EntreContos

Literatura que desafia.

A vendedora de calcinhas usadas – Conto (Mariana de Lacerda)

Seu nome não era Renata. Renata era o nome que utilizava nos anúncios. Tinha cabelos curtos, era franzina e aparentava menos que seus vinte e um anos. Estirada no sofá-cama de sua quitinete, hesitava em pegar o celular que apitava na mesinha lateral. Suspirou entediada e esticou o braço para alcançar o aparelho. Três mensagens.

Oi Renata gatinha, ela leu, desgostosa. Cultivava o prazer secreto de dar descontos a quem sabia usar a vírgula após o “oi”. Esses eram tão poucos que não balançavam seu orçamento. Prosseguiu com a leitura. Li seu anúncio e quero comprar uma calcinha sua. Impaciente, pulou para a mensagem seguinte sem concluir a primeira: BlzRenatinha? Hum… Abreviaturas como “blz”, “flw” e “vlw” custavam uns dez reais aos incautos. E esse também não sabia separar o vocativo por vírgula. Zapeou inquieta para a terceira mensagem. Preciso que você me envie uma foto sua agora, vestindo a calcinha que eu escolher, para eu ter certeza de que você não é uma velha gorda ou um macho cabeludo.

Céus! Alguns dos que lhe escreviam não pretendiam comprar nada. Desses, a maioria se encaixava em duas categorias: os desocupados que queriam passar trotes e os que queriam se aproveitar do anonimato da internet para serem grosseiros com uma “puta” e se sentirem muito machinhos e briosos com isso. Em geral, não se negava a mandar uma foto com a calcinha escolhida (nunca mostrando o rosto, e de praxe cobrando por isso — às vezes, como cortesia para aqueles que julgava merecerem; e os critérios de merecimento eram diversos), mas os grosseiros não ganhavam foto nem pagando em dólar.

Para este último, decidiu não enviar resposta. Duvidava de suas boas intenções, e, de todo modo, recusá-lo não lhe faria falta: já tinha uma razoável lista de espera, a ponto de considerar não aceitar nenhum cliente novo que não fosseindicado pelos antigos. Era um escudo — não infalível, mas algum escudo — contra aborrecimentos.

Começara aquele comércio para não ter que trabalhar. Não se sentia compelida a aceitar nenhum vínculo empregatício. Aliás, nem havia tanta oferta deles. Tinha apenas o ensino médio completo, mal chegara à metade da faculdade. O que faria, seria balconista de loja ou garçonete? Não via sentido algum nessas tarefas, nem em vender por uma ninharia horas e horas diárias dos supostos melhores anos de sua vida. Chegara a fazer algumas traduções e dar umas aulas particulares de inglês, mas a sensação era a mesma: desperdício de tempo, ora com textos sensaborões, oraconjugando o verbo tobe pela milésima vez sem qualquer recompensa, fosse financeira — ganhava tostões —, fosse por meio de uma abstração qualquer como “autorrealização”, que ela nunca sentira nem fazia a menor ideia de onde buscar. Se precisasse ser caixa de padaria, manicure ou assistente de almoxarifado para poder comer, não teria que pensar no assunto, o que seria um alívio. Mas não era o caso. Suas ambições de consumo eram modestas, e, bem ou mal, o dinheiro que ganhava estava bastando.

No entanto, seu métier, ela logo deu-se conta, incluía uma boa carga de trabalho diário, não se limitando a vestir peças de lingerie. Afinal, era uma atividade fácil de realizar. “Não requer prática nem tampouco habilidade,” ela sussurrou para si mesma, com um risinho sarcástico. Consequentemente, a concorrência era enorme. Se não fosse solícita, diligente nas respostas às mensagens, e, sobretudo, se os potenciais interessados não tomassem conhecimento de sua existência, seriam fisgados por outras fornecedoras. E ela acabaria com uma gaveta cheia de calcinhas sujas e nenhum dinheiro na carteira. Ao menos trabalhava apenas para si mesma e não recebia ordens.

No início, anunciava em sites como Mercado Livre, mas se deparou com vários inconvenientes.Além da comissão cobrada, não podia falar às claras com os interessados, pois a seção de perguntas e respostas dos anúncios era pública, aberta a todos os usuários. Os e-mails do comprador e vendedor só eram divulgados um ao outro para que se falassem em privado depois de efetivada a compra, mas não poder explicitar os detalhes limitava aqueles que se arriscavam a fechar a transação. Ainda assim, ela conseguiu alguns clientes e começou seu trabalho de formiguinha. Depois percebeu que o comércio era mais vantajoso através de um blog pessoal: escrevia como e o quanto queria, divulgava seu e-mailà vontade e não devia comissões a ninguém.

Já não fazia tanto marketing nas redes sociais, porque muitas de suas atuais vendas eram para clientes antigos que voltavam a comprar, ou para novatos que a procuravam por indicação dos antigos. Fidelizar consumidores, ela descobrira, era tão ou mais importante que conquistar novos. Mas as horas economizadas com autopromoção, usava respondendo a mensagens de compradores ou mesmo batendo papo com eles; atualizando seu blog com fotos das últimas peças adquiridas, para que eles pudessem escolher entre os modelos disponíveis; ou postando algum fato sobre si, bem como notícias pertinentes àquele universo, que pudessem entretê-los. Sim, cativá-los era importante. Sabia que era por isso que voltavam, que a indicavam a outros: interação. Por sentirem-na receptiva, muitos lhe enviavam confissões saborosas sobre o que faziam com as calcinhas, ou como se sentiam em relação a elas. Havia os que as vestiam enquanto fantasiavam penetrar uma vagina; os que se masturbavam enrolando-as no pênis; os que apenas as cheiravam. Aos poucos,reunia pequenas biografias e coleções de tipos.

Renata enviava a mercadoria pelos correios para qualquer lugar do Brasil, mas aceitava entregá-la pessoalmente para os que moravam em Recife, e dava-lhes preferência: marcava em lanchonetes, cafeterias ou restaurantes movimentados, deixando claro que deveriam pagar pelo que ela consumisse, o que a poupava de gastos com refeições e tornava o negócio um pouco mais rentável. Muitos preferiam esse modelo de entrega, por garantir que a calcinha e a dona eram autênticas. Enquanto comiam, ela e o comprador atuavam numa pequena encenação já combinada: ele deixava algo cair embaixo da mesa e, ao apanhar, deparava-se com as pernas abertas de Renata, exibindo o produto para averiguação. Instantes depois, ela ia ao banheiro e voltava de lá com um pacotinho discreto que depositava sobre a mesa.

Outros, no entanto, mesmo morando em Recife, preferiam os correios — para esses, era justo este o atrativo do serviço: o absoluto anonimato, não precisar ter qualquer contato com a dona da lingerie. Estavam interessados apenas na obtenção de um objeto para satisfazer a um fetiche, nada mais. Isso Renata entendia muito bem. Tivera que lutar contra sua natureza introvertida e pouco afeita a contatos para assentir em tais encontros na primeira vez em que um cliente os sugeriu. Passado o tempo, apesar do frio na barriga, já lidava com a situação com desenvoltura: ela mesma fazia a oferta e até a usava como critério de desempate: os que preferiam receber o produto de suas mãos levavam vantagem sobre os demais. Porém nunca os encontrava por gosto, apenas pelo benefício monetário. Além das refeições, em tais ocasiões eram comuns os presentes, agrados, gorjetas. E qualquer abono era bem-vindo. Renata não precisava de muito para se manter enquanto cursava a faculdade de História, mas o fato é que a venda de calcinhas pagava mal: como só podia vestir uma por vez, o dinheiro, apesar de fácil, não era tanto. Cobrava, além do custo da peça, embalagens e envio, cinquenta reais por dia de uso, podendo o interessado escolher entre um, dois ou três dias.

Fechou o aplicativo de mensagens e consultou as horas. Droga! Estava atrasada para a aulae, para piorar, teria que ir de ônibus. Quando seu namorado dormia com ela, iam no carro dele até a UFPE, fazendo o percurso em bem menos tempo. Enfiou a última saia limpa que havia no armário — tinha que lavar roupas assim que voltasse para casa —, uma camiseta qualquer, passou a escova no cabelo enquanto engolia umas bolachas, escovou os dentes, calçou-se (“Cadê a porcaria da mochila? Ah, achei!”) e correu para a parada a uma quadra dali.

Desceu do ônibus em frente ao CFCH, o Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Era o prédio mais alto do campus e, rezava a lenda, um ímã de suicidas. Renata gostava das aulas, mas duvidava muito que quisesse se tornar professora de História uma vez concluído o curso. Estava ali apenas porque, em sua família, não concluir uma faculdade era impensável; e também para adiar um dilema. Enquanto estivesse matriculada, era estudante. Pois recusar uma ocupação era como recusar uma identidade: “Sou Paulo, médico”; “Sou Gabriela, engenheira”. Se ela se limitasse a dizer seu nome nas apresentações, logo perguntariam: “O que você faz?” Não era nisso que consistia tornar-se adulta? Assumir uma família e uma profissão? E ela não conseguia responder que vendia calcinhas usadas.

Com alívio, chegou à sala de aula antes do professor. Avistou Marisa, sua colega mais chegada, sentada no fundo da classe. Jogou-se numa cadeira ao lado dela, recuperando o fôlego que perdera na correria para não se atrasar. A colega a recepcionou com um sorriso, mas não tiveram tempo de iniciar nenhuma conversa. Marisa, Renata bem sabia, estava no curso com a pretensão de se tornar professora, assim como quase todos os colegas. Mesmo os que almejavam o doutorado estavam apenas adiando o magistério, com a única diferença de que seriam professores universitários. Renata sentia-se deslocada, desencaixada, como se algum ponto em comum fundamental faltasse entre ela e os demais ali, e, por isso, pouca vontade tinha de se entrosar. Mesmo de Marisa, com quem se dava melhor, ela só se aproximara há pouco, por conta de um trabalho em duplas. Com a nova amiga,passou a frequentar os encontros e festas que vinha evitando.Assim foi que conheceu Delano, o namorado.

Fim das aulas.

“Saia nova?” Marisa observou, podendo enfim conversar com a amiga. “É linda! Aliás, você sabe que adoro suas saias!”

Já Renata, Marisa não imaginava, odiava-as, e só as usava nos dias em que fazia uma entrega. Nos demais, estava sempre de calçasjeans. Sem poder explicar isso à amiga, apenas agradeceu o elogio.

“Almoçamos juntas hoje?” Marisa prosseguiu, sem desconfiar do que se passava pela cabeça da outra.

“Hoje não posso, preciso ir logo para casa. Estou atrasada com algumas traduções…”

Na verdade, iria se encontrar com um cliente numa creperia distante dali (nunca marcava nada perto de sua casa ou da universidade, nem jamais informava qualquer detalhe que pudesse ajudar a identificá-la, como seu nome verdadeiro, onde e o quê estudava, onde morava — quando enviava a mercadoria pelos correios, apenas uma caixa postal constava como endereço do remetente—, ou sua idade exata).

Nem Delano, nem Marisa ou qualquer outro colega sabiam sobre o ganha-pão de Renata, e, no que dependesse dela, jamais saberiam. Quando o assunto vinha à baila nas rodas de conversa, dizia que recebia uma mesada dos pais e a complementava com algumas traduções aqui e ali.Essa resposta não é mentirosa, dizia a si mesma, apenasatrasadaunsdois anos. Sim, era como ela se mantinha antes. Às vezes, respondia que era artesã, e ria intimamente da piada. Havia alguma verdade na declaração, pois ela criava um a um os objetos que vendia.

“Tudo bem, então. E quanto a amanhã, está tudo certo?Você pode dormir lá em casa?”

Renata e Marisa haviam combinado de passarem a noite estudando. Seria bom dormir na casa da amiga. Sabia que ela morava com os pais e a irmã, e iria enfimjantar em família outra vez, sentada a uma mesa rodeada de gente. Quem sabe até haveria uma comidinha caseira, um caldo quente acompanhado de pão fresquinho, em vez das lasanhas congeladas de frente para a televisão, dos almoços protocolares com clientes, dos sanduíches quecomia sozinha, pão numa mão, celular na outra. Por isso, apreciava tanto ter Delano em casa à noite. Ele trazia algum aconchego. Pelo mesmo motivo, aguardava com alegre expectativa o jantar com a família de Marisa na noite seguinte.

Renata confirmou, despediram-se e ela se dirigiu apressada ao ponto de ônibus.

Não avistou Mauro quando entrou na pequena creperia onde haviam marcado. Estaria muito adiantada? Conhecia bem sua fisionomia, pois tratava-se de um cliente contumaz. Foi ao banheiro, depois escolheu uma mesa e esperou. Por pouco tempo, felizmente. Logo o viu entrar, carregando uma sacola de uma conhecida marca de roupas femininas. Avistou-a e acenou, sorrindo, vindo em sua direção.

“Oi, Mauro! Que bom revê-lo!” Renata falou enquanto se levantava para cumprimentá-lo. Ele a abraçou com entusiasmo e sentaram-se frente a frente. Tinha uns quarenta anos e um rosto muito agradável, ela tinha que admitir.

“Você está muito charmosa com esta saia,” ele falou com ar malicioso, para irritação de Renata. Mauro já sabia perfeitamente que a vendedora e a mercadoria eram verdadeiras, mas insistia na “encenação de verificação”, como Renata chamava, por considerá-la um ritual excitante. Negar-se, ela não poderia — ele estava pagando por isso —, mas hoje ele teria uma surpresa.

“É para você!” ele disse, estendendo a sacola.

Renata a recebeu e olhou o conteúdo. Um vestido. Era lindo, e decerto muito caro. Ela sabia que Mauro queria que ela fosse sua amante. Ele já fizera várias propostas nesse sentido, mas ela nunca aceitava — nem aceitaria jamais. Além de sua firme convicção de não se relacionar com clientes, sentia-se como se ele tentasse comprar sua anuência, o que só a repelia. Tampouco trairia Delano.

A conversa prosseguiu, uma monótona reconstituição das conversas anteriores. Mais uma vez, Mauro fez um relato pormenorizado de suas insatisfações no casamento. Renata fazia que sim com a cabeça, sem prestar muita atenção. Não tinha problema, ela já conhecia aquela história. Saiu de seu torpor quando ele derrubou a faca. Ambos sabiam que não fora um acidente. Renata deixou as pernas entreabertas. Segundos depois, viu a cara de Mauro surgir sobre a mesa com ar de susto. Renata estava sem calcinha.

“Acho que o que você procura está aqui,” ela disse com um sorriso debochado, tirando um pacotinho da bolsa.

“Que brincadeira foi essa? Meu coração quase saiu pela boca!” Ele também sorria enquanto voltava a se sentar; mas um sorriso eufórico, diferente do dela. “Você me provoca um bocado, para quem não está disposta a me dar o que quero!”

“Ora, só quis deixar a verificação um pouco mais — para usar suas próprias palavras — excitante. E você sabe muito bem que eu sou real e visto as peças que vendo, já passamos dessa fase.”

Mauro já não tinha tanta certeza sobre se ela quis atiçá-lo, como julgou ao encontrá-la nua sob a mesa, ou dar-lhe um tapa com luva de pelica. Tinha um gênio forte, essa Renata! O garçom enfim se aproximou com os pedidos.

“Graças a deus! Estou esfomeada!” Renata comentou, trinchando o crepe com a faca. Enquanto reparava no ar embevecido de Mauro a contemplá-la, perguntava-se se não seria melhor inventar desculpas para parar de vê-lo, pelo menos por uns tempos. Ele não sabia ou não aceitava separar as coisas. Nesse quesito, havia três tipos de clientes. A maioria interagia com ela de forma amigável e afetuosa, mas profissional. Não estavam em busca de relacionamentos. Nos dois extremos da curva ficavam os que a viam apenas como uma fábrica de calcinhas usadas e aqueles como Mauro, que queriam algo a mais, fosse por romantismo ou pela cínica crença de que, oferecendo dinheiro suficiente, conseguiriam dormir com ela.

“Bom, não posso ficar mais, tenho um compromisso. Nos falamos depois.” Bem depois, completou para si mesma.

Queria chegar cedo em casa e arrumar-se com calma para uma festa a que iria com Delano mais tarde. Delano era o cara mais bem relacionado que ela já conhecera, e isso era cansativo. Ter que vestir roupas caras (o presente de Mauro veio a calhar), maquiar-se, tudo o que ela detestava.

Antes do namoro, Renata nunca usava maquiagem, nem pintava as unhas ou comprava mil produtos para o cabelo. Não tinha paciência ou motivação. Mas, desde que começaram a namorar, sentiu-se obrigada a preocupar-se com isso tudo. Queria fazer bonito, não ser um embaraço para ele. Olhou-se no espelho, após pintar-se. Constatou, com o olhar científico de um taxonomista que descrevesse as plumas de um pavão, que estava bonita, apesar de não se reconhecer debaixo daquela máscara.

Gostava de Delano, mas, mais que isso, agarrara-se a ele e àquele namoro como a uma tábua da salvação. Finalmente, graças ao namorado, poderia construir sua identidade, ingressar na vida adulta.Se falhara em assumir uma profissão, que assumisse uma família. Não seria professora, mas seria esposa e mãe. Era essa a sua nova obsessão, seu castelo no ar, seu sonho acordada. Fantasiava com isso o tempo todo. E era no que vinha pensando dentro do carro, durante o caminho de volta, depois da festa. Naquela noite, contrariando o costume, não dormiriam na quitinete dela, mas no flat onde Delano morava em Boa Viagem.

Ele abriu a porta e, poucos minutos depois, Renata estava deitada sob ele. Delano a beijava enquanto tentava livrá-la do vestido. Após cerca de uma hora, abraçados lado a lado na cama, ele acabou por adormecer. Renata mantinha os olhos abertos, atentos a cada detalhe do quarto bem decorado. Quando casassem, seria ali que morariam, pelo menos até as crianças chegarem — então, precisariam de um lugar maior. O pensamento fê-la pousarprotetoramente as palmas das mãos no ventre. Será? Sorriu, mãos ainda pousadas na barriga, salvaguardando sua âncora, seu lugar no mundo.

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2 comentários em “A vendedora de calcinhas usadas – Conto (Mariana de Lacerda)

  1. Gustavo Araujo
    9 de setembro de 2017

    Gostei muito da técnica. A narrativa é limpa, livre de floreios desnecessários e bem adequada para o público a que se destina – jovens adultos (é isso, né?). Simples sem ser simplória, a história da Renata cativa porque é fácil se afeiçoar a ela. Sentimo-nos cúmplices de seus pequenos dramas, de suas dificuldades e de seus questionamentos. Poderia ser alguém que conhecemos, nossa vizinha, nossa colega de faculdade ou mesmo de trabalho. Confesso que fiquei curioso com esse ramo profissional e dei uma pesquisada no Google, só para constatar que é bastante difundida por aí. Sinal que a autora pesquisou bem o assunto. Creio que essa primeira parte cumpriu a função de despertar o interesse. Agora, é aguardar para saber como tudo se resolve.

  2. Regina Lopes Maciel
    7 de setembro de 2017

    Gostei do conto, achei-o bem escrito,o início bacana, achei boa a colocação da identidade “exigida” das pessoas (família e profissão). A profissão da personagem foi uma surpresa e ao mesmo tempo uma promessa de uma mulher mais ousada, o que não aconteceu, quando passou ao relacionamento com o namorado. Mas nós, seres humanos somos assim: em alguns pontos mais para a esquerda, em outros, para a direita. No entanto, com o “Será?” senti que talvez ela não pare nesse lugar (senti ou torci por isto?). Se eu torci, significa que me envolvi com o personagem (o que considero uma coisa positiva em um texto).

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Publicado às 6 de setembro de 2017 por em Contos Off-Desafio e marcado .