EntreContos

Detox Literário.

Sorte ou Revés (Vinicius Luccas Oliveira)

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Parte – I

– O de sempre Milla? –A Mulher em que o Homem se referia era uma loira de cabelos até a cintura, com um vestido vermelho, justo, que a deixa sexy, a pele branca com a tatuagem de um dragão pelas suas pernas a deixava um ser apaixonante a primeira vista.
– Hoje não, estou indo visitar a minha mãe no Asilo.
– Leve pelo menos essa revista, para ela ter uma nova diversão.

Milla sorriu e aceitou a revista que estava sendo entregue, há anos que não precisava pagar pelos serviços do jornaleiro, que tinha uma clara paixão por ela e por qualquer outra mulher na faixa dos 30~40 anos naquela região.

Andando até direção da guia da calçada verificou algo brilhante perto do lixo, abaixou e pegou o objeto que brilhava conforme a direção em que o Sol batia.
-Um distintivo de policial – Falou em voz alta. – Tommy Gun, 39 anos, solteiro. – Olhou para sua foto e verificou que em sua volta tinha alguém parecido com o Homem da foto.
Percebeu que ninguém era igual ao Homem e guardou seu distintivo em sua bolsa, imaginando que iria entregar ao posto policial mais próximo do Asilo.
Caminhou até a rua e deu sinal a primeiro taxi que estava passando, informou o endereço do asilo ao motorista e dormiu enquanto o carro ia levando-a para o Asilo.

Quando despertou não se encontrava dentro do Taxi, se encontrava com os braços e as pernas amarradas na cama, sua boca estava com uma fita para que não gritasse, tentava se agitar e as amarras ficavam a cada momento mais apertadas. A porta se abriu.
-Vejo que esta acordada, meu amor. – O Taxista se encontrava parado em sua frente com um consolo em forma de pênis de cavalo. – Vamos brincar um pouco antes de ser a minha vez de te fuder.
O maníaco enfiou o consolo no meio de suas pernas e ela se agitava tentando escapar, sem sucesso, começou a chorar e escorrer algumas lagrimas pelos cantos de seus olhos. O maníaco se virou para trás, deixando o consolo dentro da vagina de Milla.
-Tenho outra surpresinha, meu amor, essa é especialmente para você. – Pegou um chicote de couro e começou a testar na pele branca de Milla que com cada chibatada ia ficando cada vez mais vermelho até começar a escorrer sangue pelas suas coxas.
Retirou o consolo da vagina e colocou seu membro viril para fora de suas calças, era uma coisa grotesca e parecia deformado, não era um pênis comum, como se tivesse sido derrubado algum tipo de acido ou solda caustica.
Sentiu o membro penetrando em sua vagina, ela sentia uma boa sensação, como se estivesse gostando, quase tendo um orgasmo. O maníaco gemia enquanto a penetrava e também se encontrava chorando. Gozou.
Retirou seu pênis e voltou a devolvê-lo para dentro de suas calças. Retirou-se do quarto, deixando Milla perdida em seus piores pesadelos.
Tentou morder a sua língua e se suicidar para sair daquele pesadelo, e escutou um barulho de metal sendo raspado.
Olhou para a porta e viu a ponta de uma faca, a porta ia se abrindo lentamente, e Jonathan entrou junto com o Taxista. Milla percebeu algo em relação aos dois, eram gêmeos, o Taxista tinha uma cicatriz que cobria metade de seu rosto e essa era a única diferença que se encontrava entre os dois. Altos, os cabelos eram pretos e corte militar e olhos azul, frios que te faziam estremecer só de olhar.
-Milla, vejo que nos encontramos hoje novamente, como foi a visita a sua mãe? – Rindo histericamente Jonathan se aproximou a faca em seu rosto, e cortou o lado esquerdo de sua bochecha.
Fechou um dos olhos de dor e com outro olhava em direção a Jonathan perguntando o porquê de ele estar fazendo aquilo.
-Sua vez James de deixar sua marca nesse rostinho lindo. –Novamente a risada de Jonathan saiu em um tom histérico.
James abaixou ao lado de Milla e encostou a faca em sua outra bochecha, começou a pressionar contra seu rosto.

Um barulho veio do outro lado da porta e Jonathan se virou. Um barulho alto e seco veio na sua direção direto da porta e Jonathan já se encontrava com uma bala cravada em seu peito.
Dois homens entraram na sala e fizeram James se render, deixando ele de joelhos e com as algemas em seu pulso. Soltaram Milla de suas amarras.
A Ambulância já se encontrava do lado de fora da casa de madeira, olhou em volta e percebeu que se encontrava no meio do nada, não sabia a localização do local, só imaginou que ficava perto de alguma Serra do Mar pelos tipos de arvores, avistou o Taxi no lado da casa.
Os dois agentes a acompanharam até a Ambulância e se apresentaram um se chama Joey Rifleman  e o outro…
-Me chamo Tommy Gun, não estou com meu distintivo comigo, então não posso me apresentar formalmente. –  Deu um sorriso e o coração de Milla palpitou. – Poderia nos informar o seu nome antes de partir com a Ambulância? E já a lembro que mais tarde terá que responder algumas perguntas a mim e a meu parceiro.
-Prazer Mr Rifleman e Mr Gun, me chamo Milla Burges, 35 anos. – Falou olhando nos olhos de Tommy, o homem tinha um cabelo curto e de um loiro que parecia ouro, se olhos azuis como o céu a deu a esperança de amor entre os homens e as mulheres.
Os agentes assentiram e a levaram até a Ambulância. A Ambulância partiu e deixou os agentes na propriedade da casa de James.
– Vamos dar uma olhada dentro da casa, antes da policia especializada chegar. – Sugeriu  Joey e ambos avançaram para dentro da casa.

Com medo de tudo e de todos que estavam a sua  volta para cuidar de seus machucados.
Um dos agentes acabara de chegar e não era Tommy a deixando-a mais infeliz do que já se encontrava.
-Boa Noite Srª Burges, acredito que essa bolsa seja sua, foi encontrada dentro do Taxi que estava na casa. – Joey a informou olhando em direção aos pontos no rosto de Milla. –Quero primeiro me certificar se esta sendo tratada com todos os cuidados.
-Boa Noite Mr Rifleman, e respondendo sua duvida, estou sendo tratada melhor impossível – A resposta de Milla foi um tanto ríspida – Obrigado por devolver a minha bolsa, aonde se encontra seu parceiro, Mr Gun, certo?
– Meu parceiro foi alocado já para outro caso, irei fazer as perguntas e também deixarei esse caso para há policia concluir, nossa função foi já foi praticamente concluída. – Informou a Milla a informação de aonde Tommy se encontrava. – Tome nossos cartões caso precise de algo depois de as investigações forem concluídas.
As perguntas foram feitas e demoraram cerca de 2 horas.
Milla ficou por mais 2 dias no hospital e foi liberada.

Parte – II

Tommy se encontrava em um PUB do lado de sua casa tomando cerveja, quando seu celular tocou, enquanto tocava Highway to Hell do AC/DC  ao fundo.
-Tommy falando. – Já havia visto que o numero na tela do celular pertencia a delegacia de policia da região.
-Mr Gun, precisamos de sua ajuda e de seu parceiro em um novo caso. – Tommy prestava atenção da situação – Duas pessoas na faixa dos 60 anos que se encontrava no “Asilo Starway to Heaven “ foram encontrados mortos e as duas mortes foram causadas por envenenamento.
Tommy já se preparava para responder que morte de pessoas idosas em asilos eram coisas comum, mais ao ouvir a palavra envenenamento recebeu um choque.
– Me conte mais sobre isso, todas as informações que conseguiram sobre os a autopsia nos corpos, e informações e vínculos entre os idosos e as suas famílias. – As informações foram passadas diretas a Tommy, que as anotou em um bloco de nota que tinha dentro do seu terno.
Deixou o dinheiro do café em cima da mesa com uma gorjeta gorda e se encaminhou em direção à porta. Com o celular já em mãos discou para seu parceiro Joey e seu numero caiu direto na caixa de mensagens.
-Droga Joey, agora você desliga a porra do seu celular! – Corria em direção a seu carro, um Cadillac Eldorado de 1971 da cor Azul.
Ligou seu carro e saiu em disparada para o Asilo a procura de provas e de informações sobre as mortes e os funcionários do local.

Conduziu seu carro em alta velocidade até o Asilo, estacionou no lado da entrada, já fazia cinco anos que não ia até aquele local, a ultima vez foi quando seu pai havia falecido, causa de morte… Envenenamento. Com aquela ligação todo seu ódio veio a flor da pele, poucos policiais sabiam que a causa da morte tinha sido aquela, após a morte do seu pai, ele conseguiu ocultar todas as informações sobre o envenenamento, levando a todos a crer que a morte teria sido por infarto.
Entrou no Asilo e foi falar direto com a recepcionista, ela o olhou e mostrou um sorriso, era a mesma recepcionista da época em que seu pai vivia por lá.
-Oi, Jhenny – Tommy falou com Jhennifer, era ex-esposa de Joey, uma mulher branca com olhos escuros, simpática e esbelta.
-Tom, a quanto tempo, o que o te traz até aqui ? Não me diga que é por causa dos dois últimos casos que ocorreram aqui dentro. –Jhennifer falou em um tom de desconfiança em direção a Tommy.
-Isso mesmo Jhenny, tem como me informar o que você sabe? Isso vai fazer o tempo ficar mais curto. –Tommy falou com um timbre de voz de ansiedade.
-Não sei muita coisa Tom, só as fofocas que estão rolando por ai.
-Me diga então, qualquer informação é necessária. – Disse Tommy elevando seu tom de voz.
-Me desculpe Tom, mais não tenho esse direito de dizer o que pode ser e o que não pode ser verdade. – Jhennifer o informou olhando para o chão, como se fosse uma mentira. – Prefiro que você fale diretamente com meu diretor, que esta cuidando diretamente do caso.
Jhennifer informou aonde se encontrava a sala do Diretor e os telefones de contato, caso o diretor não se encontrasse em sua sala.
Tommy subia a escada em direção a sala do diretor, quando avistou da janela um carro que ele conhecia, não conseguia ver a placa para falar se era o mesmo, o carro era idêntico ao de Joey, mais Joey não estava com ele e seu telefone se encontrava desligado. Voltou a correr em direção a sala do diretor.

Ao entrar na sala percebeu que não havia ninguém, sentia-se estranho, como se tivesse algo suspeito dentro daquela sala, olhou em volta e não percebeu nada de anormal, resolveu se retirar da sala do diretor.
Um momento antes de fechar completamente a porta da sala do diretor, percebeu algo, o armário estava aberto e havia marcas de mão em sua madeira, chegou mais perto para observar e escorregou em algo…
-Que merda será que é essa… –Aquela cor vermelha deixou seus olhos em aflito, como não tinha percebido algo como isso. – Sangue.
Retirou o celular do bolso e bateu algumas fotos para deixar gravado e utilizar como uma futura prova resolveu tentar ligar novamente para Joey e foi o que tentou fazer, nesse momento seu celular que começou a tocar.
-Agente Tommy ? –Era uma voz sensual e triste de uma mulher, não sabia dizer quem era atté ouvir o seu nome. –Aqui quem fala é a Milla, a mulher do caso do estupro…
-Boa Tarde Milla, o que deseja? Por Favor, seja rápida estou no meio de um caso. –Mesmo querendo falar com aquela mulher por quem havia se apaixonado tinha que ser rápido.
-Creio que eu estou com algo que pertença ao senhor, minutos antes de eu tomar aquele taxi, eu havia encontrado algo brilhante no chão e quando o peguei era seu distintivo, eu acredito que ainda esteja à procura do mesmo.
Tommy já havia desistido de sua procura a algum tempo que já tinha feito o pedido de uma segunda via, alegando o furto por algum bandidinho que puxou de seu pescoço e saiu correndo.
-Obrigado por informar, pode passar o endereço de sua casa  para que eu posso ir buscá-lo?
-Posso, tem algum papel por perto para fazer a anotação? –Tommy concordou e anotou enquanto Milla informava seu endereço.
-Outra informação Sr. Tommy, não venha nesse momento para cá, pois estou de saída, vou ir até o Asilo de minha mãe para visitá-la.
Ao ouvir a palavra “Asilo”, Tommy sentiu uma onda de calor passar pelo seu corpo, no momento de fazer a pergunta de qual seria esse Asilo sentiu sua voz oscilar um pouco.
-Em qual Asilo é esse que a sua mãe se encontra? Possa ser que eu esteja perto dele. –Preferiu mentir sobre aonde se encontra, do que deixar Milla assustada informando sobre o caso em que estava trabalhando.
Ela informou o mesmo Asilo em que ele se encontrava, combinaram de se encontrar lá, ela iria tomar um ônibus até lá e demoraria cerca de 1 hora até chegar ao local.
Já havia até se esquecido sobre as marcas de sangue, e sobre ligar para seu parceiro, quando desligou seu celular a visão de sangue o fez enjoar e lembrar-se de tudo que tinha que fazer.
Olhou para seu telefone e dessa vez ligou para seu parceiro.
Algo vibrou em cima da mesa do diretor e uma musica do Presley que ele não sabia identificar começou a tocar, ficou nervoso por não acreditar no que estava vendo, o celular que estava em cima da mesa era de seu Parceiro Joey, pegou o celular na mão e olhou para suas ultimas ligações, entre elas estavam o celular do diretor e de Jhennifer a sua ex-esposa. Tommy não sabia que Joey e Jhennifer haviam continuado a serem amigos após a separação.
Guardou o celular no bolso e resolveu descer para o saguão e falar novamente com Jhennifer, no meio da descida olhou pela janela de novo e o carro que agora ele tinha certeza de ser de Joey não se encontrava mais estacionado.

Ao chegar ao saguão e olhar em direção da recepção Jhennifer não se encontrava mais em seu posto de trabalho, foi falar com a nova recepcionista.
-Por Favor, você sabe me informar onde Jhennifer que estava agora pouco aqui se encontra? –A mulher o olhou com cara de duvida e o informou.
-A única Jhennifer que trabalhava aqui pediu demissão há alguns meses atrás e depois ela não veio nenhuma vez fazer um visita para nós. –Mostrou o cadastro dos funcionários da empresa e realmente a ultima Jhennifer a trabalhar lá, tinha pedido demissão há alguns meses.
Veio em sua mente à vontade de entrar em seu carro e tomar o rumo da estrada e deixar tudo como estava não sentia um sensação boa de ficar com aquele caso.
Foi até seu carro não para ir embora, mais para pegar seu Lucky Strike, não era nenhum viciado em nicotina, mais em momentos de nervosismo fumava alguns cigarros para se acalmar.
Entrou no carro  e foi até o porta luva pegar seus cigarros, guardou em seu bolso e aproveitou e pegou uma caixa com balas extras para seu revolver, teve a sensação de pegar eles e guardar em seu bolso esquerdo do terno.
Foi até a frente da entrada do prédio do Asilo para ficar a espera de Milla, retirou se maço do bolso direito da calça e tirou seu primeiro cigarro, o colocou na boca e o acendeu.

Já havia fumado 4 cigarros quando avistou Milla entrando pelo portão de passageiro do Asilo. Se cumprimentaram com um aperto de mãos, ele a ofereceu um cigarro e ela o recusou informando que nunca havia fumado.
-Obrigado, mais nunca fumei e não é agora que pretendo começar. –Desde que ocorreu o incidente com Jonathan ficou fechada em aceitar qualquer coisa que venha de algum homem.
Abriu sua bolsa e retirou algo de dentro, era o distintivo de Tommy o ergueu e foi a entrega até o destinatário.
-Oh! Obrigado por me devolver, sem ele minha vida já tinha se tornado um caos. –O pegou, olhou por dentro percebeu que estava como o tinha perdido, sem terem mexido em nenhum documento. -Agora que tenho o endereço de sua casa poderia um dia ir até lá e chamá-la para sair um dia desses? Em for de agradecimento.
Mesmo gostando da idéia Milla não se sentia confortável em sair com qualquer homem até aquele momento.
-Obrigado mesmo, mais já agora recuso o convite para sair com alguém nesse momento, ainda não estou totalmente recuperada dos acontecimentos anteriores.
-Entendo. –Havia começado a chover e os dois estavam conversando sobre a chuva. –Vamos entrar na aguento ver uma dama tomando chuva sem ter com o que se proteger.

Entraram juntos no Asilo, nesse momento um Honda Civic preto estava passando pelo portão de carros, e Tommy não havia percebido em nenhum carro entrando por lá.
Milla se despediu de Tommy assim que entraram no Saguão e o informou que ia visitar a sua mãe e depois já iria de voltar para sua casa. Quando Milla se dirigiu para o quarto de sua mãe, Tommy resolveu voltar para a sala do diretor e ir a procura de novas provas.
Enquanto Tommy estava vasculhando a sala do Diretor, algo acontecia em um dos quartos próximos, um dos internados era envenenado. O quarto em que o idoso se encontrava era o de numero 161 que pertencia a uma mulher conhecida como senhora Burges, a mãe de Milla.
Dentro desse quarto se encontravam o Diretor, Jhennifer segurando Milla pelos cabelos e uma faca na direção de seu pescoço, e Joey que havia aplicado a dose de veneno na senhora Burges.
Os quatros saíram do quarto e se encaminharam em direção ao saguão. Joey se encontrava com uma mão enfaixada que havia se cortado com um copo de Whisky que tinha se quebrado na sala do diretor e na hora de se levantar colocara a mão em seu armário e tinha deixado a marca de seus dedos nele.
Chegaram no saguão e para grande surpresa dos três Tommy se encontrava parado na entrada do Asilo e estava se virando de vagar, os olhos de Joey, Jhennifer, Milla e do Diretor se cruzaram com os de Tommy, no instante seguinte Tommy já estava com seu revolver sacado e apontado na direção dos três e de Milla que se encontra com uma faca em seu pescoço.
Joey fez um sinal para Jhennifer recuar e também sacou seu revolver, o Diretor continuo em seu lado sem saber o que deveria fazer.
Quem fosse mais rápido naquele momento ganharia a batalha, mais não a guerra, e foi Joey que conseguiu ser o mais rápido, a bala atravessou o saguão e foi de encontro com o lado esquerdo do peito de Tommy, aonde ele havia deixado a caixa de balas.
Joey não havia acreditado no tiro certeiro que dera, e pediu para o Diretor ir verificar o corpo de seu Parceiro.
O Diretor se abaixou perto de Tommy e se viu com um revolver apontado em seu pescoço, quando tentou gritar qualquer palavra e informar para que Joey corresse, foi tardio demais a bala já havia atravessado seu pescoço.
Cinco segundos foi necessário para engatilhar o revolver e atirar em Joey, acertou sua perna esquerda e o mesmo caiu no chão, Tommy chegou ao seu lado e apontou a arma para sua cabeça, para render o amigo.
Não se lembrou de Jhennifer e Milla, Jhennifer estava no fundo do corredor com a faca nos pescoço de Milla.
-Deixe sua arma no chão e se renda Tom, meu único pedido.
Tommy que se lamentaria por aquilo depois atirou em direção a Jhennifer e a acertou em sua cabeça, o que não esperava era que Joey estivesse com o revolver ainda em punhos, uma falha e uma falha mortal.
A arma de Joey disparou e acertou Milla bem entre os peitos,  sangue escorreu e ela caiu de joelhos.
A morte estava nos seus olhos e Tommy a olhou caindo de joelhos em sua frente, sua perna também foi dobrada após Joey o acertar com um chute entre os joelhos. A arma de Joey se encontrava em sua cabeça, a arma foi engatilhada e Joey o olhou sorrindo.
-Lembra o que nós aviamos prometido? Que um de nós iria matar um ao outro quando a vida estivesse por um triz? Sua vida esta por um triz e é o que vai acontecer com você.
Disparou.
Ao fundo se encontrava Milla com a arma de Jhennifer que havia encontrado em seu corpo já gelado, uma bala nas costas de Joey foi o que precisou.
Tommy se levantou e caminhou até Milla que a abraçou, retirou o celular do bolso e ligou para a Central da Policia informando o que havia acabado de acontecer.

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21 comentários em “Sorte ou Revés (Vinicius Luccas Oliveira)

  1. Pedro Luna Coelho Façanha
    6 de dezembro de 2013

    Então, eu acho que os contos precisam pegar fogo logo no início, pelos menos para garantir que o leitor se interesse. E não gostei do início. Tommy Gun não é aquele boxeador do Rocky 5? kk..achei cansativo o texto.

  2. Leandro B.
    3 de dezembro de 2013

    É o que comentaram, camarada: Menos ansiedade.

    Faça de tudo para não escrever o texto no último dia. Por mais ruim que esteja a inspiração se esforce para acabar com alguns dias de antecedência. O resultado vai ser melhor.

    No caso da história, revise a gramática, passagens desnecessário e até o sentido de algumas passagens, como já mencionaram anteriormente.

    Ah, não desista frente as críticas negativas. Se esforce, leia, comente e tenha paciência com seus próximos contos. A ansiedade é sua inimiga.

    É isso.

  3. Andrey Coutinho
    3 de dezembro de 2013

    Nesse desafio, resolvi adotar um novo estilo de feedback para os autores. Estou usando uma estrutura padronizada para todos os comentários (“PONTO FORTE” / “SUGESTÕES” / “TRECHO FAVORITO”). Escolhi usar esse estilo para deixar cada comentário o mais útil possível para o próprio autor, que é quem tem maior interesse no feedback em relação à sua obra. Levo em mente que o propósito do desafio é propriamente o aprendizado e o crescimento dos autores, e é isso que busco potencializar com os comentários.

    Além disso, coloquei como regra pessoal não ler nenhum comentário antes de tecer os meus, pra tentar dar uma opinião sincera e imediata da minha leitura em si, sem me deixar influenciar pelas demais perspectivas.

    Dito isso, vamos aos comentários.

    PONTO FORTE

    Até achei interessante nomear os agentes de “Tommy Gun” (apelido popular da submetralhadora Thompson, arma clássica em histórias Noir) e “Joey Rifleman”… ficou bem cômico. Consigo imaginar uma história em quadrinhos usando esses nomes.

    SUGESTÕES

    Corrigir erros graves de português. Corrigir erros graves de inglês.

    Ajustar a pontuação é necessário, bem como manter o foco na cena, sem oferecer informações gratuitamente.

    Milla estava GOSTANDO do estupro? Assim, do nada? E depois quis morder a língua pra se suicidar? Não que não seja possível esse desenrolar, mas o autor não pode simplesmente jogar isso no ar… é o tipo de coisa que ou você explica muito bem, ou nem cita. Aliás, a cena toda do estupro ficou meio deslocada. E a maneira como ela conversa normalmente com os policiais e se interessa pelo Tommy como se nada tivesse acontecido, logo depois, é surreal. A parte I como um todo merece ser repensada.

    A motivação dos vilões também ficou sem explicação, o que é frustrante para o leitor.

    TRECHO FAVORITO

    “Tommy Gun, 39 anos, solteiro.”

  4. Marcellus
    3 de dezembro de 2013

    No último desafio comentei algo que vale também para este texto: só pelo fato de dar “a cara a tapa”, o autor está de parabéns. Todos os autores estão. Agora, é preciso controlar a ansiedade, reler, reler, reler e reler, preferencialmente com alguns dias de intervalo. Tenho certeza de que isso ajudará muito.

    Não desista!

  5. Alana das Fadas
    2 de dezembro de 2013

    Não gostei, achei confuso, sem preocupação em estabelecer um nexo. Parece-me um texto apressado, com muitos erros de português e de digitação! Precisa melhorar, pois tem potencial. Abraços!

  6. fernandoabreude88
    2 de dezembro de 2013

    Bom, não vou chover no molhado. Achei bem mal escrito, uma saga torturante ler o texto até o final. Espero, realmente, que o autor revise o texto e leia e escreva bastante.

  7. Felipe Falconeri
    30 de novembro de 2013

    Horrível!

    “Mais” no lugar de “mas” e “vou ir” são erros que não dá pra aceitar nem num chat de internet.

    O autor mal consegue articular um parágrafo. Antes de se arriscar num conto é preciso conhecer minimamente a língua portuguesa.

    Além do português sofrível, o enredo é péssimo, cheio de furos e passagens ilógicas.

    O autor vai precisar de muito estudo, leitura e dedicação para alcançar resultados melhores.

  8. Masaki
    29 de novembro de 2013

    E aí, Passenger. Tudo bem? Olha… vou ser sincero contigo. Infelizmente… não consegui acabar a leitura de seu texto. Creio que o maior problema é a falta de revisão, aqui em excesso, e também os diálogos truncados e as contradições presentes, entretanto não desanime. Eu demorei uns 2 anos para pegar na “engrenagem”, e ainda assim preciso melhorar muito. Valeu pelo esforço! Mais atenção e trabalho no próximo conto. E o primordial… leia sempre! Abraços.

  9. rubemcabral
    29 de novembro de 2013

    Conto muito ruim, confuso, repleto de erros grosseiros (“solda cáustica” doeu na alma), repetições (asilo, asilo, asilo…), etc. Não “rolou”.

  10. Agenor Batista Jr.
    29 de novembro de 2013

    Não se tratou de algo agradável de ler. Fiquei meio atarantado entre tantas contrariedades e sem um rumo a seguir na leitura. Juntada à confusão do texto os terríveis erros gramaticais e a falta de revisão. Mas valeu pela boa vontade e sinto que pode sim, no futuro, se sair melhor.

  11. Thata Pereira
    25 de novembro de 2013

    Eu já fui assim. Acho que a maioria de autores já foram assim. Afoitos.
    A necessidade de receber cíticas é muito grande, pois é assim que observamos nossos pontos fortes e fracos.

    Leia. Mas leia analisando falas, descrições, termos utilizados, gramática. E a revisão não é apenas para acertar a parte gramatical, mas para cortar trechos desnecessários, encontrar os possíveis furos. Por isso é mais que necessária.

    Mas o caminho é esse. E quando comento digo como leitora e não como autora, pois também tenho muito o que aprender. Absorva todo o conhecimento, não só do comentário do seu conto, mas de todos os outros e até o mês que vem!

  12. Gunther Schmidt de Miranda
    19 de novembro de 2013

    infelizmente divido as críticas dos supra citados…

  13. Ricardo Gnecco Falco
    19 de novembro de 2013

    Acredito que as Partes III, IV, V e subsequentes fiquem melhores.
    😉
    “Retroceder nunca, render-se jamais!”

  14. Claudia Roberta Angst - C.R.Angst
    18 de novembro de 2013

    A pressa é a inimiga de um conto bem trabalhado. Digo isso mesmo sendo a rainha da impaciência. É fato que quando não damos a devida atenção aos detalhes durante a criação e lapidação de um texto, nos perdemos em erros e excessos dispensáveis. Acontece e muito. Onde há vontade verdadeira, há um caminho: ler, escrever, reler, rescrever. Nunca desistir. Boa sorte.

  15. Gustavo Araujo
    18 de novembro de 2013

    Aparentemente, este é um daqueles casos em que o autor do texto, atingido por uma ideia que julga excelente, resolve passar tudo para o papel o mais rápido possível. Sem a devida paciência, opta por enviar o texto do jeito que está. O resultado, vê-se mais tarde, é uma narrativa coalhada de erros e mais erros, que travam o texto, que tornam a leitura muito difícil. Há uma história aí, mas os ataques à gramática e à ortografia, o uso de palavras erradas com sentido equivocado, tudo isso prejudicou a fluidez do texto. Isso sem falar nos furos da trama: por exemplo, de quê serviu toda aquela descrição pormenorizada do estupro? Qual a real ligação entre a Parte I e a Parte II? Do jeito que está, parece que a Parte I é totalmente dispensável, já que em nada influi no desenrolar da Parte II. As “coincidências” também me incomodaram, como p.ex, o fato de Milla ter se dirigido exatamente para o asilo em que Tommy estava. Aliás, o uso de nomes estrangeiros em meio a um cenário tipicamente brasileiro também soou desnecessário.

    A sugestão que deixo ao jovem autor é que vença a ansiedade de postar logo seu conto. Que o leia e releia antes de submetê-lo. Que leia outros textos, que aja como crítico mordaz de sua própria obra. Só assim haverá evolução. Ler e escrever, sempre.

    • Passenger
      18 de novembro de 2013

      Foi como disse, fui ansioso, fiz o texto em pouco tempo, e ainda durante a madrugada, deveria ter dado um tempo para revisar os erros.

      • Gustavo Araujo
        18 de novembro de 2013

        Por favor, Passenger, entenda as críticas como algo positivo. Todo mundo aqui está procurando evoluir. Tenho certeza de que nos próximos desafios você irá demonstrar uma sensível melhora. Não deixe de ler e comentar os outros textos. É a maneira mais confiável de aprender. 😉

      • Ricardo Gnecco Falco
        19 de novembro de 2013

        Assino embaixo do nosso anfitrião!
        😉

  16. Jefferson Lemos
    18 de novembro de 2013

    Como o Charles Dias disse, muito confuso. Eu, particularmente, não gostei.
    Mas não desista, outros podem gostar.
    Te vejo no próximo desafio.

  17. Charles Dias
    18 de novembro de 2013

    Sinceramente, acheio muito confuso esse conto … coisas aparecem do meio do nada, outras acontecem sem explicação, referências gringas se misturam com outras brasileiras, outras do passadose misturam com coisas do presente … muito confuso mesmo.

  18. selma
    18 de novembro de 2013

    parei de ler nas primeiras linhas; portugues necessitando revisão e palavreado fuleiro.

E Então? O que achou?

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Publicado às 18 de novembro de 2013 por em Noir e marcado .