EntreContos

Literatura que desafia.

Adágio de Santino (La Cruz)

Um acontecimento insólito rompeu para sempre o mundo de Santino, esta cidadezinha cujo nome homenageia o santo padre que aqui chegou há tantas décadas, montado num jegue e acompanhado do amigo aguadeiro, após um estirão de anos que os trouxe até esta verde planície entre uma colina e também um rio sem pressa que ia desaguar no oceano de todo o resto. O aguadeiro confortava-se na primavera delicada sobre aquela terra fofa, quando revolveu-se o padre dizendo, Este é o plano de Deus, então construíram a igreja para glorificar o Senhor e atrair as pessoas que traçassem o mesmo estirão.

Com a igreja de pé realizando missas para tantas cabeças que ainda cabiam num só daqueles bancos, Santino decidiu erguer também a praça em homenagem ao amigo aguadeiro, sucumbido tragicamente antes que a própria igreja tivesse seu sino vindo de tão longe instalado. O sino marca o tempo, dizia Santino por vezes sozinho, Meu amigo morreu antes do tempo, antes d’O Princípio, Que princípio, padre, perguntou a mulher que seria um dia a primeira velha beata da cidade, Falo do Nascedouro do mundo, mulher. E esta mesma mulher, futura primeira beata, de nome apenas Risomar, uma vez que ali ainda não era necessário mais que o primeiro nome, preocupada com o padre, pôs seu filho mais velho Gedeon, muitíssimo interessado pelas questões de Deus, como sacristão no encalço do padre, logo atormentado por sonhos e visões que ele descrevia nas missas e no único confessionário da igreja. Nas datas religiosas que a aldeia se reunia na praça, Santino pairava ao lado da estátua do seu amigo aguadeiro pela noitinha, alertando o povo do perigo que morava no bosque subindo o caminho do rio. Que perigo é esse, perguntavam, O Diabo, ele respondia, deixando alguns preocupados com a demência, outros estupefatos com a epifania.

Houve um tempo em que apenas Gedeon fazia as funções do sacerdote, tão dedicado às escrituras sagradas, dedicado no que achava ser o latim e aos cuidados da aldeia que crescia além das estacas feito o orgulho da mãe que o pusera em tamanha função. Cuidava também do velho Santino, já cego, mas que dizia ver coisas o tempo todo. Certa vez Gedeon o levou para molhar os pés no rio e Santino revelou espanto ao encontrar o mesmo homem entre as árvores do bosque com roupas alienígenas, falando uma língua musical anterior ao princípio do mundo e trazendo na corrente um javali escandaloso, gigante. Com ambos os pés dentro d’água, o velho padre ria como quem distancia-se do bom senso, sussurrando, O sujeito é coroado de espinhos, Feito Cristo, questionou Gedeon, Não, ele respondeu, e ficaram em silêncio até que Santino admitisse, Eu não consigo dormir com o barulho do javali. O jovem Gedeon, nutrido de toda coragem possível, trilhou o caminho do bosque subindo pelo rio até misturar-se nas árvores. Com algo de fé, o nosso jovem sacerdote notou que havia mais do que amáveis criaturas morando lá, pois havia também um homem, o Demônio como dizia Santino, mas não idêntico nas descrições, tal homem que andava com javali gorducho preso na correia, de caninos enormes. Gedeon esperou que o homem cantasse, mas nada ele disse, nem foi necessário dizer para provar que vivia ali antes mesmo de toda planta do campo brotar da terra pelo querer divino, quando, num simples gesto de abrir a boca, o homem fez que o sacerdote dissesse, Estou aqui porque pequei.

O que se sabia além disso é o abismo, a triste noite que levou alguns gritarem pelos cantos, Padre Santino morreu, padre Santino morreu. Enterraram-no bem ao topo da colina, ainda acima do túmulo do aguadeiro um tanto castigado pelo tempo, debaixo dum sol que parecia multiplicado e preces que ecoavam no mais fundo poço da alma de Gedeon, que presenciava este momento como quem lia o que já estava escrito nas tábuas do destino. Eis que o mundo girou muitas vezes nesta dança do universo que num entardecer de chuva fina, nosso sacerdote, feito padre, sucessor de Santino e representante de Deus neste canto da Terra, recebeu a caravana de mercadores que com encanto muito ouviu sobre este lugar, e quando perguntado por um deles como se chamava a cidade, Gedeon apontou para a cruz branca no topo da colina, dizendo que se chamava Santino.

Então é isso, aqui chegamos ao insólito acontecimento, sós, inevitável e de toda parte parecendo chegar o segredo de Deus e do Diabo, sob um céu cinzento que durava semanas e a luz de nenhum astro próximo ou distante conseguia penetrar. Foi aí que o padre Beirão, conduzindo o cortejo fúnebre de mais uma vítima da praga, intoxicou-se pela cólera de Deus e exigiu naquele mesmo dia fatídico, fogueira para o matemágico em plena praça do aguadeiro. Tais palavras relampejaram pelo centro e o populacho interrompeu a procissão que levava o recém-morto para a colina. Veja, o matemágico era em verdade figura mal-encarada em Santino, acreditavam que fosse descendente do povo do bosque apadrinhado por Gedeon naqueles tempos mesmo, conforme a lei narra nos autos. Muitos padres sucessores tentaram quebrar esta lei, mas falharam miseravelmente no tribunal dos coronéis. Era polêmico tratar disto porque parte do povo, até mesmo alguns adeptos da igreja em segredo, buscavam conselhos de toda sorte com o matemágico, sempre acusado de feitiçaria e mestre de demonologia. Beirão acreditava ser ele o responsável pela praga que matava um por dia. Santino rachou ao meio, isto é por conta daqueles que afirmavam que o matemágico de fato era inocente deste crime e ainda por suas fórmulas amenizava o sofrimento do que estivesse condenado, assim separando as duas metades da cidade com o caixão do morto que demarcava a linha do caminho do cemitério na colina, até surgir um dos coronéis sobre seu cavalo branco e espingarda no colo. É possível atribuir isso ao destino, mas quem escolheu o protagonista desta história que rompeu Santino foi esse mesmo coronel, atirando para o alto e chamando um de seus oficiais de polícia. Ele ordenou, Iván, leve o matemágico até a praça do aguadeiro. O oficial preveniu-se com armas e subiu pela margem do rio Moroso até o bosque, onde do alto era possível enxergar a cidade em guerra por causa daquele sujeito misterioso acusado pelo padre de ser o causador de tantas mortes desnecessárias, inclusive a morte de Amparo, coincidentemente a noiva do nosso oficial protagonista. Talvez o destino tenha manipulado o coronel para que Iván, coadjuvante por toda vida feito o rio Moroso, viesse a protagonizar o rompimento desta história.

Enfim encontrou-se com o matemágico, que passou com o javali pela bruma que cobria a vista feito espírito que atravessa uma parede, quem ele nunca tinha visto, embora dissesse aos conhecidos o contrário para parecer mais viril do que realmente era, até lembrar-se de uma noite remota em que lutava para conquistar o amor de Amparo, e mentiu ao dizer que encarou o matemágico inúmeras vezes no coração do bosque além da última estaca. Neste instante, algo o incomodava na espinha, o aguilhão da estranheza, ele não era nada do que Iván tinha imaginado, nem mesmo parecido com o que as pessoas haviam descrito, Estava te esperando, disse o misterioso morador do bosque, Como sabia que eu viria, perguntou Iván pondo o indicador no gatilho do revólver olhando mais para o javali do que para ele, Estava te esperando antes mesmo de Santino chegar aqui, confirmou então o que se supunha nesta história sobre o efeito celestial que chamamos de destino. O matemágico, falador como nunca antes, mostrava-se realmente entusiasmado com este encontro, o tempo que aguardou para realizar o que já estava escrito, não nos autos daqueles que repetem a história, mas nos números que compõem o universo, deixando Iván mais confuso que sua natureza modesta sem grandes desvarios, prevenindo-o dos detalhes insólitos de tal missão. Ele perguntou ao oficial, Sabia que dentro deste mundo há outro mundo, o dos mortos, Iván embasbacou-se, E apenas você, continuou, Apenas você pode abrir esta fenda que separa nossos mundos e trazer todos que foram de volta, desde o primeiro que pisou neste lugar, são muitos mesmo, Acalme-se, homem, por que apenas eu posso abrir esta porta, Porque é tua noiva que a aguarda na entrada, Iván tremeu, sentou, de certo chorou, nem é por fraqueza, mas por amor. Talvez o destino costurasse nisso uma história de amor que ultrapassa barreiras como o tempo e a própria morte, pois o caminho que se seguia não tinha luz ou qualquer aspecto de vida presente, então o matemágico ofereceu-lhe de bom grado seu roupão para o frio aterrador e disse, O javali vai te levar até o portal, nesta mala contém a chave da porta, Existe uma chave para a porta do mundo dos mortos, Iván perguntou sem realmente acreditar, Sim, ele respondeu, e está trancada, ora. Gritos podiam ser ouvidos, mas não eram de dentro e sim da trilha que vieram, os homens do coronel obviamente, pela necessidade de tensão ao que a ocasião merece.

Convencido de que esta empreitada se provaria fatal, Iván rezou todas as rezas que lembrava e até os pescotapas que levava da mãe por não rezar direito nas missas de padre Beirão, entrava cada vez mais no que era o mundo antes que Deus providenciasse a luz, congelante, mas havia uma mistura de cheiros difícil de decifrar, e o grunhido insistente do javali que ecoava pelas paredes escuras de mundo nenhum, quando indicava na verdade que o animal tentava avisá-lo, à sua própria maneira, que haviam chegado. Iván tomou a chave da mala e pelo tato buscou a porta deste outro mundo mágico em que os que não respiram e não padecem pela carne habitam, qual não foi sua surpresa ao abrir a porta, nada surgiu, nem físico ou sobrenatural, apenas um bafo quente de algo oco com cheiro insuportável de bosta, que o fez tossir compulsivamente e voltar com o javali na correia.

O regresso no bosque mostrou ninguém, tampouco o matemágico. Iván desceu pela margem do Moroso, sob o mesmo céu cinzento, pesado que cobria Santino, que parecia um grande fantasma onde apenas edifícios se mostravam na vista. Diante do oficial, era como se o arrebatamento prometido pelas escrituras e ameaçado por Beirão tivesse acontecido, naquele instante minúsculo em que se embrenhara no nada com o javali. Nenhum humano, nem mesmo os animais dos pastos, as criaturas amáveis, as aves, a água do Moroso, todos evaporados.

Tudo era um grande silêncio. Na praça do aguadeiro, no meio de uma Santino sem cor, restava só o resto do tronco enegrecido pelo fogo destinado ao matemágico, mas via-se apenas as cinzas do corpo que caíam do céu sobre Iván como uma chuva de miúdas maldições. Até entender, que naquele vazio, o javali não era mais o único capaz de enxergar ou sentir, pois Iván, o único, deixou escapar dos lábios a canção que fez suspirar, Amparo.

Anúncios

7 comentários em “Adágio de Santino (La Cruz)

  1. Sick Mind
    26 de maio de 2017

    Parágrafos longos, principalmente no início, são desanimadores, ainda mais acompanhados de frases longas. Sei que isso tudo faz parte de um estilo, inclusive a escolha de representar diálogos sem marcações. O regionalismo também não me agrada, assim como dicotomias. Então, esse é o tipo de texto do qual costumo passar longe. Mas como me propus a opinar nos contos, tenho que tentar ser justo, não?
    O enredo parte de uma premissa simples, que vai se desenvolvendo ao evento “insólito”. A maneira como os personagens surgem foi o que mais me incomodou. Simplesmente aparecem, nada se sabe deles e pouco é contado após surgirem. Isso não me deixa estabelecer uma conexão com qualquer um deles. As mortes, que deveria ser a causa de toda a compreensão do Mal na história, não me pareceram claras o suficiente a ponto de justificar a presença do Mal na cidade.
    O final sem um clímax tbm não me instigou, já que os acontecimentos que levaram o conto até ali já não haviam me cativado. Mas ler que Iván abriu uma maleta e sentiu cheiro de bosta, não tem preço!
    Sobre a adequação ao tema, para mim pareceu OK, apesar de não ser estritamente fiel a imagem, utilizou de seus recursos mto bem.

  2. Olisomar Pires
    24 de maio de 2017

    1. Tema: mal se nota.

    2. Criatividade: Boa.

    3. Enredo: foi preciso fazer um pequeno roteiro:

    – Surge a cidade Santino em função da construção de uma igreja;
    – Aparece Gedeon como sacristão do padre Santino que parece estar meio caduco;
    – Gedeon vê ou pensa ter visto o diabo no bosque. Ele tem um javali (o diabo);
    – Padre Santino morre e Gedeon assume seu lugar;
    – Aparece o Padre Beirão acusando um tal de Matemágico de feitiçaria e causador da doença que mata muitos na região;
    – Aí vem um coronel que manda seu oficial, Ivan, buscar o Matemágico – detalhe: a noiva do Ivan, Amparo, também morreu em decorrência da praga;
    – Ivan encontra o Matemágico. Este diz ao oficial que somente ele poderia trazer os mortos à vida ou algo assim, por meio de um portal;
    – Ivan com ajuda do javali do Matemágico encontra o portal, abre-o, mas nada acontece ou parece não acontecer.
    – Então ele, Ivan, volta à cidade Santino que está abandonada, sem viva alma.
    – Fim.

    Leitura difícil. Nem sei se consegui apreender tudo. O simbolismo é a chave, logo, não é texto que agrade imediatamente.

    4. Escrita: Vários erros de pontuação ou talvez não sejam erros em função da ocorrência frequente, mas que, em todo caso, dificultam e travam a compreensão do conto.

    Como disse antes, é um texto para ser lido e relido até que haja uma extração do significado.

    Arrisco dizer que é a história simples do Homem, sem sentido ou mistério oculto, apenas a aceitação do destino.

    Achei que o termo “pescotapas” está meio incoerente com o personagem e tempo do texto.

    5. Impacto: baixo.

    Em função do exposto, é possível que daqui a algum tempo o impacto sobrevenha aliado a um melhor entendimento, por enquanto resta a sensação de que se perdeu algo.

  3. Gilson Raimundo
    24 de maio de 2017

    Gosto deste tipo de linguagem, que faz o leitor pensar e as vezes até perder o fôlego. Não é um conto simples, pode ser interpretado de diversas maneiras, para mim se trata da narrativa do romance entre Ivan e Amparo que se vale da história da fundação da cidade de Santino, usando está fundação e a importância do padre para emcorpar o texto. A alusão a muitos personagens confunde o leitor que fica desejoso de saber mais sobre um e outro, as vezes se frustra com isso. Tem algumas repetições, mas não me apeguei a isto. Textos não lineares obriga o leitor a pensar, talvez ler novamente, num certamente com tantos inscritos pode ser uma escolha temerária, pois o tempo é curto. A figura proposta apareceu mas não foi o centro da trama.

  4. Evelyn Postali
    24 de maio de 2017

    Oi, La Cruz,
    Gramática – A questão de escrever parecido com Saramago é fazer o texto fluir do mesmo jeito que o escritor que já morreu, mas que continuará vivo eternamente nos leitores que cativou, fazia. Não é difícil de ler até você pegar o jeito, mas demora.
    Criatividade – Esse embate me lembrou algo de Glauber Rocha, Deus e o Diabo na Terra do Sol, ou O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro.
    Adequação ao tema proposto – Eu creio que a imagem do desafio ficou diluída a ponto de não ser vista ou ser percebida como deveria.
    Emoção – Gostei do que li. Talvez, se estivesse escrito de forma ‘normal’ isso pudesse causar mais impacto em mim. Em outros, talvez não.
    Enredo – Começo, meio e fim conectados.
    Boa sorte no desafio!
    Abraços!

  5. Ricardo Gnecco Falco
    23 de maio de 2017

    Olá autor/autora! 🙂
    Obrigado por me presentear com a sua criação,
    permitindo-me ampliar meus horizontes literários e,
    assim, favorecendo meu próprio crescimento enquanto
    criativa criatura criadora! Gratidão! 😉
    Seguindo a sugestão de nosso Anfitrião, moderador e
    administrador deste Certame, avaliarei seu trabalho — e
    todos os demais — conforme o mesmo padrão, que segue
    abaixo, ao final.
    Desde já, desejo-lhe boa sorte no Desafio e um longo e
    próspero caminhar nesta prazerosa ‘labuta’ que é a arte
    da escrita!

    Grande abraço,

    Paz e Bem!

    *************************************************
    Avaliação da Obra:

    – GRAMÁTICA
    Problemas com acentuação. Mas não sabemos se trata-se de estilo do/a autor/a, portanto não serão levados em consideração. Contudo, tal feito levou a uma leitura dificultada, não fluida, e tirou um pouco da imersão na história.

    – CRIATIVIDADE
    Boa. Temos uma história de amor, contada de forma não linear; personagens de uma cidade do interior (e a própria cidade trata-se de uma personagem), padres, bênçãos e maldições. Um vilão que parece não ser deste mundo e um embate entre o Bem e o Mal, os vivos e os mortos.

    – ADEQUAÇÃO AO TEMA PROPOSTO
    Pouco notado. Temos alguns elementos, porém nada nítido como na foto-tema do Desafio.

    – EMOÇÃO
    Mediana. Devido a escolha por parte do/a autor/a em utilizar-se de uma escrita pouco usual, o leitor não consegue se aproximar como se esperaria da história. A ida e o retorno do ‘mundo dos mortos’ não remeteu a nenhum sentimento e o final (momento máximo de uma narrativa curta), com o encontro do grande amor do protagonista, ficou… Digamos… ‘Sem vida’. Porém, contudo, no entanto… rs! Devo ressaltar que o/a autor/a escreve muito bem, independente de utilizar-se de um estilo não peculiar em sua narrativa. Parabéns!

    – ENREDO
    A história de uma cidade e seus personagens, desde os primórdios. Primórdios da cidade, e dos Tempos…

    *************************************************

  6. Fabio Baptista
    22 de maio de 2017

    Olha, sendo bem sincero e direto… achei o texto uma confusão só e não consegui apreciar em nada.

    Em parte, acredito, isso foi causado pela profusão de nomes que aparecem e situações bizarras (ou insólitas, como descrito). Mas principalmente pela escrita sem pontuação adequada… são parágrafos gigantescos com frases enormes, com vírgulas no lugar de ponto, letras maiúsculas brotando do nada e sem pausa para o leitor tomar fôlego e assimilar o que estava acontecendo.

    Acho legal ter um estilo de narrativa. Mas esse estilo, na minha opinião, deve jogar a favor da história, não contra, como foi o caso aqui.

    Abraço!

E Então? O que achou?

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Informação

Publicado em 20 de maio de 2017 por em Imagem - 2017.