EntreContos

Detox Literário.

Lágrimas são vãs sob a chuva (Rubem Cabral)

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Ouvi uma piada uma vez: um homem vai ao médico, diz que está deprimido. Diz que a vida parece dura e cruel. Conta que se sente só num mundo ameaçador onde o que se anuncia é vago e incerto. O médico diz: “O tratamento é simples. O grande palhaço Pagliacci está na cidade, assista ao espetáculo. Isso deve animá-lo.” O homem se desfaz em lágrimas. E diz: “Mas, doutor… Eu sou o Pagliacci.”
(Watchmen, Alan Moore).

***

Este conto faz parte da coletânea “Devaneios Improváveis“, Primeira Antologia EntreContos, cujo download gratuito pode ser feito AQUI.

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50 comentários em “Lágrimas são vãs sob a chuva (Rubem Cabral)

  1. Bia Machado
    7 de dezembro de 2013

    Perfeito, Rubem, perfeito! Se eu tivesse conseguido ler e comentar todos os contos, tenho a certeza de que seria esse o conto em primeiro lugar, nas minhas escolhas. Um texto que é ótimo não só pelo enredo e pela narração, mas também com a facilidade com que ele parece que foi escrito, como se tivesse sido escrito “ao natural”. Parabéns!

    • rubemcabral
      9 de dezembro de 2013

      Obrigado por ler e comentar, Bia. Exatamente, feito você comentou, o texto nasceu rápido e faceiro, só fiz o “download”. Depois de publicá-lo aqui eu só ajeitei algumas coisas pequenas, pq em verdade o Gervásio soprara a história no meu ouvido.

      • Bia Machado
        10 de dezembro de 2013

        Não perca o Gervásio de vista! rs =)

  2. Marcelo Porto
    6 de dezembro de 2013

    O merecido primeiro lugar.

    Só me arrependo de não tê-lo lido antes, de não ter tido o prazer de descobri-lo em meio a tantos textos maravilhosos, um pelo qual eu torceria até o resultado final.

    Parabéns Rubens, sou seu fã!

    • Marcelo Porto
      6 de dezembro de 2013

      Desculpa Rubem, fiquei tão desnorteado com o conto que errei o seu nome (imperdoável). Parabéns novamente!

    • rubemcabral
      9 de dezembro de 2013

      Obrigado, Marcelo. Parabéns pelos gêmeos! Não se preocupe por trocar meu nome, é a coisa mais comum do mundo, já que há muito mais “Rubens”.

  3. Leandro B.
    5 de dezembro de 2013

    Engraçado, não conheço a obra de Leoncavallo e achei que a citação combinou com o texto. De todo modo, gostei bastante. A motivação de Gervásio me convenceu. Consegui enxergar todos os personagens que foram destacados. Não sei por que, mas a partir da metade do texto me senti mais envolvido.

    Enfim, excelente trabalho.

    • rubemcabral
      9 de dezembro de 2013

      Obrigado, Leandro. Parabéns pelo seu conto tbm! Um dos meus favoritos no desafio.

  4. Frank
    5 de dezembro de 2013

    Caracas, esse conto está num patamar acima dos que li até agora! Como muitos disseram: escritor profissa…rs. Isso se vê pelas metáforas e pela reflexão embutida nelas! Enfim, primoroso!

  5. Andrey Coutinho
    3 de dezembro de 2013

    Nesse desafio, resolvi adotar um novo estilo de feedback para os autores. Estou usando uma estrutura padronizada para todos os comentários (“PONTO FORTE” / “SUGESTÕES” / “TRECHO FAVORITO”). Escolhi usar esse estilo para deixar cada comentário o mais útil possível para o próprio autor, que é quem tem maior interesse no feedback em relação à sua obra. Levo em mente que o propósito do desafio é propriamente o aprendizado e o crescimento dos autores, e é isso que busco potencializar com os comentários.

    Além disso, coloquei como regra pessoal não ler nenhum comentário antes de tecer os meus, pra tentar dar uma opinião sincera e imediata da minha leitura em si, sem me deixar influenciar pelas demais perspectivas.

    Dito isso, vamos aos comentários.

    PONTO FORTE

    Sem palavras… esse conto foi forte como um rinoceronte. Muito difícil encontrar um conto que tenha linguagem tão rica e poética, com boas metáforas e profundidade reflexiva, mas que ao mesmo tempo tenha uma história com desenvolvimento interessantíssimo. Simplesmente adorei.

    SUGESTÕES

    Se eu pudesse, enxugaria um pouco o início e investiria um pouco mais no final. A passagem introdutória, antes do protagonista começar a falar na Célia, ficou um pouco devagar (talvez isso tenha sido até bom, porque acabei subestimando o conto por conta disso e foi positivamente surpreendido no final). O final, quando o Gervásio toma conhecimento da farsa, me pareceu muito “automático”. Até mesmo a revelação da presença do marido foi muito desapaixonada. Eu investiria mais em explorar a reação do Gervásio àquilo tudo, antes de propriamente colocar sua vingança em execução.

    TRECHO FAVORITO

    “Eu a queria como um náufrago quer uma tábua no meio do oceano, como certamente o demônio, do fundo do Abismo, cobiça o perdão do Céu.

    Eu precisava beber toda aquela bondade, toda aquela entrega e doçura. Eu desejava que ela me fizesse melhor.

    Não teria que aceitar virar um rinoceronte.”

  6. Alana das Fadas
    3 de dezembro de 2013

    Puxa, o texto me fisgou já na primeira frase, com o trecho brilhante extraído de Watchmen, de Alan Moore.
    De início, com a frase impactante, acreditei que não continuaria me fisgando… Mas fisgou, incessantemente!
    Simplesmente incrível! Amei, de verdade!

  7. Alexandre Santangelo
    2 de dezembro de 2013

    Conto maravilhoso. Personagens bem construídos. Parabéns.

  8. Marcellus
    2 de dezembro de 2013

    Não existe outro adjetivo para este conto senão “EXCELENTE”!. Muito bom, mesmo! Aderiu perfeitamente ao tema, a história é envolvente e o final, além de coerente, é talvez o mais sombrio de todos os participantes do mês.

    Parabéns ao autor!

  9. fernandoabreude88
    2 de dezembro de 2013

    Gostei do conto. O começo tem construçōes muito imagéticas e ricas. Em algumas partes, senti uma certa dificuldade, uma pedrinha no sapato para ler, mas segui adiante reanimado pela sensacional analogia com os rinocerontes. A partir daí, confesso que suspirei surpreso pelo talento do autor até o final. Parabéns a quem escreveu.

    • Cry me a river
      2 de dezembro de 2013

      Obrigado pela leitura e comentário, Fernando. Aproveitando para comentar: a peça citada no conto existe de verdade, chama-se “Rinoceronte” (Rhinocéros) e é de autoria de Eugène Ionesco.

      • fernandoabreude88
        2 de dezembro de 2013

        Sensacional, vou procurar.

  10. Felipe Falconeri
    29 de novembro de 2013

    Gostei!

    O conto está muitíssimo bem escrito, tem uma ambientação segura e o perfil psicológico do personagem foi construído com muita competência, ficando bastante crível. A metáfora do rinoceronte também funcionou muito bem.

    O único momento em que me bateu uma interrogação na cabeça foi quando ele fala do emprego de entregas. Bom, ele até poderia ter um emprego regular e ser detetive nas horas vagas, ou poderia ter largado a antiga profissão para dar estabilidade financeira à nova família… enfim, tem algumas possibilidades, mas acho que seria interessante se isso fosse citado antes.

    A cena do incêndio é bem impactante. E é sempre interessante ver um crime pelos olhos de quem o comete, já que normalmente somos guiados pelo “mocinho” nesse tipo de história.

    O pensamento sobre as lágrimas na chuva me fez lembrar do discurso do Roy Batty no final de Blade Runner.

    Gostei do personagem não demonstrar arrependimento, nem temer uma justiça divina, nada do tipo. A amargura dele é um ponto alto do texto.

    Enfim, achei o conto muito bom mesmo, bem acima da média. Gostei bastante. Só não consegui linkar muito bem a citação do Watchmen com o texto, rs.

    Parabéns. =)

    • Cry me a river
      30 de novembro de 2013

      Obrigado pela leitura e pelo comentário elogioso. A citação de Watchmen tem algumas razões:
      – Watchmen é um noir (com elementos de história alternativa, FC e fantasia);
      – A “piada” é amarga e antecipa a amargura que está por vir;
      – A piada é certamente inspirada na ópera (Pagliacci significa palhaços em italiano, não é um nome ou sobrenome. A ópera fala de traição e tragédia, o homem feito de “palhaço” mata a esposa que o traiu. A revelação é feita por uma terceira pessoa que queria se vingar de uma afronta (do palhaço)).

      Qto ao pensamento de lágrimas na chuva, esse realmente vem de “Blade Runner”, um de meus filmes favoritos, que também é noir. Acho a imagem muito bonita e triste.

      Obrigado outra vez.

  11. Masaki
    29 de novembro de 2013

    Uma única palavra para este conto… Excelente! A leitura flui despretensiosamente, a qual prendeu à minha atenção até o final. Outra sacada genial é como o autor utiliza as figuras de linguagem de forma prazerosa sem que se torne algo exagerado. A ambientação com elementos brasileiros, clássicos, é outro ponto alto do texto. E por fim… as personalidades das personagens são marcantes e transbordam em sua essência. Parabéns! Mais um para os meus favoritos.

    • Cry me a river
      30 de novembro de 2013

      Muito obrigado pela leitura e comentário! A inspiração veio das obras de Nelson Rodrigues.

  12. Agenor Batista Jr.
    25 de novembro de 2013

    Uma bela construção com palavras e um enredo de primeira se transformaram num conto da melhor qualidade com visão sombria e a “vendetta” desapegada de qualquer constrangimento. Fluiu em mim como lágrimas vãs fluíram no autor. Parabéns! Como “para seu bem”.

    • Cry me a river
      30 de novembro de 2013

      Lisonjeado pela leitura e comentário.

  13. Thata Pereira
    21 de novembro de 2013

    Que conto hein!!
    (Três vezes escrevi esse comentário colocando um palavrão no começo, expressando minha satisfação em ler o texto, mas achei melhor não utilizá-los… rs’)

    Muito bom mesmo! Parabéns! 😉

    • Ricardo Gnecco Falco
      22 de novembro de 2013

      Thata, eu também fico abismado com tamanho “peso” desta narrativa! Dentre TODOS os contos (e olha que temos diversas jóias na vitrine deste mês!), este foi o que mais me tocou e me levou (me arrastou!) para dentro desta névoa/fog noir. É o mais cinza dos contos apresentados; sem “sombra” de dúvida. Já voltei aqui diversas vezes para reler esta obra-prima e a cada (re)leitura percebo como o autor (quero MUITO saber quem escreveu essa preciosidade!) consegue sugar o leitor para dentro não apenas da história, mas dos sentimentos do próprio protagonista/antagonista.
      É estranho, mas parece que envelheço em toda e cada experiência de leitura desta obra. O coração vai endurecendo aos poucos e, juntamente da personagem, a sensação ao final é incrível, pois nem pena o autor nos permite sentir; por nenhum dos mortos (os mortos-mortos e o morto-vivo). As metáforas duras, pesadas, e ao mesmo tempo dotadas de uma singeleza quase que descarada… A cegueira da personagem, mais do que física; sentimental…
      Incrível a capacidade deste conto de realmente “tocar” a gente, ao nos deixar assustadoramente apáticos.
      Sem (mais) palavras…

      Parabéns, autor!

      • Cry me a river
        30 de novembro de 2013

        Às vezes a personagem “desce” e a gente só escreve o que ele sente. Foi o caso aqui: o conto ficou pronto em pouco mais de uma hora.

      • Ricardo Gnecco Falco
        6 de dezembro de 2013

        Rubem, então tenho que te contar uma coisa… És médium, parceiro!
        😉
        Parabéns pela obra-prima!

    • Cry me a river
      30 de novembro de 2013

      Teria gostado de ter lido o comentário com o palavrão. 😀

  14. charlesdias
    18 de novembro de 2013

    Está claro que o autor domina uma escrita de ótima qualidade, sofisticada. O ritmo do conto é muito bom. Definitivamente é um noir. O que pegou para mim foram alguns furos no enredo e o começo lento, descritivo demais. De qualquer forma foi uma leitura agradável.

    • Cry me a river
      30 de novembro de 2013

      Obrigado pela leitura e comentário. Se puder me apontar depois o furo no enredo eu agradeceria.

  15. rubemcabral
    18 de novembro de 2013

    Gostei do conto. Há clima, há muitas camadas, mas a que me chamou mais a atenção foi a transformação do narrador, a metamorfose dele num monstro. A metáfora do rinoceronte foi muito feliz, lembrei-me inclusive que os tais bichos enxergam muito mal.

    O inicio foi curioso, com descrições cruas, frases lindas e emoção, como qdo o detetive descreve seu primeiro encontro com Célia. Mesmo o crime (horrível) me fez pensar que não foi tão terrível sob o aspecto jurídico, se considerarmos que ele não premeditou, fez tudo de cabeça quente e pronto. Um psicopata, por exemplo, esperaria até o dia seguinte, seguiria o Josué e o mataria. Com o marido morto, Célia não poderia evitar o Gervásio por muito tempo e ele terminaria esta história vivendo na casa dela, cuidado pela esposa e os três queridos enteados.

    Poucos erros para apontar, acho que a palavra “modesto” foi meio repetida, e que em “…queimando-se nas grades que logo ficaram em brasa…” o verbo “ficar” estaria melhor no futuro do pretérito (ficariam), pois o texto dá a impressão que ele não ficou para assistir. Em “que no fundo eu só representava” ficaria melhor “só representasse”.

    • Cry me a river
      30 de novembro de 2013

      Obrigado pelas sugestões de acerto, pela leitura e comentário.

      • Bia Machado
        7 de dezembro de 2013

        hahahahhahaa! Esses concursos com pseudônimos também são legais por causa disso! ;D

  16. Ricardo Gnecco Falco
    18 de novembro de 2013

    Conto profissa, de um escritor certamente profissa. Recado imaginado; escrito e dado ao(s) leitor(es). Não há defeitos. Exceto um: não fui eu que escrevi esta obra-prima! (Hauhauahuah!)
    Um texto tão bom que nem a dita inveja branca consegue me abater… Há, ao contrário, pura e simples admiração. Frases perfeitas e certas citações que já me deixam saudades (como: “Eu nunca vira alguém prantear com tanta dignidade”…).
    É um conto que chama a atenção pela perfeição da afinação (já que o nosso anfitrião falou em música). As notas (palavras) soam em perfeita harmonia umas com as outras e, o mais importante, em afinação com o todo. Há um “tom” que paira sobre todo o conto, revelando uma escrita em uníssono com o tema deste Desafio.
    Realmente, será muito difícil eleger um campeão apenas. Nesta reta final apareceram textos excelentes como este, que indubitavelmente colocarei entre os finalistas.
    Este “The Voice” da Entrecontos vai dar mesmo muito trabalho… 😉

    Parabéns ao autor por esta belíssima canção! Bravo!!! 🙂

    • Cry me a river
      30 de novembro de 2013

      Obrigado pelos “exagerados” elogios! Feliz em ter conseguido passar tantas emoções diferentes.

  17. Pedro Luna Coelho Façanha
    17 de novembro de 2013

    Baita conto. Li rapidão. Começa em um tom pesadão, daí quando começa a investigação o ritmo aumenta e você sente um conforto que é interrompido abruptamente quando o coitado descobre que estava sendo feito de besta. Achei massa sua vingança ser cruel. Contos Noir para mim precisam disso: vinganças, violência, desesperança. Parabéns.

    • Cry me a river
      30 de novembro de 2013

      Obrigado pela leitura e comentário.

  18. Henrique Silveira
    16 de novembro de 2013

    Ótimo conto, enredo muito bem pensado e a escrita muito bem desenvolvida. Meus parabéns!

    • Cry me a river
      30 de novembro de 2013

      Obrigado pela leitura e comentário!

  19. Gustavo Araujo
    16 de novembro de 2013

    Conto sombrio, com um anti-heroi de verdade. Tenso, muito tenso, dono de um suspense dos bons. Naturalmente, escrito por quem entende do assunto (de escrever, não de usar o fogo para efeitos maléficos). Gostei muito da narrativa, do desenvolvimento e da maneira como tudo se resolve. E gostei principalmente do fato de o protagonista não mostrar arrependimento pelo que fez, evitando aquelas lições de moral intragáveis. Talvez por causa da citação no início, ficou na minha cabeça, durante toda a leitura, a letra de “Vesti la Giuba”, ária de “I Pagliacci”, de Leoncavallo, que ficou famosa na voz de Plácido Domingo. Coincidentemente (ou não), a ópera trata de um sujeito que, perdendo a mulher que ama para um rival, acaba com tudo de maneira trágica: “ri, palhaço, de seu amor despedaçado; ri da dor que te envenena o coração”.

    • Cry me a river
      30 de novembro de 2013

      Obrigado pela leitura e comentário. Penso que a “piada” de Watchmen traz realmente embutida uma referência à ópera de Leoncavallo.

  20. Rodrigo Sena Magalhaes
    15 de novembro de 2013

    O nível dos contos é assustadoramente alto. Acho que alguém poderia convidar algum editor a dar uma passada pelo blogue. Tem escritores profissionais aqui. Esse conto não foi escrito por um amador. Parabéns! Vai ser difícil escolher.

    • Cry me a river
      30 de novembro de 2013

      Muito obrigado por ler e comentar, Rodrigo!

  21. Claudia Roberta Angst - C.R.Angst
    15 de novembro de 2013

    Gostei! Tudo bem que pensei que talvez pudesse poupar as criancinhas (coisa de mãe), mas tinha de ser assim para seguir a linha de narrativa proposta. Li direto até o final.Suspense logo saciado, fim e pronto. Não vou chorar um rio, mas também não é pra rir… noir.

    • Ricardo Gnecco Falco
      18 de novembro de 2013

      Ponto para o autor, Claudia! Pela coragem de despir-se diante do lado sombrio que a personagem lhe pediu (certamente, exigiu-lhe! rs!).
      😉

    • Cry me a river
      30 de novembro de 2013

      Muito obrigado por ler e comentar, Claudia. Não deu para poupar as criancinhas… :/

      • Ricardo Gnecco Falco
        6 de dezembro de 2013

        Nem os leitores…

      • Claudia Roberta Angst - C.R.Angst
        7 de dezembro de 2013

        Mesmo sofrendo pelas criancinhas, só posso dizer que o conto é espetacular. Por isso o primeiro lugar – escolhi bem! Parabéns.

  22. Jefferson Lemos
    15 de novembro de 2013

    Conto bom demais!
    Achei legal a forma como foi descrito e o desenrolar foi muito bacana. Apesar de o nome da mulher ter sido citado antes da história sobre ela, em nenhum momento eu imaginei o que aconteceria.O mais engraçado de tudo, é que eu conheço um cara que se chama Josué e é casado com uma Célia. E tem três filhos. hahahahaha
    Parabéns pelo conto!

    • Cry me a river
      22 de novembro de 2013

      Uma tremenda coincidência, Jefferson! Eu apenas quis usar nomes comuns e, quanto à “prole” de três meninos, usei minhas próprias referências, pois sou o mais velho de três irmãos tbm. Obrigado por ler e comentar!

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Publicado às 15 de novembro de 2013 por em Noir e marcado .