EntreContos

Literatura que desafia.

Quando as Flores Caem (Sidney Muniz)

noiva

Não era um bom dia para o matrimônio. Marchava com a dúvida de para onde ia, tendo certeza que não queria ficar. Os pés quase flutuavam. Duas alianças na mão esquerda, um corpo na porta da igreja. O tecido branco ainda respingado de carmim arrastava-se pelo chão varrendo folhas apáticas e avermelhadas, que caíam imitando corpos em uma grande guerra, após disparos silenciosos da falsa paz de outono, que assoprava assoviando uma trilha sonora fúnebre. Vagava de forma zumbiesca com a sensação do corpo sendo puxado, ou pelo vento, ou pelo sentimento. Ao seu redor tudo se tornara tão pesado e infértil. Nada mais germinaria dentro de si. Lágrimas camicases, covardes, queriam regressar. Não podiam, não mais. As lembranças ainda estavam vivas; ódio, amor, confiança e desilusão. Soluços escapavam irresponsáveis, tremia muito. Tomou fôlego uma última vez. Abriu mão do buquê, que voou. Restou a pistola e mais uma bala.

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150 comentários em “Quando as Flores Caem (Sidney Muniz)

  1. Fabio D'Oliveira
    29 de janeiro de 2016

    Olá!

    Estilo completamente poético, onde o leitor precisa ler com atenção para capturar todas as nuances. Eu tive que ler duas vezes. E mesmo assim não capturei tudo. Admito! Mas não vou mentir. Gostei!

    Nota: 9.

    • A Amante
      29 de janeiro de 2016

      Oi Fabio,

      aiai,

      Você é mesmo danadinho.

      Gosta de capturar? Eu também!

      E ainda gosta de repetir né? Aiai, viu! Ui!

      O que me deixou mais feliz que mesmo você não aproveitando tudo ainda gostou, então pode voltar depois para terminar o trabalho, tá bom, seu bonitão!

      Beijinhos!

  2. Tamara Padilha
    29 de janeiro de 2016

    Adorei, meio poético, meio misterioso, e esse título foi o que mais me chamou atenção, em todo o desafio.
    Muito bem escrito, parabéns.

    • A Amante
      29 de janeiro de 2016

      Ain,

      Que princesa você é!

      Que bom que você, florzinha caiu por aqui há tempo de conhecer minha história.

      Adorei você também, sabia?

      Linda. linda, linda!

      Obrigada!

  3. Nijair
    29 de janeiro de 2016

    .:.
    Quando as Flores Caem (A Amante)
    1. Temática: Matrimônio. Suicídio.
    2. Desenvolvimento: Por que o dia não era bom para o matrimônio? Mística, crendice? A citação dos corpos, da guerra não tem relação direta com o dia das núpcias, tem? Essas referência tornam algum dia não propício a alguma coisa em especial? Não entendi a relação.
    3. Texto: Parece-me que onde se usa em repouso; aonde, em movimento. Onde está? Aonde vai? Sugestão: O tecido branco, ainda respingado de carmim, arrastava-se pelo chão, varrendo folhas, apáticas e avermelhadas, que caíam, imitando corpos em uma grande guerra, após disparos silenciosos, da falsa paz de outono que assoprava, assoviando fúnebre trilha sonora. Muita informação – texto truncado.
    4. Desfecho: Pistola e uma bala… Suicidou-se.
    Mantendo meu posicionamento, não me atrai essa temática, mas respeito a intenção do autor.
    Boa sorte!

    • A Amante
      29 de janeiro de 2016

      Ain,

      Sabe, Ninja, adorei seu estilo Whoopi Goldberg (Mudança de Hábito) me deixou bem intrigada. E que bom que você mudou mesmo, pois se antes você tinha achado o enredo “bem legal”. dessa vez você achou (confuso-truncado e a temática não lhe atraiu) Nossa, coração, você é mais de lua que muita mulher que conheço, viu. Cruzes!

      Mas tudo bem, o importante foi colher as dicas preciosas que você aqui deixou, e tenha certeza que irei pensar nelas para minha próxima aventura, afinal sempre haverá uma nova aventura em minha agenda.

      Acho que o mais importante é você ler e comentar tão bonitinho como tem feito e me desculpe mais uma vez por meu jeito de ser.

      Quanto a sua filhinha, queria aproveitar para desejar que tudo dê hiper certo para ela, e que Deus a abençoe sempre. Eu, a amante, não tenho filhos, então não sei bem como é isso, mas imagino como isso seja complicado, digo em relação a esses momentos.

      Boa sorte, saúde para sua anjinha, e fique bem, viu!

      Beijinhos!

  4. Lee Rodrigues
    29 de janeiro de 2016

    Caríssima autora, antes deixe-me parabeniza-la pela sensibilidade usada na escolha da imagem.

    O pesar melancólico se fez presente em toda a construção, poderia ter ficado melhor cadenciado, se dividido em parágrafos, mas isso é apenas uma questão de gosto.
    A amante faz jus ao seu pseudo, é o tipo de escritora que exala passionalidade em suas linhas.

    Perdoe-me a falta de tato ao comentar, estou travada, pois até então, me limitava em ser uma leitora silenciosa rs

    • A Amante
      29 de janeiro de 2016

      Ah gente,

      Que gracinha, você foi tão gentil. Eu não sou tão cara assim não, meu amor. Como disse isso não é uma profissão, faço por prazer, por gostar.

      Ô meu Deus, to tão triste porque estarei deixando de existir hoje, mas vivi tantas coisas aqui, sabe Lee (Lee? mas isso não é nome de homem, não? Você me deixou confusa agora, menina! Brincadeirinha, sua linda!). Que pena que tudo está acabando, e que agora todos vão saber como sou, quem sou, o que sou, mas espero que não se esqueçam de mim de verdade, da pessoa que um dia veio aqui e deu tudo de si (adoro dar tudo de mim). Antes de partir deixarei meu telefone com o Gustavo, caso algum homem “casado” (dos solteiros sempre tive medo) tenha se interessado.

      Antes de continuar a nossa conversa, Leenda, queria agradecer ao Fabinho (meu herói) aiai, eu sabia que ele tinha sentido alguma coisa por mim, ain que gracinha! E pedir desculpas, claro, ao Ninja (ops, desculpe a força do hábito) ao autor Nijair, querido, eu não queria te ofender não, foi só mais uma investida (ai, eu dou tantos foras, meu Deus, que vergonha estou sentindo agora, já estou mal falada). E agora o que vão pensar de mim? Um amante que arrota? Deus, isso só as esposas fazem! Antes de casar não há gases escapando por lugar algum, depois, Deus do céu, como os maridos comentam disso com as amantes. Ah, estou perdida. uma amante que se comporta como esposa! É meu fim.

      Bom, mas (tentando ser séria) quero de verdade assumir a culpa por ter gerado esse sentimento no querido Nijair, pois a culpa é mesmo minha, e eu já estou acostumada a estragar as coisas, e ele está certo em dizer que eu não devia fazer isso com estranhos, não devia mesmo. Me excedi, como sempre, e estou tão envergonhada. Papai sempre me falava, “Não solte arrotos em qualquer lugar, filha, assim não vai arrumar nenhum homem” aiai, mais uma vez peço desculpas ao autor, e papai, onde estiver, queria tanto ser uma filha melhor, mas veja no que me transformei. Se é um momento de pedir perdão a alguém é a você papai, pois a culpa não foi sua. Eu te amo papai. Ain, desculpe gente, não sei porque estou assim, deve ser porque está chegando o momento da despedida.

      Me desculpem!

      Lee,

      Obrigada por passar aqui, fofura!

      Beijinhos!

      • A Amante
        29 de janeiro de 2016

        ain, uma amante que arrota, a imagem ainda está na minha mente! Que vergonha!

    • Maria Santino
      29 de janeiro de 2016

      A Amante chamou a Lee de Leenda, é fã do JL, tem a palavra “Carmim” no conto… Hum… o autor desse escrito só pode ser alguém das antigas, que esteve às voltas com o DTRL pra conhecer a gente. De cara eu pensei no Sid, por causa da palavrinha aí e por causa do amigo JL, mas agora desconfio total do Rafa (embora o FB se encaixe também).

      Aff, por A + B eu digo que “só sei que nada sei”, 😛 mas não pode ser alguém além dessas três possibilidades. 😀

      • A Amante
        29 de janeiro de 2016

        Ain,

        Nós temos uma Xerox Holmes, danadinha. Aiai, Sid? Rafa? J.L.? É tanto homem bonitão, ui!

        Então sou um dos três? Será que sou um homem? Euzinha?

        Deus, isso me deixa completamente confusa, pois nunca havia pensado nessa possibilidade. Agora, por A+B, até eu quero que chegue logo a hora da revelação, pois isso está me deixando maluquinha, amiga.

        Ain,

        Se eu for homem nenhum desses lindos me dará bola. Torço para que eu não seja, e assim ainda terei chance com algum deles. Cruzando os dedinhos aqui!

        Já pensou, Santinha, se eu na verdade sou você?

        Aí-meu-Deus!

        Seria uma revelação e tanto, para todos, e até para mim! Mas isso não é possível, não é mesmo?

        Que droga, você abalou meu mundo, agora tô perdidinha.

  5. Fil Felix
    28 de janeiro de 2016

    Como alguns comentaram, também não deixei de imaginar a Noiva de Kill Bill e o banho de sangue na Igreja. Uma curiosidade, pra quem não conhece, é que Kill Bill foi levemente inspirado em Yuki – Vingança na Neve, um mangá de 1972, que mostra o percurso de uma mulher por vingança e seu trabalho como assassina de aluguel. Vale a leitura! O início também me levou ao filme Melancolia, onde a noiva não quer casar e está toda zuada, coitada.

    Não há como agradar gregos e troianos. Percebi que muitos gostaram de ter sido num parágrafo só, numa pancada só. Mas, particularmente, acho que se fosse mais quebrado, um passo de cada vez da protagonista, daria um efeito mais interessante. Um crescente da fúria dela. Pois fiquei um tantinho perdido na sequência dos fatos. Mesmo assim, um bom conto!

    • A Amante
      28 de janeiro de 2016

      Filfil…

      Oi Felix, esse é um nome que literalmente me lembra um gato danadinho.

      Esse é um dos meus maiores defeitos e também qualidade, afinal minha função é essa, meu querido, fazer as pessoas se perderem. Ui.

      Contra minha vontade (mais por amar o cinema, assisti sim ao primeiro, que é Kill Bill) já o segundo filme não vi ainda, mas verei. Foi até bom não ter visto, pois certamente iria vincular a minha história, que como já disse não é teatral, não é cinema, não é de mentira, é a mais pura verdade. Aconteceu comigo e eu perdi uma amiga, portanto queria que as pessoas parassem de falar que eu sou apenas uma personagem, pois eu vivo, eu vivi, e sofri e ainda sofro muito. Tenham um pouco de amor no coração, pois mesmo sendo culpada, eu também tenho sentimentos.

      Não estou aqui para ganhar um prêmio (a não ser que seja um Oscar), nem para distrair vocês (talvez trair ou atrair). Sou apenas uma amante. E vocês, não são amantes?

      Ah, como é complicado ser assim, como sou, tão autêntica, tão eu, tão brega, e tão linda.

      E você tem razão, gatinho, nunca poderemos agradar a todos, mas todos tem me agradado bastante aqui, todos vocês, pois eu me perdi um pouco nesse espaço (adoro ficar perdida assim) e isso é bom, pois precisamos nos perder para encontrar algo novo dentro de nós mesmos, afinal somos recicláveis, somos matéria. no fim a maior verdade em meio a nossas tantas mentiras. E tenho me sentido mais verdadeira aqui.

      Sabe, querido, acho que essa estória não é dela, é de três pessoas, é o cruzamento de três mundos, o resultado de um erro, ou talvez um desacerto do destino, não sei, não sei e não sei de verdade.

      É tudo tão verdadeiro e tão irreal que me sinto mal por estar tentando contar para vocês algo que não é só meu, mas explicar o que é minha história, acredito que seja minha responsabilidade, mesmo que vocês possam escolher suas verdades.

      Sinto muito aos amigos que não queriam ouvir minha história, que queriam apenas literatura (e eu sei lá o que é isso?) mas se eu não tenho dinheiro para terapias (não tenho mesmo) se não há ninguém para enxugar minhas lágrimas (estou recebendo currículos) se a solidão abraça minha alma (nem essa tem me abraçado) e se estou sendo melodramática demais, ah, me perdoem, me perdoem mesmo, mas eu sou assim, sou dama, sou drama, sou aquela que ama, ama muito se divertir.

      Ah, Fill, fil fil para você, seu gatinho!

  6. mkalves
    28 de janeiro de 2016

    Apesar de eu ter tido dificuldade de aceitar a cena como descrita (na prática se a criatura alveja alguém às portas da igreja, é provável que não consiga sair caminhando, mas que seja detida), a descrição pode ser lida como percurso psicológico e não físico. E aí sim tudo funciona melhor. Gostei do desfecho meio no ar. A escrita em si me soou barroca em excesso, mas acho que combina com o estado de espírito da personagem.

    • A Amante
      28 de janeiro de 2016

      Olá, colega!

      Apesar de eu ter dificuldade em conversar com mulheres (brincadeirinha, pois conversar eu até consigo), mas na prática se a criatura vem e comenta meu conto com tanta dedicação como foi seu caso, certamente não sairá caminhando sem ser detida com um grande abraço!

      Menina, mas que cabelo ma-ra-vi-lho-so o seu! Ai, posso te perguntar qual shampoo ou creme está usando? Algo especial? As pontas do meu estão tão quebradas, aiai, se eu morasse na mesma cidade que você iríamos juntas no mesmo salão. Sabe, adoro salões, eles são ótimos para se fazer amizades, e sabendo os horários que sua amiga está no salão você consegue saber qual horário ela não está em casa… Humm… Mas fique tranquila que não faria nada disso com você, foi só uma confissãozinha boba, um segredinho entre novas amigas, lindona!

      Quanto a sua teoria, acho isso bastante relativo, e nada é tão preciso nesse tipo de situação. Ah, querida, as coisas acontecem, nunca da mesma forma, cada cidade é de um jeito, cada realidade de outro, veja que sou prova viva disso. Olhe só como aconteceu com minha amiga. Não havia polícia próxima a igreja, todos ficamos em choque, ainda mais sendo ela, a forma como ficou, Deus é mais! E na minha cidade, acredite, pessoas matam na frente de todos, fogem do flagrante e depois de três dias aparecem e não são sequer detidas (isso é realmente um triste fato real que eu como pessoa e residente na minha cidade e estado, fico totalmente fragilizada com a situação e falta de segurança e porque não; justiça. A justiça dos homens é falha, mas a de Deus não, ainda bem).

      Bom, você me fez muito bem, deixou-me em um estado de espírito maravilhoso.

      Obrigada, flor.

      Que linda você é!

  7. Miguel Bernardi
    28 de janeiro de 2016

    E aí, Amante. Tudo bem?

    Sensacional, sério. Muito bem escrito, palavras incrivelmente bem selecionadas… bah, gostei. Boa imagem, aliás.
    Me surpreendi, pois no começo do texto não estava esperando o que viria.

    Parabéns. Abraço!

    • A Amante
      28 de janeiro de 2016

      Ain, que gracinha. Um gaúchinho, tchê!

      Esse é um nome tão lindo e meigo que nem posso me atrever a sentir alguma atração mais rebelde em relação a você.

      É que minha querida mãezinha era tão devota, uma santa (nem tão santa assim, mas…).

      E Miguel é um dos nomes mais importantes da Bíblia, um nome lindo e mágico.Se um dia eu ficar louca, muito louca mesmo e decidir tomar o papel da outra (me casar – batendo na madeira três vezes nesse instante, se não funcionar bato com a cabeça no momento que decidir cometer tal suicídio intelectual) como ia dizendo; se me casar e ter um filho, meu bem, eu iria colocar o nome dele de Miguel, pois para se ter filhos hoje em dia eles já precisam nascer guerreiros.

      Você certamente é um!

      Aiai,

      Fiquei muito feliz que você tenha passado aqui, anjinho.

      Que bom que gostou da minha história, foi muito difícil para mim contá-la para você.

      Aff, momento nostalgia.

      Beijinhos!

      • Brian Oliveira Lancaster
        28 de janeiro de 2016

        Nem todos os gaúchos falam “bah”, assim como “biscoito”. Bolacha, tchê!

  8. Nijair
    28 de janeiro de 2016

    Enredo bem legal. Boa sorte!

    • A Amante
      28 de janeiro de 2016

      Oh my God!

      Meu querido ninja americano! Uau! tem de tudo por aqui!

      Você é rapidinho hein, vapt e vupt. Cuidado pois isso não pega bem, tá? Seja mais carinhoso, ou mais agressivo, na verdade não importa muito como se faz, mas quanto tempo se dedica em fazer, portanto meu lindo demore mais um pouquinho, as mulheres adoram. As esposas costumam não reclamar, mas não gostam, acredite em mim. E as amantes? Bem, nós são somos amantes para ter uma rapidinha, não é mesmo?

      Sabe, muitos dizem ser o tamanho, mas o que importa é o quanto se trabalha, meu papai sempre dizia: “O prazer no trabalho aperfeiçoa a obra”, e como aperfeiçoa. Aiai.

      Meu lindo, mas vou te contar, você é uma mistura do Michael Dudikoff com o David Bradley, deus que abençoe você, viu!

      Só não chegue com um Din Mak assim, sem ao menos dar uns tapinhas!

      Beijinhos e volte assim que puder, pois mal tive tempo de admirá-lo!

      Aiai, como sofro!

      Eita lugar abençoado!

      Gu, obrigadinha mais uma vez pela estadia.

      • A Amante
        28 de janeiro de 2016

        corrigindo: nós não somos. São aqui é só você.

      • Nijair
        29 de janeiro de 2016

        Bela resposta, Amante. Trocaria apenas o estadia por estada. A menos que, em se julgando amante, tenha se tornado mercadoria – nessa caso, o estadia cairia bem. Felizmente, meu pai e minha formação não me deram tanta maleabilidade. Aprendi que somente o amor constrói e em rapidinhas não há amor nem devemos deitar por deitar… Deus abençoe, amiga!

      • Nijair
        29 de janeiro de 2016

        O interessante é que levei esse mesmo puxão de orelha dos organizadores do desafio, no e-mail, mas de forma tão educada e gentil que adorei ter sido chamado por eles, reservadamente. Bem legal percebermos que existem vários modos de dizer a mesma coisa. E as reações, claro, dependem diretamente da abordagem que nos fazem. Costumo brincar e fazer gracejos com amigos – estranhos, trato com formalidade e respeito e humildade, sem pedantismo nem arrotos de pedantismo e soberba.

    • Fabio Baptista
      29 de janeiro de 2016

      Olá, Nijair. Como vai?

      “A amante” está brincando com todo mundo da mesma forma, pode conferir nos demais comentários. É apenas um personagem interagindo com os leitores (e que está rendendo interações muito engraçadas, aliás).

      Como seus comentários estavam “vapt-vupt”, “ela” usou isso na piada, mas tenho certeza que não foi na intenção de te desrespeitar, nem de arrotar pedantismo ou soberba.

      Veja, eu mesmo já “puxei a orelha” de modo muito menos sutil de um participante que comentou muito rapidamente os contos (eram contos maiores, na ocasião) e não deu a menor mostra de que sequer estava lendo antes de comentar (o que é uma tremenda falta de respeito com os colegas).

      Diferente do seu caso, onde, apesar dos comentários rápidos, ficou a impressão de que você havia sim lido o texto e apenas acelerado um pouco na hora de comentar (coisa que a maioria fez em um conto ou outro aqui no desafio, dado o limite de palavras diminuto dos textos que foram avaliados).

      E seus comentários agora estão muito bacanas e organizados pelo que pude ver, sinal de que realmente está interessado em participar da melhor maneira possível do desafio.

      É muito bom tê-lo aqui conosco, espero que continue nos próximos e que possamos aprender um com o outro e também nos divertir (temos uma comunidade no Facebook onde saem boas risadas). Só peço que por favor não se zangue com algumas brincadeiras que surgem vez ou outra, nesse estilo de incorporação de personagem que “a amante” está fazendo aqui.

      Um grande abraço!

      PS: Tem um pessoal achando que eu sou “a amante”, mas não sou, ok? 😀

      • Nijair
        29 de janeiro de 2016

        Sem problema, Fabio Baptista. Expliquei ao moderador minhas razões – estou viajando, resolvendo a cirurgia da minha filha para o dia 4 de fevereiro, e não participaria por falta de tempo. Questões de saúde tiram nossa estabilidade, principalmente quando envolvem nossos rebentos. Ontem, em respeito a todos, decidi comentar – principalmente depois de ler alguns textos. Adoro aprender e interagir. Pequei em ter sido muito sucinto, mas li tudo! Reli alguns. Aceito as pancadas no meu texto numa boa, sem problema… Estamos aqui para aprender, mas dentro de limites mínimos de respeito. Não me sentiria bem criando inimizades aqui. Queria, apenas, entender a dinâmica de todos para tentar colaborar e crescer, aprimorando meus textos, divulgando minhas ideias. Valeu pela preocupação. Forte abraço!

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Publicado às 14 de janeiro de 2016 por em Micro Contos e marcado .