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Detox Literário.

A coisa certa a se fazer (Tiago Menezes)

moeda

Trabalhou muito por aquela moeda. Suou o corpo. Sujou a roupa. Feriu as mãos.

A fome, uma velha amiga, daria uma voltinha hoje. O menino recolheu suas coisas, despediu-se com um breve aceno e correu até a padaria mais próxima. No degrau dela, porém, havia um jovem. A fome os apresentou, pois também eram velhos amigos. O menino sentou-se ao seu lado e lhe ofereceu a moeda com um sorriso.

– Que tal a gente comer alguma coisa, meu amigo?

O jovem, tirando uma moeda igualzinha do bolso, respondeu:

– Eu ia te perguntar a mesma coisa.

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160 comentários em “A coisa certa a se fazer (Tiago Menezes)

  1. Lohan Lage
    27 de janeiro de 2017

    Gostei, um tom pueril que me agrada. Mas faltou aquele punch, sabe, que sempre espero… mas boa sorte, viu?

  2. Thayná Afonso
    27 de janeiro de 2017

    Gostei da simplicidade e beleza com que escreveu o conto. Realmente muito bonito, parabéns!

  3. Gustavo Henrique
    27 de janeiro de 2017

    Haha muito bom, adoro esse tipo de conto, gostei bastante. Parabéns e boa sorte no desafio.

  4. Sra Datti
    27 de janeiro de 2017

    Em meio à multidão de angústias humanas, muitas costuradas com maestria, eis que em meio à escuridão surge o fraterno, o verdadeiro, coisas que os antigos fílósofos gregos tanto frisavam: o despertar das virtudes humanas. Coisas que seriam extraídas de cada ser através da educação. Mas tem gente que traz as virtudes já em estado de sementinha que rompe a terra e presenteia a vida com a leveza de uma alma gigante.
    Quanta singeleza num texto sensível e delicado. Não, não há um impacto profundo: é um cafuné na alma. Delícia!
    Parabéns, autor!

  5. Simoni Dário
    27 de janeiro de 2017

    Um conto bonito e delicado, bom para quebrar a melancolia de matanças de outros contos. A solidariedade já está ficando for a de moda, temos que nos atentar para isso. Um bom conto.
    Bom desafio!

  6. Pedro Luna
    27 de janeiro de 2017

    O conto é bem escrito, mas não consegui me desvencilhar da imagem de comercial que ele passou. Bom, a mensagem é boa: o menino ao oferecer a ajuda, descobre que o amigo também tem dinheiro, então ao invés de 1 real, ele agora tem 2, e provavelmente vão se alimentar melhor. É uma mensagem contra o egoísmo, no entanto acho que ela ficaria mais forte se o egoísmo surgisse na trama, algo como o menino não querendo repartir e descobrindo que o amigo também tem dinheiro. Enfim, é só uma possibilidade que pensei, não sou o autor desse conto. Repito, achei bem escrito e com uma boa mensagem, mas a construção me incomodou um pouco por trazer personagens sofridos convivendo em solidariedade fácil demais, quase como um comercial. No geral, é um bom conto.

    • Bast
      27 de janeiro de 2017

      Olá Pedro, obrigado pelo comentário e por sua opinião. Fico feliz que tenha gostado.

  7. Lídia
    27 de janeiro de 2017

    Sou hobbesiana demais para acreditar nessa ideia de solidariedade…
    O conto foi bem escrito, e tem uma moral interessante (algo do tipo é “dando que se recebe”). A facilidade de leitura se encontra na escolha lexical e no contexto cotidiano. A leitura fluiu bem.
    Só acho que, se a solidariedade fosse inata ao homem, o capitalismo não existiria, por exemplo… mas essa é uma opinião minha que eu terei que sustentar com um texto imenso kkk
    Boa sorte!

    • Bast
      27 de janeiro de 2017

      Olá Lídia, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  8. Victória
    27 de janeiro de 2017

    Adorei! É um conto singelo e delicado, que infelizmente demonstra uma cena bastante cotidiana – crianças pobres. Não acho que a cena dos dois garotos pareça improvável, ou melhor, tento acreditar que seja bem realista, já que ressalta o melhor que temos na humanidade: o companheirismo e a empatia que devemos ter pelos outros. Parabéns, adorei a mensagem.

    • Bast
      27 de janeiro de 2017

      Olá Victória, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  9. Lee Rodrigues
    26 de janeiro de 2017

    Oie, Bast!

    Gostei da suavidade que deu ao tema sem apelar para consonâncias. A beleza esta na simplicidade da ação numa narrativa sem enfeites, onde compartilhar o melhor de si alcança outros sabores.

    • Bast
      27 de janeiro de 2017

      Olá Lee, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  10. rsollberg
    26 de janeiro de 2017

    Ah, que fofo! Esse tipo de conto me faz acreditar ainda no homem. Se a realidade não ajuda muito, a ficção faz esse papel. Embora, tenha me convencido de que isso aconteceu, ou melhor, está acontecendo agora em algum lugar do mundo.
    A fome certamente é um dos principais problemas da sociedade, desde a troca do nomadismo, para o sedentarismo. Ocorre que atualmente, ela é ainda mais cruel se comparada a nossa abastada sociedade de consumo, que se transforma cada vez mais na sociedade de ostentação. O pior é que ainda hoje existe gente que crê que a fome é um mito e que é preciso ir para a Africa para acompanhá-la in loco. Não por outra razão, digo viva ao fome zero e qualquer outro programa que vise erradicar esse problema.
    Voltando ao conto… bem escrito, com ritmo, inicio, meio e fim, e que ainda desperta reflexão.
    Parabéns!!

    • Bast
      27 de janeiro de 2017

      Olá rsollberg, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  11. Leo Jardim
    25 de janeiro de 2017

    Minhas impressões de cada aspecto do microconto:

    📜 História (⭐⭐▫): uma boa mensagem de dois amigos que compartilham as dores e sucessos. Um pouco incomum, infelizmente, mas que seria muito bonito de se ver.

    📝 Técnica (⭐⭐▫): boa, faz a trama fluir com agilidade.

    💡 Criatividade (⭐⭐): a criatividade aqui vem na mensagem positiva.

    ✂ Concisão (⭐⭐): texto fechadinho.

    🎭 Impacto (⭐⭐▫): não é arrebatador, nem causa grandes elocubrações, mas depois de ler e ver tanta desgraça no mundo, uma mensagem positiva me foi incrivelmente bem-vinda.

    • Bast
      26 de janeiro de 2017

      Olá Leo, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  12. Fil Felix
    25 de janeiro de 2017

    Um conto muito bonito e bem narrado. Parece um comercial, só faltou a propaganda no final com um “acredite nas pessoas”. A mensagem é legal e por um momento pensei que cairia no brega, com ele ajudando alguém pior e pronto. Mas não, houve uma pequena surpresa ali no final que eleva o texto. Muito bom!

    • Bast
      26 de janeiro de 2017

      Olá Fil, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  13. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    25 de janeiro de 2017

    Olá, Bast,

    Tudo bem?

    Existe muito mais solidariedade na pobreza, que na riqueza. Isso é fato.

    A história é, apesar do tema duro, construída com doçura e sensibilidade.
    O título pode fazer a trama escorregar para o maniqueísmo, mas não, você conseguiu transitar no limite.

    Parabéns por seu trabalho e boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

    • Bast
      26 de janeiro de 2017

      Olá Paul, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  14. Andreza Araujo
    25 de janeiro de 2017

    Ahh muito bonitinho! Não apenas a forma singela como a história foi narrada, como a própria atitude dos meninos. Percebemos a pureza no coração deles através do desejo de compartilhar o pouco que tinham. Parabéns para o autor!

    • Bast
      26 de janeiro de 2017

      Olá Andreza, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  15. vitormcleite
    25 de janeiro de 2017

    faltou sentir o peso da importância da mensagem que está expressa no conto, faltou impacte na leitura, mas de qualquer modo parabéns

    • Bast
      26 de janeiro de 2017

      Olá Vitor, obrigado pelo comentário.

  16. Jowilton Amaral da Costa
    25 de janeiro de 2017

    Um bom conto. Guti-guti. Os infortúnios da vida unindo as pessoas. Bonito. Eu gostaria muito mais se um dos meninos tivesse escondido a moeda, comido alguma coisa com a moeda do outro e depois gastasse a moeda dele sozinho. Ainda assim, achei um bom conto. Boa sorte.

    • Bast
      26 de janeiro de 2017

      Olá Jowilton, fico feliz que tenha gostado. Sua dica foi anotada. Obrigado.

  17. Felipe Teodoro
    25 de janeiro de 2017

    Excelente! Bem escrito, com personagens que mesmo descritos em tão pouco espaço, estão cheios de vida. A escolha de palavras também é muito bem feita, dá pra ver o cuidado que o autor teve com a escrita de cada sentença. O final é muito bonito e carrega uma mensagem muito positiva e que deve ser compartilhada. É esse tipo de representação de amor que precisamos fazer uso na realidade, alteridade, olhar para o outro e se colocar no lugar e assim, buscar atos melhores e consequências melhores. Parabéns pelo trabalho, muito bem feito.

    • Bast
      25 de janeiro de 2017

      Olá Felipe, obrigado pelo comentário. Fico muito feliz que tenha gostado.

  18. Gustavo Aquino Dos Reis
    25 de janeiro de 2017

    Bast, Deusa Gato, Madame Cat (?)

    sensível tua obra.

    Gostei muito.

    Irretocável em sua apresentação.

    Parabéns, de verdade.

    • Bast
      25 de janeiro de 2017

      Olá Gustavo, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  19. Srgio Ferrari
    25 de janeiro de 2017

    Um jovem e um menino que eram velhos amigos. Pode até ser, na dureza das ruas, mas acho que faltou construção e carinho pra colocar essa história. A grande sacada era a fome que brevemente achei que seria persona encarnada, mas quase. Uma pena.

    • Bast
      25 de janeiro de 2017

      Olá Srgio, obrigado pelo comentário.

  20. Tiago Menezes
    25 de janeiro de 2017

    O conto mostra uma cumplicidade misturada à solidariedade, algo que dificilmente vemos nos dias de hoje. Texto singelo e que passa uma mensagem positiva aos leitores. Parabéns pelo ótimo conto.

    • Bast
      25 de janeiro de 2017

      Olá Tiago, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  21. Daniel Reis
    25 de janeiro de 2017

    Conto simpático e positivo, em meio a tanta desgraceira e suicídio (rsrs). Acho que alguns leitores poderão considera-lo piegas, mas acredito que foi um risco calculado pelo autor. Talvez, e digo isso como parte da minha aprendizagem, não como defeito, se o menino não oferecesse a moeda ao outro logo de cara (o que é da natureza humana, pensar primeiro em si) e só depois decidisse compartilhar, sendo que o outro fez a mesma coisa, a história teria para mim uma significação mais impactante. Boa sorte!

    • Bast
      25 de janeiro de 2017

      Olá Daniel, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado. A dica foi anotada, porém o limite do conto não me permitiria fazer tal coisa, mas é uma boa dica.

  22. Renato Silva
    25 de janeiro de 2017

    Gostei. O menino viu seu amigo e não hesitou em dividir com ele o tão pouco que lhe custou tanto sacrifício para conseguir. Um bom exemplo de desapego e solidariedade, um amigo de verdade. Só não entendi porque o outro menino, que também tinha uma moeda, estava do lado de fora da padaria.

    Narrativa simples, sem ambiguidades, bem direta. Para o tema proposto, tinha de ser assim. Parabéns e boa sorte.

    • Bast
      25 de janeiro de 2017

      Olá Renato, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado. Ambos eram moradores de rua, por isso o outro estava do lado de fora da padaria.

  23. Douglas Moreira Costa
    24 de janeiro de 2017

    Que imagem bonita, e ao mesmo tempo muito triste. As mazelas da sociedade cria situações como essa e, no entanto, não desfazem a humanidade que a gente tem. É um conto pequeno que diz muito, tem bastante sentimento, cria uma sensação na gente. Tem alma o seu texto. E é bem escrito também. Parabéns

    • Bast
      25 de janeiro de 2017

      Olá Douglas, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  24. Tom Lima
    24 de janeiro de 2017

    Muito bonito. A união quase forçada daqueles que enfrentam as mesmas dificuldades. Me emocionou esse, mas as falas precisam de mais algum trabalho, elas soaram falsa pra mim. O resto não, tem uma força muito grande, gostei bastante.
    Boa sorte.

    Abraços.

    • Bast
      25 de janeiro de 2017

      Olá Tom, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado. A dica foi anotada.

  25. Wender Lemes
    23 de janeiro de 2017

    Olá! Belo conto. É estranho como uma ação tão simples permeia o improvável. Não é um conto que se arrisca, para o bem ou para o mal. É um fato simples, narrado de forma ligeiramente poética, mas direta, com uma pequena reviravolta ao final. Então, por que deixa essa sensação amarga? Volto ao início: a cena dos dois garotos parece improvável, e é justamente a consciência disso que cria o incômodo. Parece improvável, mas deveria ser comum.
    Parabéns pela sensibilidade. Boa sorte.

    • Bast
      24 de janeiro de 2017

      Olá Wender, obrigado pelo comentário.

  26. catarinacunha2015
    23 de janeiro de 2017

    MERGULHO com boia na cintura. Versão mais fofa do conto vizinho (584 toques sobre a vida). Baita coincidência. Mas, tal qual o vizinho, não me ofereceu nenhum IMPACTO ou emoção. A constatação da miséria solidária por si só não me encanta. É preciso que a construção se agarre a si mesma, se rasgue, se vença.

    • Bast
      24 de janeiro de 2017

      Olá Catarina, obrigado pelo seu comentário. Dica anotada.

  27. Cilas Medi
    23 de janeiro de 2017

    Achei “o” micro conto, com uma mensagem positiva, apesar dos desvalidos personagens. Imagem forte, atraente, impactante. Dos vinte, com certeza. Sorte!

    • Bast
      24 de janeiro de 2017

      Olá Cilas, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  28. Estela Menezes
    22 de janeiro de 2017

    A história é bonitinha e edificante, um nadinha piegas para o meu gosto… Bem contada, arrumadinha, só achei que nada, do título ao tema, da escolha das palavras ao jeito de narrar, dos personagens aos diálogos trocados, me surpreendeu ou encantou… Enfim, correto, mas sem tchan…

    • Bast
      23 de janeiro de 2017

      Olá Estela, obrigado pelo comentário. Uma pena não ter curtido o conto. Nada do conto, na verdade, como você detalhou bem. Uma pena…

  29. Givago Domingues Thimoti
    22 de janeiro de 2017

    Gostei do final. É simples e um ótimo recorte do nosso dia-a-dia.
    O interessante é que, talvez, na esquina da padaria do seu bairro, (ou no meu caso, da minha quadrada) essa história pode estar acontecendo.

    • Givago Domingues Thimoti
      22 de janeiro de 2017

      *quadra

    • Bast
      23 de janeiro de 2017

      Olá Givago, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado. Verdade, isso ainda acontece em muitos lugares, infelizmente.

  30. Bia Machado
    21 de janeiro de 2017

    Gostei muito, é singelo e imaginar essa cena foi muito bom. Estou aprendendo a dar valor a esses textos que são um recorte do cotidiano, mas um recorte daqueles que enchem a vida de sentido. Parabéns pela ideia, muito bom!

    • Bast
      22 de janeiro de 2017

      Olá Bia, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  31. Leandro B.
    20 de janeiro de 2017

    No meio de um mundo cínico e pessimista é bacana encontrar uma mensagem positiva. Mais bacana ainda é quando o texto é bem executado. A linguagem é simples, a mensagem é simples e o conto é, no mínimo, necessário.

    Falta o que mais gosto nos micros, que é o subtexto, mas tem trabalho que não é voltado para esse tipo de coisa, o que não tira seu brilho.

    Parabens pelo conto.

    • Bast
      21 de janeiro de 2017

      Olá Leandro, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  32. Amanda Gomez
    20 de janeiro de 2017

    Oi, Bast.

    Seu conto é muito bonito e sutil. Estava eu aqui já pronta pra um desfecho nada agradável, tamanha é, minha atual descrença nas pessoas. Foi um refresco depois de tanta tragédia que tem nesse desafio rs Valeu por nos mostrar um lado não muito comentando mas que existe, graça a Deus. Um bom exemplo de amizade é solidariedade.

    Parabéns, boa sorte no desafio.

    • Bast
      21 de janeiro de 2017

      Olá Amanda, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  33. Vitor De Lerbo
    20 de janeiro de 2017

    Delicado e belo, gosto de mensagens de esperança em meio a tanto caos – tanto no nosso cotidiano quanto aqui na sessão de micro contos.
    Boa sorte!

    • Bast
      20 de janeiro de 2017

      Olá Vitor, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado

  34. Juliano Gadêlha
    20 de janeiro de 2017

    Para você ver como são as coisas. No final, estava esperando o outro menino roubar a moeda e sair correndo. É a influência do pessimismo que tem predominado na maioria dos contos. Aqui vemos algo diferente, que poderia ser considerado piegas e clichê, mas não o é, pois não se fala nem se escreve mais sobre esse tipo de coisa. De certa maneira, uma escolha corajosa. Parabéns!

    • Bast
      20 de janeiro de 2017

      Olá Juliano, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado

  35. waldo gomes
    19 de janeiro de 2017

    Conto ” vou te encantar” sobre solidariedade dos famintos.

    Belo, simples, direto, sem firulas. ótimo conto.

    • Bast
      20 de janeiro de 2017

      Olá Waldo, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado

  36. Mariana
    19 de janeiro de 2017

    Tão singelo… Um pouco de delicadeza nesse mundo cinza. Gostei. Abraço

    • Bast
      20 de janeiro de 2017

      Olá Mariana, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado

  37. Matheus Pacheco
    19 de janeiro de 2017

    Olha que conto bonito, demonstrando a cooperação de duas pessoas que só tem a fome como amiga, mostrando o lado mais caridoso de um ser humano.
    Um excelente conto e um abração para o escritor.

    • Bast
      20 de janeiro de 2017

      Olá Matheus, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado

  38. Marco Aurélio Saraiva
    19 de janeiro de 2017

    Que coincidência: o conto diretamente após esse (584 Toques Sobre a Vida) aborda um tema IDÊNTICO!

    Em ambos, eu gostei da reflexão que gera no leitor sobre a humildade mesmo na miséria. É muito mais difícil dividir um real com outrem, quando isto é tudo o que você tem, do que dividir centenas de reais quando isto é apenas uma fração das suas posses. O encontro da verdadeira humanidade na situação mais adversa: afinal, o garoto no conto é amigo da fome o que, de certa forma, significa ser amigo da própria morte.

    Gostei da leitura, especialmente de como você trata a fome como “velha amiga” dos garotos de rua.

    • Bast
      20 de janeiro de 2017

      Olá Marco Aurélio, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  39. Anderson Henrique
    19 de janeiro de 2017

    Esse me conquistou por conta de sua mensagem positiva. Acusem-me de piegas e coração mole, mas eu gostei. Achei tocante, bonito e inspirador. Ainda há ternura, ainda há. Parabéns.

    • Bast
      20 de janeiro de 2017

      Olá Anderson, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  40. Fheluany Nogueira
    19 de janeiro de 2017

    Fome e solidariedade, trama simples, fechada, terna, comovente, linguagem bem trabalhada, com impacto positivo.

    Vou procurando significados para os pseudônimos. Aqui, encontrei: palavra grega para “gato”, a mitologia egípcia, é uma divindade solar e deusa da fertilidade, além de protetora das mulheres. Teria ligação com a narrativa?

    Título sugestivo que completa o texto para passar uma mensagem moral. Gostei. Parabéns. Abraços.

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Fheluany, tudo bem? Obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado do conto. Quanto ao pseudônimo, é apenas uma homenagem a um personagem da “Crônica do Matador do Rei”. Minha fantasia favorita, aliás. Recomendo. 🙂

  41. Laís Helena Serra Ramalho
    19 de janeiro de 2017

    Gostei bastante do conto (talvez influenciada pela referência a “A Crônica do Matador do Rei”). Simples e leve, sem grandes reviravoltas, mas ainda uma boa história de amizade, e sem ser apelativa.

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Obrigado Laís. Aliás, “O Nome do Vento” é meu livro favorito, e estou relendo atualmente. Talvez por isso minha escrita tenha deslizado por esses lados. rs

  42. Fabio Baptista
    19 de janeiro de 2017

    Uma ideia similar a do conto anterior (584 Toques), mas (sem querer comparar, mas já comparando) melhor executada, na minha opinião.

    A cena descrita foi mais simples e não ficou com cara de lição de moral.

    E, talvez por isso, a mensagem da lição de moral implícita tenha sido melhor transmitida.

    Bom conto.

    Abraço!

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Fabio. Muito obrigado pelo comentário. Creio que a simplicidade era o melhor modo de transmitir minha mensagem.

  43. Luis Guilherme
    18 de janeiro de 2017

    Eba! Adoro esse tipo de história sobre solidariedade.

    Acho incrível como normalmente os que menos têm são os que mais dividem.

    Isso é uma prova de que o sofrimento torna as pessoas empáticas.

    E é legal transmitir esse tipo de mensagem.

    Portanto, parabéns!

    E boa sorte no desafio =)

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Obrigado Luis. Boa sorte pra você também.

  44. Gustavo Castro Araujo
    18 de janeiro de 2017

    Opa, gostei! Um conto sobre amizade e de certa forma surpreendente. Simples, porém sensível, com um leve lirismo, dando ao contexto certo ar poético. É na adversidade que se descobrem os verdadeiros amigos. Este conto retratou bem esse sentimento. Acabou me ganhando, por certo. Parabéns.

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Gustavo. Obrigado pelo comentário. Busquei repassar o sentimento de uma forma simples. Espero que todos gostem.

  45. Iolandinha Pinheiro
    18 de janeiro de 2017

    Gostei muito. A simplicidade genuína é linda, perfeita. Mesmo sendo direto e não sobrando nada para discussão, ficou muito bonito. A frase final é de uma fofura sem fim. Coisa de gente evoluída, sensível, linda. Se eu ainda não for amiga da pessoa que escreveu, quero ser. E que a gente ainda tenha a felicidade de compartilhar de um abraço. Amei. Estrelinhas coloridas para vc.

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Iolanda. Nossa, fiquei muito lisonjeado com seu comentário. Fico feliz que tenha gostado. e não se preocupe, após o fim do desafio nos falamos melhor. Boa sorte pra nós!

  46. Thiago de Melo
    18 de janeiro de 2017

    Que lindo, singelo. Gostei muito.
    Achei que está super bem escrito e se utiliza de algumas construções muito bonitas, como essa: ” A fome os apresentou”.
    Muito bonito mesmo. Sensível na medida certa.
    Meus parabéns!

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Thiago, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  47. Davenir Viganon
    18 de janeiro de 2017

    A solidariedade entre os que se identificam funcionou como uma magia nesse conto. É muito mais bonito que uma doação, é uma troca para além do material. Ficou simples e não forçou a barra no sentimentalismo. Gostei.

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Davenir, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  48. Eduardo Selga
    18 de janeiro de 2017

    Está muito oralizado, com pouca elaboração textual para um tema relevante nesses tempos temerosos e bicudos: a solidariedade entre indivíduos de mesma classe social, especificamente a que se encontra no limiar do abismo.

    Ser solidário é ter um sentimento de responsabilidade com o outro, e isso se torna muito mais forte e evidente quando o outro é da minha tribo. A aldeia planetária chamada humanidade existe como um ideal, mas na prática somos tribos, que recebem diversos nomes, como família, “galera”, time etc, interpenetrando-se. De todas elas, contudo, a que cala mais fundo em todos nós, ainda que não percebamos, é a tribo marcada pela divisão econômica da sociedade, ou seja, pobres, remediados e ricos. Então, antes de eu ter sentimentos nobres ou rasteiros, eu nutro sentimentos nutridos pelo meu grupo social, de um modo geral.

    Essa certeza meio instintiva de pertencimento, por meio do qual fulano se doa em prol do outro porque sabe que o outro é o próprio fulano, simbolicamente, é o que pode nos salvar enquanto sociedade.

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Eduardo, obrigado pelo comentário. Só gostaria que tivesse me falado mais sobre o que achou de meu texto. Mas tudo bem. Boa sorte pra gente.

      • Eduardo Selga
        24 de janeiro de 2017

        Bast,

        Literatura precisa ter forma e conteúdo harmonizados, precisa ter carpintaria textual, o que não significa cair no pedantismo.

  49. Evandro Furtado
    18 de janeiro de 2017

    A trama até parece meio bobinha, mas é cativante. Os personagens criam uma identificação com o leitor bastante interessante. No final, a mensagem não fica panfletária. Carrega um pouco da inocência daquelas cartilhas infantis de antigamente.

    Resultado – Good

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Evandro, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  50. Glória W. de Oliveira Souza
    18 de janeiro de 2017

    O texto se apresentou para mim com falta de dramaticidade. A descrição não cria expectativa. Os diálogos – por serem meninos, provavelmente moradores de rua – são sofisticados, com correção e termos que não seriam usuais para este tipo de população. O final, salvo melhor juízo, um pouco banal, sem impacto algum.

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Glória, obrigado pelo comentário.

  51. Thata Pereira
    18 de janeiro de 2017

    Eu não tenho como comentar meus contos preferidos. Simplesmente NÃO TEM COMO! É como se eu traísse meus sentimentos, tentando expressá-los com palavras que nunca dirão o que realmente foi sentido.

    Lindo!

    Boa sorte!!

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Thata, obrigado pelo comentário. Fico muito feliz que tenha gostado. E não se preocupe, o seu “NÃO TEM COMO” já disse tudo. rsrs

  52. Luiz Eduardo
    17 de janeiro de 2017

    Geralmente, quando analiso um conto em um desafio, não levo em consideração meu gosto pessoal, não acho justo. Portanto, mesmo que não seja muito fã de histórias fortemente sentimentais, tenho que admitir que você foi bem sucedid@ no desenvolvimento da narrativa. Sua escrita é muito boa e o texto flui bem. Parabéns e boa sorte!

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Luiz, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  53. Tatiane Mara
    17 de janeiro de 2017

    Olá;;;

    Bela mensagem sobre ajuda na dificuldade.

    Texto simples, sem construções fantásticas, é bem escrito, faço só uma ressalva para o trecho “No degrau dela”, não ficou bom foneticamente.

    Boa sorte

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Tatiane, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado. E obrigado pelo toque.

  54. Priscila Pereira
    17 de janeiro de 2017

    Oi Bast, mas que lindo seu conto!!!! Está muito bem escrito, a ideia é clara, o assunto é direto e a mensagem é maravilhosa. Amei seu texto, parabéns e boa sorte!!

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Priscila, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  55. Victor F. Miranda
    17 de janeiro de 2017

    Bonito, simples, bem escrito e sem apelar. Gostei.

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Victor, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  56. Patricia Marguê Cana Verde Silva
    16 de janeiro de 2017

    Solidariedade. Cena bem descrita. Diálogo direto. Companheirismo. Belo texto. Boa sorte!

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Patricia, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  57. Vanessa Oliveira
    16 de janeiro de 2017

    Que bonito, e, ao mesmo tempo, um belo puxão de orelha. É incrível ler uns textos que nos fazem analisar nossas vidas, não é mesmo? Utilizar da figura da criança ainda, que não deveria passar por uma situação dessas (alias, ngm deveria), é tocante. Gostei. Boa sorte!

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Vanessa, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  58. Andre Luiz
    16 de janeiro de 2017

    Um conto singelo e que cativa pela sentimentalidade. Como já disseram, pode parecer uma utopia dos tempos modernos, porém encaro como uma visão otimista da sociedade.

    -Originalidade(7,0): Um tema cotidiano, que não teve muitos elementos originais. O que talvez tenha saído do comum é a própria generosidade dos personagens.

    -Construção(8,0): O texto é belo, gostoso de se ler. O enredo me cativou e eu gostei do desfecho inesperado. Eu já achava que ambos se dariam as costas quando tudo aconteceu.

    -Apego(8,0): Precisamos de mais pessoas como seus personagens, eu te digo.

    Parabéns!

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá André, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  59. Antonio Stegues Batista
    16 de janeiro de 2017

    A fome gera solidariedade entre os menos afortunados. O conto também é uma mensagem de amor pelo próximo nessa sociedade que está cada vez mais insensível. Bom texto, bem escrito, frases claras, imagens límpidas, sem retoques.

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Antônio, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  60. juliana calafange da costa ribeiro
    16 de janeiro de 2017

    bonita lição de solidariedade. Mas não precisava entregar o jogo no título… Não é o autor q deve dizer qual é a coisa certa, e sim a mente do leitor que se comove no fim do conto…

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Juliana, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado. E obrigado pelo toque.

  61. Brian Oliveira Lancaster
    16 de janeiro de 2017

    GOD (Gosto, Originalidade, Desenvolvimento)
    G: Um texto bastante otimista, mesmo num cenário tão precário. O cotidiano descrito aqui prende a atenção justamente por isso. Nos deixa um pequeno sorriso ao fim. – 9,0
    O: Não traz nada de muito original, mas a composição do texto atiça a curiosidade e traz uma reviravolta diferente, do tipo “fé na humanidade”. Gostei das sensações experimentadas, mesmo sendo um texto simples. – 9,0
    D: Tranquilo, sem grandes floreios, mas com uma ideia fixa, bem executada. – 9,0
    Fator “Oh my”: textos melancólicos me atraem e este sobe no ranking por ser otimista num tempo onde o pessimismo governa.

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Brian, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  62. Rubem Cabral
    16 de janeiro de 2017

    Olá, Bast, deusa dos felinos.

    Muito bonita a mensagem de solidariedade e amizade verdadeiras. O texto flui bem, apresenta o cenário de forma clara.

    A frase “– Que tal a gente comer alguma coisa, meu amigo?” soa um tanto formal e polida demais para um diálogo entre dois meninos de rua. Aqui penso que você teria ter usado de uma pergunta mais natural.

    No conjunto, um bom conto.

    Nota: 8.

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Rubem, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado. E quanto ao nome Bast, na verdade é um personagem do Livro “O Nome do Vento”, da Crônica do Matador do Rei. Recomendo à você por ser meu livro favorito de fantasia.

  63. elicio santos
    15 de janeiro de 2017

    Um texto simples e de perspectiva ingênua, mas a mensagem é boa.

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Elicio, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  64. Ceres Marcon
    15 de janeiro de 2017

    Bonita a imagem do estender a mão, da divisão. Tenho pouco, mas divido contigo.
    A linguagem é boa, também.
    Parabéns!

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Ceres, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  65. Remisson Aniceto (@RemissonA)
    15 de janeiro de 2017

    Singelo, tocante, emocionante, como quase tudo que se refere às mazelas sofridas pela sociedade. E a fome é um dos piores sofrimentos pelos quais alguém pode passar, principalmente as nossas crianças e jovens que vivem jogados nas ruas. Como estes protagonistas do conto, cuja súbita amizade faz darem-se as mãos num momento tão crítico das suas vidas. Oxalá a fome fosse dar uma volta e os perdesse de vista definitivamente. Adorei.

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Remisson, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  66. Tiago Volpato
    15 de janeiro de 2017

    Texto bonito e emocionante. Bem escrito, um belo contraste no meio de uma sociedade que cada vez mergulha em si mesmo.
    Abraços!

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Tiago, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  67. José Leonardo
    15 de janeiro de 2017

    Olá, Bast.

    Simples, direto, terno e onde transborda generosidade, flexibilidade de espírito, altruísmo. A Fome, figura perversa, acabou irmanando os jovens. Creio que uma faceta esperançosa de algo tão crítico e pesado é justamente isso: o sentido de ajudar mesmo na maior pobreza. Lembrou episódios do “Chaves”, nesse sentido.

    Boa sorte neste desafio.

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá José, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado. Ah sim, e amo Chaves! rs

  68. mariasantino1
    15 de janeiro de 2017

    Ah, caramba, quase choro.

    Poxa vida, e se eles se sentassem lado a lado e ficassem esperando um vencer o outro pelo cansaço, como certamente um adulto faria (eu faria–gordinho em padaria é crítico! )? Ótimo que ao invés do esperado ou clichê, pah!, a mão dupla da generosidade surge, revelado a ausência de mácula dessas alminhas. Bonito também imaginar que o outro o aguardava ali sentado, hã?

    Chatice nossa de cada dia. Acho que só a palavra degrau já dá conta do recado, pela lógica da ação.

    Bonito, singelo, altruísta e um dos meus vinte favoritos.

    Boa sorte no desafio.

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Maria, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado. E, na verdade, sempre que vejo comentários lindos como o seu sinto que a escrita é o que nos mantêm vivos. Eu é que quase chorei agora. Obrigado. 🙂

  69. angst447
    14 de janeiro de 2017

    Coisa mais meiga deste mundo! Gentileza e amizade transmitidas em palavras certinhas, contadas com perícia.
    Não encontrei erros, só um belo final. Claro que isso ainda existe, só que não é noticiado. Raro, talvez, mas ainda assim real.
    Narrativa fechadinha, sem excessos ou falhas.
    Boa sorte!

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Angst447, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  70. Guilherme de Oliveira Paes
    14 de janeiro de 2017

    Gostei muito do parágrafo que abre o conto, mas não tanto do desenvolvimento da história. A abertura parecia preceder algo mais intenso. No entanto, achei o final ótimo, fecha bem o conto, tem impacto e não é óbvio.

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Guilherme, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  71. Edson Carvalho dos Santos Filho
    14 de janeiro de 2017

    Muito bonito! Mais um belo conto falando de valores humanos que existem mas não são divulgados na televisão, no meio de tantos contos macabros, sombrios e pessimistas. Gratidão em poder ler, grato mesmo, parabéns. Continue assim!

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Edson, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  72. Fernando Cyrino
    14 de janeiro de 2017

    Faltou somente a frase trazendo o fundo moral para a fábula. Está bem contada. Abraços e sucesso.

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Fernando, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  73. andré souto
    14 de janeiro de 2017

    Uma verdadeira fábula moderna sobre a generosidade.Parabéns.

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá André, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  74. Olisomar Pires
    14 de janeiro de 2017

    Bem escrito e tranquilo, traz uma mensagem de generosidade que, ao contrário do que muitos pensam, existe muito por aí, muito, muito muito, basta querer enxergar.

    Essa história é experimentada todos os dias em todos os cantos do mundo.

    Bom conto.

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Olisomar, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  75. Sabrina Dalbelo
    13 de janeiro de 2017

    Aaaa, que legal!
    Quanta generosidade. Reciprocidade.
    Tipo propaganda de margarina. É legal!

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Olá Vanessa, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado. Me acabei de rir imaginando eles entrando na padaria, comprando um pão e dizendo: “Mas tem que ser com a margarina X, senão nem como”. Obrigado!

      • Bast
        19 de janeiro de 2017

        Desculpe Sabrina, coloquei Vanessa na minha resposta ao seu comentário. É que ainda estou rindo. kkkkk

  76. Virgílio Gabriel
    13 de janeiro de 2017

    Não sei se estou desacreditado do mundo, mas minhas duas profissões, jornalista e advogado, me mostram todos os dias realidades bem distintas dessa. Maaaaas, num mundo de unicórnios e duendes, o seu conto faz todo o sentido. De qualquer forma, vou considerar como uma visão otimista, pois acreditar no bem, faz bem. Parabéns e boa sorte no desafio!

    • Sabrina Dalbelo
      13 de janeiro de 2017

      Ooooo amigo Virgílio!
      Vamos colocar um doce nesse coraçãozinho aí???
      hehehehehhe

      • Virgílio Gabriel
        15 de janeiro de 2017

        Se me enviar um pote de nutella, mudo meu comentário. kkkkkkkkkk

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Virgílio, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  77. Evelyn Postali
    13 de janeiro de 2017

    Super fofo! Tudo no lugarzinho certo.Linguagem, descrição, ação, cenário. Corri junto dele. Sentei também. Singelo e claro. Um pedacinho de céu, aqui, pela delicadeza. Parabéns.

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Evelyn, obrigado pelo lindo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  78. Zé Ronaldo
    13 de janeiro de 2017

    Conto fechado, o que descaracteriza um pouco o microconto. Mas o texto é belíssimo, singelo, terno e puro! Uma boa demonstração de preocupação com o próximo, tão em falta em nossos dias.

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Zé Ronaldo, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  79. Bruna Francielle
    13 de janeiro de 2017

    O título do conto, trás a moral que o autor considera certa por trás da história !
    No final, uma ‘surpresa’ boa. Os dois jovens eram altruístas, e estavam dispostos a dividir, ajudar um ao outro na necessidade.
    Acaba sendo uma surpresa, pois temos a impressão que não existe muito disso atualmente.
    A visão de mundo realmente anda muito ruim ! Das pessoas e tudo mais !
    O texto trás um apelo para o altruísmo

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Bruna, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

  80. Anorkinda Neide
    13 de janeiro de 2017

    hehehe que meigo!
    Uma historia fechada e singela, clara e precisa.
    Parabens,
    (os diminutivos tornam o texto meigo.. será meu?! hahha)

    • Bast
      19 de janeiro de 2017

      Olá Anorkinda, obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado.

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Informação

Publicado às 13 de janeiro de 2017 por em Microcontos 2017 e marcado .