EntreContos

Detox Literário.

Ensaio sobre a imponderabilidade ilusória (Swylmar Ferreira)

O barulho do alarme contra intrusos do laboratório de segurança máxima era ensurdecedor, fora as luzes vermelhas que acendiam e apagavam ininterruptamente causando em Laura uma sensação de desorientação. Todos os funcionários níveis 10 e 11 deveriam ir imediatamente para a sala azul número 5. Riu momentaneamente consigo mesma ao lembrar que um de seus assessores havia comentado que havia uma placa em um dos corredores do nível inferior 35 que indicava aquela sala e ela não existia. Teve vontade de lhe dizer que ele não conhecer, não significava que ela não existia.

Saiu do elevador e foi direto a uma porta onde um segurança armado a esperava. Entraram juntos em um segundo elevador até o último andar inferior. O segurança havia retirado um crachá, onde ela pode ler “Projeto Borda”, colocando-o em um compartimento que ela nunca havia reparado e uma portinhola surgiu do nada liberando um leitor ocular onde ela apoiou a cabeça. Imediatamente o elevador se movimentou de novo, descendo mais cinco andares onde abriu a porta na sala de comando principal do prédio e uma jovem vestida de uniforme azul a esperava.

– Boa tarde Dra Cornell, seja bem-vinda.

****

Alvus Cisticius acordou tonto, afinal o que tinha acontecido na sala de prospecção? Anco Prisco, o cientista-chefe do projeto, pediu que entrasse na sala de contenção de matéria escura para calibrar manualmente os cristais. O salto dimensional estava preparado para o final da tarde e ele e Patricia Drusa estavam escalados.

A última coisa que lembrava eram os gritos de Patricia, sua colega no complexo de física avançada e então tudo ficou escuro. Parou e observou cuidadosamente a sala onde estava. Ou seria um quarto?

A cabeça latejava, passou as mãos e sentiu que tinha um tipo de bandagem, retirou-a e examinou a cabeça, nada visível, corte, perfuração. Nada! Tentou levantar e sentiu as pernas fraquejarem, sentou de novo na cama até a tontura passar e, por fim, levantou. Viu algo parecido com um banheiro, fez um exame visual agora. Tocou o braço levemente atá sentir um ressalto, estava satisfeito. Deu passos firmes até uma janela gradeada e olhou a bela paisagem exterior. Respirou o ar que passava pela fresta da janela e apesar de a integral dor no corpo, sentiu uma lágrima solitária cair de seus olhos.

– Lindo!

Ouviu um som leve vindo por trás e virou devagar a cabeça, para não sentir mais dor do que já sentia, vendo quatro pessoas em pé perto da porta. Estava em um hospital ou algo assim. Certamente era um hospital.

– Olá – disse a mulher vestida de branco com um jaleco esverdeado – você consegue nos compreender?

Um dos homens, vestido com uma roupa verde camuflada, afastou-se do grupo. Os outros dois, também vestidos de jalecos esverdeados deram um passo a frente.

– Sou o Dr. Pontes, médico aqui no hospital geral. Consegue nos compreender?

Demorou alguns segundos para que o implante neural treinasse seu cérebro para o idioma falado.

– Alvus Cisticius é o nome – olhou novamente para a mulher e os homens, em especial para o que se afastou, sabia que ele era um soldado – sou filho de Anco Márcio Cisticius, Pretor de Mastarna. Agora compreendo perfeitamente.

Era ótimo, pensou Laura Cornell, ele fala nossa língua. O “agora” a deixou satisfeita. Olhou o homem outra vez, se não tivesse visto pessoalmente a filmagem no laboratório de física do Instituto e é claro a comprovação de veracidade da empresa especializada em tecnologia de informação, jamais acreditaria que ele simplesmente surgiu lá.

– Quem é você?

E sem deixar que o homem respondesse, ela continuou.

– Sou Laura Cornell e estes são meus colegas Drs. Roger Lira e Paulo Sticks. Encontramos você em um dos laboratórios. Foi difícil estabilizá-lo, você aparecia e desaparecia ininterruptamente. Da última  vez, tivemos sorte e o colocarmos a tempo numa câmara de contenção.

– Onde estou? Como assim da última vez?

– O Dr. Pontes pode examiná-lo?

Laura aparentava ansiedade, assim como os outros dois. Mas a visão que Alvus teve da floresta, momentos atrás o deixou espantado. Voltou-se novamente para a janela enquanto era examinado pelo médico.

– Aquilo lá fora são árvores? É vegetação? – Estava perplexo, sabia que não estava mais em casa. Tinha que colocar a mente em ordem, seu treinamento. Tinha uma missão a cumprir, mesmo que antecipada.

Laura sabia que o homem a sua frente era diferente, não fisicamente, mas de outro modo.

– Que lugar é esse?  – perguntou à mulher a frente – Qual o nome?

Apesar de estranhar, Laura começou a entender.

– Terra – respondeu e pediu para que ele se sentasse – e você de onde é?

– Roma, claro – Alvus tocou de leve nas mãos de Pontes que o examinava – é real…

Naquele momento o quarto homem já estava mais que inquieto, andando de um lado para o outro no quarto apertando as mãos.

– O que está acontecendo Laura?

– Apenas estamos nos conhecendo melhor General Caldwell.

Respondeu olhando para trás, olhando nos olhos do homem, esperando que ele compreendesse a importância daquele momento.

– Alvus, preciso que entenda que conseguimos estabilizar você em nossa realidade apenas momentaneamente. Não há garantia nenhuma se conseguiremos mantê-lo aqui ou se retornará para onde veio, poderá ficar uma hora, um dia ou mesmo enquanto viver.

Ele sorriu satisfeito.

– Interessante – disse sorrindo – não vou ficar aqui eternamente então. Mas nesse período, mesmo que breve, poderemos aprender muito uns com os outros, todos concordam?

Alvus Cisticius levantou e foi novamente à janela, precisava olhar a paisagem repleta de árvores, gramas, pássaros e o céu de um azul tão profundo que ele nunca havia visto.

– Me desculpem, mas tudo isso desapareceu ha séculos em Roma. Vocês já colonizaram o sistema romano?

– Sistema romano? – Caldwell perguntou, não entendendo.

Laura levantou uma das mãos e pediu para ser a interlocutora com o estranho visitante.

– Creio que nós o chamamos de sistema solar – disse rindo – e não, ainda estamos no início das viagens espaciais.

Alvus Cisticius estava pasmo: o que será que havia acontecido ali? Era obvio que estava em uma realidade paralela, até mesmo os cidadãos dali sabiam disso, então ele teria que aceitar e adquirir o maior número de informações possíveis. Talvez até mesmo cedesse algumas poucas informações, desde que não sensíveis à República Romana, é claro.

– Nós consolidamos as principais colônias do sistema romano em 982 DC – Alvus Cisticius comentou brevemente, olhando de soslaio seus interlocutores – quando poderei sair deste quarto e conhecer o prédio e este lugar maravilhoso?

Laura e Caldwell pareciam ouvir atentamente cada palavra do homem à sua frente. Laura tinha interesses bem definidos pela sua chefia imediata e sabia que precisava manter o diálogo aberto com o visitante interdimensional, se é que ele era quem dizia ser.

– O império romano caiu definitivamente em 476 DC aqui na Terra.

Alvus Cisticius sorriu.

– Incrível, pois foi nesta data que cravamos a águia na lua. E menos de duas décadas depois voltamos a ser uma República. E vocês?

A pergunta era simples e precisava ser respondida com firmeza: Um reino – Laura assumia de vez o papel para que foi designada – Nós somos um reino.

Alvus Cisticius achou de início que tinha algo errado. Olhou para o rosto dos homens à sua frente, mas não conseguiu visualizar movimento nenhum que indicasse mentira. Resolveu fazer uma segunda pergunta quando foi surpreendido por Laura.

– Vou fazer um breve retrospecto de nossa civilização, pós Roma – disse Laura séria.

– Talvez não seja tão interessante assim. As coisas aconteceram lentamente, principalmente porque entramos em uma fase denominada idade das trevas, mesmo assim nesse período surgiu Maomé, o profeta, o homem que trouxe uma nova religião, também surgiram novos lideres importantes como Carlos Magno, Francisco de Assis e Marco Polo. Este último foi o homem que recriou o elo entre o extremo oriente e o ocidente. O próximo período foi o que chamamos de guerras seculares, aí surgiu um outro personagem importante, Joana D`Arc, a libertadora.

Laura percebeu que o homem a sua frente ou procurava memorizar cada detalhe do que ela falava, ou fazia um grande esforço para comparar com a história da civilização dele ou com o que já conhecia. Sabia que o tempo era curto devido à instabilidade corporal do visitante.

– Neste período também surgiu a Santa Inquisição, o período mais negro da humanidade. Em compensação em seguida veio o Iluminismo, a era dos descobrimentos, das viagens marítimas, das invenções como a prensa e as primeiras máquinas a vapor no que chamamos de revolução industrial no final do século XVIII. As nossas últimas grandes descobertas ocorreram depois da unificação no final do século XIX, aviação, grandes navios, engenharia, medicina e outras áreas de pesquisa de modo geral, internet.

Alvus Cisticius olhava seus interlocutores com um sorriso. Precisava achar o computador central e copiar os dados, assim poderia voltar a Roma.

– Em que ano estamos Dra. Cornell?

Laura ajudava Paulo a escrever alguns dados sobre o visitante em um pad e respondeu casualmente.

– Dois mil e vinte.

Alvus estava mais à vontade agora e começou voluntariamente a cumprir sua parte no trato.

– Semana passada comemoramos o ano de 2652 depois do primeiro Cesár – ele sorria – Roma jamais caiu, nem ninguém atravessou seus muros, nunca!

Olhou seus interlocutores e viu que apenas Laura parecia lhe dar ouvidos – sorriu e continuou.

– O primeiro contato que tivemos com o oriente veio quando lutamos com o Rei de Épiro, Pirro em 280 AC e o consolidamos cerca de 100 anos depois. Quando César chegou ao poder havíamos conquistado quase todo o mundo ocidental e colonizado as Turias no outro lado do oceano. É interessante dizer que também tivemos o nosso Iluminismo e grandes personagens como Caius Virgilius, o maior de todos os poetas de Roma e é claro Marcio Cupius um de nossos maiores inventores. Ele criou a máquina a vapor em 96 DC.

Agora os quatro eram todos ouvidos. Alvus continuou,

– Tivemos grandes guerras para consolidar a república, principalmente no oriente, pois ambos tinham conhecimento da pólvora, mas tivemos uma vantagem, o detonador de oito tiros. Então em 116DC firmou-se o acordo de Gobi e o império Sino e Roma tornaram-se uno. Nossa preocupação então passou a ser a lua que conquistamos em 476 DC e colonizamos cerca de 50 anos depois.

Alvus precisava saber sobre a tecnologia nuclear. Então fez a pergunta a Laura, olhando diretamente para Caldwell.

– Vocês possuem tecnologia nuclear?

O homem permaneceu imóvel prestando atenção ao que ele falava.

– Sim – respondeu Laura – mas é pouco usada, preferimos energia solar e marítima, além de mais barata é energia limpa, não tem resíduos.

Alvus estava a cada momento mais confiante. Neste mundo paralelo chamado Terra os habitantes haviam chegado à lua, mas nem colonizaram o sistema a que tinham direito. Estavam adiantados em física quântica, mas provavelmente desconheciam a física temporal e a física interdimensional.

– E depois? Perguntou Laura.

– Bem – Alvus sentou-se na cama – quando vamos conhecer o lugar?

Caldwell respondeu que seria breve, que ele só aguardava permissão.

– Em 982 DC colonizamos todo o sistema romano e em 1220 partimos para as viagens em espaço profundo. Demoramos muito para conseguir a tecnologia para as viagens em velocidade de dobra. Só então estabelecemos contato com outras civilizações. Vivemos pesquisando as fronteiras desde então, mantendo contatos com outras civilizações.

– Somos um povo simples – disse Alvus com orgulho – somos trabalhadores e batalhadores, nossas crianças são educadas de modo a amar ao Caesar e a serví-lo em prol de Roma.

Jamais falaria sobre as guerras de domínio que a República havia patrocinado nos últimos mil anos, inicialmente na borda da galáxia e depois sobre o interior. Não falaria sobre as poucas derrotas e inúmeras vitórias conseguidas em um milênio de conquistas. Agora tinham muitos povos dominados, uma série de aliados e grandes e ferozes inimigos. Mas assim era Roma, assim era a República de Roma com seu Caesar.

Viu um dos homens servindo água, mas só bebeu depois de Laura. Sabia que o tempo findava, que em breve seu implante o levaria de volta, mesmo não sendo acionado.

– Quando vamos conhecer as instalações e principalmente a floresta?

Sorriu espontaneamente, principalmente para Caldwell.

– Agora – disse Caldwell – já que está tudo bem com você, por que não sair deste quarto apertado. Suas roupas estão ali, no armário.

Sair do quarto fez com que Alvus rejuvenescesse, estava alegre. Visitaram o pequeno hospital, os jardins com as árvores e gramíneas que ele adorou e finalmente foram ao centro de comando do primeiro andar.

Ali estava a oportunidade que ele queria, o objeto de sua missão. Precisava de acesso ao computador central e naquela sala, mesmo guardada por alguns soldados, ele a teria. Olhou de lado e viu que Laura observava sorridente Caldwell mostrar na tela principal os principais objetivos do Instituto e seus programas, dentre eles o de física avançada.

Teria que ser agora. Caminhou entre os boxes apinhados de gente até um dos módulos e apertou a mão contra o equipamento. Sentiu imediatamente a conexão ser feita e começara armazenar anos de dados em um pico-chip orgânico instalado em seu cérebro. Viu o grito de um dos operadores que percebeu uma luz azulada em sua mão e concluiu que as informações estavam sendo tomadas.

Viu ainda o rosto de Caldwell surpreso, assim como o de Laura. A determinação para que atirassem nele, seu escudo bio-orgânico sendo ativado e sua roupa se transformando na bio-armadura impenetrável. Colocou um de seus módulos de armas em tonteio, mas foi difícil atingir alguma coisa, pois os tiros com armas de detonação arcaicas e o caos instalado com pessoas correndo para todos os lados impediam uma perfeita concentração. Tinha tudo o que queria dali, em um período de guerras interdimensionais ali era um prato cheio para Roma. Acionou o primeiro implante no braço esquerdo e o segundo no lado esquerdo da cabeça. Observou a bolha dimensional ser criada, absorvendo a energia de tudo o que encontrava e aquela dimensão desaparecer de sua vista.

Enquanto reaparecia no campo de provas Rômulo XIX, duas perguntas nasceram em sua mente. Se eles não conheciam armas nucleares nem matéria escura, como haviam conseguido estabilizá-lo? Porque em suas datas eles colocavam também DC?

****

Laura Cornell acabou de lavar o rosto e viu que suas mãos ainda tremiam um pouco. Saiu do banheiro e entrou no elevador que a levaria ao setor especial do complexo. A mesma mulher a recebeu outra vez e a levou à sala de comando do Projeto Borda. Das dezenas de pessoas que estavam ali, ela apertou a mão do General Caldwell, comandante militar do projeto e abraçou o Dr. Pontes. Só aguardavam sua senha para entrar no computador principal do projeto e seguir o rastro deixado pelo invasor.

– Pronto – disse Laura para Pontes – agora temos a frequência do túnel dimensional deles. Mesmo que queiram reabrir temos como bloqueá-los.

Caldwell abraçou sua principal pesquisadora e pediu.

– Pronta para finalizar Dra? – coloque o ano em que estamos e a senha.

Laura Cornell respirou fundo. Sabia que sempre corriam um enorme risco quando captavam um invasor interdimensional tentando acesso ao planeta. Aproximou-se do computador central e acionou o teclado virtual:

– 2568 – imponderabilidade ilusória.

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27 comentários em “Ensaio sobre a imponderabilidade ilusória (Swylmar Ferreira)

  1. Swylmar Ferreira
    3 de junho de 2016

    Olá autor
    Você preferiu mesclar no conto realidades paralelas e realidade histórica alternativa, conseguindo a adequação ao tema proposto pela equipe do desafio. Concordo com os outros avaliadores, você precisa melhorar na gramática. O conto é bastante criativo, tem bom desenvolvimento e apresenta boa trama.
    Boa sorte.

  2. Thomás
    3 de junho de 2016

    Caesar, seu conto parece um filme. Um cruzamento entre Predador e Exterminador do Futuro. Prende muito a atenção.

    Bastante interessante e criativo

    Poderia explorar melhor as personagens, pois deixaria tudo ainda mais rico.
    Você optou por ser mais explicativo. Decisão sua, que eu respeito.

    Boa sorte!

  3. Wilson Barros
    3 de junho de 2016

    O conto é no estilo dos filmes de ficção científica norte-americanos, tipo “O Planeta dos Macacos”, bem interessante. Gostei dos nomes, Dr. Pontes por exemplo. Embora haja muitos contos de RHA romanos, creio que este foi o único neste desafio. A ideia de Guerra entre realidades parece com o conto de Lodi-Ribeiro da guerra do Paraguai. Muito interessante, parabéns.

  4. Thiago de Melo
    3 de junho de 2016

    Olá, César,

    Achei o seu conto muuuuuito criativo. Putz, sem dúvida os romanos poderiam ter continuado sua expansão até dominar todo o planeta e a partir daih seguir adiante dominando outros mundos. Me lembrei inclusive de uma frase atribuída a Alexandre, o Grande, que teria chorado ao discutir a existência de outros planetas (marte, Venus, Júpiter etc) e dito: “existem tantos mundos no universo e eu ainda não conquistei nem este aqui” (ou algo assim!) Os romanos, o primeiro Cezar em particular, eram fãs de Alexandre e das conquistas que ele teve.
    Gostei bastante! Parabéns!

  5. Virginia Cunha Barros
    3 de junho de 2016

    Oii! Você escreve muito bem e a ideia do conto é bem criativa, gostei de ver a realidade histórica misturada com ficção científica, tipo, agora a galáxia inteira entrou na história! Só achei algumas frases longas demais, o que dificulta o entendimento. Desejo boa sorte!

  6. Pedro Luna
    2 de junho de 2016

    Um conto muito inventivo. Roma dominando a galáxia? Quando falava em Império, me lembrava de Star Wars. Só faltou aparecer o darth vader romano.

    Duas coisas para mim comprometeram o conto. A primeira é a monótona parte em que os personagens falam sobre os acontecimentos históricos. Sinceramente, ficou chato ler aquilo, parecia um resumo de um livro de história. Já a fala de Alvus ficou melhor, porque nasceu da liberdade criativa, mas ainda assim ficou cansativo.

    O outro fator foi que os personagens são frios e pouco desenvolvidos. Não me afeiçoei a nenhum e portanto o conto não passou emoção.

    Fiquei um pouco confuso. Entendi que no final, eles usaram Alvus como isca para ter acesso a sua realidade.

    É um conto criativo, que infelizmente não me pegou.

  7. Gustavo Aquino Dos Reis
    2 de junho de 2016

    Ave Caesar,

    Seu conto é muito interessante. Pensar numa Roma eterna – que nunca fora derrubada – é muito chocante.

    E você elevou tudo isso com uma pegada F.C muito bem explicada. Gostei bastante. As explicações soaram orgânicas, sem nenhum didatismo, conferindo uma elegância na narrativa.

    Parabéns, mesmo.

    Boa sorte no desafio.

  8. Catarina
    2 de junho de 2016

    O COMEÇO prometia mais. No entanto, quando o FLUXO descambou para FC meramente descritivo tirou meu interesse. Os personagens rasos da TRAMA desperdiçou uma ótima ALTERNATIVA histórica. O FIM é inesperadamente inteligente. Eu trabalharia melhor os personagens e o miolo.

  9. Pedro Arthur Crivello
    1 de junho de 2016

    o conto apresenta uma premissa interessante, um pouco exagerada de que se o império romano tivesse resistido até mais tempo nos teríamos evoluído tecnologicamente. você criou uma boa narrativa ,mas vi muito mais ficção cientifica do RHA, vendo que existem outras dimensões, e não é comprovado que as realidades paralelas são exatamente como a nossa só que existiu algo que as separou em um moemento. fora isso conto apresenta-se bem escrito mas sem muita emoção ou momento de revelação , o final apresenta-se confuso, sem entender o por que é ruim nossa realidade querer impedir que outras entrem

  10. Pedro Teixeira
    1 de junho de 2016

    Olá, autor! Gostei bastante do conto, essa ideia de uma realidade alternativa em que Roma continuou a ser uma grande potência e colonizou a galáxia é uma das premissas mais bacanas que vi neste desafio. O começo ficou um tanto truncado, inclusive com algumas repetições de ele/ela que poderiam ser evitadas, e senti falta de uma revisão. De qualquer forma, é um bom conto, instigante e inteligente, com ótimas sacadas. Parabéns e boa sorte!

  11. Simoni Dário
    1 de junho de 2016

    Um texto que começou travado e foi prendendo a atenção lá pelo meio. Ficção Científica não é comigo, só para ter uma ideia eu via pelo texto uma mistura de Guerra nas Estrelas, Avatar, Interestelar, a imagem de Jesus, precisei da ajuda dos universitários aqui. Então, não entendi muita coisa, mas entendi que quem escreveu entende muito de escrever e daí o talento e criatividade do autor estão de parabéns. Desculpe, queria ter noção de FC para compreender melhor o enredo, mas só o fato de você ter criado uma Roma que não caiu e ainda domina as galáxias, olha, isso não é pra qualquer um! Abraço.

  12. Gustavo Castro Araujo
    1 de junho de 2016

    Uma ideia fantástica: Roma é realmente eterna aqui. Não só repeliu os bárbaros mas expandiu seus domínios até os confins da galáxia. Muito bacana a mistura de FC com RHA. O começo do conto foi um tanto truncado, mas creio que tenha sido essa a intenção do autor, de nos colocar na mesma situação de confusão, com cenários se multiplicando a esmo, vivenciada pelo protagonista até que conseguisse estabilizar. As explicações comparativas sobre as realidades ficaram OK, mas em certos pontos tive a sensação de certo didatismo — algo justificável para um conto sujeito ao limite de três mil palavras. A razão para Alvus ter aportado no “nosso mundo” não me pareceram tão claras, porém. Também tive certa dificuldade em compreender o desejo dele em sair para o bosque – puro encantamento?

    Por outro lado, há que se dizer que faltou revisão aqui. Sentenças mal construídas, erros de digitação, de ortografia e de concordância são constantes. No entanto, isso é algo fácil de reparar. Criatividade já existe de monte. O negócio agora é lapidar a técnica. Ler, escrever e revisar. De todo modo, parabéns pelo texto!

  13. Wender Lemes
    31 de maio de 2016

    Olá. Seu conto é minha décima sexta leitura no certame.

    Observações: o começo do conto é um pouco truncado, deixa o leitor meio perdido com as mudanças de cenário. A partir do momento em que os protagonistas passam a ocupar a mesma realidade é que a narrativa realmente flui (e flui bem). O final é uma reviravolta à parte.

    Destaques: a criatividade do autor com as batalhas interdimensionais é de se destacar. Interessante também como conseguiu adequar esse estilo ao tema RHA.

    Sugestões de melhoria: fora a questão que já citei sobre o começo, algumas sentenças também soaram estranhas, como a parte em que descreve as vestes da protagonista (de branco com jaleco esverdeado), talvez ficasse melhor dizer que usava o jaleco esverdeado sobre as roupas brancas.

    No mais, boa sorte e parabéns.

  14. Daniel Reis
    31 de maio de 2016

    Prezado escritor: para este desafio, adotei como parâmetro de análise um esquema PTE (Premissa, Técnica e Efeito). Deixo aqui minhas percepções que, espero, possam contribuir com a sua escrita.

    PREMISSA: viagem no tempo (FC) e realidades alternativas paralelas… saiu um pouco do senso comum de RHA, por isso o estranhamento. Mas, para mim, foi uma boa premissa comprometida pela técnica.

    TÉCNICA: a narrativa é truncada, resultado da mistura entre FC e RHA. Até uma determinada parte, em que se percebe que as duas realidades paralelas estão modificadas. E algumas coisas comprometem a plausibilidade, como a comunicação entre um legionário romano gastando seu latim com cientistas modernos…

    EFEITO: mediano. Uma boa premissa que poderia ser melhor desenvolvida, a meu ver.

  15. vitormcleite
    31 de maio de 2016

    Desculpa mas não gostei muito deste conto, embora me pareça que tem tudo para ser um excelente texto. Penso que podes dar uma revisão ao estilo de frases longas e com muitos significados, e, simultaneamente retirar todos os elementos que não são relevantes para a história, e assim a tua mensagem ficará muito mais clara. De qualquer modo, parabéns.

  16. Eduardo Selga
    29 de maio de 2016

    Entendo que um bom conto precisa ter no personagem seu ponto nevrálgico, pois é ele o elemento a conduzir a trama, é ele quem sofre a ação. E se ação é verbo, o personagem é substantivo. Por isso entendo que ele não pode ser apenas instrumento, é preciso profundidade, o que não significa necessariamente trabalhar apenas as camadas psicológicas ou, como gostam de dizer os detratores dessa concepção, psicologismo: é possível dar espessura ao personagem sem fazer dele um estudo de caso para os adeptos de Freud ou Lacan.

    No entanto, felizmente essa maneira de enxergar a narrativa não é a única, mesmo porque há contos nos quais os personagens são apenas ferramentas e eles, no seu todo, ficam muito bons, desde que a ação em demasia não seja o elemento a substituir o personagem.

    Fiz essa introdução porque o presente conto não valoriza o personagem, do modo como expus no primeiro parágrafo: são excessivamente planos. Por outro lado, ao contrário de prática muito comum na ficção científica, o conto também não é focado na ação. O resultado é uma narrativa muito relatada, com uma sequência de fatos mencionados, com os personagens dizendo que aconteceu isso e aquilo em suas dimensões respectivas.

    Pode parecer que estou sendo contraditório, mas não: entendo que o personagem precisa conduzir, vivenciar, no conto, uma ação ou no máximo duas, sendo a segunda de menor importância no enredo, mas sem que ele, personagem, seja obliterado pela ação. No entanto, relatar uma série de fatos não me parece boa saída, pois há falta de envolvimento do personagem e essa distância sugere certa artificialidade narrativa.

  17. JULIANA CALAFANGE
    25 de maio de 2016

    Sensacional seu conto! Interessante do início ao fim. Final surpreendente. Os personagens e a ambientação são muito bem trabalhados. Mesmo sendo um conto de FC (q eu adoro), ainda assim, manteve a proposta de RHA. Pouquíssimos erros de revisão, q não chegam a comprometer. Imagino que eu vá te ver lá nas “cabeças” deste desafio. Parabéns!

  18. angst447
    24 de maio de 2016

    ,Olá, autor! Desta vez, resolvi montar um esquema para comentar: T.R.E.T.A. Espero te encontrar no pódio.

    * Título – Tenho uma certa implicância com títulos longos e pomposos. Falou muito e não disse nada.

    * Revisão – Alguns lapsos já apontados pelos colegas.

    * Enredo – Ficção científica é meu calcanhar de Aquiles. Não nasci para ler isso, mas, por isso mesmo, tomo mais cuidado para não contaminar minha análise com o meu gosto pessoal.

    * Tema – Considero que o conto tenha abordado a sua maneira o tema proposto.

    * Aderência – Por questão de gosto pessoal, a narrativa não me fez grudar os olhos na tela. Senti vontade de dar paradinhas para tomar fôlego. Em algumas passagens, perdi o rumo e tive de retomar o caminho para tentar resgatar as ideias perdidas. Isso não ocorreu devido ao texto em si, mas pelo meu distanciamento da narrativa FC. Boa sorte!

  19. Evandro Furtado
    24 de maio de 2016

    Ups: Achei um conto super bem trabalhado, cheio de ideias bacanas. Você conseguiu delinear muito bem o cenário, personagens, trama. A reviravolta também foi legal “outta nowhere”.
    Downs: Uma revisão mais profunda seria bacana. Passaram vários errinhos pontuais ao longo do texto.
    Off-topic: esse começo aí, é muito número.

  20. Anorkinda Neide
    21 de maio de 2016

    Olá!
    O meu maior problema aqui foi a FC, que eu não curto muito… mas a nivel de texto, está excelente, eu acho e gostei da RHA com o Império Romano tão avançado, achei uma viagem legal.
    Mas a trama, os diálogos, o que ficou pro leitor fechar, principalmente, me escapa por eu não estar acostumada a este tipo de leitura.
    Sorry
    Um abraço

  21. Leonardo Jardim
    18 de maio de 2016

    Minhas impressões de cada aspecto do conto (antes de ler os demais comentários):

    📜 História (⭐⭐⭐▫▫): é interessante, principalmente pela proposta, mas ficou muita coisa em aberto. O fato do romano ter acesso à tecnologias futurísticas faz sentido na trama, mas o acesso dos terráqueos ficou estranho e mal explicado. Os objetivos desses também ficaram vagos demais. Por fim, houve excesso de personagens nomeados e descritos que não tiveram importância para a trama. Poderia ter feito isso apenas para os três principais. Fora isso, é um bom texto 🙂

    📝 Técnica (⭐⭐▫▫▫): sem problemas ortográficos graves, mas um pouco confusa na estruturação das frases, algumas repetições e mudanças de ponto de vista de personagens sem muita ênfase disso. Além disso, uns problemas menos graves de pontuação:

    ▪ Apenas estamos nos conhecendo melhor *vírgula* General Caldwell. (vírgula antes de vocativo)

    ▪ E depois? *travessão* Perguntou Laura.

    Talvez esse artigo possa ser útil: http://www.recantodasletras.com.br/artigos/5330279

    💡 Criatividade (⭐⭐▫): utiliza elementos comuns de ficção científica, mas contém alguns pontos de novidade interessante, como a possível história de Roma.

    🎯 Tema (⭐⭐): Roma não caiu. Utiliza viagens entre realidades para fazer o contraponto.

    🎭 Impacto (⭐⭐⭐▫▫): gostei do texto, dar ideias e opções apresentadas. O fim aberto e falta de compreensão de parte da trama diminuíram um pouco o impacto.

    PS.: Ainda tô tentando decifrar o título (e última frase).

  22. Davenir Viganon
    17 de maio de 2016

    RHA: Roma não caiu e expandiu suas conquistas.
    Gostei muito da realidade alternativa. Roma não caiu e tocou o puteiro na galáxia kkkkk. RHA já é uma Ficção Científica quando tenta imaginar uma nova sociedade com seus conceitos próprios. FC “Soft”, como chamam. Além disso, você misturou com a FC “Hard”.
    Gostei muito da estória, tenho fraco por FC, mas não quer dizer que gosto de qualquer coisa. Ficou muito boa a tensão entre os representantes de cada realidade. Aquele final, deixando em aberto que poderia ocorrer uma guerra entre as realidades, foi muito criativo.
    Uma coisa me incomodou. As frases estão muito longas. Muitas delas poderiam ser transformadas em duas ou três frases. Quem lê poderia então formar aos poucos o cenário pretendido.
    Na parte que cada lado tenta resumir a história da sua realidade, acho que ficaria melhor escolher um aspecto que fosse muito diferente do que sabe e cada um ressaltaria, ao invés do excesso de informação. Eu até consegui entender, porém acho pouco provável que o romano da outra realidade entendesse o que significa o conceito, apenas ouvindo o nome, “iluminismo” (mesmo que na realidade do romano tenha ocorrido algo parecido). Meu pitaco é que: já poderia começar com a conversa. Durante o diálogo revelaria-se o que cada um está fazendo ali. Não diz o dito popular “é conversando que a gente se entende”?
    Gostei muito do seu conto. Parabéns!

  23. Andreza Araujo
    17 de maio de 2016

    Olha, eu gosto bastante de Ficção Científica, então sou suspeita para falar.

    Você trouxe uma RHA onde o Império Romano não acabou e ainda conquistou o espaço? Caramba, acho que arregalei os olhos quando li (num bom sentido).

    Gostei do bate-bola entre os dois personagens, cada um contado como era a sua realidade (embora no final a gente descubra que provavelmente tudo o que a doutora falou era mentira, uma camuflagem). Mas em alguns momentos eu senti um excesso de informação, mas não sei se tinha como fazer diferente, pois deixaria o texto muito longo se incorporasse as informações com mais calma. Talvez enxugando parte das informações, mas isto perderia o foco do conto. Enfim…

    O que me irritou um pouco foi o fato do viajante pedir o tempo todo para sair do quarto e visitar o planeta. Ok, ele tinha seus motivos, além disto poderia voltar a qualquer momento para a sua realidade, entendo a urgência do personagem, mas a repetição excessiva me irritou um pouco.

    Só uma dúvida: qual o risco dos invasores para o planeta? Eles tinham medo de uma invasão ou algo similar?

    A leitura me agradou bastante, gostei dos elementos futuristas. Abraços!

  24. Fabio Baptista
    16 de maio de 2016

    Oi… serei um pouco chato aqui, tudo bem? Juro que é com a melhor das intenções.

    O conto está ok do ponto de vista gramatical, com exceção a um ou outro problema de revisão, tipo “ha séculos em Roma” (há).

    Porém, a combinação das palavras não ficou a contento. Algumas sentenças foram de tirar o fôlego, mas não num bom sentido… frases compridas demais, sem o uso adequado das vírgulas para o leitor respirar (e olha que sou um adepto das frases longas…). Sentenças confusas, repetição de palavras próximas, uma repetição de “homem a sua frente” que chegou até a irritar em determinado momento.

    O primeiro parágrafo:

    – “O barulho do alarme contra intrusos do laboratório de segurança máxima era ensurdecedor, fora as luzes vermelhas que acendiam e apagavam ininterruptamente causando em Laura uma sensação de desorientação. ”
    >>> Frase longa demais, assuntos e sensações se misturam e perdem impacto.
    >>> Sugestão: O alarme contra intrusos disparou no laboratório de segurança máxima. O barulho ensurdecedor e as luzes vermelhas, que piscavam ininterruptamente, deixaram Laura desorientada.

    – “Todos os funcionários níveis 10 e 11 deveriam ir imediatamente para a sala azul número 5.”
    >>> Ok, mas… o que esses níveis agregam? Ou a cor da sala 5?

    – “Riu momentaneamente consigo mesma ao lembrar que um de seus assessores havia comentado que havia uma placa em um dos corredores do nível inferior 35 que indicava aquela sala e ela não existia.”
    >>> Mais uma frase longa, sem vírgulas.
    >>> Repetição próxima de “havia”
    >>> Quem riu? Para deixar mais claro que era Laura, seria melhor o nome aparecer dessa forma nas sentenças acima: “Laura ficou desorientada com o barulho…”.
    >>> Sugestão: “Laura riu consigo mesma, ao lembrar que um de seus assessores certa vez havia lhe falado que aquela sala não existia”

    – “Teve vontade de lhe dizer que ele não conhecer, não significava que ela não existia”
    >>> Ok

    Toda a explicação sobre a Roma espacial ficou muito fria, com detalhes em excesso ao estilo Wikipedia, e acabaram tornando a leitura meio entediante.

    A ação e a revelação do final ficaram boas, dessa parte eu gostei.

    Resumo: boa premissa, infelizmente comprometida pela parte técnica.

    Abraço!

  25. Brian Oliveira Lancaster
    16 de maio de 2016

    LEAO (Leitura, Essência, Adequação, Ortografia)
    L: Conceito interessantíssimo e desafiador. Ponto pela criatividade de inverter as causas e efeitos, retirando o personagem de algum lugar. A leitura é tranquila, apesar de acelerar em algumas partes. Gostei do jogo duplo disputado pelos dois lados e toda a atmosfera futurista.
    E: Roma colonizando o espaço, em outro mundo, pegou de surpresa. Na verdade trata-se de uma RHA sob dois pontos de vista – de quem veio e de quem “está”. Gostaria de saber mais do outro lado, mas entendo a escolha de não seguir esse rumo (falta de espaço). Não tem tanta “história”, mas tem “realidades”. Dá o que pensar.
    A: Como dito acima, é bem complicado avaliar esse texto. O conceito está ali, mas não está presente, apenas veio de algum lugar. No entanto, a realidade atual, parece destoar bastante do que estamos acostumados. O que leva a crer que já ocorreu alguma coisa sem explicação.
    O: A escrita flui bem, mas o início sofre de alguns “queísmos” que travam a leitura. Revisando essa parte e outras frases longas demais, melhoraria e muito toda a atmosfera restante, que me influenciou bastante no decorrer da leitura.

  26. Ricardo de Lohem
    15 de maio de 2016

    Olá, como vai? Vamos ao conto! Muito divertida a história, é bem Sci-Fi, mas é também RHA, na minha opinião, pois isso de uma Roma ultratecnológica formando um impérios espacial que domina a galáxia se enquadra perfeitamente. Notei que você tem problemas com vocativos; lembre-se, eles sempre devem ser separados por vírgulas.”– Boa tarde Dra Cornell, seja bem-vinda.”, o correto: “– Boa tarde, Dra Cornell, seja bem-vinda.”. “– Em que ano estamos Dra. Cornell?”, deveria ser: “– Em que ano estamos, Dra. Cornell?”. No começo, até o perto do fim do conto, pensei que não ia ter uma história completa, só um texto meio descritivo, daí teve a reviravolta no final. Gostei muito, ficou bastante bom o conto, desejo para você Muito Boa Sorte no Desafio!

  27. Olisomar Pires
    15 de maio de 2016

    RHA: universos paralelos

    Idioma: bem escrito, sem ocorrências graves detectadas.

    Trama: Elemento de outra dimensão é utilizado para se conhecer seu modo de acesso e anulá-lo,se preciso.

    Ritmo e desenvolvimento: Muito bom o ritmo, desperta e prende a atenção, sem informações desnecessárias, o texto é direto – o desenvolvimento das partes do conto é boa, embora o início tenha sido meio morno, logo esquentou – as informações históricas dadas ao “visitante” são superficiais, uma visão do que as massas possuem, não sei se para enganar o “visitante” ou por desconhecimento do autor, exemplo: a idade média não foi uma idade de trevas, ao contrário, foi riquíssima em experimentos, artes e descobertas científicas.

    Conclusão: Conto muio bom, não sei se atende aos requisitos de uma RHA, visto que na dimensão atual não houve alterações, apenas na outra – parece se enquadrar mais em ficção científica – de todo modo, é um texto agradável e divertido, gostei muito.

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Publicado às 14 de maio de 2016 por em Realidade Histórica Alternativa e marcado .