EntreContos

Detox Literário.

Flor de Lótus (Virgínia Barros)

unicornio-alado

Serena meditava no alto de uma castanheira quando a Grande Irmã da Ordem das Amazonas decidiu procurar por ela. Manteve-se imóvel durante uma boa meia hora, divertindo-se em observar as calouras a chamarem, correndo de um lado para o outro na esperança de encontrá-la. Não respondeu e deixou que se frustrassem, vingando-se por terem interrompido o seu grande momento de elevação espiritual.

Se a buscavam com tanto empenho, boa coisa não poderiam querer. No mínimo a líder lhe proporia mais um trabalho árduo e perigoso que “só ela poderia fazer”. Certamente queria dizer “só ela era idiota o bastante para tentar”, mas Serena havia se dado conta disso tarde demais.

A própria Irmã acabou precisando se mexer para encontrá-la. Sabia muito bem onde a veterana do estábulo dos Pégasos costumava se ocultar para treinar os mantras; afinal, Serena era a única no convento que parecia se preocupar em fazê-lo.

Tudo o que queria era passar seus momentos de folga praticando o que aprendera com Sakyamuni, o melhor guru das terras de Mahabharata. Os verdes jardins do mosteiro amazona, que se estendiam por vários quilômetros ao longo do Ganges, pareciam o lugar perfeito para isso. E realmente seriam, se mosteiros fossem tão sossegados na prática como na teoria.

– Serena, preciso que desça daí! É uma emergência e só você pode ajudar! – exclamou a decidida voz da Grande Irmã, exatamente debaixo do galho onde Serena se encontrava, ainda oculta pela folhagem.

“Eu sabia”, pensou a jovem Amazona, suspirando melancólica enquanto escorregava agilmente os dez metros de tronco que a separavam do chão.

Levar jeito com os cavalos, fossem eles alados ou do tipo unicórnio, havia levado Serena a consagrar sua juventude ao convento. Ali as Amazonas se haviam recolhido depois de sua decadência, que culminara em diversas derrotas e perda da maioria de seus territórios. Restara-lhes um acordo com as tribos vencedoras, que generosamente lhes concederam um expressivo terreno onde poderiam viver como quisessem, sem serem molestadas por homem algum. Posteriormente, algumas jovens das redondezas gostaram da ideia, e vez ou outra solicitavam vaga no mosteiro. Assim nasceu a Ordem das Amazonas, que se dedicava geralmente a cuidar dos equinos…

E a secretamente dar continuidade ao estudo das técnicas de guerra, pensou Serena, encarando o rosto firme da Grande Irmã. Não havia demorado a perceber que o espírito estava longe de ser prioridade por ali. Gente ingênua como ela acabava trabalhando nas estrebarias, enquanto quem se juntava às subversivas acumulava privilégios. Conquistados na ponta da faca, diga-se de passagem. A própria Irmã guardava em sua sala uma coleção de espadas de tamanhos diversos “que só serviam de enfeite”.

A ambição de um grupo de Amazonas de retomarem a glória dos velhos tempos não era exatamente um segredo. Nos dois anos em que havia morado ali, Serena havia ouvido o suficiente de boatos para perceber que o mundo fora do convento pouco se importava com os planos das conspiradoras. A negligência certamente nascia de uma séria incredulidade no potencial estrago que uma centena de mulheres seria capaz de fazer.  Desconsiderar a origem guerreira do grupo, ainda que longínqua, era um favor para aquelas que sonhavam com uma sociedade em que os homens viviam acorrentados

“Mas bem que eles mereceriam”, pensou Serena, “Como podem acreditar que esse lugar não passa de um haras sagrado?”.

Bem, ela mesma havia acreditado nisso. Tanto que acabara ali.

Pouco lhe importava, entretanto, que uma rebelião explodisse e o mundo dos homens ruísse sob a fúria traiçoeira das Amazonas. Ou que, mais provável ainda, chegasse o fim definitivo do clã das guerreiras sob o jugo das flechas dos filhos de Arjuna. Ela provavelmente morreria, fosse qual fosse o caso, e seria obrigada a renascer sob a roda do Karma. Talvez tivesse mais sorte em outra vida e nascesse homem, para poder frequentar um mosteiro de verdade.

Esses pensamentos amargos distraíam Serena da realidade, não muito mais doce, que não desistia de requisitá-la. Parada diante da Grande Irmã, percebeu com satisfação que em nada ficava lhe devendo. Tinham a mesma boa altura e pele bronzeada graças ao uso de pouca roupa. Os cabelos eram longos, escuros e rebeldes. Poderiam passar por irmãs, até porque a carga de ódio que se estabelecia entre as duas não facilitava muito a convivência.

– Preciso que monte Flor de Lótus – a Irmã anunciou solenemente o que Serena já tinha como certo.

Para que mais a chamariam? Já transportara cartas “urgentes”, encomendas “imprescindíveis” e até dinheiro. Tudo porque era a única “serena” o bastante para domar o equino mais intratável já visto entre as nuvens da terra de Krishna. Era filho de uma Pégaso com um unicórnio, cruza raríssima, pois essas duas espécies, hoje extintas, viviam em ambientes distintos e costumavam se tratar com indiferença. Por ser híbrido, Flor de Lótus era tão estéril quanto mal-humorado. Mas Serena, ao longo dos anos, havia conseguido driblar seu ódio, com uma motivação cujo entendimento lhe escapava.

– Você deve levar ervas para o Kanyakumari. Houve um surto de disenteria, e estão perdendo muitas crianças.

– Mas isso é do outro lado do país! – Serena surpreendeu-se.

– Não tenho escolha. Você é a mais rápida – a Irmã falou como se lhe custasse admiti-lo.

– Eu, não! Flor de Lótus é – Serena objetou, por pura pirraça.

– Você é a única que pode montá-lo – a outra pontuou, secamente.

– É muita responsabilidade – protestou.

O silêncio espalhou-se entre líder e subordinada. A viagem de Serena claramente já estava decidida. Só lhe restava suspirar e ir procurar Flor de Lótus no estábulo. Virou-se, lamentando a tarde de meditação trocada por vinte e quatro horas de vento gelado na cara.

– Talvez queira levar uma manta – a Irmã sorriu levemente.

Ambas sabiam que se agasalhar seria um sinal de fraqueza.

– Serena não sente frio – a domadora de Pégasos retrucou com dignidade e marchou com os pés descalços, quase tão grossos quanto cascos de cavalo.

***

Os preparativos para a viagem duraram quase uma hora, algo normal para um percurso tão longo. O que perturbou o espírito de Serena foi a demora em lhe entregarem o mais importante: a encomenda. Era de se pensar que em um caso de vida ou morte como aquele já tivessem tudo preparado; estava diante de um claro caso de incúria.

Serena conferiu se os cestos de mantimentos estavam bem presos em Flor de Lótus. O híbrido a encarou com tédio em seus grandes olhos vermelhos. O pêlo que o cobria era azul-claro, como o céu, o que o tornava quase invisível enquanto voava entre as nuvens. Suas longas e musculosas asas eram cobertas por pêlos brancos, um pouco mais macios. O mortal chifre sobre o meio dos olhos denunciava sua origem mestiça. Era transparente, de um material parecido com o vidro, assim como seus cascos.

Um animal belíssimo, cujo valor excedia em muito sua aparência.

– Para demorar assim com os remédios, poderiam ter mandado Shanti montada em um elefante – Serena, que nunca havia incorporado o próprio nome, resmungou.

A própria Shanti, já na meia-idade, baixinha e gorda, apareceu correndo na porta do estábulo. Serena temeu que ela caísse de cansaço, mas apenas diminuiu o ritmo e se aproximou com um fardo estendido para a Amazona.

– Acalme-se, mulher. Pensa que vai emagrecer correndo assim? – Serena caçoou, acrescentando a encomenda à bagagem do bravo cavalo.

Quando voltou-se para encará-la, entretanto, parou de sorrir, chocada. Uma afiada adaga estava apontada para seu ventre nu.

Vendo a expressão em seu rosto, Shanti girou a arma, oferecendo o cabo luxuoso e incrustado de pedrinhas para a amiga.

– Por favor, leve isso. Não me pergunte por quê! Por Shiva!

Serena mal teve tempo de segurar o presente, e a outra já saiu rolando porta afora. Embora aquilo muito a assombrasse, não podia perder tempo indo atrás dela. A Amazona deu um jeito de ocultar a faca no cinto e montou com um impulso, segurando o pescoço da fantástica criatura que a levaria em mais uma viagem.

Mal precisava falar com a montaria. Flor de Lótus atendia a seus desejos assim que lhe passavam pela cabeça. Levantar voo, virar à esquerda, direita, meia-volta. Serena às vezes bradava, alegremente, que era uma pena que ele não soubesse preparar chá.

Ela sabia merecer aquele tratamento. Havia dedicado mais de um ano à conquista do orgulhoso animal. Da primeira vez que tentou montá-lo, Flor de Lótus levantou um furioso voo de cinco metros de altura e impiedosamente a atirou ao chão com uma chacoalhada. Shanti, na época, disse que já vira pessoas ficarem paralíticas por muito menos.

Serena colecionava cicatrizes dos coices e chifradas que havia levado enquanto tentava amansar o rebelde híbrido. O tempo todo tivera em mente que, se não conseguisse, ele seria sacrificado ou terminaria fugindo. Outra pessoa teria procurado algo menos perigoso para fazer. Mas Serena preferiu escolher um lindo nome para o unicórnio alado, que a fascinava de maneira inexplicável. Nunca se perdoaria se tivesse desistido dele.

Em troca da desprendida insistência, recebera muito mais do que os encargos de transportadora. O que nem a Irmã nem ninguém no convento entendia era que cavalos alados eram divinos, e aquele, único. Aprendendo a lidar com ele, aprendia a dominar sua própria natureza rebelde. Subindo aos céus sobre as asas do cavalo que conquistara, preparava seu espírito para a derradeira viagem. Sentia-se pronta para ir a qualquer momento. Se um dia encontrasse a paz e sabedoria que tanto almejava, seria graças a Flor de Lótus.

Flor de Lótus, que era mais rápido que o vento. Voar em Flor de Lótus era entrar em comunhão com todas as divindades existentes. Era uma pena que as Amazonas não se interessassem por isso e perdessem tanto tempo com planos violentos.

Era nisso que refletia Serena quando sobrevoava uma densa floresta e foi atingida de raspão no braço por uma flecha. Sentiu o corpo dar um giro completo no ar quando Flor de Lótus começou a fazer acrobacias, evitando os novos ataques que se seguiram. Embasbacada, constatou que nunca ouvira falar de outro cavalo, alado ou não, que fizesse algo assim. Percebeu que apenas ele havia evitado que ela levasse uma terrível flechada entre as espáduas. Seu rosto esquentou, e o corpo gelou. Aquela poderia ser a derradeira viagem. Estaria mesmo tão preparada quanto imaginava?

O unicórnio alado despencou em uma descida vertiginosa que Serena quase confundiu com uma queda desastrosa. Tentou girar a cabeça para identificar seus atacantes, mas o sol feriu seus olhos, e apenas constatou que eram três mulheres. Não a perseguiam, ou porque pensassem que estava caindo, ou porque tivessem medo de tentar uma descida tão brusca.

Era uma sorte que Flor de Lótus soubesse o que fazer naquela situação, pois Serena estava desprevenida e abalada pela terrível dor no braço. Fez o possível para se agarrar à crina da montaria, enquanto pousavam suavemente em uma pequena clareira. O híbrido encolheu as asas e passou a trotar com espantosa agilidade pela mata fechada, como se soubesse exatamente aonde queria ir.

Encontrando uma pequena caverna, embrenharam-se pela escuridão pedregosa. Serena mais escorregou do que desmontou do torso do encantado animal que salvara sua vida. Examinou o braço coberto de sangue, mas Flor de Lótus tomou-lhe a frente e lambeu a pele até limpá-la por completo.

“Obrigada”, Serena pensou, fitando os inteligentes olhos do híbrido.

Percebendo que pernoitaria ali, a Amazona ocupou-se de cobrir o ferimento e preparar uma espécie de leito de folhas onde pudesse descansar. Não acreditava, entretanto, que fosse capaz de dormir depois da inesperada agressão.

Conspiração: foi a palavra que Serena exclamou, ao constatar que o fardo que Shanti lhe entregara estava cheio de mato. A velha trapaceira! Agora não tinha dúvidas de que suas perseguidoras eram Amazonas. Mas por qual motivo gostariam de vê-la morta? Era útil para a Ordem; afinal, estava viajando a seu serviço. Seria talvez um plano das rebeldes? Mas elas nunca haviam feito questão de esconder suas intenções. Sabiam que homem nenhum as levava a sério; seus antigos tempos de glória estavam completamente soterrados no inconsciente coletivo.

Talvez Flor de Lótus soubesse o motivo, pensou, derrotada e sozinha. Estendeu a mão para acariciar a bela crina do animal. Ele a encarava com seriedade, e pela primeira vez ocorreu a Serena uma dúvida: teria ela realmente domado Flor de Lótus… ou ele a havia testado durante todo aquele tempo?

***

Despertou com um sobressalto: prometera a si mesma não dormir, mas afinal sucumbira ao cansaço e ao medo. A noite cedera lugar a uma nova manhã, e Flor de Lótus a esperava na entrada da caverna. Erguendo-se, Serena decidiu que mudaria o rumo de sua viagem: fugiria, não na direção sul, mas para o extremo Leste. Talvez se ocultasse em algum vilarejo no alto das montanhas, onde pudesse meditar e cuidar de cabras, ou qualquer outra coisa. O que não podia era manter a vida em risco.

Novamente montada no híbrido, deixou que ele escolhesse o melhor caminho pela misteriosa floresta. Ao longe, ouvia o ruído de uma cachoeira, e percebeu que se dirigiam para lá. Ficou feliz com a ideia de tomar um banho, e passou a se ocupar apenas do revigorante canto dos pássaros.

Entretanto, sua tranquilidade não durou muito. Três cavalos alados, pastando próximos às pedras da margem, alertaram Serena de que deveria fugir, mas não houve tempo. Uma adaga atirada não de muito longe acertou em cheio seu ventre, e dessa vez ela tombou, caindo dolorosamente sobre o mato.

Lutando para não desmaiar, tentou estancar o ferimento com a mão, mas o sangue fresco lhe escorreu por entre os dedos. Foi então que reconheceu, entre os vultos que se encaminhavam para ela, o emblema da Grande Irmã. Incrédula, só pôde articular palavra quando já estavam bem próximas.

– Por quê…? – murmurou, tentando erguer-se, apoiada no braço bom.

– Ah, Serena… Que desgraça ter de me livrar de você. Uma mensageira tão útil – a Irmã parecia lamentar muito pouco a decisão – Mas existem causas que valem qualquer sacrifício. Veja a causa das Amazonas. A nossa causa. Antigamente, respeitadas como guerreiras, dominando nosso próprio país e fazendo dos vermes masculinos aquilo que bem entendíamos.

Sorria, como se realmente tivesse vivido aqueles anos dourados.

– Mas agora – prosseguiu, indignada – condenadas a uma vida de eremitas, tudo o que nos restou depois de humilhantes derrotas… Como se verdadeiras guerreiras pudessem se contentar em criar cavalos!

– Podemos aprender muito com eles – murmurou Serena.

A Irmã agachou-se para lhe cuspir na cara.

– Estou à beira de levantar toda a Ordem sob meu comando. Vamos recuperar o que é nosso. Nenhum homem vai mais nos dizer onde ficar e como nos comportar. Mas você, Serena, com esse seu jeitinho de ovelha conformista, sempre rezando, estudando essas porcarias metafísicas… É um péssimo exemplo! Desde que botei os olhos em você, senti nojo. Sabia que inúmeras novatas adoram você? Ficam querendo aprender com gurus, recitar mantras, meditar por horas, como se não houvesse tanto trabalho a ser feito!

Serena arriscou um olhar para Flor de Lótus. Impassível, ele se mantinha entre as duas comparsas da Irmã, de arcos apontados para a Amazona ferida. Percebeu que estava só, e suas chances eram quase nulas.

A Grande Irmã levou, sem pressa, a mão ao cinto. Serena aceitou a morte iminente, mas seus dedos foram mais rápidos. Brandindo com o braço ferido a adaga que a medrosa Shanti lhe oferecera, de um só golpe, rasgou de ponta a ponta o peito da adversária. A líder desabou à sua frente, jorrando sangue e rancor.

Serena esperou que as flechas das outras a liquidassem. Entretanto, observou boquiaberta Flor de Lótus perfurá-las com o chifre, a uma velocidade que mal conseguiu acompanhar. Só pôde observar a carnificina, cuja única prova estava em um filete de sangue que escorria do chifre para o pêlo azul do híbrido.

Fraca, entontecida, Serena percebeu que a morte a abraçaria de qualquer maneira. Estava perdendo tanto sangue que não fazia ideia de como conseguira juntar forças para matar a Grande Irmã.

Flor de Lótus tornou a se aproximar dela, tentando limpar o ferimento como antes, porém nada impedia que sua vida continuasse escoando pelo ventre. Arrastando-se, Serena se aproximou da cachoeira e bebeu fartamente de suas águas límpidas. Observou, atônita, enquanto o híbrido atirava os corpos das perseguidoras no leito do rio, espalhando vermelho pelas águas claras.

– Espere – murmurou, antes que ele se livrasse do corpo da Grande Irmã.

Puxando de sua adaga, usou as forças que lhe restavam para cortar fora a cabeça de sua algoz. Entendendo-a, o híbrido baixou a cabeça, para que Serena espetasse em seu chifre o macabro troféu. Logo depois, ela deixou-se tombar, com a vista já escurecendo.

– Adeus, Flor de Lótus – murmurou, sabendo que os olhos da sábia criatura estavam sobre ela – Que as Amazonas conheçam a ruína que as aguarda pelo caminho que insistem em seguir.

Antes de libertar a própria alma, Serena encarou mais uma vez os vermelhos olhos de Flor de Lótus. Sorriu ao perceber que ele não a deixaria morrer sozinha. Teve, então, certeza da verdade. Não escolhera Flor de Lótus; ele a havia preferido dentre todas as outras e a ajudara a se preparar para encontrar a paz e a sabedoria. Sim, estava realmente pronta para sua derradeira viagem. Era uma pena que não pudesse mais levar consigo aquela valiosa criatura.

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56 comentários em “Flor de Lótus (Virgínia Barros)

  1. Marcellus
    11 de janeiro de 2015

    O conto é bem escrito, mas não entrega grandes emoções. É linear, segue o mesmo passo do início ao fim. “Morno”, como escrevi em outro.

    A escrita não tem grandes erros, é competente.

    Boa sorte no desafio!

  2. Miguel Bernardi
    11 de janeiro de 2015

    Adoro ver personagens femininas fortes! Nisso, o conto já me ganhou. E é uma história interessante e bem escrita. Tirando algumas repetições, não teria visto problema algum no conto.
    Adorei o modo como trabalhou a fantasia, as situações, a Flor de Lótus…

    Parabéns e boa sorte no desafio, Shanti!

  3. Pétrya Bischoff
    11 de janeiro de 2015

    Bueno, penso que o autor conseguiu desenvolver bem o conto, construindo imagens claras e personagens bem definidos. No entanto, pareceu-me tudo muito plástico, artificial… a começar pelos próprios diálogos. A trama em si não fugiu do lugar-comum de uma traição e a ambientação (mesmo que com amazonas guerreiras) pareceu-me muito ninfa-fadinha”). De maneira geral, foi uma leitura cansativa, para mim, mesmo que bem descrita. Boa sorte.

  4. Letícia Oliveira
    11 de janeiro de 2015

    Ótimo conto. Tudo se encaixou bem e a escrita foi boa também. A história teve profundidade. Original, diferente, uma personagem interessante. Boa sorte!

  5. Swylmar Ferreira
    10 de janeiro de 2015

    Mais um conto interessante de literatura fantástica.
    As personagens femininas são muito interessantes, assim como a criatura, o híbrido flor de lótus.
    O conto tem trama criativa, o enredo é bom e bem escrito.
    Parabéns!

    • Swylmar Ferreira
      10 de janeiro de 2015

      Legal a imagem.

  6. Sidney Muniz
    10 de janeiro de 2015

    Um bom conto.

    Gostei muito do estilo, senti que algumas repetições foram desnecessárias, mas nada que manche o conto.

    Parabéns e boa sorte!

  7. rsollberg
    10 de janeiro de 2015

    Gostei do conto!

    É bacana ver personagens do sexo feminino bem desenvolvidos. Aliás, neste certame, poucos contos passaria no teste de Bechdel, inclusive o meu, rs.

    A trama é boa e essa mistureba de elementos foi bem elaborada.

    off, bate papo.
    Adoro a flor de lótus, padma, adotei inclusive em um romance que estava escrevendo que se chamava “Conexão Lotus”. A simbologia por trás dela é fantástica. O lance dela nascer nos lugares mais inóspitos, sujos… Decorei até o nome cientifico “Nelumbo nucifera” rs.

    Voltando…

    O texto é ótimo, instiga e entretém. Ah, podia ser maior? Sim, tem espaço para isso. Mas, mesmo assim, cumpriu bem sua proposta.

    Parabéns e boa sorte!

    • rsollberg
      10 de janeiro de 2015

      “poucos contos passariam”

  8. Fil Felix
    10 de janeiro de 2015

    Esquema do comentário + nota: 50% Estética/ Tema e 50% Questões Pessoais

    = ESTÉTICA/ TEMA = 4/5

    Conto bem construído e desenvolvido (apesar de um pouco longo), conseguiu criar um universo bem entendível e amplo, mas sem parecer forçado. Em relação ao Flor de Lótus, adorável. Soube usar muito bem a criatura fantástica. A leitura está fluída, porém eu limaria algumas partes, pra deixar mais conciso.

    = PESSOAL = 4/5

    Gostei bastante, achei interessante, principalmente em relação à luta das amazonas e de quererem reaver o reinado. Também gostei que a protagonista morre, deixando que o povo que lide com os problemas de uma rainha morta. Não foi piegas e a fez voltar com a cabeça em mãos. Se não me engano, tem uma parte que ela abre o embrulho e vê só mato, culpando a Shanti (mas não era pra ser a rainha?).

  9. Anorkinda Neide
    10 de janeiro de 2015

    Não sei o que dizer..não gostei da historia, embora esteja direitinha, se é q me entendes…
    Não me conectei com o conflito, achei fracas as motivações tanto do lado bom qt do lado mau.
    Queria simplesmente que Serena não morresse…hehehe

    Boa sorte ae!

  10. Jefferson Lemos (@JeeffLemos)
    6 de janeiro de 2015

    Sobre a técnica.
    Um bom estilo de narrativa. Consegui imaginar todas as cenas sem nenhum problema. Não vi nenhum empecilho que pudesse atrapalhar a leitura. Foi tudo muito fluído e agradável.

    Sobre o enredo.
    Apesar da narrativa ser boa, a trama já não me convenceu muito. Teve a bela criatura fantástica, mas achei a história morna demais. Senti falta de uma ação maior e de um melhor desenvolvimento da vilã, já que ela apareceu rapidamente e fez o que fez. Creio que faltou algo, então não gostei, pois fiquei com aquela sensação de vazio ao término. 😦

    No meu caso, foi mais pelo gosto, pois vi que muita gente aqui gostou. Então, de qualquer forma, felicito o autor!
    Boa sorte no desafio!

  11. Laís Helena
    4 de janeiro de 2015

    Gostei do seu estilo de escrita, consegui me imergir na história sem fazer esforço. A trama simples coube dentro do limite de palavras sem problemas. Apenas achei que a Grande Irmã precisava de uma motivação melhor para matar Serena. No mais, foi um bom conto; gostei bastante do híbrido de unicórnio com pégaso.

  12. Willians Marc
    31 de dezembro de 2014

    Olá, autor(a). Primeiro, segue abaixo os meus critérios:

    Trama: Qualidade da narrativa em si.
    Ortografia/Revisão: Erros de português, falhas de digitação, etc.
    Técnica: Habilidade de escrita do autor(a), ou seja, capacidade de fazer bons diálogos, descrições, cenários, etc.
    Impacto: Efeito surpresa ao fim do texto.
    Inovação: Capacidade de sair do clichê e fazer algo novo.

    A Nota Geral será atribuída através da média dessas cinco notas.

    Segue abaixo as notas para o conto exposto:
    Trama: 7
    Ortografia/Revisão: 9
    Técnica: 7
    Impacto: 7
    Inovação: 7

    Minha opinião: Gostei da maior parte do conto. Achei a trama bem convencional, mas não chega ao clichê. Acredito que a “desculpa” para Serena ir viajar poderia ser diferente de um surto de disenteria no outro lado do pais, se é um lugar tão longe, a planta que serve como remédio não poderia ser obtida de um lugar mais próximo? Já que o texto não especifica que essa planta só existe onde as Amazonas vivem. Gostei do ritmo rápido do texto e achei criativa a mistura entre pégasos e um unicórnio. O final está redondinho pra mim, entendi o lance de cortar a cabeça para mandar uma mensagem às suas antigas companheiras.

    Parabéns e boa sorte no desafio.

  13. Jowilton Amaral da Costa
    28 de dezembro de 2014

    Este aqui o sangue jorrou e uma cabeça foi cortada e espetada no chifre do unicórnio alado, hehehe, gostei disso. O conto é muito bem escrito, li rapidamente e sem sobressaltos. Sinceramente não gostei de Serena ter morrido, imaginei uma reviravolta fantástica, tipo: a lambida do cavalo era milagrosa, já que ele é divino, e curaria os ferimentos de Serena e ela voltaria e estraçalharia com as outras amazonas rebeldes e o sangue jorraria mais uma vez com um monte de cabeças cortadas e penduradas como troféu. Também fiquei na dúvida sobre a emboscada, talvez mata-la sem sair do lugar fosse mais fácil. Mas, eu gostei e o conto é bom. Boa sorte.

  14. Eduardo Matias dos Santos
    27 de dezembro de 2014

    Que interessante este amálgama de mitologia grega e hindu, trouxe certa inovação. Um bom texto, apesar de não ser do meu gosto pessoal. Parabéns e boa sorte.

  15. piscies
    26 de dezembro de 2014

    TRAMA 4/5

    O feminismo está em alta! rs.

    A história é boa. Serena é uma excelente personagem, com um quê de rebeldia e bondade. Flor de Lótus também. Gostei da conexão entre os dois e de como a história desenrolou.

    Só achei que o mundo descrito aqui é ingênuo demais, rs. Os homens derrotam as Amazonas em guerra mas deixam que elas mantenham terras e se retirem por lá para viverem virgens e em paz, rs. Acho que a realidade é um pouco mais cruel mas… o mundo fantástico da história é seu, e não meu. =)

    NOTA: não sei se foi proposital, mas no texto você fala que os Pégasos e os Unicórnios estão extintos. Depois, fala que existem outros cavalos alados. Não sei se isso é um conflito ou se existem outras espécies de cavalos alados que não pegásos, rs.

    TÉCNICA 5/5

    Me envolvi com serena, especialmente por que seu psique é muito bem explorado. O autor sabe nos colocar na pele do personagem e ver com seus olhos. A escrita é muito boa e com pouquíssimas falhas.

    Parabéns e boa sorte no desafio!

    • Shanti
      26 de dezembro de 2014

      Olá, obrigada pelo comentário! Assim, na parte que eu falo que os cavalos mágicos estão extintos, me referia aos dias de hoje, não à época da Serena… Na verdade eu podia ter explicado melhor, o lugar tem vários estábulos e muitos cavalos, alguns unicórnios, outros alados, mas só Flor de Lótus é “os dois”. Anotei a parte da ingenuidade, rsrs, outra coisa que preciso melhorar. Obrigada pela atenção!

  16. daniel vianna
    25 de dezembro de 2014

    Serena e Flor de Lótus formaram uma dupla cativante. A trama é bastante interessante. Como já dito aqui, poderia evoluir para uma história maior. Assim, na qualidade de conto, podia/devia ser compactado (independentemente do tamanho final do conto). É que mais detalhes da história de fato deviam ser expostos. O tema conspiração realmente alavanca a trama e a narrativa foi simples e direta. Um bom conto.

    • shanti
      26 de dezembro de 2014

      Olá, muito obrigada pelo comentário! Que bom que o conto te agradou de alguma forma. As sugestões de fato serão levadas em conta. Abraço!

  17. Gustavo de Andrade
    21 de dezembro de 2014

    Alô, Shanti!
    Sabe o que seu conto me pareceu? Uma parte importante de algum livro. Senti uma falta danada de saber como a ordem funcionava, ou a real natureza das motivações da Grande Irmã, uma vez que é sugerido que ela não viveu o apogeu das Amazonas. Também, podia haver uma mistura mais legal com mitologia indiana… se tentasse substituir as relações com a grega por homologias indianas, certeza que ficaria primoroso. O que houve aqui, pareceu, foi um certo “jogar” de referências e deuses que não contribuíram pro andar da história. A própria motivação da Serena, de ser mais espiritual e, ao mesmo tempo, rebelde, poderia ser explorada de uma forma bem interessante, penso. Também senti falta disso :/
    Misturando essa sensibilidade expressa na relação entre Serena e Flor de Lótus com um tanto de originalidade e apuração (leia-se revisão, cortes e edição, no geral, mais robustos e violentos), certeza que veríamos um conto extremamente primoroso (intuição minha!).

    • shanti
      24 de dezembro de 2014

      oi, Gustavo! Obrigada pelo comentário! Assim, concordo em parte contigo, acho que a história ficou meio resumida, não cabe completa num conto. Obrigada pela atenção!

  18. bellatrizfernandes
    19 de dezembro de 2014

    Gostei… Achei meio rápido, corrido mesmo. Não sei, foi a impressão que deu.
    E, me corrija se eu estiver errada… Mas até onde eu sei, as amazonas e os pégasos são gregos… Não entendi porque as referências indianas na cultura delas…

    • Shanti
      19 de dezembro de 2014

      Olá! Que bom que gostou! Bem, o conto se passa muito tempo depois da queda das Amazonas, e de acordo com a minha história elas perderam suas terras e se foram para a Índia. Rsrs que bom que achou rápido, teve quem dissesse que o conto ficou muito devagar. Muito obrigada mesmo pelo comentário!

  19. Lucas Rezende
    19 de dezembro de 2014

    O conto é um pouco longo, mas a história é curta. Mesmo assim não há o que tirar.
    Gosto muito de histórias de conspirações, porém, creio que faltou um pouco de criatividade na criação da mesma. Ficou meio óbvio.
    A relação de Serena com o híbrido é bem construída e cativa quem lê.
    Boa sorte!!!

    • Shanti
      19 de dezembro de 2014

      Olá! Não entendi bem o que quis dizer com “não há o que tirar”. A intenção mesmo era desenvolver a relação entre a Serena e Flor de Lótus. Obrigada pelo comentário!

  20. Fabio Baptista
    18 de dezembro de 2014

    ======== TÉCNICA

    Gostei. Conseguiu dar um bom ritmo à narrativa.

    Fiquei um pouco incomodado com um certo excesso de adjetivos vez ou outra e, principalmente, com as inversões de adjetivo/substantivo (vermelhos olhos, encantada criatura, etc.).

    – incúria
    >>> Pausa para o dicionário…

    – asas eram cobertas por pêlos brancos
    >>> Não seriam “penas” ?

    – despencou em uma descida vertiginosa
    >>> Se despencou, só podia ser numa descida… trocaria por “despencou vertiginosamente”, ou algo do tipo

    ======== TRAMA

    Há alguns anos escrevi um conto com o mesmo mote: a queda das amazonas. Acho que isso acabou ajudando a me identificar mais com essa história.

    Não gostei/entendi muito as referências aos deuses indianos… teria utilizado deuses nórdicos.

    Apesar de pensar que poderia ser mais conciso, não achei que a trama deu muitas voltas. Achei que a grande irmã sim, criou um grande plano para fazer algo que poderia fazer facilmente sem “sair de casa”. Não me convenceu muito a ideia da emboscada, tampouco a importância da Serena para a causa das amazonas guerreiras.

    A ação do final foi bacana, mas o desfecho em si… ficou meio sem sentido pra mim.

    – pois essas duas espécies, hoje extintas
    >>> Havia entendido que as amazonas cuidavam desse animais: “estábulo dos Pégasos” era só o nome?

    ======== SUGESTÕES

    – Explicitar um motivo mais convincente para que Flor de Lótus e Serena precisassem morrer.
    – Explicitar outro motivo, igualmente convincente, para que essa morte não pudesse ocorrer na cidade, com um envenenamento ou expediente similar.

    ======== AVALIAÇÃO

    Técnica: ****
    Trama: ***
    Impacto: ***

    • Shanti
      19 de dezembro de 2014

      Olá, obrigada pelo comentário! Sugestões anotadas. Acredito que a Irmã se incomodava com a influência que Serena exercia e queria matá-la pessoalmente, mas isso não poderia acontecer no próprio convento, poderia haver testemunhas. Você usou a palavra certa, explicitar. Acho que vou precisar de mais espaço para fazer isso. Obrigada!

  21. Andre Luiz
    14 de dezembro de 2014

    O conto é tão cativante que Flor de Lótus, ao final, praticamente deixou-me de olhos marejados. O híbrido é, tristemente, obrigado a se afastar de Serena em virtude da morte da amazona que, mesmo uma guerreira forte e implacável, vê-se incapaz perante a morte. Sendo assim, o conto traz-me uma lição de que não há alguém mais forte do que a vida e todos os seus vieses. A Grande Irmã deixou-me revoltado, pois aquele “mosteiro” de amazonas era nada mais do que uma fachada para uma escola de soldadas, quando na verdade seria um local de meditação. Então, quando ela foi morta por Serena, realmente comemorei. 🙂 No mais, apenas corrigiria alguns errinhos de português que não chegaram a atrapalhar, além de reduzir um pouquinho o início para não cansar os leitores menos concentrados. No meu caso, acho que é essencial, mas… fazer o que? Ah, e não poderia deixar de comentar essa parte da história “Flor de Lótus, que era mais rápido que o vento. Voar em Flor de Lótus era entrar em comunhão com todas as divindades existentes.” que me trouxe um sentimento de liberdade. (Se tivesse um pégaso/unicórnio/Flor de Lótus aqui, daria uma voltinha.) Parabéns e sucesso no concurso!

    • Shanti
      14 de dezembro de 2014

      Oi, André! Adorei seu comentário, parece que você captou o mesmo que senti quando escrevia! Que bom que gostou e se emocionou com a história. Vou revisar mais vezes a história e ver o que dá para melhorar. Muito obrigada pelo comentário!

  22. simoni dário
    13 de dezembro de 2014

    Uau! Linda simbologia da ligação entre Serena e Flor de Lótus – “Aprendendo a lidar com ele, aprendia a dominar sua própria natureza rebelde.” E “Voar em Flor de Lótus era entrar em comunhão com todas as divindades existentes.”
    Muito bom, bem escrito, leitura cativante e fluida.
    Parabéns e boa sorte!

    • Shanti
      14 de dezembro de 2014

      Oi, Simoni! Que bom que você gostou, fico emocionada com seu comentário! Muito obrigada!

  23. mariasantino1
    12 de dezembro de 2014

    Olá, autor.

    Primeiro, aviso que tudo o que falo é baseado no meu pouquíssimo conhecimento e gostos.

    vamos ao que interessa: O texto dá voltas e mais voltas antes de engrenar.Sugiro uma mutilação radical, começar o texto da parte do clímax, a perseguição e ir intercalando flashs com algumas (poucas, ok?) explicações sobre a ordem, Serena e sobre o cavalinho-hibrido-unicórnio-voador-sensitivo-azul-invisível-só-em-dia-claro (brincadeirinha 😛 )

    Revisão:

    Pareciam (parecia) o lugar perfeito…Ali as Amazonas se haviam recolhido (se recolhido ou recolheram-se)
    Pelo é sem acento diferencial.
    Acho que Krishna é KRISHINA.
    Usaria tanto ao invés de tão, aqui: “Flor de Lótus era tão (TANTO) estéril quanto mal-humorado.”
    Essa frase ficou ruim: “Não a perseguiam, ou porque pensassem que estava caindo, ou porque tivessem medo de tentar uma descida tão brusca.” Usaria um talvez no lugar desse primeiro ou.
    “ela tombou, caindo dolorosamente sobre o mato.” Não precisa do “caindo”.

    Fiquei pensando onde se passa essa trama, estranhei ela descer os dez metros do pé de castanheira, se for a castanheira do Amazonas ela iria mesmo precisar desses pés duros como cascos de cavalo que possui.

    Achei o sadismo do final desnecessário, porque não fiquei com raiva da Grande Irmã (esse termo lembra 1984), faltou maior profundidade, mais ações dela no passado, só a frase dela diante de Serena soa brusca.

    Bem, é isso.

    • Shanti
      14 de dezembro de 2014

      Oi, Maria! Pena que não gostou do desenvolvimento, fiz o meu melhor :(. Obrigada pela revisão, mas acho que é “pareciam” mesmo, porque me referia aos jardins. Krishna se escreve assim mesmo, eu até sei que caiu o acento de “pêlo” mas ainda não consegui me acostumar com essa reforma rsrs. Algumas palavras podem ser cortadas, mesmo. A trama se passa na Índia, às margens do Ganges, nunca fui lá mas pesquisei e tem umas árvores bem grandinhas. Serena anda muito descalça, por isso falei dos pés grossos. Assim, não achei o final sádico, ela quis mandar a cabeça como aviso, já que percebeu que não conseguiria voltar. Gostaria de ter sido mais profunda, mas o limite de palavras não deixou, rsrs. Muito obrigada pelo seu comentário!

      • Maria Santino
        17 de dezembro de 2014

        Rsrs. De boas. Não precisava responder a perguntinha, não. Estava tirando uma com os pés da Serena. O Krishna foi culpa do word, ele corrigiu e eu acreditei nele (ambos somos lentos 😦 …)

  24. Virginia Ossovsky
    12 de dezembro de 2014

    Legal, bem que eu queria um cavalo que voasse. Gostei das referências, ainda que leves, ao budismo e cultura hindu (achei que ficou faltando Brahma mas tudo bem, não sou nenhuma entendida dessas coisas kkkk). Parabéns e boa sorte !

    • Shanti
      14 de dezembro de 2014

      Oi, Virginia! Também queria ter o poder de criar um Flor de Lótus para mim! Que bom que gostou do conto! Obrigada pelo seu comentário!

  25. Sonia
    12 de dezembro de 2014

    correção gramatical – bem escrito.
    originalidade – sim, esse híbrido de Pégaso com unicórnio, Amazonas estudando budismo, inovador.
    impacto – sim, embora não chegue a surpreender que uma pacifista não fosse bem vista em uma tribo guerreira.
    trama e técnica boa.
    Imaginativo.

    • Shanti
      14 de dezembro de 2014

      Oi, Sonia! Fico muito feliz com seu comentário, obrigada!

  26. Ana Paula Lemes de Souza
    12 de dezembro de 2014

    Adorei o conto! Muito bom mesmo!
    Embora a trama não seja de todo original, lembrando muito, inclusive, as histórias da Mulher Maravilha (tinha uma personagem que lembrava muito Serena em uma das animações recentes, não me lembro ao certo o nome da mesma), o texto cumpriu com o seu papel e a personagem Flor de Lotus realmente cativou!
    Ademais, a leitura é fluida, contínua, leve, bem do jeito que eu gosto.
    Parabéns e boa sorte!

    • Shanti
      14 de dezembro de 2014

      Oi, Ana Paula! Que bom que você gostou! Eu quis escrever uma história de fantasia mais clássica, a personagem Serena foi inspirada em um conto antigo chamado “O Colar de Semley”. Se não leu, leia, é ótimo! Gosto dessa ideia de mulheres fortes, mas nunca assisti Mulher Maravilha, apesar de já ter ouvido falar. Muito obrigada pelo comentário!

  27. Leonardo Jardim
    12 de dezembro de 2014

    Um conto muito legal. A ideia de um híbrido de pégaso e unicórnio é interessante. Aliás, a imagem que ilustra o conto parece de sido feita sob medida.

    Também percebi uma semelhança com o conto “Entre Grifos e Sombras”, embora as tramas sejam bem distintas, tratam de coisas semelhantes: a relação entre animais (fantásticos, no caso) e os humanos.

    A narrativa foi interessante e os eventos finais convincentes. Não tenho muito a sugerir ou acrescentar. Parabéns e boa sorte!

    • Shanti
      14 de dezembro de 2014

      Oi, Leonardo! Como você disse, tentei mesmo tratar da relação entre Flor de Lótus e Serena. Peguei a imagem da internet, procurei “unicórnio alado”, acredite, existem várias, rsrs, mas essa encaixou melhor, por causa da mulher montada. Muito obrigada pelo comentário!

  28. Brian Oliveira Lancaster
    12 de dezembro de 2014

    Gostei do estilo fábula grega. Diferente. Uma ou outra frase exigia revisão gramatical, mas nada que atrapalhasse o entendimento. A promessa do que ia acontecer no final, deixado para a imaginação, caiu bem, apesar de deixar um leve vazio – se bem que os eventos anteriores já explicam de certa forma. Escrita leve.

    • Shanti
      14 de dezembro de 2014

      Oi, Brian! Muito obrigada pelo comentário. Revisei milhares de vezes, sempre escapa alguma coisinha, rs.

  29. Claudia Roberta Angst
    12 de dezembro de 2014

    Conto muito bem escrito com o elemento fantástico presente. O unicórnio cativa o interesse e a simpatia do leitor. Gostei muito de Flor de Lótus.
    Não encontrei erros relevantes e apreciei o estilo da narrativa. Bom ritmo.
    Boa sorte!

    • Shanti
      14 de dezembro de 2014

      Oi, Cláudia! Adorei seu comentário, fico feliz que tenha gostado! Muito obrigada!

  30. Rubem Cabral
    12 de dezembro de 2014

    Gostei do conto: narrativa limpa, boa mistura de elementos e muito interessante a criatura meio unicórnio, meio cavalo-alado.
    Bom enredo também.

    • Shanti
      14 de dezembro de 2014

      Oi, Rubem. Muito obrigada pelo comentário, que bom que gostou da história!

  31. Tiago Volpato
    11 de dezembro de 2014

    Ótima história, muito bem escrita, bem conduzida. Achei um pouco semelhante com outro conto aqui do desafio, sobre o grifo, mesmo os dois não tento nada a ver. Enfim, loucura minha. Mas parabéns pelo texto, você manja dos paranauês!

    • Shanti
      14 de dezembro de 2014

      Oi, Tiago, fico muito feliz que tenha gostado. Não acho que esteja louco, rsrs, pode ter semelhanças mesmo com a história do grifo, pelos animais voadores, o ambiente da floresta… Eu quis escrever uma história de fantasia mais clássica, mesmo. Muito obrigada pelo comentário!

  32. Ledi Spenassatto
    11 de dezembro de 2014

    Adorei, o enredo.
    Histórias sobre religiões, principalmente, de conventos e seminários me fascinam, talvez pela minha “discrepância” ao quesito fé.
    Achei o texto bem escrito, leve e continuo, com exceção do parágrafo abaixo.
    Li e reli, mas não ficou claro para mim.
    Mal precisava falar com a montaria. Flor de Lótus atendia a seus desejos assim que lhe passavam pela cabeça. Levantar voo, virar à esquerda, direita, meia-volta. Serena às vezes bradava, alegremente, que era uma pena que ele não soubesse preparar chá.
    Gostei muito do final.

    • Shanti
      14 de dezembro de 2014

      Oi, Ledi! Que bom que gostou! Esse parágrafo eu reduzi, era para ser uma piadinha da Serena. Porque Flor de Lótus a atendia por telepatia, e ela brinca que ele poderia fazer o chá para ela se soubesse… Acho que posso melhorar essa frase depois. Muito obrigada pelo comentário!

  33. Maurílio Júnior
    11 de dezembro de 2014

    Gostei, muito legal!!!

    • Shanti
      14 de dezembro de 2014

      Obrigada!!

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Publicado às 10 de dezembro de 2014 por em Criaturas Fantásticas e marcado .