EntreContos

Detox Literário.

Pinguim (Cilas Medi)

pinguim

— Cheguei meu amor, uma semana de saudades, entrando na cozinha e na felicidade.

— Grande coisa, refutou rindo, o abraço e se desvencilhando do beijo. — Cheiroso e a essa hora? Sete horas da manhã!?

— Cheguei de madrugada e fiquei no hotel, explicou firme.

— Oi pai, tudo bem na viagem? A menina o beijou carinhosamente no rosto, a mãe a afastando. — Já senti o sem carona.

— Tem adolescente no pedaço, o garotão e a mochila nas costas. — “Fui” de bicicleta. Saiu e a menina a seguir.

— Meu lindo pinguim. Lembrou: barrigudinho – retesou abdômen – sem poder “voar” e ”bom de bico”.

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92 comentários em “Pinguim (Cilas Medi)

  1. Lohan Lage
    27 de janeiro de 2017

    Olha, desculpe, mas eu acho que entendi pouca coisa. Ou nada.
    Confuso. Uma pena!

  2. Gustavo Henrique
    27 de janeiro de 2017

    Nossa, que texto confuso kkkkkkk. Sr Voador, você estava bêbado? haha. Não consegui entender nada mas me fez rir bastante. Boa sorte kk

  3. Sra Datti
    27 de janeiro de 2017

    Olhe, sr. Voador, confesso que me perdi em meio as pontuações. Apenas entendi que esse pai era um “voador”, achava-se o bonzão, rs, e a mãe estava uma fera. Filhos adolescentes…
    A associação ao pinguim foi bacana.
    Não curti muito. Mas o exercício é válido.
    Abs!

  4. Simoni Dário
    26 de janeiro de 2017

    Não entendi nada, mas percebi uma tentativa de humor. Talvez numa execução mais elaborada, com uma revisão aprumada, o texto faça algum sentido.
    Bom desafio.

  5. rsollberg
    26 de janeiro de 2017

    Escrever um conto sustentado pelos diálogos não é fácil.
    Aqui, o autor não logrou exito, a pontuação está completamente equivocada. Não sabemos quem é personagem, quem é narrador. Uma pena.
    Pois parece que a ideia é boa e que muita coisa ficou escondida.
    De qualquer modo, parabéns e boa sorte.

  6. Jowilton Amaral da Costa
    26 de janeiro de 2017

    Um conto médio. Entendi, acho. É uma cena cotidiana. O cara chega de manhã de uma viagem, provavelmente de serviço, cheiroso e a mulher não acha nada bom. Desconfia dele. Mas, ele é firme na história, é bom de bico como um pinguim, coisa que suplanta os atrativos físicos, a barriguinha avolumada e o fato de poder voar, assim como os pinguins.O conto tem estilo, talvez, este estilo tenha atrapalhado na leitura. Boa sorte.

  7. Lídia
    26 de janeiro de 2017

    QUE?
    Tentei ler, com calma, várias vezes… mas não consegui compreender muita coisa…
    Talvez fosse necessário lapidar um pouco mais os últimos diálogos, ou passar tudo para o discurso indireto.
    Boa Sorte!

  8. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    25 de janeiro de 2017

    Olá, Voador,

    Tudo bem?

    A opção por uma narrativa em forma dramática é sempre ousada quando se trata de um conto, ainda que micro.

    Pela falta de palavras que o desafio exige, faltaram as rubricas (como se diz na dramaturgia), ou, a explicação um pouquinho mais detalhada do contexto e da intenção dos personagens, para que a história seja compreendida por completo.

    Parabéns por participar.

    Boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

  9. vitormcleite
    25 de janeiro de 2017

    ok, com mais um pouco de trabalho pode resultar um texto interessante, mas de momento não me parece muito impactante nem que prenda a atenção do leitor

  10. Felipe Teodoro
    25 de janeiro de 2017

    Conto bem confuso. Parece ser uma confusão proposital, porém, pra entrar na forma que o texto está apresentado é complicado. Creio que faltou mais informações, me parece que o autor quis deixar a compreensão nas mãos das deduções e isso não é errado, quando não acontece de forma exagerada. Infelizmente, o texto não me agradou.

  11. Tiago Menezes
    25 de janeiro de 2017

    Amigo, infelizmente não pude compreender muita coisa. Muitos erros de pontuação e a partir do meio do conto parece que a lógica desandou. Gostei do início, mas o resto ficou difícil de compreender… infelizmente.

  12. Renato Silva
    25 de janeiro de 2017

    Caramba, meu, o que é isso que você escreveu? Fui ler os comentários e parece que eles também não entenderam direito. Olha, eu até achei legal aquelas primeiras falas, mas depois não entendi nada, ficou sem sentido. Uma pena, pois eu estava gostando. Faltou revisar pontuação. Acredito que você tenha escrito correndo e enviou sem ler direito, estou certo? Já fiz muito isso. Até neste desafio cheguei a enviar texto com um erro que não consegui identificar.

    O que mais me deixou confuso foi isso:

    “— Tem adolescente no pedaço, o garotão e a mochila nas costas. — “Fui” de bicicleta. Saiu e a menina a seguir.”

    Era uma narrativa em primeira pessoa? Por acaso o protagonista-narrador disse que saiu de bicicleta, sendo seguido por sua filha logo depois? Eu realmente gostaria de entender o que aconteceu aí e toda essa confusão textual.

    Boa sorte neste desafio.

  13. Victória
    25 de janeiro de 2017

    Não entendi não, moço =( Tinha achado curioso por causa do título, mas no fim não entendi nem quem ou o que é o pinguim rs

  14. Daniel Reis
    25 de janeiro de 2017

    A pontuação dificultou a interpretação desse texto. Como a mulher recebeu a notícia que ele chegou de madrugada mas não veio para casa? E quem “fui” de bicicleta? Quem saiu, a mãe? A melhor parte foi ele lembrando dos apelidos – eram dados pela amante? Queria ter gostado do seu conto, mas não consegui.

  15. Gustavo Aquino Dos Reis
    24 de janeiro de 2017

    Voador,

    seu conto é de difícil compreensão muito por conta da maneira como os diálogos são colocados. Não sabemos o momento que é o discurso do personagem e do narrador.

    Infelizmente, isso me impossibilitou de saborear o teu trabalho.

    Depois, por favor, nos explique a obra.

  16. Douglas Moreira Costa
    24 de janeiro de 2017

    O conto é bastante confuso, já disseram isso algumas vezes então não preciso falar mais que isso. Quanto ao que eu entendi da história, ela realmente não me causou qualquer sensação, parece que ficou sem a frase final, não sei. Não convence.

  17. Fil Felix
    24 de janeiro de 2017

    Eu queria gostar mais, realmente. O título e pseudônimo são interessantes, retratar um dia dessa família pinguim foge do tradicional.

    Mas me senti vendo um episódio do Pingu com tradução simultânea. Não sei se é seu estilo ou foi descuido, mas fazer uma história só com diálogos não é algo fácil, e misturando travessões com vírgulas deixa meio confuso em saber o que realmente está acontecendo. Isso prejudicou um pouco o que poderia ser mais engraçado.

  18. Srgio Ferrari
    24 de janeiro de 2017

    Parece um samba. Deveria ser um sambinha descontraído, tente cantar este micro e saberá do que digo. Ok, bonitinho, mas acho q não foi pensado pra uma disputa, mas é legal participar e receber os comentários. Isso aê, valeu! 🙂

  19. Wender Lemes
    24 de janeiro de 2017

    Olá. Uma trama relativamente simples com estilo ousado que, ao meu ver, foi prejudicado por não ter o espaço suficiente para se solidificar. Não vejo problemas em uma forma menos engessada, até acho bem legal, mas geralmente demanda mais contato para que o leitor se acostume (Saramago tem um pouco disso, como alguns colegas já disseram, você começa meio perdido com os parágrafos gigantescos, sem muita pontuação, e depois pega o jeito da coisa). De qualquer forma, merece elogios por fugir do comum.
    Parabéns e boa sorte.

  20. catarinacunha2015
    24 de janeiro de 2017

    MERGULHO na geladeira. Acho que era para ser engraçado e fiquei procurando a graça. Uma cena legal de um momento dentro de um contexto maior. Talvez completo gere algum IMPACTO.Faltou técnica.

  21. Pedro Luna
    23 de janeiro de 2017

    Infelizmente não entendi nada. Essa parte, por exemplo, espremi a cuca, tentei de todas as formas, mas simplesmente não consegui sacar qual a do “senti o sem carona” aí:

    “— Oi pai, tudo bem na viagem? A menina o beijou carinhosamente no rosto, a mãe a afastando. — Já senti o sem carona.””

    E nem vou me esticar para os parágrafos seguintes, ainda mais confusos. Não gostei.

  22. Andreza Araujo
    23 de janeiro de 2017

    De início, o texto é confuso por causa da pontuação mal empregada. Mas se a gente reler com carinho, dá pra entender as falas. Mas a história em si é bem sem sal. Narra um pai chegando em casa de manhã cedo com uma desculpa terrivelmente fraca. Por que ele ficaria no hotel ao invés de ir pra casa? A parte dos filhos é desnecessária, e ao final quem chama quem de pinguim; a mulher para o homem? Se ela estava emburrada com ele, recuperou o humor muito rápido. Concluindo, a história em si é bem confusa e o que dá pra entender não tem muito apelo.

  23. Amanda Gomez
    23 de janeiro de 2017

    Olá,

    A texto me parece uma cena cotidiana de filmes americano. Onde tem um marido chegando depois de uma ” escapada” a mulher dedicada e ingênua, filho adolescente caladão é uma menina carinhosa que ama o papai.

    Acho que é isso, mas não entendi o que o autor quis passar além. Não sei se tem alguma coisa oculta aí… Se tiver está bem escondida. rs.

    Já falaram, então não vou me alongar sobre a confusão dá escrita.

    No mais, boa sorte no desafio.

  24. Thayná Afonso
    23 de janeiro de 2017

    Seu conto foi bastante prejudicado pela maneira que usou os travessões e as vírgulas. Precisei ler os comentários para me situar melhor, mas ainda assim, não consegui gostar. Boa sorte!

  25. Mariana
    23 de janeiro de 2017

    Desculpa, muito confuso. Boa sorte da próxima vez

  26. Miquéias Dell'Orti
    22 de janeiro de 2017

    Olá,

    Olha, vou ser bem sincero e dizer q li seu texto 4 vezes na esperança de entende-lo. Infelizmente, acho que o limite de palavras foi entrave ao entendimento. Talvez se você tivesse mais palavras conseguiria passar a ideia que o conto detém.
    Meu breve entendimento: o cara chega chapado em casa, a esposa não deixa ele levar a filha para a escola, ele fala q vai de bicicleta (sei lá onde) e a mulher o compara a um pinguim (eu acho)… E aí a coisa toda dá um enrosco na minha mente.

  27. Estela Menezes
    22 de janeiro de 2017

    Que pena! Uma ideia interessante, um final cheio de humor, algumas imagens bem vívidas, tudo isso embaralhado por um texto confuso e descuidado! Nem sempre a escrita nos ajuda a contar o que pretendemos…

  28. Givago Domingues Thimoti
    22 de janeiro de 2017

    Eu não gostei.
    Achei um microconto sem pé nem cabeça. Isso foi causado, principalmente, pelos últimos períodos. Além disso, os erros de pontuação e a mudança no discurso (de narrador para personagem e, vice-versa) atrapalharam muito a minha leitura.
    Boa sorte!

  29. Fabio Baptista
    21 de janeiro de 2017

    Eu li, reli, li de novo, li os comentários pra ver se encontrava alguma pista… e não entendi nada.

    Um diálogo totalmente nonsense, com pontuação falha, que não despertou nenhuma emoção e nem foi engraçado (pensei que seguiria um viés cômico que poderia funcionar em meio ao caos).

    Abraço!

  30. Eduardo Selga
    21 de janeiro de 2017

    O conto é caótico na pontuação e no estabelecimento do que é discurso de personagem e do que discurso do narrador.

  31. Bia Machado
    20 de janeiro de 2017

    Não foi fácil compreender esse conto. Entendi o marido chegando de viagem, dormindo no hotel, filhos adolescentes, apelido carinhoso… aí fui ver os comentários e muitos citando cachaça, acabei voltando e relendo, não é que se encaixa também? Mas eu prefiro a primeira versão, certo? O texto não é fácil de ler, talvez pelo enredo ser tão simples quis valorizar na forma. Pontuação meio complicada. 😉

  32. Leandro B.
    20 de janeiro de 2017

    Oi, Voador.

    Foi difícil compreender o texto em uma primeira (e outras) leitura. Nos comentários, acabei encontrando sua explicação e, aí sim, a coisa ficou mais clara. Reli o texto e fez mais sentido. Ainda assim, o final ficou de difícil compreensão. Se a esposa não estava chateada, porque o pai não deu a carona?
    Ou ainda estava bêbado e os filhos mesmo não queriam?

    Não tenho nada contra ousar. Se todos escreverem tudo do mesmo jeito nada se transforma, então não vou criticar muito a mistura. A questão é se ela foi intencional ou não e isso não consigo dizer.

    Se foi, creio que as criticas eram esperadas, se não, cabe uma organização diferente no próximo.

    boa sorte!

  33. Sidney Muniz
    20 de janeiro de 2017

    P arabéns pelo conto. É algo bem leve, com uma ironia gostosa.

    Inventou um ambiente cotidiano, mas com propriedade. Adorei quando a mãe puxa a filha, isso me deixou também com uma sensação de que possa haver algo mais, será? Foi o que ficou no ar, ou talvez seja só a preocupação da mãe.

    N um curto espaço de tempo você também fez com que a esposa ignorasse o beijo, devido ao bafo, ou principalmente a condição que o homem chegara em casa. Outro ponto muito positivo, pois a mulher não é conivente com a situação, se mostrando uma figura muito forte e para mim a melhor personagem do texto e até agora do desafio.

    Gostei bastante de como você trabalhou os diálogos e de como o fechamento do conto se deu, esclarecendo muito, mas ao mesmo tempo, fechou demais o conto e isso foi o ponto negativo para um micro.

    Um bêbado, que bate suas asinhas por fora. Então, será se a mulher aceita a situação? Mesmo que ela seja forte, também senti essa fraqueza dela, algo comum nesses casos.

    I nteligente a forma como você conseguiu atingir o leitor e explorar tão bem esse cenário que me lembrou um pouco daquilo que amamos ver na TV, como Simpsons, A Grande Família, Família Dinossauros e por aí vai! Achei esse um ensaio interessante que pode render muito mais,

    M uito feliz de ter descontraído um pouco com um texto bem feito, sem o compromisso de vencer, mas sim com o risco enorme de entrar na memória das pessoas. É isso que procuro fazer quando escrevo e é isso que admiro naqueles que escrevem. parabéns e boa sorte!

  34. Marco Aurélio Saraiva
    20 de janeiro de 2017

    Franzi o cenho por ter que reler o texto duas vezes para captar a essência do mesmo. Quando finalmente entendi tudo o que o autor queria falar, deduzi o que a maioria das pessoas nos comentários deduziu: um pai voltando bêbado para casa, sendo afastado da filha pela esposa para evitar que ela sentisse o bafo de cana do marido, apesar de já estar acostumada. O filho adolescente vê a cena típica e vai embora de bicicleta, enquanto a mulher, no final, agradece a deus pelo problema dela ser apenas com um marido que gosta de passar a noite bebendo ao invés de passar a noite “voando” por aí com outras mulheres.

    Toda a leitura é atrapalhada por causa da confusão de vírgulas e travessões, que prejudica muito a experiência do leitor. O trecho abaixo, por exemplo, me confundiu bastante:

    “— Grande coisa, refutou rindo, o abraço e se desvencilhando do beijo.”

    O que é “o abraço”? Me parece fazer mais sentido escrever “abraçando-o e se desvencilhando…”, mas não sei se era isso o que o autor queria dizer.

    Enfim, depois que li a explicação do autor que, na verdade, a história é sobre uma família muito feliz que recebe o pai/marido que acaba de voltar de viagem de negócios e tudo o mais, as coisas ficaram ainda mais confusas. A não ser que o autor esteja sendo sarcástico nos seus comentários e eu não consegui identificar! (afinal, o seu pseudônimo é “voador”, o que denota que o marido, na verdade, estava “voando” por aí, rs rs rs)

    • Voador
      23 de janeiro de 2017

      Olá Marco Aurélio, boa tarde!
      Aproveitando a sua disposição em um comentário mais apurado, informo: A maioria errou, felizmente. Um casal, amoroso e bem fundamentado no casamento, com um filho e filha. Ele volta de uma viagem por uma semana, de vendas. Dorme no hotel por chegar de madrugada em respeito à família. Chega “cheiroso” e não “bêbado”, feliz, pelo retorno e abraça a esposa, que, por brincadeira, evita o seu beijo. Continuam abraçados. O “abraço” considerei que só pode ser feito por duas ou mais pessoas, evidente. A filha o beija, carinhosamente e a mãe, também por brincadeira, a afasta. A frase da filha o diz: Já senti o sem carona. O filho, sagaz, sabe que o pai quer ficar e matar a saudade com a mãe. A frase dele o diz: “fui” de bicicleta. A irmã o acompanha. No final: Meu lindo pinguim, que é o apelido dele, por ser “barrigudinho” e não obeso, por não ter asas (por respeito a ela e não voar para cima de outras mulheres) e ser bom vendedor e falante: bom de bico. Eu pensei estar escrevendo uma comédia e o pessoal partiu, a maioria pelo menos, sempre para o desleixo e desencontros da vida a dois. Abraços!

  35. Lee Rodrigues
    20 de janeiro de 2017

    Caro autor, entendi uma cena cotidiana, o pai que chega de viajem e é recebido pela família. Parece o recorte de algo maior, mas não me forneceu caminhos para que eu imaginasse algo antes ou depois.

    Me apresentou os personagens, mas eu fiquei naquele sentimento de cadê o “conflito”?

    Tentei achar humor na barriga do pinguim, mas não rolou.

    Acho que eu que sou a “voadora”. Sorry!

    • Voador
      23 de janeiro de 2017

      Olá Lee, boa tarde!
      Não é necessário haver conflito, porque são pessoas que se amam e se respeitam. Pena que não gostou do apelido – pinguim – por ser barrigudinho, sem asas e bom vendedor, o bom de bico. Abraços.

  36. Fheluany Nogueira
    20 de janeiro de 2017

    Um conto sobre relações familiares: marido malandro que, com certeza tem casos extra-conjugais e que leva a mulher e filhos com desculpas e mentiras. Pela cena apresentada dá para perceber isto. Até a filha já conhece a situação e naquela manhã vai para a escola de bicicleta, sentindo que nenhum dos dois a levaria. Divertido e despretensioso. A interpretação do texto ficou meio travada por causa da pontuação. Bom trabalho. Abraços

    • Fheluany Nogueira
      20 de janeiro de 2017

      Ah! esqueci de comentar o título: homenagem ao antigo e tradicional enfeite sobre a geladeira em quase todos os lares, mais no século passado e na cultura norte-americana – quase um símbolo familiar.

    • Voador
      23 de janeiro de 2017

      Olá Fheluany, boa tarde!
      Por favor, só considere um marido amoroso e fiel, que chega de manhã ao passar por um hotel e evitar entrar de madrugada em sua casa. Você captou corretamente o clima divertido e despretensioso. Grato. Abraços.

  37. Evandro Furtado
    20 de janeiro de 2017

    Desculpa, mas a pontuação tá um caos. Tem horas que você usa travessão pra separar diálogo de narração, tem hora que usa vírgula. O próprio uso das vírgulas parece meio confuso. E a trama, que até parece divertida, fica meio que perdida nessa confusão.

    Resultado – Average

  38. waldo gomes
    19 de janeiro de 2017

    Conto “não sei o que escrevo” onde, aparentemente, um cachaceiro chega em casa e é bem tratado.

    Não d[á pra dizer se é isso mesmo, porque o texto é confuso pra boteco nenhum por defeito.

    • Voador
      19 de janeiro de 2017

      Olá Waldo, boa noite!
      Eu sei o que escrevo. Fiz uma chegada de um pai viajante, feliz, abraçando a esposa, tentando beijá-la e ela, por brincadeira, não retribuiu. Ele chegou nesse horário porque sabia da presença dos filhos e em respeito com eles para não o fazer durante a madrugada, ficou no hotel, banho tomado e “cheiroso”. Você confunde “cheiroso” com “cachaça”? Continuando, por favor, tenha paciência, a filha o beija com alegria pela sua volta e a mãe, abraçada, tenta evitar que ela o faça. A fala dela demonstra, perfeitamente essa condição de exclusão afirmando que não terá a carona, já que a mãe está entretida com o marido. O filho, citado garotão, sagaz, entendeu bem e “fui” de bicicleta. Finalizando: – Meu lindo pinguim só poderia ser dito pela esposa. O lembrar só poderia ser dele, já que no apelido está implícito, uma barriguinha, a falta de asa para “voar” para outros braços e ser um bom falante.
      O argumento de boa parte dos leitores foi com respeito a pontuação, mas o seu eu respondi pelo achado inapropriado, contundente e realmente de uma pessoa que lê mas não entende o verdadeiro sentido de palavras, mesmo que elas não lhes faça na frase.
      O clima é feliz e foi com a intenção de ser um texto leve e que trouxesse o sorriso dos leitores. Errei?

  39. Iolandinha Pinheiro
    19 de janeiro de 2017

    Delicinha de conto sobre relações familiares. O pai é um malandrão que bebe, dorme fora e chega de manhã tentando beijar a mulher. É o tipo de gente cara de pau que não conseguimos odiar. A maneira como a família reage aos pecadilhos do homem dá pistas de que as relações não são tensas. Gostei muito, depois de tantos contos cheios de morte e dor, esse aqui é como uma limonada fresquinha. Acho que ganha estrela.

    • Voador
      19 de janeiro de 2017

      Iolandinha, boa noite!
      Trabalhador e não malandrão, vindo de viajem de vendas, sabedor da família nesse horário e os respeitando por não entrar em casa de madrugada. Obrigado por haver entendido o clima e de ser uma limonada fresquinha, bebida que gosto muito. Grato.

      • Iolandinha Pinheiro
        20 de janeiro de 2017

        Numa primeira lida eu pensei mesmo que o cara voltava de uma viagem de trabalho, mas fui dar crédito aos comentários alheios e achei que o termo “cheiroso” era uma ironia ao cheiro de álcool. Devia pensar mais por mim mesma, rs. Relendo agora vejo que o cara passou uma semana fora, e ninguém some por uma semana para ser bem recebido depois. Então foi vacilo meu. Fica aqui o meu abraço. Gostei do seu conto e do clima suave dele.

  40. Juliano Gadêlha
    19 de janeiro de 2017

    Realmente o texto ficou prejudicado não apenas pelos problemas de pontuação, mas também por algumas construções de frases. Imagino que tenha havido uma certa dificuldade devido ao limite de palavras. Ainda assim, me parece que o autor tem uma boa escrita e tinha uma premissa interessante em mente. Continue com o bom trabalho!

  41. Vitor De Lerbo
    19 de janeiro de 2017

    Como já foi bastante dito, fiquei confuso com o sistema de pontuação utilizado, o que tira a atenção da história. A piada final é divertida.
    Boa sorte!

  42. Laís Helena Serra Ramalho
    19 de janeiro de 2017

    Não sei se entendi o conto. Pelo que vi, ficou subentendido que ele passou a noite com outra mulher, mas no fim essa informação não leva a nada, porque não volta a ser mencionada. E qual o motivo da aparição da filha e do filho (ao menos foi o que depreendi da leitura)? Também não entendi a menção aos pinguins.

    Outra coisa que me incomodou e que me confundiu bastante foi a falta de travessão para separar fala de narrativa. E a própria narrativa em si. É uma coisa que não sei explicar, mas fico incomodada quando leio algo parecido com “disse fulano fazendo tal coisa”. Embora isso nem sempre resulte em frases muito longas, dá a impressão de que a frase foi alongada além do que deveria.

  43. Matheus Pacheco
    19 de janeiro de 2017

    Como eu sou um cara lerdão eu tive um problemão em diferenciar quando acabava a frase e começava a ação.
    Mas tirando isso foi bom o texto, realmente bom.
    Um abração amigo.

  44. Luis Guilherme
    18 de janeiro de 2017

    Amigo, boa noite.

    Não entendi muito bem o conto.
    Não vou bater na mesma tecla da pontuação, pois já abordaram bastante.

    Mas realmente ela atrapalhou bastante.

    Acho que tinha potencial, vale a pena trabalhar a parte técnica um pouco mais.

    Parabéns e boa sorte!

  45. Andre Luiz
    18 de janeiro de 2017

    Não gostei muito do personagem e para mim a história ficou um pouco truncada.

    -Originalidade(7,0): Mais um conto que trata de um cotidiano, porém desta vez sem trazer muita originalidade, a meu ver.

    -Construção(6,0): Percebi sérios erros de pontuação, como já foi apontado por outros comentaristas. Infelizmente, eu não gostei da narrativa, achei algo um pouco forçado. Também não vi comicidade. Ás vezes estou ficando chato, será?

    -Apego(6,0): O protagonista não me convenceu, desculpe.

    Boa sorte!

  46. Gustavo Castro Araujo
    18 de janeiro de 2017

    Um conto divertido, mas que padece dos mesmos vícios de pontuação de Saramago e de Jorge Amado. Por sorte, padece também de boas qualidades, uma vez que passa por cima das convenções que temos hoje. Desamarrados, enxergamos um marido gaiato, malandro, numa cena em que emprega todos os seus dotes. Um bom momento.

  47. Thiago de Melo
    18 de janeiro de 2017

    Amigo autor,

    Infelizmente não consegui compreender muito bem a sua história. Claro, a pontuação atrapalhou um pouco, como os outros leitores já comentaram, mas tentei passar por cima disso e mesmo assim não consegui entender quem eram os personagens, quem era o adolescente, quem era o pinguim e a interação entre eles. Reli o texto algumas vezes, mas não rolou. Infelizmente.

    Abraço

  48. Thata Pereira
    17 de janeiro de 2017

    Poxa, como todos já disseram, a pontuação falhou. Olhei os comentários na tentativa de descobrir se era intencional, mas pelo visto não foi. Tentei separar o que era fala, do que era ação ou pensamento, mas não consegui me localizar.

    Talvez, nesse caso, o autor se encontre melhor utilizando aspas para separar os diálogos, invés dos travessões. Minha sugestão.

    Boa sorte!

  49. mariasantino1
    17 de janeiro de 2017

    Oi, tudo bem?

    Hum… a ausência de travessão para separar a fala do narrador onisciente e dos personagens deu uma complicada na compreensão, camaradinha. Achei sensacional a fala final, mas não compreendi pra quem ela foi direcionada, porque são muitos acontecimentos e personagens para um curto espaço.
    Achei o clima bem simpático, porém confuso. Não consegui curtir muito.

    Boa sorte no desafio.

  50. Davenir Viganon
    17 de janeiro de 2017

    Depois de muito esforço consegui entender. A pontuação estranha atrapalhou o entendimento de uma cena simples, foi mais difícil do que entender um texto do Saramago. Apesar de tudo achei o conto divertido mas não compensou o esforço.

  51. Anderson Henrique
    17 de janeiro de 2017

    Esse texto arrumado dava liga, mas tá muito, muito truncado. Reli várias vezes para ver se não era uma questão de estilo. Acho que não é.

  52. Priscila Pereira
    17 de janeiro de 2017

    Oi Voador, me desculpe mas foi impossível de entender o seu conto. A pontuação está bagunçada ou inexistente e a história não ficou clara. Desejo boa sorte!!

  53. Rubem Cabral
    17 de janeiro de 2017

    Olá, Voador.

    Achei o conto um tanto irregular: a pontuação falha prejudica a leitura e o “atropelamento” de ideias também. Seria mais fácil caso você houvesse usado a pontuação convencional para separar diálogos de narração (e não usar algo ao estilo do Rubem Fonseca).

    Há humor, há alguma crítica social, mas achei o resultado um tanto fraco.

    Nota: 5.5

  54. Brian Oliveira Lancaster
    17 de janeiro de 2017

    GOD (Gosto, Originalidade, Desenvolvimento)
    G: Ok. Deixa eu ver se entendi. Temos o retorno de um pai à sua família. Temos as boas-vindas da mãe e filha. Temos o pai achando que a filha está de namorado novo. E temos um pinguim metafórico que não sei onde se encaixa nessa história. Entendi parte do contexto, mesmo assim, é um enredo confuso. – 8,0
    O: Não sei se deixar o leitor boiando seja considerado original. Tem um tom de humor embutido muito bom, mas as deixas e falta de conectivos atrapalham um pouquinho. O pinguim barrigudo seria o pai? Seria outro filho? Seria aquele que fica na geladeira? São muitas perguntas sem qualquer pista. – 7,5
    D: Complicado. Entendo a parte cômica. Mas está um tantinho incompreensível, principalmente ao fim. Se não tivesse aquele parágrafo final, daria a entender que se trata de um retorno ao lar, um texto bastante cotidiano. – 7,5
    Fator “Oh my”: sinto muito, mas precisa de uma pequena revisão para deixar mais saboroso ao leitor. Não está compreensível, exceto, como mencionado acima, a primeira parte.

  55. Victor F. Miranda
    17 de janeiro de 2017

    Olha, primeiro eu li e não entendi porque os diálogos e a narrativa estão bagunçados. Depois eu li de novo com o cuidado de separar um do outro e não gostei de nenhuma das interpretações que tive. Boa sorte.

  56. Luiz Eduardo
    16 de janeiro de 2017

    A ideia foi boa, um conto simplesmente cômico. Poderia ter ficado um pouco melhor se houvesse um maior cuidado com a escrita. Boa sorte 😉

  57. Tatiane Mara
    16 de janeiro de 2017

    Olá…

    Acho que só vou respaldar a maioria dos comentários:

    – Faltou separação das falas, conexão das partes, diferenciação dos personagens.

    Boa sorte.

  58. juliana calafange da costa ribeiro
    16 de janeiro de 2017

    boa a piadinha do pinguim. Mas achei meio truncado o texto. Questão de gosto, prefiro um texto mais fluente. Parabéns!

  59. Patricia Marguê Cana Verde Silva
    16 de janeiro de 2017

    Fiquei a ver navios… entendi parte… outra perdi!

  60. Sabrina Dalbelo
    16 de janeiro de 2017

    A ideia é boa, mas ficou bem difícil de entender com as marcações incorretas dos sinais de pontuação.
    Até o final, que te leva a ficar pensando quem é, afinal, o pinguim narrado no micro, perde a graça.
    Eu sugeriria reescrever o texto com as marcações corretas. Se quiser, é claro.
    Um abraço.

  61. Antonio Stegues Batista
    16 de janeiro de 2017

    Sem a separação do diálogo com a narração, ficou muito confuso. Além disso não deu para entender também os motivos das ações. Acho que o autor quis fazer algo diferente, mas a abstração das frases ficou sem lógica num enredo inteligível.

  62. elicio santos
    15 de janeiro de 2017

    O diálogo está truncado devido às marcações mal elaboradas. As falas se misturam às ações o que dificulta o entendimento. Realmente eu li algumas vezes o texto, mas não consegui entender muita coisa. Boa sorte!

  63. Ceres Marcon
    15 de janeiro de 2017

    Comecei e travei. Recomecei e travei de novo. Comecei, mais uma vez, para ver se deslanchava. O início é bom, remete ao casal, a um possível flagrante da esposa por uma atitude diferente do marido. Achei que haveria um embate, algo do tipo. Aí vem a filha, que sai de bicicleta, entende que não irá ganhar carona. Porém, o problema com a pontuação deixou tudo muito confuso.
    Acho que você precisa ver melhor isso.

  64. Glória W. de Oliveira Souza
    15 de janeiro de 2017

    A narrativa me leva a identificar como parte de um texto maior. Não há dramaticidade. Quer nos diálogos, quer nas descrições. Apresentação, desenvolvimento e conclusão não aparecem na história. Tudo indica que o final foi cortado com uma tesoura, de forma inesperada.

  65. Tiago Volpato
    15 de janeiro de 2017

    Achei o texto bem confuso, desconexo. Não faço ideia do que você quis dizer com “Já senti o sem carona”. Não sei o que aconteceu, se foi algum erro de revisão ou outra coisa.
    Abraços.

  66. Remisson Aniceto (@RemissonA)
    15 de janeiro de 2017

    Gostei? Não gostei? Nem eu sei… é uma abordagem interessante, apesar de um pouco insípida. Boa sorte.

  67. Vanessa Oliveira
    15 de janeiro de 2017

    Fiquei meio perdida nesse texto. Infelizmente, a falta de pontuações prejudicou bastante. Várias vezes fiquei confusa e tive que voltar, para tentar dar sentido ao que li. A história em si, tirando os errinhos, é legal. A premissa da traição, da malandragem do marido, e da esperteza da esposa… não entendi o adolescente ali no meio, mas gostei da tirada do “bom de bico”. Boa sorte!

  68. José Leonardo
    15 de janeiro de 2017

    Olá, Voador.

    O texto todo é uma graça, termina com um chiste da esposa para com o marido (a comparação das características dele com as de um pinguim), entretanto, a pontuação… Realmente é um piso ensaboado onde escorregamos facilmente.

    Lendo e separando intuitivamente as linhas com travessões e pontos finais, e acreditando não dar spoilers, pois nem eu tenho certeza absoluta se entendi tudo corretamente, ficou assim: o marido boêmio chega a casa bem de manhã e com hálito etílico. A esposa o repele, ainda que rindo. Ele dá uma desculpa enquanto a filha vem ao abraço. Ela diz que já pressente não poder “utilizar a carona do pai” pelo bafo daquele mel cantado pela Inês Barroso. O filho também tira onda com o pai, “lá vem o garotão”, saindo de casa e, em seguida, a filha. Por fim, a mulher faz o comparativo do pinguim.

    É uma cena familiar e, embora fiquemos aqui prejudicados pela pontuação (pode ter sido intencional), repito, é cheio de graça e jovialidade. Muito bom.

    Boa sorte neste desafio.

    • José Leonardo
      15 de janeiro de 2017

      Inezita Barroso*

    • Voador
      19 de janeiro de 2017

      Olá José Leonardo, boa noite!
      Foi com a intenção de fazer graça, ser um texto leve.
      Agradeço haver compreendido.
      Quanto a pontuação, não sei, realmente, escrever diferente, é intencional. Escrevo evidenciando os personagens que, enquanto falam, fazem gestos, se relacionam e pensam (uso o itálico). É confuso para quem lê, mas, para quem escreve não. Confuso não? Boa sorte!

      • Marco Aurélio Saraiva
        20 de janeiro de 2017

        Gostaria de adicionar meus centavos ao debate: na minha pouca experiência como contista, aprendi que se o meu texto é confuso para quem lê e só faz sentido para mim, há algo de errado. Afinal, eu estou apresentando o meu texto para outras pessoas, então faz parte da base da comunicação que os meus leitores entendam a mensagem. Se não entenderam, não consegui expressar o que queria de forma a me fazer entender, ou seja, falhei no processo de comunicação.

        Também costumo tomar cuidado com essa linha tênue entre “tenho meu próprio estilo” e “estou escrevendo de forma errada”. 90% das vezes, o “meu próprio estilo” é apenas uma desculpa para não corrigir as falhas apontadas pelos críticos. É claro que há de se ter o bom senso também: eu descarto 70% das críticas aos meus textos, geralmente, por se tratarem de mera opinião pessoal. “Não gostei quando o personagem fez isso ou aquilo” apenas me retrata que o leitor não se identificou com o enredo, mas quando o leitor me alerta sobre uma pontuação errônea, geralmente verifico se ele está certo e, se está, corrijo o erro. Isso é ainda mais evidente quando a maioria dos leitores faz o mesmo tipo de comentário.

        Enfim, só estou deixando o meu aprendizado aqui. Todos estamos aqui para aprender. E, como sempre falo: posso estar errado! =)

  69. Leo Jardim
    15 de janeiro de 2017

    Minhas impressões de cada aspecto do microconto:

    📜 História (⭐▫▫): entendi mais ou menos a cena do “pinguim” chegando em casa depois de uma viagem e a mulher com ciúmes, mas ficou bem confuso. A parte da filha adolescente e da carona ficou bem estranha.

    📝 Técnica (▫▫▫): desculpa a sinceridade, mas esse é um caso clássico em que a técnica mal empregada estraga o texto. Falta vírgulas, como eu “Cheguei *vírgula* meu amor” e travessão para separar a as falas das ações. Dê uma olhada nisso: http://www.recantodasletras.com.br/artigos/5330279

    💡 Criatividade (⭐▫): não vi nada muito criativo.

    ✂ Concisão (⭐▫): faltou informação.

    🎭 Impacto (⭐▫▫): não entendi o texto e isso atrapalhou muito o impacto.

  70. angst447
    15 de janeiro de 2017

    Muito fofo esse pinguim, mas cá entre nós, suas poucas palavras me deixaram tonta. Perdi-me no labirinto das suas ideias. O tal do pinguim, marido bom de bico, chega de manhã, todo perfumado – talvez, de banho tomado – como se nada tivesse acontecido. Tem uma filha adolescente que sabe-se lá com quem pegou carona ou foi de bicicleta.
    A pontuação truncada não facilitou em nada o entendimento do conto.
    Mas senti um tom bem humorado na sua narrativa.
    Boa sorte!

  71. Edson Carvalho dos Santos Filho
    14 de janeiro de 2017

    Muito truncado e sem nexo. E poderia ter revisado mais o texto. As pontuações atrapalham e muito a leitura. Você também poderia ter criado outra forma de introduzir a filha, ficou meio jogado.

  72. Bruna Francielle
    14 de janeiro de 2017

    Entendi como um conto abordando uma cena de família, a mulher com ciúmes do marido que chegou de manhã e perfumado, “bom de bico”, diz a fala final.
    “Sem poder voar”, sem poder trair ? Entendi como o pinguim do fim sendo o marido, que seria gordo como um pinguim.
    A filha dele cumprimenta ele, por ele ter chego da viagem.
    Penso que a construção do conto deixou a desejar, não sou especialista em português, mas achei que ficou muito misturado as falas com a parte do narrador.
    É possível compreender sim, mas está muito atrapalhado !

  73. Fernando Cyrino
    14 de janeiro de 2017

    Com certeza que o pinguim aqui voou demais nesse enredo. Entendimento muito pequeno de tudo. Acho que o conto merece revisão. Por exemplo, a vírgula depois de grande coisa, parece-me que deveria estar após refutou, fazendo com que rindo atue como aposto. Abraços e sucesso.

  74. andré souto
    14 de janeiro de 2017

    Uma cena de ciúme bem tramada,mas com um desfecho um tanto dúbio.

  75. Olisomar Pires
    14 de janeiro de 2017

    Infelizmente, a pontuação deficitária atrapalha totalmente a obra.

    É até possível entender, mas …

  76. Guilherme de Oliveira Paes
    14 de janeiro de 2017

    Tive dificuldade para entender, a narrativa é ousada mas acaba ficando confusa. Creio que há algum problema de pontuação, o que parece atrapalhar a fluência.

  77. Zé Ronaldo
    13 de janeiro de 2017

    Isso é microconto, deixa o leitor pê da vida por não estar juntando os pedaços. Quem é o pinguim? O marido perfumado já cedo, cheio de desculpa esfarrapada? O texto foi bem elaborado e engendrado! Muito bacana mesmo!

  78. Evelyn Postali
    13 de janeiro de 2017

    Então… Não sei se sou eu, mas não entendi muito bem isso tudo. Até entendi as duas primeiras falas. Depois tudo foi se perdendo até eu não conseguir mais saber o que significava. Li mais de duas vezes e não mudou muito.

  79. Virgílio Gabriel
    13 de janeiro de 2017

    Olha, tudo parecia tão legal que me esforcei ao máximo para entender. Maaaaas, não entendi bulhufas. Sorry, rs.

  80. Keynes Aynaud
    13 de janeiro de 2017

    O início estava satisfatório, mas depois que a garota veio, tudo ficou meio que… Desconexo. Tente deixar mais claro a descrição dos atos. Boa sorte com o desafio.

  81. Anorkinda Neide
    13 de janeiro de 2017

    humm aquela rima no comecinho nao ficou legal, mas coloco na conta do personagem q é meio tosco haihiua
    a partir do ‘sem carona’ nao entendi mais nada.
    a ultima frase, sim, trouxe d e volta o personagem tosco e convencido hahua divertido, mas alguem me explique o a carona e o adolescente, que boiei ali!
    abraços

    • Anorkinda Neide
      13 de janeiro de 2017

      ahh acho q a menina, sendo bem recptiva e tal estva pedindo carona pra escola? ^^
      e o adolescente? é ele, o personagem tosco, se sentindo adolescente por levar a filha na escola? hiuhua eu adorei esse personagem

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Informação

Publicado às 13 de janeiro de 2017 por em Microcontos 2017 e marcado .