EntreContos

Detox Literário.

O preço da inseminação – Conto (Daniel Siqueira)

O Preço da Inseminação

Prólogo

No Século XX

 

Um homem perdeu todo o seu dinheiro porque ele apostou que os EUA venceriam as Olimpíadas, mas os EUA boicotaram as Olimpíadas.

Esse homem está usando toca, não dá para ver a cor do seu cabelo.

O homem passa por um bar, entra e senta.

— O que você quer “Dean”? — perguntou o funcionário do bar.

O funcionário já o conhecia e o chamou de “Dean” por ele se parecer com James Dean.

— Uma cerveja. — disse o homem.

O homem no bar vê de novo na televisão que os EUA boicotaram as Olimpíadas e escuta dois homens conversando.

— Eu ganhei US$10 em 10 minutos. — disse um homem.

— Como você ganhou isso? — perguntou o outro homem.

— Vendi o meu esperma. — disse um homem.

O outro homem olha com cara de estranheza.

— Estamos no primeiro ano da década. Tempos modernos. — disse um homem, rindo.

Depois de escutar esses dois homens conversando, o homem decide vender esperma numa clínica e o homem sai do bar para ir vender esperma numa clínica. O homem chega na clínica e descobre que tem que passar por exames para poder vender esperma.

O homem passa por todos exames. Chega o dia do homem vender esperma. Está chuvendo forte e está caindo relâmpagos. O homem sai na chuva para ir vender esperma na clínica. O homem chega na clínica. A funcionária da clínica dá um pote para o homem e diz.

— Me segue. — disse a funcionária.

O homem segue a funcionária e vai para uma sala. Dentro da sala, a funcionária diz.

— Use essa sala. — disse a funcionária.

A funcionária sai da sala e o homem fica sozinho nessa sala.

Trinta segundos depois, o homem sai dessa sala e a funcionária diz.

— Qual o problema? — perguntou a funcionária.

— Nenhum. — disse o homem.

O homem mostra o pote.

— Já? — perguntou a funcionária.

— Sim. — disse o homem.

A funcionária faz cara de espanto.

— Estou com pressa. — disse o homem.

Uma mulher está na clínica com um bebê. A funcionária vai pegar o dinheiro para o homem quando aparece um outro homem e conversa com a funcionária. Esse bebê começa a chorar. O homem escuta o barulho do choro desse bebê e pensa no que fez. O homem fica tonto e diz.

— Estou com pressa. — disse o homem.

A funcionária para de conversar com o outro homem e vai pegar o dinheiro para o homem. A funcionária chega na sua mesa. Antes de pegar o dinheiro para o homem, a funcionária organiza sua mesa. O bebê continua chorando. O bebê começa a chorar mais alto e o homem grita para sair desse lugar.

— Estou com pressa. — disse o homem, gritando.

O homem entrega o pote para a funcionária e a funcionária dá o dinheiro para o homem. O homem pega o dinheiro e saí da clínica. O bebê continua chorando alto. A funcionária coloca o pote em uma sala e sai dessa sala. O bebê está chorando tão alto que até dentro dessa sala dá para escutar o choro do bebê. O pote fica nessa sala ao lado de vários outros potes. O bebê começa a chorar ainda mais alto.

Fora da clínica, o homem tira do bolso uma conta e o cartão de um lugar de apostas. O homem segura com a mão direita o cartão e com a mão esquerda a conta.

O homem olha para o cartão, a mão do homem que segura o cartão começa a tremer. O homem fica em dúvida se usa esse dinheiro para as suas despesas ou se aposta mais.

Capítulo 1

Desejo de Descoberta

 

Dezembro de 2010, James tem 25 anos, tem mais de 1,80 m de altura, tem o cabelo preto e controla a empresa do seu pai Michael, essa empresa vale US$10.000.000,00.

James parece com os seus pai. O pai do James e a mãe do James têm cabelo preto.

James está andando nas ruas no meio da cidade para ir ao encontro com sua namorada. James vai pedi-lá em casamento. James para de andar, tira as alianças do bolso e olha. James observa o E em uma aliança e o J em outra aliança. James volta a andar. O celular do James toca e James atende.

— Seu pai morreu. — disse a mãe do James.

James para de andar e encerra a chamada. James fica um tempo parado.

Minutos depois, James volta a andar. James anda na direção contrária da direção que estava indo.

James chega no velório. No final do velório, a mãe do James conta para James.

— Ele não é o seu pai biológico, porque ele não podia ter filho e eu fiz inseminação com o esperma de um vendedor anônimo. — disse Olivia.

— Então eu tenho dois pais mortos. — disse James.

A dor do James aumenta, James tinha acabado de perder um pai e descobre que também perdeu outro pai, porque mesmo o pai biológico do James podendo estar vivo, para James ele também está morto.

Dia 15 de Janeiro de 2011, na festa do aniversário de 26 anos do James, que é o seu primeiro aniversário depois da morte do seu pai, James decide descobrir quem é o seu pai biológico. James está na varanda do seu apartamento com sua namorada Emma.

Emma tem 22 anos e tem o cabelo loiro.

James conversa com a sua namorada.

— Quero descobrir quem é o meu pai biológico. — disse James.

— Ele pode não ser o que você espera. — disse Emma.

James fica curioso.

— Por que você diz isso? — perguntou James.

— É sobre meu ex-namorado Tyler. — disse Emma.

James fica mais curioso.

— Me conta, eu quero saber. — disse James.

— Meu pai tentou me impedir de namorar ele, porque ele é 7 anos mais velho que eu. — disse Emma.

— Seu ex-namorado tem 29 anos? — perguntou James.

— Sim, mas quando namoravamos ele tinha 27 anos. Eu me afastei do meu pai e continuei a namorar ele, daí o meu pai apontou uma arma na cabeça dele e disse que iria matá-lo se ele continuasse comigo. — disse Emma.

— Vocês continuaram juntos depois disso? — perguntou James.

— Sim. — disse Emma.

— Por que vocês se separaram? — perguntou James.

— Porque ele me traiu 3 meses depois. — disse Emma.

— Seu ex-namorado se parecia comigo? — perguntou James.

— Não. — disse Emma.

— Como o seu ex-namorado era? — perguntou James.

— Ele tinha o cabelo loiro. — disse Emma.

— Dúvido meu pai biológico ser pior do que eu espero que ele seja. Eu não espero nada de bom de uma pessoa que vende filhos por dinheiro. — disse James.

— Então por que você quer conhecê-lo? — perguntou Emma.

— Eu não quero conhecê-lo, eu preciso conhecê-lo. — disse James.

Capítulo 2

Investigação Paternal

 

Um dia depois, James conversa com o detetive Matthew.

O detetive Matthew é crente, tem uns 40 anos e tem o cabelo preto.

— Quero que você encontre o meu pai biológico. — disse James.

— Seu pai tem alguma doença e se perdeu? — perguntou o detetive Matthew.

— Não. — disse James.

— Seu pai fugiu com a secretária? — perguntou o detetive Matthew.

— Não. — disse James.

— Seu pai fugiu com o secretário? — perguntou o detetive Matthew.

— Não. — disse James.

— Seu pai foi sequestrado? Se ele foi, é melhor você chamar a polícia. — disse o detetive Matthew.

— Não. — disse James.

— Seu pai está desaparecido? — perguntou o detetive Matthew.

— Não. — disse James.

— Você cresceu num orfanato? — perguntou o detetive Matthew.

— Não. — disse James.

— Seu pai engravidou sua mãe e a abandonou? — perguntou o detetive Matthew.

— Não. — disse James.

— Meu pai ejaculou num pote por dinheiro. — disse James.

— O meu pai também, mas o meu pai ejaculou de graça. — disse o detetive Matthew.

— Não sabia que você tinha nascido da inseminação. — disse James.

— Eu não nasci da inseminação. — disse o detetive Matthew.

— Você tem irmãos nascidos da inseminação? — perguntou James.

— Não. — disse o detetive Matthew.

— Não foram usados os espermas do seu pai? — perguntou James.

— O meu pai não ejaculou num pote para gerar filhos. O meu pai estava dirigindo bêbado quando um policial viu que meu pai estava dirigindo de um lado para o outro e o parou. O policial o levou para a delegacia e deu para ele um pote para ele urinar. O meu pai estava tão bêbado que ejaculou no pote. — disse o detetive Matthew.

— O que aconteceu depois? — perguntou James.

— O policial prendeu o meu pai. O meu pai ficou meses preso. Na prisão, meu pai virou crente. Depois que saiu da prisão, meu pai converteu eu e meu irmão em crentes. Eu virei detetive e o meu irmão virou líder de uma seita. — disse o detetive Matthew.

— Quero que você encontre meu pai biológico. — disse James.

— Esse tipo de pessoa não quer ser encontrada. — disse o detetive Matthew.

— E o que eu quero? Eu tenho o direito de saber. — disse James.

— Você vai procurá-lo ou não? Se você não for, eu contrato outro detetive. — disse James.

— Eu vou. — disse o detetive Matthew.

James contrata o detetive Matthew para descobrir quem é o seu pai biológico.

Um dia depois, o detetive Matthew conversa com James.

— Seu pai biológico vendeu esperma em FarmCity. Você vai ter que arrumar outro detetive para continuar sua investigação. — disse o detetive Matthew.

James decide ir para essa cidade para descobrir quem é o seu pai biológico.

James sabia que se arrumasse outro detetive iria demorar mais a investigação porque esse detetive já conhecia os detalhes e outro detetive iria começar do zero.

— Você não faz investigações em outras cidades? — perguntou James.

— Não. — disse o detetive Matthew.

— Quanto você cobra por investigação? — perguntou James.

— US$400,00 por dia. — disse o detetive Matthew.

— Eu te pago US$500,00 por dia para você ir nessa cidade para investigar. — disse James.

— Não, não vou nem por US$1.000,00 — disse o detetive Matthew, brincando.

— E US$1.000,00 por dia? — perguntou James.

— Eu vou. — disse o detetive Matthew, gaguejando.

— Se eu precisar subornar alguém, você me reembolsa. — perguntou o detetive Matthew.

— Sim, faça tudo que for necessário. — disse James.

James sai dali e liga para a sua mãe.

— Qual é o preço da inseminação? — perguntou James.

— Não me lembro, mas lembro que é caro. — disse Olivia.

— Você fez inseminação em FarmCity? — perguntou James.

— Sim. Você está tentanto encontrar o seu pai biológico? — Olivia.

— Sim. — disse James.

— Mas você não disse que ele estava morto para você? — Olivia.

— Sim, eu disse e ele continua morto para mim. — disse James.

— Então por que você quer encontrá-lo? — perguntou Olivia.

— Não sei o motivo, só sei que preciso disso. — disse James.

Um dia depois, James está tão desesperado que pega o primeiro voô. O detetive Matthew pega o segundo.

James vai para essa cidade de avião sem sua namorada.

Horas depois, James chega no aeroporto dessa cidade e começa a chover. James entra no único táxi disponível. James vê uma mulher que queria um táxi e James diz.

— Vem comigo. — disse James, gritando.

James disse gritando por causa do barulho da chuva.

Ela entra no táxi.

— Qual o seu nome? — perguntou James.

— Elizabeth e você? — perguntou Elizabeth.

Elizabeth tem 24 anos e tem o cabelo preto.

— James. — disse James.

— Você é dessa cidade? — perguntou James.

— Sim e você? — perguntou Elizabeth.

— Sim e não. Eu fui gerado nessa cidade e nasci em outra. — disse James.

— Minha mãe me disse que eu fui gerada numas férias dela com o meu pai em Paris. — disse Elizabeth.

— Eu não fui gerado dessa forma. — disse James.

Elizabeth faz uma brincadeira.

— Você é humano? — perguntou Elizabeth, brincando.

James entra na brincadeira.

— Não, sou um vampiro. — disse James, brincando.

— Você vai me morder? — disse Elizabeth, brincando.

— Eu não vou te morder. Eu te amo mais do que minha vida, mas eu não vou te transformar. Prefiro que você corra o risco de morte do que te transformar em uma vampira. Como prova do meu amor por você, vou te abandonar, mas se eu pensar que você morreu, eu me mato. — disse James, brincando.

Elizabeth dá uma risada.

— Que rídiculo. — disse Elizabeth.

— É rídiculo mesmo. — disse James.

O táxi deixa ela em sua casa e depois deixa James no hotel.

James decide procurar seu pai biológico enquanto o detetive Matthew procura pistas, para fazer isso James passa por toda a cidade procurando pessoas que se parecem consigo. James passa horas procurando.

Horas depois, James continua procurando. James vai numa festa procurar e James reencontra a mulher.

— Você é mesmo um vampiro, só te vejo quando está chovendo ou está a noite, nunca no Sol. — disse Elizabeth.

— É porque a luz do Sol reflete na minha pele de modo a brilhar, isso revela para todos quem eu sou. — disse James.

— Isso revela que você é gay. — disse Elizabeth.

James e Elizabeth dão uma risada.

James começa a namorar essa mulher.

O detetive Matthew encontra com Lucas.

Lucas tem acesso à informações do Banco de Esperma.

O detetive Matthew conversa com Lucas.

— Quanto você quer para me dar informações sobre o pai biológico do James? — perguntou o detetive Matthew.

— Vinte. — disse Lucas.

O detetive Matthew pegou uma nota de vinte doláres.

— Não é vinte doláres. — disse Lucas.

— É vinte mil? — perguntou o detetive Matthew.

— Sim. — disse Lucas.

— Por que? — perguntou o detetive Matthew.

— Precisa valer a pena os riscos. — disse Lucas.

— Você tem medo de ser processado? — perguntou o detetive Matthew.

— Não. Eu não tenho medo de eles me processarem. Eu tenho medo de eles fazerem alguma coisa contra mim. — disse Lucas.

O detetive Matthew sorri.

— Eu já vi pessoas com medo de empresas de armas e de empresas de petróleo, mas eu nunca vi ninguém com medo de clínicas de inseminação. — disse o detetive Matthew.

— Clínicas são inofensivas, exceto as clínicas de aborto. — disse o detetive Matthew, rindo.

— Você não os conhece. Eles têm pessoas no governo. — disse Lucas.

Lucas faz um cara de medo.

O detetive Matthew vê a cara do Lucas e fica com medo.

— Eu não posso ser visto com você. Vou sair daqui. Você vai me pagar ou não? — perguntou Lucas.

— Aceita cheque? — perguntou o detetive Matthew.

— Sim. — disse Lucas.

O detetive Matthew deu um cheque no valor de vinte mil para Lucas.

— Vou mandar pelo correio as informações que possuo. — disse Lucas.

O detetive Matthew dá o seu endereço para Lucas.

James liga para o detetive Matthew.

— Preciso te encontrar. — disse James.

— Onde você está? — perguntou o detetive Matthew.

— Você é detetive. Descubra. — disse James.

— Brincadeira. — disse James.

— Estou no hotel. — disse James.

O detetive Matthew vai no hotel onde James está. James conversa com o detetive Matthew.

— Desista. — disse James.

— Mas eu estou quase conseguindo. — disse o detetive Matthew.

— Desista porque preenchi o vazio que tinha. — disse James.

— Quanto eu lhe devo? — perguntou James.

— US$22.400,00. — disse o detetive Matthew.

— Por que? — perguntou James.

— Você disse para fazer tudo que fosse necessário. — disse o detetive Matthew.

— Aceita cheque sem fundo? — perguntou James.

— Sim. — disse o detetive Matthew.

— Eu disse cheque sem fundo. — disse James.

— Não aceito. Eu não tinha ouvido direito. — disse o detetive Matthew.

— Eu não tenho esse dinheiro. — disse James.

— Brincadeira. — disse James, rindo.

— Não faça essas brincadeiras comigo porque eu tenho diabetes. — disse o detetive Matthew.

James paga o detetive Matthew e o detetive Matthew volta para Los Angeles.

Capítulo 3

O Noivado

 

Uma semana depois, James vai com essa mulher no parque de diversões. No parque, os dois entram na Barca. Quando a Barca está indo de um lado para o outro e as pessoas da Barca estão gritando, James pega o seu celular e começar a gravar um vídeo com a câmera frontal.

— O que você está fazendo? — perguntou Elizabeth.

James tira uma aliança do seu bolso e diz.

— Quer casar comigo? — perguntou James.

— O que? — perguntou Elizabeth.

Elizabeth não conseguiu escutar porque estava fazendo muito barulho na Barca.

— Quer casar comigo? — perguntou James, gritando.

— Sim. — disse Elizabeth, gritando.

James tenta dar para Elizabeth a aliança que comprou para Emma, mas a aliança acaba caindo no chão, por causa do movimento da Barca. James tenta pegar no chão da Barca e a aliança cai da Barca.

Quando a Barca para, os dois saem da Barca. Elizabeth pergunta.

— O que você tentou fazer? — perguntou Elizabeth.

James procura a aliança e encontra. James pega a aliança e dá para Elizabeth. James diz.

— Quer se casar comigo? — perguntou James.

— Sim. — disse Elizabeth.

Os dois se beijam.

Elizabeth olha a aliança e pergunta para James.

— É o E de Elizabeth? — perguntou Elizabeth.

James pensa um pouco e diz.

— Sim. — disse James.

Um dia depois, Elizabeth vai sozinha para casa da Lucy.

Lucy é tia da Elizabeth e tem o cabelo preto.

Elizabeth conversa com Lucy.

— Vou me casar. — disse Elizabeth.

— Com quem? — perguntou Lucy.

— Com James. — disse Elizabeth.

— O que ele é? — perguntou Lucy.

— Ele controla a empresa do pai. — disse Elizabeth.

Lucy lembra ela do seu tio que morreu.

— O seu tio não tinha dinheiro para nada quando nos casamos. Nós passamos necessidades, por isso eu estou feliz de você se casar com rico. — disse Lucy.

— Nós somos pobres, mas nós eramos mais pobres. — disse Lucy.

Elizabeth não diz nada.

Duas semanas depois, James está com Elizabeth na casa da tia da Elizabeth. James vê uma foto do tio da Elizabeth e vê que o tio dela também tem o cabelo preto. James repara que é parecido com o tio da Elizabeth.

James chama Lucy para ir num quarto com ele. Lucy vai no quarto. Dentro do quarto, James tranca a porta. James fica sozinho com a tia da sua noiva e James conversa com Lucy.

— O que aconteceu com os pais da Elizabeth? — perguntou James.

— Eles morreram num acidente quando Elizabeth tinha 15 anos, um motorista bêbado matou os pais dela, depois disso ela veio morar com o meu marido Marcus, que é irmão do pai dela, e comigo. — disse Lucy.

— Eu vim nessa cidade procurar meu pai biológico, porque eu soube que ele vendeu esperma numa clínica daqui. — disse James.

— Meu marido me contou que vendeu esperma em 1984. — disse Lucy.

— Eu nasci em 1985. — disse James.

— Meu marido tinha uma marca no braço direito, olhe para ver se você também tem. — disse Lucy.

James olhou e viu que também tem.

James fica triste.

— Cade o seu marido? — perguntou James.

— Ele morreu faz 3 meses. — disse Lucy.

James fica mais triste.

— Muitas pessoas se casam com primos. — disse Lucy.

— Eu não vou ser uma dessas pessoas. — disse James.

James se separa da Elizabeth sem dar explicações.

Elizabeth descobre que James a abandonou e Elizabeth diz para si mesma.

— Será que ele é mesmo um vampiro? — perguntou Elizabeth para si mesma.

James liga para Emma.

— Estou voltando. — disse James.

James vai no aeroporto para voltar para Los Angeles.

 

Capítulo 4

O Casamento

 

Horas depois, James chega no aeroporto de Los Angeles. Emma estava esperando por ele. Emma conversa com James.

— Por que você demorou tanto? — perguntou Emma.

— Eu estava perdido, depois da morte do meu pai e depois que descobri que o meu pai não era o meu pai biológico, fiquei fora de mim. Antes de meu pai morrer eu iria te pedir em casamento. — disse James.

— Você quer casar comigo? — perguntou James.

— Sim. — disse Emma.

— Mas você terá que pedir para o meu pai. — disse Emma.

— Você não tinha se afastado dele? — perguntou James.

— Tinha, mas me aproximei depois que meu ex-namorado Tyler me traiu. — disse Emma.

— Eu peço então. Quando poderei conhecê-lo para pedir? — perguntou James.

— Vamos jantar hoje na casa dele para você pedir? — perguntou Emma.

— Vamos. — disse James.

James volta para o seu apartamento sozinho e lembra o que Emma disse sobre o seu pai. James liga para Emma.

— Seu pai sabe que eu sou três anos mais velho que você? — perguntou James.

— Sim, não tenha medo. — disse Emma.

James compra um perfume para dar de presente para o pai da Emma.

Emma passa no apartamento do James pouco tempo antes do jantar. Emma vê o perfume que James comprou em cima da estante. Emma diz.

— Vou sair, nos encotramos na casa do meu pai. — disse Emma.

Emma sai do apartamento do James.

James fica sozinho no seu apartamento.

Horas depois, James chega na casa do pai da Emma. James fica com medo de tocar a campainha. James fica pensando se toca a campainha ou vai embora. James decide ir embora. James vê que o seu tênis está com o cardarço desamarrado e James se abaixa para amarrar o cardarço.

Bruce é pai da Emma e tem o cabelo loiro.

Bruce vê pela janela de vidro uma pessoa. Bruce abre a porta e vê James abaixado em frente a porta com um perfume do lado. Bruce pensa que James é um vendedor e diz.

— Não quero comprar nada. — disse Bruce.

Bruce fecha a porta na cara do James. James anda para sair do passeio da casa até que encontra Emma chegando na casa. James não tem bolso, por isso James esconde o perfume dentro do seu casaco e segura com o braço direito. Emma diz.

— Que bom que você veio. — disse Emma.

— Que ótimo. — disse James.

Emma segura o braço esquerdo do James e o leva para a casa. Emma está com uma chave e abre a porta. James diz para Emma.

— Entre na frente, vou amarrar o cardarço. — disse James.

Emma entra. James antes de entrar na casa, James se abaixa, como se fosse amarrar o cardarço, e pega o perfume e esconde a direita da porta do lado de fora, para não precisar ficar segurando o perfume dentro do casaco com o braço direito e para que Bruce não veja.

Sophie é mãe da Emma e tem o cabelo loiro.

James e Emma sentam na mesa e esperam Bruce descer e Sophie terminar de cozinhar. Bruce está no segundo andar e Sophie está cozinhando. Sophie diz para Emma.

— Pega o meu celular no meu quarto. — disse Sophie.

Emma diz para James.

— Vem comigo. — disse Emma.

James foi com Emma pegar o celular no segundo andar. Os dois chegam no segundo andar. Emma mostra onde fica o quarto e diz.

— Eu vou no banheiro, vai lá pegar o celular. — disse Emma.

James pega o celular e fica olhando uma foto. Bruce vê James pegando. Bruce pensa ser um ladrão. James está olhando a foto enquanto Bruce chega por trás do James sem ser visto e aponta uma arma na cabeça do James. Emma sai do banheiro e vê. Emma sinaliza para o seu pai abaixar a arma. Bruce coloca a arma no bolso. Emma diz.

— Vamos descer os dois. — disse Emma.

James escuta a voz da Emma e para de olhar a foto e olha para Emma e vê que Emma está olhando para trás de si. James olha para trás e vê Bruce.

No momento que James olha para trás, Bruce já havia guardado a arma no bolso. James não viu e não sabe que Bruce apontou uma arma na sua cabeça.

Bruce diz para James.

— Então é você. — disse Bruce.

Bruce cumprimenta James com um sorriso forçado. Os três descem e vão para a mesa.

Todos estão na mesa. Eles escutam a televisão da sala que diz que um time ganhou por 3 pontos, porque o volume estava alto.

— Só três. — disse James.

— Três é muito. — disse Bruce.

Três é o número de pontos que o time ganhou e é o número de anos que James é mais velho que Emma.

Toca a campainha e Sophie se levanta da mesa e atende, era um vizinho.

Emma se levanta da mesa e vai na sala abaixar o volume da televisão.

Sophie vê um perfume do lado de fora da porta. Sophie pega o perfume e leva para dentro. Sophie diz para as pessoas na mesa.

— É de alguém esse perfume? — perguntou Sophie.

Bruce olha para James.

— Não é meu. — disse Bruce.

— Não é meu também. — disse James.

Emma volta da sala e diz.

— Eu vi um perfume igual esse na casa do James. Não é seu esse perfume James? — perguntou Emma.

— É meu, tinha me esquecido. — disse James.

Sophie dá o perfume para James.

— Para que você trouxe esse perfume? — perguntou Bruce.

— Para eu estar sempre cheiroso e para evitar que os mosquitos me mordam. — disse James.

James pega o perfume e borrifa no próprio corpo.

— James quer te falar uma coisa pai. — disse Emma.

— Posso casar com a sua filha? Sou três anos mais velho que ela. — perguntou James.

— Sim. Não importa a sua idade. Ela pode casar com um homem de qualquer idade, o homem pode ser mais velho que eu, se ela quiser. — disse Bruce.

— Então por que você tentou me impedir de namorar meu ex-namorado? — perguntou Emma.

— Por outros motivos. — disse Bruce.

Um mês depois, James se casa com Emma. O detetive Matthew é um padrinho.

Capítulo 5

A Revelação

 

Mais de dois anos depois, James teve 2 filhos com Emma nesse tempo.

Na festa do James, o detetive Matthew diz para James.

— Como está esse bolo? — perguntou o detetive Matthew.

— Não sei. — disse James.

James e sua esposa beberam Garanics e o detetive Matthew comeu um bolo muito doce feito por James.

Finalmente chega a encomenda para o detetive Matthew. O detetive Matthew chega em casa depois da festa e vê que tem um pacote para ele. O detetive Matthew lembra que tinha subornado para que essa pessoa lhe desse as informações sobre o pai biológico do James e que essa pessoa tinha dito que iria mandar pelo correio as informações. O detetive Matthew olha por curiosidade e descobre que o pai do James é também o pai da esposa do James.

O detetive Matthew entra no seu carro para ir até a casa do James. O detetive Matthew com uma mão no volante e outra no celular, liga para James. James não atende e cai na secretária eletrônica que diz.

— Deixe sua mensagem após o sinal. — disse a secretária eletrônica.

— Tenho algo para te contar. — disse o detetive Matthew.

O detetive Matthew vai acima da velocidade permitida. O detetive Matthew passa o sinal vermelho e quase bate o carro. O detetive Matthew chega na rua desesperado para contar para James. O detetive Matthew estaciona o carro. O detetive Matthew vê James e James vê o detetive Matthew chegando. O detetive Matthew estava tão desesperado que não olhou para os lados para atravessar a rua e um ônibus atropelou o detetive Matthew.

O detetive Matthew quase morreu e ficou em coma.

Capítulo 6

O Despertar

 

Quase dois anos depois, o detetive Matthew acorda do coma. James recebe a notícia e vai correndo no hospital ver o que o detetive Matthew queria lhe contar. James vai acima da velocidade permitida. James estaciona o carro na rua do Hospital. James vai atravessar a rua e para para olhar para os lados, passa uma ambulância em alta velocidade.

Se James não tivesse olhado para os lados antes de atravessar a rua, essa ambulância teria o matado.

James entra no Hospital e James conversa com o médico.

— Ele queria me contar uma coisa antes de ser atropelado. — disse James.

— Talvez ele não se lembre. — disse o médico.

James entra no quarto e pergunta para o detetive Matthew.

— Como você está? — perguntou James.

— Estou ótimo. — disse o detetive Matthew.

— Você se lembra? — perguntou James.

— Me lembro de tudo. — disse o detetive Matthew.

— O que você queria falar para mim antes de ser atropelado? — perguntou James.

— Queria falar para você que o bolo da festa estava muito doce. — disse o detetive Matthew.

— Todo o desespero que você teve foi por isso? — perguntou James.

— Você sabe que eu tenho diabetes. — disse o detetive Matthew.

James sai do quarto do hospital.

O detetive Matthew segura o crucifixo que está sobre o seu pescoço.

O detetive Matthew não contou para James porque ele pensou que o acidente era Deus dizendo para não contar.

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4 comentários em “O preço da inseminação – Conto (Daniel Siqueira)

  1. Olisomar Pires
    29 de agosto de 2016

    Tem uma história aqui. Talvez o modo de contá-la não tenha sido a mais favorável. Ficou meio robótica. A idéia é boa, a forma, infelizmente, não é atraente. Mas é assim mesmo, estamos aqui pra aprender. Não só quem escreve aprende, mas também o leitor. Parabéns pela criatividade.

  2. Marco Aurélio Saraiva
    29 de agosto de 2016

    Olá Daniel. Parabéns pela iniciativa. Compilar as ideias em forma de um conto é algo que poucos conseguem fazer. Você me parece ter uma mente um tanto criativa e tem até a história digna de filme aqui. Parabéns pela criatividade! Gostei da forma como você tapou bem os buracos. Vi algumas falhas de continuação e algumas coisas meio “surreais”, mas a lógica dos pais-e-filhos-e-pais está bem fechadinha.

    Infelizmente, foi muito difícil ler o seu conto. Ele está mais para “passo-a-passo da vida de James” do que uma história de verdade.

    Deixe-me explicar: o leitor não quer só saber da história. Ele quer senti-la.

    Então, quando você fala “James está andando nas ruas no meio da cidade para ir ao encontro com sua namorada. James vai pedi-lá em casamento. James para de andar, tira as alianças do bolso e olha. James observa o E em uma aliança e o J em outra aliança. James volta a andar.”, você está me contando o que aconteceu, mas eu não “sinto” o que aconteceu. Não há emoção. Não sei o que James está pensando, não sei se ele está ansioso, desesperado ou com medo. Eu só sei o que ele fez.

    Enfim, este assunto é muito vasto e eu não sou ninguém importante ou com experiência o suficiente para te dar uma “aula”. Eu só sugiro que você leia muito. Muito mesmo. Sugiro que leia, inclusive, a saga crepúsculo da qual você parece debochar tanto. A Stephanie Meyer escreve bem, de forma simples e sucinta, e é um bom ponto inicial para o escritor iniciante balizar sua técnica. Conforme você for lendo, perceba como os autores destilam as emoções dos seus personagens. Perceba como, as vezes, um autor usa uma página inteira para descrever um mero segundo na vida do personagem mas que, naquele segundo, você descobre mais sobre o personagem do que no resto do livro.

    Enfim, a escrita é uma arte e você tomou o passo inicial. Parabéns! Você tem criatividade e potencial. Agora vem a parte difícil: melhorar, melhorar e melhorar. A gente nunca para de melhorar, na verdade. Você vai ver que escrever não é só organizar ideias em um texto: é escrever com emoção; é chorar com os seus personagens; é morrer junto com eles, vez após vez. É ler e reler e reler o seu texto tantas vezes, corrigindo erros mínimos até atingir a “perfeição”, que você não vai aguentar ler nem mais uma palavra daquele texto.

    Quero ver você em breve em um dos desafios literários do Entre Contos! Continue praticando e refinando a sua técnica!

    • Daniel Siqueira dos Reis
      29 de agosto de 2016

      Sobre a falta de emoções dos personagens, eu realmente sou ruim nessa parte.

      Vou tentar dar mais emoções aos personagens.

      Obrigado pelas dicas. Espero que você leia a continuação.

      Eu terminei de escrever essa história com 3 continuações em Março. Eu conheci esse site há pouco tempo. Eu já mandei a primeira continuação para o Gustavo e em breve vai estar no site.

  3. nicolino Mangave
    29 de agosto de 2016

    gostei da Historia desse romance, ela e muito interessante.

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Informação

Publicado às 28 de agosto de 2016 por em Contos Off-Desafio e marcado .