EntreContos

Detox Literário.

O fim (Tiago Volpato)

fim

Vodka, wisky, cerveja, cigarro…

Olhares dissimulados são trocados. A tensão grita. O ódio vem dos dois lados, escondido entre segredos. Não há amigos ali. Apenas desconhecidos que se odeiam.

Depois de muito tempo em agonia, chegou o momento de colocar as cartas na mesa e revelar tudo. Só a verdade liberta.

Uma lâmina de suor escorre. O calor é frio, ajuda em acertar o tom de desconforto.

Quem vai ser o primeiro a falar?

— Flush.

— Quadra.

— Merda! Juliana vai me matar.

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84 comentários em “O fim (Tiago Volpato)

  1. Roselaine Hahn
    27 de janeiro de 2017

    Estava me preparando para ler algo do tipo Divórcio do Ricardo Lisias, e bahhh, um jogo de poker, vc. é um ótimo jogador, começou blefando no pseudônimo e na foto, cumpriu o desafio com louvor. Te vejo no Top 20. Parabéns!

  2. Lohan Lage
    27 de janeiro de 2017

    A tensão crescente foi bacana, mas o desfecho não atendeu minha expectativa. Uma aposta alta demais.

  3. Gustavo Henrique
    27 de janeiro de 2017

    Não sei se entendi muito bem, mas ficou bom! Boa sorte.

  4. Sra Datti
    27 de janeiro de 2017

    Bem inteligente, autor. Jogou um título e um pseudônimo que nos arremessou para uma outra leitura! Ao final, você nos lança a rede e nos apanha facim!
    Realmente, me enganou e me ganhou.
    Parabéns!

  5. Simoni Dário
    27 de janeiro de 2017

    Um texto que surpreende, mas não encanta. Muito bem articulado, narrativa de autor competente que trabalha bem na execução e com o humor. Bom conto.
    Bom desafio!

  6. Leandro B.
    27 de janeiro de 2017

    Oi, Divorciado.

    Um conto interessante, na medida em que sintetiza a ansiedade da disputa e, especialmente, da aposta.

    O título da margem a entender que o camarada estava apostando muito acima do seu bankroll, o que nunca é boa ideia. A última frase reforça a ideia, pois a esposa estaria pronta a condenar sua atitude. O fim do jogo? Da relação? Não importa. É o momento que precede o fim.

    A atmosfera caminha p a tensão da ansiedade, não sei se da forma mais interessante, porque às vezes é muito “dito” e não demonstrado.

    De todo modo, um bom conto.

  7. Pedro Luna
    27 de janeiro de 2017

    Gostei. A tensão crescente deságua em um final que faz rir. Deu ruim para o cara. Creio que o autor conseguiu de mim tudo o que ele queria. Uma atenção no início, e uma risada no final. Bom conto.

  8. Victória
    26 de janeiro de 2017

    Precisei ler os comentários para soltar aquele “ahhhhhhhh” de quem finalmente entendeu. No final eu que fui burrinha hehe, porque o conto é muito bem escrito, fica claro que é um jogo de Poker (para quem entende os jargões, hehe) e a ideia genial, inclusive pelo pseudônimo. Parabéns!

  9. rsollberg
    26 de janeiro de 2017

    O autor do conto se aproveita do título e do pseudônimo para completar a narrativa, ou seja, usufruindo de todos os elementos permitidos.
    Porém, creio que a história é muito ordinária e linear, assim sendo, não causa impacto ou empatia no leitor.
    É uma leitura agradável, mas não oferece muito mais que isso (será que é preciso?)
    De qualquer modo, parabéns e boa sorte

  10. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    25 de janeiro de 2017

    Olá, Divorciado,

    Seu conto é ágil e bem conduzido. A construção é ótima e nos leva por um caminho, sem dar pista do desfecho, que surpreende.

    Sua ideia foi bem pensada e realizada. Se for para fazer alguma observação, seria apenas a seguinte. Fiquei pensando se quem não conhece os termos do jogo, entenderia bem o conto. Mas esse é só um questionamento meu.

    Um bom trabalho. Parabéns.

    Boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

  11. Felipe Teodoro
    25 de janeiro de 2017

    Olá!

    Conto bem escrito. A trama é divertida, o jogo com as palavras e a forma como você trata o suposto fim de relacionamento, dentro do caso do fim do jogo perdido, é muito bem feita. É uma história bem contada, um retrato de um cotidiano comum de muitos homens que perdem a vida devido jogos de azar. Gostei!

  12. Andreza Araujo
    25 de janeiro de 2017

    Gosto da tensão criada no conto, reproduzindo fielmente um momento de ansiedade que antecede uma revelação. O final é interessante, fiquei pensando o que (ou quanto) ele apostou ali hehehehe

  13. vitormcleite
    25 de janeiro de 2017

    muito original este texto e bem escrito, com uma excelente reviravolta no final resultando uma surpresa total, sublinhada pelo título do texto e nome do autor, parabéns

  14. Jowilton Amaral da Costa
    25 de janeiro de 2017

    Muito bom. Só percebi que era um jogo de poker no final mesmo. A tensão foi muito bem construída para que o desfecho ocorresse com um ótimo impacto. Boa sorte.

  15. Fil Felix
    25 de janeiro de 2017

    Um conto bem narrado, conduz o leitor por um caminho e o surpreende. Mas sem ser de supetão, há as cartas em jogo e o título/ pseudônimo pra complementarem. Acaba por ser divertido e não melancólico, como o caminho aparentava. Só não curti mais porque o final me lembrou muito um outro conto daqui do EC, não vou lembrar o título (era algo com tomates) que se tratava exatamente de um jogo de cartas com o final relacionado à esposa do protagonista.

  16. Gustavo Aquino Dos Reis
    25 de janeiro de 2017

    Divorciado,

    conto muito bom.

    É bem escrito e, ao mesmo tempo em que seduz, engana.
    Esse trabalho prima pela inteligência. Não nós produz arrebatamento ou reflexão, mas entretém.

    Parabéns.

  17. Lee Rodrigues
    25 de janeiro de 2017

    O autor nos fez acreditar que não tinha nada em mãos, um blefe inverso, e a jogada foi boa.
    E sabe, tem que se aproveitar mesmo, pseudo, imagem, título… é o seu jogo de cartas.

    Valeu o inesperado, e a subjetividade do provável rolo de macarrão qnd chegar em casa.

  18. Srgio Ferrari
    25 de janeiro de 2017

    Será que o pseudônimo pode entrar dentro da história? Precisa? Dividirá sua proposta entre os que somam tudo e os que não se importam com o pseudônimo. Acho um truque sujo que não entra na conta dos 99 caracteres. Alias, sujo não, apenas triste.

  19. Tiago Menezes
    25 de janeiro de 2017

    Assim que li “cartas” passou pela minha cabeça que talvez, no final, seriam realmente cartas a serem jogadas na mesa. O personagem apostou mais do que podia, certamente, por isso tamanho medo de perder. O conto foi bem construído, parabéns,

  20. Renato Silva
    25 de janeiro de 2017

    Agora entendi o porquê do pseudônimo. Você deve ter apostado algo que deixou a Juliana muito brava, a ponto dela querer te matar. Foi a casa? O carro? Que mulher aguenta marido viciado em jogo por tanto tempo? É o fim, mesmo. Vá tratar esse seu vício.

    Agora é sério. Você escreveu um ótimo conto. Conseguiu transmitir toda aquela tensão mostrada em filmes, quando mostram homens maus encarados apostando suas vidas em jogos de baralho. Eu não manjo muito dessas coisas, mas consegui visualizar uma cena típica tamanha técnica que você usou. Me lembrou filmes de mafiosos, mas também aqueles western antigos maravilhosos. Parabéns e boa sorte.

  21. Daniel Reis
    25 de janeiro de 2017

    A meu ver, a primeira frase entrega o jogo. Literalmente. O final, em suspenso (quem é Juliana? O que ele teia apostado?) é interessante, mas com certeza não vai agradar a grande parte dos leitores. Quanto à técnica, a voz passiva (são trocados) enfraquece a frase. E a frase “apenas desconhecidos que se odeiam” ficou muito etérea, apesar de instigante. Lãmina de suor e calor frio também causam um certo estranhamento. Mas, no cômputo geral, a história despertou o meu interesse para saber o que aconteceria depois. Bom trabalho!

  22. Douglas Moreira Costa
    24 de janeiro de 2017

    Ta ai um texto que me surpreendeu, eu acreditava que no final teria de dizer “o seu pseudônimo revelou o fim do conto, que previsível” kkkkkk mas na verdade era tudo uma jogada, um blefe. Gostei bastante, uma bela reviravolta, quem diria que era literalmente “colocar as cartas na mesa”. E a frase final, fico e perguntando o que ele apostou.
    Parabéns, você soube conduzir muito bem o seu conto, todos os elementos me parecem muito bem colocados para causar o impacto pretendido (inclusive o pseudônimo).

  23. Tom Lima
    24 de janeiro de 2017

    É interessante. Ele engana com o título e o pseudônimo, que me fizeram esperar uma outra história, algo como um suicídio por causa de um divórcio. Mas o divorciado conta algo antes, o que, talvez, tenha levado ele a usar esse nome. Não é certeza,mas indício forte. Essa surpresa é o forte do conto, muito bem escrito, trazendo a tensão de um jogo desses.

    Parabéns.

    Abraços.

  24. Bruna Francielle
    24 de janeiro de 2017

    Há, gostei ! Mas só na segunda leitura pude visualizar o jogo desde o ínicio.. olhares trocados, todos se odeiam, isso na primeira leitura não ficava claro, mas na segunda pude visualizar o conto em sua plenitude.
    O impacto talvez seja maior na segunda leitura, já sabendo que era um jogo..na primeira fica meio “Ahhh táá” , porque só no final se consegue entender o começo e o meio do conto !
    Até ficar claro que era um jogo, no fim, todo o começo era nebuloso e por isso, o impacto de uma primeira leitura não é “aquele impacto”
    De qualquer forma, gostei da história…

  25. catarinacunha2015
    24 de janeiro de 2017

    MERGULHEI com o tédio dos treinos e me surpreendi com o desempenho do salto. Pensei: fim + divorciado + homem arrependido = mais uma lição de moral chata. Mas o IMPACTO da conclusão me encheu os olhos de esperança para ler mais 43 contos.

  26. Wender Lemes
    23 de janeiro de 2017

    Olá! Confesso que caí igual pato nessa jogada. Pelo título, pelo pseudônimo e pelo cenário que desenhou, jurava que o conto fosse se encaminhar para um final de relacionamento problemático, e não digo que não tenha se encaminhado, mas essa conclusão ficou nas entrelinhas. Quem sabe o protagonista ainda tem uma carta na manga para quando a bronca chegar?
    Parabéns e boa sorte.

  27. Miquéias Dell'Orti
    23 de janeiro de 2017

    Olá,

    Da máxima “Eu não sou viciado, só bebo e fumo quando jogo.” A história prende a gente e nos leva a um desfecho bem inesperado. Tensão crescente e um arremate quando você termina.
    Ponto para o nome escolhido pelo autor, que é justificado pelo resultado do jogo. Muito bom.

  28. Mariana
    23 de janeiro de 2017

    Eu também mataria se fosse a Juliana. Original e ousado, mas com um toque final muito acertado. Parabéns

  29. Cilas Medi
    22 de janeiro de 2017

    Um encontro de cartas, jogadas e a aflição e ambição à flor da pele. Bem descrito esse momento, simples, direto e objetivo. Parabéns! Boa sorte!

  30. Estela Menezes
    22 de janeiro de 2017

    Surpresa! Título, pseudônimo e ilustração já fazem metade do trabalho, e, quando se aliam à última frase, criam uma sinergia perfeita e raramente vista! Muito bem sacado e construído! Vai já pra minha lista. (Sendo chata: wisky deve-se escrever assim mesmo ?)

  31. Thayná Afonso
    21 de janeiro de 2017

    Tudo minimamente estruturado. O título e pseudônimo fez com que eu me preparasse para um conto completamente diferente, é ótimo quando nos surpreendemos assim. Achei genial. Parabéns!

  32. Eduardo Selga
    21 de janeiro de 2017

    Não acho que a surpresa seja uma obrigatoriedade em contos, mas nos micro-mini-nano é quase. Mas não é suficiente estabelecer um clima de tensão e suspense que deságue numa surpresa: esta precisa ser relevante, mas não apenas no interior da estória. Quando o texto é realístico, como esse, o leitor sempre faz associação com a realidade, de modo a verificar o grau de aproximação da narrativa com o real. Assim, se a surpresa não estiver no mesmo nível do clima construído, ele se pergunta: “ah, então era isso”?

    É o que acontece aqui. O clima elaborado termina de modo decepcionante, muito embora a reação varie de leitor para leitor.

  33. Bia Machado
    20 de janeiro de 2017

    Nossa, total surpresa! Preparou bem o terreno: título, pseudônimo, imagem, hahahha! Que blefe! Eu gostei muito, não tem como não soltar uma risada ao final. Assim dá gosto ser enganada. Parabéns!

  34. Leo Jardim
    20 de janeiro de 2017

    Minhas impressões de cada aspecto do microconto:

    📜 História (⭐⭐▫): uma divertida virada no fim. O título e, mais ainda, o pseudônimo indicam que se trata de uma briga de casais, mas depois descobrimos se tratar de um jogo de poker.

    📝 Técnica (⭐⭐▫): boa, sem problemas.

    💡 Criatividade (⭐⭐): inversão criativa.

    ✂ Concisão (⭐⭐): bem fechado.

    🎭 Impacto (⭐⭐▫): gostei da reviravolta, foi muito bem construída, mas não chega a ser um texto arrebatador.

  35. Vitor De Lerbo
    20 de janeiro de 2017

    O começo do conto, aliado ao título e ao pseudônimo, nos leva para um lugar diferente do que é apresentado no clímax; isso para, na última linha, voltarmos ao que pensamos anteriormente. Ótimo jogo de palavras e analogias.
    Parabéns e boa sorte!

  36. Juliano Gadêlha
    20 de janeiro de 2017

    Ótimo conto! O pseudônimo do autor desviou minha atenção totalmente. Eu achava que um final clichê estava chegando, e… NÃO!
    Bem-humorado, bem escrito, fluído. Parabéns ao autor!

  37. waldo gomes
    19 de janeiro de 2017

    Conto “se dei bem, só que não” onde o jogador perde a mão.

    Bem escrito, com cenário e sensações muito boas.

    Top.

    Apesar da aparente simplicidade da estória, o negócio é envolvente, é disso que tô falando.

  38. Matheus Pacheco
    19 de janeiro de 2017

    Aaaaahhhh agora sim eu entendi, não se tratava de uma sessão de divorcio, e sim de um jogo de pôquer, isso é uma coisa que não se vê todo dia, e que eu dei uma rizadinha quando eu terminei de ler.
    Um abração para o divorciado.

  39. Marco Aurélio Saraiva
    19 de janeiro de 2017

    Porra, que rodada!

    Gostei bastante. O conto inicia com uma atmosfera tensa, que é justamente a atmosfera que você queria mimetizar para aquela rodada de pôker. No final, um tom quase cômico dá fim ao conto com chave de ouro (quase cômico, por quê diante da tensão de antes, descobrir que era apenas um jogo de pôker é um alívio).

    Não sei se era a intenção do autor causar alguma espécie de desconforto no estilo “perdi todo o dinheiro que tinha guardado”. Se foi, não colou. Para mim, um conto muito bem escrito que descreve com perícia a tensão numa mesa de pôker.

    Parabéns!

    • Marco Aurélio Saraiva
      19 de janeiro de 2017

      Aliás, parando para pensar agora, tanto a escolha do tema como a escolha do pseudônimo indicam que o final do conto é mais trágico do que cômico. Rs rs rs.

  40. Anderson Henrique
    19 de janeiro de 2017

    Um conto que flui bem. Esqueci do título enquanto estava lendo e não vim o fim chegando. Voltei depois e entendi: ahhhh. Não encontrei problemas gramaticais ou de fluência durante a leitura. Tudo bem arrumado.

  41. Fheluany Nogueira
    19 de janeiro de 2017

    O arcabouço que se tornou praxe entre esses micros: ilustração, título,pseudônimo, ambiente, jogo de palavras que induzem a uma história, mas no desfecho uma reviravolta. Jogo de cartas é assim mesmo, tenso, e se o protagonista perdeu muito dinheiro pode se preparar, realmente, para o divórcio. Fluente e sem problemas gramaticais. Muito bom. Abraços!

  42. mariasantino1
    19 de janeiro de 2017

    Oi, tudo bem?

    Segurou o mistério bem, até o final o leitor fica imaginando ser uma DR, e com a revelação vem o motivo de ter escolhido o nome do texto.
    Não vejo problema nenhum com o texto, está claro, bem escrito, sem entraves.

    Parabens e boa sorte no desafio.

  43. Laís Helena Serra Ramalho
    19 de janeiro de 2017

    Você ambientou muito bem o leitor, seja em relação ao local ou às tensões do ambiente. Pelas palavras usadas, entendi que se tratava de um jogo de cartas, entretanto, por desconhecer o jogo (tanto as regras quanto os termos específicos), acabei perdendo a sacada do conto. Mas claro que isso não é um demérito seu! É bastante perceptível que você soube escolher muito bem cada uma das palavras.

  44. Amanda Gomez
    19 de janeiro de 2017

    Oi, Divorciado.

    Fique contente, se a ideia era pegar o leitor desprevenido conseguiu! Muito legal, despretensioso….A gente vai por um caminho já certo do que vai encontrar, chega lá e não é. Se fosse seria bom também, pois as descrições, a tensão foram muito bem construídas, o leitor se deixa levar já pronto para a última frase.

    Enfim, achei bem bacana a ideia, a pegadinha e também a óbvia criatividade do autor.

    Boa sorte no desafio.

  45. Fabio Baptista
    19 de janeiro de 2017

    Muito bom!

    Também segue a estrutura de preparar o terreno conduzindo o leitor para um lado (usando título, pseudônimo e até a imagem) e depois puxando de uma vez para outro na revelação final. Aqui, essa revelação foi bem divertida.

    Abraço!

  46. Luis Guilherme
    18 de janeiro de 2017

    Aaah maldito! hahahah

    Me enganou certinho do início ao fim!
    Ahahah

    Gostei! Leve, divertido, despretensioso.

    O pseudônimo engana certinho e ajuda a fechar a historia.

    Depois dessa, divorciado hahaha.

    parabéns pelo conto.

  47. Gustavo Castro Araujo
    18 de janeiro de 2017

    Bom conto! Somente dá para perceber a reviravolta se tivermos o título na cabeça. Perdeu tudo no pôquer; logo, divórcio à vista. Bem sacado, bem escrito, isento de erros. Deu para sentir a agonia do protagonista no momento de revelar as cartas, bem como o ambiente opressor que domina a cena. Enfim, uma ótima história. Parabéns!

  48. Iolandinha Pinheiro
    18 de janeiro de 2017

    Poquer! Eu jogo, nunca apostado porque, senão, Juliano me mata. Hahaha. Adorei os olhares de ódio, tem gente que leva isso de jogo muito a sério, inclusive apostando dinheiro. Pelo jeito o marido de Juliana perdeu um bocado naquela mesa. Flush, quadra, full house, four… senti uma nostalgia aqui, faz tempo que não brinco disso. Bem escrito e sem explicações desnecessários. Gostei. Sorte.

  49. Davenir Viganon
    18 de janeiro de 2017

    Ao fim de tudo, um viciado em jogo que se fudeu. O clima criado desde o inicio, no título e no pseudônimo, até o arremate foi muito bem conduzido. Para mim ficou até tragicômico a frase final, par anão dizer que eu ri. Gostei bastante.

  50. Andre Luiz
    18 de janeiro de 2017

    Um conto instigante e que não entrega o jogo de bandeja para o leitor.

    -Originalidade(8,0): Apesar de ter escolhido uma temática relativamente comum, a forma como você conseguiu mascarar o real motivo do conto até o final foi muito competente.

    -Construção(8,0): Gostei da construção do conto, desta tensão formada de forma gradativa. Eu especialmente gosto de contos assim, que não deixam muitos pontos abertos, mas que também dão espaço para que pensemos em situações inusitadas.

    -Apego(7,0): O protagonista viciado foi bem convincente, e o enredo ajudou a reforçar isto. Bom trabalho!

    Boa sorte!

  51. Evandro Furtado
    18 de janeiro de 2017

    A narrativa é bem cadenciada e cria uma atmosfera de tensão. É possível compreender o caráter dos personagens pela sua reação ao que acontece na trama.

    Resultado – Average

  52. Glória W. de Oliveira Souza
    18 de janeiro de 2017

    História de jogador compulsivo. A narrativa tem início com indicativo de que seria uma mesa de negociação sobre conflito conjugal. Entretanto, o final revela-se menos traumático, pois era apenas um jogo em que o personagem perde. Identifiquei que este personagem como masculino e, corriqueiramente, morre de medo da mulher. Há certa dramaticidade na trama, amainado pela leveza do final.

  53. Thata Pereira
    17 de janeiro de 2017

    Em um desafio de microcontos, o título tem importância, para quem sabe usar bem. Nesse caso, até o pseudônimo foi importante. E esse casamento era título, pseudo e texto foi genial.

    A expectativa gerada levava para um lugar comum, um enredo comum. E tudo foi transformado nas últimas linhas.Ótimo conto!

    Boa sorte!!

  54. Luiz Eduardo
    17 de janeiro de 2017

    Gostei bastante. Simples, surpreendente é cômico. Uma história leve e uma descrição muito bem elaborada das sensações dos personagens. Parabéns, boa sorte!

  55. Sabrina Dalbelo
    17 de janeiro de 2017

    Muito divertido. Outro conto de alguma fera na escrita.
    Super envolvente. Vai criando uma agonia até o desfecho, quando a gente volta a relaxar.
    Era só um jogo.
    Bom, será que era só um jogo? rsrsrsrs
    Parabéns!

  56. Priscila Pereira
    17 de janeiro de 2017

    Oi Divorciado, você enganou todo mundo direitinho heim, muito bem bolado… E aposto que deve haver um divórcio no final mesmo, dependendo do que ele apostou. Parabéns e boa sorte!!

  57. Rubem Cabral
    17 de janeiro de 2017

    Olá, Divorciado.

    Mais que o título, a expectativa foi criada através do bem escolhido pseudônimo.

    A metáfora “lâmina de suor” foi bem interessante, pois sugestiona alguma violência por vir e a nega depois.

    Nota: 8.5

    • Rubem Cabral
      17 de janeiro de 2017

      Ah, sim: seria melhor grafar as bebidas em português: vodca, uísque ou no inglês correto: “whiskey ou whisky”.

  58. Victor F. Miranda
    17 de janeiro de 2017

    Muito bom! hahahahaha cria uma expectativa e entrega um final inesperado, com uma escrita simples e efetiva. Parabéns.

  59. Patricia Marguê Cana Verde Silva
    16 de janeiro de 2017

    Surpreendente! Um belo blefe! Parabéns!

  60. Vanessa Oliveira
    16 de janeiro de 2017

    Minha deusa, que incrível! A começar pelo titulo, que já nos faz ter uma ideia do que virá, mas, quando lemos, é algo totalmente diferente, mas que, ao mesmo tempo, faz muito sentido! Entende? hahaha. Começou daquele jeito, já pensamos que é uma cena de briga feia entre casal, em que umas verdades serão ditas; mas, então, vc nos surpreende mostrando, na verdade, um jogo de poker, que realmente é tenso. E o divorcio? Será que sai? Apostou a casa? hahahaha. Muito bom, adorei! Boa sorte!

  61. Tatiane Mara
    16 de janeiro de 2017

    Olá…

    Conto sobre jogo de cartas.

    Muito bem escrito com uma bela surpresa no final, que dá o tom irônico.

    Leve, fluido e cativante.

    Boa sorte.

  62. Brian Oliveira Lancaster
    16 de janeiro de 2017

    GOD (Gosto, Originalidade, Desenvolvimento)
    G: Ironia do começo ao fim. Pensei “lá vem mais um texto de separação”. Qual não foi minha surpresa ao descobrir a verdade. A verdade realmente liberta. – 9,0
    O: Cômico, na medida certa. Inesperado. Excelente. – 9,0
    D: Toda a construção foi com o objetivo de enganar o leitor e conseguiu, friamente e tecnicamente. – 9,0
    Fator “Oh my”: detesto esse tema, pois me traz lembranças, mas aqui o autor se saiu muito bem. Que raiva que dá ao final por não ter percebido que era uma cilada, bino!

  63. juliana calafange da costa ribeiro
    16 de janeiro de 2017

    Ótimo conto. Muito bem construído e bem arrematado, o final surpreende. O conto é um ótimo blefe, não tenho mais comentários, achei perfeito!

  64. Antonio Stegues Batista
    16 de janeiro de 2017

    Um carteado, uma tensão, blefe, apostas, catas na mesa e o cara perdeu e se rendeu! Vai tomar uma sova quando chegar em casa. Uma boa trama que permite fácil imaginação para entender o sentido da história. Mas, acho que ficou muito “leve”, faltou um clima pesado, luz mortiça, nuvem de cigarros, mal-encarados, etc.

  65. elicio santos
    15 de janeiro de 2017

    Espera-se o extraordinário e depara-se com o corriqueiro. Gostei!

  66. Ceres Marcon
    15 de janeiro de 2017

    Surpreendente!
    Só vi o jogo ao final. Você trabalhou muito bem o suspense da narrativa. O que viria a seguir?
    Muito bom.

  67. Remisson Aniceto (@RemissonA)
    15 de janeiro de 2017

    A vida é um jogo e suas cartas já vêm postas, mas podemos escolhê-las para não seguir o por caminho. Vodka, wisky, cerveja e cigarro podem ou não incrementar cada rodada, mas e bom permanecer sóbrio para conseguir “ver” com outros olhos para não perder de vez a jogada. Não sei jogar pôquer, mas as cartas para compor este conto foram muito bem escolhidas e apresentadas aos componentes da mesa (nós, leitores). Parabéns, Divorciado.

  68. Thiago de Melo
    15 de janeiro de 2017

    Amigo Divorciado,

    No início, o seu conto parece uma coleção de frases clichê: “cartas na mesa”; “não há amigos ali” etc…

    Daí, no final, para “calar-a-boca-dazinimiga”, você mostra que as frases de carteado tão usadas que já viraram clichês, na verdade, estavam sendo utilizadas em seu contexto próprio e, portanto, não são em nada clichês.

    Meus parabéns. Gostei bastante!

  69. José Leonardo
    15 de janeiro de 2017

    Olá, Divorciado.

    O título, aqui, não é referencial, digamos. Pode ser fruto do fatalismo, do pessimismo do autor, que já se imagina em apuros antes de chegar em casa e contar à esposa como perdeu no jogo. O final é diferente e aparentemente é o destaque do micro conto, mas, a meu ver, a maior qualidade não é essa. Você costurou uma ótima analogia a crises de casamento nas linhas anteriores, ficou sensacional. Parabéns.

    Boa sorte neste desafio.

  70. Lídia
    15 de janeiro de 2017

    Meu conhecimento sobre pôquer é quase nulo e isso me prejudicou quando li o texto pela primeira vez. Nada que o Google não possa resolver.
    Adorei o uso de uma expressão idiomática na sua forma literal em “chegou o momento de colocar as cartas na mesa” e como senti-me enganada ao perceber que era apenas um jogo, quando esperava um drama homérico; acho fantásticas as quebras de expectativa.
    Só tenho uma coisa a dizer: Sorte no jogo, azar no amor! kkk

    Boa sorte!

  71. Edson Carvalho dos Santos Filho
    14 de janeiro de 2017

    Um final surpreendente para um conto bem escrito. E a surpresa veio no sentido inverso do esperado, mostrando uma situação banal. Só que, pro meu gosto, faltou algo que me levasse a alguma reflexão, o que não ocorreu.

  72. Givago Domingues Thimoti
    14 de janeiro de 2017

    Por não conhecer muito o pôquer, eu não entendi muito a história. Ainda assim, eu gostei, já que o texto ficou bem interativo e claro. Achei intenso, na medida certa.
    Boa sorte!

  73. Fernando Cyrino
    14 de janeiro de 2017

    Bastante criativa a sua história. O final está perfeito. Bacana mesmo. Um conto redondinho, gostoso de se ler e de se sentir enganado ao final dele. Parabéns e sucesso para a sua ela obra. Abraços.

  74. andré souto
    14 de janeiro de 2017

    E que vença o melhor blefador…quando chegar em casa.Bom conto.Original em sua trama e um desfecho inusitado.boa sorte.

  75. Olisomar Pires
    14 de janeiro de 2017

    Bom conto. Bem escrito, natural,com um final que surpreende.

    Um jogo de cartas apostado seria simples sem a atmosfera criada anteriormente.

    Somente achei a exclamação “merda” meio fora do conjunto, não expressa a decepção realmente, está mais para um muxoxo adolescente. Mas não retira o mérito do todo.

  76. Guilherme de Oliveira Paes
    14 de janeiro de 2017

    Clima de tensão bem construído, com visceralidade, de acordo com minha impressão. Final muito bom, gosto quando a conclusão é surpreendente. Achei muito bom.

  77. Evelyn Postali
    13 de janeiro de 2017

    Com certeza, amigo. Ela vai matar você kkkkkk Que agonia, não é? Pensei que não fosse consegui chegar ao fim. Engana muito, esse conto. E no fim das contas é o que é. Um jogo de cartas. Boa escrita. Gostei de como as palavras fluíram, de como tudo conseguiu surpreender no final.

  78. angst447
    13 de janeiro de 2017

    O final surpreende, pois tira o tom formal e pesado para uma constatação: o cara vai se dar mal em casa quando contar que perdeu no jogo.
    Sem erros perceptíveis. Estranhei um pouco a “lâmina de suor”, mas está valendo.
    Habilidade com as palavras e segurança para manter o suspense até o finalzinho. Bom ritmo.
    Boa sorte!

  79. Virgílio Gabriel
    13 de janeiro de 2017

    Gostei. O conto no início parece que será algo muito grande para esconder uma situação menor. Porém, ao desfecho, vemos que é a situação menor que reina. Assim, me senti surpreendido. Parabéns, boa sorte no desafio!

  80. Anorkinda Neide
    13 de janeiro de 2017

    Muito bom! Vai dando a ideia de que é uma coisa, sugerida pelo título e pseudônimo, mas era uma mesa de poquer…kkk e o azar no jogo, levara,enfim, ao fim do casamento… só digo uma coisa: bem feito! 😛
    parabens por manejar habilmente estas poucas palavras. abraços

  81. Zé Ronaldo
    13 de janeiro de 2017

    Maravilha! Conto abertíssimo, até no fim, o próprio texto e o leitor se interagem e encontram a significação suficiente pra o entendimento. Não há necessidades de que se mastigue tudo. Ótimo! Sou suspeito de elogiar esse texto, fã de pôquer aqui!

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Publicado às 13 de janeiro de 2017 por em Microcontos 2017 e marcado .