EntreContos

Literatura que desafia.

Antiga Jornada (Olisomar Pires)

O javali  é  o  lobo  do  homem:  quem  domina  o  javali,  domina o mundo.

Na principal entrada da cidade, sobre o grande arco que guardava o pesado portão de madeira e ferro, vivia esta inscrição muito bem estampada e impossível de não ser vista, mesmo a longa distância.

           Logo acima da escrita, fulgurava imensa gravura, em alto relevo, representando o rei acompanhado de portentoso animal, ambos usando armaduras magníficas de guerra e desfilando, altivos, num impressionante descampado pós-batalha, repleto de crânios e cadáveres.

Há muito tempo, um ascendente da atual realeza, depois de massacrar amigos e inimigos – por prazer ou astúcia – trouxe para seu castelo e instalou ao lado do trono um formidável animal, espécime de rara ferocidade, com presas exuberantes e ameaçadoras, sempre limitado por correntes, mas aparentemente submisso a seu senhor.

Este monarca mandou cunhar sua linha de governo e visão do mundo em pedra e desde então, isso era lei.

Durante algum tempo, é claro, muitos ousaram desafiar a predição. Foram dizimados por estratégia de guerra e habilidade. Com o passar lento das eras, distribuição farta de almas para outros mundos e o aumento rápido das lendas, a quimera se tornou concreta. O medo nem era motivo de discussão, cristalizou-se nos corações.

Os descendentes foram se aprimorando. As bestas, sendo substituídas, moldadas e treinadas, sempre maiores e mais brutais enquanto a nobre corte se fortalecia e o povo, deixado à míngua.

Tamanha ficou a crença no poder dominante que, anualmente, era realizado grandioso evento, onde qualquer um poderia desafiar a autoridade suprema numa luta individual de armas contra Sua Majestade, se abatesse seu animal primeiro, bem dito.

           Esse desafio festivo foi batizado Encontro Real.

Geralmente, apenas os desesperados da vida ou aqueles condenados à morte por um crime ou outro, é que ousavam entrar na arena.

O espetáculo era sangrento e ressoava sempre com a vitória do selvagem sobre a pobre carcaça do desafiante. Não havia virtude nessa luta. A cada ano, a multidão urrava mais e se comportava num crescente desvario, numa sede de tragédia sem explicação, contida duramente a ponta de lança e espada.

O poderoso líder assistia impávido a seu “monstro” destroçar aqueles arremedos de gente enquanto constatava o pavor nos olhos das pessoas, estivessem elas distantes ou próximas.

Contam que certa vez, um dos ministros mais importantes fez a seguinte pergunta, num momento ébrio de pensar:

– Vossa Majestade, o que aconteceria realmente, se por acaso um desses infelizes vencesse sua fera? – disse incauto, sorrindo. A pergunta feita em público.

Calmamente então, o rei se aproximou do subordinado, desembainhou o punhal que tinha à cinta e o enterrou no peito do notável, dizendo:

– “Isso” aconteceria, ministro.

Antes mesmo do corpo cair com a lâmina ainda presa em si, o autor já se retirava do ambiente. Essa era uma questão para a qual ele não pensava, nem queria, outra resposta.

Neste ano não seria diferente e os preparativos para a matança estavam bem avançados.

           O Dominador (título honorífico predileto do monarca) gostava de conhecer todos os detalhes. Para tanto, investigava quaisquer inscritos, inclusive o insólito viajante que se atreveu a tanto.

Esse estranho (nas palavras reais) havia aportado na cidade há poucas semanas. Era magro, de certa idade, barba por fazer. Exceto por suas vestimentas, que logo o denunciavam como intruso, passaria por homem trivial.

              À entrada, os guardas o interrogaram sem interesse:

– Alto – disse a vigilância – Qual seu nome, de onde vem e o que pretende?

– Venho de tempos e locais diversos, procuro a verdade do Encontro Real, chamo-me Darta – respondeu, sem medo na voz.

– Não traz bagagem ou armas? – insistiu por rotina, o soldado.

– Ainda não, talvez somente essa bolsa e uma mala que deixei escondida na floresta – disse sério.

Os guardas, após essa fala confusa, consideraram-no mais um estúpido das festas vindouras e deixaram-no ir adiante sem grande preocupação.

Darta hospedou-se no primeiro local disponível e saiu às ruas em busca de melhores elementos sobre o desafio.

          Não havia lugar mais rico para se informar do que a grande feira da cidade. Tudo era motivo de assunto. Ele se aproximava de cada grupo, fosse pequeno ou grande. Ouvindo e anotando. Fez isso seguidamente.

Estava se tornando conhecido no local, quando decidiu expressar opinião durante acalorado embate a respeito das mentiras, fome e violência do reinado:

– Vocês todos tem medo de um porco? – perguntou com estudado assombro.

O silêncio foi visceral. E Darta continuou:

– Sim, pois nos últimos dias em que aqui estive, ouvindo todos, tudo que tenho escutado é o mantra: “quem domina o javali, domina o mundo”. Ora, o javali é um porco, não é? Talvez grande, mas continua porco. Vocês temem e seguem, na verdade, um porco comandado por outro, não sei em qual ordem – o rosto dele estava serenado.

– Forasteiro – disse um ancião de grave semblante – bem se vê que você não entende o mal. Suas palavras, em minutos, brotarão nos ouvidos do rei. Em algumas horas você estará enforcado. Eu posso denunciar sua morte, pois sou velho e velhos são mortos que falam. Sua boca o condenou. Fuja, talvez haja tempo – encerrou a fala, o idoso.

– Fugir por medo não é viver. Não receio porcos. Vocês também não, talvez tenham esquecido. – retrucou calmo – Mas não se preocupe, meu bom senhor. Sou precioso para a encenação grotesca lá deles. Há muito, inscrevi-me para o Encontro Real. Tenho privilégios, conforme a regra – anunciou Darta sob o olhar ainda mais incrédulo dos ouvintes.

O velho tornou a pronunciar:

– Seu privilégio final será uma morte horrível, por isso concedem a breve ilusão da liberdade – não houve risos ante a covardia dos fatos.

No palácio, os informantes transmitiram integralmente os detalhes da reunião na feira, principalmente a ofensa ao seu líder.

– Esse reles sujeito chamou-me porco comandante de outros? – gritou, surpreso, o Dominador – pois que seja o primeiro a enfrentar nossa fome – olhava fixo para o nada – vigiem de perto, caso ele sofra um súbito arrependimento – disse por fim.

Nessa noite, Darta se recolheu cedo. Depois de tanto coletar dados, mediu, calculou e pesou seu único trunfo contra a força que enfrentaria.

Na manhã seguinte, despediu-se da estalagem e foi para o grande teatro montado para a diversão das massas. Durante todo o trajeto percebeu que era seguido pelos guardas reais, os quais não se escondiam, em absoluto.

Àquela altura, sua fama já tinha contagiado a cidade e muitos queriam ver o homem que insultara o nobre soberano, mesmo sabendo que aplaudiriam seu extermínio em seguida.

Darta chegou ao Encontro levando consigo apenas sua bolsa a tiracolo.

– Por aqui – disse-lhe um oficial bem sorridente – você é o prato de entrada – e o conduziu por um túnel ao subterrâneo do imenso estádio. Às suas costas uma sólida porta fora cerrada.

Ao nível do chão, a festa corria movimentada. Gritaria e brigas, bebidas e pessoas se espremendo nas arquibancadas circulares que davam visão ao grande centro e à tribuna onde estavam o monarca e sua numerosa corte.

As trombetas soaram anunciando a fala principal.

– Povo da minha terra, terra de meus ancestrais – muitos se calavam ou eram calados a contragosto – escutem a sabedoria: O javali é o homem do lobo, quem o domina, domina todos – o rei floreava seu brasão e a multidão entendia – vocês são meu mundo!

Em suas mãos, uma bela taça com vinho.

– Hoje – continuou ele – nos reunimos para celebrar essa verdade. Quem dominará o javali? Novamente, saberemos. Que se inicie a disputa. Soltem o predador e sua presa – dito isso, cuspiu no cálice e o atirou ao solo.

As ovações foram histéricas. Tiras de tecido vermelho caíram em linhas retas por todo canto. O som dos bumbos e cornetas ditava a cadência da platéia.

Então uma elaborada grade baixou e um homem estranhamente trajado, como se estivesse com bastante frio, surgiu. Trazia sobre os olhos, lentes escuras protetoras, além de boca e nariz tapados com pano. Seus pés estavam bem calçados. Apesar disso, os freqüentadores da feira o reconheceram como o curioso atrevido; os demais também assim deduziram e, animados por sua ousadia, começaram a gritar:

– Quem tem medo do porco?  Quem tem medo do porco?

O monarca ficou branco como o algodão vindo das terras distantes. Ordenou que liberassem a fera imediatamente. Queria abafar em sangue, os gritos.

Darta estava no centro da arena e olhava diretamente para o suserano. “Pobre e ridículo tolo”, pensou.

Quem tem medo do porco?”, ele ouviu o público gritando: –  continuem – pediu em baixa voz.

Porém, a gritaria estacou quando o javali veio ao campo de combate. Movimentou sua enorme cabeça de um lado a outro, lentamente, olhando todo o estádio, sugerindo um cumprimento macabro aos presentes.

          Havia saliva escorrendo de sua boca, formando poças no terreno abaixo de seu queixo. Seus pelos duros estavam eriçados e brilhavam, parecendo polidos à mão. Adornos de metal trabalhado enfeitavam seu peito e pernas musculosos.

            A população nunca havia visto esse animal. Era gigantesco. Talvez duas vezes maior que o do ano passado e mesmo esse já era enorme.

Darta sentiu um gelo cortante na espinha. Não havia previsto um bicho tão grande. E se arrepiou mais quando notou que o rei  lhe apontava algo. E era sua mala. A qual estava (ou deveria estar) abrigada na floresta.

Desde quando …?”, “Será que ele sabe?” perguntou a si. “Não interessa agora, lá vem o gigante”, concluiu ao sentir a vibração em seus pés.

Alheio a dúvidas, o javali fez o que lhe foi ensinado: correr para matar assim que estivesse livre.

           Darta viu a areia ser jogada ao ar pelas patas do animal. Levou a mão ao bolso, puxou um pequeno pote e o abriu de um só golpe.

Embora seus movimentos tivessem sido rápidos, o ser mítico já estava quase em cima de si. Darta não teria outra chance. Na confusão do ataque, ele se desviou o suficiente, não sem antes arremessar o conteúdo do recipiente no focinho da fera, que o respirou praticamente por inteiro. Era um pó esverdeado e seco.

Como o animal havia errado o primeiro bote a velocidade intensa, levou muitos metros até parar completamente e se reposicionar para novo ataque.

Darta esperava que o discreto artifício químico lançado fosse o suficiente, caso contrário, não voltaria para sua família jamais. Ele baixou o lenço que protegia seu rosto.

– Mate-o agora – grunhiu colericamente o rei.

O animal balançou a cabeça algumas vezes, talvez firmando a mira, e se atirou ao encontro de sua vítima.

Não se ouvia palavra.

Os olhos fechados de Darta não viram de pronto, mas o bruto, após reiniciar com vontade, desanimava a cada passo, até chegar trôpego para se deitar aos seus pés, em sacrifício.

O javali estava dominado.

Por alguns instantes, as pessoas não compreenderam o que tinha acontecido. O rei sim, mas quando tentou outro refúgio, sua prodigiosa, assustada e curiosa comitiva, involuntariamente, o atravancara.

Então começou devagar. Alguém sozinho lembrou, em voz,  para si mesmo:

– Quem tem medo do porco?

Outras pessoas ouviram e repetiram:

– Quem tem medo do porco?  

Até que uma voz de trovão explodiu e foi ouvida por muitos e muitos quilômetros:

– O porco está morto. Matem o porco!

A turba também solta de suas algemas correu a beber todo o sangue que pudesse.

          Darta só conseguiu procurar sua mala depois de muito tempo. Encontrou-a debaixo dos escombros do trono. Dentro dela, poucos livros, sua missão e os instrumentos necessários para o retorno a sua terra. Estava suja, mas intacta.

Nem tentou abri-la. Sua arrogância me salvou”, disse sozinho.

Ao sair pelas ruas incendiadas da cidade, ele se deparou com um javali-filhote, um dos muitos considerados intocáveis até então. Para evitar que fosse apenas mais um assado, passou-lhe uma corrente ao pescoço e sem ser incomodado por ninguém, partiu para iniciar sua viagem de volta.

         Entrou na floresta com sua mala, sobretudo de couro, capuz, óculos escuros e o dócil animal ao lado.

Iria libertá-lo em breve.

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92 comentários em “Antiga Jornada (Olisomar Pires)

  1. Daniel Reis
    23 de junho de 2017

    (Prezado Autor: antes dos comentários, alerto que minha análise deve se restringir aos pontos que, na minha percepção, podem ser mais trabalhados, sem intenção de passar uma crítica literária, mas uma impressão de leitor. Espero que essas observações possam ajudá-lo a se aprimorar, assim com a leitura de seu conto também me ajudou. Um grande abraço).

    Antiga Jornada (John Titor)

    ADEQUAÇÃO AO TEMA: tem adequação, no último momento aparece a cena. Parece o Sean Connery em Hobin Hood. Ou o Luke Skywalker no ultimo Guerra nas Estrelas.

    ASPECTOS TÉCNICOS: a premissa medievalista/Game of Thrones é interessante, terreno fértil para desenvolver uma história como a proposta. No entanto, me parece que determinados elementos (como o aviso do ancião, os gritos da multidão, etc.) são bastante convencionais. Faltou ousadia – e motivação ao personagem principal, a meu ver.

    EFEITO: bom resultado, ainda que limitado pelo campo escolhido para semear a história.

  2. Felipe Moreira
    23 de junho de 2017

    O texto começa forte, eleva-se de tal maneira que encanta os olhos. A gente vai mergulhando na narrativa dessa antiga jornada, parece crucial entender os acontecimentos. Parece ter deixado uma ou outra ponta solta. Mas a única ressalva é que talvez algumas cenas construídas tenham sido descritas demais, acho que o impulso da narrativa era o bastante, porque ela é bem imagética por si mesma.

    De qualquer maneira está de parabéns, é um bom conto. Adoro ler aventuras que sejam ambientadas assim. Imaginei um cenário bem avançado da Era do Bronze.

    Boa sorte no desafio.

    • John Titor
      23 de junho de 2017

      Obg pelo comentário, Felipe.

  3. Leo Jardim
    22 de junho de 2017

    Antiga Jornada (John Titor)

    Minhas impressões de cada aspecto do conto:

    📜 Trama (⭐⭐⭐▫▫): gostei da ambientação e da história contada. A confiança de Darta torna ele uma espécie de badass daqueles que torcemos. Faltou, pra ficar melhor, explicar os motivos dele fazer o que fez. Criar um background melhor para o protagonista ia fazer com que torcesse ainda mais por ele.

    📝 Técnica (⭐⭐⭐▫▫): achei bastante boa, uma narração eficiente, boa descrição de cenas, fiquei realmente imerso no texto. Anotei, porém, alguns erros enquanto lia:

    ▪ bem dito (bendito?)

    ▪ apenas os desesperados da vida ou aqueles condenados à morte por um crime ou outro *sem vírgula* é que ousavam entrar na arena.

    ▪ Alto – disse a vigilância *ponto* – Qual seu nome (dê uma olhada nesse artigo: http://www.recantodasletras.com.br/artigos/5330279)

    ▪ freqüentadores (sem trema)

    💡 Criatividade (⭐⭐▫): temos histórias de monarcas cruéis e forasteiros que os destronam aos montes. O torneio do javali e a forma convivente como ele foi vencido deram personalidade a esta.

    🎯 Tema (⭐⭐): está adequado, embora eu não tenha entendido muito bem a função da mala. Nela estava o segredo do pó que ele usou contra o javali?

    🎭 Impacto (⭐⭐⭐▫▫): gostei do texto, me diverti enquanto lia, preso que estava à narrativa, mas acho que o fim, após a morte do suíno, o conto perdeu um pouco da força dramática, principalmente por ter citado bem tarde a família dele. Fiquei pensando: o que o levou a isso? E a dúvida me frustrou um pouco.

    • John Titor
      23 de junho de 2017

      Obg pelo comentário, Leo.

      É “bem dito” mesmo, ou seja, “frise-se”, “fique marcado”.

      A outra coisa que vc apontou é a função da mala.

      Este pequeno trecho a explica:

      “Dentro dela, poucos livros, sua missão e os instrumentos necessários para o retorno a sua terra”.

      Valeu !

  4. Andreza Araujo
    22 de junho de 2017

    Foi uma leitura bem interessante, me prendeu. Por outro lado, algumas coisas não ficaram completamente transparentes pra mim. O que tinha na mala de tão relevante para que pudesse destruí-lo caso o rei a abrisse? E de onde ele veio, afinal, tipo, qual era sua real intenção? Porque ele veio de longe (suponho) apenas para derrotar o rei e seu javali, não sei se entendi exatamente sua motivação. De todo o modo o texto possui narrativa forte e agradável. Tema 100% presente.

    • John Titor
      23 de junho de 2017

      Obg pelo comentário, Andreza.

      Acho que este pequeno trecho ajuda em algumas das suas dúvidas com relação à mala.

      “Dentro dela, poucos livros, sua missão e os instrumentos necessários para o retorno a sua terra”.

      Valeu pela leitura e que bom que tenha apreciado.

  5. Evandro Furtado
    22 de junho de 2017

    Olá, autor. Sigamos com a avaliação. Trarei três aspectos que considero essenciais para o conto: Elementos de gênero (em que gênero literário o conto de encaixa e como ele trabalha/transgride/satiriza ele), Conteúdo (a história em si e como ela é construída) e Forma (a narrativa, a linguagem utilizada).

    EG: O conto tem uma ambientação que lembra dos filmes históricos da década de 50/60.

    C: A história é bem construída, pautando-se na curiosidade do leitor. A todo tempo a pergunta de como o sujeito vai derrotar o javali surge. A resolução nem é tão brilhante assim, mas é construída de uma forma que não incomoda o leitor.

    F: A narrativa em terceira pessoa é bem construída, aplicando-se bem ao estilo do conto, sem arriscar demais ou cometer erros que se destaquem.

  6. Catarina
    22 de junho de 2017

    O INÍCIO, com a frase de domínio do rei, ficou muito bom. Assim como o título, que já induz o leitor a procurar a jornada do herói.
    Houve uma preocupação excessiva com a TRADUÇÃO DA IMAGEM com descrições desnecessárias. O personagem já era forte o suficiente e o desafio não exigia descrever a cena toda. Os excessos de vírgulas travaram um pouco o texto. A trama em si é apaixonante e me causou um EFEITO libertário.

  7. Thiago de Melo
    22 de junho de 2017

    Amigo John,

    Meus parabéns pela sua história. Gostei de como você construiu esse mundo meio fantasia, meio mesopotâmia. Achei que você usou algumas construções muito boas no seu texto. Para mim, parte do prazer da literatura é poder encontrar frases bem estruturadas. Parabéns.
    Talvez fosse a sua intenção, mas fiquei curioso e um pouco desapontado por você não ter entrado nos detalhes quanto à origem do viajante e de como ele viajava. Era um viajante do tempo? Quem dera aquela missão a ele? Porque o fato de o rei não ter aberto a mala salvou a viagem de volta dele?
    Bem, como disse, gostei da história, gostei do seu mundo e o enredo casou direitinho com a imagem do desafio. Parabéns!

  8. Givago Domingues Thimoti
    19 de junho de 2017

    Adequação ao tema proposto: Adequado
    Criatividade: Alta
    Emoção: Gostei do conto. Acho que foi diferente e muito bem trabalhado.
    Enredo: Muito bem desenvolvido. O texto conseguiu prender a minha atenção. Embora o tema “Homem contra tirania” seja um pouco batido, o autor conseguiu fazer um conto que não fosse clichê. Parabéns!
    Gramática: Não notei nenhum erro.

    • John Titor
      19 de junho de 2017

      Obg pelo comentário generoso, Givago.

      Fico satisfeito que tenha gostado.

E Então? O que achou?

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Publicado às 20 de maio de 2017 por em Imagem - 2017 e marcado .