EntreContos

Detox Literário.

O Robô (Lohan Pignone)

Quando acordou, o robô já estava lá. Hercólubus já não era mais o segundo sol. Os holandeses transavam sob oceanos abissais. Fidel Castro já era um fóssil exposto em um museu dos EUA. Clones perambulavam pelas terras vermelhas de Marte. Jesus já havia alcançado dois bilhões de seguidores no Twitter. A Monalisa conversava com seus visitantes no Louvre. Arqueólogos haviam encontrado um papiro o qual revelava o grande mistério da humanidade: sim, meus caros, Capitu traiu Bentinho.

Anúncios

86 comentários em “O Robô (Lohan Pignone)

  1. Thayná Afonso
    27 de janeiro de 2017

    As referências são ótimas, mesmo acreditando estarem um pouco em excesso. Apesar de não acreditar na última frase (rs), a ideia futurística é muito boa.
    Foi um texto muito criativo e repleto de ideias ótimas! Parabéns!

  2. Gustavo Henrique
    27 de janeiro de 2017

    Não gostei muito. Boa sorte!

  3. Sra Datti
    27 de janeiro de 2017

    Não sei se pode ser considerado um conto, a não ser pela primeira frase. Depois, um punhado de possibilidades futurísticas numa sequência aparentemente aleatória. Gostei apenas do final divertido que brinca com os personagens famosos de Machado.
    Boa sorte!

  4. Simoni Dário
    27 de janeiro de 2017

    Um bom toque de humor combinado com objetividade são as ferramentas desse conto. Gostei e me diverti com a leitura.
    Bom desafio!

  5. Pedro Luna
    27 de janeiro de 2017

    Infelizmente um conto que toca naquele que considero o mistério mais CHATO da humanidade. Não suporto mais ouvir falar de Capitu e Bentinho. Paciência zero. Porém, acabei gostando do conto pelos toques de humor no início e pelo fato de terem solucionado o mistério através de um papiro..hahaha.

  6. Victória
    27 de janeiro de 2017

    Ora essa, é claro que Capitu não traiu Bentinho!

    Gostei bastante do conto, da temática futurística e das imagens apresentadas. Fidel em um museu dos EUA? Jesus com bilhões de seguidores…No Twitter? Achei bacana como você construiu o conto com coisas grandiosas ou que no mínimo despertam curiosidade, mas no final, o grande mistério da vida é se Capitu traiu ou não Bentinho. Muito bom, parabéns!

  7. Lídia
    27 de janeiro de 2017

    NÃO! Capitu não traiu Bentinho, não me venha com essa história! kkkk
    Gostei muito do ar futurístico, sem aquelas viagens cinematográficas e com mil e uma intertextualidades.

    Boa sorte!

  8. Amanda Gomez
    26 de janeiro de 2017

    Olá, Andrade.

    Veja só, o menor conto do mundo e eu ainda não tinha lido. Não capitei a referência que estavam falando nos comentários ( sim, dessa vez tive que consultar os universitários) dei um Google e enfim pude apreciar melhor a ideia do seu conto, tal como a ”homenagem”.

    Foi uma leitura bem curiosa, divertida e muito bem montada, só tiraria a parte do Fidel ( Ugh) e o texto ficaria bem melhor. A ideia de uma realidade alternativa e absurda até, funcionou muito bem aqui, a escrita está boa e o desfecho foi uma ótima sacada, inesperada, que faz rir.

    É um bom conto, criativo… não me fisgou como eu gostaria, mas tem bastante mérito.

    Boa sorte no desafio!

  9. rsollberg
    26 de janeiro de 2017

    o Preconceito é foda! Comecei achando; “porra, conto de robô é muito chato”. Mas a história aqui é genial, as referências são ótimas, ri bastante com o J.C no twitter, (creio que o autor conseguiria fazer páginas e páginas com essas visões do futuro.) Tudo preparado para o arremate final e a revelação do tão famigerado mistério da humanidade (claro que não era o sentido da vida…)
    Parabéns uma ideia muito boa, original e bem executada.
    Tá na minha lista.

    • Brian Oliveira Lancaster
      27 de janeiro de 2017

      “Conto de robô é muito chato”… (Clicando no botão)
      Deseja desfazer a amizade?
      [x] Sim.

      • rsollberg
        27 de janeiro de 2017

        kkkkkk, então Brian, mas você sabe que eu dificilmente deixo isso interferir na minha análise. Ao contrário, normalmente os seus contos estão sempre na minha lista ou com boas notas, Inclusive, já disse que na minha opinião você é o escritor mais preparado da turma, pois segue uma linha e consegue sempre criar contos de ficção cientifica independente do tema. O resto é apenas uma questão de gosto!

      • Brian Oliveira Lancaster
        27 de janeiro de 2017

        Ainda bem que você entendeu a piada (hj em dia é complicado). Pois é, mas, me ater ao “meu” tema geralmente só me dá dor de cabeça. Agradeço o exagero, amigo! Tem muito chão ainda…

  10. Lee Rodrigues
    26 de janeiro de 2017

    Gostei das referências usadas na passagem de tempo, que claro, arracou-me risos, e que no fim, a vida alheia continua despertando interesse. Ahh Capitu… rs

  11. Fil Felix
    25 de janeiro de 2017

    Gostei e não gostei do conto. A ideia de um futuro super exagerado e nonsense é demais e o autor conseguiu pegar essa ideia. Mas a maneira como foi colocada, não me envolveu tanto. Pareceu informações jogadas, com um final que vejo aos montes nos memes da vida (o tal do Bentinho). Seria interessante se os eventos tivessem uma linha que os unissem, como todos com referências literárias ou das artes visuais, dando uma identidade mais forte.

  12. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    25 de janeiro de 2017

    Olá, Andrade,

    Estou rindo até agora.

    Além de gostar do texto e suas suposições para um futuro muito distante, você fechou com chave de ouro, revelando um humor aguçado e sutil.

    Muito bom.

    A ideia, que a princípio me pareceu apenas a de uma história de FC (o que já seria ótimo), mostrou-se madura e muito bem construída.

    Parabéns por seu trabalho e boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

  13. vitormcleite
    25 de janeiro de 2017

    texto corrido que não apresenta nenhuma linha forte que me amarre, e a procura de alguma ironia não resultou bem.

  14. Gustavo Aquino Dos Reis
    25 de janeiro de 2017

    Gostei bastante desse conto.
    Ele tem uma boa escrita e o enredo sim é bem instigante.
    Só achei que o autor poderia ter ousado mais e usufruído do limite do certame.
    Pecou apenas nisso.
    De resto está de parabéns.

  15. Jowilton Amaral da Costa
    25 de janeiro de 2017

    Bom conto. O início lembra o do Dinossauro. Esse aqui vai além, com sarcasmo e surpresas. Pô, eu sempre tive certeza que a Capitu havia traído Bentinho. Boa sorte.

  16. Felipe Teodoro
    25 de janeiro de 2017

    Excelente desenvolvimento, você cria um futuro distópico, misturando realidades alternativas, cheio de referências. Gostei mesmo, porém o desfecho, com o lance do Don Casmurro, brochou um pouco sabe. Será que você usou esse como o grande mistério apenas para nos mostrar que na realidade descobrir se Capitu traiu ou não, não tem graça¿ Que a magia dos mistérios, é o fato de serem mistérios¿ Se essa foi sua ideia, legal. Mas assim, eu esperei algo diferente, fui surpreendido, ponto pra você, mas acabou que o efeito não foi tão bom, quanto o prazer que o desenvolvimento do conto.

    Parabéns pelo trabalho.

  17. Srgio Ferrari
    25 de janeiro de 2017

    Fidel Castro amornou, muito recente, mesmo fóssil, haviam mais coisas pra usar no lugar, mas de resto, outro ótimo microconto. Pelo amor de zeus, não se tem muito o que dizer de algo ótimo. Sigamos.

  18. Tiago Menezes
    25 de janeiro de 2017

    Um belo conto de Ficção científica, apesar de pouco espaço. Muitas referências, algumas engraçadas. É um texto bem escrito e de leitura leve e divertida. Parabéns.

  19. Daniel Reis
    25 de janeiro de 2017

    Ficção científica em microconto. Só acho absolutamente implausível mesmo que exista tal pergaminho, pois o mistério de Capitu permanecerá sendo discutido por séculos, até o final dos tempos. Também nesse texto, como em vários outros do desafio, há a característica de introdução a um texto maior. Esse, especialmente, ficou parecendo as manchetes lidas na abertura do Jornal Nacional. Mas a referência ao conto do dinossauro foi um bom ponto de partida.
    Desejo boa sorte ao autor!

  20. Renato Silva
    24 de janeiro de 2017

    “Quando acordou, o robô já estava lá.”

    Achei a frase meio ambígua. Foi o robô quem acordou ou este já estava presente no local e na época em que despertou o verdeiro protagonista deste microconto?

    Me lembrou Futurama, série que gosto bastante. Achei a premissa interessante, mas parece ter faltado aquela “peça” que liga tudo isso aí.

    Te desejo boa sorte.

  21. Douglas Moreira Costa
    24 de janeiro de 2017

    O conto tem um desenvolvimento interessante, com muitas ideias legais do futuro, mas no fim das contas é a única coisa que nos apresenta. É engraçada a frase final, mas não causa impacto, não tem nenhuma sacada que eu tenha enxergado. Se tivesse tido uma frase mais estonteante para fechar o conto teria sido muito melhor.

  22. Tom Lima
    24 de janeiro de 2017

    É uma boa ideia, mas não gostei da forma.
    Me parece que tudo foi construído pra dizer que, num futuro distante, a questão Capitu ainda é fonte para discussões. Eu não gostei dessa forma porque é muita informação pra esse espaço pequeno, não é ruim, só não funciona pra mim. Não é falta de técnica, é gosto pessoal.

    O trocadilho andrade/android foi muito bom!

    Só tenho que acrescentar que o pergaminho é fake… Uma falsificação muito boa, mas falsa ainda assim 🙂

    Parabéns e boa sorte.

    Abraços.

  23. Andreza Araujo
    23 de janeiro de 2017

    Gente, que samba! Adorei, do início ao fim. Primeiro tentei formar as imagens dessa realidade louca, depois percebi que se tratava de uma salada sem fim. É muita informação, mas essa é a graça do conto, juntar todas essas referências numa mesma história. O final mantém o nível de criatividade do conto. Muito divertido e criativo.

  24. catarinacunha2015
    23 de janeiro de 2017

    MERGULHO certeiro. Não fez nem espuma. O futuro é líquido: mesmo que nos pertença escorre entre os dedos. Sempre botei fé que Capitu era mais experta do que demonstrava, jamais deixaria um papiro como prova. IMPACTO de um meteoro. Arrasou.

  25. Wender Lemes
    23 de janeiro de 2017

    Olá! Que mistura você fez aqui. Pareceu-me a vida percebida por uma pessoa que dormiu por um (extremamente) longo período. O mais legal é que essa pessoa acaba sendo cada um dos leitores, pois acompanhamos os fatos apresentados da mesma perspectiva. Incrédulos, chamamos isso de impossível, como deve ter feito o protagonista, mas quem garantirá?
    Parabéns e boa sorte.

  26. Mariana
    23 de janeiro de 2017

    E se o papiro for uma falsificação? Essa sempre será a grande dúvida da humanidade…

  27. Cilas Medi
    23 de janeiro de 2017

    E eu fiquei sem saber até onde, em que local ou época, estou. Uma linguagem que, aparentemente, quer parecer surreal e absurda e ao mesmo tempo sem sentido nenhum, um emaranhado de ações querendo parecer do passado, mas, divagando completamente entre realidades, suposições e fantasias. Complicado? Muito.

  28. Estela Menezes
    22 de janeiro de 2017

    Adorei as referências, que aparecem já na primeira frase; a sofisticação; a criatividade; o nonsense; o tom moderno, rápido e meio entrecortado; o final bem sacado e divertido. Curto esses textos cheios de humor, em que o autor nos leva pra brincar com ele. Apenas uma observação tão cheia de sutileza quanto seu estilo: talvez a mudança de “o papiro revelava o grande mistério da humanidade ” para “o papiro desvendava o grande mistério da humanidade” tornasse ainda mais precisa a frase final do seu conto.

  29. Givago Domingues Thimoti
    22 de janeiro de 2017

    Gostei do conto.
    É engraçado e é hipotético. Para mim, pelo menos, levanta algumas questões interessantes.
    Boa sorte!

  30. Bia Machado
    21 de janeiro de 2017

    Interessante a composição. Diverte pensar em todas essas situações ocorrendo ao mesmo tempo. O final mantém a graça e serve como uma cerejinha, surpreendente revelação, esperávamos por essa revelação há séculos, mas olha, eu já dava isso como certo e com todo o contexto do romance do Machado, digo que dá para entender o porquê da traição.. =P E sim, o começo faz referência ao conto do dinossauro. Quem será esse autor/ essa autora que pegou uma caroninha no conto do guatemalteco?

  31. Bruna Francielle
    21 de janeiro de 2017

    Razoavelmente interessante !
    Porém bem inverossímil, e nem é porque as coisas são meio absurdinhas, mas sim porque a humanidade parece estar regredindo ao invés de avançar, a longo termo ! Acho mais provavel que qnd o ser acordasse, estivesse vivendo em algo pior q a Idade das Pedras !
    Mas gostei sim do seu conto !
    Parabéns

  32. mariasantino1
    20 de janeiro de 2017

    Olá, autor(a)!

    Encerro os comentários deste certame, dando um sorriso aí para o seu escrito. Tem sim o lance do miniconto do dinossauro, mas aí você inseriu outros, deixando com ar futurista. Gostei, ri, deve ter dado um trabalho fazer parecer despretensioso assim e inserir informações que todo mundo conhece (ok, fui pesquisar sobre Hercólubus – o planeta vermelho) para que a piada funcione.

    Se a gente usar a primeira sentença para cada acontecimento, então temos vários minis que, sendo que alguns são mais engraçados que outros:

    Quando acordou, o robô já estava lá.
    Quando acordou, Fidel Castro já era um fóssil exposto em um museu dos EUA.
    Quando acordou, Jesus já havia alcançado dois bilhões de seguidores no Twitter.
    Quando acordou, Arqueólogos haviam encontrado um papiro o qual revelava o grande mistério da humanidade: sim, meus caros, Capitu traiu Bentinho.

    Gostei bastante. Parabéns e boa sorte.

  33. Leandro B.
    20 de janeiro de 2017

    Pelo o que entendi, foi uma brincadeira com o Monterroso e o restante do conto, de fato, não tem em si uma história.

    Acho que a brincadeira parte da busca incessante pelo sentido, e até a algumas piadas que fizemos na página de autores sobre a ideia de que algum leitor-autor diria que “o texto do dinossauro é aberto demais, nota 3”.

    Aqui se fez o oposto. Tudo que poderia ser um mistério para a humanidade é revelado, Marte, Jesus, Monalisa e inclusive, um easter-egg para quem leu Dom Casmurro.

    Enfim, “fecha” as aberturas para mostrar como elas são importantes. Bacana.

  34. Vitor De Lerbo
    20 de janeiro de 2017

    Muito obrigado por me transportar a um futuro não distópico e por manter laços com elementos relevantes do passado.
    Parabéns e boa sorte!

  35. Juliano Gadêlha
    20 de janeiro de 2017

    Gostei. O autor nos leva através de vários avanços tecnológicos que seu futuro fictício traz, mas a grande descoberta, que vem como desfecho, é a solução de um enigma literário que nos consome há muito tempo. Bela sacada. Boa escrita, fluida. Apenas uma coisinha me incomodou: eu trocaria “…um papiro o qual revelava o grande mistério da humanidade” por “…um papiro que revelava o grande mistério da humanidade”. E você ainda ganharia uma palavra!

    Parabéns!

  36. waldo gomes
    19 de janeiro de 2017

    Conto “se colar, colou” narra fatos no futuro, sem nenhuma intenção de contar uma estória.

    É só isso mesmo, o tema encerra o conto e fica nisso.

  37. Miquéias Dell'Orti
    19 de janeiro de 2017

    Legal e com umas cenas meio proféticas (todas elas, acredito, tem possibilidade de acontecer, se já não ocorreram kkk).
    Só o final que não me ganhou. Achei fraco. Talvez por que eu não goste de novela… Enfim.

    • Miquéias Dell'Orti
      23 de janeiro de 2017

      Bem… Cá estou eu novamente para tentar me redimir (já é o segundo comentário em que cago na interpretação, mas esse mereceu troféu de cabacisse do ano – e olha que 2017 acabou de começar).
      Querido autor, não vou ficar aqui justificando minha ignorância diante do básico da literatura nacional (apesar de já estar fazendo isso). Só posso pedir que me perdoe pelo comentário acima e desconsidere a última frase.

  38. Gustavo Castro Araujo
    19 de janeiro de 2017

    Bem sacado o conto, a começar com a referência do Monterroso. Aqui, no entanto, em vez do passado busca-se o futuro. Um futuro bem distante, em vista da realidade traduzida em exemplos divertidos. O diferencial, o que torna o conto interessante, é a ideia de que o futuro nos permitirá resolver um dos maiores mistérios da literatura. Ainda que caiba recurso.

  39. Anderson Henrique
    19 de janeiro de 2017

    Gostei. Sei nem se microconto é. Mas curti deveras essa punhetagem de referências. Acho que é um texto que funciona bem num círculo de autores leitores e apreciadores da arte em geral. Como eu não sei o que é, mas quem manda na minha lista sou eu, já viu, né? Abs.

  40. Marco Aurélio Saraiva
    19 de janeiro de 2017

    Não fosse a referência do Selga ao nanoconto de Monterroso, não entenderia a frase inicial do seu conto. Todo o resto, para mim, são descrições interessantes de um futuro não muito distante. Gostei, mas não muito, talvez por não haver trama ou impacto algum.

  41. Fheluany Nogueira
    19 de janeiro de 2017

    Entre as previsões de futuro, fiquei satisfeita ao perceber que o vidente acredita que a Literatura continuará valorizada, continuará como um mistério a ser resolvido. Bom trabalho, impactante pela novidade da apresentação, pelo excesso de informação e pela intertextualidade. Parabéns! Abraços.

  42. Laís Helena Serra Ramalho
    19 de janeiro de 2017

    Não sei dizer se há realmente um enredo aí. Mas, desconsiderando esse detalhe, achei o conto muito bem bolado: uma descrição de um futuro distante ressaltando acontecimentos inesperados.

    Só não entendi porque o robô está no título, se afinal ele é só um detalhe. Fiquei com a sensação de que você escolheu uma das frases aleatoriamente para intitular o conto, sem se preocupar em abarcar o todo. Mas, de novo: é outro detalhe, uma expectativa que eu criei ao ler o título.

  43. Fabio Baptista
    19 de janeiro de 2017

    Um conto nonsense (no bom sentido), divertido, com boas imagens. Também me lembrei de imediato do conto citado pelo Davenir, do dinossauro.

    Enfim… a verdade é que mesmo após uma pausa de um dia sem fazer comentários, ainda estou saturado de microcontos e talvez por isso não tenha conseguido apreciar mais esse aqui, apesar de ter sido uma boa leitura.

    Abraço!

  44. Matheus Pacheco
    19 de janeiro de 2017

    Capitu não traiu Bentinho cara, isso é uma coisa que todo mundo tem que entender cara, Sérião cara, acabou com o conto pra mim, porque eu estava gostando bastante dele apesar daquela blasfeminha com o twiter…
    Brincadeira amigão muito bem “tirado” o conto, um abração.

  45. Luis Guilherme
    18 de janeiro de 2017

    Boa noite!

    O conto é divertido, mas carece de trama e enredo.

    IDeias desconexas ilustrando o futuro, acabaram transformando a historia mais num relato descritivo que num conto em si, não sei.

    Dá pra ver que tem criatividade, que é o mais importante.

    Parabéns e boa sorte.

  46. Iolandinha Pinheiro
    18 de janeiro de 2017

    Acho que foi uma tentativa de ser cult, parodiando o conto do Augusto Monterroso,para começar, e inserido suas construções na sequência, com evidente queda na qualidade. Apesar disso, eu achei valoroso o esforço do autor, como colocar que Jesus já tinha dois bilhões de seguidores no twitter, e que o grande segredo da humanidade (referindo-se à traição ou não de Capitu do livro Dom Casmurro) havia sido decifrado. Segredos assim não devem ser revelados, mas discutidos, assim como os contos que são colocados aqui. Assim, assim. Cheiro.

  47. Thiago de Melo
    18 de janeiro de 2017

    Hahaha!
    Trofeu gargalhada para você!

    Muito bom! Muito bom mesmo!

    Cada frase do seu texto é, em si, um microconto (um microcosmo):

    “Quando acordou, o robô já estava lá.”
    “Hercólubus já não era mais o segundo sol.”
    “Os holandeses transavam sob oceanos abissais.”

    Cada uma dessas frases poderia ser, sim, um conto em separado, como o do Dinossauro, que você parafraseou no início.

    Muito bom e divertido! Parabéns!

  48. Davenir Viganon
    18 de janeiro de 2017

    Alguém gostou muito do conto do Guatemalteco. Conto esse que reproduzo aqui:

    “Quando acordou, o dinossauro estava lá.”

    E o autor fez mais. Na verdade, obrigou-se a fazer. Deve saber que se o Guatemalteco jogasse esse conto aqui, seria só mais um na fila do pão, levando crítica a rodo por uma série de motivos que giram entorno do gosto pessoal…

    Quanto ao seu conto, eu gostei da loucura. Não me pareceu puramente aleatória, mas coerente dentro da loucura proposta. Construiu um quadro de um futuro muito bizarro. Afinal, nosso presente soaria tão bizarro para os nossos antepassados, que seria difícil explicar, não concorda?

  49. Evandro Furtado
    18 de janeiro de 2017

    Sem dúvida, o autor arrisca aqui e sucede em criar algo diferente. As sentença são bem construídas e sonoras. Tudo é cheio de significado, transborda. Esse mundo alternativo-futurístico é pra lá de interessante e cheio de referências, com uma pitada de humor.

    Resultado – Good

  50. Glória W. de Oliveira Souza
    18 de janeiro de 2017

    Narrativa com muitas referências de fatos e acontecimentos de conhecimento mundial. Atemporal. Fatos do passado e também mais recentes. Transformou, para mim, num patch work multifacetado como numa almanaque aberto aleatoriamente, sem qualquer compromisso com o gênero conto. Sem dramaticidade. Não há apresentação, desenvolvimento e conclusão que pudesse conduzir o leitor.

  51. Thata Pereira
    18 de janeiro de 2017

    Hilário! Adorei o conto. Não esperava por um fim como esse. A criatividade para descrever o futuro, em ações e características tão peculiares nossas… é até interessante pensar na Monalisa interagindo com seus visitantes, Jesus usando o Twitter rsrs. Adorei.

    Boa sorte!!

  52. Luiz Eduardo
    17 de janeiro de 2017

    Realmente não existe uma trama que se desenvolva ao longo do conto, mas para mim a criatividade e a boa escrita conseguiram contornar esse detalhe. Muito bom, parabéns e boa sorte!

  53. Tatiane Mara
    17 de janeiro de 2017

    Olá….

    O texto de eventos futuros numa realidade esquisita.

    E foi só isso mesmo, sem estória ou trama.

    Boa sorte.

  54. Priscila Pereira
    17 de janeiro de 2017

    Oi Andrade, infelizmente não achei graça no seu conto… Não tem uma história, só fatos desconexos, que não me interessaram muito, desejo boa sorte!!

  55. Rubem Cabral
    17 de janeiro de 2017

    Olá, Andrade.

    Divertido o conto, boas as referências também, feito a homenagem ao microconto famoso e aos conspiracionistas malucos. Contudo, fora a graça de brincar com fatos absurdos, senti falta de mais substância…

    Boa a escrita também: não encontrei erros.

    Nota: 7.5

  56. Victor F. Miranda
    17 de janeiro de 2017

    Entendi que foi um microconto de FC com humor, mas não vi muita relação entre as notícias. Acho que isso poderia ter tornado a última revelação mais engraçada, mas valeu a jogada.

  57. ROSELAINE HAHN
    16 de janeiro de 2017

    A salada futurista me lembrou O mochileiro das Galáxias do Douglas Adam, tem até robô na história, como no livro; a cereja do bolo é o toque Machadiano, boa sacada. Por outro lado, o conto destoa da estrutura de um microconto proposto no desafio, mas quer saber, o meu tb. destoou. Bora! Futuro promissor.

  58. Vanessa Oliveira
    16 de janeiro de 2017

    Putz, que futuro é esse! Achei bem cômico, irônico e com uma sacada esperta. O texto é fluido, a gente lê rapidinho e dá uma risadinha no final. Achei interessante, e tomara que a gente realmente descubra os segredos do universo um dia. Boa sorte!

  59. Andre Luiz
    16 de janeiro de 2017

    Um texto irreverente, que mexe com a criatividade e o pensamento do leitor sobre o futuro. Mesmo que eu não tenha entendido muita coisa.

    -Originalidade(8,0): O conto foi criativo, e trouxe um elemento de ficção-científica misturada com uma realidade paralela, quase.

    -Construção(7,0): Por mais que os temas abordados na perspectivas futurísticas tenham sido engraçados, eu não gostei muito da forma como foram jogados no conto. Pareceu-me que não se casavam, ou se tiverem alguma relação, não ficou muito bem explicitada.

    -Apego(6,5): Senti falta de mais do personagem principal, que foi introduzido, mas não fez nenhuma ação.

    Boa sorte!

  60. juliana calafange da costa ribeiro
    16 de janeiro de 2017

    Hahaha! Bom saber que num futuro, ainda que distante, será finalmente revelado o grande mistério!!! Não o da humanidade, mas sim o de Machado de Assis! ADOREI o conto! Parabéns

  61. Patricia Marguê Cana Verde Silva
    16 de janeiro de 2017

    Me parece o “Bom dia!” de um robô relatando as principais notícias de um jornal num tempo futuro… Interessante! Também concordo que daria um início para uma crônica.

  62. Antonio Stegues Batista
    16 de janeiro de 2017

    A primeira frase seria uma homenagem, sem dúvida.As afirmações sobre um futuro possível. Um conto de ficção científica, muito bem imaginado e escrito. Arrematando o final com um leve toque de humor. Bom conto.

  63. Brian Oliveira Lancaster
    16 de janeiro de 2017

    GOD (Gosto, Originalidade, Desenvolvimento)
    G: Divertido, mas que exige conhecimento prévio da piada final, referente à conhecida novela. Já sei de onde o autor tirou essa ideia maluca e acho que sei quem escreveu. Comunidade no facebook está cheia de ideias originais. Mas o que prende aqui é a forma como é contado o enredo, num fluxo de tempo que, por mais incrível que pareça, funciona. – 9,0
    O: Fluxos de consciência são complexos e às vezes deixa o leitor perdido. Felizmente aqui foi fácil de acompanhar, ainda mais com o humor embutido. – 9,0
    D: Um parágrafo só, mas suficiente para montar todo o cenário. A história está ali, intrínseca ao contexto – fato que alguns vão discordar. Boa habilidade de escrita. – 9,0
    Fator “Oh my”: é, mais um que vai para a listinha. Só não entendi o título. Qual a relevância? Se ele já estava lá, quem disse isso? Outro robô?

  64. Ceres Marcon
    15 de janeiro de 2017

    Frases soltas que, tentam se interligar.
    Não me disse muita coisa, além de um futuro distante, com algumas mudanças na humanidade.
    Boa narrativa.

  65. elicio santos
    15 de janeiro de 2017

    Bem criativo, mas penso que faltou uma história no tronco da narrativa futurística proposta. Boa sorte!

  66. Remisson Aniceto (@RemissonA)
    15 de janeiro de 2017

    Senti o texto mais como se fosse um resumo de história futurista maior, pois o enredo pede mais, não fica bem nestas poucas linhas, pois faltaram elementos de ligação entre início e fim. Muito bem escrito, fluido, corretíssimo na ideia, mas fica a impressão de que o leitor precisaria continuar lendo. Faltou, enfim, um desfecho mais contundente. Mas deixo meus votos de boa sorte.

  67. Tiago Volpato
    15 de janeiro de 2017

    Bom texto com boas ideias. Você mostra domínio do texto. Realmente faltou uma história aí no meio. Mas um bom texto. Abraços.

  68. Leo Jardim
    15 de janeiro de 2017

    Minhas impressões de cada aspecto do microconto:

    📜 História (⭐⭐▫): gostei bastante, brinca com o futuro e deixa bastante coisa jogada para imaginação.

    📝 Técnica (⭐▫▫): essa frase “haviam encontrado um papiro o qual revelava” não ficou boa. Talvez funcionasse melhor assim: “haviam encontrado um papiro *que* revelava”. As demais funcionaram bem.

    💡 Criatividade (⭐▫): criativo, mas não completamente.

    ✂ Concisão (⭐⭐): o conto possui todo o necessário para funcionar bem.

    🎭 Impacto (⭐⭐▫): li o conto todo com um sorriso no rosto, pois as revelações do futuro são plausíveis e divertidas. Aliás, sempre soube que Capitu colocou um belo par de chifres em Bentinho .

  69. José Leonardo
    15 de janeiro de 2017

    Olá, Andrade.

    Associação de “fatos” isolados que montam um todo, nos remetendo a um futuro (bem) distante (vide Hercólubus, que supomos, antes disso, ter aparecido em nosso sistema solar e arrebatado parte dele). Quem sabe, daqui a milhares, milhões de anos. Referência a um micro conto mundialmente famoso.

    Não vi mais que isso, um apanhado de possibilidades nos levando cada vez mais longe temporalmente. Mesmo assim, entendemos a intenção do autor.

    Boa sorte neste desafio.

  70. Edson Carvalho dos Santos Filho
    14 de janeiro de 2017

    Texto interessante para o início de uma crônica. Criativo, bem humorado e bem escrito. Mas para um conto, ainda mais um microconto, vejo que faltou uma linha de enredo.

  71. Fernando Cyrino
    14 de janeiro de 2017

    Um conto de homenagens, acho que poderia dizer assim. Homenagem ao famoso conto do dinossauro. Homenagem ao bruxo do Cosme Velho… Digo que gostei,clicou bacana o resultado. Agora já sei de tudo. Abraços de sucesso, parabéns pela criatividade e resultado da obra.

  72. Guilherme de Oliveira Paes
    14 de janeiro de 2017

    Há boas sacadas, diverte. Acho que faltou uma história, se baseou muito na concepção do futuro. Não gostei muito do final, especialmente se comparado com as sacadas apresentadas no desenrolar do conto.

  73. angst447
    14 de janeiro de 2017

    Um apanhado de informações futurísticas. O final, a grande revelação sobre a traição de Capitu me fez sorrir. Foi um toque de humor ao meio de tanta pauta jornalística. Parece óbvio que, aqui, o autor quis brincar com as ideias e palavras no pouco espaço que lhe coube.
    Bem escrito, mas não chega a formar uma narrativa de fato. Ritmo aos solavancos devido as frases fechadas em si.
    Se houvesse mais palavras a usar, decerto escreveria um romance, né?
    Boa sorte!

  74. andré souto
    14 de janeiro de 2017

    Muito interessante,uma verdadeira geléia geral.Lembra o Pan América,de José Agripino de Paula,com o caos atualizado (se é que pode).Meus parabéns.

  75. Olisomar Pires
    14 de janeiro de 2017

    Fatos futurescos, sem aparente ligação, tentando criar um clima.

    infelizmente o final irônico destoa de todo o resto e não sobra muita coisa literária para se comentar. Lamento.

  76. Anorkinda Neide
    14 de janeiro de 2017

    Oi! Olha, achei o texto muito simples. Apenas uma ideia, nao há um fato. Talvez o ponto de surpresa do texto fosse o misterio insondável de Bentinho e Capitu, mas, sinceramente, não achei graça. Sorry

  77. Zé Ronaldo
    13 de janeiro de 2017

    Conto fechado, é uma sequência justaposta de situações futurísticas. Muito bom o pontapé inicial ser uma paródia do guatemalteco, trouxe leveza e humor ao texto. Muito interessante as possibilidades para o nosso futuro. Muito criativo.

  78. Sabrina Dalbelo
    13 de janeiro de 2017

    Gostei muito.
    Boa escrita, criativa e fluida. Traz várias informações (as coisas do futuro) que são agradáveis e interessantes de ler.
    Fui lendo rápido para chegar no final… e não me decepcionei.

  79. Virgílio Gabriel
    13 de janeiro de 2017

    Uma homenagem a Machado de Assis. Divertido e criativo. Não é bem uma história, mas ainda assim entretêm e se mostra fechado. Gostei. Boa sorte.

  80. Evelyn Postali
    13 de janeiro de 2017

    Eu não sei. Tem muita informação aí me deixando perdida. É certo que é no futuro, mas essa mistura de coisas ficou meio confusa. Acho que poderia ter usado bem menos coisas para dizer o mesmo.

  81. Eduardo Selga
    13 de janeiro de 2017

    Intertexto com o nanoconto do autor guatemalteco Monterroso (“quando acordou o dinossauro ainda estava lá”), que foi recentemente postado no grupo do Entrecontos do Facebook. No entanto, a mim me pareceu que o restante do conto é apenas uma sequência de fatos impactantes, um tanto desconexos entre si, apenas para demonstrar a ideia de porvir. Soou-me o futuro pelo futuro, apenas.

  82. Nina Novaes
    13 de janeiro de 2017

    Bem dinâmico.

    Muito boa a forma que conduz. E se pensarmos, é não somente irônico, mas plausível, hehehe. Num futuro (muito ou não) distante, todas essas coisas “serão possíveis” (talvez, exceto Jesus). O grande mistério do mundo mesmo serão as entrelinhas de contos como Capitu.

    Parabéns, ótimo conto.

    Adorei, embora discorde. Capitu não traiu Bentinho. :/

E Então? O que achou?

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

Informação

Publicado às 13 de janeiro de 2017 por em Microcontos 2017 e marcado .