EntreContos

Detox Literário.

Entre Grifos e Sombras (Leonardo Jardim)

grifo

Rick nem podia acreditar quando viu um grifo selvagem pela primeira vez. Ele estava na floresta, onde gostava de ir para observar os animais e colher as ervas e fungos que sua mãe precisava para fazer seus pratos especiais. Cresceu na floresta e desde novo tinha uma forte empatia com a natureza. Os animais pareciam simplesmente gostar dele, aproximavam-se e Rick gostava de acreditar que entendiam tudo o que ele dizia: seus medos, suas desavenças com seu irmão mais velho e seu desejo de tornar-se um dia um cavaleiro da Academia Griffion. Eram seus melhores — e talvez únicos — verdadeiros amigos.

Naquela tarde de primavera, os sóis haviam acabado de nascer, fazendo que as poucas nuvens assumissem diversos tons alaranjados, em mais um belo espetáculo diário da natureza. A floresta não era muito densa, possuía árvores de copas altas e, vez ou outra, Rick encontrava animais selvagens, principalmente lobos, linces e raposas, mas nunca nenhum deles o incomodou. Rick sentia-se bem na floresta, em meio aos animais, como em lugar nenhum que conhecia.

Ele colhia com bastante cuidado um cogumelo verde com pintas amarelas, que nascia na alvorada e morria quando os raios quentes dos sóis o atingiam, quando ouviu um forte som de asas batendo. Estranhou, pois aves de rapina grandes o suficiente para produzir tamanho ruído não costumavam frequentar aquela floresta.

Sua curiosidade foi mais forte que a responsabilidade de colher o raro cogumelo e fez Rick ir de encontro ao som, com bastante cuidado para não assustar a ave. Quando chegou mais perto, seu coração disparou. Debruçado sobre uma pequena lebre que havia acabado de abater, Rick avistou a criatura que sempre sonhou em conhecer. O corpo, patas traseiras e calda eram como de um leão, com pelo de uma cor laranja e brilhante como a alvorada, grandes asas castanhas, cor de canela, estavam recolhidas sobre seu corpo, as patas dianteiras com penas e garras de águia, assim como sua enorme cabeça, com um bico dourado como o sol do meio-dia, que dissecava a presa com uma extrema facilidade, completavam a impressionante criatura. Um grifo, como no símbolo real de Griffion, o reino onde vivia, o animal místico e raro, difícil de ser domado, usado como montaria pelos cavaleiros da Academia, o sonho de todo jovem do reino.

Rick aproximou-se com cautela, em passos curtos. O grifo não parecia incomodar-se com sua presença, entretido com seu alimento. Quando estava a poucos passos, Rick pisou em um graveto, o que fez o animal olhar em sua direção com curiosidade — aqueles enormes e intrigantes olhos amarelos fixos nos seus. Uma grande cicatriz cortava sua cabeça de águia, ao lado do olho esquerdo, assim como outras menores que Rick observou por todo o corpo do animal.

Era uma criatura selvagem, mas Rick confiou em seu instinto, aproximando-se com a mão estendida. Com mais uns passos, tocou no seu dorso, na parte leonina, acariciando-o devagar. O animal pareceu gostar de sua carícia, girando a cabeça da forma como apenas aves conseguem fazer. Por um pequeno instante de tempo, Rick e o grifo pareciam íntimos, como se compartilhassem medos e desejos. Mas uma algazarra de alguém se aproximando rapidamente fez com que o animal batesse suas grandes asas, de envergadura de quase dois metros, e voasse para longe num instante, deixando para trás apenas uma revoada de folhas.

— Rick, eu achei que não fosse te encontrar mais — disse um rapaz alto, forte e esbaforido que acabara de chegar. — O que você fazia aqui?

— O que você quer de mim, Albert? — perguntou, irritado.

— Poxa, irmãozinho, quero dividir com você minha felicidade. — Abriu um largo sorriso e aguardou uns segundos para criar expectativa. Quando percebeu que não estava funcionando, finalmente disse: — Fui aceito na Academia! Vou montar um grifo, Rick! — Eles abraçaram-se, mas Rick não conseguiu esconder seu sorriso sem graça enquanto olhava para o céu.

♣♣♣

Ele perdeu o fôlego quando a viu depois de tanto tempo. Estava escovando o pelo âmbar de um grifo de penas brancas, conversando com ele como fazia todos os dias desde que aceitara trabalhar nos estábulos da Academia. Não conseguiu tornar-se um cavaleiro de grifos como o irmão, mas era muito fascinado por aquelas criaturas para fazer outra coisa. E os grifos também pareciam gostar dele. Seria um bom trabalho se não precisasse recolher os detritos, aturar o chefe, limpar o chão do estábulo e, principalmente, se um dia pudesse montar em um deles e voar.

— Lindo esse grifo, Rick — ela disse com sua voz doce como mel. Rick virou-se e a encarou. O ar saltou de seus pulmões e o seu coração disparou. Sentiu como se suas entranhas tivessem ganhado vida e serpenteassem em sua barriga. — É seu? — perguntou.

Rick demorou alguns segundos apenas observando-a, percebendo como aqueles anos não afetaram sua beleza, como se o tempo não tivesse passado para ela. Sofia tinha cabelos castanhos escorrendo em ondas pelos ombros, pele clara como a luz da manhã, rosto suave, nariz arrebitado, boca pequena, uma pequena pinta sob o lábio inferior e aqueles olhos verdes como um lago na primavera — Rick parecia afogar-se toda vez que olhava para eles. Trajava um vestido de lã cor de oliva, que combinava com os seus olhos, e uma corrente dourada marcando a cintura. Alguns diriam que era muito magra, mas Rick não achava isso um defeito. Ela olhava pra ele, com um sorriso amigável, aguardando pacientemente sua resposta.

— N-não — ele respondeu finalmente. — Eu apenas cuido dele. — Olhou para o chão envergonhado. — Não passei no teste.

— Uma pena, Rick — ela disse com sorriso acolhedor. — Como você está diferente. Agora é um homem!

— E vo-você continua li-linda — ele gaguejou, amaldiçoando-se por isso.

— Obrigada. — Sorriu.

Rick pensou nas incontáveis perguntas que gostaria de fazer para ela. Por que sumiu? Para onde foi? O que fez nesse tempo? Por que não deu notícias? Por que voltou? Quanto tempo vai ficar? Queria entender os motivos que a fizeram abandonar a cidade ainda jovem sem deixar notícias. Mas aquele sorriso tinha um terrível poder de tirar as palavras de sua boca.

— Gostaria tanto voar num desses — ela disse quebrando o silêncio enquanto olhava para o grifo. Seus belos olhos brilhavam de admiração.

— Eu também, mas não posso — respondeu triste. — Só cavaleiros.

— Como o Albert?

— Como o Albert — ele confirmou, de cabeça baixa.

Quando ela preparava-se para consolar o rapaz, eles ouviram um pio estridente e agonizante vindo de uma das baias. Entreolharam-se por um segundo e correram na direção, mas o som sumiu no instante seguinte em que se fez ouvir. Os demais grifos agitaram-se e passaram a debater-se em suas baias. Quando ele abriu a baia de Chaya — o grifo de seu irmão —, de onde o som parecia ter vindo, perceberam que estava vazia.

♣♣♣

— Como foi que um grifo de duzentos quilos simplesmente sumiu no ar? — o chefe do estábulo perguntou assim que Rick contou o ocorrido. Era um desagradável homem muito gordo, usando uma camisa suja que não cobria completamente sua grande barriga, possuía uma barba desgrenhada e cuspia enquanto falava.

— Desculpe-me pela intromissão, senhor — Sofia adiantou-se —, mas ocorreu exatamente como ele contou. Ouvimos o piado e o animal sumiu. — Olhou para Rick e novamente para o chefe. — Acho que foi uma sombra.

— Sombra!?

— Sim. O senhor nunca ouvir falar? — Olhou nos olhos dele com aqueles convincentes olhos verdes. — Criaturas das trevas capazes de caminhar pelas sombras e levar o que quiserem por elas. Acho que só eles seriam capazes de um feito desses. Ouvi dizer que estão roubando gado pelo reino.

— Tudo bem — disse, ainda com dúvida na voz. — Tenho que relatar o problema para os Mestres da Academia. — Saiu em passos pesados como se estivesse caminhando para a forca.

— É verdade essa história? — Rick perguntou quando o chefe sumiu de vista.

— Das sombras? — Olhou preocupada para o amigo de infância. — Sim, é verdade. Eu ouvi na estrada.

♣♣♣

— Mãe, você viu o Albert? — Rick perguntou quando chegou em casa.

— Oi Sofia, você voltou? — ela ignorou o filho, atraída pela presença marcante de sua amiga. Sua mãe estava, como sempre, cozinhando. Usava uma túnica simples de linho em cor natural e seu cabelo preto — como os de Rick e Albert — estava preso sobre a cabeça.

— Cheguei hoje cedo e ficarei por um tempo, Senhora Greenwood — ela respondeu educadamente. — Estamos procurando o Albert.

— Ele ficará muito feliz em vê-la — respondeu, limpando as mãos na roupa. — Mas não apareceu hoje em casa ainda. — Olhou para o filho. — Não estava na Academia, Rick?

— Hoje não o vi o dia inteiro. Ele nem levou a comida do refeitório pra mim. Tive que comer aquela ração horrível do estábulo. — Fez uma careta.

— Quando o encontrar, dê-me notícias, por favor, Rick.  — Sofia disse angustiada. — Estarei hospedada na estalagem por enquanto. Estou muito preocupada com ele.

Despediram-se e Rick a observou caminhando de volta para a cidade até que ela sumisse no horizonte. Eles moravam em uma casa de madeira na estrada entre a cidade e a floresta e a noite já havia caído com seu manto negro e frio. Sua mente divagava olhando para o vazio, viajando por mundos imaginários onde Sofia o amava e não a seu irmão, quando percebeu alguma coisa estranha no interior da floresta. Uma silhueta caminhava — ou será que flutuava? — floresta adentro. Rick forçou a vista no escuro, mas viu apenas uma figura totalmente negra. “Como uma sombra”, ele pensou, arrepiado. E, num instante, a figura fundiu-se à escuridão.

♣♣♣

Rick saiu cedo como fazia quase todas as manhãs e adentrou na mata. Carregava apenas uma adaga que usava para colher os cogumelos e uma bolsa para armazená-los. Seu irmão não havia dormido em casa e Rick acreditava que ele havia sido sequestrado pelas sombras. Tinha medo de encontrá-las na floresta, principalmente depois do que viu na noite anterior, mas acreditava que elas não o incomodariam em plena luz do dia.

Colheu algumas ervas e fungos para sua mãe e estava caminhando no meio da floresta em busca dos ingredientes mais raros quando ouviu o som inesquecível de grandes asas rufladas. Correu o mais rápido que pôde na direção, mas não conseguiu alcançar. Perseguiu o ratro por muito tempo, mas a criatura parecia estar fugindo dele. Quando o som cessou, ele parou para descansar um pouco e percebeu que estava em uma parte da floresta que não conhecia. Observou ao redor, esbaforido, e avistou a vários metros dali uma cabana no coração da mata.

O rapaz esgueirou-se lentamente até a cabana, que tinha paredes de troncos sem tratamento e telhado de folhas secas. No meio do caminho viu uma grande pedra de superfície lisa. Quando alcançou a pedra, percebeu que ela estava banhada em sangue — sangue fresco — e, para seu total desespero, um macabro tapete de penas brancas manchadas do mesmo fluido rubro cobria o chão. Seu coração disparou, sua boca secou e seus olhos marejaram. Eram penas da cor das de Chaya, o grifo de seu irmão.

Ele sentou-se e chorou baixinho por um tempo — tinha muita afeição por todos os grifos da Academia. Após alguns minutos, ouviu vozes que vinham da cabana. Aproximou-se engatinhando e encostou o ouvido na parede para ouvir melhor.

— Por quê? — uma das vozes, que chorava copiosamente, perguntou em desespero. — Por que Chaya? Por que eu? — Rick assustou-se quando reconheceu aquela voz: era o seu irmão.

— Para agradar ao deus da morte e das trevas — respondeu uma voz cavernosa —, o nosso Senhor.

— É verdade isso? — Albert perguntou ainda em prantos. — Você confirma o que ele disse?

Uma terceira voz respondeu num sussurro tão baixo que Rick não conseguiu entender. Alguns segundos de silêncio sucederam-se àquele momento. Os únicos sons audíveis eram os da natureza e o choro baixo de Albert. Rick não sabia o que fazer. Seu irmão estava em perigo e parecia que seria morto, assim como Chaya, mas ele não era um herói. “Se Albert não foi capaz contra eles”, Rick pensou, triste, “eu também não serei”.

— No que você se tornou, Sofia? — Albert finalmente perguntou entre choramingos. — Como você pode estar viva? Eu vi seu corpo! Foi um acidente. Perdoe-me. Perdoe-me, por favor. — Ele tornou a debulhar-se em prantos.

Rick não estava entendendo. Nada fazia sentido. Seu sangue parecia congelado e seu coração se esforçava para romper seu peito enquanto esgueirava-se lentamente até a porta. Precisava ver o que estava acontecendo.

— Você disse que ia me levar para voar. — disse uma voz de mulher, a voz de Sofia. — Mas não sabia montar o grifo. Era para você ter morrido e não eu.

— Eu perdi o controle, Sofia. Era um grifo muito arisco. Eu não tinha experiência. Por favor, me perdoe.

Rick olhou pela porta entreaberta. A cabana estava muito escura, iluminada apenas por fachos de luz que entravam pelas frestas da parede. A poeira flutuava displicentemente alheia ao que ocorria ali. Agachado em um canto estava Albert, com pés e mãos amarrados. Ao seu lado, uma figura totalmente negra, como se o negrume da mais escura noite sem estrelas se solidificasse e assumisse uma forma humana, cujos únicos pontos destoantes eram seus profundos olhos vermelhos. Num outro canto, parcialmente oculta nas sombras, estava Sofia.

— Por que me abandonou na floresta? — ela perguntou indignada. — O grifo estava ferido, mas ainda podia voar. — Fez uma pausa. — Eu podia ter sobrevivido.

— Eu… Eu… Eu não podia perder minha vaga na Academia — ele confessou triste. — Eles não podiam saber que eu tinha pego o grifo sem autorização. — Suspirou. — Ele estava muito ferido com a queda, fugiu, nunca mais foi visto. E você… — Engasgou-se. — Achei que estava morta.

— E eu morri, Albert! — ela disse, saindo das sombras. Ainda era a mesma Sofia que Rick vira no dia anterior. — Por sua causa.

— C-como? — Albert tremia. — Como, se está na aqui minha frente?

— Uma cortesia da Morte, Albert — Sofia disse com um sorriso seco. — Ela me deixou viver para realizar minha vingança. — Olhou para a sombra ao lado de Albert. — Mas tudo tem um preço. Preciso matar todo dia. Um sacrifício por dia foi o preço para continuar respirando.

— E por que Chaya?

— Você não deveria ter permissão para ter um grifo. E eu o tirei de você.

Ela virou-se para a porta num sobressalto. Seus olhos fitaram os de Rick.

— Ah, não, não, meu amigo — disse, triste. — Não era pra você ouvir isso.

O rapaz tentou levantar-se e correr, mas num instante, rápido como um pensamento, a sombra já estava ao seu lado, segurando seus braços com o toque frio daquelas mãos escuras como a noite.

— Peguei você — a criatura de trevas zombou com sua voz retumbante.

— RICK! NÃO! — Albert desesperou-se. Sua expressão era de pânico. — Por favor, poupe-o. Mate-me, faça o que quiser comigo, mas poupe-o.

— Não queria envolvê-lo nisso, pobre Rick — Sofia disse com uma expressão de pesar —, mas agora que sabe, não poderá sobreviver. — E olhando para Albert, sentenciou: — Será mais uma morte para carregar em suas costas.

♣♣♣

A noite havia caído, implacável como em todos os dias. As estrelas brilhavam no céu, reflexos de heróis esquecidos, e a lua cheia iluminava a penumbra com sua luz fria e prateada. Um vento gélido percorria a floresta e os sons da mata eram ainda mais fortes. A sombra carregou Rick e o deitou na pedra cerimonial com pés e mãos fortemente atados. Logo depois, trouxe Albert, que se debatia, mas não conseguia desvencilhar-se das cordas, e deixou-o no chão para assistir a morte de seu irmão caçula. Uma mordaça cobria sua boca para inibir seus ineficientes protestos.

Sofia chegou logo em seguida, com seu vestido verde-oliva esvoaçando no vento e um punhal negro na mão. Desembainhou o punhal e fez uma prece silenciosa de olhos cerrados para o seu deus macabro.

— Se você me ama, Rick, console-se sabendo que estará dando sua vida para que eu continue respirando — ela disse olhando para o amigo de infância com seus olhos marejados. Sua expressão parecia complacente, como se realmente não desejasse fazer aquilo.

— Eu sempre amei você, Sofia — Rick conseguiu dizer, mesmo com sua garganta seca. Seus olhos estavam inchados de tanto chorar. — Mas não essa… essa coisa que se tornou.

Os olhos de Sofia marejaram. Uma lágrima escorreu por sua face e descansou numa gota acumulada em seu queixo. Ela ergueu o punhal, segurando-o com duas mãos. Rick fechou os olhos. Imaginou um campo verde que ia de um horizonte a outro. Ele voava no dorso de um grifo e estava feliz. O animal emitiu um pio muito alto e estridente. Rick sentiu um vento como se algo passasse em um voo rasante sobre ele. Ouviu gritos de desespero e ruflar de asas.

Abriu os olhos e tentou entender o que estava acontecendo. Um grifo de penugem castanha — cor de canela — estava atacando a criatura de sombras, que se se dissolvia como fumaça. Procurou Sofia, mas não a viu em nenhum lugar.

Assim que a sombra se diluiu por completo, o grifo caminhou na direção de Rick e, com seus afiados bicos manchados de sangue, cortou as cordas que o prendia. O rapaz levantou-se e acariciou o animal, observando a profunda cicatriz que marcava sua face. Desamarrou o irmão, que olhava estupefato para o grifo. Montaram e alçaram voo sem olhar para trás.

E, algum tempo depois, na escuridão desoladora do interior da cabana, dois olhos verdes como um lago na primavera abriram-se em fúria.

64 comentários em “Entre Grifos e Sombras (Leonardo Jardim)

  1. Leonardo Jardim
    12 de janeiro de 2015

    Pessoal, não tive como responder os últimos comentários, como gosto de sempre fazer. Acho que essa interatividade é um dos (muitos) grandes trunfos deste site. Ainda estou engatinhando na arte da escrita e me considero muito longe de alguns nomes deste certame (já sou fã de vários aqui), nem me considero um competidor (um “café-com-leite”, como dizia na minha infância). Sempre gostei de inventar histórias (joguei RPG durante muitos anos) e estou aprendendo a escrever justamente para poder para contá-las. Estou aqui para receber as críticas e melhorar sempre mais.

    Como disse em algumas respostas, tive a ideia do conto e penei para fazê-la caber no limite de palavras. Como o tema era de meu domínio, resolvi inovar e tentar uma pegada que agradasse mais públicos (o meu anterior ficou tachado como um conto masculino, somente com ação). Reconheço que errei um pouco a mão no açúcar e ficou um pouco meloso demais (o que desagradou a mim e a alguns outros). Analisando os dois contos que participei, vi que tenho que melhorar muito, além da revisão, em contar histórias que caibam no tamanho do conto. Escrever com limite de palavras atualmente é meu maior desafio.

    Um grande abraço a todos e até o próximo! 😀

    • Fabio Baptista
      13 de janeiro de 2015

      Leonardo,

      Se me permite, vou dar uma “dica”, que talvez ajude a respeito do limite de palavras (para mim, pelo menos, ajudou bastante): leia Tchecov.
      Não sei se você já teve oportunidade de ler, mas é algo que definitivamente vale muito a pena.

      É impressionante como aquele russo filho da mãe conseguia dizer tanto com tão poucas palavras. É a concisão em estado bruto, imbuída de uma genialidade sem par.

      Bom… acho desnecessário dizer que sou fã do sujeito kkkkkkkk. Arrisque a leitura de “A Brincadeira” deve ter umas 2.000 palavras… e é o melhor conto que já li na vida.

      Grande abraço!

      • Leonardo Jardim
        13 de janeiro de 2015

        Obrigado mesmo pela dica, Fábio. Estou focado em ler contos ultimamente (sempre lia apenas romances) para ver se aprimoro minha técnica nesse formato. Colocarei Tchecov na minha lista prioritária. Abraço.

  2. Marcellus
    11 de janeiro de 2015

    A primeira frase talvez ficasse melhor assim: “Rick nem podia acreditar que estivesse vendo um grifo selvagem pela primeira vez”. Ou: “Rick não pôde acreditar que via um grifo selvagem pela primeira vez”.

    Depois, com várias repetições e alguns errinhos (“calda”?”), a história segue. O autor tem imaginação, sem dúvida, mas o conto não me atraiu muito. O universo fantástico está lá, a criatura está lá… mas não me conectei. Um problema meu, sem dúvida.

    Boa sorte no desafio!

  3. Pétrya Bischoff
    11 de janeiro de 2015

    Como não falar que remeteu-me Grifinória? A partir de então, toda a estória assumiu um tom altamente mágico, me agrada esse universo. Gostei muito da descrição do grifo, vislumbrei-o bem, penso que acrescido de minhas experiências anteriores. Os cogumelos também me confortaram. 😉 Por ter me satisfeito como leitora, não chegou a ser uma leitura cansativa, mas foi bem longa… Também o que já foi bem dito, Rick!
    De maneira geral, achei um fantástico agradável, sem mais. Boa sorte.

  4. Sidney Muniz
    10 de janeiro de 2015

    A trama é boa, mas infelizmente falta algo. Senti que o desenvolvimento ficou a desejar.

    Trabalhe melhor o personagem principal.

    Os diálogos devem ser melhor elaborados em algumas partes, ainda que tenha qualidade para com eles.

    Parabéns e boa sorte!

  5. Letícia Oliveira
    10 de janeiro de 2015

    Sobre a escrita: algumas frases ficaram estranhas e cortaram o ritmo da leitura. Também as divisões entre as partes me irritaram um pouco. A história poderia ter sido mais simples. Parecia um pedaço de um livro. O conto também não me passou emoção. Sobre o enredo, achei interessante como no final tem uma reviravolta inesperada. Eu pensei que eles morreriam, mas então apareceu um grifo para salvá-los. E claro, os olhos raivosos da vilã deixaram o leitor imaginando o que pode acontecer depois. Apenas uma última crítica: o personagem principal deve ser melhor trabalhado. Pareceu que ele deu foco mais ao irmão e a amiga do que a ele mesmo. Boa Sorte!

  6. Miguel Bernardi
    10 de janeiro de 2015

    Acho que no texto, o que mais se destaca, é a história. A trama. Gostei muito dela! A narrativa é boa, deixando o texto bom de ser lido… tirando as partes em que o nome “Rick” aparece. Fora muitas! Acho que poderia ocultar pelo menos metade, pois assim, deixaria a coisa ainda melhor.
    Uma revisão para remover as repetições, e o conto estará brilhando.

    Abraços, boa sorte no desafio!

  7. Swylmar Ferreira
    10 de janeiro de 2015

    Bom conto de litfan, Boa criatividade com trama imaginativa e muito bem engendrada. Apesar de bem escrito, merece uma breve revisão.
    Gostei de verdade da vilã da história, da motivação da personagem. Li em uma de suas respostas que teve que cortar algumas partes do conto para caber no desafio. Isso prejudicou o final.
    Não se preocupe, não prejudicou a trama que é boa.
    Gostaria de ler este conto na integra.
    Parabéns!

  8. Fil Felix
    10 de janeiro de 2015

    Esquema do comentário + nota: 50% Estética/ Tema e 50% Questões Pessoais

    = ESTÉTICA/ TEMA = 3/5

    A escrita está okay, sem grandes deslizes, mas também não chegou a me tocar. A história acontece sem dar pausas, com cenas muito rápidas. Talvez fosse melhor se cortasse algumas coisas, apesar que também não sei quais kkk Ela está bem fechadinha, isso é bom, mas a noção de fazer parte de um mundo maior e a divisão por capítulos a torna rápida demais.

    = PESSOAL = 3/5

    A história não está ruim, está boa, porém não faz o meu estilo. Achei um pouco açucarada e os eventos vão acontecendo sem surpresas, pois tudo é muito rápido. A Sofia no final ficou caricata, uma vilã falando muito e com sorrisinho, daria uma modificada nessa parte. Também tiraria o “cor de canela” perto do final, meio que força o leitor a saber que é o grifo da primeira parte.

  9. Nascido das Brumas
    5 de janeiro de 2015

    Sobre a técnica.
    Contou bem, mas achei muito crua, sem a devida emoção. Um turbilhão de coisas acontecendo e a narrativa fluindo sem parar, sem tocar ou se alojar. Uma palavrinha ou outra errada ou com colocação estranha, mas não foi isso o que me desanimou. Creio que essa história precise de algumas palavras a mais para ser contada.

    Sobre o enredo.
    Deu para passar o tempo, mas achei simples demais. Os personagens ficaram muito caricatos, e os acontecimentos acontecendo em velocidade avançada não contribuíram para amenizar. Não curto muito histórias assim, gosto de sentí-las.

    Tente trabalhar um pouco melhor na parte emocional da história, pois uma fantasia dessa precisa de muito disso, para arrastar o leitor pelas linhas e carregá-lo como se estivesse em um grifo. Gostei da referência ao Poleiro do Grifo. 🙂

    Parabéns e boa sorte!

  10. Laís Helena
    4 de janeiro de 2015

    Gostei do enredo e a narrativa é fluída, mas acho que faltou um pouco de emoção. Você poderia ter demonstrado, por exemplo, o quanto Rick estava assustado com as sombras e depois apavorado por estar prestes a morrer. Sofia também merecia ser melhor explorada, assim como sua história de retorno à vida. A primeira parte, em que Rick encontra o grifo de asas castanhas, me pareceu desnecessária. Parecia um prelúdio para que Rick começasse a invejar o irmão, mas no fim isso não foi utilizado. Creio que, se desenvolver melhor essa ideia de sombras, grifos, Academia e a relação entre os irmãos, teria material suficiente para desenvolver um romance. Ainda que a trama seja simples, ela é grande demais para que seja desenvolvida com a devida profundidade dentro do limite de palavras.

    • Lorde Connington
      5 de janeiro de 2015

      Concordo que o conto precisaria de muito mais palavras para estar completo, milady, o dobro talvez, mas não creio que tenha fôlego para um romance. Como disse abaixo, preciso adaptar-me para planejar e escrever histórias que caibam no limite.

      Sobre a primeira parte, o objetivo principal era introduzir a relação de empatia de Rick com o grifo de penas castanhas (que salva a sua vida no final). A parte da relação de Rick com Albert realmente ficou pouco desenvolvida já que precisei remover algumas cenas que envolviam os dois, assim como a relação dos dois com Sofia (e não encaixei-as com igual eficácia nos diálogos). Sobre seu retorno à vida, a ideia era não aprofundar muito mesmo, deixar no ar.

      Obrigado mais uma vez e um grande abraço.

  11. rsollberg
    2 de janeiro de 2015

    Uma boa estória.

    No entanto, ficou parecendo um recorte de uma história maior. As divisões usadas ajudaram a reforçar essa impressão.

    O texto foi bem conduzido e o vocabulário casou bem. Algumas repetições incomodaram um pouquinho, como por exemplo o nome do protagonista. Penso que “Rick” poderia ser suprimido sem problemas mais da metade das vezes.

    A trama, apesar de simples, foi bem montada. Acho que as relações de alguns personagens poderiam ser melhor desenvolvidas, os diálogos poderiam ter ajudado nesse sentido.

    De qualquer modo, o conto consegue entreter bastante.

    Parabéns e boa sorte no desafio.

    • Lorde Connington
      5 de janeiro de 2015

      Lorde Sollberg, agradeço pelo comentário e pelos elogios. Como disse em comentários anteriores, precisaria de mais palavras (talvez o dobro) para tornar o conto mais completo, mas não acho que é uma história muito maior que a contada. Faltou apenas espaço para desenvolver melhor a relação entre os irmãos e dos dois com Sofia. Escrever com limite de caracteres tem sido um grande desafio para mim. Mais uma vez obrigado e um grande abraço!

  12. Willians Marc
    30 de dezembro de 2014

    Olá, autor(a). Primeiro, segue abaixo os meus critérios:

    Trama: Qualidade da narrativa em si.
    Ortografia/Revisão: Erros de português, falhas de digitação, etc.
    Técnica: Habilidade de escrita do autor(a), ou seja, capacidade de fazer bons diálogos, descrições, cenários, etc.
    Impacto: Efeito surpresa ao fim do texto.
    Inovação: Capacidade de sair do clichê e fazer algo novo.

    A Nota Geral será atribuída através da média dessas cinco notas.

    Segue abaixo as notas para o conto exposto:
    Trama: 6
    Ortografia/Revisão: 7
    Técnica: 7
    Impacto: 6
    Inovação: 5

    Minha opinião: Olha, não achei ruim, mas também não gostei muito. Achei os personagens um pouco clichê demais, sei que o conto tem uma foco mais adolescente, mas mesmo assim da pra inovar para esse público. A trama teve uma virada um pouco brusca demais, só entendi que havia ocorrido um salto no tempo quando li os comentários. Excesso de repetições e falhas de concordância já foram comentadas e as descrições poderiam ser um pouco mais sutis, “menos melosas”, conforme a dica da Maria Santino.

    Continue escrevendo e boa sorte no desafio!

    • Lorde Connington
      5 de janeiro de 2015

      Obrigado pelo comentário, Lorde Marc. Não se preocupe, pois não pararei de escrever nunca. Espero poder agradá-lo em outra oportunidade. Abraços.

  13. Eduardo Matias dos Santos
    27 de dezembro de 2014

    Achei legal, apesar de não ser o tipo de texto que me chama a atenção. Entretanto, tenho uma sugestão: porque não uma ambientação brasileira? Tudo bem que é um mundo fantástico, mas por que não Ricardos e Albertos? A ambientação, na minha opinião é livre, meu conto mesmo é ambientado no oriente, mas deve ter um motivo, Connington, porque britanismo por britanismo não acrescenta em nada a sua obra. Em todo caso, parabéns e boa sorte.

    • Lorde Connington
      30 de dezembro de 2014

      Agradeço seu comentário, Lorde Santos. Este é um conto que passa-se em um mundo fantástico, como disse, simulando a Idade Medieval da Terra. Desculpa, mas não consigo imaginar nomes brasileiros em mundos desse tipo, infelizmente. Optei, porém, por nomes o mais próximos aos brasileiros e juro que fiz isso intencionalmente (pensei em nomear a vilã como Sophia, mas deixei Sofia, por exemplo). Fico feliz que tenha gostado do texto ainda assim. Grande abraço.

  14. piscies
    26 de dezembro de 2014

    TRAMA 4/5

    A trama é boa. Meio ingênua, mas muito boa. Fiquei indeciso sobre a qualidade da trama até finalmente entender que ela não era voltada para o meu perfil de leitor, então realizei uma análise mais parcial. Acho que a história é mais voltada para o publico adolescente.

    Alguns pontos que talvez mereçam atenção:

    -Acho que Rick aceitou muito facilmente o sequestro do irmão pelas sombras. Não houve angústia, pensamentos conflitantes ou mesmo preocupação. Ele simplesmente foi buscar cogumelos no dia seguinte, convencido de que o irmão havia sido capturado pelas sombras.

    – As personalidades dos personagens não ficaram muito claras para mim. Albert uma hora é um covarde repugnante que pega um grifo sem autorização, machuca mortalmente a mulher que ama e foge do cenário com medo de perder sua licença de cavaleiro. Então, em outro momento, ele oferece imediatamente a sua vida para salvar seu irmão.
    Sofia também: uma hora é vingativa, cheia de pensamentos sombrios, e noutra é sofrida, deixando claro que mataria Albert por obrigação, contra sua vontade, com lágrimas nos olhos.

    TÉCNICA: 4/5

    O autor escreve muito bem. Faz analogias interessantes e, por vezes, usa até de certo tom poético. As imagens foram passadas de forma clara. Destaque especial para a descrição de Sofia. Parabéns!

    Boa sorte no conto!

    • Lorde Connington
      30 de dezembro de 2014

      Saudações, Lorde Piscies. Preciso dizer que não foi meu objetivo criar uma trama voltada para o público adolescente, mas como os personagens estavam nessa idade complicada, acabou que o resultado final foi justamente esse. Que bom que, mesmo assim, gostou.

      Sobre os primeiro ponto, concordo contigo. A ideia original era ele ir para a floresta procurar o irmão, mas não consegui vê-lo como um menino corajoso a ponto disso. Mas creio que fiquei devendo explorar mais seus sentimentos em relação ao sequestro do irmão.

      Sobre o segundo, eu planejava ter três personagens centrais, mas pelo problema do espaço, optei por cortar as cenas em que Albert era melhor desenvolvido. O texto ficaria bem melhor, realmente, se ele fosse melhor definido. No exemplo citado, imaginei que ele pegou o grifo sem autorização, como uma transgressão típica de adolescentes. Após o acidente, ele achava que a menina estava morta e não teria salvação, por isso optou por deixá-la na floresta, numa reação de desespero de quem fez coisa errada, com medo das consequências. Ele errou e arrepende-se disso, mas não o considero um “covarde repugnante” por isso.

      Sobre Sofia, ela odeia Albert por tê-la abandonado, mas ainda sente amizade e compaixão por Rick e ficou triste por ter que matá-lo. Ela não é totalmente má.

      Obrigado pelo comentário, pelas notas e grande abraço.

  15. daniel vianna
    25 de dezembro de 2014

    Gostei do fato de o conto tratar de um mundo especial dentro do outro. Era de se imaginar que a criatura fantástica fossem os grifos, mas, em um mundo em que eles são inclusive domesticados, o fantástico mesmo são as sombras. Interessante. Apenas uma coisa me incomodou. Foi na cena em que Rick chega à cabana e vê Albert subjugado pelas sombras: o diálogo soa meio ‘episódio final de Casal 20’ (essa é do baú), quando o vilão contava todo o seu plano. E também não entendi a preocupação das sombras com o fato de Rick ter presenciado tudo. Afinal, são sombras. Ficaram com medo de quê? De se tornarem foras da lei, procurados pela Justiça? Entretanto, o conto é divertido e cumpre o determinado pelo desafio, com certeza. Sucesso.

    • Lorde Connington
      30 de dezembro de 2014

      Saudações, Lorde Vianna. As sombras não estavam planejadas nas primeiras versões do conto. Sofia seria apenas uma morta-viva, mas resolvi adicioná-las para aumentar o leque de criaturas fantásticas. Resolvi até mudar o título depois disso. Pelo que vi nos comentários, foi uma decisão acertada.

      Sobre o diálogo de Albert e Sofia na cabana, uma pena que incomodou. Juro que tentei ter o maior cuidado justamente para não parecer esse tipo de diálogo de entregar o plano. Tentei torná-lo mais uma “lavagem de roupa suja” entre ex-namorados. Mas precisei alterá-lo diversas vezes toda vez que fazia um corte para reduzir o conto. Sobre o outro ponto, as sombras precisariam mudar de cidade depois que Rick descobriu o esconderijo deles, Sofia não poderia mais andar tranquilamente pela cidade. Por isso precisou matá-lo (e aproveitou para usá-lo como oferenda diária para a Morte).

      Obrigado pelo comentário e um grande abraço.

  16. Anorkinda Neide
    22 de dezembro de 2014

    Eu gostei do conto! 🙂
    Me surpreendi com as reviravoltas, como a revelação sobre Sofia e com o salvamento do rapaz pelo grifo, seu amigo.
    Apenas achei fora do contexto a moça falar ao chefe lá, sobre as sombras..ela não deveria dar uma pista sobre a propria vingança, eu acho.. rsrsrs

    Mas parabens pela historia, muito boa de ler!
    Abração.

    • Lorde Connington
      22 de dezembro de 2014

      Seu comentário agrada-me muito, milady. Fico feliz que tenha gostado e que as reviravoltas tenham funcionado. Sobre a Sofia contar sobre as sombras, a ideia era que ela realmente queria ajudar o amigo, ou pelo menos não prejudicá-lo. Como o conto tenta transparecer, ela ainda possui (pelo menos parte) de sua humanidade. Concordo, porém, que ela poderia ajudá-lo de outra forma. Grande abraço.

  17. Gustavo de Andrade
    21 de dezembro de 2014

    Boa tarde, Lorde do Poleiro dos Grifos!
    Este texto é bem inventivo, e parece criar naturalmente um espaço/universo bem estruturado (ao menos, na minha cabeça. Houve habilidade em permitir que eu me perguntasse, por exemplo, como funcionava a hierarquia da Academia, quais eram as aulas, como alguém era escolhido etc.). Mas ele acabou não me pegando: as reações e ações dos personagens parecem meio forçadas, coisa de filme B de livro best-seller, sabe? Tipo algo que se esperaria assistindo Eragon. Além disso, eu me peguei imaginando boa parte do final… o que é meio ruim :/
    Boa escrita!

    • Lorde Connington
      22 de dezembro de 2014

      Agradeço pelo comentário, Lorde Andrade. Bom ver fãs de George R.R. Martin por aqui (foste o primeiro a identificar a relação do pseudônimo com o texto). Fico feliz pelo conto tê-lo feito pensar mais em seu universo (eu mesmo ainda não sei responder suas perguntas sobre a Academia, já que desenvolvi somente o necessário) e triste por não tê-lo cativado. Espero sinceramente conseguir em uma outra oportunidade. Abraços.

      • Gustavo de Andrade
        22 de dezembro de 2014

        Posso dar uma dica? Talvez fosse bom ter pensado e planejado esse tipo de coisa menor, para trazer mais naturalidade ao universo. Mesmo não narrando, por exemplo, o nome do ajudante que bateu tábuas no segundo andar da Academia, é bom pensar no seu micro-cosmo de forma bem abrangente, eu acho, pois você, consequente e invariavelmente, construirá uma trama mais orgânica e menos forçada (que foi o que senti na trama: um pouco de forçação de barra para passar a mensagem que queria).
        GRRM>Tolkien.
        Abraço 😉

  18. bellatrizfernandes
    19 de dezembro de 2014

    Cara, curti demais! De verdade!
    Claro, tem cara de gringo. Mas eu gosto de gringo. Gringo é bom. Não precisa temer. Obrigada!
    Adorei a história, adorei a forma como você contou. o final ficou meio corrido, mas imagino que deva ter sido devido ao limite de palavras. Mas muito bom mesmo, adorei!

    • Lorde Connington
      22 de dezembro de 2014

      Muito grato pelo comentário e elogios, milady. Fico deveras feliz que tenha gostado de meu texto. O limite de palavras definitivamente foi um dos meus maiores inimigos ao escrever esse conto. Um grande abraço e mais uma vez obrigado.

    • Leonardo Jardim
      13 de janeiro de 2015

      Obrigado mesmo pela nota 10, Isabella! Fiquei muito feliz. Foi meu primeiro 10 no Entre Contos 😀

  19. Fabio Baptista
    17 de dezembro de 2014

    ======== TÉCNICA

    Achei o começo meio precipitado, com muitas repetições de palavras: florestas e animais, por exemplo, além de construções pouco inspiradas, tipo: “como em lugar nenhum que conhecia”

    Depois melhora um pouco nesses quesitos, mas continuou não me enchendo muito os olhos.

    Também há um excesso de adjetivos em alguns parágrafos.

    – Sua curiosidade foi mais forte
    >>> Trocaria esse “Sua” por “A”. Pouco à frente fica claro que era a curiosidade do Rick. “Sua” é uma palavra meio traiçoeira e sempre evito quando posso. Adiante temos: “mas Rick não conseguiu esconder seu sorriso sem graça…”. Aqui havia dois personagens em cena e nessas situações o “sua” pode gerar ambiguidade.

    – calda
    >>> Conforme já apontado pelos colegas: cauda.

    – Olhou nos olhos dele com aqueles convincentes olhos verdes.
    >>> Muitos olhos nessa frase

    – mãos escuras como a noite
    >>> Essa comparação da noite já havia sido utilizada

    ======== TRAMA

    Achei bacana.
    Em alguns momentos me lembrei de “Legend of Zelda – Skyward Sword”.

    Só não me ficou muito claro em que momento a Sofia sofreu o acidente.

    A única ressalva é para o irmão, que quase entra mudo e saí calado.

    – Rick avistou a criatura que sempre sonhou em conhecer
    >>> Achei estranho isso, pois vivendo em um reino em que os cavaleiros usavam essas bestas mágicas como montaria, teoricamente o rapaz já deveria ter ao menos avistado de longe algum deles.

    – de envergadura de quase dois metros
    – um grifo de duzentos quilos
    >>> Achei pouco.

    ======== SUGESTÕES

    – Desenvolver melhor o Albert.

    – Deixar mais claro a questão de tempo em que ocorreu o acidente. Foi há um dia? Ou mais tempo?

    ======== AVALIAÇÃO

    Técnica: ***
    Trama: ***
    Impacto: ***

    • Lorde Connington
      18 de dezembro de 2014

      Agradeço pelo seu comentário e dicas, Lorde Baptista. Ainda tenho uma longa ladeira a escalar para aperfeiçoar minha técnica e comentários como o seu e dos outros ajudam bastante. Preciso, por exemplo, melhorar minha revisão. Leio o conto várias vezes, mas às vezes introduzo mais erros que corrijo (o “calda”, por exemplo, eu adicionei às pressas em uma das minhas últimas leituras).

      Sobre as sugestões, devo dizer que cortei duas cenas em que Albert seria melhor desenvolvido. Também fiquei com essa sensação de que ele apareceu pouco, mas não soube como mexer mais (apenas aumentei as citações a ele).

      Sobre o tempo, o texto diz que Rick não via Sofia há anos. Não ficou claro, mas o entre o primeiro e o segundo ato, o tempo dá um salto (Rick entra na Academia no 1º e no 2º já é um cavaleiro). Uma das cenas removidas explicava um pouco melhor esse salto. Removi-a e optei por descrevê-la nos diálogos. Mas também fiquei achando que deveria ser mais explícito.

      Enfim, como disse antes, tinha muito a contar e pouco espaço. Invejo aqueles que conseguem fazer tramas redondas e complexas com poucas palavras.

      Mais um vez obrigado e um grande abraço.

  20. Claudia Roberta Angst
    17 de dezembro de 2014

    Não conhecia os grifos, aliás conheço muito pouco do mundo fantástico. Gostei das imagens criadas, da surpreendente revelação da verdadeira Sofia e do enredo em si. O menino é muito fofo e merece um grifo de última geração como presente de Natal. Como sempre, acho que o conto poderia ser mais conciso, “enxugaria” um pouco mais para agilizar a leitura. Revisar não é divertido, mas necessário. O “calda” no lugar de cauda levantou a suspeita quanto quem seria o autor. Boa sorte!

    • Lorde Connington
      18 de dezembro de 2014

      Obrigado pelo seu comentário, Lady Angst. Fico muito feliz que meu texto agradou-a. Optei pelos grifos para fugir das criaturas mais “comuns”, como pégasos e dragões. Sobre enxugar o texto, devo dizer que precisei cortar diversas partes para encaixá-lo no limite. Definitivamente não tenho o dom da síntese. Grande abraço.

  21. Jowilton Amaral da Costa
    15 de dezembro de 2014

    Bom conto, gostei. Li num fôlego só. Achei uma trama muito boa, e a surpresa de que a menina era uma morta-viva amaldiçoada foi bacana. A “Sombra” deu um toque de terror bem interessante. Achei bem escrito, com uma estética boa. Boa sorte.

    • Lorde Connington
      16 de dezembro de 2014

      Seu comentário deixa-me deveras feliz, Lorde Coast. São comentários como o seu que nos alimenta a vontade de criar mais. Grande abraço.

  22. Andre Luiz
    13 de dezembro de 2014

    Lorde, tenho de te dizer que seu conto é exímio e digno de um texto para entreter os filhos do rei, uma história de medo e terror. A sombra é um grande trunfo utilizado no conto, e compõe a trama deixando-a mais fluida. Também reparei em erros de português, mas sinto que já foram pontuados com destreza pelos outros comentaristas. No mais, a questão da Academia de grifos chamou-me bastante a atenção, de forma que induziu-me a ler o texto e terminá-lo o mais rapidamente possível. Achei muito bem feita a parte do encontro de Rick com o grifo, “Era uma criatura selvagem, mas Rick confiou em seu instinto, aproximando-se com a mão estendida.”; que corrobora os escritos sobre criaturas mágicas que dizem para nunca aproximar-se de um grifo sem que ele lhe dê permissão. Deve-se estender a mão e esperar que ele retribua o aceno. Isso tudo mostra que o autor tem domínio sobre o que escreve – uma característica louvável, a meu ver. Parabéns e sucesso no concurso!

    • Lorde Connington
      13 de dezembro de 2014

      Só os deuses sabem como fico feliz com seu comentário, Lorde Luiz. Apesar do meu sério problema de revisão, estou muito satisfeito que a história agradou. Atrevo-me a dizer, milorde, que sou quase tão fascinado pelos grifos quanto Rick. Um grande abraço.

  23. simoni dário
    12 de dezembro de 2014

    Gostei do texto no geral, da ligação dos irmãos. Estava gostando da Sofia, mas depois…
    “O corpo, patas traseiras e calda eram como de um leão” deveria ser cauda, juro que já estava vendo um ensopado aqui, é sério, voltei pra reler a frase. É claro que tem detalhes que não percebemos nem revisando, o olho vai correndo leitura e parece viciado para algumas palavras, você pode ler mil vezes que não adianta, simplesmente não enxerga o erro. Mas o autor escreve bem e com criatividade, o enredo é interessante e descreveu bem o ambiente. O final até surpreende, só acho que teve um desenvolvimento um pouco rápido demais.
    Parabéns e boa sorte!

    • Lorde Connington
      12 de dezembro de 2014

      Agradeço o seu comentário e elogios, Lady Dário. Como disse em comentários anteriores, li o texto dezenas de vezes e esse “calda” me passou batido em todas elas, assim como outros erros citados em comentários anteriores. Sinto até uma dor, como se o punhal negro de Sofia cravasse em meu ventre! O importante, porém, é que o texto te agradou. Um grande abraço.

  24. Virginia Ossovsky
    12 de dezembro de 2014

    Que pena que a Sofia era do mal, pensei que ela seria mais uma menininha doce kkk… me surpreendeu. Gostei da ambientação, principalmente da floresta do início do conto. Infelizmente desenvolvi pouca empatia pelos personagens, apesar de estarem bem construídos. Parabéns e boa sorte !

    • Lorde Connington
      12 de dezembro de 2014

      Agradeço seu comentário, Lady Ossovsky. A intenção desde o início era fazer com que ela parecesse uma boa menina para o final ser mais surpreendente. Que bom que funcionou com você e que pena que não pegou empatia pelos personagens. Devo dizer que precisei cortar algumas cenas que talvez ajudassem nesse ponto. Como é difícil dizer muito em pouco espaço! Um grande abraço.

  25. Sonia
    12 de dezembro de 2014

    correção gramatical: alguns erros de concordância, como esse “cortou as cordas que o prendia.”
    gostei da frase inicial, capta a atenção. A gente se imagina na floresta olhando o grifo. :No entanto eu tiraria o adjetivo “grifo selvagem”?? tem grifo civilizado??

    trama simples, sem muita surpresa, e o final está confuso, não entendi aqueles olhos verdes.
    a técnica de dividir o texto em pequenos capítulos ficou exagerada, afinal é um conto, menos divisões, ou mesmo uma narrativa corrida ficaria mais elegante.
    inovação – pouca, quase tudo pode ser referido ao Harry Potter.

    acho que dá para melhorar bastante.

    • Lorde Connington
      12 de dezembro de 2014

      Obrigado pelo comentário, Lady Sonia. Não sei se pode imaginar a frustração de saber que sua trama original e genial (segundo meu próprio ego) ocorreu de forma semelhante em um livro de um bruxinho muito famoso? Juro pelas penas dos grifos da Academia que nem sabia dessa cena. Nem o fato da menina driblar a morte tendo que fazer um sacrifício por dia serviu pra aumentar a nota da originalidade?

      Sobre “grifo selvagem” a intenção era ser um contraponto com os grifos “domesticados” da academia. Assim como “cavalos selvagens”, desses que estão na natureza e não estão prontos para serem montados.

      Enfim, sinto por minha história não ter te agradado mais. Um grande abraço.

  26. Ana Paula Lemes de Souza
    12 de dezembro de 2014

    Muito bom o conto! Lembrou-me muito Harry Potter também, engraçado o autor/autora nunca ter lido.
    Boa sorte!

    • Lorde Connington
      12 de dezembro de 2014

      Agradeço sinceramente pelo comentário e elogios, Lady Souza. Juro pela garras dos grifos que nunca li nenhum Harry Potter (não que possua algum preconceito, simplesmente por preguiça de começar) nem vi os filmes (só gosto de vê-los após ler o livro).

      Após o comentário da Lady Santino, recorri aos magos de meu castelo e vi a cena com do bruxo com o grifo (na verdade, é um hipogrifo). Uma estranha coincidência, devo dizer. Um grande abraço.

  27. Leonardo Jardim
    12 de dezembro de 2014

    A história é muito legal e a trama encaixou direitinho. A Sofia é uma vilã bem interessante, pois parece que não é totalmente maligna, sobrou alguma coisa de sua alma. O texto contém alguns erros de revisão que outros comentaristas citaram e citarão com mais eficácia e algumas repetições que poderiam ser evitadas.

    Apesar disso, é um conto muito bom! Parabéns e boa sorte.

    • Lorde Connington
      12 de dezembro de 2014

      Agradeço imensamente seu comentário, Lorde Garden! Grande abraço.

  28. mariasantino1
    12 de dezembro de 2014

    Olá!

    As repetições incomodam um pouco, esse trecho é exemplo: “O corpo, patas traseiras e calda eram COMO de um leão, COM pelo de uma cor laranja e brilhante COMO a alvorada, grandes asas castanhas, cor de canela, estavam recolhidas sobre seu corpo, as patas dianteiras COM penas e garras de águia, assim COMO sua enorme cabeça, COM um bico dourado COMO o sol do meio-dia, que dissecava a presa COM uma extrema facilidade, completavam a impressionante criatura. Um grifo, COMO no símbolo real de Griffion, o reino onde vivia, o animal místico e raro, difícil de ser domado, usado COMO montaria pelos cavaleiros da Academia, o sonho de todo jovem do reino.” Use “tal qual”, com = junto de, mesclado a…
    O clima de Harry Potter é palpável, não achei ruim, mas esperei por outro final. Gostei de algumas construções frasais, essa aqui me dói o dente de tão doce, mas mesmo assim foi gostoso de se ler “aqueles olhos verdes como um lago na primavera — Rick parecia afogar-se toda vez que olhava para eles”.

    Sobre a criatividade, digo que seu texto repassa muita beleza, imagens bonitas verdejantes (não curti muito o retorno do Rick a posição inicial antes do diálogo do Albert com a Sofia = Na floresta para colher cogumelos), mas carece de profundidade. Seria uma ótima película para a telona, mas quando se ler, desejamos mais para sermos cativados e nos importarmos com os personagens.

    Boa Sorte.

    • Lorde Connington
      12 de dezembro de 2014

      Obrigado pelo comentário e dicas, Lady Santino. Concordo com todos os problemas apontados e fico feliz que a tenha agradado em alguns pontos. Sobre o retorno à floresta, a ideia original era ele ir procurar o irmão, mas não o enxergava com perfil de herói. De qualquer forma, podia ter pensado em outra coisa. Sobre Hary Potter, acredita que nunca li nem o primeiro livro? Só por curiosidade, que outro final você esperava? Grande abraço.

      • mariasantino1
        12 de dezembro de 2014

        Falei do Harry Poter por causa da Academia, sacrifício do Grifo, ser de sombras… O lance do final é que foi muito rápido, não se torceu para que o ser de sombras não ferisse o grifo, só foi um piscar de olhos. Esperei por outra coisa tipo um duelo mais descrito. Tipo a moça com um punhal na mão descendo-o com força e acertando na pedra, daí o leitor perguntaria, mas cadê o guri? E ele estaria nas garras do grifo que poderia lançar pedras nos inimigos. O grifo inteligente (cortando a corda) é bacana, mas como disse, poderia ter mais contenda no final já que se tem bastante descrições de ambiente, descrever mais a luta seria bom.

      • Lorde Connington
        12 de dezembro de 2014

        Entendi. O texto tinha ultrapassado as 3 mil palavras, mas depois de uns cortes, até sobrou espaço para descrever melhor essa batalha final. A ansiedade em postar logo fez com que desistisse. Tenho que aprender a controlar essa ânsia. Mais uma vez obrigado.

  29. Brian Oliveira Lancaster
    12 de dezembro de 2014

    Precisa de algumas revisões, mas no geral gostei do tom do texto. Não sei por que imaginei ‘Chocobos’ em vez de águias. O clima fantasioso caiu muito bem, assim como a explicação indireta da história do Choc… Grifo selvagem. Dá a entender que essa história é maior, mas fiquei satisfeito com o final.

    • Lorde Connington
      12 de dezembro de 2014

      Agradeço imensamente pelo comentário, Lorde Lancaster. Achei divertida sua leitura como chocobos, mas, se não me engano, eles não voam como os grifos. Sobre o grifo selvagem, a história dele está praticamente toda no texto de forma implícita. A história, como quase todas, é maior, mas foi contada nos diálogos. Se tivesse mais palavras, porém, poderia tê-la deixá-lo mais explícita. De qualquer forma, o importante é que ficou satisfeito. Grande abraço.

      • Lorde Connington
        13 de dezembro de 2014

        Só agora percebi o erro. Cortarei o salário de meus mensageiros por um mês por conta disso: “tê-la deixá-lo” (tê-la deixado).

  30. Rubem Cabral
    12 de dezembro de 2014

    Boa a história, com jeitão de conto de fadas. Gostei da Sofia! Um tico de revisão, no entanto, cairia bem: “ratro” (rastro), acertar alguns erros de concordância verbal, etc.

    Em “com seus afiados bicos manchados de sangue, cortou as cordas que o prendia”, eu usaria no singular: “com seu afiado bico manchado de sangue…”. Pois, se não me engano, as duas partes que formam o bico são mandíbulas.

    Houve muita repetição também: Rick (48x), grifo (28x – fora o do título), floresta (13x), por exemplo. É normal se repetir o nome do protagonista, mas dá para se evitar tamanha frequência.

    • Lorde Connington
      12 de dezembro de 2014

      Obrigado pelo comentário, Lorde Cabral. Devo dizer que revisei o texto quase tantas vezes quanto o nome do protagonista apareceu, mas parece que sou cego quando o assunto são meus textos. Sobre a repetição, confesso que costumo preocupar-me somente dentro de um mesmo parágrafo (usei “rapaz” , “animal”/”criatura” e mata para evitar isso, por exemplo). Vou prestar mais atenção no texto com um todo daqui em diante. Tem alguma ferramenta mágica que faz essa contagem ou você usa um servo? Mais uma vez obrigado.

      • Rubem Cabral
        12 de dezembro de 2014

        Lorde Connington: para contar alguma palavra aqui no blog você pode usar CTRL-F. Dispensei os meus servos, pois os encargos estão altos demais hoje em dia. 😀

  31. Lorde Connington
    11 de dezembro de 2014

    O que aconteceu que ninguém tá comentando 😦

    • Brian Oliveira Lancaster
      12 de dezembro de 2014

      Cada pessoa tem um “timing”. Ou escolhe um dia preguiçoso de trabalho e faz uma escala (meu caso), indo do mais antigo para o mais novo. A maioria comenta à noite ou fim de semana – mas como ainda temos uma semana de envio, pode acontecer de deixarem para depois, o que não gosto de fazer, pois acumula muito, torna-se cansativo e afeta a avaliação.

  32. Tiago Volpato
    11 de dezembro de 2014

    Texto muito bem escrito e muito bem conduzido. Poderia estar lendo ele em algum livro. Parabéns, muito bom!

    • Lorde Connington
      12 de dezembro de 2014

      Obrigado pelo comentário e elogios, Lorde Volpato! Receba minha sincera gratidão.

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Publicado às 10 de dezembro de 2014 por em Criaturas Fantásticas e marcado .
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