EntreContos

Detox Literário.

A Fúria Inexorável do Tempo (Leonardo Jardim)

A madrugada avançava feroz sobre as horas. Engolia cada uma sem dó, enquanto eu me ocupava de assuntos aleatórios de importância relativa na grande rede de computadores. Naquele momento, por exemplo, discutia por videochamada com um amigo superpoderoso sobre a utilidade de nossos poderes:

— Ah, sim. Bom mesmo é apagar postes — eu sacaneei o dom dele. — Ainda mais só um por vez. — Nessa, peguei pesado.

— Pelo menos eu posso usar meu poder sem ficar parecendo um maracujá — ele atacou meu ponto fraco. Confesso que, quando ele falou isso, olhei minha imagem idosa na tela e bateu uma pequena pontada de tristeza.

— Reconheça, Shadow — tentei virar o jogo —, você queria conseguir parar o tempo.

— Claro, porra. Quem não ia querer. Mas com esses efeitos colaterais… prefiro apagar postes a ficar broxa — o sacana gargalhou bem alto, comemorando o golpe definitivo.

Antes que eu pudesse contra-argumentar, recebi uma chamada prioritária de Everywhere.

— Adonis, tenho uma missão — ela, linda como uma garota do tempo do jornal das dez, disse.

— Já te pedi pra não me chamar assim, Eve — reclamei. — Se alguém ouve esse nome, detona a minha reputação.

— Foi mal, Chronus… então, a missão é….

— Ei, ei, espera aí! Eu me aposentei, lembra?

— Ué, mas você ontem usou os poderes para salvar um gatinho…

— Ele ia ser atropelado na minha frente… Pera aí! Tá me espionando de novo?

Everywhere era uma hacker muito boa. Bem podia, seu corpo havia sido transformado em código binário no dia do incidente. Agora ela navegava literalmente pela Internet e tinha acesso a qualquer conteúdo digital que quisesse. Isso, aliado ao conhecimento em quebra de sistemas, fazia dela quase uma Big Brother.

— Eu apenas monitoro os melhores de nós — disse a bela mulher. Algo naquela imagem a tornava irreal, photoshopada. Mas não podia julgá-la. Se eu tivesse essa técnica, também mudaria minha aparência. — Tenho uma missão importantíssima que só você pode fazer. — Nesse momento, ela fez uma carinha pidona.

— Sabe que tenho pouco tempo, né?

— Pelos meus cálculos, você ainda é capaz de usar os poderes por cerca de cinco minutos. É o suficiente.

— Poxa, só cinco?!

Há sete anos, ocorreu um evento que mudou o destino do mundo. As informações ficaram meio truncadas e os governos tentaram esconder, mas o povo acabou descobrindo. Quer dizer, a maioria da população ainda acha que não aconteceu, pois preferem acreditar no que a mídia e governo dizem. A verdade é que uma nave alienígena tentou entrar em nossa atmosfera, mas acabou sendo explodida por um míssil americano. Ninguém nunca soube se os ETs eram do bem ou do mal, mas, depois da explosão, alguma coisa, tipo um vírus, se espalhou pelo ar e, sei lá como, afetou pessoas em vários locais do mundo. Algumas morreram, mas outras ganharam poderes. Eu, por exemplo, recebi o dom de parar o tempo, caminhar por fora do fluxo temporal. Maneiro, né? Só que quando fazia isso, envelhecia rapidamente, como se cada minuto lá, fossem anos aqui. A Eve sabe fazer essa conta melhor, mas o fato é que eu era um jovem de 25 habitando um corpo de 70.

— É uma criança, Adonis… — aquela carinha do Gato de Botas, com olhos grandes e convincentes, continuava a tentar me recrutar. — Uma menina com poderes destrutivos.

— Tá bom, Eve. Se tem criança envolvida, tô dentro. Salvar criancinhas em perigo é minha especialidade.

— Não, Adonis. Você não entendeu — Eve disse, apreensiva. — Ela é o perigo.

***

A missão era o clássico resgate em depósito abandonado, com quase todos os clichês envolvidos: local ermo, guardas armados, forte esquema de segurança e um plano infalível.

Como eu era idoso, Everywhere chamou Tank para realizar a parte física: basicamente me colocar lá dentro vivo. O nome do cara já era uma dica do seu poder: além de seus mais de dois metros de altura e incontáveis quilos de músculo, Tank tinha pele invulnerável. Por isso, sem preocupar-se com sutilezas e em manter-nos oculto, ele neutralizou rapidamente os guardas da frente. Podíamos ouvir outros vindo em nossa direção, mas o caminho estava aberto.

— A criança está na porta dupla — Everywhere disse no headphone.

— Deixa ela comigo — adiantou-se Tank, com seu habitual sorriso bobo. Nada mais clichê que um brutamontes pouco inteligente para fechar o pacote.

E ele realmente cuidou da porta. Na verdade, bem mal, pois praticamente a arrancou das dobradiças. A sala que se abria após as portas estava bastante escura. A única luz era aquela que vinha do aposento onde estávamos. Meu colega gigante entrou com toda sua falta de delicadeza procurando alguma coisa.

— Tank, não olhe para a menina… — Everywhere tentou dizer, mas o grandão não ouviu. Antes dela terminar, ele já havia caído duro feito uma estátua.

— Aí, Eve, acho que deu ruim…

— Calma, Adonis.

— Como assim, calma! Você não me contou que a menina era um tipo de basilisco. — Ouvi passos vindo de fora. — Tem mais guardas chegando e o meu protetor resolveu tirar uma longa soneca.

— Siga o plano: você tem cinco minutos e três segundos. — Olhei o relógio no pulso e ali estava configurado um contador com esse tempo exato. — Só você pode fazer.

— Tá, já conversamos sobre isso, mas a gente precisa mesmo matar ela?

— Ela é uma arma, droga. Será usada para acabar com cada um de nós. Temos que impedir isso. — Ela estava impaciente. — Não há mais tempo. Já te disse tudo o que tinha que ser dito. Vá lá e faça o trabalho.

Caminhei até a entrada da porta. Olhei de soslaio para a posição onde a menina se encontrava. Vi, também, as cordas que a mantinha presa. Amarrada como um animal. Senti muita vontade de ver seu rosto. Um desejo incontrolável.

Dei mais um passo e ela virou-se para mim. No mesmo momento, parei o tempo e acionei o cronômetro do relógio. Os segundos corriam rapidamente em contagem regressiva. 4:55. Entrei no galpão e a vi: não devia ter mais que cinco anos. Cabelos castanhos curtos e sujos na altura do ombro. Ela parou o movimento no instante imediatamente anterior ao que seus olhos encontrariam o meu. Eu podia ver um princípio de brilho dourado irradiando deles. Eram, sem dúvidas, olhos fascinantes. A vontade de vê-los mais de perto era muito grande, mas meu tempo era curto. 4:34. Corri até ela, uma pequena distância de cerca de cinco metros, mas que me consumiram energia de uma escadaria. Era como se a gravidade ali fosse muito maior. Saquei a pistola e apontei para a garota. Um tiro e a missão estaria cumprida. E ainda teria cerca de quatro minutos para fugir dos guardas. 4:12. Droga. Tão nova. Tão indefesa. Não tive coragem.

3:42. Estava de volta ao curso do tempo. Tank, outrora um monte de músculos, agora uma múmia ressecada, jazia a alguns metros dali. A menina, solta de suas amarras, mas de olhos vendados, aguardava em pé ao meu lado.

— Como você fez isso? Por que não me matou? — ela perguntou, com uma voz doce, mas áspera como se há muito não fosse utilizada.

— Você não tem culpa por ser assim — respondi, simplesmente.

— Os homens maus estão vindo. — A mão dela, suja e macia, agarrou-se com força à minha, cada vez mais enrugadas. — Posso fazer eles dormirem.

— Não vai funcionar. — Peguei-a no colo. — Eles têm óculos de proteção. Deixa comigo.

2:15. Estávamos em um local seguro. Os guardas não nos incomodariam mais. Tudo estava turvo, o chão girava, eu sentei num canto do beco escuro que nos servia de refúgio. Minhas mãos, brancas e murchas, tremiam.

— Cê tá bem, vô? — a menina me perguntou.

— Tô — menti.

— Qual o seu nome? — Ela olhava para mim por trás daquelas grandes lentes escuras que pegamos de um dos guardas. Era tão maior que seu rosto, que tive que improvisar uma fita para prendê-lo. Estava tão estranha que acabei por sorrir.

— Chronus. E o seu?

— Eles me chamam de… — hesitou. — Morte. Mas não gosto desse nome.

— Também não. Que tal, hummm, Sol?

— Gostei.

Everywhere devia estar furiosa tentando contato comigo. A essa altura já sabia que eu não havia cumprido a missão. Eu nunca gostei daquele headphone mesmo. O problema é que eu agora era perseguido pelo governo e por uma mulher que tinha acesso qualquer câmera de segurança do mundo. E eu não podia caminhar por fora do tempo de novo ou corria o risco de não conseguir voltar. É nessa hora que precisamos de bons amigos.

***

— Quem tem poder inútil agora? — perguntou-me Shadow, após desligar mais uma câmera de segurança.

— Achei que só funcionava com postes.

— Não, coroa. Posso apagar qualquer coisa eletrônica.

— Mas só uma por vez — alfinetei, observando com bastante cautela por onde andávamos, pois poderia haver um local vigiado por mais de uma daquelas espiãs mecânicas.

— Pelo menos eu não sou um velho broxa. — Ele riu e depois parou quando percebeu que Sol olhava para ele com cara de dúvida. — Só um idoso mesmo pra mandar recado em bilhete de papel — continuou tagarelando e depois refletiu sobre o assunto. — Pensando bem, era a única forma, né?

— Que bom que conseguiu chegar a essa conclusão sozinho… — eu disse e Sol riu da cara boba dele.

Assim, fugindo das câmeras e apagando as que não dava para evitar, caminhamos por vários quilômetros, até uma área rural, longe da cidade, onde estaríamos seguros.

— Vô, o que é aquilo? — a menina perguntou, apontando para um abutre que sobrevoava por ali. Shadow me olhou como se me questionasse “onde você arrumou essa garota?”. Eu havia contado por alto parte da história, mas parece que só naquela hora caiu a ficha dele.

— É um passarinho, querida.

— Eu queria voar — ela comentou, inocente.

— Cê pode — Shadow respondeu. — É só sonhar.

— Não gosto de sonhar. Acontecem coisas ruins nos sonhos.

Eu e meu amigo nos entreolhamos, cientes de como a vida foi cruel com aquela pequena alma. Poucos minutos depois, ouvimos um movimento na mata. No instante seguinte, um grande drone estava nos sobrevoando.

— Adonis, me dê essa criança — a voz de Eve disse através de um alto-falante instalado no quadricóptero. — Você sabe que não pode fugir de mim para sempre.

— Ela não precisa morrer, Eve — argumentei. — Se cuidarmos dela, nos será útil.

— Ela é muito perigosa. Não vale o risco.

— Pra quem você trabalha, mulher? — Shadow perguntou. — Quem te dá as ordens?

— O que quer dizer? Por que está se envolvendo nisso, Shadow — mesmo mecânica, a voz demonstrava desprezo. — Eu trabalho em nossa defesa… contra o governo que nos persegue.

— Quem te elegeu a líder? — meu amigo continuou o inquérito. Os sons na mata estavam mais próximos. Pude ver alguns homens armados de fuzis se esgueirando.

— Eu não sou a líder…. eu… — hesitou. Não estava acostumada a ser questionada. — Eu tenho as informações e…  e recompenso vocês…

— Você tem muita informação e muito dinheiro.

— O que está querendo dizer?

— Nada demais. — Ele olhou para mim, me dando algum sinal que eu não percebi imediatamente. — Tava só te enrolando. — Então gritou: — Corre, Chronus, porra! — Shadow fez um gesto e o drone caiu apagado.

Segurei a mão de Sol e me preparei com objetivo de correr. Os homens saíram de trás das árvores e começaram a atirar. Um dos tiros estourou o peito de Shadow. A menina gritou, chorando. Droga, não pude impedir. Malditos reflexos de velho…. Aquela vadia deu a ordem para matar a nós três! Fugir não ia resolver. Decidi, então, interromper o tempo.

2:13. Tinha que ser rápido, mas minhas juntas enferrujadas atrapalhavam. Saquei a pistola e corri na direção da floresta. 1:50. Merda. Eram cinco paramilitares. Precisei de três tiros para matar o primeiro. Maldita catarata! 1:39. Corri até estar mais perto dos outros quatro. Gastei seis balas e ainda restava um. 0:59. Encostei o cano na testa dele e dessa vez precisei só de uma. 0:35. Voltei ao fluxo natural. Os corpos caíram. Estava muito cansado. Minhas pernas já não aguentavam mais meu peso. Deitei no chão. Sol correu até mim.

— Que foi, vovô? — ela se abaixou ao meu lado. Mesmo com aqueles óculos enormes, eu podia ver seu rosto triste.

— Minha querida, você precisa fugir.

— Não quero ficar sozinha. Tenho medo. Os homens maus vão me pegar.

 

Por cima dela, o drone, reabilitado após a morte de Shadow, surgiu.

— Ela tá certa, Adonis. Você só tem meio segundo. Logo chamarei mais homens e não conseguirá impedi-los dessa vez.

Um argumento e tanto. Tudo aquilo havia sido em vão? Por que o mundo tinha que ser tão cruel? Eu acariciei o rosto da menina. Seus olhos deviam ser lindos. Belos e mortais. Por que Eve temia tanto ela?

Cessei novamente o fluxo do tempo. Levantei-me com grande dificuldade. 0:33. Como era difícil fazer aquilo. Meu corpo a essa altura devia equivaler ao de um velho de cem anos. 0:15. É irritante como os segundos gostam de correr mais rápido quando desejamos o oposto. 0:09. Posicionei a criança no local certinho e deixei tudo da forma que eu queria. 0:06. Só faltava uma última coisa: o drone. 0:04. Pronto.

— Eve, acho que sei porque quer tanto matar a Sol. — A câmera do quadricóptero que Everywhere usava para nos ver estava apontando diretamente para os olhos da criança. E os óculos especiais de Sol, aqueles que ficavam enormes no rosto dela, descansavam nas minhas mãos. — Porque ela é a única que pode te matar. E meu nome é Chronus, porra!

Foi uma aposta ousada, preciso admitir. Meu corpo, esquelético, tombou e minha visão ficou turva, mas fui capaz de ouvir o som do impacto do drone no chão. Funcionou. A carreira da superpoderosa hacker Everywhere havia finamente chegado ao fim. Sol veio ao meu socorro e eu lhe entreguei os óculos.

— Você não precisa mais se preocupar com os homens maus, querida.

— Não, vô, não dorme… — foi a última coisa que ouvi antes de voltar ao universo sem tempo para a derradeira viagem. Preferia morrer lá que de velhice.

0:03. 00:02. 00:01. 00:00.

***

Aquele não foi o meu fim. Não sei o que houve com meu corpo, mas minha consciência, desde então, está presa naquele exato instante, observando aquela doce menina com óculos maiores que o rosto.

Espero que ela um dia aprenda a voar.

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43 comentários em “A Fúria Inexorável do Tempo (Leonardo Jardim)

  1. Marco Aurélio Saraiva
    30 de dezembro de 2017

    =====TRAMA=====

    Um contaço! Gostei demais. Poderes incríveis em personagens incríveis, aliados a um tom cômico bem dosado e uma criatividade absurda. O conto todo é uma mistura de Logan com Vingadores… só que com muito mais. Você pegou os clichês e os distorceu todos, criando uma história incrivelmente tão criativa e inusitada quanto estranhamente familiar.

    Chronus é um personagem incrível. Seu poder é muito interessante e empresta um cronômetro à toda a trama, ditando um ritmo acelerado que anda junto com a tensão do leitor. Shadow também é um grande personagem, e Everywhere (que me lembra a Unity de Rick’n Morty) é uma vilã e tanto.

    Que história! E que final!! Fiquei com pena de Chronus – que fim horrível, ficar congelado no tempo para o resto da eternidade. Mas ele cumpriu o seu papel e, quem sabe, Sol o libertaria desta prisão na qual ficara.

    Um contaço!

    =====TÉCNICA=====

    Sua escrita é sensacional. Acessível mas não simplista; inteligente mas não complexa demais a ponto de ser enfadonha. Tudo na medida certa: contar e mostrar, comédia e drama, ação e calmaria. Um vocabulário rico, uma construção perfeita de personagens… tudo muito bem moldado.

    Parabéns!

  2. Daniel Reis
    30 de dezembro de 2017

    47. A Fúria Inexorável do Tempo (Chronus):
    Como PREMISSA, o autor escolheu super-heróis futuristas, numa equipe como Vingadores ou Liga da Justiça. Atende ao tema do desafio, mas efetivamente não me conquistou. Quanto à TÉCNICA, destaca-se o uso inteligente do diálogo, que apesar das situações convencionais tem uma característica de linguagem comum que ficou bem interessante. Como APRIMORAMENTO, sugiro ao autor escrever, a título de exercício, uma história pregressa com esses mesmos personagens.

  3. Edinaldo Garcia
    29 de dezembro de 2017

    A Fúria Inexorável do Tempo (Chronus)

    Trama: Grupo de adolescentes poderosos vivem grandes aventuras. (Chamada da Sessão da Tarde)

    Impressões: Uma trama com cara de filme adolescente com atores bonitos e coisa e tal. Os poderes são legais. O drama até funcionou (quanto drama neste desafio hein); a menininha é carismática embora tenha um poder destrutivo e a sacada do poder fazer o personagem envelhecer foi legal. Me lembrou chamado O Mistério da Estrela.

    A cena de um curtindo com o poder do outro é… aquela velha estória do sujo falando do mal lavado. Sinceramente achei desnecessária e pouco funcional à trama, inverossímil até.

    Linguagem e escrita: Simples, direta. O texto assumiu bem o caráter adolescente até mesmo na narrativa retratando bem a personalidade do protagonista-narrador.

    Erros em:
    Cabelos castanhos curtos e sujos na altura do ombro – acharia melhor colocar vírgula entre “castanhos e curtos” pois ambas são adjetivos diferentes.

    a maioria da população ainda acha que não aconteceu, pois preferem acreditar – prefere acreditar ficaria melhor.

    Veredito: Um conto bastante divertido.

  4. Ana Maria Monteiro
    29 de dezembro de 2017

    Olá, Chronus. Tudo bem? Desejo que esteja a viver um excelente período de festas.
    Começo por lhe apresentar a minha definição de conto: como lhe advém do próprio nome, em primeiro lugar um conto, conta, conta uma história, um momento, o que seja, mas destina-se a entreter e, eventualmente, a fazer pensar – ou não, pode ser simples entretenimento, não pode é ser outra coisa que não algo que conta.
    De igual forma deve prender a atenção, interessar, ser claro e agradar ao receptor. Este último factor é extremamente relativo na escrita onde, contrariamente ao que sucede com a oralidade, em que podemos adequar ao ouvinte o que contamos, ao escrever vamos ser lidos por pessoas que gostam e por outras que não gostam.
    Então, tentarei não levar em conta o aspecto de me agradar ou não.
    Ainda para este desafio, e porque no Entrecontos se trata disso mesmo, considero, além do já referido, a adequação ao tema e também (porque estamos a ser avaliados por colegas e entre iguais e que por isso mesmo são muito mais exigentes do que enquanto apenas simples leitores que todos somos) o cuidado e brio demonstrados pelo autor, fazendo uma revisão mínima do seu trabalho.
    A nota final procurará espelhar a minha percepção de todos os factores que nomeei.

    Lendo o seu conto, dou por terminada a leitura e, agora, a elaboração dos comentários. Fechou bem. Não encanta, mas canta e a música é agradável. Você conseguiu meter uma quantidade inacreditável de ação no limite de palavras. Notável, isso! E ainda uma quantidade de superpoderes, ninguém poderá dizer que não atendeu ao tema. Uma troca ou outra de singulares e plurais não atrapalharam a leitura, mas deu para perceber que falta uma pequena revisão final. Além da riqueza de ação, o conto é muito emotivo, a escrita rápida, bem-humorada, por vezes até sarcástica. Muito bom, isso. A criança é encantadora, em contraste com o seu horrível poder sobre o qual, aparentemente, não tem qualquer domínio. Aprenderá a tê-lo no futuro, Chronus? A parte que antecede o final foi extremamente previsível, de tal modo que cheguei a pensar que talvez fosse arranjar uma forma diferente de acabar com Everywhere. Não sei se vai pegar de novo neste conto ou não, mas gostava de saber o que sucedeu depois. A que ficou você assistindo, Chronus? Quer contar-nos? Parabéns e boa sorte no desafio.
    Feliz 2018!

  5. Catarina Cunha
    29 de dezembro de 2017

    Começou com um diálogo chatinho entre dois superpoderosos, depois engata bonito.

    Tirou onda e aproveitou ao máximo os clichês: “A missão era o clássico resgate em depósito abandonado, com quase todos os clichês envolvidos: local ermo, guardas armados, forte esquema de segurança e um plano infalível.”

    BUG: Eu tinha entendido que ele só tinha 5 minutos de vida e depois tinha mais 5 minutos e 3 segundos. Não entendi essa parte, pois ele podia parar mas não voltar no tempo… Mas isso não vem ao caso, é só detalhe de quem procura pelo em ovo. Rsrsrs…
    O conto infanto-juvenil (Ô coisa difícil de escrever!) é ação pura, divertida e muito bem escrita. Diferente de um roteiro, o conto forma imagens fortes e personagens incríveis. O fim foi uma sacada genial: o momento zero não representa um fim e sim uma estática. Mitou.

  6. Miquéias Dell'Orti
    29 de dezembro de 2017

    Oi; 🙂

    O fato da vilã ser uma criança foi uma boa sacada… bastante criativo e imprevisível.
    Tem uns clichês que você usou muito bem… como o Tank e até a própria Everywhere…

    A parte de cronômetro u um recurso bacana.. a contagem regressiva aumenta a tensão sobre o que vai acontecer…

    Só achei que a relação de Adonis com a criança não teve tempo de ser melhor trabalhada… No fim ele a trata como sedou fosse uma filha… mas não tivemos tempo suficiente de sentir que essa relação se estreitou até esse ponto.

    Gostei bastante do final, com ele preso em um instante que durará pela eternidade.

    Parabéns pelo trabalho!

  7. Rubem Cabral
    28 de dezembro de 2017

    Olá, Chronus.

    Um conto divertido, com boa pegada de aventura de FC. Temos aqui anti-heróis, conspirações, traições; um bom conjunto para um roteiro.

    Os poderes foram interessantes: consciência digital, parar o tempo, causar panes eletrônicas. Considerando os limites do desafio, O enredo foi bem bolado e coube nas 2500 palavras sem parecer apressado.
    Os diálogos foram ágeis e a narração, embora simples em linhas gerais, deu conta do recado, sem comprometer ou complicar.

    Abraços e boa sorte no desafio!

  8. Fernando Cyrino.
    28 de dezembro de 2017

    Olá, Chronus, que interessante esta história que você me traz. Uma reunião de seres dotados de superpoderes. E o conflito dentro do conflito se instaura a partir da necessidade terrível de se eliminar a “menina arma”. Uau. Uma tremenda viagem na maionese. Bacana demais a sua criatividade. Seu conto está bem amarrado e a história é legal. A Everywere é ótima. Mas preciso lhe dizer, amigo Chronus, que me faltou o encanto e, por isto, senti ter ficado de fora do conto. Sim, sei que se trata de um problema meu e não seu. Digo isto me desculpando, Lamento mesmo por isto. Abraços.

  9. Pedro Luna
    28 de dezembro de 2017

    Quando a menina surgiu e o cidadão decidiu protegê-la, pensei, lá vem a mela cuequice, mas não foi o que ocorreu. O autor não esqueceu que o seu conto se destaca justo por ser rápido, sem frescura, como um filme de ação nerd meio juvenil, e que o dramalhão não seria bem vindo. Ainda bem. É como falei, o conto não tem uma super trama, mas ele apresenta uma boa leitura, que prende a atenção. O início abrupto causou certa confusão, mas depois os personagens se estabelecem melhor e tudo flui. O nome Shadow foi uma homenagem ao Neil Gaiman? Gostei.

  10. Amanda Gomez
    27 de dezembro de 2017

    Olá!

    Você conseguiu contar muita história nesse curto espaço de tempo…digo, palavras!

    Gostei bastante do seu conto, os diálogos são divertidos, deixam a leitura rápida e o sentido de ação fica mais apurado.

    O Cronus é muito carismático, é curioso ler ele…porque a voz do personagem é jovem, tal como ele, Aí temos que lembrar que a imagem é de um idoso, isso torna as cosias estranhas e bem engraçadas também. Fiquei com pena dele em várias ocasiões, desde as piadas maldosas há imaginar um senhor de 90 anos de fazendo estripulias.

    Acho que você alcançou o seu objetivo nessa história, o humor funcionou, a ação, personagens carismáticos, texto ágil e até mesmo reflexiviel.

    Da Sol não gostei tanto, ela é um personagem muito clichêzinha…precisaria de mais espaço pra dar mais personalidade a ela.

    Um trabalho redondo, sem muitas falhas e que cumpre o que propõe, deu até uma certa leveza, depois de ler contos tão dramáticos.

    Parabéns!

    Boa sorte no desafio.

  11. Fheluany Nogueira
    27 de dezembro de 2017

    Superpoderes: vários, o protagonista controla o tempo, mas vai envelhecendo no processo.

    Enredo e criatividade: um thriller de ação, aventura e suspense, mas que traz reflexão. Cenas cinematográficas, tom de ironia, uso de clichês, enfim um conjunto bastante interessante.

    Estilo e linguagem: bem amarrados, ritmo bom, sem deslizes gramaticais significantes, texto direto e claro.

    Bom trabalho, parabéns! Abraço!

  12. Ana Carolina Machado
    27 de dezembro de 2017

    Oiii. Achei muito bom, o que mais gostei no texto foi a relação de amizade entre o Adonis(Chronus) e a Sol, de como ele escolheu salvar ela mesmo sabendo das consequências da escolha dele e de como aquela opção o faria trilhar o caminho mais difícil, principalmente porque ele tinha literalmente pouco tempo. Parabéns e eu acho que esse conto daria um bom filme devido as cenas de ação e todo o clima de suspense que acompanha a fuga deles. Minha única dica é quanto ao começo, o diálogo entre eles poderia ser reduzido um pouco. Gostei muito dos personagens também, principalmente da Sol. Boa sorte no desafio!

  13. Givago Domingues Thimoti
    27 de dezembro de 2017

    Olá, Chronus!

    Tudo bem?

    Gostei do conto. O que começou com um clichê se tornou algo que fugiu do mesmo e teve como resultado algo bem razoável. A leitura é fluída e interessante. Não notei nenhum erro gramatical.

    Achei muito interessante o fato que ele consegue segurar o tempo, mas envelhece do mesmo jeito. Segunda vez que leio isso aqui.

    Parabéns e boa sorte!

  14. Antonio Stegues Batista
    27 de dezembro de 2017

    No início achei que seria um conto insosso, tipo sopa sem tempero, os super heróis brigando entre si, com bom humor, dizendo besteira. Cada um ridicularizando o dom do outro e depois convocados para uma missão no Mundo Virtual. Pensei, lá vem situações bizarras, ma não, a ambientação, o diálogo são muito bons, as ideia lúcidas e tem uma carga de sentimentos muito grande. Isso que me fez gostar dos personagens, principalmente da menininha: “Cê tá bem vô?” Boa sorte.

  15. Paula Giannini
    27 de dezembro de 2017

    Olá, Autor(a),

    Tudo bem?

    Chronus, o mestre do tempo, envelhecendo e, por outro lado, louvando a criança, aquilo que é jovem, o que nasce.

    Seu conto tem uma pegada jovem, mas, ao mesmo tempo, cheio de reflexões. Não que jovens não façam reflexões, mas aqui, fica clara a alusão ao ciclo da vida e o amor que aquele que envelhece e percebe seu fim eminente, tem por aquilo que nasce, que surge.

    O ponto alto do trabalho é, para mim, a passagem do tempo escrita no corpo do texto, dando ao leitor a impressão de urgência, e, claro, de tempo passando, se esvaindo para o personagem, bem como para o desfecho da trama.
    Interessante notar que o enredo aborda todos os ícones do gênero. Explica a origem do superpoder, trabalha com o humor, com o dilema e a dor de se possuir um dom, apresenta o bem e o mal, com a presença do vilão, e ainda, de quebra, brinca com os clichês inevitáveis em tais histórias. Certamente o autor conhece bem o gênero ou pesquisou com carinho para construir o conto.

    Parabéns.

    Desejo-lhe sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

  16. Luis Guilherme
    27 de dezembro de 2017

    Bom diaaa, tudo bão por ai?

    Bom conto! Gostei.

    A escrita é boa, a leitura é fácil e gostosa. Passou bem rápido, aliás, quando vi já tinha acabado. Provavelmente pq, além de bem escrito, o enredo prende e conduz a atenção até o fim.

    A única coisa que não gostei tanto foram os diálogos no começo, que achei que não soaram muito naturais, mas depois de certo ponto melhorou.

    Aliás, acho que da metade pro fim é o ponto alto do conto, é onde tudo se desenrola e o enredo decola. Até certo ponto eu fiquei me perguntando se seria um conto meio clichê de super-herois, e você mesmo brincou bastante com isso.

    Enfim, funcionou! O conto é bem divertido, e o enredo é muito bom!

    Só acho que tem um furo, e infelizmente tenho que citá-lo. Com todo o planejamento que eles fizeram pra ir matar a menina, como não pensaram eu usar óculos de proteção?

    Achei que isso ficou muito no ar. Mas não é nada que atrapalhe o desenvolvimento, também.

    Por um momento também pensei: “pô, pq nao avisaram o Tank pra ele não olhar no olho da menina?”. Mas daí pensei: pootz, pelo visto o cara é burro igual uma porta, então deve ter esquecido.. huahuahua

    Enfim, o conto é um bom entretenimento, e é muito visual. Me lembrou muito dos filmes de super-heroi.

    Ah, e adorei o superpoder e a forma como você utilizou. A contagem regressiva e o desespero do protagonista ao ver seu tempo se esgotando ficaram muito bons! Aproveitou super bem e de forma criativa o poder.

    Parabéns, boa sorte e boas festas!

  17. Pedro Paulo
    27 de dezembro de 2017

    Olá, entrecontista. Para este desafio me importa que o autor consiga escrever uma boa história enquanto adequada ao tema do certame. Significa dizer que, para além de estar dentro do tema, o conto tem que ser escrito em amplo domínio da língua portuguesa e em uma boa condução da narrativa. Espero que o meu comentário sirva como uma crítica construtiva. Boa sorte!

    A narrativa se deixa levar por um caminho bem conhecido pelos fãs do gênero de super-herói, passando-se em um “futuro próximo” com governos corruptos e conspiradores, pessoas superpoderosas operando junto com instituições secretas e tudo mais. O autor soube escrever dentro dessa premissa, sem desenvolver abaixo do esperado e, infelizmente, não indo nem um pouco a mais, desenvolvendo uma história que nenhum dos personagens foi mais do que deveria ser: um protagonista de fortes morais e o seu amigo de todo momento (inclusive para morrer em seu lugar e indicar o perigo da situação); a personagem criança que contrapõe a situação perigosa com sua inocência; o fortão burro; os agentes sem rosto da instituição inimiga; e a líder de moralidade dúbia que se revela vilã no final. São elementos presentes que desempenham seus papeis sem nenhum esforço para saírem dessa área de conforto, havendo até um momento onde o próprio autor reconhece o clichê (no personagem Tank). Mesmo que a história se deixe levar e tenha sim um nível de tensão estabelecido com a contagem regressiva para a morte do protagonista, o leitor não fica verdadeiramente empolgado e já conhece o caminho da história. Ficou claro que o autor escreve bem e sabe construir uma narrativa, delimitando seus personagens e dominando o rumo da história, o que faltou foi desenvolver uma trama mais envolvente e ousada. Além do mais, no começo acho que poderia ter dispensado o “com um amigo superpoderoso” para deixar só “com um amigo”. Pareceu uma tentativa forçada de apontar que o conto se inseria dentro do tema.

  18. Fil Felix
    26 de dezembro de 2017

    Bom dia! Gostei bastante desses superpoderes, principalmente do protagonista, porque é algo fatal. Poder parar o tempo, mas morrer cada vez mais nesse processo. O uso do nome, combinando com o poder (deus Chronos/ Tempo), também ficou legal, como a menina Medusa. O estilo me lembra Santa Clara Poltergeist, essa coisa mais tecnológica e urbana, e tenho quase certeza de quem pode ter escrito, por se ambientar num mesmo “cenário”. Um ponto que não gostei é a questão dos clichês, que o protagonista comenta, mas que o autor também não foge tanto, como salvar a menina pelo fato de ser uma criança. Vários guardas morrem no processo, o Shadow morre, o Chronus morre, todo mundo morre só pra garota viver. O famoso barato sai caro. No final, a trama se estende e se aprofunda na Eve, que seria esse misterioso Big Brother, foi a parte que mais gostei.

  19. Regina Ruth Rincon Caires
    26 de dezembro de 2017

    Um conto adequado ao tema e de muita criatividade. Propicia uma leitura prazerosa. Percebe-se que o autor tem muita competência na arte de escrever, cria ambientações futuristas com muita facilidade. Deve ser muito jovem e deve ser um leitor voraz. Não fique todo animadinho quando digo “JOVEM”. Sempre faço esta comparação tendo por parâmetro a minha idade! kkkkkkkk A narrativa tem um fluxo excelente, mesmo com algumas trocas de cenário que exigem atenção. Achei muito interessante a limitação do tempo. A prosa exige ação dentro do limite do cronômetro, técnica que envolve o leitor. O texto precisa de leve revisão.
    Parabéns, Chronus!
    Boa sorte!

  20. eduardoselga
    26 de dezembro de 2017

    Caro(a) autor(a).
    Antes de tudo, interpretações do literário são versões acerca do texto, não necessariamente verdades. Além disso, o fato de não haver a intenção de construir essa ou aquela imagem no conto não significa a inexistência dela.

    Alguns teóricos da literatura entendem que a narrativa do conto deve concentrar-se no chamado “momento privilegiado”, ou seja, um instante que por si só é narrativamente relevante, sendo dispensáveis fatos antecedentes e posteriores para que esse instante se realize plenamente. Isso muitas vezes faz entender a necessidade das seguintes unidades: de espaço, de tom e de ação. Ou seja, apenas uma situação ocorrendo em somente um espaço com só um drama.

    Eu concordo em parte com isso. É preciso, sim, unidade de tom, que é a alma do conto, mas a narrativa pode desenvolver-se em mais de um cenário, com ações complementares ou interligadas. E há contos belíssimos assim. Narrativas curtas, entretanto, subvertendo as unidades, são mais difíceis de serem bem feitas.

    Digo isso porque considero que este conto perde um pouco ao usar mais de um cenário para ação. Poderia ter funcionado bem, se fosse conduzido de outra forma, com outra linguagem, mas me parece não ter havido necessidade real de dois cenários, narrativamente falando. A narrativa não pede isso. Tudo poderia ter sido resolvido em apenas um.

    O texto procura causar no leitor alguma inquietação gostosa ao registrar a contagem regressiva, combinada com texto curto. Certamente em alguns leitores o recurso funciona, mas como a unidade de tom está prejudicada, acredito que em vários outros tal comportamento ao ler não ocorre. Fica parecendo um recurso forçado.

    Em “[…] precisa mesmo matar ela?” o correto seria MATÁ-LA.

    Em “Dei mais um passo e ela virou-se para mim” o correto seria SE VIROU.

    Em “posso fazer eles dormirem” o correto seria FAZÊ-LOS.

    Em “Quem te elegeu a líder” não cabe o ARTIGO DEFINIDO.

  21. Renata Rothstein
    25 de dezembro de 2017

    Oi, Chronus!
    gostei muito do conto, a linguagem é ágil, direta, focada na ação, e isso faz a leitura fluir.
    Há necessidade revisão, já vi rapidamente colegas apontando alguns pontos, nada que tenha prejudicado a leitura.
    O final da história de Chronus e Sol – ex Morte – também foi muito bom, como aliás, os diálogos e ambientações(excelentes)..
    Muito boa sorte no Desafio,
    Abraços

  22. Sigridi Borges
    25 de dezembro de 2017

    Olá, Chronus!
    Texto de acordo com o desafio. Superpoder muito claro.
    O excesso de diálogos deixou-me incomodada, gosto mais de parágrafos longos e explicativos. Gosto particular, nada que diminua a importância de seu escrito.
    Alguns termos como “Big Brother”, “Photoshopada” e outros similares poderiam ser substituídos para trazer uma maior riqueza ao texto.
    Acredito que esse conto poderia se tornar uma futura história de um super-herói.
    Pense nisso.
    Obrigada por escrever.

  23. Estela Goulart
    25 de dezembro de 2017

    Olá. Gostei muito do seu conto. A narrativa fluiu e prendeu minha atenção do início ao fim. Legal o modo como apresentou os fatos, além da criativa ideia do superpoder. Não encontrei muitos erros, e a leitura é simples, sem palavras desnecessárias. Um conto rápido e cheio de ação. Parabéns e boa sorte.

  24. Rafael Penha
    24 de dezembro de 2017

    Olá , Chronus

    1- Tema: Se adequa perfeitamente nos parâmetros do desafio.

    2- Gramática: Achei e leitura interessante e fluida. Sem problemas de gramática que tenham me atrapalhado.

    3- Estilo – Uma aventura frenética e empolgante. A leitura desliza fácil pelos olhos sem precisar se estender por muita narração. Algumas explicações agregariam, mas não são imprescindíveis. O autor sabe conduzir uma história de aventura, mas nesse caso, recomendo que invista um pouco mais em pequenas descrições de cenas de ação. Agregariam muito.

    4- Roteiro; Narrativa – Uma narrativa fácil e envolvente. O prólogo amarra o fim. História bem narrada, não muito original, mas com seus toques, ficou diferente do que já conhecemos. Brincar com o homem que para o tempo mas acaba acelerando o seu é algo excelente, visto que o que sempre ocorre é o contrário. Se não há como parar o tempo e continuar envelhecendo, assumo que o que ele faz é se deslocar para outro lugar onde o tempo lhe corre mais rápido. Então seria uma fusão de dois poderes, parar no tempo e teleporte para alguma outra dimensão. A solução foi boa e simples. A história não pede maiores explicações.

    Resumo: Conto bem escrito, uma aventura com toques de ação por um futuro não tão distante. Personagens bem desenvolvidos, vilão original e ao mesmo tempo, batido. A contagem do tempo ao longo do texto foi excelente para dar uma tensão a mais. Muito bom!

    Grande abraço!

  25. Bia Machado
    22 de dezembro de 2017

    – Enredo: 1/1 -Muito bom e criativo, daqueles que se bem conduzidos dão uma história e tanto. Joga esse enredo em uma HQ de dezenas de páginas, ou um livro, ou um filme, pra você ver.

    – Ritmo: 0,7/1 – Ágil, tal qual livro/filme de ação. O problema é que para o limite desse desafio, seria necessário o poder de dilatar esse limite, fazendo caber o dobro dentro do espaço permitido. No mínimo. Santo limite, Batman! Assim, não sei se a história ficou corrida por conta disso, mas precisava de mais desenvolvimento, merecia isso. Da forma como está, peca na profundidade. Um pouquinho, mas peca.

    – Personagens: 1/1 – Muito envolventes. São os que ajudam a dar um desconto para o ritmo acelerado. Gostei do tom, do bom humor e das brincadeiras construídas entre eles. Tadinho do Tank, a gente nem aproveita muito dele. Que sangue frio para matar um herói assim, tão fácil, autor(a). Se for reescrever, poderia diminuir esse tempo que o Chronus envelhece, pois senti como se esse poder fosse uma maldição, coitado, assim como está quer dizer que ele não usou nem 10 vezes o poder dele? Que dó… E a Sol, com o contato que mantenho com crianças de 4 a 10 anos, poderia te dizer que a personalidade dela, pelas falas, é de uma criança ou pouquinho mais velha, tipo 7, 8 anos. Não que crianças de 5 anos não possam manter esse tipo de diálogo, mas quem convive diariamente com crianças decerto terá essa mesma impressão que eu tive. Mas ok, ela não é uma criança comum, certo? Então é isso, só termino essa parte dizendo que leria várias histórias com essas personagens. Se tiver outras por aí, me avise.

    – Emoção: 1/1 – Gostei bastante! Li muito rápido. Nessa hora eu bem queria esse poder aí, de parar o tempo.

    – Adequação ao tema: 0,5/0,5 – Totalmente adequado.

    – Gramática: 0,5/0,5 – Não consegui perceber nada de grave, nada me atrapalhou a leitura. Algumas poucas frases, contudo, me deram a impressão de ficarem melhor se reorganizadas, trocando preposição de lugar, por exemplo, mas é só uma dica. Alguma coisinha pra arrumar na concordância, também.

    Dicas: Além da que já dei na parte da gramática, tem a que sugeri no item do Ritmo, desenvolver mais, sem pressa.

    Trecho em destaque: “— Como assim, calma! Você não me contou que a menina era um tipo de basilisco. — Ouvi passos vindo de fora. — Tem mais guardas chegando e o meu protetor resolveu tirar uma longa soneca.”

    Obs.: A somatória dos pontos colocados aqui pode não indicar a nota final, visto que após ler tudo, farei uma ponderação entre todos os contos lidos, podendo aumentar ou diminuir essa nota final por conta de estabelecer uma sequência coerente, comparando todos os contos.

  26. Priscila Pereira
    22 de dezembro de 2017

    Oi Chronus, eu gostei bastante do seu conto, leve, bem humorado, explorou bem os clichês, muito emotivo! Me agradou muito mesmo! Os personagens estão bem delineados, a escrita está clara, bem revisada. A estória é simples mais muito bonita, com direito a final feliz e tudo, muito criativa! Sei que é em primeira pessoa, mas gostaria de saber mais sobre a vida da Sol depois… Seria legal se ele pudesse acompanhá-la do além… Kkkk Um ótimo conto! Parabéns e boa sorte!

  27. João Freitas
    21 de dezembro de 2017

    Olá!

    Conto de bom ritmo e história interessante, sem que a mesma nos traga algo surpreendente. É uma boa história, digna de filme, com algumas interacções divertidas nos diálogos entre Chronus e Shadow.
    A ligação emocional entre o personagem principal e Sol não me pareceu suficientemente trabalhada para que o final oferecesse o impacto esperado.

    Parabéns e obrigado por ter escrito.

  28. Jorge Santos
    21 de dezembro de 2017

    Olá, Chronus.
    É curiosa, está história. Tem um desenvolvimento algo confuso. A introdução das personagens é abrupta. Devia ter sido feita de uma forma mais suave. O cerne do conto é a acção, logo as descrições foram relegadas para segundo plano. O conto é emotivo. A ideia das pessoas normais ganharem poderes é criativa e foi bem explorada (se bem que já tinha sido vista no filme Chronicle). O desfecho é inesperado, mas sabe a filme de Hollywood ou a um episódio de Stranger Things.

    Apenas o desenvolvimento poderia ser menos confuso e com diálogos mais interessantes.

  29. Paulo Ferreira
    20 de dezembro de 2017

    Será mesmo que a boa prosa, a poesia, estão fadadas à extinção, e não mais existirão nesse futuro que dizem ser tão promissor? Vai ser sempre essa linguagem metálica, ou de lata? Sei lá! Os humanos já não há mais sentidos pra eles, já foram extintos e soterrados?, ou melhor dizendo, diluídos na poeira cósmica? Mas falemos de “A Fúria Inexorável do Tempo” Ainda bem que neste conto o final nos trouxe um pouco de redenção trazendo de volta um pouco de humanidade, na belo desfecho entre Cronus e Sol. O enredo é muito bem desenvolvido. Nota-se que o autor tem domínio da matéria e conhecimento daquilo que se propôs a narrar. A escrita flui com destreza, embora eu tenha achado algumas falas que, no meu entender, não soaram bem, não condiz com relação ao todo do texto, tais como estas: (ela, linda como uma garota do tempo do jornal das dez, disse./fazia dela quase uma Big Brother./Algo naquela imagem a tornava irreal, photoshopada. / Maneiro, né? / Aí, Eve, acho que deu ruim…). Entretanto nada que comprometa o trabalho.

  30. Higor Benizio
    19 de dezembro de 2017

    Autor(a), faltou personalidade no trabalho. O texto não tem uma marca, nem na forma como leva a narrativa, nem nos personagens e muito menos em alguma passagem. Talvez isso se deva pelo fato do texto ter sido narrado por Chronus, que é um personagem meio “normalzão”, eu diria. Tente reescrever o conto com uma voz onipresente, acho que seria um bom exercício.

  31. Neusa Maria Fontolan
    18 de dezembro de 2017

    História envolvente do começo ao fim.
    Gostei da amizade entre Chronos e Shadow com seus superpoderes tão diferentes. Aliás, ninguém pode reclamar que está fora do tema, tem superpoderes pra dar e vender neste conto.
    Bom que Adonis, opss… digo, Chronus conseguiu salvar a menina, mas deixou aquela pergunta: o que vai acontecer com Sol agora? Talvez seja caso de continuar a história.

    Parabéns e obrigada por escrever

  32. Evelyn Postali
    17 de dezembro de 2017

    Caro(a) Autor(a),
    Ah… Eu gostei de como tudo foi me envolvendo e me levando a caminhar junto desses superpoderosos. Chronos e Shadow… São dois personagens muito entrosados. Gostei também de Everywhere. Você construiu os personagens de forma adequada. Eles são possíveis de existir, então, está muito bom. A leitura foi acontecendo sem percalços, de uma forma ágil, ritmada. A trama é coerente e a parte da ação merece estrelinhas. Uma pena ele ter deixado de existir fisicamente. Torci para que acontecesse algo diferente e ele continuasse com seu corpo físico. Um vovô muito bacana. Não tem erros de ortografia, pelo menos que eu tenha percebido. E a construção, de forma geral, não tem erros.
    Boa sorte no desafio.

  33. Felipe Rodrigues Araujo
    17 de dezembro de 2017

    Os diálogos e a personalidade sarcástica, tanto do protagonista como dos secundários, foram o melhor do conto. Com o excesso da rapidez narrativa e de toda a ação, fiquei meio atordoado, sentindo falta de uma pausa, descrições, abstrações. Enfim, um conto que se não peca pela monotonia, abusa da ação e tem um desfecho que nos aproxima finalmente do velho.

  34. Andre Brizola
    17 de dezembro de 2017

    Salve, Chronus!

    O primeiro ponto positivo é a grande criatividade com os poderes. São vários, distribuídos entre personagens principais e secundários, mas de forma que a coesão do enredo não foi prejudicada. É uma virtude e tanto em um conto razoavelmente curto.
    Também gostei da maneira como foram trabalhados alguns clichês do gênero, sobretudo já reconhecendo, no próprio texto, o clichê. Não é fácil partir para um enredo com super heróis sem ter que lançar mão de alguns argumentos já utilizados à exaustão. E aqui funcionou legal.
    Como crítica fica a cena do embate no final. Achei um pouco corrida e um pouco confusa. Mas que não tira o mérito do conto. Achei bem legal.

    É isso. Boa sorte no desafio!

  35. Olisomar Pires
    15 de dezembro de 2017

    Pontos positivos: leitura rápida, o tempo passa correndo. Não notei erros de gramática. O estilo leve e contagiante.

    Pontos negativos: diálogos entre Shadow e Chornus ficaram meio forçados.

    Impressões pessoais: ação e ação, sem maiores detalhes. Gosto desse modelo.

    Sugestões: apesar de gostar, acho que uma ou outra aprofundada nos personagens valoriza a coisa.

    E assim por diante: bom conto, bem movimentado.

    Parabéns.

  36. Juliana Calafange
    15 de dezembro de 2017

    Chronus, eu fico impressionada com a capacidade criativa de alguns colegas aqui. Inventar histórias tão malucas, cheias de reviravoltas, que mais parecem um bom filme de ação de Hollywood não é pra qualquer um. E por isso eu dou meus sinceros parabéns.
    Esse tipo de história não é muito a minha praia. Mas, como estamos num desafio, procuro dar menor peso à minha opinião pessoal e mais peso a questões técnicas.
    Em termos de trama, o conto é interessante. Mas talvez tenha reviravoltas demais, ou personagens demais. O fato é que os personagens e as situações acabam não ficando bem desenvolvidos, por não haver espaço suficiente para escrever tanto, dado o limite de palavras. Talvez essa história fosse pra umas 5 mil palavras pelo menos.
    Mesmo assim, está bem escrito, apesar de alguns erros de revisão. Está bem enquadrado no tema, a história é clara. Achei o final meio sem graça. É lógico que o tempo (Chronus) não pode acabar. Pois que é infinito. Mas talvez vc pudesse ter finalizado com alguma coisa que remetesse o leitor a essa ideia, já q o protagonista representa tão bem o “Tempo”, ao invés de um simples “Espero que ela um dia aprenda a voar.” Achei que ficou meio solto, mal arrematado, esse final.
    Boa sorte!

  37. Iolandinha Pinheiro
    15 de dezembro de 2017

    Olá. A sensação que tive ao ler seu conto foi a de que o limite do desafio ficou pequeno demais para caber tanta história. AMEI sua ideia. Infelizmente além de haver pouco espaço para você desenvolvê-la, este espaço ainda foi usado de maneira equivocada, gastando demais com discussões tolas entre o Chronus e o Shadow e com o Chronus corrigindo a Evy e falando o quanto ela era gostosa.

    A parte gramatical tem alguns problemas de concordância mas nem liguei, eu estava adorando a história.

    A parte da ação foi sensacional. Mas aí a quantidade de palavras que restavam era bem pequena e eu, leitora fiquei com aquela nostalgia de fim sem fim. Seu conto merecia uma história muito maior, por favor, no fim do desafio continue escrevendo sobre estes personagens. =) Abração.

  38. Mariana
    14 de dezembro de 2017

    O conto possui uma pegada cinematográfica, lembrei do Logan: homem decadente e sarcástico, menina que é máquina de matar e um amor paternal surgindo da relação improvável. A hacker e tantos outros clichês são abraçados pelo autor, é legal saber que não podemos ser originais sempre. O recurso da contagem do tempo deu uma tensão crescente, mas me exasperou em certos momentos. Enfim, um bom texto sobre o tema proposto. Parabéns e boa sorte no desafio.

  39. Gustavo Araujo
    14 de dezembro de 2017

    Um conto bacana, que privilegia a ação em detrimento de mergulhos psicológicos. É uma opção que não agrada a todos – eu mesmo prefiro algo mais filosófico, mais profundo. Porém, gostei do desenvolvimento aqui. É rápido, fluido e despretensioso, adequado ao limite de palavras. A ideia de heróis rebeldes, que decidem proteger aquela a quem deveriam eliminar, não é exatamente nova, mas foi trabalhada com maestria. Ponto positivo para o protagonista sarcástico, que ao mesmo tempo em que luta pelo que acha certo, precisa enfrentar seu próprio fim. O uso de uma contagem regressiva para isso ficou bem de acordo, conferindo à leitura aquele tom de urgência que torna a experiência bem interessante. Enfim, não é um conto brilhante, daquele que nos faz sofrer pelos personagens, mas sua execução foi competente o bastante para destacá-lo. Parabéns pelo trabalho!

  40. Angelo Rodrigues
    13 de dezembro de 2017

    Caro Chronus,

    superpoder: diversos para diversos personagens.

    Gostei do seu conto. No início achei que teria uma pegada meio Tron (1982) ou coisa parecida.
    Uma boa narrativa usando frases informais e espirituosas. Gostei disso, dado que faz a leitura fluir sem dificuldade.

    Gostei também do jeito com que lidou com os clichês, expondo-os diretamente antes que o texto parecesse piegas:
    ” — Deixa ela comigo — adiantou-se Tank, com seu habitual sorriso bobo. Nada mais clichê que um brutamontes pouco inteligente para fechar o pacote.”
    Uma boa saída para personagens clichês.

    Notei algumas anomalias textuais, que atribuía à perda de higidez por conta de alguma viagem no tempo. Partículas desaparecendo e plurais sendo tragados por algum vórtice espaço-temporal:
    “…manter-nos oculto / ocultos…”
    “…as cordas que a mantinha / mantinham presa…”
    “…seus olhos encontraria o / os meu / meus…”
    “…que tinha acesso [a] qualquer…”

    Achei que houve uma bobeada quando disse que “homens armados de fuzis se esgueiravam…”
    What? Homens com fuzis? Acho que seriam homens com armas subsônicas ou, para ficar no clichê, armas de plasma incandescente e tal.

    Parabéns pelo conto e boa sorte no desafio.

  41. Bianca Amaro
    10 de dezembro de 2017

    Olá Chronus! Parabéns pelo texto!
    É um texto bem escrito, não notei graves erros na gramática, e tem uma ótima narrativa, bem envolvente. Ao ler, fiquei cada vez mais curiosa para saber como a história terminaria, o que me fez não conseguir parar de ler. O texto flui bem, sem encher linguiças ou usar termos desnecessários. Abordou muito bem o tema superpoderes. Muito bem mesmo.
    Os personagens são ótimos, seus poderes, qualidades e defeitos foram muito bem aproveitados, e o protagonista foi muito bem elaborado. E a cena de sua morte foi emocionante. Mas, no final, você quis dizer que a consciência ficou eternamente naquele momento? Estranho, talvez um pouco agoniante, mas foi legal. E o texto foi finalizado de uma ótima maneira, muito tocante, emocionante e bonito: Espero que ela um dia aprenda a voar.
    Mostrar a compaixão do personagem pela garotinha foi muito legal.
    A antagonista também foi bem elaborada, explicando muito bem seus poderes.
    Foi uma ótima estratégia contar os segundos que faltavam para ele morrer, fiquei lendo ansiosamente nessa parte, querendo ver se ele conseguiria ou não terminar.
    A imagem combinou muito com o texto, e o título faz muito sentido nos parágrafos finais.
    Novamente, parabéns pelo seu texto, e eu lhe desejo boa sorte no desafio. 🙂

  42. Fabio Baptista
    10 de dezembro de 2017

    O texto é bem escrito, quase sem erros de gramática (só notei um problema de concordância, mas não anotei), uma linguagem quase informal (principalmente nos diálogos) que faz tudo correr sem entraves.

    Mas devo dizer que me decepcionei um pouco… o ótimo título (casado com a bela imagem) me levou a pensar que encontraria algo mais filosófico, reflexivo e tal. Daí quando percebi que era uma aventura estilo sessão da tarde (e que não sairia disso), me veio certa frustração.

    Nada contra sessão da tarde. Quando a ideia é bem executada, como foi aqui, rende uma leitura prazerosa. Mas ficou só no entretenimento, na missão, nas tiradas entre os personagens. Como comentei em outro conto, essas interações ficam um pouco prejudicadas pelo curto espaço, soando artificiais. Tipo, não dá pra se apegar muito aos caras a ponto de rir das tiradas. Eu acho legal quando conheço um personagem a ponto de já meio que antever o que o cara vai falar, saca? Sim, eu sei que isso é muito difícil de se aplicar num conto.

    Achei interessante essa “penalidade” pelo uso do superpoder. Parar o tempo, mas envelhecer em contrapartida. Lembrei do Spawn e aquele contador que o levaria de volta ao inferno quando zerasse.

    Os parágrafos finais trouxeram a beleza e reflexão que eu esperava desde o começo. Foram os melhores.

    Abraço!

  43. angst447
    10 de dezembro de 2017

    Olá, Chronus, tudo bem?
    O tema do desafio foi abordado com sucesso. Temos superpoderes interessantes por aqui.
    O conto revela uma linha narrativa baseada em suspense, ação, tudo puxado na manteiga de apelo emocional. A receita funcionou bem.
    A linguagem é clara, informal, sem volteios desnecessários. O ritmo acelera-se à medida que a narrativa avança.
    Encontrei poucas falhas na sua revisão:
    ” (…) a maioria da população ainda acha que não aconteceu, pois preferem acreditar (…)” – erro de concordância – maioria/população > prefere
    ” (…) sem preocupar-se com (…)” > sem SE preocupar. A preposição SEM funciona como partícula atrativa do pronome SE.
    O seu conto daria um bom filme de Super-heróis, com muita ação culminando em um final que arrancaria algumas lágrimas (não minhas, lógico que não). Seria um sucesso de bilheteria, tenho certeza. 🙂

    Boa sorte!

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Publicado às 10 de dezembro de 2017 por em Superpoderes e marcado .