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Literatura que desafia.

Gotas de Chuva (Patrícia Marguê)

gotas

Gotas, cheiro de infância no ar… pingos a pular. O catraio, em sua inocência, corre pra lá e pra cá… desfruta da brincadeira que a chuva acabara de inventar. Uma poça… ali no chão também é gota que evapora e inspirada em Ícaro sonha por um instante chegar ao céu.

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93 comentários em “Gotas de Chuva (Patrícia Marguê)

  1. Lohan Lage
    27 de janeiro de 2017

    Poético… até demais. Talvez se soasse ritmado até o desfecho, teria mais coerência na proposta.
    Uma pena.

  2. Roselaine Hahn
    27 de janeiro de 2017

    Bastante poético o texto, um frescor de terra molhada em meio ao cheiro pútrido da morte que estende seus tentáculos no desafio de microcontos, respirei aliviada. Belo conto. Parabéns gotinha.

  3. Thayná Afonso
    27 de janeiro de 2017

    Conto gostoso de ler, bastante leve, bonito e sensível. Gostei bastante, parabéns!

  4. Simoni Dário
    27 de janeiro de 2017

    Quem não torcia por um banho de chuva na infância? Cheiro de chuva, uma delícia. O conto é leve e brinca com as reflexões como uma criança a observer os pingos a pular durante o banho de chuva. Gostei.
    Bom desafio!

  5. Sra Datti
    27 de janeiro de 2017

    Contito poético sinestésico que resgata o clima puro da infância. Ciclo da chuva! iupi!
    Bonita imagem de Ícaro, como um sonho da gotícula.

  6. Gustavo Henrique
    26 de janeiro de 2017

    Um texto bem simples que eu gostei muito.

  7. Victória
    26 de janeiro de 2017

    Achei muito bonitinho seu conto e o fato de ter sido escrito pela “Gotinha Mágica”, hehe. A verdade é que é mais uma descrição – muito bonita e poética – do que um conto completo, mas parabéns mesmo assim

  8. rsollberg
    26 de janeiro de 2017

    O conto pretende criar uma espécie de sinestesia no leitor para que a cena construída receba a empatia que merece.
    Contudo, o que ocorre é que se trata de apenas um recorte, uma imagem sem muito enredo.
    A frase final é o ponto alto, pois usa a mitologia ao redor de ícaro para criar uma analogia muito interessando. A gota que quer voltar a ser nuvem, mesmo que de forma efêmera. Chegará lá e voltará a cair.
    De qualquer maneira, Parabéns e boa sorte,

  9. Jowilton Amaral da Costa
    26 de janeiro de 2017

    Um conto médio. A cena descrita é bacana. Uma criança brincando na chuva lembra muito a minha infância. Há um forte teor poético na escrita, no entanto, não foi suficiente para me impressionar mais. Agradou, mas, sem impacto. Boa sorte.

  10. Lídia
    26 de janeiro de 2017

    Achei bem poética essa forma de representar o ciclo hidrológico e gostei ainda mais da metáfora em “e inspirada em Ícaro sonha por um instante chegar ao céu”, utilizando o personagem da mitologia grega.
    Boa sorte no concurso!

  11. Paula Giannini - palcodapalavrablog
    25 de janeiro de 2017

    Olá, Gotinha,

    Tudo bem?

    Achei seu trabalho delicado e poético.

    Um microconto para se colocar em rodapés de agendas, de cadernos, com ilustrações feitas em desenho. Gostei de sua verve e da utilização da técnica de “narrador câmera”, meio ausente, meio distante de quem lê, como que flutuando, como a gotinha também o faz.

    Parabéns por seu trabalho e boa sorte no desafio.

    Beijos

    Paula Giannini

  12. vitormcleite
    25 de janeiro de 2017

    poético e leve, e chegando ao fim podemos retomar a leitura desde o início. Acaba por ser um pequeno texto, poético, muito interessante de ler. Parabéns

  13. Andreza Araujo
    25 de janeiro de 2017

    O conto é leve e poético, nos traz aquela imagem romântica de que banhos de chuva são prazerosos e divertidos (na realidade são apenas frios e sujos hahahah). Ainda assim, eu gosto dessa visão, do barulho, do cheiro da chuva, enfim, de tudo o que inspira a gente. Abraços!

  14. Fil Felix
    25 de janeiro de 2017

    Não sei bem o que é catraio. O google disse que é um peixe. Minha mãe é pernambucana e já a ouvi falando (xingando) “catraia”. Não sei se há ligação. O mini-micro-conto é uma descrição poética de um momento, com construções interessantes como o sonho de Ícaro de poder voar (e queimar suas asas/ evaporar) que dão um charme à parte ao texto. Só acho que faltou aquele TCHAN no leitor, ir um pouco além.

  15. Felipe Teodoro
    25 de janeiro de 2017

    Conto bem poético, provavelmente escrito por um grande amante da poesia. Até mesmo o ritmo é dotado de musicalidade. Achei muito interessante a relação da água que evapora com Ícaro. No geral um conto bem escrito e que constrói uma cena bem interessante.

  16. Gustavo Aquino Dos Reis
    25 de janeiro de 2017

    Gotinha,

    que trabalho bonito. Lindo mesmo.

    Construções frasais invejáveis, de uma sensibilidade impar .

    Porém, acho que o conto poderia ter sido desenvolvido com mais esmero – utilizando o limite do desafio.

    Ele é sensível, e poderia ter sido uma garoa de palavras. No entanto, foi só uma gotinha.

    De todo o modo, parabéns.

  17. Tiago Menezes
    25 de janeiro de 2017

    Um conto que, em sua essência, é poesia. Me parece que o peixe quer algo que não pode. Mas quem sabe, talvez consiga. Belo texto, parabéns.

  18. Renato Silva
    25 de janeiro de 2017

    Um microconto em forma de prosa poética. Acho legal quando em pequenos textos são feitos em versos. Poesia não para qualquer um, eu mesmo não me arrisco. Quando bem feito, fica realmente gostoso de ler. O protagonista aí parece ser a gota de chuva, que realiza uma longa jornada: o pingo que cai, escorre, forma sua poça ou deságua num rio, para depois evaporar, viajar pelos céus e cair novamente em qualquer outro canto. Milhares, milhões dessas gotas formam as chuvas que banham nossas tardes de calor. Muito pertinente ler isso nestes dias tão quentes e tão chuvosos. Te desejo boa sorte.

  19. Daniel Reis
    25 de janeiro de 2017

    Um poemamicroconto. Poderia chegar a um resultado interessante, mas o uso das reticências me incomodou – não ficou nem elipse, nem continuidade. O ponto alto é a referência à ascensão de Ícaro. Mas o catraio (menino? peixe?) deixa de ser protagonista e a gota assume esse papel, ao sonhar chegar no céu. Desculpe, autor, não está entre os meus preferidos.

  20. Douglas Moreira Costa
    24 de janeiro de 2017

    Um conto muito bom de se ler, um tema muito interessante, bastante curiosa a escolha, tal qual aquele que trata dos peixes. Eu gostei muito da forma como você escreve, e em especial da última frase, da poça que também é gota e de como almeja chegar aos céus. É bastante bonito, e a foto que escolheu ajuda bastante, dá para imaginar um dia cinza de chuva torrencial, com crianças correndo e pulando nas poças e o céu rugindo acima. Parabéns, é um texto muito bonito.

  21. Tom Lima
    24 de janeiro de 2017

    É uma cena muito bonita, mas é só. Não chega a evocar muitos sentimentos.
    Tem umas rimas que me incomodam, apesar da forma ter ficado bonita mesmo assim.

    Boa sorte.

    Abraços.

  22. Srgio Ferrari
    24 de janeiro de 2017

    se o google me diz que catraio é um linguado e vc pôs ele pra correr de um lado para o outro….UÉ , acho que eu gostei então, apesar de preferir que o catraio “pulasse” de um lado pro outro. E imaginaria então uma poça desses riachinhos que acabara de quase secar.

  23. Wender Lemes
    24 de janeiro de 2017

    Olá. A imagem construída é de uma nostalgia sem tamanho, de um tempo em que podíamos brincar na chuva e não pensar em mais nada. A comparação desse sentimento com Ícaro é muito válida, então, pois que perdemos as asas da infância e fomos arremessados de volta ao solo, tendo que arcar com nossas responsabilidades. É uma fração sensível de todos nós, narrada com muita sensibilidade.
    Parabéns e boa sorte.

  24. catarinacunha2015
    24 de janeiro de 2017

    MERGULHO do telhado na piscina de plástico, coisa de moleque atrevido. Nada melhor do que a chuva para afastar medos e soltar asas. Belas palavras e intensões. IMPACTO de um retrato mágico.

  25. Pedro Luna
    24 de janeiro de 2017

    Pô, adoro chuva. O texto não traz um enredo, mas sim uma descrição que vai permitir a alguns leitores fazer conexões com cenas que vivenciaram, e outros não. Particularmente, me incomodou o excesso de terminações em AR e Á. De resto, achei bonita a menção a Ícaro e ao voo impossível.

  26. Miquéias Dell'Orti
    23 de janeiro de 2017

    Oi gotinha,

    Gostei bastante do tom poético da narrativa, das imagens que você soube evocar usando as palavras certas, da referência a Ícaro… e da imagem personalizada rs.

    Em contrapartida, achei que faltou um enredo que remetesse a algum questionamento, por menor que seja. Mesmo assim, entendo que a proposta tenha sido justamente evocar uma sensação mais leve e que remete à certa tranquilidade e, se essa foi a intenção, a narrativa faz bem esse papel.

    Um último ponto: talvez por falta de tempo, acredito que faltou ter trabalhado um pouco mais na revisão de alguns pormenores. A última frase do texto, por exemplo, parece carecer de algumas pontuações.

  27. Mariana
    23 de janeiro de 2017

    Linda poesia, mas senti falta de uma história…

  28. Leo Jardim
    23 de janeiro de 2017

    Minhas impressões de cada aspecto do microconto:

    📜 História (⭐▫▫): não há um enredo, é apenas uma descrição bonita de uma cena na chuva. Acho que poderia dar mais indícios de uma história por trás da cena.

    📝 Técnica (⭐⭐⭐): gostei da prosa poética e das metáforas sobre a chuva.

    💡 Criatividade (⭐▫): não vi muita.

    ✂ Concisão (⭐▫): acho que falta, ao menos, acontecer algo.

    🎭 Impacto (⭐▫▫): infelizmente, salvo a beleza das metáforas e imagens criadas, não é o tipo de conto que me atrai.

  29. Cilas Medi
    22 de janeiro de 2017

    Despretensioso e sem muito o que dizer a respeito, porque não acho que cumpriu um mínimo de palavras, apesar de bem escrito e ter revelado o que pretendia transmitir. Boa sorte!

  30. Estela Menezes
    22 de janeiro de 2017

    Tenho uma certa dificuldade em comentar “contos” que me parecem mais uma prosa poética fotografando um momento em que não há um desenvolvimento da ação… É bem escrito, sem dúvida, as rimas não me chamaram a atenção e tampouco incomodaram, a analogia com Ícaro é muito bem sacada. Fui ao dicionário buscar “catraio”, que me descreveu um peixe (linguado)??? Será algum regionalismo para “criança” ? “moleque” ???

  31. Leandro B.
    20 de janeiro de 2017

    Oi, gotinha.
    Olha não sou um grande fã de poesia. As imagens em si não me chamaram muito a atenção e no que diz respeito a forma, não curti muito as rimas no início e, ao final, acabei estranhando a falta de uma rima.

    Como exceção, gostei da última frase, mas não vejo como Icaro inspiraria qualquer coisa a voar, afinal, ele acabou caindo.

    • Leandro B.
      20 de janeiro de 2017

      É, burro eu, justamente por isso se inspira em Ícaro, para subir ao céu e depois cair novamente no chão. Enfim, gostei da última frase =)

  32. Bia Machado
    20 de janeiro de 2017

    Uma das lembranças mais gostosas do tempo em que morei no interior de São Paulo, dos 11 aos 15 anos, é essa, a do banho de chuva. Achei curtinho, bonito, poético, claro, só não me animaram muito as rimas. Sim, é um texto poético e tal, mas essas rimas ficaram exageradas, não me soaram bem esses finais de oração em AR, AR, AR… Enfim, foi uma boa leitura. Obrigada!

  33. Givago Domingues Thimoti
    20 de janeiro de 2017

    Sabe-se lá porque esse conto me lembrou o ciclo da água… KKKKKKKKKK
    Eu gostei demais desse conto. Achei leve e muito poético. Meus parabéns!

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Informação

Publicado às 13 de janeiro de 2017 por em Microcontos 2017 e marcado .