surpresa ao fim do texto.
    Inovação: Capacidade de sair do clichê e fazer algo novo.

    A Nota Geral será atribuída através da média dessas cinco notas.

    Segue abaixo as notas para o conto exposto:
    Trama: 6
    Ortografia/Revisão: 8
    Técnica: 7
    Impacto: 6
    Inovação: 8

    Minha opinião: Então, achei criativo, mas acho que falta uma melhor organização para que a sequencia de acontecimentos faça sentido. O que mais gostei foi da inserção do escritor dentro do conto e a brincadeira entre esfinge/zumbis, seres fantásticos comedores de humanos…

    Já o final ficou algo muito puxado para ficção cientifica, acho que deixar tudo sem explicação teria sido melhor.

    Boa sorte no desafio.

  13. Eduardo Matias dos Santos
    27 de dezembro de 2014

    Achei muito bom, por certo tempo me pareceu até um Percy Jackson adulto BR, mas aí veio a reviravolta e, apesar de eu apreciar a metalinguagem, houve uma queda na qualidade da obra. Apenas questão de opinião pessoal. Parabéns e boa sorte.

  14. piscies
    26 de dezembro de 2014

    TRAMA 1/5

    Okey, vamos lá. Não entendi nada, rs. Comecei captando o clima de distopia, criaturas comedoras de gente, etc. Então começou a história da esfinge… que eu tentei ignorar, por que, logo em seguida, a trama anterior foi retomada. Então vem a metalinguagem, o autor no meio da história, e fiquei confuso. Li todo o resto rapidamente.

    Sei que existem diversas referências a outras histórias e filmes por aqui, mas sinceramente não senti vontade de pesquisar. Não ri em praticamente momento algum (a melhor piada para mim foi a da Eva, no final, rs). O conto é cheio de cenas aleatórias que não têm o mínimo de ligação entre elas.

    Abaixo algumas notas que tomei antes de desistir de entender:

    – Dorival reclama que odeia conversas com velhos intrometidos e, no momento seguinte, bate um papo, descrevendo sua profissão?

    – A única expressão que Dorival teve diante de dois velhos querendo comer-lhe vivo foi “Cara…”?

    – Dorival pensa nos “Velhos ansiosos por vandalismos”? Eles o atacaram e falaram que ele era “comida”. Isso não é vandalismo, isso é canibalismo!

    – Passamos a conhecer “Uma garota mexendo no lixo”. Então, toda a descrição remete o leitor a uma garotinha de 10 ~ 12 anos. Por fim, dorival fala que ela era uma “Mocinha com menos de trinta anos”? Fiquei confuso. Ela tem quantos anos então?

    TÉCNICA 3/5

    O autor escreve bem, mas achei o conto muito corrido. As transições entre as cenas não nos mantém imersos na história. Suas descrições também são fracas: simples demais e, por vezes, dúbias.

    Enfim, senti que o conto foi meio que uma “zoação”, rs. De qualquer forma, vi que tem uma galera gostando do conto, nos comentários. Então, boa sorte no desafio!

  15. daniel vianna
    25 de dezembro de 2014

    Estamos talvez na rabeira da onda dos zumbis, mas ‘The Walking Dead’ ainda está aí. É de surpreender que apenas o teu conto trate do assunto quando o tema é justamente criaturas fantásticas. Agora, quanto ao conto, pena quando quebrou o clima inicial, quando os velhos repentinamente atacaram. Eu esperava um suspense maior. Outros contos presentes nesse desafio também apostaram no humor, mas aqui, no caso, isso causou uma quebra narrativa tão grande que acabou competindo com a própria trama.

  16. Gustavo de Andrade
    21 de dezembro de 2014

    Alô, Brasil!
    Achei legal a primeira parte, com certeza… a segunda já começa a ficar meio pastelona, e, da terceira pra frente, me perde. Há uma certa construção-galhofa de personagem no começo que eu gostei muito, mas que pra mim acabou virando só forçação de barra. Há de fato um cuidado em não deixar o personagem vazio demais, mas a história acaba se perdendo conforme o autor deseja inserir elementos diversos a fim de enriquecê-la, o que perde um pouco o sentido e entrega um conto meio divertido e dinâmico mas sem muito mais a oferecer :/

    • Gustavo de Andrade
      21 de dezembro de 2014

      E essa frase “capricho de um Deus insano” eu já vi em algum lugar… onde, Homeless?

      • Homeless
        10 de janeiro de 2015

        Salve Patrão, desculpe não conseguir responder sua pergunta, estou um pouco de ressaca, a frase apareceu na minha cabeça, se vi em algum lugar já não lembro. Obrigado pelo comentário, teria um trocado pra uma cachaça?
        Abraço!

  17. bellatrizfernandes
    19 de dezembro de 2014

    Começou bem. Daí buguei na parte das esfinges. Aí ri da luta deles. Aí buguei. Aí gostei. Aí buguei de novo. Não sei o que pensar. É um bom conto, no geral. Sei lá. Agradou-me.

    • Homeless
      10 de janeiro de 2015

      Olá dona, se a senhora ficou bugada com o texto então fui bem sucedido, diante disto a senhora teria um trocado para um birita?

  18. Lucas Rezende
    18 de dezembro de 2014

    Gostei da viagem louca que o conto proporcionou.
    As reviravoltas sempre hilárias e os diálogos deixaram a leitura prazerosa. Parabéns ao autor(a) pela criatividade. A parte que mais gostei foi a menina os velhos trocando respostinhas prontas hahahahaha.
    Bom conto.
    Boa sorte!!!

  19. Fabio Baptista
    17 de dezembro de 2014

    ======== TÉCNICA

    A narrativa flui muito bem, num clima bastante despojado, com algumas tiradas engraçadas aparecendo vez ou outra.

    Não notei erros, exceto quanto à pontuação nos diálogos: questão de começar com minúscula depois de ponto, etc.

    É simples e bem feita dentro da simplicidade, mas o lado negativo disso é que falta algo que se destaque.

    – Cortou caminho por um posto de gasolina quando bateu numa parede. De início não entendeu o que tinha acontecido, a parede tinha aparecido de lugar nenhum. Aos poucos, enquanto o mundo parava de girar, percebeu que tinha batido naquele senhor do clube
    >>> Muitos “tinha” nesse parágrafo, além da falta de ponto final. Em alguns momentos, como esse, a revisão parece ter sido apressada.

    ======== TRAMA

    Então… não gostei de praticamente nada.

    Em alguns contos essa sequência aleatória de eventos funciona até que razoavelmente para mim, apesar de definitivamente não ser minha praia, mas não foi o caso aqui, infelizmente.

    ======== SUGESTÕES

    Eu limaria algumas partes do conto. O trecho em que o cara lembra a história da Esfinge, por exemplo, poderia ser excluído, dando mais “fôlego” ao texto.

    ======== AVALIAÇÃO

    Técnica: ***
    Trama: **
    Impacto: *

  20. Andre Luiz
    13 de dezembro de 2014

    Então. O que posso dizer deste conto? Viajei. Sim, eu fui dentro de cada filme, mesmo dos que eu ainda não assisti. Imaginei-me ao lado do Dori( tanto o “original” quanto o de bigode), e vi-me correndo do casal de “idosos-vampiros” e também da “garota-endemoniada-da-lata-de-ixo”. Brincadeiras à parte, a trama conseguiu me prender tão bem que eu não pude parar nem ao menos para piscar. Quando vi, já tinha acabado. “A criatura era uma perfeita alusão à sua ex-mulher, que durante os dias finais do casamento tornou da sua vida um inferno. O objetivo das duas era um só: servir seu coração numa bandeja de prata.” Essa passagem para mim foi o máximo do texto, praticamente “rachei os bicos” de tanto rir. Além do mais, para os tradutores de plantão, Homeless é o mesmo que “mendigo”, então a metalinguagem está feita. E muito BEM FEITA. Parabéns mesmo e sucesso no concurso!

    • Homeless
      10 de janeiro de 2015

      Valeu patrão! Dinheirinho pra cachaça?

  21. Virginia Ossovsky
    12 de dezembro de 2014

    Sempre quis saber por que os títulos dos filmes traduzidos são diferentes dos originais! Adorei as referências e tiradas, me diverti muito lendo o conto! Gostei também do estilo meio maluco e da ousadia. Não costumo gostar muito de metalinguagem, mas achei que tudo se encaixou tão bem que não tenho do que reclamar. Parabéns e boa sorte !

  22. Sonia
    12 de dezembro de 2014

    O começo, com o casal de velhinhos vampirescos, me atraiu. A partir daí houve um excesso de referências e reviravoltas na história. Sabe aquele exagero de filme americano, em que o herói não desiste da luta depois de 200 facadas, 30 quedas e 80 tiros? pois é, cansou. PAra acompanhar essa trama, o leitor precisaria ter visto todos esses filmes, o que deixou o texto assim meio particular, só para cinéfilos.

  23. Ana Paula Lemes de Souza
    12 de dezembro de 2014

    O texto é bem escrito, mas carambolas… é muita loucura pra minha cabeça. Não consegui acompanhar o ritmo frenético e insano do conto e rapidamente fiquei entendiada. Não me leve a mal… é questão de gosto mesmo.
    Criatividade com certeza não faltou!
    Boa sorte no desafio!

  24. Leonardo Jardim
    12 de dezembro de 2014

    Cara, que viagem! Mas uma viagem bem divertida, devo dizer. A parte da tradução de títulos de filmes ficou bem engraçada, assim como algumas outras passagens sobre cinema (se encaixaria totalmente no desafio anterior).

    Não entendi muito bem os tais zumbis-canibais-comediantes que atacaram o protagonista, mas foram divertidos. A menininha do final também passou longe da minha percepção, mas o papo de últimas versões e o “nem a pau que vou ser a Eva” fecharam bem o conto.

    Enfim, meu cérebro não acompanhou muito bem a viagem, mas me diverti bastante. Um abraço e boa sorte!

  25. Brian Oliveira Lancaster
    12 de dezembro de 2014

    Nossa, alguém ainda se lembra do ray-ban. Talvez seja um dos primeiros textos que vi por aqui a tratar do assunto “quebra da quarta parede”. Um ou outro deslize gramatical não chegou a atrapalhar a experiência cômica. Gostei do humor e da referencia aos vários filmes do gênero. Como outro texto por aqui, dá a entender que o próprio personagem principal também é a criatura fantástica – esse desafio acendeu um debate antigo.

  26. mariasantino1
    11 de dezembro de 2014

    Olá, você!

    Não sei o que aconteceu comigo. Eu era pequena quando assisti “A Noite dos Mortos Vivos” (aquele do derramamento de resíduos químicos), mas depois desse filme não consegui mais curti Zumbis. Até o game “Resident Evil “creio que os monstros me cativam mais que os ditos cujos. Não gosto de “Zumbis pessoas”, mas algumas coisas Gore me cativam.
    Bem, gostei de muitos elementos do seu conto e sei quem o escreveu 😉 As tiradas foram ótimas e achei curioso que você não os descreveu como zumbis, decréptos (a descrição do mendigo foi mais para a caricatura dos tais que e eles mesmo). Flertou bastante com alguns filmes (dava até para ter postado no desafio passado) e deu aquela brincada com o sentido das coisas (isso é muito bom). Algumas repetições bobinhas incomodaram, sobretudo o “tinha”, mas não mancha em nada, o que pegou mesmo pra mim, foi a inserção do criador. Entendi tudinho, mas fiquei um pouco sem prumo querendo curtir mais um pouco.

    Parabéns pelo (sempre) humor. Abraço!

    • mariasantino1
      12 de dezembro de 2014

      Entender e dizer que ficou sem prumo soa estranho. Quis dizer que entendi, mas quis gostar, sentir mais a ideia antes da mudança de ação do Dori.

      • Homeless
        10 de janeiro de 2015

        Obrigado madame! Que bom que a senhora me conhece, poderia me pagar uma refeição? E um litro de cachaça! Obrigado!

  27. simoni dário
    11 de dezembro de 2014

    Boas gargalhadas por aqui. O texto é muito, muito criativo e riquíssimo em detalhes.
    O autor- Criatura Fantástica- do conto dentro do conto deu uma chance, o Dorival, meio aéreo, não soube aproveitar, agora agüenta!
    Não gosto do tema zumbi, mas me diverti. Acabei me apegando mais às referências e divertidas explicações sobre títulos de filmes e os respectivos.
    Gostei muito da divertida leitura.
    Parabéns e boa sorte!

  28. Ledi Spenassatto
    11 de dezembro de 2014

    Dorival nem a pau, kkkkkk Nem a pau Dorival. Esse trocadilho é por si só muito engraçado. Gostei da aparição de personagens num mesclar de tempo e lugares, fundindo os espaços e as características de cada um. Gosto dessa coisa que confunde e faz a gente refletir.
    Bom texto!…

  29. Claudia Roberta Angst
    11 de dezembro de 2014

    “— Nem a pau que vou ser a Eva.” Pobre Dorival, sem o bigode, vai ser a escolha mais provável para garantir a descendência.
    O conto é longo, mas os diálogos abundantes agilizam a leitura, o que torna tudo muito mais divertido. A criatividade é notável e a técnica admirável.
    Não gosto dessa coisa de zumbis-canibais, mas achei engraçado todo o enredo. Boa sorte!

  30. Tiago Volpato
    11 de dezembro de 2014

    Hahahaha. Texto bem engraçado com uma “mistura muito louca” no melhor estilo sessão da tarde! Bom texto!

  31. Rubem Cabral
    11 de dezembro de 2014

    Hahahaha. Acho que sei quem é o autor desta pérola insana. Achei muito engraçado e criativo. Vi umas besteirinhas por acertar, mas foram bem poucas.

    Gostei! Só faltou um banquete canibal.

  32. Jowilton Amaral da Costa
    11 de dezembro de 2014

    Hahahaha. …que pariu, gostei pra cara… Voltas e voltas e reviravoltas, todas muito engraçadas. E com excelente domínio da escrita. No começo, mesmo achando engraçado, me chateei achando que seria um história sobre Zumbis, particularmente não gosto de nada com os tais mortos vivos, não assisto filmes ou leio livros sobre o tema, e isto piorou quando escrevi um conto fodástico, na minha humilde opinião, e ele não foi classificado para a antologia, bem, isto é problema meu, Voltemos ao conto. Daí começou aparecer outras figuras, cada uma mais maluca que o Dori e a leitura fluiu que foi uma beleza. Só não captei quem poderia ser a menina vestida de princesa, desculpe a minha ignorância. Ri alto em várias partes. Gostei muito. Parabéns.
    P.S Acredito que o Dori sem bigode será mesmo a nova Eva.

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Informação

Publicado às 10 de dezembro de 2014 por em Criaturas Fantásticas e marcado .