EntreContos

Literatura que desafia.

Sobre velhos e moços (em um estranho mundo protagonizado por javalis) (Elisa Ribeiro)

Terminava o filme na sala de exibição. A câmera na altura dos olhos de Dorothy, sua parceira em cena, logo se deslocaria para o seu próprio rosto. Com voz grave ele diria as frases finais, um poema, enquanto a imagem fecharia progressivamente o foco na lente dos óculos que  usava, enchendo a tela com o reflexo do cenário desolado do filme.

Os aplausos começaram durante os créditos, a plateia ainda na penumbra. Quando as luzes se acenderam, levantou-se para os acenos, os sorrisos, as discretas mesuras. De pé, fãs exaltados, muitos deles usando cópias dos óculos e da capa que seu personagem trajava em cena, acrescentavam aos aplausos urros e assovios de excitação. Os mais discretos vestiam apenas camisetas estampadas com imagens do filme, mas havia aqueles que tinham o rosto coberto por máscaras de Dorothy, uma histeria que se ampliava, especialmente no Brasil, a cada exibição do filme.

Ídolo da juventude, sucesso de crítica e público depois dos sessenta .  Eram tempos estranhos aqueles, quase tão insólitos  quanto os narrados no roteiro. Nada de amor, nem heróis fortes e elegantes; apenas ele, um velho, defendendo uma javalina – Dorothy, a encarnação de uma deusa celta – dos obstáculos que se interpunham em seu propósito de refertilizar o planeta devastado após uma guerra. Inspirado em um best-seller cujo argumento podia ser assim resumido, aquele era o segundo dos três filmes previstos.

***

– Contracenar com uma porca?

– Não é porca, Greg, é javalina. Já te expliquei.

– Tanto faz. Como meu agente há tanto tempo, você deveria saber que sou um ator sério. Não atuo nesse tipo de filme.  

– Mas o personagem é bom.

– A personagem da porca, você quer dizer. Eu li o roteiro. A Dorothy é a protagonista. O velho, meu personagem, é mero coadjuvante.  Espécie de guardião da porca heroína. Ainda tem aquela mala idiota que ele carrega. Pelo que entendi é uma espécie de portal em que eles entram para fugir dos perseguidores. Uma bobagem sem precedente.

– Os livros vendem que nem água.  Já falamos sobre isso.

– Literatura para adolescentes. Não vou acabar de enterrar minha carreira com esse delírio.  

– Pense mais um pouco, Greg. Os produtores insistem no seu nome.

– Já está decidido. A resposta é não!

Mudou de ideia, entretanto. Ademais do cachê razoável para quem estava afastado do cinema há anos e do risco de um malogro para ele, um velho esquecido pela indústria cinematográfica e pelo público, significar muito pouco, a neta, que lera o primeiro volume da saga, o convenceu de que a história era boa e o papel perfeito para ele.

***

À exibição seguiu-se um coquetel e entrevistas com jornalistas e críticos.  O principal assunto era a êxito estrondoso da película no Brasil e a escolha da cidade, o Rio de Janeiro, como locação para algumas cenas do terceiro e último filme. Embora bem preparado, Greg não soube o que dizer quando lhe perguntaram a que atribuía o sucesso de bilheteria no país tendo o livro vendido tão pouco, menos, por exemplo, do que no Paraguai e no Equador. Do Brasil, só ouvira falar da beleza das mulheres e da doçura das frutas, além de corrupção, futebol e samba,  de modo que recitou um poema do livro com a voz empostada do personagem, uma de suas falas no filme,  o que provocou  aplausos entusiasmados da pequena  e  extravagantemente adornada plateia de fãs, satisfazendo o entrevistador.

De volta ao hotel, esquivando-se dos jovens fãs onipresentes  – sempre os evitava, isso já virara uma lenda – trocou no quarto o traje de astro por uma roupa discreta  tornando-se quase invisível, não fosse o porte alto e magro, tão  incomum nos senhores idosos brasileiros,  e partiu para a segunda parte da agenda.

Passou pelo hall sem perceber a jovem com as faces coradas de excitação, cujos olhos o acompanharam quando escapou do hotel por uma saída lateral de emergência. Do lado de fora, um carro blindado com motorista os aguardava, a ele e ao diretor.

***

– Você vai com essa roupa, Bianca.

Of course! – respondeu imitando a pronúncia britânica, embora na escola estudasse inglês americano.

A prima usava uma camiseta com o cartaz do filme. Bianca estava de  calça e camiseta pretas, sapato de salto; casual sexy podia-se dizer do estilo. Maquiagem discreta, óculos e uma bolsa exagerada completavam o figurino.

– Vai ver se não consigo fazer uma selfie com ele… – piscou o olho esquerdo depois fez um bico e estalou os lábios simulando um beijo na direção da prima.

– Não duvido de nada vindo de você, sua louca!

Desafiava-a saber que ele nunca se deixava fotografar com fãs. Seu plano era ficar pelo hotel onde a produção do filme estava, fingindo-se hóspede ou visitante, até mesmo passar a noite se fosse preciso.

– Falei pros meus pais que ia dormir aqui.

– Quero ver o que eu vou dizer pro meu pai quando ele perguntar por você…

– Ah…Deixa a porta trancada, diz que eu estou dormindo pelada e proíbe a entrada dele.

***

Pela janela do mezanino para onde havia subido após ver Gregory sair do hotel, discreto e elegante, Bianca observou o carro cinza se afastar depois que ele e o diretor se acomodaram no banco traseiro. Havia lido em um blog sobre aproveitarem a estada na cidade para visitar as pretensas locações em favelas e subúrbios do próximo filme. Calculou que provavelmente estariam de volta no início da noite.

Teria desistido da espera, não tivesse conhecido em sua perambulação entre o terraço  e mezanino, Felipe, funcionário do hotel, apaixonado pela trilogia, que adivinhou a intenção de Bia ao ver escapando pela gola da blusa que ela usava a ponta do focinho de Dorothy, tatuada em seu pescoço, quando ela prendeu num coque os fartos cabelos longos.

– Vou te ajudar, amiga – comprometeu-se, com sua voz afetada e feminina.

Foi ele quem sugeriu o plano seguido à risca por ela e também quem avisou, já perto das oito da noite, que o carro cinza retornara. Mandou que ela retocasse o batom, entregou-lhe uma garrafa d´água e um copo e empurrou-a escada abaixo em direção ao lobby, sussurrando “sorte” em seu ouvido.

Bianca aguardava ao lado da porta lateral quando Greg entrou.  O velho truque do esbarrão funcionou  como nos filmes, perfeitamente. Molharam-se os dois, a garrafa d´água espatifou-se no chão.

I´m so sorry, young lady.

My pleasure, sir – confundiu a adequação da fala ao contexto.

Greg observou o embaraço da jovem tentando livrar-se da água que fazia a camiseta justa grudar-se ao corpo na altura dos seios. Calculou, por sua idade e aparência, que a garota não devia ser hóspede, certamente estava ali para um encontro.

– Tenho uma camiseta seca no quarto. Posso emprestar para você.

– Não precisa se incomodar. Num instante vai estar seca.

A recusa, provocação calculada, produziu em Greg o efeito desejado de acentuar-lhe o interesse.

– Eu faço questão. Você aguarda ou sobe comigo?

– Subo – respondeu apressada, quase traindo sua excitação.

Trocou-se no banheiro. A camiseta era grande, arrumou-se como pode. Jogou o cabelo para o lado e saiu.  

– Você aceita um whisky, uma cerveja?

Foi o que disse Greg para quebrar o gelo. Seus olhos examinaram-lhe as pernas sob a calça jeans justa, passaram pela curva da cintura estreita até  os cabelos ondulados castanhos, enquanto ela caminhava em câmera lenta, desde o banheiro, em sua direção, até parar na sua frente e dar-lhe um beijo na boca. Beijo atrapalhado, no entanto. Faltava-lhe treino.

O cheiro da pele da garota não lhe foi agradável, lembrou-lhe leite azedo. Tampouco  agradou-se da textura da carne, firme demais e fria sob os dedos. Perguntou-lhe a idade.

– Dezenove – Bianca respondeu prontamente, recordando as palavras da tia em seu aniversário de dezessete anos, de que maquiada facilmente passava por vinte e três.

Greg teria preferido uma mulher de trinta, mas não esboçou qualquer resistência quando Bia  o empurrou para a cama e atirou-se sobre ele. Rapidamente  engajou-se na brincadeira, esquecido do constrangimento que lhe causava o contraste meio nojento da pele firme e tenra da garota com a sua própria pele, murcha e seca. Só viu a imagem de Dorothy que Bia carregava tatuada na nuca quando a virou de bruços pela segunda vez, mas então já era tarde para qualquer arrependimento.  

Encerrado o combate, deixou-se ficar de costas num abandono de homem satisfeito e fechou os olhos por um instante.  Adormeceu.

De costas para ele, Bianca percebeu a respiração pesada, depois o ronco barulhento.

Pegou a bolsa jogada no chão ao lado da cama. De dentro dela sacou o celular depois a máscara de Dorothy. Tirou dezenas de fotos, seu rosto em primeiro plano fazendo caras e bocas, depois coberto com a máscara de silicone. Ao fundo, em segundo plano, Gregory , olhos fechados, boca aberta, completamente relaxado, vulnerável como um bebê.

Anúncios

81 comentários em “Sobre velhos e moços (em um estranho mundo protagonizado por javalis) (Elisa Ribeiro)

  1. Bia Machado
    23 de junho de 2017

    A surrealidade do título se explica no conto e o engraçado é que não há surrealidade. É um conto sobre relações fama/sucesso, velhos e moços, o choque de gerações e de quem faz sucesso ou não, de acordo com o que está sujeito a se submeter ou não. Um conto curto e eficiente, conseguiu passar o recado e mostrar esses embates em pouco espaço, embora não tenha sido fácil entender em uma primeira leitura, precisei reler. No geral, eu gostei! E essa minha xará, hein? Falo nada. ¬¬

  2. Daniel Reis
    23 de junho de 2017

    (Prezado Autor: antes dos comentários, alerto que minha análise deve se restringir aos pontos que, na minha percepção, podem ser mais trabalhados, sem intenção de passar uma crítica literária, mas uma impressão de leitor. Espero que essas observações possam ajudá-lo a se aprimorar, assim com a leitura de seu conto também me ajudou. Um grande abraço).

    Sobre velhos e moços (em um estranho mundo protagonizado por javalis) (Miss Javally)

    ADEQUAÇÃO AO TEMA: há, considerando a sinopse do filme. Mas só até ali.

    ASPECTOS TÉCNICOS: a história, claramente pesquisada, passa pela crítica ao mundo do cinema hollywoodiano e chega na reprodução da tietagem, estilo Justin Bieber, guardadas as devidas proporções. A escrita, em si, é bastante clara e fluente, mas senti falta de um envolvimento maior do autor com os acontecimentos narrados.

    EFEITO: positivo, no fim das contas. Não é o meu preferido, mas tenho que reconhecer os méritos.

  3. Fil Felix
    23 de junho de 2017

    Um conto bastante simpático e que tinha potencial pra ir além. A primeira metade é ótima. A abertura, adorei. Me senti como em A Rosa Púrpura do Cairo, misturando a magia do cinema com a realidade. Mesmo quando foi para os bastidores, temos aquele quê de briga Hollywoodiana, briga de egos. Que acho sempre legal. Trouxe uma visão diferente da imagem para o desafio. Mas a partir da segunda metade, mesmo com as referências (ou críticas) sobre best-sellers e fãs exagerados, acho que perdeu um pouco daquele brilho que me criou no começo. O sexo pra tirar selfies, cair no exibicionismo (que é algo que está em alta e é ótimo criticar) acabou não combinando com o restante, ao meu ver.

  4. Pedro Luna
    22 de junho de 2017

    Achei bem criativo a interpretação da imagem. Ainda deu para fazer uma crítica nesses livros meio desmiolados que viram filmes, trilogias de sucesso. O personagem se gabar de ser artista e aceitar o papel pela grana razoável e pelo pedido da neta valorizaram a crítica. No entanto, a trama fica meio boba com a entrada de Bianca. Uma personagem meio sem sal, parecida demais com outras groupies da ficção, e no fim ainda acontece o óbvio: a relação carnal deles. Beleza, mas o conto termina aí, e termino a leitura achando que a história foi pouco marcante.

  5. Raian Moreira
    22 de junho de 2017

    História tranquila e doce, muito bonita e profunda. Seu conto foi original e fantástico, diferente de muitos contos no desafio.
    A gramática ficou perfeita.
    A história em sí ficou muito legal e divertida de ler, e apesar de ter um final linear e sem surpresas, foi de encher os olhos.
    Sorte no desafio !

    • Miss Javally
      22 de junho de 2017

      Oi Raian. Feliz que tenha gostado.Obrigada pela leitura e comentário. Abraço.

  6. Wilson Barros
    22 de junho de 2017

    Um conto simples, mas com frases profundas, como “o reflexo do cenário desolado do filme”. O conto foi bom, bem executado, em fraseio “staccato”, múltiplos pontos de vista em uma mesma cena. Só achei maldade o que ela fez com ele. Mas faz parte, já dizia Bill Clinton. Enhorabuena, Miss.

    • Miss Javally
      22 de junho de 2017

      Olá Wilson. Chic isso de “staccato”. Gostei! Maldades são o meu forte… Obrigada pela leitura e comentário! Grande abraço.

  7. Wender Lemes
    22 de junho de 2017

    Olá! Para organizar melhor, dividirei minha avaliação entre aspectos técnicos (ortografia, organização, estética), aspectos subjetivos (criatividade, apelo emocional) e minha compreensão geral sobre o conto. Tentarei comentar sem conferir antes a opinião dos colegas, mantendo meu feedback o mais natural possível. Peço desculpas prévias se acabar “chovendo no molhado” em algum ponto.

    ****

    Aspectos técnicos: a adequação ao tema está totalmente presente através de uma artimanha interessante: uma ficção dentro da ficção. O texto está bem redigido e organizado, ainda que não proponha muito.

    Aspectos subjetivos: foi uma saída criativa inserir o filme, baseado em um livro, dentro do conto. Penso que o personagem do velho seja o mais profundo dos apresentados. A superficialidade das relações é justamente um dos elementos explorados, mas Greg, ainda que entregue às suas fraquezas, tem vaga ciência da crueza do que está ocorrendo.

    Compreensão geral: pelo início do conto, achei que a narrativa se enveredaria por outros lados, pela decadência que a idade está fadada a trazer, como no filme “Birdman”. Penso que os contornos finais do conto se parecem um pouco com os do livro que ele cita: uma aventura adolescente. Não é um demérito, em todo caso.

    Parabéns e boa sorte.

    • Miss Javally
      22 de junho de 2017

      Olá Wender. Um dos temas que pretendi comentar no conto foi a superficialidade em geral do mundo em que vivemos, de fato. Obrigada pelo comentário atento e proveitoso! Abraço.

  8. Leo Jardim
    22 de junho de 2017

    Sobre velhos e moços (em um estranho mundo protagonizado por javalis) (Miss Javally)

    Minhas impressões de cada aspecto do conto:

    📜 Trama (⭐⭐⭐▫▫): muito legal e divertida de ler, mas bastante linear. Gostei muito da premissa, só que o fim acabou sendo exatamente o esperado, sem nenhum sobressalto. Também achei que o escritor caiu muito fácil no “golpe” da Bianca. Ele já é vivido, deveria estar mais preparado para esses tipos de investidas.

    📝 Técnica (⭐⭐⭐⭐▫): achei simplesmente muito boa, uma narrativa quase profissional, que dá gosto de ler, nos carrega no colo: simples, mas muito bem construída. Peguei só esse erro aqui:

    ▪ Você vai com essa roupa, Bianca *interrogação*

    💡 Criatividade (⭐⭐⭐): achei muito criativa essa abordagem do tema, uma das mais originais, pois resolve o problema complicado de adaptar a imagem, mas sem precisar dar muita volta (pois a imagem era cena de um filme).

    🎯 Tema (⭐⭐): como já disse, achei muito inteligente essa adaptação da imagem, com o homem e o javali sendo personagens de um filme adolescente. O legal é que, mesmo estando apenas no filme, a javalina continuou presente na trama.

    🎭 Impacto (⭐⭐⭐▫▫): o fim linear, sem surpresas, acabou deixando o texto com impacto baixo no final. Apesar disso, gostei bastante dos personagens e da premissa. Só esperava mesmo uma conclusão diferente.

    • Miss Javally
      22 de junho de 2017

      Olá Leo. Obrigada pelo comentário detalhado. Na verdade, Greg achou que Bia era uma prostituta. Numa das revisões eu cortei um trecho que deixava isso explicito e acho que acabou fazendo falta. Sobre o final, como o desfecho que eu escrevi ficou muito óbvio, acabei cortando e finalizando com a cena da foto, tentativa de um final com algum charme, que, na minha cabeça, remeteria os leitores do EC à foto do desafio. Não funcionou… Acontece. Grande abraço.

  9. Thiago de Melo
    22 de junho de 2017

    Olá Mis Javally,
    Gostei do seu conto. Achei que ficou bem interessante a forma como você transformou a foto tema do desafio em um enredo de filme. E gostei também da relutância do ator mais velho em participar de um filme com essa premissa (atuar com uma porca). Fiquei imaginando o que sentiu o ator da série Black Mirror, que teve que atuar simulando um ato sexual com uma porca… vish.
    Achei que os diálogos também ficaram muito bons, o momento do encontro entre a jovem e o ator ficou bem legal. Acho que eu preciso pegar esse jeito de escrever. Eu não imaginei que ela iria, a princípio, negar o convite do cara. Mas fez todo o sentido. Parabéns!

    • Miss Javally
      22 de junho de 2017

      Oi Thiago.Você é o primeiro leitor que cita a minha referência para o desenvolvimento do conto. Tentei escrever algo que provocasse uma sensação Black Mirror nos leitores. Muito feliz de que tenha gostado do conto em geral. Honrada com a frase “Acho que preciso pegar esse seu jeito de escrever.” Super elogio. Muito obrigada! Grande abraço.

  10. Sabrina Dalbelo
    21 de junho de 2017

    Olá autor(a),

    Primeiramente, parabéns pela imagem escolhida: o que são os pontinhos nos olhos? Demais!
    Segundamente (rsrsrsrs): eu achei o enredo da história muito fora do lugar comum do desafio. Ponto positivo também.
    Eu não imaginaria topar com o personagem do aviador, de mala na mão e acompanhado de javali(na) sendo um astro do cinema internacional traído pela petulância e vaidade, possivelmente em poses (im)publicáveis nas mais perversas redes sociais. Ficou muito criativo.
    Não vi erros de escrita.
    Agora – e infelizmente – teu conto não chegou a lugar nenhum, na medida em que não teve um fecho.
    Entende… poderia ter ido além, na minha opinião.
    Um abraço,

    • Miss Javally
      22 de junho de 2017

      Oi Sabrina. Muito obrigada pelo comentário, muito positivo, no geral. Sobre o desfecho, vamos lá, como ficou muito óbvio, eu desisti dele e tentei finalizei o conto com a foto, uma alusão à imagem do desafio. Mas acho que faltou dar mais pistas para os leitores. Minha saída acabou não funcionando. Lição aprendida. Vamos pra próxima. Grande abraço.

  11. Antonio Stegues Batista
    20 de junho de 2017

    Outro conto bem escrito mas com um enredo fraco e confuso. Parece trecho de uma história maior onde tudo tem uma explicação, aqui fiquei meio confuso sem saber as reais intenções da garota, se era só para tirar uma foto com o astro, não achei legal. O final ficou em aberto com muitas possibilidades que eu não consigo me decidir qual é. Infelizmente não tenho o dom para adivinhação…

    • Miss Javally
      22 de junho de 2017

      Olá Antonio. Pelo jeito você não gostou. De qualquer forma, obrigada pela leitura e comentário. Abraço.

  12. Rubem Cabral
    20 de junho de 2017

    Olá, Miss Javally.

    Resolvi adotar um padrão de avaliação. Como sugerido pelo EntreContos. Vamos lá:

    Adequação ao tema:
    Estão no conto todos os elementos da imagem-tema: homem, mala, javali.

    Qualidade da escrita (gramática, pontuação):
    Está bem escrito. Só notei alguns espaços em branco a mais, depois da pontuação.

    Desenvolvimento de personagens, qualidade literária (figuras de linguagem, descrições, diálogos):
    Os personagens foram bem definidos, dado o curto espaço disponível. Seja o velho, fosse a moça, ambos tiveram algumas camadas. Os diálogos foram bons, as descrições, simples, porém corretas.

    Enredo (coerência, criatividade):
    Achei a abordagem ao tema bem criativa. Enxergar a foto como uma cena de um filme fantástico foi diferente, e resolveu com facilidade o “problema” de encaixar tal cena insólita num enredo.
    Penso que somente faltou um pouco mais de história. A fã da Dorothy conseguiu o que quis, talvez irá vazar nudes ou chantagear o pobre, mas não houve tensão, ou uma história mais arrebatadora.

    Abraços e boa sorte no desafio.

    • Miss Javally
      22 de junho de 2017

      Olá Rubens. Muito obrigada pelo comentário atento, detalhado e bem positivo. Minha intenção com o conto foi muito mais fazer um comentário sobre a desorientação do mundo em que vivemos – futilidade, incomunicabilidade, cinismo – do que propriamente contar uma grande história.Grande abraço.

  13. Lee Rodrigues
    18 de junho de 2017

    Hi, miss!
    Então, “safadenha” essa moça! Rsrsr

    O apoio da Javalina para que o protagonista desse a volta por cima, me lembrou Rin tin tin. Achei que isso seria pano de fundo para uma trama mais corrosiva sobre as engrenagens que movem essa mítica fábrica de sonhos, dos atores que vivem esquecidos em suas mansões delirando com um retorno triunfal às telas.

    A inserção da ninfetinha não foi o problema; afinal sexo, fotos e escândalos parecem estar intrínsecos nessas películas. Mas, a mudança dos holofotes para o que findaria numa “rapidinha”, ofuscou tudo o que os primeiros parágrafos prometiam. Entenda, não foi a existência, foi a longa permanência. A antagonista não teve profundidade para sustentar a trama, por isso, talvez, tenha caído num lugar comum. Contudo, isso é apenas minha opinião.

    • Miss Javally
      22 de junho de 2017

      Olá Lee. A Bia não era uma safadinha, era quase virgem. Só que ela tinha um propósito. O problema é que o propósito era absurdamente fútil, como o de algumas garotas que as vezes me escandalizam. Sobre a profundidade da personagem, cortei alguns trechos que a aprofundavam (só um pouco, porque ela é rasa mesmo) depois que optei pelo rapaz efeminado, para quem sexo é uma banalidade, que a ajuda. Talvez tenha sido um erro. Obrigada pela leitura e comentário. Grande abraço.

  14. catarinacunha2015
    18 de junho de 2017

    Esquisitão esse título com um parêntese aberto no meio, mas eu gostei. INÍCIO com narrativa rápida e competente. Gostei também da premissa de uma javalina musa do cinema viajando no tempo com seu guardião. Muito mais interessante do que a trama da fã sem noção comendo o ídolo. A TRADUÇÃO DA IMAGEM foi bem criativa, pena que apenas como pano de fundo. O excesso de vírgulas incomodou minha leitura. Acho que isso é questão de gosto pessoal.
    Como o estilo é fluido e os personagens marcantes causou um EFEITO de quero mais. Da história do filme e não da fã com o velho; embora bem escrita.

    • Miss Javally
      22 de junho de 2017

      Olá Catarina. As vírgulas são mesmo um problema. Você é mais uma leitora que não gostou da pobre Bia. Pelo menos se divertiu com o Greg. Obrigada pela leitura e comentário. Abraço.

  15. M. A. Thompson
    18 de junho de 2017

    Olá!

    Usarei o padrão de avaliação sugerido pelo EntreContos, assim garanto o mesmo critério para todos:

    * Adequação ao tema: fraca.

    * Qualidade da escrita (gramática, pontuação): nada que eu tenha percebido ou comprometido a leitura.

    * Desenvolvimento de personagens, qualidade literária (figuras de linguagem, descrições, diálogos): muito bom, parabéns. Parece alguém que já debutou no mercado literário.

    * Enredo (coerência, criatividade): acima da média entre os participantes do Desafio, embora a relação com a imagem e o desfecho tenham deixado a desejar.

    De um modo geral foi um conto muito bom e valeu a leitura.

    Parabéns e boa sorte no Desafio!

    • Miss Javally
      22 de junho de 2017

      Olá Thompson. Não entendo isso de fraca adequação ao tema. No conto tem javali com destaque, tem homem maduro também com destaque, capas e óculos em profusão, cenário apocalíptico e mala. Fora isso, seu comentário foi muito positivo e eu fico feliz de que tenha gostado. Grande abraço..

  16. Felipe Moreira
    17 de junho de 2017

    Eu gostei do conto. Começou avassalador, com uma critica foda dessa esfera cinematográfica. Bem descrito e organizado, cada cena, trecho. Tem uma reviravolta interessante. Está de parabéns pelo trabalho.

    Boa sorte no desafio.

    • Miss Javally
      22 de junho de 2017

      Olá Felipe. Muito feliz de que tenha gostado. Muito obrigada pela leitura e comentário. Grande abraço.

  17. Victor Finkler Lachowski
    16 de junho de 2017

    Olá autor/a.
    Seu conto foi bem diferente, bem escrito e realista, apresenta ironia ao descrever o mundo de fama cinematográfico.
    A javalina e o aviador serem protagonistas de filmes e livros adolescentes foi uma ótima ideia, além disso, sua narrativa é excelente.
    Conto divertido e bem escrito, alguns trechos confusos e final um pouco em aberto finalizam o conto.
    Boa sorte no desafio e nos presenteie com mais obras,
    Abraços.

    • Miss Javally
      22 de junho de 2017

      Olá Victor. Obrigada pela leitura e comentário. Vejo que, no geral, você gostou. Fico feliz! Grande abraço.

  18. Andreza Araujo
    16 de junho de 2017

    Finalmente um texto diferente por aqui, haha. Achei bem criativo o enfoque que deu ao transformar homem e javali em personagens de filme, também apreciei a utilidade que deu para a mala. O meio do conto ainda é interessante, já o final é pouco impactante, mas ainda assim divertido. Narrativa convincente e fácil de ler.

    • Miss Javally
      22 de junho de 2017

      Olá Andreza. Que bom que gostou de encontrar um texto diferente em meio a tantos aviadores, cenário de guerra e javalis hábeis em estragar histórias. Obrigada pela leitura e comentário. Abraço.

  19. Cilas Medi
    13 de junho de 2017

    Os encantos da juventude, suas proezas e afirmações. Um bom conto, definido, integrado, de fácil leitura e compreensão. Atendeu ao desafio, com bastante clareza.

    • Miss Javally
      22 de junho de 2017

      Olá Cilas. Vejo que gostou e fico muito feliz com isso. Muito obrigada pela leitura e comentário.

  20. Brian Oliveira Lancaster
    12 de junho de 2017

    EGO (Essência, Gosto, Organização)
    E: Abordagem criativa. Acho que adequar o tema ao cinema foi o primeiro que vi por aqui. Mas chamar “portal” de bobagem é igual a “amigo menos um”. Mas, falando sério, gostei do tom cotidiano e atrevido do dia a dia de fãs inconsequentes. De início achei que seria uma releitura de Oz, depois entendi que era apenas uma referência. Claro que, seguindo o padrão da foto, seria um filme distópico, ou antigo. Senti uma alfinetada em Jogos Vorazes (que até tem uma trama política legal, mas estragada até a última gota no último filme).
    G: No geral me agradou, apesar de curto. Não mostrou as consequências, mas creio serem bastante óbvias – manchetes de jornais e etc. A essência está ali, apesar de aparecer melhor em uma camada secundária.
    O: Escrita tranquila, segura e fluente. O título me deixou intrigado, mas revela bem a faceta dos dois lados. Mas não seria sobre ‘velhos e moças’?

  21. Luis Guilherme
    10 de junho de 2017

    Oieee! Td em ordem por ai?

    Olha, digito muito mal no cel, então gostaria que relevasse os erros.

    Pra começar, o titulo é excelente! ! É, pra mim, un grande incentivo ver um titulo tão bom. Já tava curioso pra ler seu conto faz tempo.

    Por outro lado, achei o enredo um pouco fraco, e me frustrou um pouco. O titulo tinha mto potencial, e, talvez por gosto pessoal, não gostei do desenrolar.

    A história é ate criativa, mas nao me prendeu.

    A escrita ta muito boa e leve, eh divertida.

    Da pra ver que voce eh criativo, mas algo se perdeu no meio do caminho e acabou ficando meio agua com açucar.

    Concluindo: melhor titulo do desafio, tem criatividade e uma boa escrita, mas que me soou meio sem sal.

    Boa sorte e parabéns! !

  22. Gustavo Araujo
    10 de junho de 2017

    Emoções divididas aqui… O início, de tão bem escrito, e com uma proposta tão bem delineada, elevou minhas expectativas a níveis estratosféricos. Um velho ator que volta à ribalta, dando a volta por cima, uma fênix em todo o seu esplendor. Fiquei imaginando o que poderia surgir daí… No entanto, o rumo dado à história foi diferente, transformando a narrativa numa crítica à sociedade do consumo, dos heróis fáceis e descartáveis, da fama efêmera e fabricada. É um bom argumento, sem dúvidas, mas para mim, que esperava um embate, ou melhor, um discurso ainda que subliminar, sobre vida e morte, sobre velhos e moços, isso soou um pouco frustrante. Há méritos, em todo caso, culpa da escrita firme e segura, das palavras bem colocadas, dos bons personagens que surgem e das expressões bem sacadas espalhadas ao longo do texto. No entanto, não deixo de lamentar, aqui no fundo, que eu teria preferido algo mais filosófico, que descesse às profundezas psicológicas do nosso simpático protagonista. Egoísmo meu, claro. De todo modo, parabéns pelo trabalho.

  23. Givago Domingues Thimoti
    9 de junho de 2017

    Adequação ao tema proposto: Médio
    Criatividade: Foi bom ver um conto fora da curva. Bom
    Emoção: O impacto foi baixo. Ainda assim, destaco a escrita do conto como o grande ponto positivo. Para mim, fica claro que a autora (suponho) tem talento para a escrita.
    Enredo: O enredo é certinho e muito bem conduzido. Gostei do fato que você abordou o tema de livros/filmes dos jovens. Confesso que sinto uma falta da abordagem do assunto. Afinal, caso não fosse Harry Potter ou Percy Jackson, talvez eu nunca teria desenvolvido o gosto pelo livro.
    Gramática: Não encontrei nenhum erro.

  24. Afonso Elva
    9 de junho de 2017

    Os primeiros três paragrafos são muito bonitos, esperava mais. Depois o texto se resume a bobeira adolescente, apresentada de forma mais boba ainda. Um desperdício, realmente gostei muito dos três primeiros paragrafos.
    Forte abraço

  25. juliana calafange da costa ribeiro
    9 de junho de 2017

    O conto me empolgou no começo, achei inusitada e criativa a ideia de utilizar a imagem-tema no ambiente cinematográfico. A coisa do ator mais velho, tendo que se submeter a papeis que não gosta, só pra não ser esquecido; e, ao mesmo tempo, trabalhar com essa febre hollywoodiana de transformar Best Sellers em filmes para adolescentes.
    Mas pouco depois a trama se perde nesse mundo de jovens fanáticos por astros pop, “armações”, selfies etc. e aí ficou meio lugar comum, na minha opinião. A imagem-tema se perdeu na história e no fim das contas poderia ser qualquer outra imagem que não essa…
    A narrativa é boa, bem construída, apesar de ter umas frases muito grandes em alguns momentos, o q dificulta um pouco a leitura. Os personagens são todos muito superficiais e previsíveis, mas acho que foi essa mesma a sua intenção. Boa sorte!

  26. Priscila Pereira
    9 de junho de 2017

    Oi Miss, eu gostei bastante de como você transformou a imagem tema em um poster de filme… você escreve muito bem, conta a estória de um jeito bom de ler… mas… a trama é meio chata, me desculpe, o começo até que estava bem legal, mas aí… boa sorte!!

  27. Gilson Raimundo
    8 de junho de 2017

    O início foi bom, pensei que te avaria um confronto entre ator e javalina por ciúmes profissionais, mas se tratava de uma fã de cinema que se propôs a qualquer desafio para estar perto de sua estrela (javalina). Coitado do Greg, vai ter muita amolação futura com as fts da moça. Não gostei do rumo que a história tomou , o autor desvencilhou-se da imagem proposta assim que teve oportunidade, a usou apenas como desculpa.

    • Miss Javally
      8 de junho de 2017

      Olá Gilson Raimundo. Na verdade minha intenção ao finalizar o conto com uma selfie, foi fazer uma referência à foto tema do desafio. O conto inspirado numa foto termina com outra, tipo isso. Pelo jeito, não funcionou… Obrigada pela leitura e pelo comentário. Abraço!

  28. Jorge Santos
    7 de junho de 2017

    Conto sobre decadência no mundo do cinema, tema ele próprio muito usado no antigo cinema negro. O actor experiente mas sem trabalho é obrigado a aceitar um papel menor num filme do qual não gosta. E mais não digo, para não ser um “spoiler”. A linguagem podia ser mais cuidada, com alguns erros passíveis de revisão. A ideia está interessante, se bem que pouco criativa. O fim em aberto antecipa o fim da própria personagem. No mundo actual bastaria uma fotografia espalhada nas redes sociais para se acabar com a reputação de quem quer que seja. É esta, afinal, a minha leitura deste conto: o fosso de gerações, o contraste entre a qualidade da produção intelectual do passado e o imediatismo das produções actuais, muitas vezes vazias de conteúdo mas idolatradas pela juventude.

    • Miss Javally
      8 de junho de 2017

      Olá Jorge. Feliz com a sua leitura critica do meu conto. Ficaria agradecida se você apontasse os erros que notou. Obrigada pela leitura. Abraço.

      • Jorge Santos
        10 de junho de 2017

        “O principal assunto era A êxito estrondoso da película no Brasil”

        Além disso, há frases que podiam ser mais concisas.

  29. Iolandinha Pinheiro
    6 de junho de 2017

    Olá, Miss Javally! Olha, o seu conto estava bom e muito criativo. Um conto muito atual sobre imagem e exposição. Vc cria boas descrições e a gente consegue fazer dele um filme em nossa cabeça. A leitura é leve e rápida. O texto foi criativo no sentido de como vc trabalhou a imagem tema, mas a história em si é bem comum na vida real. Imagino que vc seja uma pessoa bem jovem, porque chamar um homem de sessenta anos de velho é um certo exagero. As pessoas de 60 de agora são muito mais joviais do que aquelas que tinham sessenta há trinta anos. Também não gostei de vc falar que a garota fedia a leite azedo, isso fez com que as cenas subsequentes a esta informação me passassem uma sensação de nojo. Também senti falta de emoção. O conto foi bem linear sem nada que me surpreendesse. Fora estes problemas, foi um conto eficiente e, como disse antes, a adaptação do conto à imagem foi uma das mais criativas. Parabéns pelo trabalho. Sorte no desafio. =)

    • Miss Javally
      8 de junho de 2017

      Olá Io-io. Você está muito enganada. Essa autora aqui está muito mais pra Greg do que pra Bia. Sobre a repulsa do velho pelo novo, foi proposital. Por fim, nojo também é emoção, das mais atávicas do ser humano, inclusive. Obrigada pela leitura. Beijo

  30. Marco Aurélio Saraiva
    6 de junho de 2017

    Um conto escrito de forma muito profissional!

    ===TRAMA===

    Muito boa. A história foi bem conduzida, com as mudanças de foco feitas de forma coerente e muito bem trabalhadas. O final foi bom, apesar de não ter o tom de “fechamento”, conferindo ao conto aquela sensação de que “havia mais para ser contado”, tão comum nos contos do desafio, onde há um limite pequeno de palavras. Mas este pequeno problema é eclipsado pela excelente trama e personagens interessantes.

    Outra coisa que achei um pouco estranha foi a “desculpa” para colocar o ator e a “javalina” no conto. O animal quase não aparece, podendo ser facilmente substituído por qualquer coisa. Poderia ser, inclusive, outro ator.

    ===TÉCNICA===

    Muito boa. Você escreve de forma segura e profissional, com uma narrativa muito clara, de fácil entendimento e, ainda assim, cheia de construções interessantes. Me senti lendo aquelas coletâneas de contos compiladas pelo George Martin: sua escrita não perde em nada para aqueles autores renomados.

    ===SALDO===

    Muito positivo!

    • Marco Aurélio Saraiva
      6 de junho de 2017

      Outra coisa: gostei da crítica aos livros infanto-juvenis e à máquina de dinheiro que é fazer filmes malfeitos baseados em livros que vendem bem. Colocar o ator neste dilema (o de aceitar um papel medíocre em troca de um bom pagamento) foi interessante, e deu muito mais personalidade a ele.

      • Miss Javally
        8 de junho de 2017

        Olá Marco. Feliz demais com seu comentário. Você é muito generoso em me comparar ao George Martin. Sou uma escritora muito esforçada e ver esse esforço reconhecido é muito bom. Abraço.

  31. Fátima Heluany AntunesNogueira
    5 de junho de 2017

    Bem construída esta sátira aos filmes hollywoodianos, às fãs fanáticas, aos best-sellers, às selfies, às preocupações com diferenças de idade, ao “ficar” tão fácil e facilitado, à valorização do “aqui/ agora”.

    A imagem do desafio não tem um objetivo específico no enredo; as descrições são exatas e os diálogos certeiros. Gostei do conto e me diverti com as artimanhas da jovem; não há um conflito intenso, mas a trama é interessante e a execução cuidada.

    É trabalho de qualidade. Parabéns pela participação. Abraços.

    • Miss Javally
      8 de junho de 2017

      Olá Fátima. Você percebeu quase todos os temas que eu pretendi comentar com meu continho. Muito obrigada pela leitura e comentário generoso. Beijo.

  32. Fernando Cyrino
    5 de junho de 2017

    Um conto agradável, uma história bem contada e que ficou bem narrada. O ator velho e decadente que aceita, depois de muita relutância, o papel para contracenar com Dorothy a javalina protagonista. Um enredo criativo e leve. Um conto bem redigido e fácil de se ler. Ficou bacana e bem cuidada, inclusive em relação ao idioma, a sua narrativa. Parabéns.

    • Miss Javally
      8 de junho de 2017

      Olá Fernando Cyrino. Obrigada pelo comentário. Honrada com sua observação sobre o cuidado com o idioma. Você é um dos escritores por aqui cuja elegância com o idioma mais admiro. Abraço.

  33. Jowilton Amaral da Costa
    5 de junho de 2017

    Achei o conto bom. Um texto bem escrito com uma estória pouco empolgante. Achei a narrativa boa. Quando os dois se encontram tudo acontece muito rápido, poderia ter cortado um pouco do início para poder trabalhar melhor esta parte, na minha opinião, claro. Boa sorte.

    • Miss Javally
      8 de junho de 2017

      Olá Jowilton. Foram as escolhas que fiz ao narrar. De qualquer forma, acho que a rapidez da cena dos dois contribuiu para o efeito de frivolidade que eu pretendi. Obrigada pela leitura e comentário. Abraço.

  34. Anorkinda Neide
    4 de junho de 2017

    Olá!
    Ahh eu me empolguei tanto com o começo…
    os filmes, a super estrela Dorothy! até mesmo Greg com sua resistência e depois seu sucesso, foram bem bacanas, achei bem original onde a imagem proposta pelo desafio te levou!! hehe
    Fiquei curiosa pra saber quais sao as peripécias deles no cinema, mas pra saber só assistindo, né mesmo?
    Mas, dae vc mudou o foco pra garota, que podia ser fã da javalina, tinha até a tatuagem, mas do Greg certamente a moça não era fã… e ela transou com ele somente para ferrar com ele com a divulgação da selfie.. uma clara crítica à moda ‘selfie’, ao vício em selfies e tudo o mais. Tá, ela pode nem ter tido noção do que isso viria a acarretar ao ator, mas se ela fosse fã mesmo, ela teria pensado, enfim.. uma pessoa fútil ao extremo, infelizmente, uma pessoa bem real.. rsrs (como diria minha avó: é o fim do mundo)
    mas, pq abandonar Dorothy e focar nessa pirigueti? fiquei triste…
    E, vou ter q falar…. nao gostei do tom depreciativo às pessoas velhas, sessenta anos nem é tao velho assim nem tao murcho hahaha longe de ser politicamente correta, senti um preconceito aí e minha alma aquariana já gritou!
    pq uma coisa é criticar a moça por ser fútil e tola, outra coisa é criticar a pessoa por ser velha, afinal, ela nao tem opção ou se fica velha ou morre antes, ou seja, ser velho é um privilégio negado a muitos.
    No mais seu texto é bom, o enredo mesmo é q me decepcionou
    Boa sorte e abração

    • Miss Javally
      8 de junho de 2017

      Olá Anorkinda! Bom, pra começar, não sei nem se essa garota vai publicar a foto. Acho que elá é tão tola que só queria satisfazer o ego com a selfie. Sobre o velho, não depreciei, não. Apenas realismo o contraste entre a pele de um homem de 60 e uma garota de 17. Minha intenção ao dizer que ele preferia uma mulher de 30 foi dar-lhe dignidade. Mas infelizmente, o mundo é dos jovens, tolos ou não. Muito obrigada pela leitura e comentário gentil e atento.

  35. Lucas F. Maziero (@lfmlucas)
    4 de junho de 2017

    Sobre o título, eu tiraria o ‘Sobre velhos e moços’, pois não tem muito a ver com o conto. Sobre este, achei a ideia razoável: vemos a figura do homem caracterizada por Greg, e a javalina. Portanto, está adequado ao tema. Aqui não há nenhum elemento fantástico, o conto talvez se enquadre no gênero Chick-lit, salvo terrível engano de minha parte.

    Nada de novo no mundo cinematográfico, temos aqui um ator e uma garota que é sua fã e tenta a sorte para ficar com ele. Talvez aqui o título passe a fazer um pouco mais de sentido, porém, o diabo está nos detalhes, mas é coisa ínfima: na história, é Greg que, afinal, acaba se interessando por Bianca; e é o detalhe da idade que destoou, pois ele afirma que preferia uma mulher mais velha, enfim. Bianca é atirada, mas Greg mesmo assim não perdeu a oportunidade, sendo ela jovem.

    Parabéns!

    • Miss Javally
      8 de junho de 2017

      Olá Lucas. Gostei da sua leitura. Greg e Bianca se divertiram, cada um conseguiu o que queria. Obrigada pelo comentário. Abração.

  36. Ana Monteiro
    4 de junho de 2017

    Olá Miss Javally. Gostei muito do seu conto que me soou fresco e jovem. Relativamente à avaliação, vamos lá. Gramática: vai muito bem, sem erros nem sobressaltos. Criatividade: muita. A história é simples mas muito original, tanto que ainda vou a meio das leituras e não me parece que vá encontrar nada de semelhante ao seu conto; Adequação ao tema: perfeitamente adequado ao tema; Emoção e enredo: a emoção perde a favor do enredo. O enredo é simples mas largo e com muita ação, a emoção da menina para conseguir o que pretende é pouco para lhe dar um lado emocional. Enquanto leitora gostei. Li uma história leve, bem escrita e montada, despretensiosa e bem-disposta. O fecho foi um bocadinho seco. Boa sorte no desafio.

    • Miss Javally
      8 de junho de 2017

      Olá Ana Monteiro. Gostei do seu comentário sobre emoção e enredo. Há de fato uma opção pela ação e concordo que poderia ter dado mais densidade emocional à garota, além de futilidade e nervosismo, sem prejuízo do enredo. Gratíssima pelo comentário valioso. Abraço.

  37. Roselaine Hahn
    3 de junho de 2017

    Olá Miss Javally, gostei do seu conto, no geral. Está bem escrito, escrita fluente, acho que vc. deveria arriscar nos novos gêneros young adult e new adult, mas com mais pretensão. Acho que dava para estender a história, havia espaço para trabalhar mais os personagens; a questão da velhice e da juventude, que era a temática do conto, ficou na superfície. A questão da imagem tema ficou em segundo plano. Gostei dos diálogos para convencimento do ator a contracenar com a porca. Ah, e parabéns pelo uso da expressão “estada” corretamente, já li até em jornais o uso indevido de estadia. Goa head! abçs.

  38. Evandro Furtado
    3 de junho de 2017

    Olá, autor. Sigamos com a avaliação. Trarei três aspectos que considero essenciais para o conto: Elementos de gênero (em que gênero literário o conto de encaixa e como ele trabalha/transgride/satiriza ele), Conteúdo (a história em si e como ela é construída) e Forma (a narrativa, a linguagem utilizada).

    EG: Fica difícil encaixar o conto em alguma categoria, o que, em si só, não é um problema. A questão maior aqui é: sobre o que o conto fala? Parece uma mera história de cotidiano sem propósito maior, uma cena de meio de temporada de novela.

    C: A história é decente diante do que propõe. Mas, talvez, proponha muito pouco. Mesma a questão velho/novo, que poderia ser tirada como o centro do enredo, não é bem desenvolvida o suficiente para ser encarada como o cerne do conto.

    F: A narrativa é bem construída, com diálogos competentes e descrições precisas. A escolha da terceira pessoa no passado faz sentido diante do contexto.

    • Miss Javally
      9 de junho de 2017

      Olá Evandro. Você tocou em um ponto importante no seu comentário. A categorização do gênero é sempre um problema no que escrevo. Meus valiosos leitores beta sempre chamam atenção para isso. Obrigada pela leitura e comentário. Abraço.

  39. Jose bandeira de mello
    1 de junho de 2017

    Um conto.leve, aparentemente sem grandes pretençoes, e gostoso de ler. O tema abordado esta colocado como uma citaçao e nao como açao propriamente dita. Senti um pouquinho.certa falha na linha de conduçao do protagonista quando, segundo o autor (a), trata-se de um artista que nao restribue aos assedios das fas e, no entanto, vai a vias de fato.com a.primeira periguete.que o aborda da forma.mais cliche possivel. Achei o texto.muito bem escrito para o que se propoem. Adorei le-lo. Desejo-lhe sorte e sucesso.

  40. Neusa Maria Fontolan
    1 de junho de 2017

    Mas que menina safada! Bem… ela conseguiu o que queria, ponto pra ela. O conto é bom, está bem escrito e de fácil entendimento.
    Parabéns
    sucesso no desafio.

  41. Vitor De Lerbo
    31 de maio de 2017

    Um conto bem escrito, leve e tranquilo de se ler.

    Interessante a maneira com que a imagem foi abordada aqui. Intencionalmente ou não, no começo do conto achei que teríamos uma homenagem a’O Mágico de Oz.

    A história flui bem e retrata algo muito real na juventude: a inexistência de limites para se tirar a “selfie perfeita” – além da idolatria incondicional e irracional que muitos e muitas jovens nutrem por seus ídolos, que, na maior parte das vezes, nem se importam com esse sentimento.

    Boa sorte!

  42. Evelyn Postali
    31 de maio de 2017

    Oi, Miss Javally,
    Gramática – Não vi problemas na construção das frases e do texto de uma maneira geral. Está bem escrito.
    Criatividade – Diferente dos outros contos que li. Esse conto é leve e a leitura é agradável.
    Adequação ao tema proposto – A imagem do desafio está bem diluída, a ponto de eu perguntar a mim mesma qual é o propósito da imagem dentro do todo.
    Emoção – Eu gostei de ler o conto. Não tem o mesmo impacto que um conto dramático, cheio de conflitos visíveis e intensos, embora, nesse conto, os conflitos estejam presentes nas entrelinhas.
    Enredo – Começo, meio e fim um pouco aberto e, para mim, um pouco previsível. A trama é boa, a condução também.
    Boa sorte no desafio.
    Abraços!

  43. Milton Meier Junior
    30 de maio de 2017

    um conto bem escrito e bem criativo na inserção da imagem proposta pelo desafio. dito isso, não me cativou muito. a história é bem contada, mas não me causou impacto. mas isso é completamente pessoal e não muda o fato de que o/a autor/a escreve bem. boa sorte.

  44. Sick Mind
    28 de maio de 2017

    A princípio, achei um pouco ingênuo a maneira como os acontecimentos se dão. Mas aí entendi que é o estilo próprio do autor(a).

    O primeiro parágrafo começa bem, mas a explicação sobre a popularidade do filme não me desceu mto bem. A cena da garrafa d’água ficou mto rápida, os diálogos ali poderiam ter dado algo a mais para fisgar o leitor.
    Sequer há tempo para um flerte após a garota sair do banheiro. E final me pareceu um tanto abrupto. O que me incomodou nisso foi que o autor(a) ainda tinha 548 palavras para desenvolver o conto (segundo meu contador do Word).
    A adequação ao tema, o ponto mais criativo da história, ficou um pouco apagado depois do início do conto. Há um espaço duplo aqui, um ponto entre espaços ali, mas a gramática parece legal.

  45. angst447
    25 de maio de 2017

    Olá, autor, tudo bem?
    O título do conto só dá uma leve ideia do que o enredo pode nos trazer.
    O tema proposto pelo desafio foi abordado de maneira criativa, o que pode não contentar a todos.
    O ritmo da narrativa é muito bom, acelerado pelos diálogos e a ação trabalhada. A leitura flui fácil e prazerosa. Escolha de trama bem leve e juvenil.
    Não encontrei falhas na sua revisão, talvez uma ou outra vírgula a ser repensada.
    Um conto que é puro divertimento.
    Boa sorte!

  46. Olisomar Pires
    25 de maio de 2017

    Tema: Adequação inexistente.

    Criatividade: normal. Ator decadente aceita papel em filme que faz sucesso. Fã adolescente o seduz.

    Enredo: As partes está conectadas para o que o texto propõe.

    Escrita: não notei erros que prejudicassem a trama.

    Impacto: baixo.

    • Olisomar Pires
      25 de maio de 2017

      * As partes estão conectadas.

    • Miss Javally
      26 de maio de 2017

      Sr Olisomar,

      Miss Javally chora sentindo-se incompreendida…

      Está triste porque o senhor não viu na história que ela contou um filme e três livros que têm como personagem o homem maduro de capa e óculos segurando uma javalina de um lado e levando uma mala, (que funciona como um portal, Greg explica, na segunda parte) no outro braço, ou seja, a imagem objeto do desafio.

      Miss Javally esforçou-se para fugir de obviedades e refrescar o leitor em sua tarefa de ler e avaliar tantos contos sobre a mesma imagem. Por trás da história frívola, mas crível, tentou dar pistas sobre o outro tema do conto: a desorientação do mundo em que vivemos, nós e os personagens. Nós, inclusive, os que interrompemos nossas vidas para a tarefa igualmente frívola de narrar e ler histórias sobre javalis.

      Miss Javally escolheu terminar o conto com uma imagem que é uma espécie de paródia da imagem do desafio, ao invés de narrar um desfecho óbvio.

      Miss Javally sente-se um pouco envergonhada por estar explicando, acha que talvez esteja no certame errado e começa a pensar em abandoná-lo.

      Miss Javally chora….

      • Ana Monteiro
        26 de maio de 2017

        Olá Miss Javally. Ontem, na página do grupo afirmei que só postaria os restantes comentários no final e mantenho essa intenção. Por esse motivo esta intervenção aqui não tem como finalidade falar sobre o seu conto (que já li) e cujo cometário será publicado no mesmo dia que todos os restantes em falta.
        Não, nada disso. Apenas tenho dificuldade em aceitar que um/a autor/a se sinta tão mal com uma crítica. Você é pessimista? Então e as críticas boas que ficaram para trás? não contam? Abandonar o desafio?
        Por favor. Estamos aqui para isso mesmo: ser criticados e encontrar ferramentas que nos permitam evoluir e ser melhores. E também para ouvir alguns elogios, claro está e participar nesta jornada coletiva tão saborosa.
        Por isso, cabeça pra cima e coragem para todas as críticas boas e más que ainda vai receber. Aproveite ao máximo o que puder de cada uma delas.
        Por fim, apenas um alerta: no dia, se ele chegar, em que toda a gente achar que você tem muito valor e em que ninguém se lhe mostre adverso, cuidado! Fuja de si mesmo/a. Algo de muito errado se estará a passar consigo.
        O meu comentário, disse-o no início, chegará no final. E será apenas mais um. Ânimo a boa sorte!

      • Olisomar Pires
        26 de maio de 2017

        Olá… sim, notei a menção à imagem-tema nos livros que originam o filme.

        Entretanto, poderia ser qualquer outra imagem sem que isso prejudicasse o restante da narrativa.

        Não houve vínculo, pois o tema do desafio não foi tema desse conto, no meu modo de ver. Não sei se me entende.

        O texto está bem escrito, é um pouco triste pelo cinismo apresentado dos personagens: um continua tolo, apesar da idade e o outro, uma jovem tola.

        Uma boa idéia para um conto e tem seu valor, só não vejo que o tema foi obedecido e esta é a opinião singela de um leitor.

        Em todo caso, boa sorte.

  47. Ricardo Gnecco Falco
    24 de maio de 2017

    Olá autor/autora! 🙂
    Obrigado por me presentear com a sua criação,
    permitindo-me ampliar meus horizontes literários e,
    assim, favorecendo meu próprio crescimento enquanto
    criativa criatura criadora! Gratidão! 😉
    Seguindo a sugestão de nosso Anfitrião, moderador e
    administrador deste Certame, avaliarei seu trabalho — e
    todos os demais — conforme o mesmo padrão, que segue
    abaixo, ao final.
    Desde já, desejo-lhe boa sorte no Desafio e um longo e
    próspero caminhar nesta prazerosa ‘labuta’ que é a arte
    da escrita!

    Grande abraço,

    Paz e Bem!

    *************************************************
    Avaliação da Obra:

    – GRAMÁTICA
    Muito boa. Nada encontrado no texto que me atrapalhasse a leitura.

    – CRIATIVIDADE
    Da história em si, mediana. Mas, da história aqui neste Certame, achei bem criativa, sim. Fugiu completamente do estereótipo dado por 97% dos autores daqui para a imagem tema. Parabéns!

    – ADEQUAÇÃO AO TEMA PROPOSTO
    120% (dou 20% de ‘crédito’ para todos autores que se permitiram o afrouxar da corrente presente na foto temática). Tem javali (javalina, fofucha) óculos na telona do cinema e bolsa, além de tudo mais que a imaginação permitir para os momentos ‘chafurdosos’ ocorridos dentro daquele quarto de hotel.

    – EMOÇÃO
    Imersão. Uma história bem contada e que tem o poder, talvez por sua notória leveza, de fazer com que o leitor embarque na trama, como se estivesse assistindo a um filme.

    – ENREDO
    Menina levadinha que decide brincar de porquinho…

    *************************************************

  48. Olá, Miss Javally,
    Tudo bem?
    Você criou uma história completamente crível. Uma brincadeira com filmes que partem de best sellers internacionais e viram febre no Brasil (e no mundo).
    Você tem o dom de trazer seu leitor para dentro da história de uma maneira bem legal. Realmente “assisti” ao filminho com o astro. Em meu cenário, ele estava hospedado no Copacabana Palace, onde surge sua jovem fã. Deu até para ver o rosto da fã e tudo o mais.
    Quando lemos um conto com pseudônimo, também, tentamos “ler” o autor. Estamos em um desafio, então, ficamos imaginando se o autor é homem ou mulher… Não sei responder a essa questão, embora creia que você tem talento para contos femininos e sensuais.
    Sobre o final, se por um lado não sei se a solução encontrada foi a melhor (estou falando de gosto pessoal), por outro entendo que o desfecho ficou aberto para se imaginar a derrocada do pobre astro, já velho, decadente e agora vítima do ridículo nas redes sociais com as fotos se espalhando de modo viral. O pobre personagem foi punido por aceitar o papel em um filme protagonizado por um javali, ou por fazer sexo com uma adolescente? Não ficou muito claro para mim. Embora, talvez o título nos dê uma pista.
    De qualquer maneira esse se saiu um conto Chick-Lit, com o propósito de divertir. E para mim, funcionou.
    Parabéns por seu trabalho e boa sorte no desafio.
    Beijos
    Paula Giannini

  49. Fabio Baptista
    22 de maio de 2017

    Primeiro javali, ou melhor… javalina… sabrinesca!

    Olha, sendo bem sincero: eu não entendi muito bem. As transições de cenário ficaram um pouco confusas e não saquei muito bem qual era o plano da menina. Só tirar umas selfies e postar no Face? A última frase deixa impressão que ela vai fazer algum tipo de maldade, acabou que o final ficou naquele esquema “aberto demais”.

    O último trecho do conto é o melhor… tão bem descrito que chegou até a dar uma animada nesse final de domingo chuvoso hauahua.

    Abraço!

E Então? O que achou?

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Informação

Publicado às 20 de maio de 2017 por em Imagem - 2017 e marcado .