EntreContos

Literatura que desafia.

Pinguim (Cilas Medi)

pinguim

— Cheguei meu amor, uma semana de saudades, entrando na cozinha e na felicidade.

— Grande coisa, refutou rindo, o abraço e se desvencilhando do beijo. — Cheiroso e a essa hora? Sete horas da manhã!?

— Cheguei de madrugada e fiquei no hotel, explicou firme.

— Oi pai, tudo bem na viagem? A menina o beijou carinhosamente no rosto, a mãe a afastando. — Já senti o sem carona.

— Tem adolescente no pedaço, o garotão e a mochila nas costas. — “Fui” de bicicleta. Saiu e a menina a seguir.

— Meu lindo pinguim. Lembrou: barrigudinho – retesou abdômen – sem poder “voar” e ”bom de bico”.

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92 comentários em “Pinguim (Cilas Medi)

  1. Lohan Lage
    27 de janeiro de 2017

    Olha, desculpe, mas eu acho que entendi pouca coisa. Ou nada.
    Confuso. Uma pena!

  2. Gustavo Henrique
    27 de janeiro de 2017

    Nossa, que texto confuso kkkkkkk. Sr Voador, você estava bêbado? haha. Não consegui entender nada mas me fez rir bastante. Boa sorte kk

  3. Sra Datti
    27 de janeiro de 2017

    Olhe, sr. Voador, confesso que me perdi em meio as pontuações. Apenas entendi que esse pai era um “voador”, achava-se o bonzão, rs, e a mãe estava uma fera. Filhos adolescentes…
    A associação ao pinguim foi bacana.
    Não curti muito. Mas o exercício é válido.
    Abs!

  4. Simoni Dário
    26 de janeiro de 2017

    Não entendi nada, mas percebi uma tentativa de humor. Talvez numa execução mais elaborada, com uma revisão aprumada, o texto faça algum sentido.
    Bom desafio.

  5. rsollberg
    26 de janeiro de 2017

    Escrever um conto sustentado pelos diálogos não é fácil.
    Aqui, o autor não logrou exito, a pontuação está completamente equivocada. Não sabemos quem é personagem, quem é narrador. Uma pena.
    Pois parece que a ideia é boa e que muita coisa ficou escondida.
    De qualquer modo, parabéns e boa sorte.

  6. Jowilton Amaral da Costa
    26 de janeiro de 2017

    Um conto médio. Entendi, acho. É uma cena cotidiana. O cara chega de manhã de uma viagem, provavelmente de serviço, cheiroso e a mulher não acha nada bom. Desconfia dele. Mas, ele é firme na história, é bom de bico como um pinguim, coisa que suplanta os atrativos físicos, a barriguinha avolumada e o fato de poder voar, assim como os pinguins.O conto tem estilo, talvez, este estilo tenha atrapalhado na leitura. Boa sorte.

  7. Lídia
    26 de janeiro de 2017

    QUE?
    Tentei ler, com calma, várias vezes… mas não consegui compreender muita coisa…
    Talvez fosse necessário lapidar um pouco mais os últimos diálogos, ou passar tudo para o discurso indireto.
    Boa Sorte!

  8. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    25 de janeiro de 2017

    Olá, Voador,

    Tudo bem?

    A opção por uma narrativa em forma dramática é sempre ousada quando se trata de um conto, ainda que micro.

    Pela falta de palavras que o desafio exige, faltaram as rubricas (como se diz na dramaturgia), ou, a explicação um pouquinho mais detalhada do contexto e da intenção dos personagens, para que a história seja compreendida por completo.

    Parabéns por participar.

    Boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

  9. vitormcleite
    25 de janeiro de 2017

    ok, com mais um pouco de trabalho pode resultar um texto interessante, mas de momento não me parece muito impactante nem que prenda a atenção do leitor

  10. Felipe Teodoro
    25 de janeiro de 2017

    Conto bem confuso. Parece ser uma confusão proposital, porém, pra entrar na forma que o texto está apresentado é complicado. Creio que faltou mais informações, me parece que o autor quis deixar a compreensão nas mãos das deduções e isso não é errado, quando não acontece de forma exagerada. Infelizmente, o texto não me agradou.

  11. Tiago Menezes
    25 de janeiro de 2017

    Amigo, infelizmente não pude compreender muita coisa. Muitos erros de pontuação e a partir do meio do conto parece que a lógica desandou. Gostei do início, mas o resto ficou difícil de compreender… infelizmente.

  12. Renato Silva
    25 de janeiro de 2017

    Caramba, meu, o que é isso que você escreveu? Fui ler os comentários e parece que eles também não entenderam direito. Olha, eu até achei legal aquelas primeiras falas, mas depois não entendi nada, ficou sem sentido. Uma pena, pois eu estava gostando. Faltou revisar pontuação. Acredito que você tenha escrito correndo e enviou sem ler direito, estou certo? Já fiz muito isso. Até neste desafio cheguei a enviar texto com um erro que não consegui identificar.

    O que mais me deixou confuso foi isso:

    “— Tem adolescente no pedaço, o garotão e a mochila nas costas. — “Fui” de bicicleta. Saiu e a menina a seguir.”

    Era uma narrativa em primeira pessoa? Por acaso o protagonista-narrador disse que saiu de bicicleta, sendo seguido por sua filha logo depois? Eu realmente gostaria de entender o que aconteceu aí e toda essa confusão textual.

    Boa sorte neste desafio.

  13. Victória
    25 de janeiro de 2017

    Não entendi não, moço =( Tinha achado curioso por causa do título, mas no fim não entendi nem quem ou o que é o pinguim rs

  14. Daniel Reis
    25 de janeiro de 2017

    A pontuação dificultou a interpretação desse texto. Como a mulher recebeu a notícia que ele chegou de madrugada mas não veio para casa? E quem “fui” de bicicleta? Quem saiu, a mãe? A melhor parte foi ele lembrando dos apelidos – eram dados pela amante? Queria ter gostado do seu conto, mas não consegui.

  15. Gustavo Aquino Dos Reis
    24 de janeiro de 2017

    Voador,

    seu conto é de difícil compreensão muito por conta da maneira como os diálogos são colocados. Não sabemos o momento que é o discurso do personagem e do narrador.

    Infelizmente, isso me impossibilitou de saborear o teu trabalho.

    Depois, por favor, nos explique a obra.

  16. Douglas Moreira Costa
    24 de janeiro de 2017

    O conto é bastante confuso, já disseram isso algumas vezes então não preciso falar mais que isso. Quanto ao que eu entendi da história, ela realmente não me causou qualquer sensação, parece que ficou sem a frase final, não sei. Não convence.

  17. Fil Felix
    24 de janeiro de 2017

    Eu queria gostar mais, realmente. O título e pseudônimo são interessantes, retratar um dia dessa família pinguim foge do tradicional.

    Mas me senti vendo um episódio do Pingu com tradução simultânea. Não sei se é seu estilo ou foi descuido, mas fazer uma história só com diálogos não é algo fácil, e misturando travessões com vírgulas deixa meio confuso em saber o que realmente está acontecendo. Isso prejudicou um pouco o que poderia ser mais engraçado.

  18. Srgio Ferrari
    24 de janeiro de 2017

    Parece um samba. Deveria ser um sambinha descontraído, tente cantar este micro e saberá do que digo. Ok, bonitinho, mas acho q não foi pensado pra uma disputa, mas é legal participar e receber os comentários. Isso aê, valeu! 🙂

  19. Wender Lemes
    24 de janeiro de 2017

    Olá. Uma trama relativamente simples com estilo ousado que, ao meu ver, foi prejudicado por não ter o espaço suficiente para se solidificar. Não vejo problemas em uma forma menos engessada, até acho bem legal, mas geralmente demanda mais contato para que o leitor se acostume (Saramago tem um pouco disso, como alguns colegas já disseram, você começa meio perdido com os parágrafos gigantescos, sem muita pontuação, e depois pega o jeito da coisa). De qualquer forma, merece elogios por fugir do comum.
    Parabéns e boa sorte.

  20. catarinacunha2015
    24 de janeiro de 2017

    MERGULHO na geladeira. Acho que era para ser engraçado e fiquei procurando a graça. Uma cena legal de um momento dentro de um contexto maior. Talvez completo gere algum IMPACTO.Faltou técnica.

  21. Pedro Luna
    23 de janeiro de 2017

    Infelizmente não entendi nada. Essa parte, por exemplo, espremi a cuca, tentei de todas as formas, mas simplesmente não consegui sacar qual a do “senti o sem carona” aí:

    “— Oi pai, tudo bem na viagem? A menina o beijou carinhosamente no rosto, a mãe a afastando. — Já senti o sem carona.””

    E nem vou me esticar para os parágrafos seguintes, ainda mais confusos. Não gostei.

  22. Andreza Araujo
    23 de janeiro de 2017

    De início, o texto é confuso por causa da pontuação mal empregada. Mas se a gente reler com carinho, dá pra entender as falas. Mas a história em si é bem sem sal. Narra um pai chegando em casa de manhã cedo com uma desculpa terrivelmente fraca. Por que ele ficaria no hotel ao invés de ir pra casa? A parte dos filhos é desnecessária, e ao final quem chama quem de pinguim; a mulher para o homem? Se ela estava emburrada com ele, recuperou o humor muito rápido. Concluindo, a história em si é bem confusa e o que dá pra entender não tem muito apelo.

  23. Amanda Gomez
    23 de janeiro de 2017

    Olá,

    A texto me parece uma cena cotidiana de filmes americano. Onde tem um marido chegando depois de uma ” escapada” a mulher dedicada e ingênua, filho adolescente caladão é uma menina carinhosa que ama o papai.

    Acho que é isso, mas não entendi o que o autor quis passar além. Não sei se tem alguma coisa oculta aí… Se tiver está bem escondida. rs.

    Já falaram, então não vou me alongar sobre a confusão dá escrita.

    No mais, boa sorte no desafio.

  24. Thayná Afonso
    23 de janeiro de 2017

    Seu conto foi bastante prejudicado pela maneira que usou os travessões e as vírgulas. Precisei ler os comentários para me situar melhor, mas ainda assim, não consegui gostar. Boa sorte!

  25. Mariana
    23 de janeiro de 2017

    Desculpa, muito confuso. Boa sorte da próxima vez

  26. Miquéias Dell'Orti
    22 de janeiro de 2017

    Olá,

    Olha, vou ser bem sincero e dizer q li seu texto 4 vezes na esperança de entende-lo. Infelizmente, acho que o limite de palavras foi entrave ao entendimento. Talvez se você tivesse mais palavras conseguiria passar a ideia que o conto detém.
    Meu breve entendimento: o cara chega chapado em casa, a esposa não deixa ele levar a filha para a escola, ele fala q vai de bicicleta (sei lá onde) e a mulher o compara a um pinguim (eu acho)… E aí a coisa toda dá um enrosco na minha mente.

  27. Estela Menezes
    22 de janeiro de 2017

    Que pena! Uma ideia interessante, um final cheio de humor, algumas imagens bem vívidas, tudo isso embaralhado por um texto confuso e descuidado! Nem sempre a escrita nos ajuda a contar o que pretendemos…

  28. Givago Domingues Thimoti
    22 de janeiro de 2017

    Eu não gostei.
    Achei um microconto sem pé nem cabeça. Isso foi causado, principalmente, pelos últimos períodos. Além disso, os erros de pontuação e a mudança no discurso (de narrador para personagem e, vice-versa) atrapalharam muito a minha leitura.
    Boa sorte!

  29. Fabio Baptista
    21 de janeiro de 2017

    Eu li, reli, li de novo, li os comentários pra ver se encontrava alguma pista… e não entendi nada.

    Um diálogo totalmente nonsense, com pontuação falha, que não despertou nenhuma emoção e nem foi engraçado (pensei que seguiria um viés cômico que poderia funcionar em meio ao caos).

    Abraço!

  30. Eduardo Selga
    21 de janeiro de 2017

    O conto é caótico na pontuação e no estabelecimento do que é discurso de personagem e do que discurso do narrador.

  31. Bia Machado
    20 de janeiro de 2017

    Não foi fácil compreender esse conto. Entendi o marido chegando de viagem, dormindo no hotel, filhos adolescentes, apelido carinhoso… aí fui ver os comentários e muitos citando cachaça, acabei voltando e relendo, não é que se encaixa também? Mas eu prefiro a primeira versão, certo? O texto não é fácil de ler, talvez pelo enredo ser tão simples quis valorizar na forma. Pontuação meio complicada. 😉

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Informação

Publicado às 13 de janeiro de 2017 por em Microcontos 2017 e marcado .