EntreContos

Detox Literário.

O caminho da borboleta (Ana Santiago)

Era dia de passeio na escola, ou seja: bagunça, conversas estúpidas, cervejas contrabandeadas, nada a se aproveitar na opinião de Ashley Richardson. Ashley ou simplesmente As, como era conhecida pelos colegas, não que fosse popular,muito pelo contrário, não era nem um pouco, mas gostava assim. Estava sentada no fundo do ônibus e encarava a janela com o olhar inexpressivo. Seus cabelos eram lisos, de um vermelho vibrante e intenso, escorriam-lhe pelas costas graciosamente como ondas. Seus olhos, verdes como a pedra malaquita, eram profundos e enigmáticos. A boca era atraente, levemente rosada, lábios bem desenhados e carnudos. Rosto forte mas belo e queixo proeminente sugerindo sempre um certo desafio. Esses traços obviamente chamavam a atenção de muitos garotos, o que era completamente indiferente para Ashley, que fingia viver em um mundo alheio a o de todos os outros, mantendo-se sempre reservada, preferindo a companhia de livros a de pessoas.

Ela sentava-se ereta mas relaxada, fitando o nada através da janela e pensando como aquele dia seria longo e entediante. Deixou seus pensamentos vagarem livres e não gostou muito do que obteve como resultado. quando começava a pensar sobre isso ouviu:

– As? Ashley? – Era a voz de Barbara, o mais próximo de uma amiga que ela tinha naquele lugar. Foi só quando ouviu a outra a chamar insistentemente que voltou a si, e percebeu que não só haviam chegado mas todos já haviam decido também. Levantando-se rapidamente e tirando os fones dos ouvidos, encaminhou-se para a frente do ônibus e encontrou-se com a outra moça na porta de saída. Barbara tinha o que se pode chamar de beleza convencional: cabelos loiros, brilhantes como ouro derretido; olhos azuis, corpo esguio e gracioso; mas acima de tudo ela tinha carisma. Todos gostavam dela e o principal, estranhavam o laço de amizade que unia a tão reclusa Ashley a popular e desenvolta Barbara.

Logo que chegaram ao local da trilha, o grupo de estudantes seguiu animado, se embranhando cada vez mais na mata, deslumbrando-se com as plantas e os animais e fotografando muito. Ashley caminhou ao lado de Barbara, que por sua vez conversava entusiastícamente com Lisa, uma garota de longos cabelos negros, pele chocolate e o sorriso sempre doce.

Após percorrerem por volta da metade da trilha, o grupo resolveu parar para descansar e almoçar. Era um lugar lindo, próximo a uma grande cachoeira, cercado por frondosas árvores onde brincavam pássaros coloridos e cercado de grandes pedras, as quais alguns garotos já usavam como mesas, cadeiras ou ambos. Ashley estava sentada em uma pedra, pernas cruzadas na altura dos tornozelos, comendo e observando os colegas. Exibia no rosto uma expressão distante e seus pensamentos iam a mil, quando de repente ao olhar para o lado, avistou a mais bela criatura que se lembrava de já ter visto.

Era uma delicada borboleta, asas negras com intrincados detalhes de diversas cores. Sem perceber, Ashley já estava em pé e inconscientemente seguia o avanço do animal no céu. Era simplesmente tão bonito, infinitamente vibrante a vivacidade daquela pequena borboleta e a estranha vontade de seguí-la que fazia com que a moça se embrenhasse cada vez mais fundo na trilha.

Algum tempo depois, Ashley encontrava-se completamente imersa na mata, perdida e beirando ao desespero. Caminhara guiada pelos pensamentos atrás daquele animal que tempo depois, simplesmente sumira. Sabia que a culpa era completamente sua e sentia-se imensamente tola e inconsequente. Buscou um lugar onde pudesse acalmar-se para pensar e enfim encontrou uma pedra não muito grande, na qual sentou-se. Quando começava a pensar claramente ouviu um barulho as suas costas e estava prestes a gritar de terror quando lembrou que essa talvez não fosse uma boa ideia, então limitou-se a levantar e esperar. O ruído repetiu-se, dessa vez mais alto, e a garota teve certeza:

seja o que for que estava andando na mata, vinha em sua direção. Virou-se rapidamente, o grito preso na garganta, quando viu….

– As? – Disse Math Granger, aproximando-se, ao mesmo tempo em que a moça recuava. O rapaz era alto, forte e sem dúvidas belo. Cabelos ralos cor de areia; olhos azuis hipinotisantes; rosto de um guerreiro e boca de um poeta. Para Ashley vê-lo gerava mais do que algumas “borboletas” no estômago.

– O que você está…. – Começou Ashley.

– Eu vi que você saiu e te segui. – Respondeu Mathe calmamente.

– Áh, perfeito. A sua chance de salvar a donzela perdida, hein? – Retrucou a outra, a perplexidade transformando-se em raiva.

– Tirando o fato de que você não é uma donzela, faz sentido. – Falou Math acidamente.

– Por que você me seguiu, Mathe Granger? – Perguntou Ashley, o dedo em riste.

– Esse é um país livre que eu sáiba, Srta. Richardsson. – Debochou o rapaz.

– Sáia daqui. – Disse a garota entre dentes.

– É claro, aí você poderá me seguir, já que está perdida, certo? – Perguntou Math cheio de malícia.

– Você… Você, só sáia, sáia, entendeu? – Disse Ashley, perdendo o controle. Afastou-se mais ainda do outro e virou de costas, não conseguindo mais controlar as lágrimas.

Andando até a garota Math abraçou-a por trás, no início encontrou resistência mas não pareceu se importar muito com isso.

– Não chore, por favor. – Disse já beijando-lhe o pescoço.

– Seu idiota! – Ela esbravejou, soltando-se e ficando de frente.

– As, eu… me desculpe. Acho que… gosto de você. – Declarou Mathe, trêmulo.

– Você não vai brincar comigo, Mathew. – Respondeu a garota, resoluta.

– Eu juro, esse seu jeito de menina tão linda… – Continuou Math, aproximando-se cuidadosamente.

– Não acredito em uma palavra, sái…. – E foi nesse momento que Math a abraçou e seus lábios se encontraram pela primeira vez. O beijo foi doce e lento, delicado mas fugaz.

– Eu n… – murmurou Ashley tentando recuar.

– Diga que me odeia, As, só diga e irei embora. – Murmurou ele de volta. Seus lábios voltaram a se encontrar e o beijo foi quase uma rendição, uma confirmação do que os dois tanto tentaram negar. Ele abraçou-a e puxou-a para si começando a acariciar seus cabelos. Ela massageava o pescoço dele e os lábios seguiam unidos, como os corações.

Ali, aninhada contra o corpo forte de Math, Ashley pensava em todas as vezes que o observara de longe, sem saber que ele fazia o mesmo. Math pensava na garota de gelo que derretera-se em seus braços, dando lugar a uma intensidade que ele nunca experimentara antes.

Os dois beijaram-se muito, abraçaram-se e voltaram assim para junto dos colegas. Assumiram o namoro. Brigaram, fizeram as pases. Entenderam que algumas coisas simplesmente são feitas para dar certo, independentemente dos obstáculos ou problemas a serem vencidos. Entenderam que cada um tem a sua borboleta, que ela só aparece quando quer e o mais importante, é bom prestar bastante atenção aos caminhos que ela aponta.

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21 comentários em “O caminho da borboleta (Ana Santiago)

  1. Thata Pereira
    12 de julho de 2014

    Se melhor tratado, ficará bonitinho e poderá ser bem encarado por leitoras sonhadoras. Se for um conto bem escrito, isso não é ruim não. Tem o seu publico específico, apenas. O bem escrito pode ser desenvolvido com bastante treino e leituras críticas. Continue participando com a gente. É até bom receber contos mais adocicados de vez em quando, use todas as críticas aqui para aprender como desenvolvê-los melhor.

    Boa sorte!!

  2. Bia Machado
    11 de julho de 2014

    Bem, os colegas já disseram tudo. Para participar de um desafio desse, para escrever para outros, leitores desconhecidos, você deve gostar muito de escrever, Ágatha, e se gosta de escrever, deve ter certeza de que há um longo caminho pela frente, que precisa fugir do conforto quando possível. Digo isso porque você parece gostar de textos young adult, chick lit, algo do tipo e nada contra quem gosta, pelo contrário. Mas é preciso acumular bagagem, é preciso ler muito, e de forma diversificada. Boa sorte!

  3. Eduardo Selga
    3 de julho de 2014

    Ágatha,

    Certamente é uma de suas primeiras incursões pela palavra literária, portanto meu tratamento ao avaliar seu texto será um tanto diferente.

    Desmanche.
    Desmonte.
    Desconstrua.

    Você se apegou a várias ideias pré-fabricadas, que nos chegam pelos filmezinhos da Sessão da Tarde. Algumas, inclusive, arquetípicas, ou seja, estão presentes no imaginário do homem ocidental e até mundial há séculos. Como, por exemplo, a ideia do príncipe encantado, no seu conto personificada na figura de Math. Isso já está bem exaurido, pois você usa do mesmo modo que os contos de fadas o fazem, inclusive com um final didático.

    A borboleta conduzindo a personagem para o interior da floresta é outro cansaço, bem como a linguagem melodramática ao ponto da artificialidade, similar a certos romances adolescentes.

    Desmanche.
    Desmonte.
    Desconstrua.

    Mais do que isso, descolonize seu intelecto, muito cheio de um imaginário que não pertence à cultura em que você nasceu e vive. Esqueça a Europa dos príncipes encantados, os Estados Unidos presentes nos nomes dos seus personagens e em trechos como esse: “- Esse é um país livre que eu saiba, Srta. Richardsson.” Frases assim (“esse é um país livre”), nós a ouvimos em muitos filmes da Warner, da Universal Pictures e da Metro Goldwin Mayer.

    Olhe em torno com atenção e verá não cenários glamorosos e mocinhas artificiais que se derretem ante a presença do príncipe artificial, e sim outras estórias que aguardam narradores para serem contadas. Estórias que pedem, como escreveu Caetano Veloso, outras palavras. Outros pontos de vista.

    Subverta.

  4. Pétrya Bischoff
    3 de julho de 2014

    Bueno, de primeira, essas descrições das pessoas com seus cabelos e olhos e peles não me agradaram. Eu descreveria cada um enaltecendo características singulares. Também detestei essa guria desligada do mundo; pow, ela estava doida de doce para se ater dessa maneira à estrada, ao vazio, à beleza da borboleta (WTF?!)… Linda, amiga da popular, não se importa com isso, nome americanizado, passeio e piquenique na floresta… É um filme da Disney. Esse final suuuper romântico, então… Eu ri.
    Penso que sirva como exercício de escrita. Boa sorte.

  5. Rodrigues
    1 de julho de 2014

    Não sei qual a idade de quem escreveu isso, e muito menos se já escreve há muito tempo. O que posso dizer é que não gostei do conto, achei os personagens rasos (alguns aparecem do nada) e as frases estão muito floreadas. A ideia do passeio da escola foi a única coisa que me fez ler até o final, mas foi complicado.

  6. Ágatha. K.
    29 de junho de 2014

    Hum, não pensei no nome mesmo. Obrigada pelas dicas.

  7. Edivana
    27 de junho de 2014

    Não curti a história pela superficialidade dada às personagens e pelo caminho tão comum dado ao conto. Acredito que uma boa revisão, maior profundidade aos sentimentos, descrições físicas menos exageradas poderiam abrilhantar mais o texto. Agora sou obrigada a confessas minha veia romântica e dizer que talvez eu gostasse da história uma década atrás 😉
    Boa sorte aí!

  8. Fabio Baptista
    26 de junho de 2014

    Desculpe, mas na minha opinião esse foi um dos mais fracos do desafio.

    Descrições exageradas, parágrafos enrolados, personagens superficiais, nomes de seriado americano, romantismo barato, diálogos absurdamente teatrais, nenhuma figura de linguagem que se destacasse minimamente no meio do texto, final com liçãozinha de moral, erros gramaticais que poderiam ser evitados com o corretor ortográfico do Word…

    Os nomes remetem aos Estados Unidos… nesse contexto “As” soaria como “Ass”, que é “bunda/rabo/cu” em inglês. Não vejo uma menina gostando desse apelido.

    Outros problemas que pesquei durante a leitura:

    – Rosto forte mas belo / ereta mas relaxada / …
    >>> faltou vírgula antes do “mas”

    – ela tinha
    >>> cacofonia

    – unia a tão reclusa Ashley a popular e desenvolta Barbara
    >>> Muitos adjetivos por metro quadrado, e faltou crase (“à popular”)

    – embranhando
    >>> embrenhando

    – hipinotisantes
    >>> Argh!!!

    – sáiba / Sáia / sái
    >>> acentos demais…

    Sei que esse tipo de crítica não é agradável, mas por favor não tome como algo destrutivo. Não é a intenção. Leia e escreva muito… a prática pode não levar à perfeição, mas pelo menos nos ajuda a melhorar (frase cliché, mas verdadeira).

    Abraço.

    • Claudia Roberta Angst
      26 de junho de 2014

      Cada vez que você escreve “cu” sem acento me encho de orgulho, Fábio…kkkkk

      • Fabio Baptista
        27 de junho de 2014

        Cu, assim como tu, não tem acento.

        Isso ficou mais gravado na minha cabeça que todas as rimas do cursinho. 😀

        “Fui a, voltei da… precisa crasear!!!
        Fui a, voltei de… crasear pra quê?” 😀

  9. rsollberg
    26 de junho de 2014

    É um conto singelo que podia ter voado um pouco mais alto. O diálogo deu agilidade para a estória. Eu certamente levaria em consideração o lance dos nomes.
    De qualquer modo, boa sorte no desafio.

  10. Anorkinda Neide
    25 de junho de 2014

    Pois é.. estes nomes em ingles.. nao ficaram bons…
    A personagem ficou superficial demais, mas… os parágrafos do beijo… humm gostei demais!
    Lembrei-me dos livrinhos Sabrina que eu lia nos anos 80. Eu acho que você tem potencial e tem público para este tipo de romances, só falta lapidar-se. Boa sorte
    Abração

  11. felipeholloway2
    25 de junho de 2014

    Eu sinceramente não consegui ir até o final. Já tinha sido muito difícil prosseguir depois da primeira menção a “Ashley Richardson”, mas a frase “Por que você me seguiu, Mathe Granger?” fez com que eu me valesse sem hesitar do meu direito de interromper a leitura. E raramente, aqui no Entrecontos, o fiz com tanto gosto.

    Como já disseram, está-se claramente diante de alguém bastante inexperiente. Como adendo aos conselhos dos colegas, só diria que o autor precisa ler mais. MUITO mais. Sou da tese de que apenas quando nossa carga de leitura está suficientemente abastecida conseguimos sistematizar nossas ideias de modo a compor um texto literário eficaz. Porque aí as qualidades estruturais viram uma espécie de conhecimento intuitivo do autor. Em bom português, nos tornamos tecnicamente competentes por “osmose”.

    A esse domínio técnico, há que se acrescer, claro, alguma criatividade, ou ficamos presos a pastiches. Como o que o próprio texto representa.

  12. Brian Oliveira Lancaster
    24 de junho de 2014

    O início foi muito bom. Mas o meio se perdeu um pouco e acelerou demais as situações. O tom romântico e sonhador que permeia o texto faz toda a diferença, no entanto, merecia um pouquinho mais de desenvolvimento. Há um potencial enorme aí para tramas poéticas.

  13. Marcelo Porto
    24 de junho de 2014

    Começaria trocando os nomes, esse romance poderia acontecer em qualquer lugar do mundo, porque não no Brasil?

    O fato de trazer os personagens para o Brasil, agregaria mais empatia e abriria maiores possibilidades quanto a ambientação. Senti falta de conflito, conflito mesmo, algo que nos fizesse preocupar com destino deles.

    Continue escrevendo.

  14. Jefferson Reis
    24 de junho de 2014

    Tenho a impressão de que o conto foi escrito por uma adolescente romântica que gosta muito de ler e tem um mundo particular.

    Posso estar errado. Talvez o autor seja um homem maduro tão romântico quando a adolescente de meu imaginário.

    A narrativa me empolgou e encantou. Há muitos erros gramaticais, construções claramente amadoras (de iniciante mesmo), trechos superficiais e personagens que surgem do nada, como o Math Granger; mas a escrita me raptou para um mundo quase ingênuo, bonito e mágico.

    Tenho algumas dicas:

    Para melhorar, além da revisão, sugiro que troque os nomes dos personagens. Sei que crescemos assistindo a filmes estadunidenses e lendo ficção estadunidense, mas temos tantos nomes bonitos no Brasil. Nomes cheios de significado, que podem contribuir bastante para a construção do personagem.

    E como o conto é curto, não descreva tanto os personagens. Diga uma ou outra coisa da aparência, mas prefira ressaltar característica da personalidade.

    Coloque Mathe no ônibus. Não seria interessante se Ashley o percebesse observando-a e sorrindo? Seus olhares se cruzariam por alguns segundos e o rosto de nossa protagonista ficaria tão vermelho quanto seus cabelos. Assim, o leitor não encararia o rapaz como um intruso na narrativa quando ele surpreende As na floresta.

    E coloque pensamentos na cabeça da menina. Olhar a paisagem mudando lentamente pela janela do ônibus é um ótimo pretexto para revelar anseios, medos, e outros sentimentos da personagem, deixando-a mais rica e interessante.

  15. Ágatha. K.
    23 de junho de 2014

    Obrigada pelos comentários.

  16. tamarapadilha
    23 de junho de 2014

    Gostei, principalmente da sua descrição. A comparação da cor dos olhos da menina com a pedra foi bastante interessante. E realmente, como a colega citou existe um livro com esse nome, mas não creio que tem qualquer relação com o conto.
    Boa sorte.

  17. Claudia Roberta Angst
    22 de junho de 2014

    Então, temos aqui uma escritora bem jovem, romântica e que manda às favas (ai,como sou antiga) revisão e atenção?
    Sáia??? Repetido quatro vezes? Fora que fiquei com medo de encontrar a Adriane Galisteu no meio do caminho das borboletas…kkkk
    Tudo bem, eu até que gostei do romantismo final, apesar de ter esperado algo bem mais violento e,talvez por isso, tenha sorrido no final da leitura. Continue, ok? Boa sorte!

  18. Tiago Quintana
    22 de junho de 2014

    Lamento muito, mas não gostei. Além da prosa precisar melhorar, achei toda a construção do enredo muito artificial, parecia mais um exercício de autogratificação que realmente uma história a ser contada.

  19. mariasantino1
    22 de junho de 2014

    Hum… 😦 Não gostei de nada.
    O texto pede uma revisão mais apurada, as sobras de acentos e “pases” ao ivés PAZES foi o que mais incomou. Fora isso, o conto é muito raso e tem todos os elementos que não me atraem, sobretudo… final de sentença, mastigado e com reflexão forçada. Mas, essa é somente a minha opinião.
    .
    Siga firme e boa sorte.

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Publicado às 22 de junho de 2014 por em Tema Livre e marcado .