EntreContos

Detox Literário.

O Jogo dos Incautos (Marcia Harumi Saito)

Jogo_incautos

O calor sufocante do dia em nada sugeriria que algo bom aconteceria naquele lugar de casas pobres.

A existência das poucas árvores projetava sombra sobre algumas construções de alvenaria, nuas em sua estrutura de tijolos aparentes.

Sob uma dessas árvores,  abriga algo que não deveria estar ali, dependurado, inerte e balançando ao sabor do vento que ali passava.

As folhas cobriam o corpo do que fora uma moradora de uma casa próxima dali. Seus olhos  vagueavam duros a mirar o nada.

A corda que atou sua sentença, deixou as marcas de uma morte lenta e sufocante. Pelas marcas que marcavam sua pele diziam que  lutara por sua vida até onde as fibras de sua carne estiraram.

O barulho de objetos sendo quebrados misturava-se aocorode risos sarcásticos. Estes ecoavam da casa de onde o corpo dependurado, que em vida fora arrancada de seu lar com selvageria, para sua sentença de morte.

Arremessados pelas paredes, jarros com flores espatifavam-se e jorrando água, tal como um choro compulsivo sobre a destruição que ali se instaurara.

Imagens de santos alquebrados a golpes sem piedade, nada escapava à balbúrdia de 3 deliquentes que se refestelavam no festim de desordem, regados à bebida roubados de altares, agora cobertos de cacos de porcelana e pó.

Reviraram o lugar à procura de algo de valor, tirando móveis do lugar e puxando as gavetas que encontrassem pelos móveis. A cada gaveta arrancada de seus nichos, saltavam  quinquilharias de todo tipo.

Caixas de pedras e objetos brilhantes caíam ao chão e esmigalhados sob os pés dos vândalos, não davam-lhe a importância devida. Derrubaram também os objetos e livros de uma grande estante. Estátuas se espatifaram ao chão, livros eram abertos e páginas rasgadas pelo manuseio brutal. Na recolha de algumas notas de dinheiro, faziam questão de estraçalhar o que restava do livro que bravamente acolhera o produto cobiçado.

– Pô , mano cadê a grana que o povo dizia que ela tinha?

De uma gaveta arrancada, uma caixa pesada de madeira escura abriu-se. Vários baralhos de cartas caíram, espalhando-se ao meio da sujeira.

Um dos deliquentes, mais alto que os demais, pegou um dos baralhos e balançou-o para que os demais vissem.

– Olha só, a vidente tem carta prá caramba aqui!

– Vamos fazer um jogo com eles!

– É, tiro ao alvo!

– Isso, vamos lá.

No balcão que era um altar, tiraram as cartas de sua caixa.Colocaram uma a uma das cartas sobre o altar com o que restara dos santos.

Depois de posicionar as cartas, tiraram seus revólveres, e começaram uma a uma, a fuzilar as cartas que um dia tiveram dias melhores nas mãos de sua dona morta.

A cada carta perfurada, uma saraivada de risos explodia, como um coro maldito a comemorar o festim selvagem.

– Isso, acerta o palhaço!

– Não palhaço não, é o bobo!

Riam e riam a cada comentário infame sobre os restos das cartas chacinadas.

A estrela, perfurada bem onde estavam o jarro.

O eremita, com o vazio de onde fora sua cabeça.

O Mundo sem o seu meio de louros.

A Papisa trucidada em dois tiros.

Mas quando acertaram a carta da justiça, algo ocorreu entre eles.

-Pô, mano!! Essa bebida está com gosto estranho! – Disse o segundo deliquente, cujos cabelos trançados em dread balançavam em sua cabeça desproporcional ao seu corpo.

– Deixa de besteira e vamo continuar! Disse o mais baixo e atarracado, que aparentemente era o líder do bando.

Miraram na próxima carta, que era o Carro. Quando puxaram o gatilho, a bala que percorreu seu trajeto rasgou a frágil estrutura de papel cartonado.

Enquanto riam feito desvairados, não perceberam que próximo da casa, um evento se desencadeara. Ao longe ouviram uma explosão.

Sentiram um cheiro de combustível e algo a queimar. Olharam pela porta escancarada.

Subia uma fumaça preta do carro utilizado para chegarem ao local. O modelo Brasília, do que já fora branca e em remendos que tornaram quase uma zebra de ferro, soltavam estalos enquanto as labaredas a consumiam. Em pouco tempo, a fumaça subiu densa além da copa das árvores.

–  Mano!!! Meu carro!!! Gritou um deles.

Este correu e ao abrir o capô, uma labareda de fogo subiu, queimando suas mãos. Ele se afastou e com as mãos na cabeça, assistiu o veículo arder em chamas.

Os outros correram para puxar uma mangueira verde e quando abriram a torneira, esta cuspiu um fio de água, que mal chegava ao foco de fogo. No afã do desespero, um dos rapazes esmurra a parede. Esta trinca e o apoio que segurava o poste de luz, soltou. Com o peso, o poste caiu sobre o carro em chamas, finalizando a tragédia sobre ele.

–    Cara! Que bizarro!

–    Mano! Esse lugar é um lixão!!

Sem ter o que fazer para salvar o carro, ele voltaram para dentro da casa. O evento inusitado calou o grupo, apesar que o dono do carro  lamentou em murmúrios por sua perda.

Continuaram a busca por algo de valor que valesse o trabalho que fizeram por ali.

Vasculharam em inúmeras gavetas e só encontravam quinquilharias inúteis, sem valor para uma revenda.

Um deles pegou o que restava do baralho e reposicionou algumas cartas no altar.

–    Xi, mano, sei não… Acho melhor cairmos fora.

–    Vai arregar, maluco?! Gritou o chefe do bando. –  O que aconteceu lá fora foi um puta azar! O carro tava com a mangueira de gasolina solta, lembra?

Os rapazes repensaram e deram razão ao chefe.

–    Pode, crê. Eu arrumei a mangueira lá na baixada. E só amarrei com um arame.

–    Mas e se for por causa da feitiçaria da bruxa? Indagou o de cabelos de dread.

–    Besteira! Vamo continuá com a diversão! Quero ver esse barraco abaixo pois a dona é uma caidaça e não tinha nada que valesse a pena prá roubá.

Os dois concordaram e recarregando os revólveres, reposicionaram as cartas no altar.

As próximas vítimas, chocadas em suas inações materiais, testemunhariam mais um fuzilamento em prol de uma diversão sem sentido.

O imperador e a imperatriz, perfilados juntos, esperavam a sua sentença.

A Roda da Fortuna, caída de lado, esperava sua vez.

O Mago, silencioso em sua posição pacífica, observava os atiradores.

O Sol, imóvel e imponente, aguardava a sua sentença.

Os três se posicionaram e sem pensarem muito, apesar do receio de um ou outro, engatilharam suas armas.

A saraivada de balas trucidou as cartas perfiladas. Nuvens de pedaços de seus corpos subiam. Estes caíam leves em plumas sobre o altar. As cartas do imperador e imperatriz compartilharam o mesmo tiro e juntos seus pedaços jaziam juntos.

Parte da carta do Sol acertou uma vela, que ainda se mantinha acesa sua chama pequena.

Ao encostá-la, incendiou-se e caiu próxima das outras cartas, inflamaram-se e o altar acendeu-se em uma fogueira só.

– Vamos embora daqui! A coisa está ficando esquisita! Disse o chefe.

– Ó, você vão me zoar, mas tá parecendo coisa de bruxaria! Disse enfático e apavorado o de cabelos dread.

– É, então não vamos ficar e deixar que esse lance de bruxaria nos pegue. DIsse o chefe.

As chamas que se iniciaram no altar alcançaram o forro. Este, feito de madeira, se consumiu quase tão rápido quanto à fuga dos deliquentes. Fagulhas queimadas dos restos calcinados caíam sobre os demais, que demoraram para sair do lugar.

O rapaz de cabelos de dread, o mais apavorado, fez-se valer de seu medo, que o pôs para fora mais rápido que os demais. Quase atropelara o chefe pelo caminho.

Atrapalhado por causa dos entulhos pelo caminho, o rapaz da mão queimada gritou quando uma fagulha pulou sobre seu rosto. Sem ver para onde ia, foi para o lado do altar em chamas. Tropeçou no entulho de objetos espalhados no chão. Caiu próximo ao altar sobre os santos quebrados.

Os dois que conseguiram sair, estranharam que o outro não saíra logo atrás deles. Voltaram e olharam para o interior tomado por fumaça. Viram o companheiro caído perto das chamas.

O chefe entrou e puxou o rapaz caído. Horrorizou-se ao perceber que seu amigo tinha em sua garganta uma lasca enorme de porcelana. Uma porção abundante de sangue brotava da ferida e o rapaz dava espasmos com o olhar emplastado. Em poucos instantes seu corpo parou de se mexer, findando seu sofrimento.

A fumaça e o calor do lugar tornou olugar impossível de se ficar. Saiu a tempo de ver o forro da casa a desabar sobre o já falecido amigo caído.

Tossiam e esfregavam os olhos. Afastaram da casa e chocados com o ocorrido, ambos os rapazes tremeram de medo.

– Cadê as cartas?

– Tá qui! Tá qui! Disse o rapaz de dread.

O chefe do grupo puxou uma carta. Era A Torre Fulminada.

Acreditaram que o infortúnio rondava o lugar, apressaram-se em sair dali. Foram para parte de trás da casa, no intuito de seguir por um caminho em que não fossem vistos saindo pela frente.

O terreno em volta da casa era atulhado de tudo quanto era tipo de materiais. Pilhas de tijolos, tábuas velhas e empenadas, bombonas de plásticos de todos os tamanhos, pneus empilhados, restos de cerca de arames, além de uma carcaça de uma carroça de madeira. Dentre a confusão de materiais, cresciam o mato, duro e cortante, a emaranhar parte dos empilhamentos confusos. Alguns pés de mamão, carregados de frutos, cresciam entre os espaços, juntamente com a galharda de pés de chuchu, com suas gavinhas a enroscarem onde podiam, despejando suas ramas carregadas de frutos sobre as pilhas que se decompunham sob o sol.

Sem ver ao certo aonde pisavam, um deles pisou em um lugar que se abriu a seus pés.

Ouviu-se o estraçalhar de algo quebrando e o grito daquele que caíra, ecoou abafado pelo buraco adentro, acontecendo em poucos segundos.

Ao que restara, o chefe do bando, restou apenas observar em choque, o buraco que se abrira aos pés do azarado companheiro de cabelos de dread.

Analisou o lugar e percebera que seu amigo caíra por uma tampa de poço, escondida por entre as pilhas de materiais. Tal lugar, de aparência inofensiva, funcionou como uma armadilha mortal. Ele olhou para o buraco e percebeu que o companheiro não se mexia. O corpo dele, com o pescoço quebrado, estava em uma posição esquisita. Não tinha dúvidas de que não sobrevivera e tratou de sair de perto.

Nervoso pelos eventos ocorridos, achou as cartas que o outro carregava. Estavam caídos as cartas dos Enamorados e a Morte. Apavorado, rasgou ambas.

Suando frio, não quis ficar para que ocorresse algo.

Ao se virar, sentiu que algo o atingira na barriga. Assistiu chocado sua barriga rasgar-se em um jorro de sangue e tripas a saltarem quentes de seu corpo.

Caiu ao chão, enterrando sua cara desfalecida sobre o sangue que jorrou feito uma cachoeira. Quem o atingiu fora tão rápido que o sujeito não viu o que o acertou e abriu sua barriga como uma folha.

Observando o infeliz que acabou de rasgar-lhe o corpo, estava um homem, corpulento em seus trajes rotos e sujos. Sobre sua cabeça estava um chapéu preto de abas largas, cuja sombra, escura como era, cobria-lhe boa parte de seu rosto largo. Via-se que seus cabelos desgrenhados caíam sobre os ombros.

Ainda segurando o facão sanguinolento, ele caminhou pelo terreno, que aparentemente sabia por onde pisar. Contornou a casa e observou a destruição do lugar. Sentiu o cheiro de carne queimando, balançou a cabeça, como se estivesse satisfeito com o que sentira.

Caminhou até a árvore que guardava o corpo dependurado. Viu o corpo da cartomante, cujos cabelos longos cobriam parte de seu rosto. Suas roupas coloridas tremulavam como uma bandeira da morte.

Alcançou a corda que prendia o corpo da mulher. Com o mesmo facão que fizera a justiça à base de sangue, livrou o corpo. Segurou-o com o cuidado de como se a conhecesse.

Carregou-a sem emitir um único som e admirou seus olhos semiabertos inertes. Aconchegou-a junto de seu peito, como se a ninasse em seu sono de morte.

Do corpo da cartomante cai uma carta, que estava presa à mão dela. A carta esvoaçou e caiu sobre uma moita de flores. Podia-se ver que era a carta do Diabo, uma que os sujeitos não viram.

Ele caminha para o interior da casa, carregando o corpo de quem um dia fora sua fiel serva de trabalhos em sua honra.

As árvores no entorno encobriam a visão do crepidar das chamas. Uma grande coluna de fumaça subia aos céus. Curiosos que avistavam de longe a coluna de fumaça mal poderiam suspeitar que ali uma pira mortuária coletiva se consumia.

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21 comentários em “O Jogo dos Incautos (Marcia Harumi Saito)

  1. Lucas Guimarães
    26 de fevereiro de 2014

    Olá, Vince! Sinceramente, não gostei. Não consegui em nada me envolver na história, tive que empurrar a leitura até o final e os erros – não nas falas, mas sim na narração – dificultaram a leitura, apenas o final conseguiu me animar um pouquinho. De qualquer forma, boa sorte!

  2. Weslley Reis
    26 de fevereiro de 2014

    A história é boa. Como pontos altos há os diálogos e descrições. Usou bem o elemento fantástico ao meu ver. Faltou revisão e releituras que melhorariam o texto.

  3. Frank
    25 de fevereiro de 2014

    Tem muito a ser corrigido como já comentaram, mas eu curti bastante a história! Parabéns!

  4. Leonardo Stockler
    25 de fevereiro de 2014

    A quantidade enorme de erros me impede de fruir a leitura. Em algumas passagens eu simplesmente não entendi o que você quis dizer, como por exemplo essa:

    “Um dos deliquentes, mais alto que osm demais, as de modos estúpidos para ser chamado de ser humano, pega um dos baralhos e balança para que os demais vejam.”

    Qualquer revisão, por menor que fosse, já eliminaria essas coisas. A ideia, e o ritmo da sua narrativa são bons, mas a história precisa ser melhor trabalhada. De qualquer forma é isso…

  5. Pedro Viana
    21 de fevereiro de 2014

    Apesar dos erros que fizeram saltar os olhos, o que mais me incomodou foi a abordagem do Tarô. Me passou a sensação de sentido literal, sendo que em sua maioria os arcanos possuem um significado metafórico. Também achei a trama um pouco simples demais, embora o final tenha sido interessante. Boa sorte nos trabalhos futuros.

  6. Blanche
    20 de fevereiro de 2014

    Você tem um bom vocabulário, isso é fato. Mas a narrativa peca tanto nos erros quanto na falta de uma condução apropriada. Em algumas partes a trama me pareceu inverossímil e – se me permite dizer – infantil. Alguns diálogos e situações (como as cartas alvejadas por tiros) me fizeram rir.

    Contudo, repito o que vários colegas escritores já disseram antes de mim: todo exercício é válido e você só tem a aprender com as críticas. Continue escrevendo. Boa sorte. 😉

  7. Bia Machado
    20 de fevereiro de 2014

    No meu caso não achei o texto cansativo, mas o que me ajudou nisso foram os diálogos. Agora, quanto à revisão, está bem complicado mesmo, precisa retomar essa parte. E caracterizar melhor. Gostei muito da ideia, mas ficou aquém do que poderia ser. Boa sorte!

  8. Gustavo Araujo
    19 de fevereiro de 2014

    Escrever é um hábito que requer persistência e paciência. Não é fácil colocar boas ideias no papel, traduzi-las para os outros da maneira como as imaginamos. Me parece que é caso aqui. Uma premissa bacana – os arcanos do tarô que se vingam dos ladrões incautos – mas que não foi desenvolvida da maneira mais adequada. Como muitos apontaram, creio que faltou um pouquinho de paciência na hora de postar o conto. Às vezes é bom deixar o texto “dormir” por um tempo para depois revisá-lo e só então submetê-lo ao desafio. O segredo é praticar – além de ler bastante, também escrever bastante. E aprender com as críticas.

  9. Tom Lima
    19 de fevereiro de 2014

    Gostei da ideia central, mas os erros atrapalharam.

    Você tem um bom material aqui, mas ele precisa ser mais trabalhado. Outros já comentaram sobre o que você deve melhorar, então não vou repetir as palavras deles.

    Boa sorte, e continue escrevendo.

  10. Eduardo Selga
    19 de fevereiro de 2014

    Ao(à) autor(a) faltou definir se a narração se daria no pretérito ou no presente, pois em todo o conto há uma injustificada mistura de tempos verbais que prejudicou a coerência da narrativa, como em “CAMINHA até a árvore que GUARDAVA o corpo dependurado”.

    Mas há outros problemas: repetições sonoras indesejáveis (“em nada SUGERIRIA que algo de bom ACONTECERIA”); pleonasmo (“há poucas horas decorridas”); colocação pronominal equivocada (“que não davam-LHE a importância devida”); concordância verbal (“A saraivada de balas TRUCIDARAM”) e uma adjetivação tão abundante que se torna exagerada nalgumas vezes por nada acrescentar.

    O texto apresenta algumas inverossimilhanças. Em “Jarros brancos com flores de igual cor era ARREMESSADOS PELAS PAREDES” isso se dá porque a frase está mal construída, afinal as paredes não podem arremessar o que quer que seja; não parece razoável supor que um bandido chore por ter perdido uma Brasília, nem se fosse o carro do ano (“apesar do CHOROSO DONO DO CARRO soluçar baixinho por sua perda.”); também não parece razoável que uma grande quantidade de tiros abale a estrutura de uma parede a ponto de ela ruir, conforme aparece no texto. Ainda que seja um barraco.

    O conto apresenta uma possibilidade de enredo interessante, mas que não se efetivou. Um dos motivos para isso foi o fato de os personagens não estarem adequadamente construídos. Eles possuem apenas alguns traços definidos (o mandão e o chorão). Se fossem melhor explorados, dando espaço às suas psicologias, talvez o texto melhorasse.

    Sobre isso, Rubem Fonseca escreveu o famoso conto “Feliz Ano Novo”, cuja trama também se organiza em torno de uma invasão de marginais a uma casa. E o que dá força a esse texto é justamente a construção dos personagens. Vale a pena ler e captar o trabalho de engenharia. Principalmente porque um bom passo está dado: o diálogo apresenta boa qualidade, ao usar-se uma linguagem aproximada dos indivíduos de periferia, inclusive com gírias.

  11. Thata Pereira
    15 de fevereiro de 2014

    Realmente, os erros pesaram muito na hora de ler, os probleminhas com revisão eu não ligo. Também me envolvi pouco com a história do conto. Fiquei confusa quando aos personagens. O final eu gostei.

    Boa Sorte!

  12. Alan Machado de Almeida
    15 de fevereiro de 2014

    Faltou dar aquela revisão antes de enviar o e-mail. Os erros deram a impressão de que o autor não leu a obra uma segunda vez para corrigir as escorregadas. O vocabulário usado foi bom, mas os escorregões meio que diminuem esse mérito. . O conto ficou um pouco cansativo, podia ter sido melhor se fosse menor. Tem muita passagem repetida. Os bandidos dilapidarem as cartas três vezes achei demais. Ficaria mais ágil se eles detonassem todas de uma vez só. A história ficaria mais ágil, acho. O enredo foi inspirado naquela cine-série Premonição?.

  13. Anorkinda Neide
    14 de fevereiro de 2014

    Não gostei da história, apenas do final com o Diabo, achei bem interessante… mas como um todo não me agradou.

    Abraço

  14. Paula Melo
    13 de fevereiro de 2014

    Para mim o texto se tornou cansativo, a ideia central e boa mas precisa ser melhor desenvolvida.

    Boa Sorte!

  15. Ricardo Gnecco Falco
    13 de fevereiro de 2014

    Como costumo dizer, na pior das hipóteses, toda e qualquer obra literária vale como exercício criativo. Portanto, mesmo não gostando tando do resultado final, parabenizo o autor pelo trabalho e desejo-lhe sorte!
    Paz e Bem!
    🙂

  16. Rodrigo Arcadia
    10 de fevereiro de 2014

    tive que fazer um esforço pra ler. não por causa dos erros nas frases, mas a história mesmo. não sei por qual razão, mas ela nao me chamou atenção e os personagens nem me chamaram a atenção. bom, é isso.
    Abraço!

  17. Claudia Roberta Angst
    10 de fevereiro de 2014

    Gostei da ideia, trama bem criativa e diferente. No entanto, como já foi dito, os erros me fizeram tropeçar na leitura e tiraram um pouco do divertimento. Concordo com Pétrya quanto aos diálogos. Também acho que algumas cartas poderiam ser poupadas da chacina para dar maior ênfase a outras. No geral, achei bem interessante. Boa sorte!

  18. Pétrya Bischoff
    10 de fevereiro de 2014

    Bueno, gostei das descrições, mesmo. Me passou a sensação de alguém que lê e conhece as palavras. No entanto, não me pareceu que o autor tenha experiência na escrita. Há muitos erros de pontuação e concordância, bem como outros de digitação. Não me agradaram especialmente os diálogos. Também achei desnecessária toda a “brincadeira” dos bandidos com o baralho. Penso que não havia necessidade de apresentar todas as cartas.
    Se eu pudesse, aconselharia diminuir e trabalhar os diálogos, revisar o texto quanto aos erros, e podar um pouco a chacina do baralho. De qualquer maneirá, boa sorte 😉

  19. rubemcabral
    10 de fevereiro de 2014

    Eu achei a história interessante e criativa. Agora, os muitos erros quase me fizeram desistir de ler; só consegui concluir após algum esforço.

    Achei também que os criminosos foram personagens pouco desenvolvidas, que mal se dá para se identificar um do outro.

    Então, acho que para o conto ficar bom teria que passar por mais revisão (principalmente quanto à concordância verbal) e que se investisse mais na caracterização das personagens.

  20. Pedro Luna
    10 de fevereiro de 2014

    Acho muito louco as maneiras como a turma está usando o tema Tarot. Não é um tema fácil. Ou se tem MUITA criatividade ou assume que o máximo que se pode fazer é meter a baralhada no meio do conto e tentar adequar ao tema..hahahaha. A parada é tensa, mas mesmo que o resultado não seja tão bom, ficou a tentativa e o esforço. Eu gostei desse conto. Não vejo nele nada demais, e me incomodei com alguns detalhes que considerei bobos, como o próprio jogo dos pilantras. No entanto, achei simpático. Talvez os personagens sendo menos burros ficasse melhor.

  21. Jefferson Lemos
    9 de fevereiro de 2014

    Desculpe, mas não gostei.
    O texto ficou cansativo, na minha opinião, com descrições desnecessárias e alguns erros.
    Achei a história até legal, mas não bem aproveitada.
    Espero que outros possam gostar.
    De qualquer forma, parabéns e boa sorte!

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Informação

Publicado às 9 de fevereiro de 2014 por em Tarô e marcado .